(72) Inventor(es): (74) Mandatário: (54) Epígrafe: SISTEMA DE CONSTRUÇÃO LEVE EM AÇO ENFORMADO A FRIO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "(72) Inventor(es): (74) Mandatário: (54) Epígrafe: SISTEMA DE CONSTRUÇÃO LEVE EM AÇO ENFORMADO A FRIO"

Transcrição

1 (11) Número de Publicação: PT T (51) Classificação Internacional: E04C 2/08 ( ) E04B 1/80 ( ) E04B 1/86 ( ) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação do pedido: (45) Data e BPI da concessão: / (73) Titular(es): NOÉ MENDES DA CRUZ RUA PRINCIPAL, Nº CAVADAS (72) Inventor(es): NOÉ MENDES DA CRUZ (74) Mandatário: PT PT (54) Epígrafe: SISTEMA DE CONSTRUÇÃO LEVE EM AÇO ENFORMADO A FRIO (57) Resumo: O PRESENTE MODELO DE UTILIDADE ASSENTA NUM SISTEMA CONSTRUTIVO A UTILIZAR NA CONCEPÇÃO DE QUALQUER TIPO DE CONSTRUÇÃO PARA HABITAÇÃO, EDIFÍCIOS DE ESPAÇOS COMERCIAIS, INDUSTRIAIS OU OUTROS. A ESTRUTURA DAS CONSTRUÇÕES É CONCEBIDA PELA UNIÃO POR APARAFUSAMENTO DE PERFIS EM AÇO ENFORMADO A FRIO DE SECÇÃO - (1) PERFURADOS NAS SUAS ALMAS E BANZOS, PERMITINDO O CRIAR ESTRUTURAS SÓLIDAS QUE RESISTEM ÀS ACÇÕES PRESCRITAS. ESTA ESTRUTURA, SE PERTENCER ÁS PAREDES SERÁ POSTERIORMENTE REVESTIDA POR PAINÉIS (5) E PLACAS DE GESSO LAMINADO (2) DE MODO A PERMITIR A SEPARAÇÃO ENTRE O INTERIOR E O EXTERIOR DOS ESPAÇOS CONSIDERADOS GARANTINDO AS CONDIÇÕES TÉRMICAS E ACÚSTICAS REGULAMENTARES. AS INFRA-ESTRUTURAS DE SUPORTE DA ESTRUTURA SÃO DO TIPO CONVENCIONAL, ISTO É, PODERÃO SER CONSIDERADAS SAPATAS CONTÍNUAS (21) ONDE SERÃO APOIADOS OS PILARES OU UM ENSOLEIRAMENTO GERAL QUE SERÁ A BASE DE TODA A CONSTRUÇÃO E FARÁ COM QUE ESTA FIQUE ESTABILIZADA RELATIVAMENTE AO TERRENO ONDE SE PRETENDE CONSTRUIR, GARANTINDO AS CONDIÇÕES DE ESTABILIDADE DA CONSTRUÇÃO. QUANTO AOS ELEMENTOS CONSTRUTIVOS, PARTICULARMENTE: PAREDES EXTERIORES, PAREDES INTERIORES E LAJES DE PISO E COBERTURA, ESTE MODELO APRESENTA PORMENORES CONSTRUTIVOS INOVADORES.O MODELO CONSTRUTIVO FOI DESENVOLVIDO DE FORMA A VERIFICAR OS REGULAMENTOS DE ENGENHARIA CIVIL EM VIGOR.

2 RESUMO "Sistema de construção leve em aço enformado a frio" O presente modelo de utilidade assenta num sistema construtivo a utilizar na concepção de qualquer tipo de edificação em geral. A estrutura das construções é concebida pela união por aparafusamento de perfis em aço enformado a frio de secção Q (I), permitindo criar estruturas sólidas que resistam as acções prescritas. Esta estrutura deverá ser devidamente revestida, quer esta pertença a uma parede interior ou exterior, laje de pavimento ou de cobertura. No interior das paredes e tectos deverão ser aplicados materiais com características de isolamento térmico e acústico de modo a garantir as respectivas exigências regulamentares. As lajes de piso térreo são executadas em betão armado e devidamente impermeabilizadas. Quanto ás infra-estruturas de suporte da estrutura metálica, estas são do tipo convencional, isto é, poderão ser consideradas sapatas contínuas (21) que servem de apoio aos pilares ou considerar ensoleiramento geral que será a base de toda a construção funcionando como piso térreo. Os elementos construtivos, particularmente: paredes exteriores ou interiores e lajes de piso ou de cobertura deste modelo apresentam pormenores construtivos inovadores diferentes dos tradicionais. O modelo construtivo foi desenvolvido de forma a verificar os regulamentos de engenharia civil em vigor.

3 Descrição "Sistema de construção leve em aço enformado a frio" O presente modelo de utilidade assenta num sistema ou modelo construtivo a utilizar para a concepção de qualquer tipo de construção para habitação, edifícios de espaços comerciais ou industriais ou outros. Mas para melhor compreender o modelo, seguir-se-á a sua descrição com algum pormenor tendo como apoio as figuras apresentadas em anexo. A fig. 1 representa uma forma a adoptar para o modelo aqui fundamentado embora os seus constituintes possam ser substituídos por equivalentes consoante as exigências do dono de obra, projectista ou político interessados. Um dos princípios base para a concepção deste tipo de modelo é a não utilização de betão armado na maior parte das estruturas das edificações. Em sua parcial substituição, foi eleito o aço como material constituinte das estruturas, garantindo a estabilidade das edificações. Os perfis que substituirão as tradicionais estruturas de betão armado, neste caso, são perfis de secção com formato L2 de diversos tipos de dimensões e espessuras consoante as exigências do projecto. Estes perfis estruturais são constituídos por aço da classe S320GD+Z275 que depois de enformado a frio e perfurado toma a forma de secções L2 de várias espessuras tendo em todo o seu desenvolvimento, tanto nas suas almas como nos banzos, orifícios circulares de 15 mm de diâmetro espaçados de 50mm entre si (1). Os referidos perfis com capacidades estruturais funcionam muito bem como pilares ou vigas consoante a aplicação pretendida. A sua localização em obra depende obviamente da sua resistência aos esforços solicitados. È claro que a secção de um perfil deste tipo não tem capacidade resistente de uma secção cheia de betão armado, daí a necessidade de diminuir o espaçamento entre perfis quando estes funcionam como pilares ou vigas. Assim, em estruturas de betão armado encontram-se soluções estruturais porticadas viga/pilar e neste tipo de concepção temos uma

4 estrutura reticulada de pilares (com espaçamentos pequenos entre si (0,40m a O, 6m) contraventados na horizontal por vigas também elas pouco espaçadas entre si que servirão de suporte a lajes, podendo estas ser mistas ou constituídas por painéis resistentes. As infra-estruturas deste tipo de modelo construtivo são do tipo tradicional, utilizando elementos de betão armado que poderão ser do tipo lintéis de fundação (21) ou ensoleiramento geral. Estas servem se suporte para toda a estrutura mas é a partir delas que se realiza a ligação directa por aparafusamento entre a calha em U (7) que receberá ao longo do seu desenvolvimento os vários pilares constituintes das paredes resistentes. Os pavimentos térreos, conforme a fig. 1 poderão ser constituídos por uma camada compacta de terreno (20), betão de limpeza (19), betão ciclópico ou uma camada de pedra de enrocamento (11), tela impermeabilizante (18) e uma camada de TOUT VENANT (17). É considerada uma caixa-de-ar (23) entre a camada que se encontra mais em contacto com o solo e a superfície da laje de piso que poderá ser ou não ventilada, impedindo a ascensão directa de humidade a partir do solo. A laje de piso poderá ser do tipo: mista ou compostas por painéis estruturais que se apoiam em vigas resistentes. As lajes mistas são compostas por uma cofragem colaborante em aço enformado a frio de baixa densidade (12) que serve de suporte ao betão estrutural (11) onde se inserem as armaduras (10). Esta camada de betão estrutural poderá ou não ser coberta por outra camada de betão leve (14) cuja função será de absorver o ruído de impacto que se possa transmitir ao pavimento, bem como as condições térmicas do pavimento ou laje. Para além desta camada de betão leve (14) é também ainda aplicada sobre a mesma, uma tela de absorção de ruídos por impacto (9) onde assentará uma camada de argamassa de regularização (8) que servirá de base para o revestimento do pavimento. As lajes do piso térreo assentam directamente nos lintéis de fundação (21) A fig. 2 representa um pormenor da laje de piso com os seus diferentes constituintes anteriormente referidos. As figs.3a), 3b) e 3c) representam paredes exteriores de fachada que podem ser compostas por vários tipos de 216

5 materiais aplicados de diferentes formas consoante o nível de eficiência térmica e acústica que se pretenda. O referido nível de eficiência poderá ir do primeiro nível ao quinto nível, sendo o primeiro o mais exigente e o quinto o menos exigente. A estrutura das paredes, como já se referiu atrás, é constituída por vários pilares montantes C2 (1) devidamente contraventados horizontalmente que servirão de suporte aos revestimentos exteriores e interiores das mesmas. No interior serão aplicadas placas de gesso laminado (2) em número dependente do nível de eficiência pretendido. As placas quando encostadas entre si deverão ser separadas por uma tela de absorção acústica (3) e devem ainda ser aparafusadas directamente á estrutura das paredes ou a uma estrutura adicional independente da estrutura das paredes (6) (ver fig.3a) ). Estas placas de gesso laminado (2) poderão ser substituídas por outro tipo de painéis para revestimento interior como por exemplo os painéis compósitos ou outros equivalentes para desempenhar as referidas funções pretendidas Como foi referido atrás, a disposição e o número das placas a colocar na superfície interior das paredes, espessura dos painéis e do isolamento térmico e acústico bem como o tipo de isolamento exterior influencia nos níveis de eficiência térmica e acústica das paredes exteriores, que poderá ir do nível 1 até ao nível 5 de eficiência energética. Assim sendo, uma parede com nível 1 de eficiência, tem na sua constituição como se poderá analisar na fig. 3a) em anexo, do interior para o exterior, duas placas justapostas de gesso laminado (2) com espessura de 13mm, separadas por uma tela acústica (3), seguido de um painel compacto de lã de rocha (4) com 40mm de espessura e com densidade de 157Kg/m3 e por fim novamente uma placa de gesso laminado de espessura igual a 13mm directamente encostado à estrutura metálica da parede. Todas as placas de gesso laminado serão seguras a estrutura da edificação ou poderão ter uma estrutura de suporte independente. A constituição do revestimento interior das paredes exteriores do nível 2 de eficiência difere unicamente na espessura do painel compacto de lã de rocha (4) que neste

6 caso terá uma espessura de 30mm e uma densidade de IlOkg/m3. Por sua vez o nível 3 de eficiência irá diferir também na espessura do painel compacto de lã de rocha que neste caso terá 20mm e 90Kg/m3 de densidade. O nível de eficiência 4, como se poderá analisar na fig. 3b), assenta na colocação de duas placas de gesso laminado, uma com 13mm e outra com 15mm de espessura justapostas e separadas por uma tela acústica, fixas directamente a estrutura ou suportadas por uma estrutura independente. Quanto ao nível de eficiência 5 ilustrado na fig.3~) caracteriza-se por ter como revestimento interior das paredes exteriores, uma única placa de gesso laminado com características específicas de isolamento acústico e com espessura de 15mm. Os espaços de ar existentes entre perfis estruturais tanto das paredes como dos tectos serão preenchidos por material resiliente (4) (painéis compactos ou mantas de lã de rocha ou de vidro ou o equivalente que garantam as condições térmicas e acústicas regulamentares). No revestimento exterior das paredes, poderão ser aplicados os painéis sanduíches (5) existentes no mercado actual bem como outro tipo de painéis cuja função seja equivalente. Normalmente o painel sanduíche existente no mercado tem na sua constituição, para além do isolamento térmico interior (EPS- polietileno expandido, XPS- polietileno extrudido, lã de rocha ou PUR- poliurtano), duas chapas que servem de suporte ao isolamento e aumentam a resistência do painel. É também possível fixar a estrutura das paredes, pelo exterior uma chapa quinada em aço leve galvanizado a frio que servirá de suporte a uma placa de EPS de espessura e densidades variáveis podendo posteriormente a superfície exterior ser revestida com o "SISTEMA CAPOTO" que é constituído nomeadamente por argamassa de revestimento (1" camada), rede de fibra de vidro, argamassa de revestimento (2" camada), primário para protecção e acabamento decorativo da superfície exterior. Nas figs. 4 e 5 podem observar-se desenhos esquemáticos de paredes interiores.

7 As paredes interiores, á semelhança das exteriores, cuja estrutura base assenta na aplicação dos perfis Q, terão como revestimento todos os tipos de painéis de revestimento interior existentes no mercado. No caso da figura 1 foram utilizadas as placas de gesso laminado (2) separadas por uma tela de absorção acústica (3) que poderão ser aparafusadas aos pilares 52 (Figura 5) ou a uma estrutura independente adequada (Figura 4). Neste caso podem ser utilizados os perfis C (6) mais comuns para fixação das placas de gesso laminado. Este é o processo actualmente utilizado na aplicação de placas de gesso laminado em paredes. È claro que entre perfis se deverá colocar sempre painéis espessos de lã de rocha (4) ou o equivalente para preenchimento dos espaços de ar e para desempenhar funções de isolamento térmico e acústico. Neste modelo teve-se particular cuidado em prever a colocação de feltro adesivo ou outro material resiliente sempre que haja contacto entre superfícies metálicas de modo a absorver os ruídos daí resultantes bem como evitar a propagação de ruídos de precursão. Na fig. 6 pode analisar-se um desenho esquemático para as lajes de cobertura que á semelhança das de piso podem servir para coberturas acessíveis ou não acessíveis ou ainda de esteiras de suporte ao revestimento em telha cerâmica ou o equivalente. No caso da Figura 6 está representado um exemplo de uma cobertura acessível que é constituída por uma camada exterior impermeabilizante (13), uma camada de regularização (8), uma tela de impacto (9), uma camada de betão leve (141, o característico betão estrutural (11) tendo no seu seio as respectivas armaduras (10). Para suportar toda esta camada de betão temos a cofragem metálica (12) que completa toda a constituição da laje. Na superfície dos tectos pode-se utilizar vários tipos de soluções para o seu revestimento, inclusive na figura 6 temos um exemplo em que são suspensas placas de gesso laminado (2) á superfície inferior da laje cobertura através de uma estrutura apropriada para o efeito colocando-se entre a superfície da cofragem metálica e as placas de gesso laminado uma manta de lã de rocha garantindo a eficiência térmica e acústica da laje de cobertura.

8 A laje de cobertura poderá funcionar também como laje de esteira e servir de suporte ao revestimento em telha cerâmica, por exemplo, ou outro que lhe seja equivalente e que desempenhe as mesmas funções. Neste caso temos urna cobertura acessível com platibandas revestidas com rufos metálicos (16) e caleiras (15) colocadas no próprio pavimento da cobertura. No caso das coberturas inclinadas com revestimento em telha cerâmica e beiral, normalmente não se tem platibandas e as caleiras andam junto do beiral. O MODELO CONSTRUTIVO atrás descrito tem princípios aos quais temos que respeitar, como por exemplo a estrutura a adoptar, mas quanto aos revestimentos, podemos sempre optar pelos equivalentes, que para as exigências pretendidas verifiquem os regulamentos vigorados. Mira, 3 de Setembro de 2010

9 1 - Sistema de construção leve em aço enformado a frio assentando num processo construtivo a utilizar na concepção das edificações residenciais e não residenciais, caracterizado por conter fundações impermeabilizadas, estrutura em aço leve (I), isolamentos e revestimentos a executar segundo vários níveis de eficiência térmica e acústica. 2 - Sistema de construção leve em aço enformado a frio de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por conter fundações construídas em betão armado (21) em que a inovação a reivindicar é a sua prévia impermeabilização (18). 3 - Sistema de construção leve em aço enformado a frio de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por conter uma estrutura metálica constituída por perfis de aço leve galvanizado e enformado a frio de secção Q (I), colocados na vertical e na horizontal, interligados por aparafusamentos e ou outras ligações complementares de modo a obter uma malha estrutural resistente que dará forma a arquitectura pretendida. 4 - Sistema de construção leve em aço enformado a frio de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por ter materiais com função de isolamento térmico e absorção acústica (4) colocados entre os perfis estruturais (1). 5 - Sistema de construção leve em aço enformado a frio de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pela utilização de isolamentos (4) e revestimentos interiores (2) e exteriores (5) cuj a quantidade e qualidade dependerá do nível de eficiência térmica e acústica pretendidos. Mira, 3 de Setembro de 2010

10

11

12 FIG. 3a)

13 FIG. 3b)

14 FIG. 3c)

15 FLG. 4

16 FIG. 5

17 FIG. 6

ISOLAMENTOS TÉRMICOS / ACÚSTICOS

ISOLAMENTOS TÉRMICOS / ACÚSTICOS ISOLAMENTOS TÉRMICOS / ACÚSTICOS Lã DE ROCHA A Lã de Rocha é um produto de excelência para o isolamento ao nível térmico e acústico. O silêncio é um bem precioso que convém manter no interior das nossas

Leia mais

1.- SISTEMA ENVOLVENTE...

1.- SISTEMA ENVOLVENTE... ÍNDICE.- SISTEMA ENVOLVENTE.....- Pavimentos em contacto com o terreno......- Lajes térreas.....- Fachadas......- Parte opaca das fachadas......- Aberturas em fachada.....- Paredes meeiras... 5..- Coberturas...

Leia mais

O que é o ICF? Vantagens

O que é o ICF? Vantagens O que é o ICF? É um sistema de construção constituído por blocos isolantes em EPS, poliestireno expandido (conhecido em Portugal como esferovite), que após montagem, são preenchidos com betão armado, formando

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10941 (51) Classificação Internacional: E04C 2/284 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2011.06.27 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10657 (51) Classificação Internacional: E04B 2/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2011.01.27 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA DE DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS

MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA DE DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS DECivil Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Georrecursos MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA DE DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS Exercícios 7 Dimensionamento de estruturas metálica. Ricardo

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 104993 (51) Classificação Internacional: E06B 3/66 (2006) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: 2010.03.08 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 105774 (51) Classificação Internacional: E04C 2/284 (2006) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: 2011.06.27 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

1.1 Montagem de estaleiro, compreendendo instalações e equipamentos necessários á execução da obra.

1.1 Montagem de estaleiro, compreendendo instalações e equipamentos necessários á execução da obra. ORÇAMENTO OBRA: CONSTRUÇÃO HABITAÇÃO UNIFAMILIAR Dono de obra: Local da obra: 1 Estaleiro 1.1 Montagem de estaleiro, compreendendo instalações e equipamentos necessários á execução da obra. 2 Movimentos

Leia mais

Alvenaria, aspecto final face à vista e correntes, rebocadas.

Alvenaria, aspecto final face à vista e correntes, rebocadas. Terminologia relativa a alvenarias Hipólito de Sousa ALVENARIAS Alvenaria associação de elementos naturais ou artificiais, constituindo uma construção. Correntemente a ligação é assegurada por uma argamassa.

Leia mais

LSF. É mais do que um método construtivo... É um conceito de habitação totalmente novo! Convidamo-lo a conhecer todas as vantagens.

LSF. É mais do que um método construtivo... É um conceito de habitação totalmente novo! Convidamo-lo a conhecer todas as vantagens. LSF É mais do que um método construtivo... É um conceito de habitação totalmente novo! Convidamo-lo a conhecer todas as vantagens. Segurança Segurança Segurança Segurança Conforto Conforto Conforto Conforto

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10618 (51) Classificação Internacional: E04B 1/24 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2010.09.20 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

A Planivis incorpora nas suas construções modulares materiais sustentáveis, nomeadamente*:

A Planivis incorpora nas suas construções modulares materiais sustentáveis, nomeadamente*: Princípio construtivo: O conceito de construção modular, assenta na execução de módulos com uma estrutura metálica mista, 100% reciclável, de aço laminado a quente (aço pesado ) e aço leve galvanizado.

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 105894 (51) Classificação Internacional: E04C 2/284 (2006) E04C 2/292 (2006) E04C 2/296 (2006) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: 2011.09.22 (30) Prioridade(s):

Leia mais

Em vigor desde 29/12/2017 Máquinas e Ferramentas - 1 / 6 TABELA DE PREÇOS

Em vigor desde 29/12/2017 Máquinas e Ferramentas - 1 / 6 TABELA DE PREÇOS Em vigor desde 29/12/2017 Máquinas e Ferramentas - 1 / 6 1625202 LENA1BASIC CIMENTO COLA BR(S25K)$ UN 7,40 Ligantes hidráulicos, inertes calcáricos e silicioso e aditivos Peças de pequenas dimensões (15x15cm),

Leia mais

TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS

TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS Universidade do Algarve Instituto Superior de Engenharia TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS António Morgado André UAlg-ISE-DEC aandre@ualg.pt 1 Térmica de Edifícios Determinação de coeficientes de transmissão térmica

Leia mais

(72) Inventor(es): (54) Epígrafe: SISTEMA DE FIXAÇÃO RÁPIDA DE PLACAS DE REVESTIMENTO EM FACHADAS VENTILADAS

(72) Inventor(es): (54) Epígrafe: SISTEMA DE FIXAÇÃO RÁPIDA DE PLACAS DE REVESTIMENTO EM FACHADAS VENTILADAS () Número de Publicação: PT 04686 A (5) Classificação Internacional: E04F /08 (006.0) () FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO () Data de pedido: 009.07. (0) Prioridade(s): (4) Data de publicação do pedido:

Leia mais

PLACAS DE GESSO E MASSAS PERFIS E ACESSÓRIOS

PLACAS DE GESSO E MASSAS PERFIS E ACESSÓRIOS PLACAS DE GESSO E MASSAS PERFIS E ACESSÓRIOS PLACAS PLACAS A STANDARD PLACAS H HIDRÓFUGA PLACAS F ANTI-FOGO PLACAS D ALTA-DUREZA PLACAS PROTECT PLACAS COMPOSTAS Isolamento EPS Isolamento XPS Isolamento

Leia mais

LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL FEUP TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES 3º Ano, 2º Semestre 2h Teóricas + 3h Teórico/Práticas / semana PROGRAMA

LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL FEUP TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES 3º Ano, 2º Semestre 2h Teóricas + 3h Teórico/Práticas / semana PROGRAMA LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL FEUP TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES 3º Ano, 2º Semestre 2h Teóricas + 3h Teórico/Práticas / semana PROGRAMA CAPÍTULO 1.ÂMBITO E OBJECTIVO DA DISCIPLINA 1.1. Descrição e justificação

Leia mais

TABELA DE PREÇOS. Membrana de betume modificado com polímero plastómero (APP), massa de 4,0 kg/m 2, armadura de poliester com 150 gr/m 2,

TABELA DE PREÇOS. Membrana de betume modificado com polímero plastómero (APP), massa de 4,0 kg/m 2, armadura de poliester com 150 gr/m 2, Art Descrição UN P Unit 1 - Sistemas de impermeabilização com membranas betuminosas APP 11 Coberturas: 111 Para coberturas acessiveis: Sistema - FV30 + PY40 T Membrana de betume modificado com polímero

Leia mais

Tecnologia de construção para uma habitação unifamiliar

Tecnologia de construção para uma habitação unifamiliar Tecnologia de construção para uma habitação unifamiliar Módulo Processos de construção LABORATÓRIO DE CONSTRUÇÃO A68262 Sara Cardoso A68222 Ana Catarina Silva Guimarães, 07 de fevereiro de 2014 Índice

Leia mais

FUNDAÇÕES DE EDIFÍCIOS ANTIGOS

FUNDAÇÕES DE EDIFÍCIOS ANTIGOS FUNDAÇÕES DE EDIFÍCIOS ANTIGOS CONSTRUÇÃO TRADICIONAL Licenciatura em Arquitectura IST António Moret Rodrigues TIPOS DE FUNDAÇÃO I As FUNDAÇÕES ou ALICERCES dos edifícios antigos dependiam, como hoje:

Leia mais

PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO ESTUDO DE CASOS

PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO ESTUDO DE CASOS PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO ESTUDO DE CASOS Vasco Peixoto de Freitas Vasco Peixoto de Freitas FC_FEUP Novembro de 2007-1 www.patorreb.com Estrutura do Site Vasco Peixoto de Freitas FC_FEUP Novembro de 2007-2

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10653 (51) Classificação Internacional: E04G 11/08 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2009.07.03 (30) Prioridade(s): 2008.07.04 PAT104661 ES

Leia mais

CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS

CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS LISBOA, JULHO 2016 SISTEMA CONSTRUTIVO CLT - CONCEITO CARACTERÍSTICAS GERAIS ESTRATOS ORTOGONAIS ESPÉCIES RESINOSAS COLA EM POLIURETANO

Leia mais

CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS

CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS COIMBRA, MAIO 2016 SISTEMA CONSTRUTIVO CLT - CONCEITO CARACTERÍSTICAS GERAIS ESTRATOS ORTOGONAIS ESPÉCIES RESINOSAS COLA EM POLIURETANO

Leia mais

1.4. Sistemas estruturais em madeira

1.4. Sistemas estruturais em madeira 1.4. Sistemas estruturais em madeira 1.4.1. Análise estrutural Estuda as estruturas se preocupando basicamente com a determinação dos esforços e das deformações a que elas estão submetidas quando solicitadas

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10660 (51) Classificação Internacional: E04C 1/41 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2010.02.19 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

Paredes Fichas de Aplicação

Paredes Fichas de Aplicação Fichas de Aplicação e Revestimento Painel Perfurado Painel Sandwich Consulte o Dossier Técnico Viroc disponível em www.viroc.pt, na página de Downloads. Outros Suplementos de Soluções Recomendadas Viroc

Leia mais

BOSCH BRAGA BRG 801 FASE 2. FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS PROJETO DE EXECUÇÃO Rev. 02_

BOSCH BRAGA BRG 801 FASE 2. FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS PROJETO DE EXECUÇÃO Rev. 02_ BOSCH BRAGA BRG 801 FASE 2 FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS PROJETO DE EXECUÇÃO Rev. 02_2017.08.24 MAPA DE TRABALHOS E QUANTIDADES BOSCH BRAGA BRG 801 FASE 2 FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS PROJETO DE EXECUÇÃO BOSCH BRAGA

Leia mais

também de acordo com o Sistema Métrico Internacional e conforme exigência da norma ABNT

também de acordo com o Sistema Métrico Internacional e conforme exigência da norma ABNT STEEL FRAME O Steel Frame é uma alternativa já consolidada e amplamente usada há dezenas de anos em países desenvolvidos. Ao contrário das estruturas convencionais de construção, são usados perfis de aço

Leia mais

O espaço é a verdadeira obra de Arte, a Arquitectura existe meramente para moldá-lo. Porquê? Mies Van der Rohe

O espaço é a verdadeira obra de Arte, a Arquitectura existe meramente para moldá-lo. Porquê? Mies Van der Rohe Porquê? O espaço é a verdadeira obra de Arte, a Arquitectura existe meramente para moldá-lo Mies Van der Rohe As woodmood houses são adaptadas tendo em conta as necessidades e exigências individuais dos

Leia mais

GUIÃO TÉCNICO CORRECÇÃO DE PONTES TÉRMICAS PAREDES SIMPLES. FICHA TÉCNICA DOW Nº 14 Nº de pág.: 5 16 de Setembro de

GUIÃO TÉCNICO CORRECÇÃO DE PONTES TÉRMICAS PAREDES SIMPLES. FICHA TÉCNICA DOW Nº 14 Nº de pág.: 5 16 de Setembro de GUIÃO TÉCNICO CORRECÇÃO DE PONTES TÉRMICAS PAREDES SIMPLES FICHA TÉCNICA DOW Nº 14 Nº de pág.: 5 16 de Setembro de 2005 www.construlink.com CORRECÇÃO DE PONTES TÉRMICAS - PAREDES SIMPLES A necessidade

Leia mais

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda.

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda. 1 Dados climáticos de referência para a região do Porto: Inverno: Região climática I1, número de graus dias = 1610 (º dias), duração da estação de aquecimento = 6,7 meses. Verão: Região climática V1, Temperatura

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10848 (51) Classificação Internacional: E01C 5/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2012.07.29 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

PROJECTO DE ESTABILIDADE BETÃO ARMADO, ESCAVAÇÃO E CONTENÇÃO PERIFÉRICA

PROJECTO DE ESTABILIDADE BETÃO ARMADO, ESCAVAÇÃO E CONTENÇÃO PERIFÉRICA PROJECTO DE ESTABILIDADE BETÃO ARMADO, ESCAVAÇÃO E CONTENÇÃO PERIFÉRICA CONSTRUÇÃO DE QUARTEL / SEDE DA ASSOCIAÇÃO ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO BOMBARRAL PRAÇA DA RÉPUBLICA BOMBARRAL

Leia mais

1.- SISTEMA ENVOLVENTE...

1.- SISTEMA ENVOLVENTE... ÍNDICE.- SISTEMA ENVOLVENTE.....- Envolvente exterior......- Fachadas.....- Muros abaixo da rasante.....- Pavimentos......- Lajes térreas.....- Coberturas......- Coberturas planas....5.- Aberturas verticais....-

Leia mais

Catálogo Geral

Catálogo Geral Catálogo Geral www.cfdoors.pt Painel de Frio Painel de Cobertura Painel Fachada Painel Fachada em Lã Rocha Painel Acústico Painel Cobertura Telha 2 Simbologia Simbologia dos revestimentos CF Doors identificando

Leia mais

Reabilitação de edifícios com sistema ETICS: um caso de aplicação prática

Reabilitação de edifícios com sistema ETICS: um caso de aplicação prática Reabilitação de edifícios com sistema ETICS: um caso de aplicação prática Reabilitação da Escola Secundária de Rio Tinto, Gondomar Vasco Pereira, Saint-Gobain Weber Portugal 1. Introdução 2. Reabilitação

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10858 (51) Classificação Internacional: F16L 3/08 (2006) H02G 3/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2012.09.19 (30) Prioridade(s): 2012.05.31

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Isolamento Térmico de fachadas pelo exterior. nº 17. Nº Pág.s: Fevereiro 2007

FICHA TÉCNICA. Isolamento Térmico de fachadas pelo exterior. nº 17. Nº Pág.s: Fevereiro 2007 nº 17 FICHA TÉCNICA Isolamento Térmico de fachadas pelo exterior Nº Pág.s: 07 17 12 Fevereiro 2007 Isolamento Térmico de fachadas pelo exterior 01 Para responder às crescentes exigências de conforto higrotérmico,

Leia mais

Contribuição das argamassas em camada fina para a redução da transmissão térmica da alvenaria Projecto cbloco

Contribuição das argamassas em camada fina para a redução da transmissão térmica da alvenaria Projecto cbloco Contribuição das argamassas em camada fina para a redução da transmissão térmica da alvenaria Projecto cbloco A. Baio Dias 12 de Novembro 2008 UMinho, Portugal 1 Projecto cbloco 1. Objectivos do Projecto

Leia mais

ASPECTOS CONSTRUTIVOS DA REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS

ASPECTOS CONSTRUTIVOS DA REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS Auditório José Silvestre do Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve continuação ASPECTOS CONSTRUTIVOS DA REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS Susana Fernandes Oz, Lda. A reabilitação

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10928 (51) Classificação Internacional: E04B 2/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2013.06.20 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

COMPARATIVO TEÓRICO ENTRE O SISTEMA CONSTRUTIVO EM LIGHT STEEL FRAMING E O SISTEMA CONSTRUTIVO EM ALVENARIA CONVENCIONAL

COMPARATIVO TEÓRICO ENTRE O SISTEMA CONSTRUTIVO EM LIGHT STEEL FRAMING E O SISTEMA CONSTRUTIVO EM ALVENARIA CONVENCIONAL COMPARATIVO TEÓRICO ENTRE O SISTEMA CONSTRUTIVO EM LIGHT STEEL FRAMING E O SISTEMA CONSTRUTIVO EM ALVENARIA CONVENCIONAL Washington Duarte Teixeira (1) ; Paula Gabrielle Campos (2), Geovana Bomtempo Morais

Leia mais

Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco DISCIPLINA. Construção Civil II

Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco DISCIPLINA. Construção Civil II Curso: Engenharia Civil Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco DISCIPLINA Construção Civil II Aula 08 Coberturas em telhados Prof. Dr. Alberto Casado Lordsleem Jr. Sumário Aula 08

Leia mais

Composite Placas compostas em zinco para fachadas ventiladas ou paredes cortina.

Composite Placas compostas em zinco para fachadas ventiladas ou paredes cortina. FACHADA Composite Placas compostas em zinco para fachadas ventiladas ou paredes cortina. Vantagens Estética dos acabamentos em VMZINC Planimetria e robustez excepcionais Grande dimensão dos painéis e estabilidade

Leia mais

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IV semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Leia mais

ETICS GF ETICS BT FABRIC. poliestireno extrudido. Aplicações recomendadas de placas de isolamento FIBRANxps MAESTRO INCLINE L 300 C I

ETICS GF ETICS BT FABRIC. poliestireno extrudido. Aplicações recomendadas de placas de isolamento FIBRANxps MAESTRO INCLINE L 300 C I poliestireno extrudido Aplicações recomendadas de placas de - L C - I 0 - L 00 - L 00 - L MAESTRO ETICS GF ETICS BT SB FABRIC INCLINE COBERTURAS Coberturas planas invertidas Coberturas planas invertidas

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10801 (51) Classificação Internacional: A01C 5/02 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2012.03.09 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

reablitz reabilitação eficiente e sustentável

reablitz reabilitação eficiente e sustentável MEMBRANAS BETUMINOSAS EMULSÕES BETUMINOSAS Sede e Fábrica Zona Industrial - Pau Queimado 80-00 Montijo - Portugal Tel.: 00 - Fax: 0 Delegação Comercial do Norte Vilar do Senhor Vila Nova da Telha 0-8 Maia

Leia mais

Sistemas de Paredes. Parede Segurança

Sistemas de Paredes. Parede Segurança Parede Segurança CATÁLOGO TÉCNICO 2014 Parede composta por duas linhas de perfis guias e montantes em aço galvanizado intercaladas por tela metálica, com duas camadas de chapa de gesso sobrepostas em cada

Leia mais

Conforto Ambiental I I Aula 04 Tratamento Acústico

Conforto Ambiental I I Aula 04 Tratamento Acústico Conforto Ambiental I I Aula 04 Tratamento Acústico Professores: Ana Cristina Hillesheim Karina Colet Marcela Cebalho Michelle de Almeida Costa TRATAMENTO ACÚSTICO Os sons classificam-se, segundo sua origem,

Leia mais

PAREDES - FORROS - DESIGN. Perfeito para todos os ambientes!

PAREDES - FORROS - DESIGN. Perfeito para todos os ambientes! PAREDES - FORROS - DESIGN Perfeito para todos os ambientes! Chapas Trevo Drywall, uma para cada necessidade Com qualidade comprovada e estoque permanente, atende às necessidades do mercado baseada no compromisso

Leia mais

Técnicas de construção. Vedações Verticais. Profa. Keila Bento

Técnicas de construção. Vedações Verticais. Profa. Keila Bento Técnicas de construção Vedações Verticais Profa. Keila Bento Vedações verticais Definição UM SUBSISTEMA DOS EDIFÍCIOS CONSTITUÍDO PELOS ELEMENTOS QUE: DEFINEM E LIMITAM VERTICALMENTE O EDIFÍCIO E SEUS

Leia mais

Evento PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS, SUSTENTABILIDADE E CONFORTO INTERIOR OPTIMIZAÇÃO DE SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS AVALIAÇÕES ACÚSTICAS

Evento PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS, SUSTENTABILIDADE E CONFORTO INTERIOR OPTIMIZAÇÃO DE SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS AVALIAÇÕES ACÚSTICAS Evento PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS, SUSTENTABILIDADE E CONFORTO INTERIOR OPTIMIZAÇÃO DE SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS Técnicas de Inspecção e Avaliação do Desempenho de Edifícios Paulo Amado

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA ACÚSTICA DE UM EDIFÍCIO MBT

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA ACÚSTICA DE UM EDIFÍCIO MBT AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA ACÚSTICA DE UM EDIFÍCIO MBT PACS REFERENCE: 43.55 Bragança 1, Luís; Almeida 1, Manuela; Silva 1, Sandra; Patricio 2, Jorge 1 Department of Civil Engineering University of Minho,

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10684 (51) Classificação Internacional: E04B 2/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2011.04.15 (30) Prioridade(s): 2010.04.16 U201030350 ES

Leia mais

LINHA OPTIMA 4+ Tratamento térmico e acústico de ambientes

LINHA OPTIMA 4+ Tratamento térmico e acústico de ambientes LINHA OPTIMA 4 Tratamento térmico e acústico de ambientes LINHA OPTIMA A LINHA OPTIMA 4 é composta por painéis e feltros em uma nova geração de lã de vidro. Sua cor remete ao tom natural da terra e reforça

Leia mais

GreenEnergy Construção Sustentável

GreenEnergy Construção Sustentável Conceito e Soluções, adequados a vários sectores da Engenharia e Construção. Para uma e Ecológica. Conceito de construção tecnológico para habitação, industrial ou outros e Soluções de revestimentos, isolamentos,

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 106005 (51) Classificação Internacional: B32B 23/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: 2011.11.16 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

CAPÍTULO 4 4. ELEMENTOS ESTRUTURAIS. 4.1 Classificação Geométrica dos Elementos Estruturais

CAPÍTULO 4 4. ELEMENTOS ESTRUTURAIS. 4.1 Classificação Geométrica dos Elementos Estruturais Elementos Estruturais 64 CAPÍTULO 4 4. ELEMENTOS ESTRUTURAIS 4.1 Classificação Geométrica dos Elementos Estruturais Neste item apresenta-se uma classificação dos elementos estruturais com base na geometria

Leia mais

FICHA TÉCNICA DE PRODUTO LAJE ALVEOLADA LA 12 -R ARMADURAS LA12-2-R

FICHA TÉCNICA DE PRODUTO LAJE ALVEOLADA LA 12 -R ARMADURAS LA12-2-R Página 1/5 LAJE ALVEOLADA LA 12 -R DESCRIÇÃO Painel pré-fabricado em betão pré-esforçado, com armadura constituída por fios de aço aderentes, de secção vazada, com as faces prontas a pintar. As lajes apresentam-se

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO INTERNACIONAL PARA A CONCLUSÃO DA EMPREITADA DE EXECUÇÃO DAS OBRAS DE MODERNIZAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE JOÃO DE BARROS, NO SEIXAL

CONCURSO PÚBLICO INTERNACIONAL PARA A CONCLUSÃO DA EMPREITADA DE EXECUÇÃO DAS OBRAS DE MODERNIZAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE JOÃO DE BARROS, NO SEIXAL CONCURSO PÚBLICO INTERNACIONAL PARA A CONCLUSÃO DA EMPREITADA DE EXECUÇÃO DAS OBRAS DE MODERNIZAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE JOÃO DE BARROS, NO SEIXAL Notas prévias As eventuais referencias a marcas, de

Leia mais

A Modiko apresenta um sistema de construção modular patenteado.

A Modiko apresenta um sistema de construção modular patenteado. A Modiko apresenta um sistema de construção modular patenteado. Produzimos os elementos construtivos que comercializamos com o auxílio de equipamento tecnologicamente avançado, melhorando continuamente

Leia mais

Prático. Limpo. Moderno.

Prático. Limpo. Moderno. Sistemas Gypsum Drywall para construção e reforma. Prático. Limpo. Moderno. Projeto de autoria de Teba Silva Yllana I Prêmio Lafarge Gypsum - Arquitetura de Interiores - 2008 www.gypsum.com.br SAC 0800

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO PRODUTO

FICHA TÉCNICA DO PRODUTO FICHA TÉCNICA DO PRODUTO TOPECA, Lda Rua do Mosqueiro 2490 115 Cercal Ourém PORTUGAL Tel.: 00 351 249 580 070 Fax.: 00 351 249 580 079 geral@topeca.pt www.topeca.pt rebetop color Pág. 2 utilização Revestimento

Leia mais

FLEX HILLS LISTA DE ACABAMENTOS E EQUIPAMENTO

FLEX HILLS LISTA DE ACABAMENTOS E EQUIPAMENTO FLEX HILLS Banda G - Rua de Breias Gualtar Braga LISTA DE ACABAMENTOS E EQUIPAMENTO Índice 1. Sistema Estrutural 2. Acabamentos exteriores 3. Acabamentos interiores Cozinha Sala Quartos Quartos de banho

Leia mais

(11) Número de Publicação: PT A. (51) Classificação Internacional: E04C 1/40 ( ) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO

(11) Número de Publicação: PT A. (51) Classificação Internacional: E04C 1/40 ( ) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (11) Número de Publicação: 104571 A (51) Classificação Internacional: E04C 1/40 (2006.01) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: 2009.05.13 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

Produzimos Solidez. produzimos solidez

Produzimos Solidez. produzimos solidez Produzimos Solidez produzimos solidez www.pribetoes.com PRODUZIMOS SOLIDEZ A PriBetões, estuda, desenvolve e produz sistemas estruturais pré-fabricados para o Sector Público, Indústria, Comércio e Habitação.

Leia mais

COBERTURAS. Professoras: Natália e Verônica

COBERTURAS. Professoras: Natália e Verônica COBERTURAS Professoras: Natália e Verônica DEFINIÇÃO A cobertura de uma estrutura tem a múltipla função de proteger a construção contra agentes externos, definir os aspectos arquitetônicos da estrutura

Leia mais

Isolamento Sustentável. Soluções Ideais para Reabilitação

Isolamento Sustentável. Soluções Ideais para Reabilitação Isolamento Sustentável A Gyptec Ibérica de capital nacional e inserida no Grupo Preceram, dedica-se à produção de placas de gesso laminado, através de métodos não poluentes e ambientalmente sustentáveis

Leia mais

DESENHOS DE FORMAS ESTRUTURAIS EM EDIFÍCIOS DE CONCRETO ARMADO. Elizeth Neves Cardoso Soares 2016

DESENHOS DE FORMAS ESTRUTURAIS EM EDIFÍCIOS DE CONCRETO ARMADO. Elizeth Neves Cardoso Soares 2016 DESENHOS DE FORMAS ESTRUTURAIS EM EDIFÍCIOS DE CONCRETO ARMADO Elizeth Neves Cardoso Soares 2016 Em linhas gerais, três tipos de desenhos devem compor o projeto estrutural de um edifício em concreto armado,

Leia mais

Empreitada de Reabilitação da Cobertura e Fachada do centro de saúde de sete Rios

Empreitada de Reabilitação da Cobertura e Fachada do centro de saúde de sete Rios Empreitada de Reabilitação da Cobertura e Fachada do centro de saúde de sete Rios Projeto de Execução Memória Descritiva e Justificativa ARSLVT Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo,

Leia mais

ifelt Introdução Ibérica Feltros A IbéricaFeltros Feltros Industriais, Lda., é uma empresa que iniciou a sua actividade em Maio de 2000.

ifelt Introdução Ibérica Feltros A IbéricaFeltros Feltros Industriais, Lda., é uma empresa que iniciou a sua actividade em Maio de 2000. Introdução A IbéricaFeltros Feltros Industriais, Lda., é uma empresa que iniciou a sua actividade em Maio de 2000. Esta Empresa tem a sua origem na Jomafil, e com os conhecimentos adquiridos ao longo de

Leia mais

NO FRIO E NO CALOR O CASACO TÉRMICO DA SUA CASA

NO FRIO E NO CALOR O CASACO TÉRMICO DA SUA CASA NOVO Sika ThermoCoat NO FRIO E NO CALOR O CASACO TÉRMICO DA SUA CASA SISTEMA DE ISOLAMENTO TÉRMICO PELO EXTERIOR ETICS CONFORTÁVEL POUPA ENERGIA IMPERMEÁVEL SEM CONDENSAÇÕES SEM FISSURAS prt.sika.com UM

Leia mais

Inovação e sustentabilidade em coberturas cerâmicas

Inovação e sustentabilidade em coberturas cerâmicas Inovação e sustentabilidade em coberturas cerâmicas A telha cerâmica é o mais antigo material de construção com forma adequada para o revestimento de coberturas. As características intrínsecas dos materiais

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio de Janeiro - Campus Pinheiral Planilha Orçamentária - Projeto Padrão

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio de Janeiro - Campus Pinheiral Planilha Orçamentária - Projeto Padrão 1 SERVIÇOS PRELIMINARES R$ 4.380,62 1.1 74077/001 SINAPI 1.2 85423 SINAPI 1.3 90778 SINAPI LOCACAO CONVENCIONAL DE OBRA, ATRAVÉS DE GABARITO DE TABUAS CORRIDAS PONTALETADAS, SEM REAPROVEITAMENTO ISOLAMENTO

Leia mais

Estudo de Caso: Precon Engenharia S.A.

Estudo de Caso: Precon Engenharia S.A. Estudo de Caso: Precon Engenharia S.A. Instituto Falcão Bauer da Qualidade Rua Aquinos, 111 Prédio III 3º andar Água Branca São Paulo - SP CEP 05036-070 Tel./Fax: (11) 3611-1729 www.ifbq.org.br Painéis

Leia mais

(72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10506 T (51) Classificação Internacional: E04H 3/24 (2006.01) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2009.11.24 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

Memorial Descritivo Empreendimento: Quinta do Palácio - Casas

Memorial Descritivo Empreendimento: Quinta do Palácio - Casas Memorial Descritivo Empreendimento: Quinta do Palácio - Casas Emissão inicial Responsável Data Revisão Eng. Mariana Bronstrup Eng. Mariana Bronstrup Eng. Mariana Bronstrup 28/09/2016 03/03/2017 10/04/2017

Leia mais

Innovators in steel buildings. sigma

Innovators in steel buildings. sigma Innovators in steel buildings sigma Apenas Na Frisomat para um bom desempenho são necessários apenas 2. Somente 2 pessoas são suficientes para montar uma construção Frisomat, num período de 2 semanas a

Leia mais

Painéis de garrafas PET e argamassa armada FICHA CATALOGRÁFICA NOVEMBRO/2014

Painéis de garrafas PET e argamassa armada FICHA CATALOGRÁFICA NOVEMBRO/2014 Tecnologias, Sistemas Construtivos e Tipologias para Habitações de Interesse Social Painéis de garrafas PET e argamassa armada FICHA CATALOGRÁFICA NOVEMBRO/2014 Tecnologias, Sistemas Construtivos e Tipologias

Leia mais

SISTEMA DE ISOLAMENTO TÉRMICO PELO EXTERIOR

SISTEMA DE ISOLAMENTO TÉRMICO PELO EXTERIOR SISTEMA DE ISOLAMENTO TÉRMICO PELO EXTERIOR Características Sistema de isolamento térmico pelo exterior é um sistema de isolamento de paredes pelo exterior de edifícios existentes e construção nova, composto

Leia mais

Concepção do Reforço sísmico de Edifícios de Betão Armado

Concepção do Reforço sísmico de Edifícios de Betão Armado 4º Encontro Nacional sobre Sismologia e Engenharia Sísmica, EST- Faro, Outubro 1999 Ana Carreira Engª Civil Aluna do Mestrado em Estruturas,IST Augusto Gomes Professor Auxiliar Departamento de Engª Civil

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 104945 (51) Classificação Internacional: B23Q 3/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: 2010.01.18 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO CENTRO EMPRESARIAL DE DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E ELETRÔNICA

INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO CENTRO EMPRESARIAL DE DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E ELETRÔNICA INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO CENTRO EMPRESARIAL DE DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E ELETRÔNICA Propriedade: SENAI Área: 217 mil metros quadrados Jan/2015 Mai/2016 Set/2016 Mai/2016 Mai/2016

Leia mais

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO OBJETIVO DA DISCIPLINA: Fornecer ao aluno as informações necessárias sobre a constituição,

Leia mais

Telefones: (48) / Apoio:

Telefones: (48) / Apoio: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-900 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (54) Epígrafe: PAINEL PARA TECTO FALSO COM SISTEMA DE FIXAÇÃO POR ENCAIXE METÁLICO

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (54) Epígrafe: PAINEL PARA TECTO FALSO COM SISTEMA DE FIXAÇÃO POR ENCAIXE METÁLICO (11) Número de Publicação: PT 10885 (51) Classificação Internacional: E04B 9/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2013.01.28 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-970 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

2. ENVOLVENTES PESADAS - Parte II

2. ENVOLVENTES PESADAS - Parte II 2. ENVOLVENTES PESADAS - Parte II Em La construcción de la arquitectura (ITeC, Barcelona 1985) Ignacio Paricio classifica as envolventes de acordo com as seguintes categorias: - Com capacidade resistente;

Leia mais

Elementos de vedação e divisórios

Elementos de vedação e divisórios UNIV. FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV CIV601 - Técnicas Construtivas Elementos de vedação e divisórios Prof. Guilherme Brigolini CONCEITUAÇÃO vedação vertical: elementos que compartimentam

Leia mais

A Planivis incorpora nas suas construções modulares materiais sustentáveis, nomeadamente*:

A Planivis incorpora nas suas construções modulares materiais sustentáveis, nomeadamente*: Princípio construtivo: O conceito de construção modular, assenta na execução de módulos com uma estrutura metálica mista, 100% reciclável, de aço laminado a quente (aço pesado ) e aço leve galvanizado.

Leia mais

DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES

DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS: UNISINOS INSTITUTO TECNOLÓGICO EM DESEMPENHO E CONSTRUÇÃO CIVIL NORMA DE DESEMPENHO E OS SISTEMAS VERTICAIS DE VEDAÇÃO DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES Prof. Dr. Bernardo

Leia mais

Introdução às Estruturas de Edificações de Concreto Armado

Introdução às Estruturas de Edificações de Concreto Armado Introdução às Estruturas de Edificações de Concreto Armado Prof. Henrique Innecco Longo longohenrique@gmail.com Departamento de Estruturas Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro 2017

Leia mais

PAVILHÕES PARA INDÚSTRIA E AGRICULTURA. Sistemas em aço para apoio e armazenamento. Catálogo Geral XFRAME

PAVILHÕES PARA INDÚSTRIA E AGRICULTURA. Sistemas em aço para apoio e armazenamento. Catálogo Geral XFRAME PAVILHÕES PARA INDÚSTRIA E AGRICULTURA Sistemas em aço para apoio e armazenamento Catálogo Geral 016.01 0 PAVILHÕES CHAVE NA MÃO SOLUÇÃO INTEGRAL Solução desenvolvida e industrializada de forma a ser facilmente

Leia mais

CONSTRUÍMOS A CASA DOS SEUS SONHOS Desenvolvemos qualquer projecto à sua medida

CONSTRUÍMOS A CASA DOS SEUS SONHOS Desenvolvemos qualquer projecto à sua medida CONSTRUÍMOS A CASA DOS SEUS SONHOS Desenvolvemos qualquer projecto à sua medida STORY HOUSE PREÇO DESDE: 130.000 + IVA RIVER HOUSE PREÇO DESDE: 250.000 + IVA SEA HOUSE PREÇO DESDE: 350.000 + IVA COUNTRY

Leia mais

G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R I C O É P A Í S S E M P O B R E Z A QUADRA ESCOLAR 02 CGEST - C Geral de Infraestrutura Educacional PLANTA BAIXA, CORTE A-B e DETALHES EST FORMATO A1 (841 X 594) R.01

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 105633 (51) Classificação Internacional: E01C 5/20 (2006) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: 2011.04.18 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais