Gestão documental e manutenção

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1 Gestão documental e manutenção 2 da informação na Justiça Federal RS Valter Vanderlei Mendes Júnior 1 Dez/2007 Arquivos Resumo A gestão documental tem sido tema central nas instituições públicas nos últimos anos. Esta questão traz consigo a discussão sobre políticas de descarte de documentos. De um lado há a necessidade de obtenção de espaço físico para uma guarda melhor e mais racional; de outro, a dificuldade em apontar o que é importante e deve ser guardado e o que não é e pode ser descartado. Este artigo objetiva analisar como a Justiça Federal do RS está desenvolvendo a gestão documental do seu acervo e quais os problemas que dela decorrem. Palavras-chave: Gestão documental. Arquivos. Memória. Abstract Documental management has been the central theme in public institutions over the last years. Besides that, this theme brings a discussion on document disposal policies. On one hand, more room is needed in order to store the documents in a better and more rational way. On the other hand, it is difficult to point out what is important to be stored and what is not, therefore can be disposed. This article aims at analyzing how the Federal Justice of Rio Grande do Sul (the southernmost state of Brazil) is dealing with the documental management of its estate and the problems that elapse of this. Keywords: Documental management. Archives. Memory A partir do final da década de 1990, a Justiça Federal passou a buscar uma melhor administração para seus documentos arquivados. A preocupação surgiu após estudos da Secretaria de Pesquisa e Informação Jurídicas do Centro de Estudos Judiciários, que apontaram uma situação delicada que poderia tornar-se caótica em um futuro próximo, se assim permanecesse: a disponibilização de documentos para o público em tempo hábil era uma tarefa difícil de ser alcançada em decorrência da precariedade das condições e dos métodos de guarda e conservação encontrados. Além disso, A gestão de documentos arquivísticos era feita de forma mecânica e burocrática. Os arquivos eram depósitos de papéis velhos e o acesso às informações difícil não só para os cidadãos, como para os próprios juízes e servidores. Os documentos de valor histórico não recebiam tratamento especial e, muitas vezes, perdiam-se definitivamente. Mesmo nas seções e nos tribunais em que os arquivos figuravam como unidades administrativas, seus serviços privilegiavam o documento como um fim e não como um meio de acesso às informações necessárias à administração da Justiça, ao exercício da cidadania, à consolidação da memória institucional e da identidade cultural da sociedade 2.

2 11 Os estudos demonstraram que era preciso começar a investir na gestão de documentos. Os arquivos, já quase lotados, tendiam a receber cada vez mais documentos por ano, visto que atualmente produz-se um número muito maior de processos e com muito mais páginas do que nos anos anteriores. Enfim, diagnósticos dos arquivos das instituições da Justiça Federal, realizados nos anos de 1996, 1998 e 2001, indicaram os seguintes problemas com os documentos arquivados e com os arquivos: a) Apenas os processos julgados na Justiça Federal após 1967 perfazem aproximadamente 900 km. Os demais documentos arquivados definitiva ou provisoriamente, como os processos suspensos ou sobrestados, são mais 400 km lineares. A esses valores adicionam-se os documentos relativos à primeira fase da Justiça Federal e às áreas administrativas dos arquivos aproximadamente 300 km lineares totalizando 1600 km lineares, ou quatro vezes a distância entre São Paulo e Rio de Janeiro; b) Grande volume de documentos não cadastrados em sistema automatizado ou manual, não sendo, portanto, passíveis de recuperação; c) Inexistência do Arquivo como unidade administrativa. Em muitos casos, os autos findos são arquivados nas Varas e Turmas, acarretando uma crescente necessidade de ampliação do espaço físico e, conseqüentemente, da construção de novos prédios; d) Espaços físicos inadequados, insuficientes com problemas de infiltração, rachaduras, falta de resistência da estrutura, mofo, umidade, iluminação insuficiente, exposição ao sol, ao calor, ventilação inadequada, equipamentos de segurança contra incêndios inadequados a depósito de papéis, fiação elétrica exposta, falta de higienização e limpeza adequadas, presença de agentes poluentes e a existência de até 13 depósitos de documentos em diferentes locais em uma mesma cidade sede de Seção Judiciária; e) Falta de recursos humanos em número e em qualificação; f) Falta de recursos materiais: sistemas automatizados, estantes, caixasarquivo, computadores, impressoras, mesas e outros mobiliários; g) Falta de equipamentos de proteção (luvas, máscaras, jalecos) e ocorrência de doenças adquiridas em função do trabalho (alergias respiratórias e de pele) devidamente comprovadas pelos serviços médicos das instituições; h) Falta de normas, manuais e instrumentos de gestão documental, planos de classificação de documentos, guias de transferência de autos findos das Varas para os Arquivos, métodos de recuperação dos documentos e critérios de eliminação de documentos. 21% dos arquivos já haviam eliminado documentos e outros 24% não souberam informar 3. Esse diagnóstico levou à criação, através da Portaria n.159/98, da Comissão Técnica Interdisciplinar de Gestão de Documentos da Justiça Federal (CTIGeD), formada por servidores dos TRFs e do CJF e profissionais das áreas de história, arquivologia, biblioteconomia, administração, contabilidade e direito. A comissão elaborou o Programa de Gestão Documental da Justiça Federal, que consiste em um conjunto de políticas institucionais definidas, que privilegiam a preservação da documentação considerada histórica, com o objetivo de racionalizar o ciclo documental, isto é, a produção ordenada; a tramitação segura; a localização rápida e precisa; e a eliminação sistemática dos

3 12 documentos que já perderam a sua importância para a instituição 4. Nesse programa, a CTIGeD teve que enfrentar a dificuldade de chegar a uma definição dos critérios para a seleção, guarda e eliminação dos autos findos. Tais problemas fizeram com que o Programa de Gestão Documental da Justiça Federal adquirisse um caráter dinâmico, sobretudo porque ainda havia inúmeras questões a serem levantadas. Assim, o programa está sempre em processo de aperfeiçoamento e, portanto, sujeito a eventuais alterações decorrentes da incorporação de novas normas ou da aplicação das rotinas já definidas. 5 O programa, embasado legalmente 6, começou a definir os parâmetros para a gestão dos processos judiciais. Essa está intimamente ligada à questão de critérios para a eliminação de documentos, o que torna o assunto delicado e complexo. Os critérios eleitos pela Comissão para a eliminação de documentos foram baseados na teoria geral do processo, obedecendo às orientações da teoria geral de arquivística e à legislação pertinente, utilizando também o método de proporcionalidade grande novidade introduzida pela política de gestão documental do Judiciário Federal, segundo Gunter Axt 7. Para ele, esse é um método que garante o enxugamento do acervo sem basear-se no critério tradicional de valor. Foi criada então uma tabela de temporalidade exclusivamente adotada para atender as demandas da Justiça Federal: O procedimento de triagem e de determinação dos prazos de guarda dos processos deverá seguir o roteiro estabelecido no fluxo de avaliação de autos findos e na tabela de avaliação das ações judiciais. Passado o período de guarda determinado na tabela, será ainda preservada uma amostra representativa do universo dos julgados, obtida com base em fórmula estatística definida no CJF. O inteiro teor de sentenças, acórdãos e despachos terminativos são considerados documentos de guarda permanente e, de acordo com a minuta de Resolução, devem ser recolhidos imediatamente após sua publicação às unidades arquivísticas dos órgãos onde foram produzidos. Comissões de avaliação documental, que devem ser formadas em todas as instituições da Justiça Federal, com a incumbência de coordenar a aplicação dos critérios propostos para guarda e eliminação dos autos findos, também poderão selecionar, para fins de guarda permanente, os autos que pela sua peculiaridade devem ser preservados para composição da memória institucional. A eliminação das ações judiciais transitadas em julgado será precedida por publicação de edital de eliminação contendo os números dos processos e suas respectivas datas de distribuição e de arquivamento definitivo, publicado com antecedência de 45 dias da data prevista para a efetiva eliminação. As partes interessadas nos processos a serem eliminados poderão requisitar os autos para guarda particular, por meio de petição ao diretor da unidade administrativa à qual o arquivo esteja vinculado. 8 Portanto, há na Justiça Federal a necessidade de execução de uma gestão

4 13 documental, a fim de organizar o arquivo e disponibilizá-lo ao público. Gestão de documentos, segundo a Lei nº 8.159, que regula o tema, é definida como o conjunto de procedimentos e operações técnicas à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente [grifo do autor]. Isso quer dizer que o descarte documental está previsto por lei e, como há dificuldades em arranjar espaço físico para os arquivos, essa parece consistir em uma prática mais eficiente para a sua administração. Além disso, em muitos locais responsáveis por essa atividade ela aparece como sinônimo de descarte documental. Nos dias de hoje, existe um aparente paradoxo no que tange ao tratamento para com os documentos judiciais: de um lado, é urgente a necessidade de diminuição da massa documental arquivada, devido ao pouco espaço de armazenamento e ao progressivo aumento do número de processos autuados. Porém, é preciso selecionar quais processos serão guardados e quais serão descartados. Por isso, de outro lado, surge a impossibilidade de atribuição de valor histórico seletivo aos documentos, em razão de que é impossível saber quais documentos no futuro serão utilizados como fontes prioritárias no estudo histórico. Então, como resolver esse paradoxo? As respostas são muitas, vindas das mais diversas áreas do conhecimento, cada uma com suas motivações. No caso da história, apesar da importância dada ao processo judicial na análise histórica, as poucas vozes que versam sobre o tema parecem não ter outra solução a não ser a de que nada deve ser descartado. Para os profissionais da história, atualmente tudo é passível de ser fonte histórica. O que hoje não é considerado relevante na pesquisa histórica pode, em alguns anos, tornar-se fonte primária para pesquisas. Isso porque cada época elenca novos temas que, no fundo, falam mais de suas próprias inquietações e convicções do que de tempos memoráveis 9. Esse processo leva a novas historicidades, que buscam responder a questões colocadas no limite estabelecido pelas suas próprias épocas. Esses novos temas freqüentemente exigem novas abordagens e novas interrogações às fontes, podendo levar inclusive à utilização de novas fontes. Portanto, nenhum historiador pode afirmar categoricamente que algum documento

5 14 não é histórico, visto que é a pergunta que fazemos que condiciona a análise e, no limite, eleva ou diminui a importância de um texto retirado de um momento afastado 10. Um documento que pela ótica atual poderia ser considerado como não-histórico, no futuro poderá ser de suma importância para responder aos anseios dos historiadores daquela época. Como exemplo dessa multiplicidade possível das fontes para a história pode-se citar o fato de que, até meados do século passado, os processos-crime só eram considerados como de consulta para a ciência histórica se ali houvesse algum homem ilustre envolvido, tal como um político. Pode-se ver com esse exemplo como o tratamento conferido às fontes se alterou na historiografia brasileira das últimas décadas. Os processos-crime deixam de ser apenas documentos forenses para darem voz a todos os estratos sociais, do escravo ao senhor. Eles são fontes preciosas para o entendimento das atividades mercantis, já que são recorrentes os autos de cobranças judiciais de dívidas e os papéis de contabilidade de negócios de grande e pequeno porte. A convocação de testemunhas, sobretudo nos casos dos crimes de morte, de agressões físicas e de devassas, permite recuperar as relações de vizinhança, as redes de sociabilidade e de solidariedade, as rixas, enfim, os pequenos atos cotidianos das populações do passado 11. Um exemplo regional dessa transformação da concepção do que pode ou não ser considerado fonte histórica é a criação, no Rio Grande do Sul, do Arquivo Público, em 1906, e do Arquivo Histórico, em 1925 desmembrado do Arquivo Público e anexado ao Museu Júlio de Castilhos, constituído como instituição independente em Para o Arquivo Público eram encaminhados os documentos administrativos do Estado, enquanto o Arquivo Histórico ficava com os documentos considerados efetivamente históricos. Como visto antes, o paradigma da história sofreu alterações, e hoje o Arquivo Público do Rio Grande do Sul possui um grande número de documentos históricos que antes eram considerados apenas como sessão forense, tais como cartas de alforria, cartas de compra e venda de escravos, prontuários do Hospital Psiquiátrico São Pedro e processos-crime. Pelo exposto pode-se afirmar que para um historiador é, a priori, impossível assim como para um juiz é impossível afirmar que um processo que envolve somas de 10 milhões de reais é mais importante do que aquele que representa disputas em torno de 10 reais determinar níveis de historicidade para os documentos 12.

6 15 Não há possibilidade de indicar quais documentos virão a ser futuramente relevantes como fonte de pesquisa histórica devido ao fato que cada época e cada cultura percepciona e compreende o mundo à sua maneira e é à sua própria maneira que os homens das diferentes épocas e culturas organizam as suas impressões e os seus conhecimentos, que eles constroem a sua própria visão do mundo, condicionada pela história 13. Cabe então perguntar: como resolver essa questão? Ora, ao se fazer uma política de gestão de documentos, estará sendo feita também, mesmo que inconscientemente, uma escolha pelo que merece ser lembrado pelas próximas gerações e pelo que deverá ser esquecido. Isso prejudicará o conhecimento que será produzido no futuro e, conseqüentemente, o alcance cognitivo sobre o seu próprio passado, a compreensão do seu presente e as possibilidades do seu futuro. Ninguém nem um historiador pode decidir o que será lembrado e o que será esquecido: O historiador consciente de suas responsabilidades éticas, tal qual o juiz que precisa ouvir todas as partes antes de prolatar uma sentença, sabe que precisa auscultar todos os interlocutores sociais, captar todas as representações possíveis, antes de propor à sociedade uma interpretação sobre um determinado fato e, destarte, tem perfeitamente presente que o que pode ser uma interpretação cientificamente aceita nos dias de hoje, pode não mais sê-lo no futuro, quando as pessoas poderão descobrir novas fontes, inquirir os documentos de outras maneiras, sempre à luz das questões que forem mais pertinentes aos dramas próprios de suas identidades coletivas. 14 Portanto, a memória é um conceito-chave para tentar compreender a gestão documental no Brasil. Afinal, a associação entre arquivos e memória é recorrente no pensamento e nas práticas arquivísticas 15, na medida em que a noção de arquivo permanente (ou seja, aquele já submetido a um processo de avaliação e seleção) traz a perspectiva de que está se construindo um tipo de memória materializada. Porém, o conceito de memória é diverso nos campos histórico e arquivístico. Segundo Jardim, a noção de memória na arquivologia é tida como um dado arqueologizável: É preciso refletir um pouco sobre o conceito de memória nacional, que para mim está aí, guardada nos grandes depósitos de saber que são o Museu Nacional, a Biblioteca Nacional, o Arquivo Público, os órgãos regionais. A memória nacional está nos livros, no trabalho do Instituto do Patrimônio Histórico, enfim, em todas as entidades que, ao longo do tempo, se ocupam do problema da trajetória histórica da nação. A memória nacional, portanto, não precisa ser procurada. O que precisa ser feita é a dinamização da memória nacional. 16 Como tal, ao arquivo ficaria o encargo de resgatar essa memória e disponibilizá-la para quem quiser pesquisá-la.

7 16 No campo da história, a associação entre arquivos e memória pode ser percebida quando investigamos, por exemplo, a problematização de Jacques Le Goff. O autor faz uma diferenciação entre documentos e monumentos, ambos para ele materiais da memória coletiva. Para ele, os monumentos são herança do passado, evocando-o e ligando-se ao poder de perpetuação voluntária ou involuntária das sociedades históricas. Por isso, apresentam uma intencionalidade. Já os documentos apresentam uma objetividade que se opõe à intencionalidade do monumento. É importante lembrar que Le Goff está inserido na Escola dos Annales e sua crítica dirige-se à noção de documento, supostamente defendida pela Escola Metódica e pelo Positivismo como meio de se alcançar a verdade tal qual ela ocorreu. Isso possibilita a sua tese de que a utilização do documento pelo poder transforma-o em monumento. Para Le Goff, cabe reconhecer em todo o documento um monumento, já que ele resulta do esforço de sociedades para impor ao futuro - voluntária ou involuntariamente - determinada imagem de si próprias. Dessa forma, não existe um documento objetivo, inócuo, primário; no limite, não existe um documento-verdade: todo documento é, a priori, mentira. Ele é antes de tudo uma montagem que deve ser desmontada, uma construção a ser desestruturada, analisando-se as suas condições de produção. Logo, o documento-monumento deve ser estudado como um instrumento de poder. Os projetos de Estados Nacionais, inseridos no contexto do século XIX na Europa, construíram concepções de memória e tradição nacionais que geraram um passado comum aos seus habitantes. A criação da identidade dos Estados-Nação foi auxiliada pela noção de patrimônio histórico/cultural. Nesse sentido, a construção desse patrimônio pressupõe valores, norteadores de políticas públicas, a partir dos quais são atribuídos qualificativos a determinados registros documentais. 17 Tal construção, portanto, se dá através de políticas públicas materializadas, entre outros locais, nos arquivos - que selecionam o que será passível de ser formador de uma memória. Constituindo os arquivos permanentes, [os] documentos têm sua guarda pelas instituições arquivísticas públicas justificada em dois aspectos. De um lado, em função do uso desses documentos para a pesquisa científica e, de outro, como fator de testemunho das ações do Estado e garantia de direitos dos cidadãos. Com freqüência, estas práticas buscam legitimar-se no discurso da preservação do patrimônio histórico e democratização da memória nacional. 18

8 17 Pode-se inferir, pois, que o patrimônio é político por natureza 19. No caso dos patrimônios culturais, eles podem ser pensados como construções ficcionais sem nenhum fundamento necessário na história, na natureza, na sociedade ou em qualquer outra realidade com que confortavelmente justifiquemos nossas crenças nacionalistas. A nação, assim, pode ser discutida menos como uma questão de fato do que uma questão ficcional [...] podemos evitar a armadilha de trazermos para nosso discurso de cientistas sociais categorias próprias às ideologias nacionais. 20 Dessas considerações, pode-se perceber que a tarefa arquivística, que inclui a gestão de documentos, está diretamente associada à construção de uma memória ou de um monumento. Isso porque toda a informação arquivística passa pela escolha voluntária entre o que será eliminado ou conservado temporariamente (que vai para o chamado arquivo intermediário) e o que será conservado em arquivos permanentes cerca de 10% dos documentos produzidos, segundo a Unesco. Com isso não se deve pensar que não há possibilidade para o descarte de documentos; já vimos que o descarte é imprescindível. Porém, ao estabelecer um processo de gestão documental, não se pode perder de rumo o conceito de manutenção da informação. Isso quer dizer que, mesmo que haja documentos previamente qualificados para descarte, haja a preocupação em se manter no arquivo as informações de que aqueles documentos existiam e o que aqueles documentos guardavam. É preciso dar aos pesquisadores do futuro o acesso à informação de que esses documentos existiram e quais dados por mais irrelevantes que pareçam guardavam. Essa é uma tarefa difícil, pois ainda não existe nenhum consenso no que diz respeito a como deve ser feita a manutenção da informação. Duas opções apontadas são a microfilmagem e a digitalização; entretanto, ambas têm problemas e limitações que impedem a sua adoção sistemática. A primeira, por exemplo, apesar de garantir a preservação das cópias por aproximadamente quinhentos anos e ser muito estável, esbarra no fato de que cada vez mais existe a tendência de os processos serem eletrônicos, ou seja, prescindirem do uso do papel o que dificulta sua implantação. Já a digitalização, apesar de prática, ainda é instável, devido às rápidas mudanças tecnológicas. Além disso, existe a questão do estabelecimento de uma certificação digital que atenda às necessidades da gestão de documentos. Na Justiça Federal, ao longo dos anos de trabalho, a CTIGeD vem conseguindo conquistas importantes no

9 18 que diz respeito à gestão documental. Entre outras, pode-se citar a elaboração e implantação das tabelas nacionais de assunto, classe e movimentação processual. Essas tabelas têm por objetivo a padronização, no país inteiro, da nomenclatura técnica em relação aos processos, a fim de facilitar a gestão em nível nacional. Além disso, foi elaborada também a tabela de temporalidade para documentos administrativos, além daquela destinada exclusivamente para os processos judiciais federais. Outra implantação da Comissão diz respeito a uma questão importante e recente dentro da gestão documental: o documento digital. Em 19 de dezembro de 2006 entrou em vigor a Lei nº /2006, que dispõe sobre a informatização do processo judicial. Nele, entre outras disposições, estabeleceu-se a informatização do processo virtual e autorizou-se a migração dos processos judiciais do papel para o meio eletrônico. Dessa forma, como já havia processos em meio eletrônico no âmbito da Justiça Federal, a CTIGeD formou um grupo de trabalho multidisciplinar, composto por gerentes dos arquivos, dirigentes da área de informática e juízes federais, que iniciou um trabalho que visou a desenvolver o Moreq-JUS (Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Acompanhamento e Gestão de Processos e de Documentos Eletrônicos da Justiça Federal). Seu objetivo é orientar a gestão de documentos digitais e não digitais e fornecer especificações técnicas e funcionais, além de metadados, para aquisição e desenvolvimento de sistemas informatizados de gestão de documentos. 21 Com o Moreq-JUS, criou-se um conjunto de requisitos mínimos para nortear os órgãos da Justiça Federal na implantação de sistemas informatizados desenvolvidos para produzir, armazenar, dar acesso e destinar seus documentos arquivísticos. O documento digital e o melhor tratamento a ser dado a ele são questões recentes e muito discutidas, portanto ainda pode haver alterações no que tange ao modelo utilizado pela JF. É importante ressaltar que, infelizmente, não há participação de historiadores nessa discussão, pelo menos por enquanto. A Seção Judiciária do Rio Grande do Sul faz parte da 4ª Região da Justiça Federal (que também engloba Santa Catarina, Paraná e o Tribunal Regional Federal), que é pioneira no trabalho de gestão documental. Como tal, tem dado orientação e treinamento para outras Seções Judiciárias pelo Brasil. Até agora, já foram publicados cinco editais

10 19 conjuntos de eliminação de autos judiciais findos, que perfizeram cerca de 70 mil processos eliminados 22. A Justiça Federal do RS tem atualmente uma Seção de Memória Institucional, responsável pelas políticas relativas à memória da instituição e também à gestão documental. Para tanto, ela tem realizado um trabalho contínuo de análise, classificação e destinação dos documentos do seu acervo. Essa é uma atividade que virou rotina na JF ao longo da sua gradual implantação, sendo que a meta é que o processo venha a ser tratado arquivisticamente desde o início da sua movimentação. Por isso a unificação da nomenclatura técnica processual é tão importante. No que diz respeito às técnicas de arquivamento, a microfilmagem ainda não é uma opção viável na Seção Judiciária do RS. Isso se deve em grande parte à difícil tarefa de indexação, que também está atrelada à questão da falta de pessoal que não é exclusiva da JF. Além disso, existe uma tendência a se utilizar cada vez menos papel nos processos; em alguns anos, o Moreq-JUS deve permitir a eliminação da necessidade do uso do papel em grande parte dos processos judiciais federais, o que levaria, por sua vez, à necessidade de outros tipos de arquivamento que não a microfilmagem. Já estão em desenvolvimento técnicas digitais que permitam esse trabalho de maneira segura, mas até o momento não existe nada concreto. De modo geral, no que tange ao judiciário federal, e particularmente à Secção Judiciária do Rio Grande do Sul, é evidente a melhoria na importância dada ao documento e à gestão documental em relação a alguns anos. Porém, ainda serão necessários vários avanços para que se consiga chegar a um nível satisfatório nessa atividade. Afinal, trata-se de uma questão-chave para a história, já que mexe com documentos que, para um historiador, podem virar fontes históricas. Fazendo um exercício de imaginação, pode-se perceber o quão nocivo seria para a história se, por exemplo, a Inquisição tivesse feito uma gestão documental no seu acervo e executado algum programa racional de descarte. Poderíamos, por exemplo, ter perdido a importante discussão sobre cultura popular e erudita que Carlo Ginzburg faz em O Queijo e os Vermes, obra em que se pode dizer é consolidada uma abordagem histórica nova, que ficou conhecida como microhistória. Essa obra só foi possível porque Ginzburg, ao fazer uma pesquisa

11 20 sobre os benandanti, deparou-se com uma sentença extremamente longa e que chamou sua atenção. Anos depois, ao voltar ao processo, ele conseguiu extrair a história de vida de um moleiro que viveu no século XVI, Domenico Scandella, dito Menocchio. Mais do que isso, nas palavras do próprio Ginzburg, uma investigação que, no início, girava em torno de um indivíduo, (...) acabou desembocando numa hipótese geral sobre a cultura popular e, mais precisamente, sobre a cultura camponesa da Europa pré-industrial (...). 23 Exemplos como esses não são poucos, inclusive no Brasil. Nas últimas décadas, tem aumentado o número de trabalhos que utilizam fontes que até então não eram tidas como convencionais. Por isso é preciso que a manutenção da informação seja a tônica da gestão documental, para que as futuras gerações não sofram prejuízos por escolhas erradas feitas por seus antecessores, nesse caso específico, nós mesmos. Notas 1 Graduado em História pela UFRGS. Estagiário do Núcleo de Documentação da Justiça Federal RS. 2 PROGRAMA DE GESTÃO DOCUMENTAL DA JUSTIÇA FEDERAL. Manual de Gestão de Autos Findos. Disponível em: <http://daleth.cjf.gov.br/download/manual%20 Gest%C3%A3o%20Documental_21.doc>. Acessado em: 01 set. 2006, p.5. 3 COMISSÃO TÉCNICA INTERDISCIPLINAR PARA GESTÃO DE DOCUMENTOS DA JUSTIÇA FEDERAL. Proposta de critérios de seleção de autos findos, com vista à preservação do patrimônio público, da memória da sociedade e como elementos de exercício da cidadania. Disponível em: <www.cjf.gov.br/autosfindos/propostas.pdf >. Acesso em: 01 set. 2006, p PROGRAMA, op. cit., p Idem, p Para detalhes sobre o embasamento legal ver PROGRAMA, op. cit., p. 8-9, e COMISSÃO, op. cit., p AXT, Gunter. Algumas Reflexões Sobre os Critérios para a Identificação e Guarda dos Processos Judiciais Históricos. Justiça & História. V. 4, nº 7, p Porto Alegre: Tribunal de Justiça do Estado do RS, 2004, p CJF aprova critérios para seleção e eliminação de processos findos. Revista Mundo Legal, 04 mar. de Disponível em: <http://www.mundolegal.com.br/?fuseaction= Noticia_Detalhar&did=14338>. Acessado em: 01 set BLOCH, Marc. Apologia da História ou O Ofício de Historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2001, p Idem, p BACELLAR, Carlos. Fontes documentais: uso e mau uso dos arquivos. In: PINSKY, Carla B (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, AXL, op. cit., p GUREVITCH, Aron I. As Categorias da Cultura Medieval. Lisboa: Caminho, Idem, p JARDIM, José Maria. A invenção da memória nos arquivos públicos. Ciência da

12 21 Informação. Brasília, V.25, N.2, p , MAGALHÃES apud JARDIM, Idem., p JARDIM, op. cit., p Idem, Ibidem. 19 MENEZES, Ulpiano Bezerra de. O patrimônio cultural entre o público e privado. In: Secretaria Municipal de Cultura. O direito à memória: patrimônio histórico e cidadania. São Paulo: DPH, GONÇALVES, José Reginaldo. Autenticidade, memória e ideologias nacionais. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, v.1, nº 2, Grupo estuda requisitos para gestão de documentos virtuais na Justiça Federal. 27 mar. de Disponível em: <http://columbo2.cjf.gov.br/portal/publicacao/e ngine.wsp?tmp.area=83&tmp.texto=8958>. Acessado em: 20 de novembro de Resultados da Gestão Documental. Programa de Gestão Documental da Justiça Federal. Disponível em: <http://www.jf.gov.br/portal/gestaodocumental/ resultados.html>. Acessado em: 20 de novembro de GINZBURG, Carlo. O Queijo e os Vermes. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, p. 12.

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