Grupamento de Socorro de Emergência Dr Sidney Franklin

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1 Grupamento de Socorro de Emergência Dr Sidney Franklin

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3 Conceito Básico do Pré-Hospitalar O tratamento definitivo é hospitalar Redução do tempo na cena < 10 m. Estabilização do quadro clínico Redução da mortalidade e da morbidade Hierarquização do atendimento Rapidez e agilidade: 60 m. de ouro

4 Filosofia do atendimento Oriunda da medicina de guerra Grande desenvolvimento após década de 60: Coréia e Vietnã Implementada: EUA c/ Paramédicos Congrega o atendimento: vítimas únicas, múltiplas e catástrofes.

5 Perfil do Atendimento Evento Traumático x outros eventos Trauma: doença ( epidemio, agente etc. ) Evento traumático: Colisão e atropelamento Atendimento: protocolos internacionais Cursos de capacitação e atualização Modelo misto: médico, TEM, socorristas Ajuste a nova legislação: Portaria nº 2048 de 05 novembro 2002

6 Tipo de evento Trauma x outros Clínica 30% Caso Social GO 1% 1% Outros 4% Trauma 64%

7 Acidente de trânsito e outros 37% 63% Trânsito Outros

8 Trauma - Tipo de Evento 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% ACIDENTE DE TRÂNSITO 67,0% QUEDA 16,1% ESÃO POR ARMA DE FOGO 5,0% AGRESSÃO POR AGENTE CONTUNDENTE UICÍDIO\LESÕES AUTO- INFLINGIDAS 1,8% 4,7% INCÊNDIO 1,3% LESÃO POR ARMA BRANCA 1,2%

9 Acidente de trânsito Tipo Auto Onibus Atrop. Moto Trem Caminhão Bicicleta 0

10 Evento no trânsito por sexo 28% Masc Fem 72%

11 Faixa etária no acidente de trânsito a a a a a a a a 80 > 80 0

12 Acidente de Trânsito Dia da semana Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom 0

13 Acidente de trânsito Horário do evento a 4 4 a 8 8 a a a a 24 0

14 Atendimento Pré-hospitalar RJ socorros oo o1

15 Atendimento do GSE até

16 ATENDIMENTOS EM 2003 Nº. Ambulâcias no RJ. : 84 unidades Helicópteros: 02 avançados ATENDIMNETOS MÉDIA/ANO 9450 ATENDIMNETOS EM MÉDIA/MÊS 343 ATENDIMENTO MÉDIA/DIA OBMs: maior nº. de saídas: GC, N IGUAÇU, CAMPINHO, Campo Grande.

17 LEGISLAÇÃO DO PRÉ- HOSPITALAR MINISTÉRIO DA SAÚDE: Portaria nº 2048 de 05 novembro 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA: Resolução 1671 e 1672 de 09 julho 2003

18 OBJETIVO: Normatização Padronização Formação Capacitação Definição de atividades Responsabilidades Definição de meios Estratégia Operacionalização LEGISLAÇÃO

19 Portaria / MS O serviço de atendimento pré-hospitalar pode ser constituído por uma ou mais unidades de atendimento, dependendo da população a ser atendida, mantendo uma relação mínima de uma ambulância para cada cem mil habitantes. Por unidade, entenda-se uma ambulância dotada de equipamentos, materiais e medicamentos, guarnecida por uma equipe de pelo menos dois profissionais, além do condutor(a), treinados para oferecer suporte básico de vida sob supervisão e condições de funcionamento pré-hospitalar. É importante frisar e definir que o sistema de atendimento préhospitalar é um serviço médico. Assim, sua coordenação, regulação e supervisão direta e a distância deve ser efetuada unicamente por médico. Na urgência-emergência deverá haver uma ação integrada com outros profissionais, não-médicos, habilitados para prestar atendimento de urgência-emergência em nível pré-hospitalar, sob supervisão e coordenação médica.

20 Atendimento inicial Avaliação da cena Segurança Cinemática do trauma

21 Exame Rápido do traumatizado Determinar situações críticas Detectar condições com risco de vida iminente Executar estabilização inicial

22 Conduta A aparência da lesão não deve alterar as prioridades Os cuidados com a lesão são secundários

23 Intervenções críticas - A Abertura de vias aéreas Estabilização da coluna cervical

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28 Cuidados com a coluna cervical Estabilizar manualmente até fixação em dispositivo

29 Indicações de imobilização de coluna Alteração do nível de consciência Trauma de crânio Trauma de face Dor no pescoço Déficit motor ou sensitivo Mecanismo de lesão

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31 Intervenções críticas - B Administrar O 2 Ventilar se respiração deficiente

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33 Acesso a via aérea Intubação Cricotireoidotomia Ventilação translaríngea Traqueostomia não é procedimento de emergência

34 Acesso invasivo a via aérea Intubação Cricotireoidotomia Ventilação translaríngea Traqueostomia não é procedimento de emergência

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36 Pneumotórax aberto Feridas aspirativas Oclusão imediata com curativo em 3 pontos

37 Pneumotórax hipertensivo Descompressão imediata com agulha

38 Intervenções críticas - C Abordar hemorragias externas de vulto RCP Compressão direta e indireta

39 Extricação Remover pacientes de locais de onde os mesmos não podem sair pelos próprios meios

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41 Extricação Padrão Pacientes estáveis e cena segura Perde mais tempo pois utiliza equipamentos

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43 Extricação Rápida Vítimas instáveis ou cena insegura Pouco ou nenhum equipamento

44 Intervenções críticas Paciente instável Transporte imediato Paciente estável Exame Detalhado na cena

45 Situações Load and Go Alteração do nível de consciência Obstrução de vias aéreas não tratável Distúrbio respiratório

46 Situações Load and Go Distúrbio circulatório existente ou potencial Choque Pelve instável, fratura bilateral de fêmur Abdome distendido Mecanismo grave de lesão Ferimento penetrante de cabeça, pescoço ou tronco

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48 Exame Detalhado Diagnóstico de lesões não observadas Início após o término da Avaliação rápida com o paciente sobre a prancha longa

49 Exame Detalhado No local em pacientes estáveis Durante o transporte nos instáveis

50 Exame Detalhado Reavaliar ABCs Sinais vitais Monitorização História SAMPRE Exame da cabeça aos pés

51 Acesso a circulação Não é conduta prioritária no pré-hospitalar Efetuado durante o transporte sempre que possível

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54 Indicações de acesso a circulação Extricação prolongada Facilidade de obtenção em trânsito Hemorragia externa controlada Transporte aéreo Transporte prolongada

55 Técnicas de acesso a circulação Veias periféricas de membros superiores com cateter curto e calibroso Intra-ósseo Punção profunda contra-indicada

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57 Acesso venoso Estudo em Centro de Trauma norte americano mostrou aumento de mortalidade em pacientes politraumatizados graves que davam entrada com acesso venoso

58 Imobilização de fraturas Realizada na cena somente em vítimas estáveis Em pacientes críticos alinhar e usar a prancha longa

59 Técnica de mobilização e transporte Movimentar o paciente em bloco Evitar o 2 o trauma 10% dos lesionados de coluna tem sua lesão agravada no resgate

60 Reavaliação A cada 5 minutos em doentes graves Após procedimento crítico Alteração clínica

61 Erros freqüentes Considerar alterações do sensório como decorrentes de drogas ou álcool

62 Erros freqüentes Perder tempo na cena com procedimentos não essenciais

63 Erros freqüentes Considerar a lesão mais aparente como a mais grave

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69 Erros freqüentes Perder tempo na cena com procedimentos não essenciais Acesso venoso Curativos Imobilização de extremidades

70 Transporte Pacientes estáveis que podem ser transportados por terra devem ser transportados por terra

71 TRANSPORTE AEROMÉDICO: A DIFERENÇA

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73 Acionamento Acesso terrestre possível e ambulância disponível Acesso terrestre difícil, impossível ou ou ambulância indisponível Vítima Vítima Estável Estável Vítima Vítima Instável Instável ou ou Mecanismo Mecanismo de de lesão lesão grave grave Helicóptero Ambulância Ambulância terrestre terrestre A --T < A --T > Ambulância Ambulância terrestre terrestre Helicóptero Helicóptero

74 Critérios para EVAM Mecanismo de Trauma Capotamento Ejeção Morte de outro passageiro Tempo de extricação > 20 min Queda > 5 m Ambientais Geográficos Trânsito

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79 Critérios para EVAM Trauma TS < 12 GCS < 10 Trauma penetrante (crânio, tórax, abdome) TRM Fratura de pelve ou fêmur bilateral Queimadura com inalação

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81 FUNDAMENTOS DA OPERAÇÃO Qualidade do serviço. Segurança da operação. Riscos inerentes a operação. Recursos humanos e materiais. O helicóptero: vantagens e desvantagens. Tipo de aeronave.

82 Abordagem Pré-embarque Exame: primário e secundário Condutas críticas ao trauma Controle das alterações comportamentais Estabilização ventilatória e hemodinâmica Monitorização completa Reavaliação constante do quadro clínico Reavaliação constante dos recursos empregados Planejamento de todo as etapas do atendimento

83 O AEROMÉDICO NO PRÉ-HOSPITALAR Integração ao sistema pré-hospitalar: Aeronaves Auto socorro de emergência Papel do centro de operações / CBMERJ Adequação dos meios de comunicação do sistema Proximidade do pouso ao recurso hospitalar

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