CHEK LIST CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS/ LATERALIDADE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CHEK LIST CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS/ LATERALIDADE"

Transcrição

1 1 de RESULTADO ESPERADO: Ajudar a garantir que as equipes cirúrgicas sigam de forma consistente algumas medidas de segurança críticas. Espera-se que dessa forma os riscos mais comuns e evitáveis sejam minimizados, evitando expor a vida e o bem-estar dos pacientes cirúrgicos. PROCESSOS RELACIONADOS: Atendimento Cirúrgico DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: AÇÃO RESPONSÁVEL REGISTROS DESCRIÇÃO DA AÇÃO 1. ANTES DA INDUÇÃO ANESTESICA Enfermagem/ Equipe cirúrgica F(G) ASCIR.001 Esta fase exige a presença dos profissionais de anestesia e enfermagem, no mínimo. Os detalhes de cada um dos itens desta fase do checklist são os seguintes: 1. Confirmação sobre o paciente (identificação do paciente, procedimento a ser realizado, local onde será feita a cirurgia e se há consentimento informado) As perguntas são feitas diretamente ao paciente; Essa etapa pode parecer repetitiva, mas é uma forma de garantir que não se opere o paciente errado, que não se faça o procedimento errado para aquele paciente ou que se opere, por exemplo, um membro errado. Caso o paciente esteja inconsciente, seja mentalmente incapaz ou seja uma criança, não checar esse item na lista. 2. SÍTIO CIRÚRGICO DO LADO CORRETO (ou não se aplica) A pergunta é feita ao cirurgião; O ideal é usar este item em casos de LATERALIDADE (membros direito ou esquerdo, um lado da tireóide, pulmão direito ou esquerdo) ou quando há várias opções ou níveis (um dedo específico, uma vértebra específica, uma lesão de pele específica); Marcar o local correto com a etiqueta de identificação ALVO, 3. Checagem do Equipamento Anestésico Itens que devem ser lembrados: material de via aérea, gases, ventilador mecânico, material de aspiração, drogas, equipamento para emergência.

2 2 de 6 4. Oxímetro de Pulso Instalado e Funcionando O coordenador checa se o oxímetro foi instalado e se está funcionando antes de se iniciar a indução anestésica. 5. Alergias do Paciente Isso ajuda a garantir que o anestesista lembre de não administrar determinada medicação ao paciente caso ela seja de risco; Pergunta-se dessa forma: Há alergia? Se sim, alergia a quê? Caso o coordenador saiba de alguma alergia que o anestesista desconheça, deve informá-lo. 6. Risco de Via Aérea Difícil ou Broncoaspiração Isso ajuda a garantir que o anestesista lembre de verificar a possibilidade de via aérea difícil (ex: Mallampati de 3 ou 4) e se há material disponível caso seja necessário; Em caso de possível via aérea difícil, sempre deve haver alguém disponível na sala junto com o anestesista. O risco de broncoaspiração deve ser lembrado principalmente em pacientes que não tiveram tempo de jejum adequado, ajudando o anestesista a lembrar de ter atenção durante a indução anestésica. 7. Risco de perda sanguínea > 500mL (7mL/kg em crianças) Essa pergunta é feita pois possíveis perdas > 500mL (7mL/kg em crianças) podem gerar risco de choque hipovolêmico; Caso o anestesista não saiba responder, deve-se perguntar ao cirurgião; Se o risco existir, antes da indução anestésica o paciente deve idealmente ter 2 acessos venosos calibrosos ou um acesso central, e deve-se deixar reserva de sangue e soluções intravenosas (cristalóides e/ou colóides).

3 3 de 6 2. ANTES DE INICIAR A CIRURGIA Enfermagem / Equipe cirúrgica F(G) ASCIR.001 Esta fase se inicia após a indução anestésica e antes do cirurgião realizar a incisão na pele. É uma pausa momentânea para checagem de itens essenciais na segurança, e que envolve toda a equipe cirúrgica. Os detalhes de cada um dos itens desta fase do checklist são os seguintes: 1. Confirmação de nomes e funções de todos os membros da equipe O coordenador do checklist pede a cada um que diga seu nome e sua função, incluindo estudantes ou outras pessoas presentes; Essa simples rotina ajuda a gerenciar as ações de cada um em possíveis momentos críticos; Se todos já se conhecem e estão familiarizados, isso pode ser dito ao coordenador, que dará este item como OK. 2. Confirmação sobre o paciente (identificação do paciente, procedimento a ser realizado, local onde será feita a cirurgia) Esta é uma etapa padrão exigida por muitas agências regulatórias nacionais e internacionais; O coordenador pode pedir a qualquer um da equipe que confirme em voz alta o nome do paciente, a cirurgia a ser realizada, o local da cirurgia e, se for caso, o posicionamento do paciente, a fim de evitar que operem o lado errado do paciente. 3. Antecipação de eventos críticos O Coordenador do checklist conduz uma rápida discussão entre o cirurgião, o anestesista e a equipe de enfermagem sobre situações críticas e planejamento de segurança. Caso não haja nada específico a ser dito, o profissional pode simplesmente declarar que não há nada fora do rotineiro a ser lembrado; Revisão do cirurgião: pode dizer se haverá alguma perda sanguínea volumosa, em que momento precisará de equipamentos especiais ou sobre fases da cirurgia que serão críticas; Revisão do anestesista: o anestesista pode dizer o que está planejado para possíveis perdas sanguíneas, ou que o paciente tem alguma patologia de base que não pode ser esquecida, ou qualquer outro item que pareça ser relevante relatar a toda a equipe; Revisão da enfermagem: deve confirmar que o equipamento está adequado quanto ao processo de esterilização, pois caso não esteja, isso deve ser corrigido antes da incisão na pele, deve-se também, caso necessário, verificar se há alguma necessidade específica quanto a qualquer material ou equipamento que será necessário durante o procedimento. 4. Profilaxia com antibióticos realizada nos últimos 60 minutos Este é um item de grande inconsistência na prática cirúrgica mas é fundamental na redução de infecção de sítio cirúrgico; Deve-se perguntar ao anestesista se a dose de antibiótico profilático foi dada nos últimos 60 minutos. Caso não tenha sido feito, realizar antes da incisão da pele. Caso tenha sido feito há mais de 60 minutos a equipe deve considerar refazer a dose; Há casos onde este item não se aplica, como em pacientes recebendo tratamento com antibióticos.

4 4 de 6 5. Disponibilidade de exames de imagem Exames de imagem podem ser críticos para garantir a realização de inúmeras cirurgias, incluindo as ortopédicas, as de coluna, as torácicas e muitos procedimentos e ressecções tumorais; Deve-se perguntar ao cirurgião se ele precisa de algum exame de imagem, caso não seja necessário, deixar este item checado como não se aplica. Caso contrário, deve-se tentar providenciar o exame de imagem se ele não estiver disponível, a não se que o cirurgião abra mão deste, porém deve-se deixar este item como não checado nessa situação.

5 5 de 6 3. ANTES DO PACIENTE SAIR DA SALA DE CIRURGIA Enfermagem/ Equipe cirurgica F(G) ASCIR. 001 Esta fase deve ser realizada ao final do procedimento, mas antes do cirurgião deixar a sala. O próprio cirurgião pode solicitar que a checagem desta fase seja iniciada. Ela pode ser feita, por exemplo, durante o fechamento da ferida cirúrgica. Devem-se completar todos os itens antes de retirar o paciente da sala cirúrgica, até porque parte da função desta fase do checklist é garantir os cuidados no pósoperatório. Os detalhes de cada um dos itens desta fase do checklist são os seguintes: 1. Confirmação do procedimento realizado O coordenador do checklist deve confirmar com o cirurgião o procedimento realizado, uma vez que não é incomum a ocorrência de mudanças. 2. Contagem de instrumentos cirúrgicos, compressas e agulhas Apesar de não serem muito freqüentes, erros relacionados ao esquecimento desses itens dentro do paciente são eventos graves; A contagem correta deve ser confirmada em voz alta, com especial atenção para as cirurgias de cavidade aberta (abdômen, tórax); Caso esteja faltando algum item, o ideal é que exista uma seqüência de checagem a ser realizada: checar campos, ramper e cavidade cirúrgica, eventualmente acrescentando exames de imagem no pós-operatório. 3. Identificação de biópsias A falta de identificação pode gerar sérios erros nos setores de análise e prejudicar muito o paciente por falta de diagnóstico ou troca de diagnósticos; Deve-se confirmar para toda biópsia, qual o material e se está identificado corretamente na etiqueta de material para anatomopatológico.. Seguir corretamente o fluxo de encaminhamento de peças para anatomo-patologia. 4. Problemas com equipamentos É fundamental descrever possíveis falhas ou erros em equipamento para que os mesmos sejam corrigidos antes de serem utilizados em uma nova cirurgia. 5. Cuidados no pós-operatório O cirurgião, o anestesista e o profissional de enfermagem devem rever todos os cuidados específicos que devem ser realizados no pós-operatório do paciente; Aqui devem ser incluídos itens como monitorização, reações adversas esperadas conforme os agentes anestésicos utilizados, cuidados com feridas operatórias, drenos e cateteres, itens de prescrição médica que devem ter atenção, etc. COM A CONCLUSÃO DESTA ETAPA FINAL, O CHECKLIST DE SEGURANÇA PARA CIRURGIAS ESTÁ FINALIZADO. REFERÊNCIAS: Manual de implantação do Checklist- Dr Lucas Santos ZambonLucas Santos Zambon Médico Assistente da Disciplina de Emergências Clínicas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da

6 6 de 6 USP Consultor médico do Hospital São Camilo. OBSERVAÇÕES GERAIS: Alessandra Guimarães Meira - Enfermeira HISTÓRICO DE REVISÕES: ELABORAÇÃO/VALIDAÇÃO: Alessandra Guimarães - ENFERMEIRO* - Elaborou documento em 13/10/2010 Dr. Félix - COORD. MÉDICO - Validou o documento em 17/11/2010 Ozenilda Lima - GER ENFERMAGEM - Validou o documento em 28/10/2010 Mitcheline Mahon - ENFERMEIRO* - Aprovou e Disponibilizou o documento em 17/11/2010

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Requisitos comuns a todos as subseções Planeja as atividades,

Leia mais

Instrução de Trabalho. Circulação de sala

Instrução de Trabalho. Circulação de sala 1 de 5 526 5 RESULTADO ESPERADO: Promover ato cirúrgico em tempo hábil, com segurança para o paciente e para toda a equipe cirurgica. 526 PROCESSOS RELACIONADOS: Atendimento Cirúrgico (Assistência Cirúrgica)

Leia mais

Metas Internacionais de Segurança do paciente

Metas Internacionais de Segurança do paciente Metas Internacionais de Segurança do paciente 2011 Missão Defender a saúde da comunidade e contribuir para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde Visão Ser reconhecido nacionalmente pela excelência

Leia mais

Manual de Implementação da Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da OMS. Cirurgia Segura Salva Vidas (Safe Surgery Saves Lives)

Manual de Implementação da Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da OMS. Cirurgia Segura Salva Vidas (Safe Surgery Saves Lives) Manual de Implementação da Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da OMS Cirurgia Segura Salva Vidas (Safe Surgery Saves Lives) Manual de Implementação Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica

Leia mais

O desafio é A Segurança do Paciente

O desafio é A Segurança do Paciente O desafio é A Segurança do Paciente CAISM - Fevereiro de 2011: Implantação do Segundo Desafio Global Cirurgias Seguras Salvam Vidas Profª Drª Roseli Calil Enfº Adilton Dorival Leite Conhecendo um pouco

Leia mais

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança 1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de processos relativos

Leia mais

DO TERMO DE CONSENTIMENTO

DO TERMO DE CONSENTIMENTO : DO TERMO DE CONSENTIMENTO AO CHECK LIST E fªl i Li Enfª Luciana Lima Hospital Procardíaco Aliança Mundial para Segurança do paciente Cirurgias seguras salvam vidas Check list baseado nas recomendações

Leia mais

Check-list Procedimentos de Segurança

Check-list Procedimentos de Segurança Check-list Procedimentos de Segurança 1. Cultura de Segurança 1.1 1.2 Existe um elemento definido como responsável pelas questões da segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na

Leia mais

Seminário Segurança do Paciente no Ambiente Hospitalar

Seminário Segurança do Paciente no Ambiente Hospitalar Seminário Segurança do Paciente no Ambiente Hospitalar Palestra Checklist Cirúrgico: Realidade Atual Médico: Dra. Sonya Maria Leandrini Ricupero Abril de 2013 Sonya Maria Leandrini Ricupero Graduação em

Leia mais

Detalhes que salvam vidas

Detalhes que salvam vidas Cirurgia segura Detalhes que salvam vidas Como a equipe de Enfermagem tornou-se protagonista no processo de ampliação da segurança do paciente no centro cirúrgico 54 Erros estratégicos e falhas de comunicação

Leia mais

PARECER COREN-SP CT 052/2013 PRCI nº 102.600 Tickets nº 290.931, 292.084

PARECER COREN-SP CT 052/2013 PRCI nº 102.600 Tickets nº 290.931, 292.084 PARECER COREN-SP CT 052/2013 PRCI nº 102.600 Tickets nº 290.931, 292.084 Ementa: Protocolo de cirurgia segura - demarcação de lateralidade, responsabilidade da realização. 1. Do fato Enfermeiras referem

Leia mais

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS:

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS: 1. CADASTRO Para atuar no Hospital São Luiz, todo médico tem de estar regularmente cadastrado. No momento da efetivação, o médico deve ser apresentado por um membro do corpo clínico, munido da seguinte

Leia mais

Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC

Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC 1- Introdução O propósito das Metas Internacionais de Segurança do Paciente é promover melhorias específicas

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE PACIENTE INTERNA E EXTERNA

TRANSFERÊNCIA DE PACIENTE INTERNA E EXTERNA 1 de 8 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 25/11/2012 1.00 Proposta inicial LCR, DSR,MGO 1 Objetivo Agilizar o processo de transferência seguro do paciente/cliente, para

Leia mais

Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU

Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU AMBULATÓRIO Cadastro de paciente ( caso o paciente já tenha consultado no hospital

Leia mais

Internação de urgência (Recepção Principal)

Internação de urgência (Recepção Principal) 1 de 8 RESULTADO ESPERADO: Proporcionar aos pacientes agilidade, segurança e comodidade durante o seu período de internação. 643 PROCESSOS RELACIONADOS: Apoio ao Cliente 1. Manual 1. Entregar o "Manual

Leia mais

Orientações para elaboração de documentos utilizados no gerenciamento e assistência de enfermagem

Orientações para elaboração de documentos utilizados no gerenciamento e assistência de enfermagem Orientações para elaboração de documentos utilizados no gerenciamento e assistência de enfermagem REGIMENTO DO SERVIÇO DE ENFERMAGEM De acordo com Paulina Kurcgant (1991): O regimento interno é o ato normativo

Leia mais

Recebimento de pacientes na SRPA

Recebimento de pacientes na SRPA CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E Recebimento de pacientes na SRPA O circulante do CC conduz o paciente para a SRPA; 1.Após a chegada do paciente

Leia mais

Lucas Garcia. Gerente de Produto EPIMED - Segurança do Paciente Departamento de Enfermagem SOTIERJ

Lucas Garcia. Gerente de Produto EPIMED - Segurança do Paciente Departamento de Enfermagem SOTIERJ Lucas Garcia Gerente de Produto EPIMED - Segurança do Paciente Departamento de Enfermagem SOTIERJ TIPOS DE EVENTOS ENCONTRADOS NAS UTI Prevenção e Diagnóstico das Doenças Medicações Monitorização e Interpretação

Leia mais

Manual de Implementação Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da OMS 2009. Cirurgia Segura Salva Vidas

Manual de Implementação Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da OMS 2009. Cirurgia Segura Salva Vidas Manual de Implementação Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da OMS 2009 Cirurgia Segura Salva Vidas WHO Library Cataloguing-in-Publication Data Implementation manual WHO surgical safety checklist

Leia mais

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.

Leia mais

PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 Aprova o Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes. [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

Leia mais

Atitude. (Enciclopédia Barsa 1997)

Atitude. (Enciclopédia Barsa 1997) Atitude Conceito genérico, com diferentes interpretações em psicologia, que busca explicar grande parte da conduta social frente às situações e experiências. (Enciclopédia Barsa 1997) (Autor Desconhecido)

Leia mais

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 3. SEGURANÇA E CONTRA-INDICAÇÕES...7 4. CONSIDERAÇÕES...9 5. CRITICIDADE DE

Leia mais

O SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. no uso de suas atribuições, RESOLVE:

O SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. no uso de suas atribuições, RESOLVE: PORTARIA N 42/MS/SAS DE 17 DE MARÇO DE 1994 O SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. no uso de suas atribuições, RESOLVE: 1. Estabelecer os procedimentos de Alta Complexidade da área de Ortopedia. constantes

Leia mais

PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital?

PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital? Cartilha de Segurança do PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital? CARO PACIENTE, Esta Cartilha foi desenvolvida para orientá-lo sobre

Leia mais

Capítulo 18 (ex-capítulo 2) CÓDIGO V

Capítulo 18 (ex-capítulo 2) CÓDIGO V Capítulo 18 (ex-capítulo 2) CÓDIGO V O código V é uma classificação suplementar que se destina a classificar situações e outras circunstâncias que não as de doença ou lesão, que aparecem registadas como

Leia mais

Pacote de medidas (bundle) Expediente

Pacote de medidas (bundle) Expediente Expediente Coordenação e Edição Carolina Guadanhin Coordenação Técnica Ivan Pozzi Cláudia Carrilho Produção e Edição Dayane Santana Revisão Gramatical Jackson Liasch Projeto Gráfico OZLondrina Impressão

Leia mais

Anexo 03:PROTOCOLO PARA CIRURGIA SEGURA*

Anexo 03:PROTOCOLO PARA CIRURGIA SEGURA* MINISTERIO DA SAUDE Anexo 03:PROTOCOLO PARA CIRURGIA SEGURA* Ministério da Saúde/ Anvisa/ Fiocruz 09/07/2013 PROTOCOLO PARA CIRURGIA SEGURA 1. Finalidade A finalidade deste protocolo é determinar as medidas

Leia mais

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI Débora Onuma Médica Infectologista INTRODUÇÃO O que são Indicadores? 1. Indicador é uma medida quantitativa que pode

Leia mais

Internação eletiva (Recepção Principal)

Internação eletiva (Recepção Principal) 1 de 8 RESULTADO ESPERADO: Proporcionar aos pacientes agilidade, segurança e comodidade durante o seu período de internação. 644 PROCESSOS RELACIONADOS: Apoio ao Cliente Assistência Cirúrgica Assistência

Leia mais

BANCO DE SANGUE PAULISTA PROCEDIMENTO OPERACIONAL RECEBIMENTO DE SOLICITAÇÕES PARA A TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES

BANCO DE SANGUE PAULISTA PROCEDIMENTO OPERACIONAL RECEBIMENTO DE SOLICITAÇÕES PARA A TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES Pagina 1 de 17 1. OBJETIVO Atender com eficácia as solicitações realizadas pelo corpo clínico dos hospitais. 2. APLICAÇÃO Receptores (pacientes). 3. RESPONSABILIDADES Médicos Supervisora Técnica Coordenador

Leia mais

Manual Ilustrado TOTVS Controle de Infecção Hospitalar Apoio Gerencial

Manual Ilustrado TOTVS Controle de Infecção Hospitalar Apoio Gerencial Manual Ilustrado TOTVS Controle de Infecção Hospitalar Apoio Gerencial Março 2014 Índice Título do documento 1. Como utilizar esse material em seus estudos?... 4 2. Introdução... 4 3. Relatórios Descritivos...

Leia mais

TOTVS Controle de Infecção Hospitalar Manual Ilustrado - Apoio Gerencial. 11.8x. março de 2015. Versão: 3.0

TOTVS Controle de Infecção Hospitalar Manual Ilustrado - Apoio Gerencial. 11.8x. março de 2015. Versão: 3.0 TOTVS Controle de Infecção Hospitalar Manual Ilustrado - Apoio Gerencial 11.8x março de 2015 Versão: 3.0 1 Sumário 1 Como utilizar esse material em seus estudos?... 4 2 Introdução... 4 3 Relatórios Descritivos...

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

PARA SUBMETER PROJETOS SIGA AS ETAPAS:

PARA SUBMETER PROJETOS SIGA AS ETAPAS: CEUA UNIFESP 2015 PARA SUBMETER PROJETOS SIGA AS ETAPAS: 1. Entre na página da CEUA Comissão de Ética no Uso de Animais (https://www.unifesp.br/reitoria/ceua/) passe o cursor sobre SUBMISSÃO DE PROJETOS

Leia mais

Manual de Utilização do Assistente do Certificado Digital Serasa Experian. Manual do Produto

Manual de Utilização do Assistente do Certificado Digital Serasa Experian. Manual do Produto Manual de Utilização do Assistente do Certificado Digital Serasa Experian Manual do Produto Índice Introdução - Assistente do Certificado Digital Serasa Experian 3 1. Verificação de Ambiente 4 2. Instalação

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: : PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional:Técnico em enfermagem Qualificação:

Leia mais

Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc

Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc É a realização da prática de enfermagem de modo sistemático (organizado e planejado). Com o objetivo

Leia mais

CIRURGIA SEGURA 1 FINALIDADE 2 JUSTIFICATIVA. Protocolo de Serviço do Hospital Universitário de Santa Maria PROTOCOLO DE SERVIÇO

CIRURGIA SEGURA 1 FINALIDADE 2 JUSTIFICATIVA. Protocolo de Serviço do Hospital Universitário de Santa Maria PROTOCOLO DE SERVIÇO PROTOCOLO DE SERVIÇO CIRURGIA SEGURA Responsáveis: Vânia Segalin, Graziela Cauduro, Rafaela Andolhe Colaboradores: Roosi Zanon Código: PS03 CIRSEG Data: Dezembro/2015 1 FINALIDADE A finalidade do protocolo

Leia mais

Parâmetros para profilaxia cirúrgica

Parâmetros para profilaxia cirúrgica Parâmetros para profilaxia cirúrgica O objetivo da profilaxia antimicrobiana em cirurgia é prevenir a infecção de sítio cirúrgico, atingindo níveis do antibiótico no sangue e nos tecidos que exceda, em

Leia mais

Internação de urgência (Pronto Atendimento)

Internação de urgência (Pronto Atendimento) 1 de 8 RESULTADO ESPERADO: Proporcionar aos pacientes agilidade, segurança e comodidade durante o seu período de internação. 694 PROCESSOS RELACIONADOS: Apoio ao Cliente Assistência Cirúrgica Assistência

Leia mais

PARECER COREN-SP CT 037/2013 PRCI

PARECER COREN-SP CT 037/2013 PRCI PARECER COREN-SP CT 037/2013 PRCI nº 100.547 Tickets nº 280.023, 280.980, 281.285, 281.909, 284.347, 284.740, 285.789, 288.464, 291.884, 295.419, 297.886. Ementa: Carro de emergência: composição, responsabilidade

Leia mais

DIAGNÓSTICO SITUACIONAL PRÉ-TREINAMENTO PARA MEDICAÇÕES ENDOVENOSAS

DIAGNÓSTICO SITUACIONAL PRÉ-TREINAMENTO PARA MEDICAÇÕES ENDOVENOSAS DIAGNÓSTICO SITUACIONAL PRÉ-TREINAMENTO PARA MEDICAÇÕES ENDOVENOSAS Ana Leticia Dias Semtchuk 1 ; Gabryella Caparós Pimentel 2 ; Lilian Gatto 3 ; Willian Augusto de Melo 4 RESUMO: A Educação Permanente

Leia mais

A importância do treinamento para a equipe de enfermagem. Enfª Mariângela B Ribeiro

A importância do treinamento para a equipe de enfermagem. Enfª Mariângela B Ribeiro A importância do treinamento para a equipe de enfermagem Enfª Mariângela B Ribeiro Pontos importantes Porquê treinar? Padronização dos processos Segurança na realização dos procedimentos Redução de custos

Leia mais

ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO

ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO Thatianny Tanferri de Brito PARANAGUÁ; Ana Lúcia Queiroz BEZERRA. Faculdade de Enfermagem Universidade Federal de Goiás ttb.paranagua@gmail.com;

Leia mais

SABESPREV SAÚDE REEMBOLSO DE DESPESAS MÉDICAS

SABESPREV SAÚDE REEMBOLSO DE DESPESAS MÉDICAS Além de disponibilizar uma ampla rede de recursos credenciados, a SABESPREV ainda possibilita aos seus BENEFICIÁRIOS o reembolso de despesas com serviços de saúde em regime de livre escolha. O beneficiário

Leia mais

ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO

ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO FUNÇÃO / REMUNERAÇÃO Médico Infectologista REQUISITO Medicina e Título de Especialista concedido pela Respectiva Sociedade de Classe ou Residência

Leia mais

PROTOCOLO DE ATENDIMENTO A PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA (PCR)

PROTOCOLO DE ATENDIMENTO A PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA (PCR) PROTOCOLO DE ATENDIMENTO A PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA (PCR) 1 - OBJETIVO Este protocolo tem por objetivo padronizar o atendimento à parada cardiorrespiratória (PCR), para um atendimento rápido e organizado,

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Rede Sentinela Desde 2011, 192 hospitais da Rede Sentinela monitoram

Leia mais

Centro e Equipamentos Cirúrgicos; Equipe Cirúrgica e Paciente

Centro e Equipamentos Cirúrgicos; Equipe Cirúrgica e Paciente UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA MEVA33 Técnica Cirúrgica Veterinária Centro e Equipamentos Cirúrgicos; Equipe Cirúrgica e Paciente Centro Cirúrgico Objetivo Instalações Piso

Leia mais

Secretaria de Saúde PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011

Secretaria de Saúde PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011 PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011 INDICE Introdução... 3 1) Definição da sorologia para HIV do paciente-fonte... 4 2) Locais de atendimento ao acidentado...

Leia mais

Instruções de Uso Coordenadoria de Ensino, Pesquisa e Educação Permanente (CEPEP)/ISGH

Instruções de Uso Coordenadoria de Ensino, Pesquisa e Educação Permanente (CEPEP)/ISGH Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) Instruções de Uso Coordenadoria de Ensino, Pesquisa e Educação Permanente (CEPEP)/ISGH Processos realizados no PEP Admissão de Pacientes; Prescrição Médica e de

Leia mais

Protocolo de Monitorização Neurológica

Protocolo de Monitorização Neurológica Cuidados Intensivos de Enfermagem no Paciente Vítima de Trauma Elaine Morais Gerente de Unidades de Terapia Intensiva Unidade São Joaquim Protocolo de Monitorização Neurológica Investigação neurológica:

Leia mais

Help Contabilização Rápida E&L Produções de Software

Help Contabilização Rápida E&L Produções de Software Help Contabilização Rápida Note: To change the product logo for your ow n print manual or PDF, click "Tools > Manual Designer" and modify the print manual template. Contents 5 Table of Contents Foreword

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão

CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão DRENOS CONCEITO É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão ou podem estar ali presentes. OBJETIVOS DOS DRENOS Permitem

Leia mais

MANUAL DE PROCESSO DIGITAÇÃO DE CONTAS MÉDICAS PORTAL WEB. Última atualização: 29/08/2014 1

MANUAL DE PROCESSO DIGITAÇÃO DE CONTAS MÉDICAS PORTAL WEB. Última atualização: 29/08/2014 1 MANUAL DE PROCESSO DIGITAÇÃO DE CONTAS MÉDICAS PORTAL WEB 1 Índice 1. Acesso ao Portal WEB... 2. Digitação de Contas Médicas... 2.1. Criação de Protocolo... 2.1.1. Digitação Contas... 2.1.1.1. Guia Consulta...

Leia mais

SEGURANÇA E TECNOLOGIA PARA NOSSOS PACIENTES

SEGURANÇA E TECNOLOGIA PARA NOSSOS PACIENTES SEGURANÇA E TECNOLOGIA PARA NOSSOS PACIENTES! Nossa Clínica utiliza todos os recursos disponíveis para a segurança de seu procedimento. Para que uma cirurgia ou procedimento possa ser efetivado com todo

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARTE I - INTRODUÇÃO I Requisitos do Sistema. Para utilização do Sistema de Informações Gerenciais SIG, deve-se ter os seguintes requisitos: Acesso a Internet: Discado ou Banda Larga. Navegador de Internet:

Leia mais

Como solicitar reembolso: Valores de Reembolso: Prévia de Reembolso:

Como solicitar reembolso: Valores de Reembolso: Prévia de Reembolso: Como solicitar reembolso: Você deve preencher o envelope para Solicitação de Reembolso (disponível em qualquer agência bancária do banco Bradesco), anexando os documentos necessários, e enviá-lo por malote

Leia mais

A SEGURANÇA DA ASSISTÊNCIA DO PACIENTE CIRÚRGICO: FLUXO DE OPME NORMAS E CONDUTAS

A SEGURANÇA DA ASSISTÊNCIA DO PACIENTE CIRÚRGICO: FLUXO DE OPME NORMAS E CONDUTAS 10º Congresso Brasileiro de Enfermagem en Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e ESterilização- 2011 A SEGURANÇA DA ASSISTÊNCIA DO PACIENTE CIRÚRGICO: FLUXO DE OPME NORMAS E CONDUTAS

Leia mais

O PAPEL DA GESTÃO DE RISCO NA PREVENÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS

O PAPEL DA GESTÃO DE RISCO NA PREVENÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS O PAPEL DA GESTÃO DE RISCO NA PREVENÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS Gestão de Riscos RDC 36 de 2013 Aplicação sistêmica e contínua de políticas, procedimentos, condutas e recursos na identificação, análise,

Leia mais

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM HOSPITALAR Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM Chefia do Serviço de Enfermagem Supervisor de Enfermagem Enfermeiro Encarregado de Unidade/Setor Enfermeiros em Unidade de Terapia Intensiva

Leia mais

MANUAL DO PRESTADOR FATURAMENTO WEB

MANUAL DO PRESTADOR FATURAMENTO WEB MANUAL DO PRESTADOR FATURAMENTO WEB 0 Sumário Introdução... 2 Funcionalidades... 2 Requisitos Necessários... 2 Faturamento Web... 3 Faturamento Simplificado... 4 Faturamento Detalhado... 9 Faturamento

Leia mais

Primeiro Encontro de Usuários do Pergamum na UFF: MóduloCirculação. 23 julho 2014

Primeiro Encontro de Usuários do Pergamum na UFF: MóduloCirculação. 23 julho 2014 Primeiro Encontro de Usuários do Pergamum na UFF: MóduloCirculação 23 julho 2014 AFASTAMENTOS: A inclusão e exclusão de afastamentos é restrita às chefias. A versão atual está permitindo ao auxiliar fazer

Leia mais

Verifique sempre se o seu plano oferece reembolso, antes mesmo de agendar a consulta. Se a resposta for positiva, não se esqueça de

Verifique sempre se o seu plano oferece reembolso, antes mesmo de agendar a consulta. Se a resposta for positiva, não se esqueça de TX DE IMPLANTAÇÃO: R$ 20,00 CONDIÇÕES: Crianças de 0 a 5 anos e adultos com mais de 58 anos, necessário avaliação médica ( marcado pela operadora ) DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: CPF, RG ou Certidão de nascimento

Leia mais

Fluxograma de atendimento a acidente de trabalho

Fluxograma de atendimento a acidente de trabalho Fluxograma de atendimento a acidente de trabalho Assim que ocorrer o acidente Introdução Fluxo AT Com o objetivo de adotar medidas de cuidado e segurança à saúde de médicos, clientes e colaboradores, a

Leia mais

FISCO. Saúde. Atendimento. Hospitalar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1

FISCO. Saúde. Atendimento. Hospitalar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1 FISCO Saúde ANS 41.766-1 Atendimento Hospitalar GUIA DE PROCEDIMENTOS Prezados Associados, Pra facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o FISCO SAÚDE

Leia mais

OBJETIVO MATERIAIS NECESSÁRIOS DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS ATIVIDADES

OBJETIVO MATERIAIS NECESSÁRIOS DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS ATIVIDADES PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Padrão N : 7.3 Estabelecido em: 28/06/2011 Revisado em: 28/06/2011 N da Revisão: 00 Setor: NCP (Núcleo de Controle de Produtos) Tarefa: Padronização de procedimentos internos

Leia mais

FLUXO DE AGENDAMENTO CIRÚRGICO. Versão eletrônica atualizada em Março 2009

FLUXO DE AGENDAMENTO CIRÚRGICO. Versão eletrônica atualizada em Março 2009 FLUXO DE AGENDAMENTO CIRÚRGICO Versão eletrônica atualizada em Março 2009 Centro Cirúrgico FLUXO DE AGENDAMENTO CIRÚRGICO INÍCIO Equipe Médica Ligar para ramal 50227 diponibilizando informações para o

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA Autarquia Federal criada pela Lei Nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA Autarquia Federal criada pela Lei Nº 5.905/73 PARECER COREN/SC Nº 015/CT/2013 Assunto: Solicitação de Parecer Técnico acerca da realização de punção intraóssea por Enfermeiro. I - Do Fato Solicitado Parecer Técnico sobre a Câmara Técnica do Coren/SC,

Leia mais

RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012

RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012 RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012 Define e regulamenta as atividades da sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) O Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema

Leia mais

sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6

sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6 Definição Sondagem Nasoenteral é a introdução através da cavidade nasal/oral de uma sonda de poliuretano ou outro material, posicionada

Leia mais

MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO. Rosangela Jeronimo

MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO. Rosangela Jeronimo MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO Rosangela Jeronimo 2011 HOSPITAL SANTA CRUZ Filantrópico Foco na comunidade japonesa Localizado no bairro da Vila Mariana São Paulo 166 leitos destinados a internação

Leia mais

FORMAÇÃO E INVESTIGAÇÃO EM PREVENÇÃO E CONTROLO DE INFEÇÃO SEMINÁRIO IACS

FORMAÇÃO E INVESTIGAÇÃO EM PREVENÇÃO E CONTROLO DE INFEÇÃO SEMINÁRIO IACS FORMAÇÃO E INVESTIGAÇÃO EM PREVENÇÃO E CONTROLO DE INFEÇÃO ENFERMEIRA AGRIPINA TENDER PREVENÇÃO E CONTROLO DA INFEÇÃO ASSOCIADA AOS CUIDADOS DE SAÚDE Formação Investigação IACS Infecção Associada aos Cuidados

Leia mais

PARECER COREN-SP 039 /2013 CT. PRCI n 102.628. Tickets nºs 283.162, 286.884, 290.846, 292.382, 301.748 e 305.530

PARECER COREN-SP 039 /2013 CT. PRCI n 102.628. Tickets nºs 283.162, 286.884, 290.846, 292.382, 301.748 e 305.530 PARECER COREN-SP 039 /2013 CT PRCI n 102.628 Tickets nºs 283.162, 286.884, 290.846, 292.382, 301.748 e 305.530 Ementa: Realização de sutura e retirada de pontos por profissionais de Enfermagem. 1. Do fato

Leia mais

21/6/2011. eduardoluizaph@yahoo.com.br

21/6/2011. eduardoluizaph@yahoo.com.br A imagem não pode ser exibida. Talvez o computador não tenha memória suficiente para abrir a imagem ou talvez ela esteja corrompida. Reinicie o computador e abra o arquivo novamente. Se ainda assim aparecer

Leia mais

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Pelo presente termo de compromisso, de um lado a Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Rio de Janeiro/ Fundo Estadual de Saúde, com endereço

Leia mais

PULSEIRA DE IDENTIFICAÇÃO...1 RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA...1 PREVENÇÃO DA SEPSE...2 CONSENTIMENTO INFORMADO...2

PULSEIRA DE IDENTIFICAÇÃO...1 RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA...1 PREVENÇÃO DA SEPSE...2 CONSENTIMENTO INFORMADO...2 ste guia foi desenvolvido especialmente para melhor orientá-lo durante sua permanência no hospital. Aqui serão encontradas informações sobre o nosso funcionamento. A leitura deste material é muito importante.

Leia mais

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE POR QUE? Porqueo paciente é colocado sob risco durante uma intervenção feita para melhorar sua saúde! Porque causam-se danos ao paciente durante os cuidados

Leia mais

CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO TRANSPLANTE HEPÁTICO HISTÓRICO 1967 - Starzl realizou o 1º TX bem sucedido 1970 - Início das atividades na U.F - HCFMUSP 1985-1º TX hepático do hemisfério sul 2001 Transplantes

Leia mais

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL

Leia mais

Requisição incompleta, inadequada ou ilegível não será aceita pelo Serviço de Hemoterapia

Requisição incompleta, inadequada ou ilegível não será aceita pelo Serviço de Hemoterapia 1 1 - REQUISIÇÃO DE HEMOCOMPONENTES A enfermagem deve checar se a requisição de transfusão (MA5-036) foi preenchida corretamente, em duas ou mais vias, com os seguintes itens: - Nome completo do paciente

Leia mais

Contribuição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para a Segurança do Paciente

Contribuição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para a Segurança do Paciente Contribuição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para a Segurança do Paciente Paula Marques Vidal Hospital Geral de Carapicuíba- OSS Grupo São Camilo Abril -2013 TÓPICOS CCIH no Brasil Trabalho

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. São pequenas partículas originadas do citoplasma dos megacariócitos na medula óssea, desprovidas de núcleo (sem capacidade de síntese

Leia mais

BLEFAROPLASTIA (cirurgia plástica das pálpebras)

BLEFAROPLASTIA (cirurgia plástica das pálpebras) BLEFAROPLASTIA (cirurgia plástica das pálpebras) Fatores como: idade, textura da pele, distúrbios da acuidade visual, problemas emocionais, etc., poderão deixar como conseqüência sua marca no território

Leia mais

Nefrolitotripsia Percutânea

Nefrolitotripsia Percutânea Nefrolitotripsia Percutânea A cirurgia renal percutânea é a forma menos agressiva de tratamento para cálculos renais grandes e que não podem ser tratados adequadamente pela fragmentação com os aparelhos

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 QUESTÃO 31 Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, obedecendo ao Quadro II da NR- 4, subitem 4.4, com redação dada pela Portaria nº

Leia mais

Eliminação dos dispositivos contendo mercúrio no Into/MS. Gerência de Resíduos

Eliminação dos dispositivos contendo mercúrio no Into/MS. Gerência de Resíduos Gerência de Resíduos O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) é um órgão do Ministério da Saúde e centro de referência no tratamento de doenças e traumas ortopédicos de média

Leia mais

Gerenciador de Psicotropicos

Gerenciador de Psicotropicos Gerenciador de Psicotropicos Gerenciador de Psicotrópicos Introdução Este manual orientará na utilização da ferramenta disponibilizada pelo sistema VSM na geração e envio dos arquivos e controle dos livros

Leia mais

Positive Deviance: Engajamento da equipe para melhorar a adesão ao Checklist Cirúrgico Time Out Perfeito

Positive Deviance: Engajamento da equipe para melhorar a adesão ao Checklist Cirúrgico Time Out Perfeito Positive Deviance: Engajamento da equipe para melhorar a adesão ao Checklist Cirúrgico Time Out Perfeito Ana L. Vasconcelos Coordenadora Programa Integrado de Cirurgia O Protocolo de cirurgia segura do

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR)

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) REVISÃO DE DOENÇA DE ARTÉRIA CORONÁRIA Seu coração é uma bomba muscular poderosa. Ele é

Leia mais

GUIA DO PACIENTE DE QUIMIOTERAPIA

GUIA DO PACIENTE DE QUIMIOTERAPIA GUIA DO PACIENTE DE QUIMIOTERAPIA Você está iniciando o seu tratamento e acompanhamento conosco. Com o objetivo de esclarecer algumas dúvidas, elaboramos este guia com as informações sobre a rotina de

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

BANCO DE SANGUE PAULISTA PROCEDIMENTO OPERACIONAL. SANGRIA TERAPÊUTICA Pagina 1 de 32

BANCO DE SANGUE PAULISTA PROCEDIMENTO OPERACIONAL. SANGRIA TERAPÊUTICA Pagina 1 de 32 SANGRIA TERAPÊUTICA Pagina 1 de 32 1. OBJETIVO Assegurar todo o procedimento de sangria terapêutica 2. APLICAÇÃO Receptores (Pacientes com indicação médica para este procedimento). 3. RESPONSABILIDADES

Leia mais

Gerenciamento de Incidentes

Gerenciamento de Incidentes Gerenciamento de Incidentes Os usuários do negócio ou os usuários finais solicitam os serviços de Tecnologia da Informação para melhorar a eficiência dos seus próprios processos de negócio, de forma que

Leia mais

Transferencia de paciente em AMBULÂNCIA UTI MÓVEL/BÁSICA

Transferencia de paciente em AMBULÂNCIA UTI MÓVEL/BÁSICA 1 de 7 RESULTADO ESPERADO: Garantir a segurança do paciente para a instituição de destino. 558 PROCES RELACIONADOS: Hotelaria -Transportes DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: AÇÃO RESPONSÁVEL REGISTROS DESCRIÇÃO

Leia mais