ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO"

Transcrição

1 ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IV semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT

2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Transmitir aos alunos a compreensão das possibilidades de atuação do profissional no ambiente construído considerando as necessidades de adequação ao condicionamento e isolamento acústico; OBJETIVOS DA AULA 7 Fenômeno de absorção; Materiais, acabamentos e técnicas construtivas;

3 Fonte: BISTAFA (2012) Balanço energético do som incidente em uma superfície

4 ABSORÇÃO SONORA Os materiais ou sistemas absorventes sonoros podem ser classificados em: Absorção por porosidade Materiais fibrosos e materiais porosos Membrana absorvedora geralmente são forros de gesso pendurado, perfurado ou não, com ou sem material isolante na cavidade, ou ainda, placas de gesso em fechamentos verticais. Amortecimento por Ressonador (Ressonador de Helmholz) cavidades ressonadoras, parcialmente revestida com material absorvedor, no pescoço ou na cavidade. Fonte: GOYDKE (2010)

5 Materiais e Sistemas Absorventes Sonoros Materiais porosos ou fibrosos Os materiais porosos são caracterizados por possuir apenas parte do volume preenchido por matéria sólida, sendo o restante constituído por pequenas cavidades cheias de ar, com comunicação entre si e para o exterior; Materiais fibrosos (Lã de rocha, Lãde vidro, painéis de madeira) Materiais porosos (Espumas (PU, Melamina), vidro expandido, espuma de gesso, etc.) A superfície destes materiais apresenta pequenos orifícios que se comunicam entre si e que seencontram preenchidos por ar. O ar contido nesses orifícios está submetido a pequenos movimentos oscilatórios que permite, através do atrito sobre as paredes sólidas, a transformação de parte da energia sonora em energia térmica.

6 Materiais e Sistemas Absorventes Sonoros Coeficiente de absorção (α) A medida da capacidade de uma superfície em absorver o som. * E = energia α = E absorvida E incidente = E incidente E refletida E incidente = 1 - E refletida E incidente

7 Fonte: BISTAFA (2012) ABSORÇÃO SONORA Curva de absorção típica do materiais porosos e fibrosos instalados em uma parede/teto.

8 Fonte: BISTAFA (2012) Fatores de influência na absorção sonora

9 ABSORÇÃO SONORA Os materiais ou sistemas absorventes sonoros podem ser classificados em: Materiais porosos ou fibrosos (materiais texturados): a absorção de energia é mais eficiente nas altas frequências. Camada de material poroso Partição Membrana Coeficiente de absorção baixa média alta f (Hz) Coeficiente de absorção Membranas ressonantes: a absorção de energia sonora é mais eficiente nas médias frequências. suporte Pescoço Partição baixa média alta f (Hz) Coeficiente de absorção Ressoadores de cavidade: absorvem energia nas frequências médias, específicas. Cavidade Partição Fonte: GOYDKE (2010) baixa média alta f (Hz)

10 Absorção sonora Distribuição espacial das grandezas pressão sonora (p) e velocidade de propagação (v) de uma onda estacionária totalmente refletida por uma parede refletora. parede refletora

11 Velocidade Velocidade Absorção sonora Junto à parede a pressão sonora é máxima, e a velocidade das partículas de ar é zero as partículas do ar não se movimentam junto a uma parede sólida. A absorção sonora dos materiais porosos/fibrosos é maior onde a velocidade das partículas é máxima.

12 Absorção sonora Uma alternativa ao aumento da espessura seria o afastamento do material a ¼ do comprimento de onda da superfície. O aumento da absorção na banda de 125 Hz, a distancia da superfície deverá ser de : λ = c = f 4x 125 = 0,68m = 68 cm

13 Coeficiente de absorção [α] Absorção sonora Sistemas de absorção combinados Material isolante Painel Material isolante Camada protetora Placa perfurada A aplicação conjunta e conveniente poderá resultar na solução mais adequada para a especificidade de cada problema. combinação Absorção porosa sozinha Absorção por membrana sozinha Frequência f [Hz]

14 Materiais e Sistemas Absorventes Sonoros Painel poroso aplicado diretamente sobre uma parede e com uma caixa de ar.

15 Materiais e Sistemas Absorventes Sonoros Fatores influentes Soluções menos absorventes Soluções mais absorventes Percentagem de área de furação Espessura do material absorvente Espessura da caixa de ar

16 Absorção com fibra mineral Influência da espessura do material de absorção e da cobertura perfurada no grau de absorção sonora. Materiais porosos são com o aumento da massa mais eficazes na baixas frequências. A cobertura perfurada na superfície do material poroso é efetiva para uma porcentagem de furos de até 40%. Essa cobertura em porcentagens menores de perfuração pode acarretar redução da taxa de absorção nas altas frequências.

17 Coeficiente de absorção [α] Absorção com fibra mineral Fibra mineral absorvedora com perfil de revestimento Placas de fibra mineral ou materiais porosos revestidos com superfícies perfuradas podem ter a absorção nas altas frequencias prejudicadas. No entanto, a absorção com material poroso se transforma em absorção ressonadora (com alta absorção nas bandas estreitas). sem revestimento Frequência f [Hz]

18 Materiais e Sistemas Absorventes Sonoros A diferentes diâmetros de orifícios correspondem diferentes frequências de ressonância. Diferentes diâmetros de orifícios correspondem à diferentes frequências de ressonância.

19 Materiais e Sistemas Absorventes Sonoros Os tetos falsos constituídos por painéis perfurados com lã mineral na cavidade funcionam simultaneamente como membrana ressonante e como material poroso. Nestas situações, a absorção sonora é função da percentagem da área de furação relativamente à área total, da massa volumétrica, da espessura do material absorvente sonoro e também da caixa de ar entre o material e o elemento estrutural de suporte. Aplicações de gesso perfurado. Fonte: portuguese.alibaba.com

20 Materiais e Sistemas Absorventes Sonoros Fatores que podem influenciar o desempenho dos materiais em termos de absorção sonora ESPESSURA MASSA VOLUMETRICA PINTURA O coeficiente de absorção sonora aumenta com a espessura dos materiais, exceto nas altas frequências em que o acréscimo é irrelevante A absorção sonora dos materiais aumenta com a massa volumétrica até valores de aproximadamente 30 kg/m 3. A aplicação de tintas pode reduzir significativamente as propriedades de absorção sonora.

21 Materiais e Sistemas Absorventes Sonoros Critérios de Seleção Os critérios de seleção de um material absorvente não se limitam à componente acústica. Existem outros fatores a considerar, tais como: Custo do material, da instalação e da manutenção; Isolamento térmico; Resistência e auto-sustentação; Segurança contra-incêndios; Impermeabilização; Estética; Adaptação aos sistemas de energia eléctrica, iluminação, aquecimento e refrigeração; Influência na saúde pública.

22 Helmholtz-Resonanzabsorber Pricípio de um Ressonador de Helmholtz (Helmholtzresonator) A frequência de ressonância f 0 pode ser calculada pela fórmula seguinte: S Área da seção do pescoço em cm 2 V Volume do ressonador em dm 3 t Largura do pescoço do ressonador (espessura do material) in cm 2Δt corretor para abertura em cm Traduzido de: S Fläche des Resonatorhalsquerschnittes in cm 2 V Resonatorvolumen in dm 3 t Resonatorhalslänge (Materialdicke) in cm 2Δt Mündungskorrektur in cm

Materiais. Conceitos para acústica arquitetônica. Marcelo Portela LVA/UFSC

Materiais. Conceitos para acústica arquitetônica. Marcelo Portela LVA/UFSC Materiais Acústicos Conceitos para acústica arquitetônica Marcelo Portela LVA/UFSC LEMBRANDO... ISOLAMENTO ACÚSTICO Capacidade de certos materiais formarem uma barreira, impedindo que a onda sonora passe

Leia mais

Acústica nos edifícios

Acústica nos edifícios Acústica nos edifícios Som directo Som reflectido Anabela Moreira FC - Acústica de Edifícios 1 Os materiais ou sistemas absorventes sonoros podem ser classificados em: - materiais texturados; -Ressoadores

Leia mais

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IV semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Leia mais

Universidade de São Paulo Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Tecnologia da Arquitetura

Universidade de São Paulo Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Tecnologia da Arquitetura Universidade de São Paulo Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Tecnologia da Arquitetura AUT 0278 - Desempenho Acústico, Arquitetura e Urbanismo Absorção Sonora Ranny L. X. N. Michalski

Leia mais

Desempenho térmico. Paredes e Coberturas

Desempenho térmico. Paredes e Coberturas Desempenho térmico Paredes e Coberturas ECV 5161: Desempenho térmico de Edificações Engenharia Civil Prof. Roberto Lamberts (elaborado por Juliana Batista) Transferência de calor T1 > T2 q T1 T2 T1 = T2

Leia mais

Acústica em Reabilitação de Edifícios

Acústica em Reabilitação de Edifícios Reabilitação 2009- Parte 2-1 Reabilitação 2009- Acústica de edifícios 1+2 Condicionamento acústico interior 3 - Isolamento de sons aéreos 4 - Isolamento de ruídos de instalações 5 - Isolamento de ruídos

Leia mais

Conforto Ambiental I I Aula 04 Tratamento Acústico

Conforto Ambiental I I Aula 04 Tratamento Acústico Conforto Ambiental I I Aula 04 Tratamento Acústico Professores: Ana Cristina Hillesheim Karina Colet Marcela Cebalho Michelle de Almeida Costa TRATAMENTO ACÚSTICO Os sons classificam-se, segundo sua origem,

Leia mais

0.05 a 0.10 pequeno 0.10 a 1.20 significativo acima de 0.20 considerável

0.05 a 0.10 pequeno 0.10 a 1.20 significativo acima de 0.20 considerável Professor Rogério Mori Materiais porosos Quando a energia sonora penetra num material poroso, parte dela é convertida em calor, devido a resistência viscosa e ao atrito nos poros e ainda pela vibração

Leia mais

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IX semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO 1. Para determinar a porosidade aberta de uma pedra calcária, utilizou-se um provete com as dimensões de 7.1 7.1 7.1 cm 3. Determinou-se a massa no estado

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA 2/3 LIMA DE FREITAS 10.º ANO FÍSICA E QUÍMICA A 2010/2011 NOME: Nº: TURMA:

ESCOLA SECUNDÁRIA 2/3 LIMA DE FREITAS 10.º ANO FÍSICA E QUÍMICA A 2010/2011 NOME: Nº: TURMA: ESCOLA SECUNDÁRIA 2/3 LIMA DE FREITAS 0.º ANO FÍSICA E QUÍMICA A 200/20 NOME: Nº: TURMA: AVALIAÇÃO: Prof.. A energia eléctrica pode ser produzida em centrais termoeléctricas. Nessa produção há perdas de

Leia mais

1.- SISTEMA ENVOLVENTE...

1.- SISTEMA ENVOLVENTE... ÍNDICE.- SISTEMA ENVOLVENTE.....- Pavimentos em contacto com o terreno......- Lajes térreas.....- Fachadas......- Parte opaca das fachadas......- Aberturas em fachada.....- Paredes meeiras... 5..- Coberturas...

Leia mais

FICHA TÉCNICA. IMPERALUM Manual de Acústica. nº 24. Nº Pág.s: Maio Copyright Construlink.com - Todos os direitos reservados.

FICHA TÉCNICA. IMPERALUM Manual de Acústica. nº 24. Nº Pág.s: Maio Copyright Construlink.com - Todos os direitos reservados. FICHA TÉCNICA IMPERALUM Manual de Acústica nº 24 Nº Pág.s: 10 24 04. Maio 2006 MANUAL DE ACÙSTICA IMPERSOM 01 1. MANUAL DE ACÙSTICA A gama acústica IMPERSOM Fruto de todo um trabalho de investigação e

Leia mais

Isolamento Sustentável. Soluções Ideais para Reabilitação

Isolamento Sustentável. Soluções Ideais para Reabilitação Isolamento Sustentável A Gyptec Ibérica de capital nacional e inserida no Grupo Preceram, dedica-se à produção de placas de gesso laminado, através de métodos não poluentes e ambientalmente sustentáveis

Leia mais

Paredes Fichas de Aplicação

Paredes Fichas de Aplicação Fichas de Aplicação e Revestimento Painel Perfurado Painel Sandwich Consulte o Dossier Técnico Viroc disponível em www.viroc.pt, na página de Downloads. Outros Suplementos de Soluções Recomendadas Viroc

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações

Desempenho Térmico de edificações Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts ALEJANDRO NARANJO Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS estrutura introdução isolantes cálculos exemplos

Leia mais

K-FLEX K-FLEX K-FONIK SYSTEM 58 UMA NOVA GERAÇÃO DE MATERIAIS DE ISOLAMENTO

K-FLEX K-FLEX K-FONIK SYSTEM 58 UMA NOVA GERAÇÃO DE MATERIAIS DE ISOLAMENTO 58 UMA NOVA GERAÇÃO DE MATERIAIS DE ISOLAMENTO K-FONIK SYSTEM Aplicações: - Canalizações e sistemas de drenagem - Tubulação industrial, maquinaria civil e industrial - Isolamento acústico para paredes

Leia mais

Comportamento da Onda Sonora:

Comportamento da Onda Sonora: Universidade de São Paulo Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Tecnologia da Arquitetura AUT 0278 - Desempenho Acústico, Arquitetura e Urbanismo Comportamento Sonoro Ranny L. X. N. Michalski

Leia mais

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Disciplina ministrada ao IV semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Leia mais

Telefones: (48) / Apoio:

Telefones: (48) / Apoio: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-900 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-970 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

Projetos Salas de Múltiplo uso. MSc. Keliane Castro

Projetos Salas de Múltiplo uso. MSc. Keliane Castro Projetos Salas de Múltiplo uso MSc. Keliane Castro Há dois critérios básicos a serem atendidos pelo projeto acústico: o isolamento e o condicionamento interno do ambiente. O primeiro, em síntese, bloqueia

Leia mais

CONSTRUÇÃO CIVIL II ENG 2333 (2016/1)

CONSTRUÇÃO CIVIL II ENG 2333 (2016/1) ENG 2333 (2016/1) Aula 12 Forros FORROS Definição: Revestimento da face inferior da laje ou de telhados de modo a constituir a superfície superior de um ambiente fechado FORROS FORROS Critérios de escolha:

Leia mais

WWW.PAINEISTERMOISOLANTES.COM.BR Novas tecnologias para isolamento térmico na construção civil: PIR e PUR Rodnei Massamiti Abe Gerente Técnico em Eficiência Energética Dow Brasil Painéis Termoisolantes

Leia mais

A Tabela 2 apresenta os valores médios de porosidade e o desvio padrão para as amostras dos Painéis de Fibra de Coco definidos nesta etapa.

A Tabela 2 apresenta os valores médios de porosidade e o desvio padrão para as amostras dos Painéis de Fibra de Coco definidos nesta etapa. Figura 5 Amostras do teste de Porosidade. A Tabela 2 apresenta os valores médios de porosidade e o desvio padrão para as amostras dos Painéis de Fibra de Coco definidos nesta etapa. Tabela 2 Valores medidos

Leia mais

Impedância Acústica - Relação Entre Componente De Pressão e de Velocidade

Impedância Acústica - Relação Entre Componente De Pressão e de Velocidade Interacções Sonoras Impedância Acústica - Relação Entre Componente De Pressão e de Velocidade Caso específico de uma onda plana em propagação - velocidade e pressão em fase Impedância Acústica Relação

Leia mais

CONFORTO AMBIENTAL Nosso papel na sustentabilidade

CONFORTO AMBIENTAL Nosso papel na sustentabilidade CONFORTO AMBIENTAL Nosso papel na sustentabilidade Parte 1 - Conforto higrotérmico dirigido à concepção arquitetônica (continuação) Arq. Cláudia Barroso-Krause, D.Sc. DTC PROARQ FAU/UFRJ Roteiro O conforto,

Leia mais

SonaSpray. A solução acústica e térmica definitiva. Celulose Projectada. Para tectos e paredes. Divisão de Isolamentos Acústicos

SonaSpray. A solução acústica e térmica definitiva. Celulose Projectada. Para tectos e paredes. Divisão de Isolamentos Acústicos SonaSpray Celulose Projectada A solução acústica e térmica definitiva Para tectos e paredes Representado e aplicado por Sociedade Técnica de Isolamentos e Energias Renováveis, Lda. Divisão de Isolamentos

Leia mais

Transmissão de informação sob a forma de ondas

Transmissão de informação sob a forma de ondas Transmissão de informação sob a forma de ondas Adaptado da Escola Virtual (Porto Editora) 1 2 1 3 ONDAS: fenómenos de reflexão, absorção e refração Quando uma onda incide numa superfície de separação entre

Leia mais

Painéis absorvedores sonoros

Painéis absorvedores sonoros Painéis absorvedores sonoros Absorção Sonora de Alta Performance Desenvolvidos pela Isover, os painéis Decorsound e Sonare reduzem os efeitos da reverberação sonora, minimizando a propagação de ruídos

Leia mais

CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA

CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA 1) Uma casa possui uma parede composta com camadas de madeira, isolamento à base de fibra de vidro e gesso, conforme indicado na figura. Em um dia frio

Leia mais

Acústica nos edifícios. Acústica nos edifícios. Acústica nos edifícios. Som directo. Som reflectido. 6dB, quando se (2X) a distância à fonte

Acústica nos edifícios. Acústica nos edifícios. Acústica nos edifícios. Som directo. Som reflectido. 6dB, quando se (2X) a distância à fonte Som directo Som reflectido Anabela Moreira FC - Acústica de difícios 1 CAMPO ABRTO Nível sonoro SPAÇOS FCHADOS 6dB, quando se (2X) a distância à fonte nergia directamente nergia reflectida pelos obstáculos

Leia mais

clipso sound A solução acústica ideal

clipso sound A solução acústica ideal clipso sound A solução acústica ideal Graças aos revestimentos clipso e às inúmeras possibilidades de instalação, você pode otimizar o desempenho acústico de suas paredes e forros, assim como seus quadros,

Leia mais

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS COBERTURAS Imitação Telha (1/2/4 águas) -Aço galvanizado na qualidade S250GD+Z, segundo EN 10346:2009 + EN 10169, revestida com poliéster regular modificado, e tolerâncias de espessura

Leia mais

Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos - IFSC. FFI0210 Acústica Física. Controle de Ruído. Prof. Dr.

Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos - IFSC. FFI0210 Acústica Física. Controle de Ruído. Prof. Dr. Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos - IFSC FFI0210 Acústica Física Controle de Ruído Prof. Dr. José Pedro Donoso Atenuação Sonora Comportamento da onda sonora frente a uma parede:

Leia mais

Placa Cimento-Madeira

Placa Cimento-Madeira Placa Cimento-Madeira INFORMAÇÃO GERAL: Painel de superfície lisa ou rugosa para diferentes aplicações. COMPOSIÇÃO: 75% Cimento 25% Madeira APRESENTADA COMO: B1 / A2 Bruto / Lixado Lisa / Bordo Maquinado

Leia mais

Capítulo 9: Transferência de calor por radiação térmica

Capítulo 9: Transferência de calor por radiação térmica Capítulo 9: Transferência de calor por radiação térmica Radiação térmica Propriedades básicas da radiação Transferência de calor por radiação entre duas superfícies paralelas infinitas Radiação térmica

Leia mais

Desempenho em serviço Prof. Maristela Gomes da Silva

Desempenho em serviço Prof. Maristela Gomes da Silva Desempenho em serviço Prof. Maristela Gomes da Silva Departamento de Engenharia Civil Bibliografia referência para esta aula ISAIA, G. C. (editor) Materiais de Construção Civil e Princípios de ciência

Leia mais

Sistemas para paredes

Sistemas para paredes Sistemas para paredes Wall Tech Descrição geral Aplicações Integra-se perfeitamente aos sistemas de pisos em MMA, formando um sistema monolítico único. Ideal para ambientes internos, é aplicável diretamente

Leia mais

Os Painéis Cimentício são compostos de Cimento Portland, partículas de madeira, água, aditivos e pigmentos. Muito

Os Painéis Cimentício são compostos de Cimento Portland, partículas de madeira, água, aditivos e pigmentos. Muito Os Painéis Cimentício são compostos de Cimento Portland, partículas de madeira, água, aditivos e pigmentos. Muito utilizados em fechamentos de edifícios comerciais e residências, estes painéis são uma

Leia mais

TRANSMISSÃO. Ao ser atingido por uma onda sonora, o obstáculo vibra, funcionando como uma nova fonte sonora.

TRANSMISSÃO. Ao ser atingido por uma onda sonora, o obstáculo vibra, funcionando como uma nova fonte sonora. TRANSMISSÃO Ao ser atingido por uma onda sonora, o obstáculo vibra, funcionando como uma nova fonte sonora. PAREDES HOMOGÊNEAS obedecem à LEI DA MASSA : o isolamento sonoro aumenta de db a cada vez que

Leia mais

1.- SISTEMA ENVOLVENTE...

1.- SISTEMA ENVOLVENTE... ÍNDICE.- SISTEMA ENVOLVENTE.....- Envolvente exterior......- Fachadas.....- Muros abaixo da rasante.....- Pavimentos......- Lajes térreas.....- Coberturas......- Coberturas planas....5.- Aberturas verticais....-

Leia mais

O que é o ICF? Vantagens

O que é o ICF? Vantagens O que é o ICF? É um sistema de construção constituído por blocos isolantes em EPS, poliestireno expandido (conhecido em Portugal como esferovite), que após montagem, são preenchidos com betão armado, formando

Leia mais

IX Olimpíada Ibero-Americana de Física

IX Olimpíada Ibero-Americana de Física 1 IX Olimpíada Ibero-Americana de Física Salvador, Setembro de 2004 Questão 1 - Sensores Hall (10 pontos) H * H 8 0 Figura 1: Chapinha de material semicondutor atravessada por uma corrente I colocada em

Leia mais

Soluções de isolamento acústico: - Obra nova - Reabilitação - Estabelecimentos

Soluções de isolamento acústico: - Obra nova - Reabilitação - Estabelecimentos Soluções de isolamento acústico: - Obra nova - Reabilitação - Estabelecimentos Impermeabilização Isolamento Drenagens - Geotêxteis Clarabóias Índice OBRA NOVA... N. Pavimentos...... N.. Abaixo da betonilha

Leia mais

VANTAGENS. Modularidade. Máxima Flexibilidade. Inspecção. Montagem. As vantagens deste novo sistema são numerosas:

VANTAGENS. Modularidade. Máxima Flexibilidade. Inspecção. Montagem. As vantagens deste novo sistema são numerosas: O sistema Giacoklima é um sistema inovador ideal para a climatização no Verão e Inverno, que alia o bem estar ao baixo consumo energético. O elemento chave deste sistema é a utilização da água, que permite

Leia mais

Painéis de garrafas PET e argamassa armada FICHA CATALOGRÁFICA NOVEMBRO/2014

Painéis de garrafas PET e argamassa armada FICHA CATALOGRÁFICA NOVEMBRO/2014 Tecnologias, Sistemas Construtivos e Tipologias para Habitações de Interesse Social Painéis de garrafas PET e argamassa armada FICHA CATALOGRÁFICA NOVEMBRO/2014 Tecnologias, Sistemas Construtivos e Tipologias

Leia mais

Dilatação dos sólidos e dos líquidos

Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos

Leia mais

SOM. Para ouvir um som são necessários os seguintes elementos: PROPAGAÇÃO DO SOM

SOM. Para ouvir um som são necessários os seguintes elementos: PROPAGAÇÃO DO SOM SOM O som corresponde à vibração de partículas constituintes de um meio material elástico (onda sonora). Para termos uma sensação sonora é necessário que se produzam, pelo menos, vinte vibrações por segundo

Leia mais

PAINÉIS ISOTÉRMICOS ISOJOINT

PAINÉIS ISOTÉRMICOS ISOJOINT GANHANDO TEMPO PARA VOCÊ 100% BRASIL PAINÉIS ISOTÉRMICOS ISOJOINT Painéis ISOJOINT WALL PUR Construção civil Os Painéis ISOJOINT WALL PUR são constituídos de núcleo de PUR (poliuretano) ou PIR (Poliisocianurato)

Leia mais

1- Quais das seguintes freqüências estão dentro da escala do ultrassom? 2- A velocidade média de propagação nos tecidos de partes moles é?

1- Quais das seguintes freqüências estão dentro da escala do ultrassom? 2- A velocidade média de propagação nos tecidos de partes moles é? Exercícios de Física 1- Quais das seguintes freqüências estão dentro da escala do ultrassom? a) 15 Hz b) 15 KHz c) 15 MHz d) 17.000 Hz e) 19 KHz 2- A velocidade média de propagação nos tecidos de partes

Leia mais

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda.

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda. 1 Dados climáticos de referência para a região do Porto: Inverno: Região climática I1, número de graus dias = 1610 (º dias), duração da estação de aquecimento = 6,7 meses. Verão: Região climática V1, Temperatura

Leia mais

Conforto Ambiental Acústica Arquitetônica

Conforto Ambiental Acústica Arquitetônica Março de 2012 Conforto Ambiental Acústica Arquitetônica UNIDADE I Acústica Arquitetônica Conceitos Básicos e Condicionamento Acústico Prof. Dr. Eduardo Grala da Cunha Sino-Italian Ecological and Energy

Leia mais

TÍTULO: PROJETO DE ISOLAMENTO ACÚSTICO DA SALA DE MUSICA DA FACULDADE ENIAC

TÍTULO: PROJETO DE ISOLAMENTO ACÚSTICO DA SALA DE MUSICA DA FACULDADE ENIAC 16 TÍTULO: PROJETO DE ISOLAMENTO ACÚSTICO DA SALA DE MUSICA DA FACULDADE ENIAC CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ENIAC AUTOR(ES): WILKER

Leia mais

Soluções de reabilitação de paredes/fachadas com desempenho térmico melhorado. Luís Silva Coimbra, 31 de Julho 2014

Soluções de reabilitação de paredes/fachadas com desempenho térmico melhorado. Luís Silva Coimbra, 31 de Julho 2014 Soluções de reabilitação de paredes/fachadas com desempenho térmico melhorado Luís Silva Coimbra, 31 de Julho 2014 Introdução As exigências da reabilitação na relação com o existente A compatibilidade

Leia mais

1. TIPO DE CASA 2. TIPO DE PAREDE 3. TIPO DE FUNDAÇÃO 4. MEDIDAS DE CASA 5. DIVISÃO DE CASA. No exterior, argamassa, no interior placa de gesso

1. TIPO DE CASA 2. TIPO DE PAREDE 3. TIPO DE FUNDAÇÃO 4. MEDIDAS DE CASA 5. DIVISÃO DE CASA. No exterior, argamassa, no interior placa de gesso Preço de aproximar: 81300 * *O preço calculado reflete acerca do 80 porcento de preço final. Depois de uma reunião pessoal, a gente calcula o valor final. 1. TIPO DE CASA Variação tipo de casa 1. Variação

Leia mais

Normas Ensaios e Verificações de Desempenho de Esquadrias. Enga. Michele Gleice ITEC Instituto Tecnológico da Construção Civil

Normas Ensaios e Verificações de Desempenho de Esquadrias. Enga. Michele Gleice ITEC Instituto Tecnológico da Construção Civil Normas Ensaios e Verificações de Desempenho de Esquadrias Enga. Michele Gleice ITEC Instituto Tecnológico da Construção Civil NBR 15575 Edificações Habitacionais 2000 2013 2008 ABNT NBR 15575-4 NBR 15575:2013

Leia mais

FENÔMENOS DE TRANSPORTES

FENÔMENOS DE TRANSPORTES FENÔMENOS DE TRANSPORTES AULA 11 FUNDAMENTOS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR PROF.: KAIO DUTRA Transferência de Calor Transferência de calor (ou calor) é a energia em trânsito devido a uma diferença de temperatura.

Leia mais

Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor

Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor 1. (Halliday) Suponha que a barra da figura seja de cobre e que L = 25 cm e A = 1,0 cm 2. Após ter sido alcançado o regime estacionário, T2 = 125 0 C e T1

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações

Desempenho Térmico de edificações Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS + Transferência de calor + formas de transferência + Propriedades

Leia mais

Com foco em acústica a OWA Sonex atua no mercado desde 1988 oferecendo produtos inovadores de alta performance e design diferenciado.

Com foco em acústica a OWA Sonex atua no mercado desde 1988 oferecendo produtos inovadores de alta performance e design diferenciado. Com foco em acústica a OWA Sonex atua no mercado desde 1988 oferecendo produtos inovadores de alta performance e design diferenciado. Com uma variedade de linhas de produtos, apresentamos o Nexacustic,

Leia mais

Peso especifico aparente é a razão entre o peso da amostra e o seu volume:

Peso especifico aparente é a razão entre o peso da amostra e o seu volume: Peso especifico aparente é a razão entre o peso da amostra e o seu volume: Porosidade - é a razão entre o volume de vazios e o volume total de uma amostra da rocha: Absorção de água ou índice de absorção

Leia mais

ECOGRAFIAS. Ecografias. Imagens estruturais, baseadas na reflexão dos ultra-sons nas paredes dos tecidos.

ECOGRAFIAS. Ecografias. Imagens estruturais, baseadas na reflexão dos ultra-sons nas paredes dos tecidos. ECOGRAFIAS Ecografias Imagens estruturais, baseadas na reflexão dos ultra-sons nas paredes dos tecidos. Imagens dinâmicas baseadas no efeito de Doppler aplicado ao movimento sanguíneo. ULTRA-SONS, ECOS

Leia mais

LÃ DE VIDRO. A Lã de Vidro na Isolação Térmica. A Lã de Vidro no Tratamento Acústico. Características Comuns a todos os Produtos.

LÃ DE VIDRO. A Lã de Vidro na Isolação Térmica. A Lã de Vidro no Tratamento Acústico. Características Comuns a todos os Produtos. INDÚSTRIA LÃ DE VIDRO A Saint-Gobain Vidros Divisão Isover vem oferecer ao mercado do setor industrial a sua linha de produtos em lã de vidro para isolação termoacústica, produzidos pela avançada tecnologia

Leia mais

Lusomembrana, Lda. Tabela de preços Etics, Reboco e Gesso Cartonado Abril de 2014

Lusomembrana, Lda. Tabela de preços Etics, Reboco e Gesso Cartonado Abril de 2014 REDE DE REBOCO - CAPOTTO/ETICS - CERTIFICADA ETAG 004 Material:alcalino-resistente malha de fibra de vidro Aplicabilidade: Sistema de isolamento térmico externo e reforço interno de reboco e revestimentos

Leia mais

Quadro de escolha para colagem

Quadro de escolha para colagem Quadro de escolha para colagem A seleção do tipo de cola depende da análise dos 3 parâmetros seguintes: 1º suporte 2º local 3º as peças a colar Novo (cimento, betão, gesso, ) A natureza: Antigo (cerâmica,

Leia mais

ISOLAMENTO A SONS AÉREOS ISOLAMENTO AOS SONS SONS AÉREOS. Proveniência dos Sons Aéreos. Sons Aéreos. Isolamento. Sons de Percussão

ISOLAMENTO A SONS AÉREOS ISOLAMENTO AOS SONS SONS AÉREOS. Proveniência dos Sons Aéreos. Sons Aéreos. Isolamento. Sons de Percussão ISOLAMENTO A SONS AÉREOS ISOLAMENTO AOS SONS Isolamento Sons Aéreos Sons de Percussão A distinção entre sons aéreos e sons de percussão é importante porque o isolamento sonoro dos elementos de construção

Leia mais

Classe, silêncio! Knauf Cleaneo Acústico nas salas de aulas

Classe, silêncio! Knauf Cleaneo Acústico nas salas de aulas Salas acústicas Knauf 10/2013 Classe, silêncio! Knauf Cleaneo cústico nas salas de aulas Exclusivo Com tratamento que purifica o ar continuamente Norma Europeia 02 Som e ruído 03 cústica Som direto e reflexões

Leia mais

Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap.

Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap. Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap. 17 17.65) Suponha que a barra da figura seja feita de cobre, tenha 45,0

Leia mais

Ondulatória Parte 1. Física_9 EF. Profa. Kelly Pascoalino

Ondulatória Parte 1. Física_9 EF. Profa. Kelly Pascoalino Ondulatória Parte 1 Física_9 EF Profa. Kelly Pascoalino Nesta aula: Introdução; Ondas mecânicas; Ondas sonoras. INTRODUÇÃO Ondas de vários tipos estão presentes em nossas vidas. Lidamos com os mais diversos

Leia mais

Física. Setor A. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 23 (pág. 78) AD TM TC. Aula 24 (pág. 79) AD TM TC. Aula 25 (pág.

Física. Setor A. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 23 (pág. 78) AD TM TC. Aula 24 (pág. 79) AD TM TC. Aula 25 (pág. Física Setor A Prof.: Índice-controle de Estudo Aula 3 (pág. 78) AD M C Aula (pág. 79) AD M C Aula 5 (pág. 79) AD M C Aula 6 (pág. 8) AD M C Aula 7 (pág. 8) AD M C Aula 8 (pág. 83) AD M C Revisanglo Semi

Leia mais

O que são os revestimentos verticais??? REVESTIMENTO: Cartão de visitas da empresa!!! que cobre uma superfície

O que são os revestimentos verticais??? REVESTIMENTO: Cartão de visitas da empresa!!! que cobre uma superfície Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Construção Civil PCC-2436 Tecnologia da Construção de Edifícios II Aula 05: Revestimentos Verticais Conceituação e Classificação

Leia mais

Normas ABNT em Consulta Pública, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas 18 de Outubro à 04 de Novembro de2016

Normas ABNT em Consulta Pública, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas 18 de Outubro à 04 de Novembro de2016 em, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas ABNT/CEE-185 ABNT NBR 16569 _ Parede e laje de concreto celular estrutural moldada no local para a construção de edificações Projeto, execução e controle Requisitos

Leia mais

FORROS E LUMINÁRIAS. Forros e luminárias

FORROS E LUMINÁRIAS. Forros e luminárias 1 Attuale Eficácia 100% ecológica Produzido totalmente em PVC, o forro modular removível Attuale é durável e contém materiais auto-extinguíveis em sua composição. Um dos forros mais versáteis do mercado,

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO J-BOND (ACM)

MANUAL DE INSTALAÇÃO J-BOND (ACM) MANUAL DE INSTALAÇÃO J-BOND (ACM) J-BOND Os painéis de Alumínio (ACM), são compostos de duas chapas de alumínio unidas por uma camada de polietileno de baixa densidade. São fabricadas em processo contínuo

Leia mais

GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETOS ACÚSTICA. Marco Antônio Vecci

GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETOS ACÚSTICA. Marco Antônio Vecci GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETOS ACÚSTICA Marco Antônio Vecci Local: EXPOMINAS BH Data: 08/08/2016 FASE A CONCEPÇÃO DO PRODUTO ESTUDO PRELIMINAR Consultoria e Ensaios Consultoria: Análise preliminar entre

Leia mais

NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA

NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO Primeira Edição junho de 2005 CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO ÍNDICE 2.1- Introdução 2.2- Corpo

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Meias canas para isolamento de tubagens, com diâmetros variáveis.

FICHA TÉCNICA. Meias canas para isolamento de tubagens, com diâmetros variáveis. FICHA TÉCNICA 1. APRESENTAÇÃO DO PRODUTO Aglomex Acoustic é um produto resultante da aglomeração de espuma flexível de poliuretano de diferentes densidades que evidencia uma composição homogénea e estável.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DA UFPR CENTRO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS E DA MADEIRA Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal - PROPRIEDADES DA MADEIRA Prof. Dr.

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação PROVA FINAL DE FÍSICA Aluno(a): Nº Ano: 2º Turma: Data: Nota: Professora: Jordana Valor da Prova: 90 pontos Assinatura do responsável: Orientações gerais: 1)

Leia mais

também de acordo com o Sistema Métrico Internacional e conforme exigência da norma ABNT

também de acordo com o Sistema Métrico Internacional e conforme exigência da norma ABNT STEEL FRAME O Steel Frame é uma alternativa já consolidada e amplamente usada há dezenas de anos em países desenvolvidos. Ao contrário das estruturas convencionais de construção, são usados perfis de aço

Leia mais

Universidade Federal de Itajubá Instituto de Recursos Naturais. Cálculo Estrutural EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO. Profa.

Universidade Federal de Itajubá Instituto de Recursos Naturais. Cálculo Estrutural EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO. Profa. Universidade Federal de Itajubá Instituto de Recursos Naturais Cálculo Estrutural EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO Profa. Nívea Pons Objetivo: Projeto e dimensionamento de estruturas estáticas ou dinâmicas

Leia mais

POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO

POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO Energia Solar Energia térmica A baixa temperatura (até 100 o C) A média temperatura (até 1000 o C) Aquecimento de ambientes aquecimento de água Condicionamento de ar refrigeração

Leia mais

Sistema de Isolamento Térmico pelo Exterior. Reboco Delgado Armado sobre Poliestireno Expandido - ETICS

Sistema de Isolamento Térmico pelo Exterior. Reboco Delgado Armado sobre Poliestireno Expandido - ETICS Sistema de Isolamento Térmico pelo Exterior Reboco Delgado Armado sobre Poliestireno Expandido - ETICS Sistema TEPROTERM 2 / 19 1. INTRODUÇÃO I Cerca de 1/3 do consumo mundial de energia destina-se a habitações

Leia mais

SEMINARIO INTERNACIONAL DE SEGURIDAD CONTRA INCENDIO EM LA EDIFICACIÓN CONTROLE DOS MATERIAIS EMPREGADOS NAS EDIFICAÇÕES

SEMINARIO INTERNACIONAL DE SEGURIDAD CONTRA INCENDIO EM LA EDIFICACIÓN CONTROLE DOS MATERIAIS EMPREGADOS NAS EDIFICAÇÕES SEMINARIO INTERNACIONAL DE SEGURIDAD CONTRA INCENDIO EM LA EDIFICACIÓN CONTROLE DOS MATERIAIS EMPREGADOS NAS EDIFICAÇÕES ANTONIO FERNANDO BERTO afberto@ipt.br Reação ao Fogo dos Materiais Comportamento

Leia mais

Ressonador de Helmholtz.

Ressonador de Helmholtz. Ressonador de Helmholtz. Modelo mecânico do ressonador de Helmholtz O ressonador é composto por um volume V, esférico no caso mostrado na figura, e um gargalo de seção reta S e comprimento l. A primeira

Leia mais

Campo sonoro em espaços fechados

Campo sonoro em espaços fechados Universidade de São Paulo Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Tecnologia da Arquitetura AUT 0278 - Desempenho Acústico, Arquitetura e Urbanismo Ambientes fechados Ranny L. X. N. Michalski

Leia mais

Fundamentos físicos da Sismoestratigrafia

Fundamentos físicos da Sismoestratigrafia Fundamentos físicos da Sismoestratigrafia Ondas em meios sólidos elásticos Uma onda é uma perturbação da matéria que se propaga em uma direção, ou seja, as partículas em um determinado ponto de um meio

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 3

LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 3 LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 3 Questões 1) Na Figura 1, três longos tubos (A, B e C) são preenchidos com diferentes gases em diferentes pressões. A razão entre o módulo da elasticidade volumar e a densidade

Leia mais

ACEPE ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO POLIESTIRENO EXPANDIDO

ACEPE ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO POLIESTIRENO EXPANDIDO ACEPE ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO POLIESTIRENO EXPANDIDO EPS POLIESTIRENO EXPANDIDO NO ISOLAMENTO TÉRMICO PELO EXTERIOR ETICS NICOLAU TIRONE SEMINÁRIO APFAC FACHADAS ENERGETICAMENTE EFICIENTES LNEC, LISBOA

Leia mais

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IV semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Leia mais

Os materiais de proteção térmica devem apresentar:

Os materiais de proteção térmica devem apresentar: Os materiais de proteção térmica devem apresentar: Elevado calor específico Reduzida condutividade térmica Garantia de integridade durante a evolução do incêndio Resistência mecânica adequada Custo viável

Leia mais

Lista de Exercícios para P2

Lista de Exercícios para P2 ENG 1012 Fenômenos de Transporte II Lista de Exercícios para P2 1. Estime o comprimento de onda que corresponde à máxima emissão de cada de cada um dos seguintes casos: luz natural (devido ao sol a 5800

Leia mais

Campos de forças: campos gravítico, magnético e eléctrico... Cargas em movimento e seus efeitos em termos de criação de campos...

Campos de forças: campos gravítico, magnético e eléctrico... Cargas em movimento e seus efeitos em termos de criação de campos... RADIAÇÃO 1 As radiações são ondas electromagnéticas. O que são ondas electromagnéticas? Quais os conceitos fundamentais que os alunos precisam de entender para lhes podermos explicar o que são ondas electromagnéticas?

Leia mais

Acústica em Reabilitação de Edifícios

Acústica em Reabilitação de Edifícios Reabilitação 009- Parte 5 - Reabilitação 009- Protecção contra o ruído de equipamentos colocados no exterior Silenciadores circulares p/ condutas de ventilação Grelhas atenuadoras (5 a 1 db) Atenuadores

Leia mais

Fenómenos Ondulatórios

Fenómenos Ondulatórios Fenómenos Ondulatórios Fenómenos Ondulatórios a) Reflexão b) Refração c) Absorção Reflexão da onda: a onda é devolvida para o primeiro meio. Transmissão da onda: a onda continua a propagar-se no segundo

Leia mais

Áudio CURSO: PRODUÇÃO DE VÍDEO. Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Masseto. Autor Suzy Sampaio

Áudio CURSO: PRODUÇÃO DE VÍDEO. Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Masseto. Autor Suzy Sampaio Áudio 1 Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Masseto Autor Suzy Sampaio PACC Programa Anual de Capacitação Continuada Curso: Produção de Vídeo. de Massetto, F. I., Dotta, S., Vargas, T. Moralez,

Leia mais

Cabos nus de alumínio para eletrificação rural

Cabos nus de alumínio para eletrificação rural Cabos nus de alumínio para eletrificação rural Introdução Este catálogo apresenta os cabos nus de alumínio (CA) e alumínio com alma de aço (CAA), de fabricação Prysmian, nas bitolas padronizadas para distribuição

Leia mais

NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA

NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO Edição de janeiro de 2009 CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO ÍNDICE 2.1- Radiação Térmica 2.2-

Leia mais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Engenharia. Transmissão de calor. 3º ano

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Engenharia. Transmissão de calor. 3º ano UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Engenharia Transmissão de calor 3º ano Aula 3 Equação diferencial de condução de calor Condições iniciais e condições de fronteira; Geração de Calor num Sólido;

Leia mais