A história do governo móvel do Estado do Paraná

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1 A história do governo móvel do Estado do Paraná Beatriz Barreto Brasileiro Lanza Maria Alexandra Cunha Danilo Scalet 1. INTRODUÇÃO Este trabalho conta a experiência do Governo do Estado do Paraná com o uso de telefone celular na prestação de serviços ao cidadão. A história do Governo Móvel (mgov) do Paraná, Brasil, foi resgatada em Ela é o resultado de uma pesquisa científica de dois anos de um Mestrado em Administração, que investigou como surgiu e como se deu a construção do Projeto mgov, no período de 2000 a O foco foi direcionado sobre o relacionamento entre os atores deste projeto. O Governo do Estado do Paraná foi pioneiro, no Brasil, em disponibilizar serviços em telefones celulares. Em 2000, quando a telefonia móvel no Brasil não tinha expressão, o Paraná já prospectava serviços nessa plataforma, ofertando serviços de trânsito, avisos de vagas de trabalho, cotação de produtos hortifrutigranjeiros, alertas de geada e acesso à programação cultural. Naquela época, o Paraná já estava atento ao movimento de massificação de acesso aos serviços de telefonia celular, iniciada em Em 2011, no Brasil, a telefonia móvel ultrapassou a telefonia fixa, atingindo todos segmentos da população. Hoje, com mais de 256 milhões, há 130 aparelhos habilitados para cada 100 brasileiros (TELECO, 2012). Esses números mostram o potencial desta tecnologia para se tornar infraestrutura de oferta de serviços aos cidadãos pelo governo. Apesar de mais de uma década de projetos de governo móvel no Brasil e dos números da penetração dessa tecnologia em todas as camadas da população, esses dispositivos ainda não são um canal para a disponibilização em massa de serviços públicos. Em outros países em desenvolvimento, a situação não é diferente. Uma das explicações aventadas para este fenômeno é a dificuldade de estabelecer o relacionamento entre os múltiplos atores de mgov, necessário ao funcionamento de um modelo corporativo que se sustente no longo prazo. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 Contextualizando o Governo eletrônico e Governo Móvel no Brasil A Reforma do Estado e um processo historico cuja dimensao e proporcional a da sua crise. Iniciou se nos anos 70, explodiu nos anos 80, levou ao ressurgimento do Liberalismo e a uma critica profunda das formas de intervençao ou de regulaçao do Estado. Nos anos 90, este tema tornou se bastante amplo e complexo, por envolver aspectos políticos, econômicos e administrativos. O resultado pretendido era de um Estado mais eficiente, que responderia a quem de fato deve responder: o cidadao. Logo, seria um Estado que estaria agindo em parceria com a sociedade e de acordo com os seus anseios, sendo menos voltado para a proteçao e mais para a promoçao da capacidade de competiçao (BRESSER PEREIRA, 1998). 1

2 No escopo da Reforma do Estado, ações de reforma administrativa ganharam força. Houve ampliação do uso de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na implementação de políticas públicas, na gestão pública, na prestação de serviços ao cidadão e na ampliação das práticas democráticas e a relação entre o Estado e o cidadão. À esta nova forma do governo se relacionar com o cidadão, foi chamada de Governo Eletrônico (egov). Fang (2002) define egov como a maneira pela qual os governos usam as novas tecnologias de informação e comunicação, particularmente as aplicações baseadas na internet, visando prover aos cidadãos e empresas um acesso mais adequado às informações e serviços governamentais. Melhorar a qualidade dos serviços e prover melhores oportunidades à participação nas instituições democráticas e seus processos. Os objetivos das ações de governo eletrônico dos anos 90 eram, no escopo da Reforma Administrativa, o aumento da eficiência e da transparência administrativa. Assim, passou a ter um papel importante nesta nova forma e possibilidade de governar, com a participação de uma ampla rede de atores (CUNHA; MIRANDA, 2008). Para Riecken e Lanza (2007), o conceito de governo eletrônico não difere do conceito de governo, mudam apenas as maneiras e os meios de se relacionar com o cidadão. A prestação dos serviços governamentais é uma rede interligada e complexa. Uma estrutura de rede complexa precisa ser coordenada. E isto pode ser feito usando todos os tipos de serviços eletrônicos (eservices) produzidos e/ou consumidos por meio da utilização de TIC (JANSSEN, 2011). As demandas e as exigências dos cidadãos e da sociedade estão em crescimento, assim como a rapidez do avanço tecnológico e a infraestrutura do desenvolvimento de serviços eletrônicos. Assim, as estratégias dos canais de distribuição dos serviços eletrônicos são fundamentais para o avanço dos serviços de egov (Germanakos, 2009). Uma das diversas formas adotadas para a prestação eletrônica do serviço, foi o desenvolvimento da tecnologia de comunicação, que possibilita que serviços de governo eletrônico sejam entregues por meio de aparelhos móveis, o chamado governo móvel (mgov). O mgov para KUSHCHU & YU (2004), é uma estratégia de implementação de serviços públicos disponibilizados em plataformas móveis para prover aos cidadãos e sociedade, os benefícios e informações a qualquer tempo e em qualquer lugar. Diniz e Gregório (2007), consideram que o mgov é uma plataforma essencial de comunicação entre o governo e o cidadão. É a migração dos serviços e aplicações de governo eletrônico para as plataformas móveis. Pode ser entendido, segundo Cunha et al. (2007), de três formas: a primeira refere se à oportunidade que os governos têm de usar dispositivos móveis, como canais de entrega de serviços e informações ao cidadão; a segunda, à utilização desses aparelhos por agentes públicos nas ações em campo; e a terceira, à montagem de unidades móveis de atendimento, para que o governo possa aumentar o alcance da prestação dos serviços eletrônicos à população que vive em lugares sem acesso aos serviços públicos. Informações publicadas indicam que no Brasil há poucas iniciativas de mgov, como o projeto SMS (short message service) no Município de São Paulo, mensagens SMS para alertar pacientes sobre consultas agendadas no Hospital InCor. 2

3 Algumas outras iniciativas conseguiram avançar e foram implementadas, como a do governo do Estado do Paraná, onde a Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária (SETS) envia mensagens SMS com ofertas de vagas de empregos a trabalhadores cadastrados com perfil compatível com a vaga requerida. Em 2010, a Prefeitura de Porto Alegre, no Rio Grande Sul, foi premiada na categoria Inovação Tecnológica com o projeto Porto Alegre Móvel, aplicação para acessar diversos serviços de governo por meio de dispositivos móveis (CONIP, 2010). A Pesquisa do Comitê Gestor de Internet do Brasil (CGI, 2011), apontou em 2010 que entre a população que possui celular com acesso à internet, somente 6% desses a acessam. No Total Brasil, considerando se os indivíduos de classe D e E, somente 1% dos usuários de telefone celular acessa a internet pelo aparelho; já na classe A, esse número sobe para 21%. A função mais utilizada nestes dispositivos é o SMS, representando 49% das funcionalidades usadas. Portanto, os telefones celulares, especialmente a tecnologia SMS, são apontados como um grande canal de entrega de serviços de governo ao cidadão. Os dados revelam que o Brasil não evoluiu em mgov, enquanto os números da telefonia móvel crescem exponencialmente. Uma das explicações aventadas é a dificuldade de estabelecer relacionamento entre os múltiplos atores de mgov: instituições governamentais como as secretarias e autarquias, organizações de informática como as empresas estaduais, estruturas de informática departamentais nas secretarias e autarquias, empresas de telecomunicações, brokers, fornecedores de tecnologia da informação (TI) e o ator principal o cidadão. Este relacionamento envolve também o estabelecimento de um modelo de negócio que se sustente no longo prazo. 2.2 Método utilizado para recuperação do projeto A pesquisa histórica investiga acontecimentos do passado com objetivo de avaliar a sua influência no presente (LAKATOS e MARCONI, 2007; NEUSTADT e MAY, 1996). Os métodos históricos de pesquisa oferecem ao pesquisador em Administração e Negócios, a oportunidade de adquirir uma ampla compreensão das situações e dos contextos onde estão inseridas (O'BRIEN, 2004). Vizeu (2010) destaca que o interesse em pesquisa com este método está em que o resgate dos aspectos históricos e interculturais sobressai à reprodução ideológica dominante, que tende a excluir o passado ou o contexto das teorias e práticas organizacionais. A perspectiva histórica pode contribuir para o avanço na análise de fenômenos administrativos por meio do enriquecimento e ampliação das pesquisas, tanto pela adoção de quadro teórico conceitual constituído a partir da análise histórica, quanto pela aplicação da pesquisa histórica como método de análise. Mason et al. (1997) propõem um método histórico voltado especificamente para a pesquisa em TI, especialmente quando o que se quer saber é como e de que forma esses fenômenos surgiram ou evoluíram no tempo e quais são as suas implicações no presente. A pesquisa de método histórico oferece vantagens para compreender fenômenos contemporâneos relacionados ao uso de TI. Jayo (2010) defende o uso do método para a diversidade de modelos praticados na gestão operacional no Brasil, a partir de uma análise retrospectiva, já que a análise histórica complementa a produção de um determinado retrato em modelos de gestão, auxiliando na reconstituição de diversidade de processos. 3

4 O Método de Mason et al. consiste na aplicação de sete fases: 1) Formulação de uma questão de pesquisa; 2) Especificação de um domínio de investigação bem definido; 3) Reunião de evidências, a partir de fontes documentais e demais registros; 4) Avaliação crítica do material empírico coletado; 5) Identificação de padrões, da fase empírica para indutiva; 6) Escrever o relato; 7) Situar as contribuições do relato em relação à literatura existente. Utilizando este método, foram estudados os processos organizacionais do Projeto mgov do estado do Paraná. A história corporativa oficial, interpretada pelas suas estruturas organizacionias existentes, não determinadas por lei, mas como resultado de decisões do passado. Para efeitos expositivos, as fases foram apresentadas sequencialmente, porém, na prática, elas sofreram muitas vezes sobreposições ou repetições. Isto incluiu aplicar a lógica básica, de forma a verificar a coerência interna do conjunto de dados e voltar às fontes para depurar eventuais inconsistências. O período selecionado para esta pesquisa foi de 2000 a Em 2000, iniciaram se os primeiros movimentos de mgov no Governo do Paraná e, em 2010, ainda foram encontradas empresas estatais no Paraná utilizando o mgov. O caso compreende as instituições públicas ou privadas que participaram do mgov do Estado do Paraná, totalizando 20 instituições. São elas: CASA CIVIL1, CCTG2, CEASA3, CELEPAR4, DEPEN5, DETRAN6, e PARANÁ7, IAPAR8, JUCEPAR9, POLÍCIA CIVIL10, SEAP11, SECS12, SEFA13, SEOG14 E SETS15. As instituições da iniciativa privada foram: BRT 16, GLOBAL17, SERCOMTEL18, TIM19 e VIVO20. Foram entrevistados os técnicos e gestores das organizações que participaram do Projeto mgov do Estado do Paraná. Foram utilizados como instrumentos de coleta de dados a pesquisa documental, entrevista e questionários. Os documentos foram analisados por meio da técnica de análise documental, que, conforme Richardson (1989), o trabalho sobre os documentos, é essencialmente temático e tem como finalidade a determinação fiel dos fenômenos sociais. 1 Casa Civil do Governo do Estado do Paraná Centro Cultural Teatro Guaíra 3 Centrais de Abastecimento do Paraná 4 Companhia de Informática do Paraná 5 Departamento Penitenciário do Estado do Paraná 6 Departamento de Trânsito do Paraná 7 Governo Eletrônico do Estado do Paraná 8 Instituto Agronômico do Paraná 9 Junta Comercial do Paraná 10 Departamento de Polícia da Secretaria de Estado da Segurança Pública 11 Secretaria de Estado da Administração e Previdência 12 Secretaria de Estado da Comunicação Social 13 Secretaria de Estado da Fazenda 14 Secretaria Especial de Corregedoria e Ouvidoria Geral 15 Secretaria de Estado do Trabalho e da Promoção Social 16 Empresa de telefonia móvel Brasil Telecom 17 Empresa de telefonia móvel Global Telecom 18 Empresa de telefonia móvel em Londrina e região 19 Empresa de telefonia móvel Tim Sul 20 Empresa de telefonia móvel Vivo 2 4

5 Para obter os dados retrospectivos que ajudaram a conhecer e reconhecer acontecimentos importantes na constituição dos diferentes eventos, foram examinados 256 documentos: documentos em papel, como matérias na imprensa, descrição de projetos, relatórios, atas de reuniões, contratos e convênios formais; s impressos e em formato digital, documentos internos da empresas participantes deste Projeto. Os dados da pesquisa documental serviram de fonte de consulta para descrição do caso e triangulação das informações obtidas nas entrevistas e questionários. Para a seleção dos entrevistados, além dos nomes encontrados na pesquisa documental, utilizou se também a técnica Bola de Neve recomendada por Atkinson e Flint (2001). 2.3 o mgov do Paraná O Projeto mgov do Estado do Paraná passou por fases distintas durante a sua existência, influenciadas por acontecimentos políticos ou escolhas tomadas por gestores. Para descrevê lo adequadamente, compreendeu se que era preciso caracterizar essas fases, entender as influências e o contexto de cada uma delas. Para marcar o início de cada fase foi utilizado o critério de evento, ou seja, uma escolha, atividade, tomada de decisão ou acontecimento que tenha influenciado fortemente na condução do projeto no período específico. As fases estabelecidas não têm, portanto, duração padrão. A Tabela 1 resume as fases e duração. Sua descrição, os atores principais e o relacionamento entre os atores estão detalhadas a seguir. FASE Prospecção e Pré projeto do mgov Da gênese do mgov à institucionalização do egov Amadurecimento do mgov Da institucionalização do egov à troca de governo Fomalização do mgov Da troca de governo à descontinuidade do egov Declínio do mgov Da descontinuidade do egov à saída da CELEPAR Sobrevivência do mgov Da saída da CELEPAR à troca de governo PERÍODO Tabela 1 As fases do mgov do Governo do Paraná Da gênese do mgov à institucionalização do egov: Prospecção e Pré projeto do mgov a fase inicial do Projeto mgov do Estado do Paraná iniciou se em 2000, na CELEPAR. Empresa responsável pelas ações, coordenação e integração de informática nas instituições do governo do Estado. À época, o telefone celular ainda estava sendo introduzido no Brasil. Este projeto nasceu sem objetivo pré determinado, prazo e orçamento definidos, características inerentes à fase de projetos em prospecção. A fase inicial foi marcada por parcerias. Havia um interesse especial nas tecnologias WAP (Wireless Application Protocol) e SMS. Os atores percebiam o seu potencial, porém não sabiam ainda como utilizá lo em aplicações governamentais. 5

6 Os papéis dos atores foram definidos com o desenvolvimento do projeto. A CELEPAR, como responsável pela guarda e provimento da infraestrutura das bases de dados do Governo, assumiu o papel de prospecção. O propósito e a prioridade de todos foi aprender a fazer. O primeiro serviço a ser disponibilizado em caráter experimental, foi a consulta às multas de trânsito DETRAN, via WAP. O serviço permitia a consulta de débitos de veículos, incluindo multas de trânsito e débitos do Imposto dos Proprietários de Veículos Automotores (IPVA). É importante destacar nesta fase: 1) o fato de se apresentar o protótipo a ideia do projeto do uso do telefone celular funcionando na prática mudou a dinâmica de adoção desta tecnologia, tanto dos atores governamentais quanto dos da iniciativa privada; 2) naquele período, havia falta de cobertura do serviço de telefonia móvel celular em algumas regiões do Estado do Paraná, notadamente àquelas em áreas de difícil acesso e em áreas rurais; 3) iniciou se a discussão por parte dos técnicos e gestores da CELEPAR, e também do DETRAN, sobre o que se chama hoje de usabilidade do equipamento e também sobre o alto custo do tráfego das informações. Nesta fase, a CELEPAR foi o ator central; foi ela que idealizou e conduziu o projeto mgov, até por sua posição estratégica no Governo. Nessa fase, portanto, DETRAN, GLOBAL e TIM, empresas provedoras de serviços de telecom, foram atores periféricos. Ao analisar os atores pela natureza do relacionamento, percebe se nessa fase que não houve, entre os atores, relação contratual ou comercial. Os quatro atores tiveram uma relação de parceria, participação e aprendizado recíproco. No que tange ao relacionamento institucional e legal, houve interação somente com os atores DETRAN e CELEPAR. Da institucionalização do egov à troca de governo: Amadurecimento do mgov o evento significativo que demarcou o início da segunda fase foi a formalização do egov do Governo do Estado do Paraná (e PARANÁ). A sua institucionalização aconteceu em 26 de março de 2001, por meio do Decreto Estadual n 3769, publicado no Diário Oficial n de 27 de março de 2001, que oficializou a prática de Governo Eletrônico iniciada em 1995 por uma equipe da CELEPAR. Esta oficialização deu suporte legal para o envolvimento e integração das secretarias e órgãos do Governo. Neste ato, criou se também, no escopo do e Paraná, o Comitê Executivo de Governo Eletrônico, com o objetivo de formular políticas, estabelecer diretrizes e articular ações de implantação e operação de projetos como, por exemplo, as do mgov. Nesse período de 2001 a 2003, aconteceram vários eventos que potencializaram o mgov: houve disseminação deste Projeto na estrutura do Governo, juntaram se ao esforço de institucionalizar e firmar o mgov de forma pró ativa, os representantes da CASA CIVIL e Ouvidoria Geral do Estado. Foram identificados nove projetos ou testes de oferta de serviço ao cidadão ou à estrutura interna do governo. Iniciou se discussões de viabilidade comercial do projeto e a apresentação da primeira proposta para contratação corporativa de serviço SMS. Houve envolvimento da coordenação de atendimento da CELEPAR, com o objetivo de tornar o SMS uma linha de serviço a ser oferecida corporativamente aos órgãos do Estado. 6

7 Foi nesta fase que os atores governamentais intensificaram as parcerias com os provedores de informação e também começaram a se preocupar com a viabilidade comercial do projeto. Também foi a fase que mais se disponibilizou aplicações, totalizando oito. Parceria e aprendizado foram os grandes motivos para o relacionamento entre os atores. A relação institucional ou legal entre os atores se intensificou. Da troca de governo à descontinuidade do egov: Fomalização do mgov com a posse, em janeiro de 2003, do governador eleito em 2002, observou se que houve especial atenção dos gestores do primeiro escalão ao Portal do Governo. Neste portal estão os serviços prestados pelo governo ao cidadão, às empresas e a ele próprio. Para atender a demanda de serviços requisitados pelos cidadãos, empresários e pelo próprio governador, era exigido o uso de tecnologia que não onerasse o Estado e tivesse um espaço curto de desenvolvimento e implantação. O mgov fortaleceu se por apresentar essas características. Em abril de 2004, com o encerramento, em 31 de março de 2004, da parceria informal com a TIM (empresa de telefonia móvel), o Governo do Paraná decidiu utilizar serviços SMS de forma corporativa e com isonomia. Ou seja, com todas as operadoras que atuavam no Estado, para dar maior abrangência à prestação de serviços públicos por meio desse canal. A ideia, à época, era firmar um contrato com cada uma das operadoras, mas seguindo um padrão definido pelo Governo. O grupo de trabalho do Governo Eletrônico Serviços liderou a discussão e o encaminhamento da aquisição corporativa de SMS para o Governo. Naquela época, o número anual estimado de mensagens SMS era de (um milhão e oitocentos mil) para a totalidade dos lotes, e seria distribuído de acordo com o número de clientes de cada operadora cadastrados nos sistemas do Poder Executivo do Estado. Este projeto chamado Uso Corporativo do SMS no Governo do Paraná, ganhou o 9º Prêmio Excelência em Informática Pública em 2006, na categoria Iniciativa de Sucesso do CONIP Congresso de Informática Pública. Nesse mesmo ano, o projeto foi convidado e apresentado no evento Government Technology Event (GTEC), em Otawa Canadá. Mais três novos serviços foram desenvolvidos no escopo do projeto mgov: o envio do andamento do processo de abertura de empresas; inclusão da agenda do Gabinete do Secretário da Administração; o resumo das notícias diárias do Governo do Estado. Foi desenvolvido na CELEPAR Divisão de Governo Eletrônico, um sistema chamado e Torpedo, que centralizava, distribuía e controlava todas as movimentações de SMS no Estado do Paraná. Nesta fase surgiu a relação contratual tão almejada pelos atores deste Projeto. Pelo modelo de negócio adotado, a CELEPAR e a SEAP firmaram contrato com as operadoras privadas de telefonia móvel. Em consequência do contrato corporativo, a SEAP passou a ser, junto com a CELEPAR e e PARANÁ, um ator central na relação institucional e legal. A relação de parceria e aprendizado continuou sendo forte nesta fase. Da descontinuidade do egov à saída da CELEPAR: Declínio do mgov em 2006, com a troca da coordenação responsável pela operacionalização do Governo Eletrônico, as reuniões dos Grupos de Trabalho do e PARANÁ foram interrompidas. 7

8 Mesmo não havendo nenhum ato formal, o projeto corporativo do uso de mgov foi descontinuado. Em 2006, adere ao projeto o CCTG, com a programação cultural e promoções do cartão fidelidade do Tea tro Guaíra autarquia ligada do Governo do Paraná e um dos maiores teatros da América. Latina. O fato marcante neste período, mais precisamente em 2009, foi a saída da CELEPAR, apontada como o ator central desde a sua criação em A TIM, considerado um ator importante, parceiro na criação, desenvolvimento e manutenção do projeto mgov, também se retira do projeto. O contrato, que havia sido o objeto de licitação em 2007, não foi renovado em A relação contratual ou comercial continuou existindo nessa fase, por força da contratação de SMS, po rém sem a participação dos atores centrais. No que tange à relação legal, os papéis mostram se bem de lineados: a CELEPAR se relacionava tecnicamente com as operadoras e comercialmente com a SEAP. Da saída da CELEPAR à troca de governo: Sobrevivência do mgov a SETS e o CCTG não acei tando que o serviço que prestavam à população fosse interrompido. Apesar da ruptura de fornecimento pela CELEPAR, a SETS e o CCTG adaptaram a sua infraestrutura tecnológica para suportar e manter o projeto em funcionamento. Com a não renovação do contrato corporativo para as aquisições de SMS, o CCTG contratou a operadora VIVO, e o serviço passou a ser disponibilizado somente para os proprie tários de telefone celular desta operadora. Os serviços de Aviso de Oportunidade de Emprego e Pro gramação Cultural do Teatro Guaíra continuaram sendo ofertados aos cidadãos. Ao final das cinco fases, foi desenhada a Linha do Tempo do Projeto mgov do Governo do Paraná. A figura impressa no item 6, mostra as fases, as nominações, os eventos e as decisões nos onze primeiros anos de existência do Projeto. 3. CONCLUSÕES E SUGESTÕES Este estudo teve como objetivo historiar o nascimento, a construção e a sobrevivência do Projeto mgov do Governo do Paraná, com ênfase no relacionamento entre os atores. A este respeito, observou se que houve motivações diferentes dos atores ao longo das cinco fases. A primeira fase do projeto foi carac terizada por ações cooperativas, por parcerias marcadas por prospecção, aprendizado, descobertas, ex perimentos. Não se encontrou, portanto, preocupação em estabelecer relações comerciais ou contratu ais. Na segunda fase, percebeu se que no governo havia interesse em fortalecer e disseminar o projeto mgov na estrutura do Estado do Paraná e agilizar o processo e a qualidade de atendimento ao cidadão. Houve, nesta fase, um fator motivador para usar a nova tecnologia. Muitos atores se envolveram num esforço conjunto para discutir e descobrir uma maneira de usá la corporativamente. Esta fase foi, por tanto, a que teve maior número de atores e projetos. Houve sinergia entre os órgãos de comunicação do governo para divulgação do projeto, capitaneado pelo e PARANÁ e pela CELEPAR. Na terceira fase, alcançou se a formalização do mgov com a contratação corporativa de SMS para o Governo. Este modelo, posteriormente, serviu de referência para o Governo Federal e outros Estados da Federação, ganhou prêmio e foi apresentado fora do país. Entretanto, na quarta fase com a descon tinuidade do e PARANÁ, que reunia as ações de governo eletrônico estadual, o projeto mgov começou a dar sinais de declínio. Dos 16 atores da fase anterior, permaneceram apenas seis nesta fase. 8

9 Por fim, na quinta e última fase, foi observado que com apenas três atores o projeto se manteve, os gestores responsáveis pela prestação do serviço não aceitaram a sua desativação. Nota se a existência de seis papéis distintos desempenhados pelos vinte atores organizacionais que participaram do projeto mgov durante os 11 anos de sua existência. Estes papéis foram desempenhados por diversas organiza ções ao longo do projeto, ora públicas, ora privadas, em parceria ou sob contratos comerciais: 1) o con tratador de SMS, organização que é responsável pelo processo de compra e disponibilização corporati va da tecnologia ao Governo do Estado; 2) provedor de conteúdo, organização que é a detentora das in formações e/ou responsável pelo serviço a ser prestado; 3) disseminador do mgov; 4) desenvolvedor da solução; 5) broker, organização que se encarrega da distribuição do serviço para as diversas companhi as e que inclusive pode se ocupar de tarefas como bilhetagem e/ou cobrança dos serviços de telecomu nicações; 6) fornecedor de SMS, normalmente de telefonia móvel. Na terceira fase, percebeu se a formação de uma rede mais densa, onde a CELEPAR na relação parce ria, aprendizagem, prospecção foi muito importante. Contudo, a relação comercial/contratual não foi expressiva. Infere se, ao comparar a densidade e os motivos pelos quais os atores aderiram ao Projeto, na segunda fase, que a institucionalização do egov foi um evento catalisador para a ampliação de ato res e projetos de mgov. As interações observadas mostraram que a dinâmica de relacionamento entre os atores contribuiu para desenvolver a ideia de uso de uma tecnologia, à época pouca explorada, e o amadurecimento do proje to. De modo geral, percebeu se que aqueles atores que estavam no projeto com o objetivo de prover in formação ou serviço ao mgov, permaneceram apenas em uma das fases. Aqueles que estavam com propósitos firmes voltados à prestação de serviços, ao cumprimento de sua missão organizacional, so breviveram ou permaneceram por mais tempo no Projeto. Percebe se ainda que a relação contratual co mercial iniciada na terceira fase, não foi suficiente para sustentar o Projeto no longo prazo. Foi constatado nas fases 2 e 3, quando os atores sentiram estabilidade no Projeto mgov do Paraná, no tadamente na institucionalização do egov e formalização do mgov. Isto reforça que a reciprocidade se acentua quando existe uma perspectiva de longo prazo. Segurança e estabilidade encorajam a originar novas maneiras de realizar tarefas, promovendo aprendizado, troca de informações e gerando confiança (POWELL, 1990). A retirada de um dos atores centrais, a CELEPAR, fez com que a prestação de serviços neste canal qua se fosse encerrada, mas algumas aplicações sobreviveram apesar disso. Seus gestores não permitiram a descontinuidade e, no interesse público, mantêm o projeto. Então, novas associações se formam na au sência dos atores centrais, mesmo quando a área de atuação dos atores não é tecnologia este é um as pecto digno de investigação. Uma última observação que, apesar de óbvia, não pode ser omitida, é a de que projetos corporativos podem ser alavancados ou descontinuados pelas trocas de governo, e que os responsáveis técnicos por esses projetos devem prepará los para as mudanças governamentais. Em especial, sugere se: i) replicar o estudo em outros governos de diferentes esferas, no Brasil ou no Exterior; ii) continuar este estudo longitudinal, verificando como esse projeto se comporta no tempo; iii) acrescentar outros indicadores que possam medir resultados, como por exemplo, volume de SMS utilizados. 9

10 Outra sugestão relevante para continuidade deste trabalho consiste em desenvolver um estudo que per mita avaliar e comparar outros projetos de mgov no Brasil e no Exterior. Para, quem sabe, em seu al cance social, propor modelos de negócios de mgov que possam servir de referência. Este trabalho descreve a história isolada da experiência do governo do Paraná com a tecnologia móvel para prestação de serviços ao cidadão. A sugestão é que outras pesquisas desenvolvam a história com parada numa perspectiva mais global, reconhecendo que eventos do passado são úteis para identifica ção e escolhas de oportunidades atuais e futuras. Assim, outros pesquisadores poderão aproximar se de uma posição integracionista, direcionando o seu foco tanto nas intercessões e conjunções da análise histórica, quanto no estudo de formas particulares de organização e processos. Este estudo agrega se ao atual esforço das áreas de estratégia, análise organizacional e sistemas de in formação por realizar e sociabilizar pesquisa com foco em Governo Eletrônico. Amplia o conhecimen to no contexto de governo móvel, tanto em fóruns acadêmicos quanto em eventos de gestão pública na cionais e internacionais. Além disso, reacende a discussão tanto academicamente quanto no Governo, das várias questões ainda não respondidas, tais como: a) Quais são as razões para que estes dispositivos não sejam usados na prestação de serviços públicos em massa? b) Seria a dificuldade de estabelecer re lacionamento entre os múltiplos atores do mgov? c) Como se constrói um modelo de negócios que be neficie todos os interessados num projeto corporativo governamental de grande porte, como mgov? Os resultados deste trabalho são úteis aos gestores públicos, provendo insights aos que se utilizam da tecnologia móvel para oferecer novos canais de prestação de serviço ao cidadão e aos parceiros de ne gócio do governo, como empresas de telecomunicações e serviços correlatos. Especialmente no gover no do Paraná, o projeto de uso de tecnologia móvel pelo governo teve novo impulso, empurrado pela divulgação deste trabalho. O Governo do Paraná, após uma recente licitação pública, está contratando um prestador de serviços de intermediação para envio e recebimento de SMS, um broker, para usuários pessoal e especializado, juntamente com serviços de integração e assistência técnica. O prestador de serviços, que tem know how do negócio e atua em todo o território nacional, é responsável pelo envio e entrega das mensagens curtas de texto. É importante observar que, mesmo tendo adaptado, no final de 2011, mais de uma centena de serviços do Portal do Governo (pr.gov.br) para a plataforma móvel (m.pr.gov.br), o projeto mgov do Paraná continua utilizando a mesma tecnologia iniciada em 2000, o SMS. BIBLIOGRAFIA ATKINSON, R.; FLINT, J Accessing hidden and hard to reach populations: snowball research strategies. Social Research Update, issue 33. Disponível em Acesso em: 09 ago BRESSER PEREIRA, L. C. A Reforma do Estado dos anos 90: lógica e mecanismos de controle Disponível em: <http://www.clad.org>. Acesso em: 24 jul CONIP CONGRESSO DE INFORMÁTICA PÚBLICA. Disponível em: <www.conip.com.br/conip2010>. Acesso em: 06 dez CUNHA, M. A.; ANNEBERG, D; AGUNE, R. M. Prestação de serviços públicos eletrônicos ao cidadão. In: KNIGHT, Peter Titcomb; FERNANDES, Ciro Campos Christo; CUNHA, Maria Alexandra 10

11 (Org.). E desenvolvimento no Brasil e no mundo: subsídios e Programa e Brasil. São Caetano do Sul: Yendis, p CUNHA, M. A.; MIRANDA, P. R. M. A pesquisa no uso e implicações sociais das tecnologias de informação e comunicação pelos governos no Brasil: uma proposta de agenda a partir da prática e da produção acadêmica nacional. In: ENANPAD 32 Encontro da ANPAD, 2008, Rio de Janeiro. Anais do 32 ENANPAD. Rio de Janeiro : ANPAD Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Admnistração, v. 1. p DINIZ, V; GREGÓRIO, A. Do e gov governo eletrônico para o MGov Cidadania Móvel. In: KNIGHT, Peter Titcomb; FERNANDES, Ciro Campos Christo; CUNHA, Maria Alexandra (Org.). E desenvolvimento no Brasil e no mundo: subsídios e Programa e Brasil. São Caetano do Sul: Yendis, p FANG, Z. E Government in digital era: concept, practice, and development. School of Public Administration, National Institute of Development Administration. International Journal of The Computer, The Internet and Management, v 10, n.2, p.1 22, GERMANAKOS, P., N. TSIANOS, Z. LEKKAS, M. BELK, C. MOURLAS, & G. SAMARAS, Human Factors as a Parameter for Improving Interface Usability and User Satisfaction, Proceedings of the 4th Mediterranean Conference on Information Systems (MCIS 2009), Athens, Greece, September 25 27, JANSSEN, Marijn. "Electronic Intermediaries Managing and Orchestrating Organizational Networks Using E Services." IJESMA 1.1 (2009): Web. 5 Oct doi: /jesma JAYO, M. Correspondentes bancários como canal de distribuição de serviços financeiros: taxonomia, histórico, limites e pontencialidades dos modelos de gestão de redes Tese (Doutorado em Administração) Escola de Administração de Empresas de São Paulo Fundação Getúlio Vargas. KUSHCHU, I.; YU, B. Evaluating mobility for citizens. Niigata: mgovlab Internacional University of Japan, LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Atlas, MASON, R. O.; McKENNEY, J. L.; COPELAND, D. G. An historical method for MIS research: steps and assumptions. MIS Quarterly 31(3): , NEUSTADT, R. E.; MAY, E. R. Thinking in time: the uses of history for decision makers. New York: The Free Press, O'BRIEN, J. A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da internet. 2. Ed. São Paulo: Saraiva, RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, POWELL, W. W. (1990). Neither market nor hierarchy: network forms of organization. In: B. M. Staw & L. Cummings (Eds.). Research in organizational behavior. Greenwich, London: JAI Press. RIECKEN, R.; LANZA, B. B. B.; E Paraná: a rede de informações e serviços eletrônicos do governo do Estado do Paraná. Inf.., Londrina, v. 12, n. 2, jul./dez TELECO Consultoria em Telecomunicações. Disponível em: <http://www.teleco.com.br>. Acesso em: 24 jul VIZEU, F. Potencialidades da análise histórica nos estudos organizacionais brasileiros. RAE Revista de Administração de Empresas, v. 50, n. 1, p ,

12 RESENHA BIOGRÁFICA LANZA, Beatriz Barreto Brasileiro Mestre em Administração, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUC/PR, Brasil. MBA Internacional em Governo Eletrônico, NestBoston/UNA MG. Especialização em Análise de Sistemas, Faculdade Católica de Administração e Economia. Graduação em Ciências Econômicas, Universidade do Oeste do Paraná. Membro do International Federation for Information Processing (IFIP). Participou da e PING Padrão de Interoperabilidade do Governo Brasileiro. Membro do Grupo de Pesquisa Gestão da Informação, do Conhecimento e Inovação PUCPR. Coordenou o projeto de Governo Eletrônico do Governo do Estado do Paraná, onde em 2006 recebeu o prêmio CONIP DE EXCELÊNCIA Uso Corporativo do SMS no Governo do Paraná. Recentemente recebeu em Viena o prêmio Best Paper Finalist Highly Commended Paper, pelo artigo Relations Among Governmental Project Actor: The Case of Paraná mgov. Professora de Pós Graduação na disciplina de Sistema de Informação e Governo Eletrônico. Editora do Blog Governo Eletrônico Governo Móvel Governo Ubíquo (bialanza.com) Analista Sênior na CELEPAR. Rua Mateus Leme, Curitiba PR Brasil Fone +55 (41) CUNHA, Maria Alexandra Doutora pela FEA/USP. Mestre pela EAESP/FGV. Administradora e Informática, formada em 1982 e 1987 pela UFPr, Brasil. Consultora associada da BRISA Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação, lidera projetos de governança de TI em governo. Coordenadora nacional da área de Administração da Informação da ANPAD Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Administração. Coordenou o projeto de Governo Eletrônico do Governo do Estado do Paraná, tendo atuado profissionalmente por mais de 20 anos em informática governamental. Nesse tema, tem diversos livros, capítulos de livros e artigos acadêmicos publicados, tendo um prêmio Jabuti na categoria de Economia, Administração e Negócios. Professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná PUCPR Rua imaculada Conceição, Curitiba PR Brasil PPAD Bloco Acadêmico Fone +55 (41) SCALET, Danilo Profissional envolvido em projetos de Tecnologia da Informação desde Formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR 1977). 12

13 Pós graduações nas áreas de Administração Industrial e Gestão empresarial. Trabalha na CELEPAR desde 1980, onde ocupou diversos cargos, tendo sido diretor técnico da empresa no período de 1995 a 2003 e de 2011 até o presente, acumulando a sua presidência por 10 meses. No período de 1995 a 2003 coordenou o projeto de Governo Eletrônico do Governo do Estado do Paraná, que se tornou uma referência nacional, formando o alicerce que permanece até os dias atuais. Foi diretor da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP) e membro do Conselho de Administração do Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS). É Membro da Equipe Técnica do Modelo do Programa de Melhoria do Processo de Software Brasileiro (MPS.BR), sendo editor do Guia de Aquisição do MPS.BR, instrutor do Curso de Aquisição do MPS.BR, Consultor de Aquisição e colaborador e revisor do Guia Geral do MPS.BR, Guia de Avaliação do MPS.BR e Guias de Implementação do MPS.BR. É coordenador da Comissão de Estudos de Requisitos e Avaliação da Qualidade de Software da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), responsável pela elaboração de 13 Normas Brasileiras voltadas à Qualidade de Software. É membro do Grupo de Trabalho de Avaliação de Qualidade de Produto de Software da ISO/IEC desde 1993 (ISO/IEC JTC1 SC7 WG6), sendo editor das normas internacionais ISO/IEC Guide to SquaRE e ISO/IEC Evaluation reference model and guide e co editor das Normas Internacionais ISO/IEC Measurement reference model and guide, ISO/IEC Systems and Software Engineering Systems and Software product Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) Evaluation Module for Recoverability e ISO/IEC Systems and software engineering Systems and Software Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) Evaluation guide for developers, acquirers and evaluators. Foi Colaborador dos livros Qualidade de Software Teoria e Prática e Qualidade e Produtividade em Software. Atualmente é Diretor de Tecnologia da Informação da CELEPAR. Rua Mateus Leme, Curitiba PR Brasil Fone +55 (41) pr.gov.br 13

14 ANEXO LINHA DO TEMPO DO GOVERNO MÓVEL DO PARANÁ 14

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