SUPORTE BÁSICO DE VIDA AHA

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1 SUPORTE BÁSICO DE VIDA AHA Dr. Rodrigo de Moraes SISTEMA RESPIRATÓRIO E SISTEMA CIRCULATÓRIO 1

2 SISTEMA RESPIRATÓRIO PARÂMETROS DE NORMALIDADE E ANORMALIDADE DE RESPIRAÇÕES P/ MIN. IDADE NORMAL ANORMAL ADULTO 12 à 20 < 8 e > 24 CRIANÇA 15 à 30 < 10 e > 35 LACTENTE 25 à 50 < 25 e > 60 2

3 SISTEMA CIRCULATÓRIO PARÂMETROS DE NORMALIDADE E ANORMALIDADE DOS BATIMENTOS CARDÍACOS P/MIN. IDADE NORMAL ANORMAL ADULTO 60 à 100 < 60 e > 100 CRIANÇA 80 à 120 < 80 e > 120 LACTENTE 120 à 140 < 120 e > 140 3

4 PR PARADA RESPIRATÓRIA É a interrupção súbita dos movimentos respiratórios (pode preceder uma parada cardíaca). PCR PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA É a interrupção da atividade mecânica do coração. É um diagnóstico clínico, confirmado pela falta de responsividade, pela ausência de pulso detectável e por apnéia. 4

5 RCP (REANIMAÇÃO CARDIO PULMONAR) É a tentativa de restaurar a circulação espontânea por meio das técnicas de compressão da parede torácica e da ventilação pulmonar. MORTE CARDÍACA SÚBITA M O R T E C A R D ÍA C A S Ú B IT A (IN T R ÍN S E C O P A R A D A R E S P IR A T Ó R IA ) A P Ó S 4 M IN U TO S : IN ÍC IO D O S D A N O S C E R E B R A IS A P Ó S 1 0 M IN U TO S : M O R TE C E R E B R A L E M Q U A S E % D O S C A S O S O B S.: V ÍT IM A S S E M A S S IS T Ê N C IA 5

6 AVALIAÇÃO PRIMÁRIA A Vias aéreas com estabilização cervical B Respiração e ventilação; C Circulação; D Incapacidade, estado neurológico; E Exposição com controle da temperatura (prevenir hipotermia). CADEIA DE SOBREVIDA C A D E IA D E S O B R E V ID A A C E S S O R Á P I D O R C P R Á P I D O U S O D O D E A R Á P ID O S U P O R T E A V A N Ç A D O R Á P I D O 6

7 AVALIAÇÃO PRIMÁRIA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA EI! VOCÊ ESTÁ BEM? 3 VÊZES EM VOZ ALTA SE A VÍTIMA ESTIVER INCONSCIENTE... 7

8 SOLICITE O ACIONAMENTO DO SERVIÇO ESPECIALIZADO (192 ou 193) SOLICITE UM D.E.A. 8

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10 1. LIBERE AS VIAS AÉREAS (A) TÉCNICA PARA VÍTIMA SEM SUSPEITA DE TRAUMA. 10

11 LIBERAÇÃO DAS VIAS AÉREAS (A) VÍTIMA C/ SUSPEITA DE TRAUMA CERVICAL ANTERIORIZAÇÃO DA MANDÍBULA JAW TRUST LIBERAÇÃO DAS VIAS AÉREAS (A) VÍTIMA C/ SUSPEITA DE TRAUMA CERVICAL MANOBRA DE ANTERIORIZAÇÃO DA MANDÍBULA JAW TRUST 11

12 VARREDURA DIGITAL (A) RETIRE DA BOCA APENAS OBJETOS OU RESTOS DE ALIMENTOS QUE ESTEJAM VISÍVEIS. TRAVANDO A BOCA (A) TÉCNICA PARA ABRIR A BOCA DA VÍTIMA E MANTÊ-LA TRAVADA ATÉ A REMOÇÃO DO CE (corpo estranho). 12

13 2. VERIFIQUE A RESPIRAÇÃO (B) Ver; Ouvir; e Sentir. V.O.S. VERIFIQUE PRESENÇA DE: Respiração; Tosse; Movimentos; e Pulsação. 13

14 VENTILE 2 VEZES (B) ATENÇÃO! VENTILAÇÃO BOCA-BOCA SEM MÁSCARA!!! 14

15 VENTILE 2 VEZES BOCA-MÁSCARA-BOCA O QUE FAZER APÓS AS 2 VENTILAÇÕES? 15

16 APÓS TER REALIZADO O V.O.S., VERIFICAR A PRESENÇA OU AUSÊNCIA DE PULSO CENTRAL CAROTÍDEO. SE TEM PULSO MAS CONTINUA SEM RESPIRAÇÃO O QUE FAZER? MANTENHA 1 VENTILAÇÃO A CADA 5 SEGUNDOS EM VÍTIMAS ADULTAS OU A CADA 3 SEGUNDOS EM CRIANÇAS MENORES QUE 1 ANO. CHEQUE OS SINAIS DE CIRCULAÇÃO PERIODICAMENTE (A CADA 10 VENTILAÇÕES OU A CADA 2 MINUTOS) 16

17 E... SE APÓS AS 2 VENTILAÇÕES PERCEBERMOS QUE A VÍTIMA ALÉM DA PARADA RESPIRATÓRIA ESTÁ EM PARADA CARDÍACA (PCR)? APÓS AS VENTILAÇÕES SE PULSO AUSENTE REALIZE AS COMPRESSÕES TÓRACICAS VÍTIMA ADULTA acima de 8 anos LOCALIZE APÊNDICE XIFÓIDE COLOQUE 2 DEDOS ACIMA CALCANHAR DA MÃO ACIMA 17

18 C E R T O C E R T O E R R A D O ANTERIOR LATERAL E R R A D O POSICIONAMENTO ADEQUADO Posicione a vítima em decúbito dorsal em superfície plana e rígida; Comprima o tórax do adulto cerca de 3,5 a 5 cm numa freqüência de 100 vezes por minuto; Mantenha os braços esticados e perpendiculares em relação as pernas. 18

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20 RCP COM 1 SOCORRISTA 30 COMPRESSÕES 2 VENTILAÇÕES OBS.: A CADA 5 CICLOS (30x2) REAVALIE A VÍTIMA RCP COM 2 SOCORRISTA 1. VERIFIQUE A RESPONSIVIDADE SE INCONSCIENTE ACIONE SME 20

21 RCP COM 2 SOCORRISTA Ver; Ouvir; Sentir. 2. VERIFIQUE A RESPIRAÇÃO O 2 º socorrista Vai acionar 192 ou 193 VENTILAÇÃO ARTIFICIAL SOCORRISTA 1 VENTILA 2 VEZES 21

22 OBSERVAÇÃO TÉCNICA RECOMENDADA PELA AHA EM VENTILAÇÃO COM AMBÚ ( EFICIÊNCIA ) RCP COM 2 SOCORRISTAS SOCORRISTA 2 REALIZA 30 COMPRESSÕES SOCORRISTA 1 CHECA PULSAÇÃO DURANTE AS COMPRESSÕES AO FINAL DE 5 CICLOS (30x2) VERIFICAR RESPIRAÇÃO E SINAIS DE CIRCULAÇÃO 22

23 QUANDO INTERROMPER OS PROCEDIMENTOS DE REANIMAÇÃO? - Quando houver reanimação; - Quando o ambiente se tornar inseguro; - Fadiga intensa do socorrista ; - Recusa de familiares em prosseguir; - Chegada do serviço especializado; - Substituição por pessoa treinada. TRAUMA DE TÓRAX 23

24 TIPOS: FRATURA DE ESTERNO FRATURA DE COSTELA TÓRAX INSTÁVEL PNEUMOTÓRAX SIMPLES, ABERTO E HIPERTENSIVO HEMOTÓRAX CONTUSÃO PULMONAR CONTUSÃO MIOCÁRDICA TAMPONAMENTO CARDÍACO LESÃO DE GRANDES VASOS ASFIXIA TRAUMÁTICA RUPTURA DIAFRAGMÁTICA FRATURA DE ESTERNO: DOR TORÁCICA PÓS TRAUMÁTICA DOR À PALPAÇÃO EDEMA HEMATOMA DEFORMIDADE CREPTAÇÃO À PALPAÇÃO 24

25 TRATAMENTO: EXECUTAR AVALIAÇÃO PRIMÁRIA CONFORME SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA DE 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE SE O MESMO APRESENTAR INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA IMOBILIZAR A VÍTIMA EM PRANCHA LONGA NÃO COLOCAR ATADURAS PREVENIR O CHOQUE FRATURA DE COSTELA: DOR NA REGIÃO FRATURADA DOR NOS MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS CREPITAÇÃO À PALPAÇÃO 25

26 TRATAMENTO: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA 12 A 15 l/min. POSICIONAMENTO DO BRAÇO CORRESPONDENTE AO LADO DA LESÃO, CRUZANDO NO PEITO E IMOBILIZANDO-O COM UMA TIPÓIA NÃO COLOCAR ATADURAS PREVENIR O CHOQUE TÓRAX INSTÁVEL: RESPIRAÇÃO PARADOXAL ÁREAS COMPATÍVEIS COM FRATURA DE COSTELA EM PELO MENOS DOIS PONTOS DA MESMA COSTELA E NO MÍNIMO EM DOIS ARCOS COSTAIS ADJASCENTES 26

27 TRATAMENTO: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE SE O MESMO ESTIVER EM INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PRANCHA LONGA PREVENIR O ESTADO DE CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA 27

28 PNEUMOTÓRAX SIMPLES: DOR TORÁCICA EM PONTADA DURANTE A RESPIRAÇÃO DISPNÉIA REDUÇÃO DO MURMÚRIO VESICULAR NO HEMITÓRAX DA LESÃO HIPERTIMPANISMO 28

29 RUPTURA PLEURAL TRATAMENTO: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA 12 A 15 l/min. OBSERVAR SINAIS DE PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO DURANTE O TRANSPORTE (PRESSÃO POSITIVA) SUPORTE AVANÇADO 29

30 PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO: DOR TORÁCICA EM PONTADA DURANTE A RESPIRAÇÃO DISPNÉIA REDUÇÃO DO MURMÚRIO VESICULAR HIPERTIMPANISMO DESVIO DE TRAQUÉIA DILATAÇÃO DAS VEIAS DO PESCOÇO SINAIS DE CHOQUE TRATAMENTO: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE EM CASO DE INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA RETIRAR CURATIVOS DE LESÕES PENETRANTES SUPORTE AVANÇADO DE VIDA 30

31 PNEUMOTÓRAX ABERTO: DOR LOCAL INTENSA DISPNÉIA FERIDA ABERTA NO TÓRAX SINAIS DE CHOQUE TRATAMENTO: EXECUTAR SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA VENTILAR O PACIENTE COM BOLSA E OXIGÊNIO SE O MESMO ESTIVER EM INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA CURATIVO DE 3 PONTAS OBSERVAR SINAIS DE PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO TRANSPORTAR A VÍTIMA EM DECUBITO DORSAL PREVENIR O CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA 31

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33 HEMOTÓRAX: DISPNÉIA REDUÇÃO DO MURMÚRIO VESICULAR NO HEMITÓRAX AFETADO PERCURSÃO COM SONS MACIÇOS SINAIS DE CHOQUE TRATAMENTO: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA COM 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE EM CASO DE INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PREVENIR O CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE DA VÍTIMA 33

34 TAMPONAMENTO CARDÍACO: SINAIS DE CHOQUE BULHAS CARDÍACAS ABAFADAS VEIAS DO PESCOÇO DILATADAS 34

35 TRATAMENTO: EXECUTAR SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE EM CASO DE INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PREVENIR O ESTADO DE CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE CONTUSÃO PULMONAR: DISPNÉIA DOR TORÁCICA TOSSE COM SANGUE 35

36 TRATAMENTO: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA COM 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE SE INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PREVENIR O ESTADO DE CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE CONTUSÃO MIOCÁRDICA: PODE SER ASSINTOMÁTICO DOR TORÁCICA DIFUSA FRATURA DE ESTERNO E/OU COSTELAS ARRITMIAS 36

37 TRATAMENTO: EXECUTAR SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA COM 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE SE INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PREVENIR O ESTADO DE CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE LESÃO DE GRANDES VASOS: ESTADO DE CHOQUE GRAVE REFRATÁRIO AO TRATAMENTO CONVENCIONAL TRAUMA COM TRANSMISSÃO DE GRANDE ENERGIA 37

38 TRATAMENTO: EXECUTAR O SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA COM 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE SE INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PREVENIR O ESTADO DE CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE 38

39 ASFIXIA TRAUMÁTICA: CIANOSE - PLETÓRICO HEMORRAGIA CONJUNTIVAL E NASAL TRATAMENTO: APLICAR SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA COM 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE EM INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PREVENIR O ESTADO DE CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE 39

40 RUPTURA DIAFRAGMÁTICA: DISPNÉIA REDUÇÃO DO MURMÚRIO VESICULAR DO LADO AFETADO RUÍDOS HIDRO-AÉREOS NO TÓRAX EM GRANDES RUPTURAS, ABDOME ESCAVADO 40

41 TRATAMENTO: APLICAR SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA OXIGÊNIOTERAPIA COM 12 A 15 l/min. VENTILAR O PACIENTE QUE ESTIVER EM INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PREVENIR O ESTADO DE CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE 41

42 TRAUMA ABDOMINAL: TRAUMA ABDOMINAL: ABERTO FECHADO 42

43 TRAUMA ABDOMINAL FECHADO: EXECUTAR O SUPORTE AVANÇADO DE VIDA NO TRAUMA OBSERVAR E PREVENIR SINAIS DE CHOQUE ABDOME DISTENDIDO DOR INTENSA HEMATOMAS SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE TRAUMA ABDOMINAL ABERTO: EXECUTAR SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA NUNCA TENTAR RECOLOCAR AS VÍSCERAS NO INTERIOR DO ABDOME COBRIR AS VISCERAS COM BANDAGENS EMBEBIDAS COM SORO FISIOLÓGICO FLEXIONAR AS PERNAS DA VÍTIMA TRATAR O CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE 43

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46 TRAUMA DE CRÂNIO: 46

47 RECONHECIMENTO DO TRAUMA DE CRÂNIO: FERIMENTO EXTERNO NO COURO CABELUDO OU TESTA DEFORMIDADE NO CRÂNIO DOR OU INCHAÇO NO LOCAL DA LESÃO PUPILAS ANISOCÓRICAS SAÍDA DE SANGUE E/OU LÍQUOR PELAS NARÍNAS E/OU PELOS OUVIDOS TONTURA, DESMAIOS E/OU SONOLÊNCIA HEMIPARESIA CONFUSÃO MENTAL SÚBITA OU PROGRESSIVA BRADICARDIA ALTERAÇÕES NO PADRÃO RESPIRATÓRIO ALTERAÇÕES DE VISÃO VÔMITOS INCONTROLÁVEIS AGITAÇÃO DEVIDO A HIPÓXIA 47

48 TRATAMENTO: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA CUIDADO COM TRAUMAS DE COLUNA OXIGÊNIOTERAPIA 12 A 15 l/min. CABECEIRA DA MACA ELEVADA A 30º EVITAR A HIPOTERMIA MAS NÃO HIPERAQUECER NÃO OBSTRUIR A SAÍDA DE SANGUE E LÍQUOR CURATIVO LOCAL TRATAMENTO: AFROUXE AS VESTES DA VÍTIMA SE ESTIVER CONSCIENTE, MANTENHA DIÁLOGO COM A VÍTIMA AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA AMPLA CONTROLE OS SINAIS VITAIS REFAZER O GLASGOW / AVDN SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE 48

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50 TRAUMA RAQUI- MEDULAR: RECONHECIMENTO: APLICAR A CINEMÁTICA DO TRAUMA DOR INTENSA NO LOCAL DEFORMAÇÃO PERDA DE SENSIBILIDADE / MOBILIDADE NOS MEMBROS SOMENTE RESPIRAÇÃO ABDOMINAL LIBERAÇÃO DOS ESFINCTERES PRIAPISMO SINAIS E SINTOMAS DE CHOQUE INCONSCIÊNCIA 50

51 TRATAMENTO: OBS.: DESCONFIAR DE TRAUMA RAQUI-MEDULAR EM VÍTIMAS QUE RECEBERAM ALTA DESCARGA DE ENERGIA, POR ISSO, APLICAR O SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA TRATAMENTO: UTILIZAR TÉCNICAS ADEQUADAS DE SOCORRO MANTENHA A COLUNA CERVICAL ESTABILIZADA E ALINHADA SE A VÍTIMA ESTIVER DE PÉ, PROTOCOLE DA MESMA MANEIRA OXIGÊNIOTERAPIA 12 A 15 l/min. PREVENIR O CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE PARA LOCAL IDEAL 51

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54 TRAUMA MÚSCULO- ESQUELÉTICO: TRAUMAS DE EXTREMIDADES: FRATURAS FECHADAS FRATURAS EXPOSTAS 54

55 RECONHECIMENTO: DOR LOCAL HEMATOMA DEFORMIDADE OU EDEMA LOCAL INCAPACIDADE FUNCIONAL OU MOBILIDADE ANORMAL PULSO PERIFÉRICO DEFICIENTE PODE OCORRER CREPITAÇÃO ÓSSEA HEMORRAGIA EXPOSIÇÃO DO OSSO FRATURA EXPOSTA TRATAMENTO PARA MEMBROS SUPERIORES: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA SEMPRE IMOBILIZAR UMA ARTICULAÇÃO DISTAL E PROXIMAL CHEQUE O PULSO E A PERFUSÃO PERIFÉRICA DO MEMBRO AFETADO CHEQUE A MOTRICIDADE CHEQUE A SENSIBILIDADE USE TALAS MOLDÁVEIS E ATADURAS 55

56 TRATAMENTO PARA MEMBROS SUPERIORES: NÃO MUMIFICAR USAR BANDAGEM TRIANGULAR PARA IMOBILIZAÇÕES ALTAS NAS LUXAÇÕES E FRATURAS, IMOBILIZAR NA POSIÇÃO EM QUE SE ENCONTRA NAS FRATURAS ANGULADAS, SE POSSÍVEL TENTAR ALINHAR ANTES DE IMOBILIZAR APÓS A IMOBILIZAÇÃO, CONTINUE A VERIFICAR A PERFUSÃO PERIFÉRICA E O PULSO DO MEMBRO PREVENIR O CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE 56

57 TRATAMENTO PARA MEMBROS INFERIORES: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA CHECAR O PULSO DO MEMBRO AFETADO CHEQUE MOTRICIDADE CHEQUE SENSIBILIDADE USE TALAS MOLDÁVEIS E ATADURAS NAS LUXAÇÕES A FRATURAS NO JOELHO, IMOBILIZAR NA POSIÇÃO EM QUE SE ENCONTRAM NAS FRATURAS ANGULADAS, TENTAR UMA ÚNICA VEZ ALINHAR ANTES DE IMOBILIZAR 57

58 TRATAMENTO PARA MEMBROS INFERIORES: FRATURA DE FÊMUR NÃO TENTAR ALINHAR CONTINUE CHECANDO O PULSO E A PERFUSÃO PERIFÉRICA CONTINUE CHECANDO A SENSIBILIDADE PREVINA O CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE TRATAMENTO DE FRATURAS EXPOSTAS: PARE A HEMORRAGIA CONFORME FALAMOS ANTERIORMENTE NÃO RECOLOQUE O OSSO NÃO LIMPE OU COLOQUE QUALQUER PRODUTOS SOBRE A LESÃO TENTAR GENTILMENTE REDUZIR A FRATURA UMA ÚNICA VEZ PREVINA O CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE 58

59 TRATAMENTO DE FRATURA DE PELVE: *RECONHECIMENTO: - PÉ RODADO LATERALMENTE - DOR À PALPAÇÃO DO PÚBIS E CRISTAS ILÍACAS - PERDA E MOBILIDADE NO MEMBRO AFETADO - SEMPRE OBSERVAR A CINEMÁTICA - DIFICULDADE PARA URINAR - CHOQUE TRATAMENTO: SUPORTE BÁSICO DE VIDA NO TRAUMA USE KED INVERTIDO COM O COXIM ENTRE AS PERNAS SE NÃO TIVER O KED, PRENDA AS PERNAS UNIDAS MANTENDO UM COXIM ENTRE AS PERNAS TRANSPORTE EM PRANCHA LONGA PREVINIR O CHOQUE SUPORTE AVANÇADO DE VIDA / TRANSPORTE 59

60 IMOBILIZAÇÕES E TÉCNICAS DE TRANSPORTE DE VÍTIMAS: VÍTIMA AO SOLO: 60

61 PRANCHA LONGA: -Rolamento de 90º -Rolamento de 180º -A cavaleiro -Vítima em pé 61

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72 RETIRADA VEICULAR: 72

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78 TRANSPORTE DE VÍTIMAS: 78

79 COMO TRANSPORTAR UM ACIDENTADO? Como em geral, no local do acidente, não temos condições de diagnóstico preciso, devemos sempre transportar as vítimas sobre macas rígidas.nunca podemos esquecer de reavaliar as condições vitais da vítima durante o transporte. O transporte pode ser feito por uma ou mais pessoas com as próprias mãos ou, de preferência por meio de macas ou padiolas. Se for necessário levantar o acidentado antes de examiná-lo, manter o corpo em linha reta e proteger a cabeça. Então, deve ser puxado para um lugar seguro onde possa ser usada a maca. Devemos adota o método de uma, duas ou três pessoas. TRANSPORTE EM MACA: É O ÚNICO TRANSPORTE RECOMENDADO PARA VÍTIMAS COM SUSPEITA DE FRATURA DE CRÂNIO, COLUNA OU QUADRIL. O POSICIONAMENTO DA VÍTIMA SOBRE A MACA RÍGIDA É FEITO ATRAVÉS DE ROLAMENTO (90 GRAUS), COM O AUXÍLIO DE NO MÍNIMO TRÊS PESSOAS. AS MACAS PODEM SER DE DOIS TIPOS : RÍGIDAS LONGA E RÍGIDAS CURTA. 79

80 TIPO BOMBEIRO: CADEIRA: 80

81 PELAS EXTREMIDADES: NOS BRAÇOS: 81

82 NOS BRAÇOS: ARRASTAMENTO: 82

83 TRANSPORTE DE APOIO: TRANSPORTE NAS COSTAS: 83

84 TRANSPORTE DE CADEIRINHA: TRANSPORTE EM REDE: 84

85 TRANSPORTE EM ALTURA: 85

86 VIATURAS: 86

87 TIPOS: TIPO A Ambulância de transporte TIPO B Ambulância de Suporte Básico: veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré - hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido, não classificado com potencial de necessitar de intervenção médica no local e/ou durante transporte até o serviço de destino. TIPO C Ambulância de Resgate TIPOS: TIPO D - Ambulância de Suporte Avançado: veículo destinado ao atendimento e transporte de pacientes de alto risco em emergências pré-hospitalares e/ou de transporte inter-hospitalar que necessitam de cuidados médicos intensivos. Deve contar com os equipamentos médicos necessários para esta função. TIPO E - Aeronave de Transporte Médico TIPO F - Nave de Transporte Médico: veículo motorizado hidroviário 87

88 TIPOS: VIR Veículo de intervenção rápida TRIPULAÇÃO DAS VIATURAS: Ambulância do tipo B: 2 profissionais, sendo um o motorista e um técnico ou auxiliar de enfermagem. Ambulância do tipo D: 3 profissionais, sendo um motorista, um enfermeiro e um médico 88

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92 CONSIDERAÇÕES A SEREM TOMADAS ANTES DO TRANSPORTE: É POSSÍVEL RESGATAR OU AUXILIAR A VÍTIMA SEM COLOCAR EM PERIGO O SOCORRISTA? SE NÃO, QUAL A URGÊNCIA DO RESGATE E QUAL O RISCO POTENCIAL PARA O SOCORRISTA? É POSSÍVEL REDUZIR O RISCO IMEDIATO PARA A VÍTIMA SEM MOVÊ-LA? PODERÁ OCORRER LESÕES ADICIONAIS SE A VÍTIMA FOR TRANSPORTADA? PODE O SOCORRO SER PRESTADO NO LOCAL, OU É NECESSÁRIO SOLICITAR AUXÍLIO TAMBÉM PARA O TRATAMENTO, ALÉM DO TRANSPORTE? OS MEIOS DE TRANSPORTE NECESSÁRIOS SÃO TERRESTRES, MARÍTIMOS OU AÉREOS? QUAL O PACIENTE SUPORTA? É NECESSÁRIO ALGUM TIPO DE ADAPTAÇÃO DO VEÍCULO PARA O TRANSPORTE? NÃO SERIA MELHOR ESPERAR UMA AMBULÂNCIA? DE QUE MÉTODOS PRECISAMOS OU DISPOMOS PARA O TRANSPORTE IMEDIATO? TRANSPORTAR PARA ONDE? SE O LOCAL É DE DIFÍCIL ACESSO, COM A VÍTIMA GRAVEMENTE FERIDA,O QUE FAZEMOS? 92

93 RAZÕES PARA UM TRANSPORTE IMEDIATO: Ferimento na cabeça. Ferimento perfurante abdominal. Sangramento de qualquer tipo, que altere os sinais vitais. Desidratação, intermação ou choque térmico em ambiente sem água. Ferimento na caixa do tórax. Hipotermia / congelamento. Perigo iminente no local. BIOSSEGURANÇA: 93

94 BIOSSEGURANÇA: PRINCIPAIS DOENÇAS INFECCIOSAS QUE PODEM SER ADQUIRIDAS: SIDA HEPATITE A HEPATITE B HEPATITE C VIROSES ESCABIOSE TUBERCULOSE MENINGITE DIARRÉIA HERPES MEIOS DE CONTAMINAÇÃO: CONTATO (PELE E MUCOSA) INALAÇÃO INGESTÃO SANGUE (PERFURO- CORTANTES) 94

95 EPI (equipamento de proteção individual): ÓCULOS MÁSCARA LUVA ROUPAS CALÇADOS PRECAUÇÕES COLETIVAS: AGULHAS UTILIZADAS E ESQUECIDAS; REENCAPAMENTO DE AGULHAS EQUIPAMENTOS CONTAMINADOS E ESQUECIDOS DEPÓSITO DE PERFUROCORTANTES LIXO HOSPITALAR LIMPEZA E DESINFECÇÃO DA VIATURA 95

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98 SEGURANÇA DA CENA + BIOSSEGURANÇA 98

99 FIM 99

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OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão. Definir: FRATURAS OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão Definir: * Fratura,luxação e entorse; * Citar 4 sinais ou sintomas que indicam tais lesões; * Citar 2 importantes razões para efetuar a imobilização;

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