GESTÃO COLETIVA NO AMBIENTE DIGITAL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO COLETIVA NO AMBIENTE DIGITAL"

Transcrição

1 GESTÃO COLETIVA NO AMBIENTE DIGITAL CONTEXTO A gestão coletiva de direitos autorais é uma das formas com que os autores podem garantir de maneira efetiva os seus direitos. Disciplinada no ordenamento jurídico brasileiro pela Lei 9610/98 em seu Título VI, com as alterações feitas pela Lei 12853/13, a gestão coletiva tem se fortalecido devido às mudanças significativas causadas pelo surgimento do meio digital e de novos serviços que ampliaram o acesso às obras intelectuais. No entanto, a revolução na criação e distribuição de obras causada pela Internet traz dúvidas quanto à aplicação dos direitos autorais no ambiente digital e aos parâmetros que regem a atuação das entidades de gestão coletiva nessas novas plataformas. PROBLEMAS E DESAFIOS Primeiramente, cabe destacar que ainda predomina ambiguidade quanto aos diferentes tipos de utilizações das obras intelectuais na Internet. Não há consenso acerca da tipificação dos novos usos promovidos pelo ambiente digital. Ao passo que seria possível argumentar que tais usos constituem-se em variações de formatos tradicionais (como reprodução, distribuição e comunicação ao público), as utilizações na Internet se diferenciam substancialmente dos usos que conhecemos, seja pela possibilidade de posse temporária do arquivo digital, seja pela característica de réplica que a reprodução no digital possui ou ainda por outras particularidades. Assim, em muitos casos, há mais de uma modalidade de utilização ou o surgimento de usos não especificados juridicamente 1. Alguns serviços, por exemplo, envolvem não apenas armazenamento, reprodução e distribuição, usos tradicionais passiveis de adaptação para o digital, mas também a sincronização e a transmissão por processos tecnológicos próprios, como o streaming. 1 A solução da agenda digital da OMPI foi a criação de um novo direito exclusivo: colocação à disposição do público. 1

2 A legislação brasileira não é clara em relação às modalidades previstas para o meio digital. O termo colocação à disposição do público é utilizado simultaneamente como expressão genérica (art. 5º, inciso IV e art. 30) e modalidade distinta de utilização (art. 90, inciso IV). O art. 29, inciso VII, por outro lado, traz a definição de colocação à disposição do público como apresentada no WCT (art. 8º) sem utilizar o termo, classificando-o como: VII - a distribuição para oferta de obras ou produções mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para percebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda [...] Sobretudo, a jurisprudência tem descartado o enquadramento jurídico da utilização por streaming interativo como execução pública, visto que essa modalidade refere-se exclusivamente à execução musical em locais de frequência coletiva (art. 68, 2º). Assim, a transmissão por streaming, como aquela fornecida pelo My Space, não configura, segundo o judiciário, uma execução pública do conteúdo, pois a tecnologia utilizada no caso em questão permite a execução individualizada conforme escolha do usuário.2. Na ausência de definição clara dos usos na Internet, a Lei 9.610/1998 traz possibilidades múltiplas de interpretação quanto à caracterização jurídica das formas de utilização de obras e fonogramas na Internet. Enquanto o inciso VII do art. 29 trata de descrição semelhante à colocação à disposição do público dos tratados da OMPI, o inciso IX do mesmo artigo menciona como um direito diferente do direito de reprodução a inclusão em base de dados, o armazenamento em computador, a microfilmagem e as demais formas de arquivamento do gênero, ação presente em todos os serviços disponibilizados na rede. A definição do inciso VII do art. 29, contudo, é enquadrada como distribuição em vez de comunicação ao público e o conceito de distribuição (art. 5º, IV) inclui a transferência de posse ou propriedade por locação, o que traz questões acerca da possibilidade de uma modalidade de distribuição eletrônica. Por outro lado, alguns usos no digital poderiam ser enquadrados 2 Apelação cível nº

3 como uma modalidade de comunicação ao público, conforme a definição do art. 5º, V ( ato mediante o qual a obra é colocada ao alcance do público, por qualquer meio ou procedimento e que não consista na distribuição de exemplares ), mas a comunicação ao público é gênero que engloba alguns usos, sendo um deles a execução pública (art. 68), que com o primeiro não se confunde. Os modelos de negócio no digital baseados no download aparentemente se enquadrariam no direito de reprodução, conforme estipulado pelo artigo 30 ( No exercício do direito de reprodução, o titular dos direitos autorais poderá colocar à disposição do público a obra, na forma, local e pelo tempo que desejar, a título oneroso ou gratuito. (...) 2º Em qualquer modalidade de reprodução, a quantidade de exemplares será informada e controlada, cabendo a quem reproduzir a obra a responsabilidade de manter os registros que permitam, ao autor, a fiscalização do aproveitamento econômico da exploração ). Autoriza-se o armazenamento em algum servidor para possibilitar o acesso pelo público (o download) cuja quantidade deve ser controlada. No entanto, embora alguns usos digitais possam ser tratados como reprodução, o próprio art. 30 da lei determina, no 1º, que a exclusividade do direito de reprodução não se aplica a cópias temporárias com o propósito único de tornar perceptível a obra ou fonograma em meio eletrônico, como parece ser o caso das cópias efêmeras e temporárias realizadas em nível de usuário final (cache) apenas para possibilitar o streaming em sua máquina. O download também traz à tona a questão dos contratos praticados. Os usuários finais são submetidos a contratos que não deixam claro que eles tratam, na prática, de um aluguel, que por sua vez insere-se no direito de distribuição. Haveria uma correlação entre os contratos que os players praticam com o usuário final e aqueles que eles celebram com os titulares de direitos autorais? Há que se considerar ainda as utilizações baseadas no armazenamento em nuvem. Ou seja, o servidor do player é utilizado como uma extensão da memória da máquina do usuário final. Há modelos em que o uso posterior só é permitido para esse mesmo usuário que armazenou conteúdo no servidor (uso privado?), mas há outros em que o acesso pode se dar por uma multiplicidade 3

4 de usuários finais. Como enquadrar tais usos? Como armazenamento? Como reprodução? Como distribuição? Como comunicação ao público? Além disso há a possibilidade disposta na alínea i do inciso VIII do artigo 29 da Lei, que inclui entre os direitos do autor a utilização mediante emprego de sistemas óticos, fios telefônicos ou não, cabos de qualquer tipo e meios de comunicação similares que venham a ser adotados. Em que pese o dispositivo parecer confundir meio com uso, trata-se de regra vigente. Indaga-se, portanto, se este seria outro possível enquadramento dos atos praticados na Internet. Vale ressaltar que a Internet não apenas traz novas utilizações, mas também pode ser utilizada como um novo meio para usos tradicionais analógicos. É o caso do simulcasting, que se refere à transmissão simultânea de conteúdo em mais de um meio, um analógico e outro digital. Indaga-se quais regras poderiam ser aplicadas em situações caracterizadas por uso simultâneo de processos digitais e analógicos. Seriam usos distintos, que necessitariam de autorizações específicas e independentes ou há de se considerar a neutralidade tecnológica, que implica diferenciação entre modalidade de utilização e processo tecnológico? Há ainda usos cujo enquadramento como execução pública não parece suscitar controvérsias, como a transmissão por streaming de performances ao vivo. É de se salientar ainda que seja do ponto de vista das músicas inseridas nas obras audiovisuais e jogos eletrônicos distribuídos via internet, seja do ponto de vista dos direitos sobre as obras audiovisuais e games em si, as questões apontadas acima sobre como a Lei 9.610/1998 possibilita seu enquadramento enseja toda uma série de novas questões que devem ser debatidas tendo em mente uma regulação sobre a gestão coletiva no ambiente digital. O mesmo se pode dizer das transmissões de obras dramáticas e de qualquer utilização de obras musicais, fonogramas e interpretações e execuções que envolvam imagem em movimento, ainda que tais imagens não sejam obras audiovisuais. Quais os direitos envolvidos, quais deles são ou devem ser geridos por meio de gestão coletiva e quem são os seus titulares são questões que devem ser reguladas. Há ainda a questão da titularidade do repertório para cada um dos direitos eventualmente utilizados no ambiente digital. Como tratar, do ponto de vista da 4

5 gestão coletiva, das autorizações dadas por titulares que não representam a totalidade dos direitos sobre os repertórios é uma questão que também deve ser enfrentada. As obras que tradicionalmente são comercializadas por meio de impressão e distribuição, como obras literárias, jornais e revistas, também têm sido largamente utilizadas no ambiente digital. Há modelos de negócios baseados no download, como no caso das obras literárias, que o raciocínio apontado anteriormente parece se aplicar perfeitamente. Mas seriam esses usos objetos de gestão coletiva ou de gestão individual? E no caso de comercialização de partes (capítulos, artigos, etc.) de obras literárias? Seria a gestão coletiva uma alternativa viável? O mesmo se pode indagar a respeito dos periódicos como jornais e revistas. A sua utilização por meios de comunicação baseados na internet, para além dos usos permitidos no capítulo das limitações aos direitos autorais, seria passível de gestão coletiva? Se sim, como viabilizar isso? O arcabouço jurídico vigente no Brasil oferece, portanto, uma gama de possibilidades quanto ao enquadramento dos usos em plataforma digital e, consequentemente, às habilitações necessárias para realizar a cobrança nesse meio. Fica claro, portanto, que é necessário haver um entendimento comum entre todos os envolvidos no tocante à tipificação jurídica dos usos das obras no ambiente digital. Disso decorrem dúvidas quanto ao processo de habilitação para a cobrança por meio da gestão coletiva de direitos autorais na Internet. O 2º do art. 3º do Decreto nº 8.469, de 2015, determina que a habilitação deve ser requerida para cada uma das atividades de cobrança de acordo com as modalidades de utilização vistas como independentes entre si. Como não há definição clara e única para as utilizações na Internet, questiona-se qual tipo de habilitação poderia ser conferida aos entes que desejam realizar a cobrança por obras transmitidas em meio digital. Além disso, o disposto no artigo 4º do Decreto 8469/15 e no artigo 5º da Instrução Normativa MinC nº 3, de 7 de julho de 2015, estipulam que um associação somente será habilitada a realizar cobrança da mesma natureza que a realizada por outras associações se o número de seus associados ou de suas obras administradas corresponder a no mínimo dez por cento do total relativo às associações já habilitadas. Assim, como aplicar essa 5

6 regra se os usos no ambiente digital forem enquadrados como os mesmos que aqueles do mundo analógico/físico? Isso parece indicar a necessidade de se tratar as habilitações para a gestão coletiva no ambiente digital de forma autônoma e separada das habilitações direcionadas à gestão coletiva de usos tradicionais no mundo físico/analógico, ainfda que nominalmente os direitos sejam os mesmos. Indaga-se, de qualquer maneira, quais são os direitos patrimoniais envolvidos nas novas utilizações propiciadas pela Internet e quem seriam os titulares desses direitos. Outra dificuldade refere-se à aplicação dos critérios de proporcionalidade da cobrança. Segundo o art. 98 4º da Lei 9.610/1998, a proporcionalidade da cobrança deve considerar o grau de utilização das obras e fonogramas além da importância da utilização para o exercício das atividades e as particularidades de cada setor conforme disposto em regulamento. O Decreto 8469/2015, por sua vez, estabelece os seguintes critérios: a importância ou relevância da utilização das obras e fonogramas para a atividade fim do usuário, a limitação do poder de escolha do usuário sobre o repertório a ser utilizado, a região da utilização das obras e fonogramas, a utilização feita por entidades beneficentes de assistência social e a utilização feita por emissoras de televisão ou rádio públicas, estatais, comunitárias, educativas ou universitárias (Capítulo II, art. 9º). Indaga-se em que medida essas regras poderiam ser aplicadas ao ambiente digital. Questiona-se, portanto, como aplicar a proporcionalidade nesse novo meio. Por fim, há incerteza em relação em à adaptação do tradicional modelo de negócios no meio digital. Se, por um lado, a Internet foi inicialmente vista como um espaço potencial para promover a relação direta entre criador e usuário final, essa perspectiva não se realizou, pois surgiram cada vez mais novos intermediários. Cabe questionar, portanto, qual o papel dos agregadores nessa nova realidade, principalmente no que tange aos interesses dos autores e artistas e à relação desses intermediários com a gestão coletiva e os usuários. Em suma, tendo em vista as várias possibilidades de enquadramento legal, é preciso rediscutir gestão coletiva e sua relação com as novas tecnologias e serviços propiciados pelo ambiente digital, principalmente no que concerne a novos regulamentos para lidar com essa realidade. 6

7 CONCLUSÃO Uma vez que o próprio Decreto 8.469/2015 prevê a edição de atos complementares para sua execução, as discussões podem gerar alternativas ao atual arcabouço jurídico, o qual possibilita várias interpretações para o enquadramento dos usos no ambiente digital. Ou seja, em um primeiro momento, para garantir segurança jurídica a todos os envolvidos com os negócios no ambiente digital, o MinC pretende editar atos complementares no tocante à gestão coletiva de direitos autorais. Em momento posterior, pretende-se discutir alterações na legislação de modo a solidificar entendimento mais claro acerca dos direitos autorais no ambiente digital. O MINC QUER SABER SUA OPINIÃO. Qual habilitação deve ser utilizada para o ambiente digital? Específica, independentemente do uso ser praticado também em meios analógicos e físicos? Dentre as possibilidades existentes de enquadramento legal, quais direitos estão envolvidos no download e quais estão envolvidos no streaming? E no caso do armazenamento em nuvem? Quais direitos devem ser regidos por gestão coletiva e por gestão individual em cada uma dessas modalidades de negócio do ambiente digital? Quem são os titulares? Como lidar com autorizações dadas por titulares que não representam a totalidade dos direitos sobre os repertórios? Como tratar dos direitos sobre as músicas, interpretações, execuções e fonogramas inseridos em obras audiovisuais, games ou outras produções audiovisuais que não possam ser enquadradas como obras? E no caso de obras dramáticas e sua 7

8 utilização na internet? Quais os titulares dos direitos de todas essas utilizações? E no caso de utilização de textos, notícias, artigos de periódicos e revistas? São utilizações que devem ser geridas por meio de gestão coletiva? É possível haver gestão coletiva para obras literárias no ambiente digital? Sobre quais tipos de uso? Quais são as particularidades do digital a serem observadas na cobrança feitas por entidades de gestão coletiva? Como aplicar os critérios de proporcionalidade? Como tratar os usos digitais simultâneos ao analógico? Qual a relação entre agregadores, criadores, gestão coletiva e usuários? Como garantir segurança jurídica para todos os envolvidos com o atual arcabouço jurídico? Que tipo de entendimento comum pode ser feito? ENVIE SUA COLABORAÇÃO PARA 8

Ilma. Superintendente de Educação, Sra. Indira dos Reis Silva

Ilma. Superintendente de Educação, Sra. Indira dos Reis Silva Processo Administrativo n 07204/2010 Interessado: Secretaria Municipal de Educação Assunto: Exibição de Material Audiovisual e Textual na Rede Escolar Propriedade Intelectual. Direito Autoral. Lei nº.

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 1.513, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira)

PROJETO DE LEI N.º 1.513, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 1.513, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira) Dispõe sobre a política de contratação e licenciamento de obras intelectuais subvencionadas pelos entes do Poder Público e

Leia mais

Ministério da Educação SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO

Ministério da Educação SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO Ministério da Educação SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO EDITAL nº 2, DE 26 DE MAIO DE 2015 CONCESSÃO DA MEDALHA PAULO FREIRE A Secretaria de Educação Continuada,

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA juridico@sinprors.org.br Eixos para Discussão - bases legislativas; - enquadramento profissional e a questão das tutorias; - a natureza do contrato de

Leia mais

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z O Projeto de Lei 7.168/2014 avança na construção de um novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. Ele trata das relações entre Estado e OSCs e estabelece

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 148 - Data 3 de junho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA CNPJ. INSCRIÇÃO. ENTIDADES RELIGIOSAS.

Leia mais

Ao Ilmo. Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio Prezado Sr. Rômulo Mello

Ao Ilmo. Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio Prezado Sr. Rômulo Mello Rio de Janeiro, 27 de junho de 2011. Ao Ilmo. Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio Prezado Sr. Rômulo Mello Encaminhamos, em função da Consulta Pública, a minuta

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL MOSTRA DE ENSAIOS E SABORES AUDIOVISUAIS - MESA

REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL MOSTRA DE ENSAIOS E SABORES AUDIOVISUAIS - MESA REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL MOSTRA DE ENSAIOS E SABORES AUDIOVISUAIS - MESA Este Concurso Cultural, denominado Mostra de Ensaios e Sabores Audiovisuais- MESA" (Concurso) é promovido pela INFOGLOBO COMUNICAÇÃO

Leia mais

VI FÜrum de EaD. De Joinville p/ JaguarÄo, 26 de fevereiro de 2013. Profa. Dra. Patrícia de Oliveira Areas

VI FÜrum de EaD. De Joinville p/ JaguarÄo, 26 de fevereiro de 2013. Profa. Dra. Patrícia de Oliveira Areas VI FÜrum de EaD De Joinville p/ JaguarÄo, 26 de fevereiro de 2013. Profa. Dra. Patrícia de Oliveira Areas U ni versi d ad e d a Re g i Äo d e J o i nvi l l e U N IVILLE P r o f e sso r a no Depar tame

Leia mais

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL JUNTO ao IFC

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL JUNTO ao IFC ORDEM DE SERVIÇO CONJUNTA Nº 01/GR/PF-IFC, de 04 DE DEZEMBRO DE 2013. O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE E O PROCURADOR-CHEFE DA PROCURADORIA FEDERAL JUNTO AO IF

Leia mais

Contrato de Confidencialidade e Autorização para Divulgação de Informações dos Usuários BIVA SERVIÇOS FINANCEIROS S.A.

Contrato de Confidencialidade e Autorização para Divulgação de Informações dos Usuários BIVA SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. Contrato de Confidencialidade e Autorização para Divulgação de Informações dos Usuários BIVA SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. 1. Quem somos Biva Serviços Financeiros S.A. ( BIVA ) é uma plataforma online de prestação

Leia mais

Concurso Cultural de Vídeo Amador Como seria o mundo sem regras CESSÃO DE DIREITOS E OUTRAS AVENÇAS

Concurso Cultural de Vídeo Amador Como seria o mundo sem regras CESSÃO DE DIREITOS E OUTRAS AVENÇAS Concurso Cultural de Vídeo Amador Como seria o mundo sem regras CESSÃO DE DIREITOS E OUTRAS AVENÇAS CEDENTE: (Autor VÍDEO) RG: CPF: Endereço: Cidade/UF: TÍTULO VÍDEO: DO CO-AUTORES: 1 - Associação Tela

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais Presidência Controladoria Interna PLANO DIRETOR CONTROLE INTERNO 2013-2014

Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais Presidência Controladoria Interna PLANO DIRETOR CONTROLE INTERNO 2013-2014 PLANO DIRETOR DE CONTROLE INTERNO 2013-2014 SUMÁRIO Pág. 1. INTRODUÇÃO 02 2. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO 02 2.1 Conceituação 02 2.2. Marco legal 04 3. O CONTROLE INTERNO NO ÂMBITO DO TCEMG 4. CONTROLADORIA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS PERGUNTAS E RESPOSTAS ASSUNTO: REP REGISTRADOR ELETRÔNICO DE PONTO 2. Quando a portaria entra em vigor? Na data de sua publicação, 25/08/2009, exceto para o uso do REP, que se tornará obrigatório no dia

Leia mais

Sobre o Direito Autoral dos Arquitetos, Urbanistas e Designers

Sobre o Direito Autoral dos Arquitetos, Urbanistas e Designers Sobre o Direito Autoral dos Arquitetos, Urbanistas e Designers Arq. Paulo Ormindo de Azevedo O direito autoral dos arquitetos e urbanistas tem especificidades que o distingue do de outros artistas como

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moysés Vianna Unidade Central de Controle Interno

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moysés Vianna Unidade Central de Controle Interno ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moysés Vianna Unidade Central de Controle Interno INSTRUÇÃO NORMATIVA UCCI N 002/2012 VERSÃO 01 ASSUNTO: Regulamenta o

Leia mais

REGULAMENTO E PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO NA PÓS-GRADUAÇÃO Para turmas iniciadas em 2013.

REGULAMENTO E PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO NA PÓS-GRADUAÇÃO Para turmas iniciadas em 2013. REGULAMENTO E PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO NA PÓS-GRADUAÇÃO Para turmas iniciadas em 2013 Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento disciplina

Leia mais

Lei nº 17.079 (DOE 8636 - Data 23 de janeiro de 2012) A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei:

Lei nº 17.079 (DOE 8636 - Data 23 de janeiro de 2012) A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei: Lei nº 17.079 (DOE 8636 - Data 23 de janeiro de 2012) Dispõe sobre a informatização dos processos administrativos de qualquer natureza, no âmbito da Secretaria de Estado da Fazenda. A Assembleia Legislativa

Leia mais

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 68

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 68 CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 68 O Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Fundos de Investimento, no exercício das atribuições a ele conferidas

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 49.111, DE 16 DE MAIO DE 2012. (publicado no DOE nº 095, 17 de maio de 2012) Regulamenta, no âmbito da Administração Pública Estadual, a Lei Federal nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, que

Leia mais

REGULAMENTO DO MARGINALIA+LAB 1 O QUE É O MARGINALIA+LAB

REGULAMENTO DO MARGINALIA+LAB 1 O QUE É O MARGINALIA+LAB 1 / 6 REGULAMENTO DO MARGINALIA+LAB 1 O QUE É O MARGINALIA+LAB 1.1. Marginalia+Lab é um laboratório de criação colaborativa na área de arte e tecnologia que funcionará no Prédio da Faculdade de Filosofia

Leia mais

2º SEMINÁRIO ANUAL DE SERVIDORES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL 2º SAS/VIVER IFRS REGULAMENTO GERAL

2º SEMINÁRIO ANUAL DE SERVIDORES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL 2º SAS/VIVER IFRS REGULAMENTO GERAL 2º SEMINÁRIO ANUAL DE SERVIDORES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL 2º SAS/VIVER IFRS REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º - Este REGULAMENTO tem

Leia mais

PROJETO DE LEI N., DE DE FEVEREIRO DE 2007. (Do Senhor Dep. Paulo Bornhausen) CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

PROJETO DE LEI N., DE DE FEVEREIRO DE 2007. (Do Senhor Dep. Paulo Bornhausen) CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PROJETO DE LEI N., DE DE FEVEREIRO DE 2007. (Do Senhor Dep. Paulo Bornhausen) Dispõe sobre a organização e exploração das atividades de comunicação social eletrônica e dá outras providências. CAPÍTULO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 200, DE 25 DE AGOSTO DE 2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 200, DE 25 DE AGOSTO DE 2015 Publicada no Boletim de Serviço, n. 9, p. 10-14 em 8/9/2015. INSTRUÇÃO NORMATIVA N 200, DE 25 DE AGOSTO DE 2015 Dispõe sobre a Política de Desenvolvimento de Coleções da Biblioteca Ministro Victor Nunes

Leia mais

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 Disciplina a celebração de convênios e operações de crédito com previsão de ingresso de recursos financeiros que beneficiem órgãos e entidades da Administração

Leia mais

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS PORTARIA ANVISA Nº 617, DE 30 DE AGOSTO DE 2007 DOU 03.09.2007 Dispõe sobre a Política de Atendimento ao Público da Agência Nacional

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO N o 24/2012, DO CONSELHO DE GRADUAÇÃO Aprova as Normas Gerais de Estágio de Graduação da Universidade Federal de Uberlândia, e dá outras providências. O CONSELHO DE GRADUAÇÃO DA, no uso das competências

Leia mais

Considerando a importância da divulgação de imagens das unidades de conservação para sensibilização da sociedade sobre o tema;

Considerando a importância da divulgação de imagens das unidades de conservação para sensibilização da sociedade sobre o tema; PORTARIA Nº 19/2011 O PRESIDENTE DO INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE INSTITUTO CHICO MENDES, nomeado pela Portaria nº 532, de 30 de julho de 2008, da Ministra de Estado Chefe da

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº-1, DE 25 DE JANEIRO DE 2013

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº-1, DE 25 DE JANEIRO DE 2013 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº-1, DE 25 DE JANEIRO DE 2013 O PRESIDENTE SUBSTITUTO DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS

Leia mais

Ministério da Cultura Estrutura Organizacional e Competências. Professor Francisco Carlos M. da Conceição

Ministério da Cultura Estrutura Organizacional e Competências. Professor Francisco Carlos M. da Conceição Ministério da Cultura Estrutura Organizacional e Competências Professor Francisco Carlos M. da Conceição DECRETO Nº 6.835, DE 30 DE ABRIL DE2009. Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo

Leia mais

SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 13 DE ABRIL DE 2015

SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 13 DE ABRIL DE 2015 SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 13 DE ABRIL DE 2015 Estabelece orientações aos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - Sipec sobre

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI nº 4.804-B, de 2001 (Apensos Projetos de Lei nºs 7.277, de 2002; 1.156, de 2003; 1.784, de 2003; 4.347, de 2004; 3.632, de 2008; e 6.249, de 2009) Dispõe

Leia mais

FUNDO GARANTIDOR DE PARCERIAS PUBLICO- PRIVADAS

FUNDO GARANTIDOR DE PARCERIAS PUBLICO- PRIVADAS Unidade Auditada: FUNDO GARANTIDOR DE PARCERIAS PUBLICO- PRIVADAS Exercício: 2012 Processo: 00190.008390/2013-07 Município: Brasília - DF Relatório nº: 201306079 UCI Executora: SFC/DEFAZ - Coordenação-Geral

Leia mais

O Prefeito Constitucional de Picuí/PB, usando de suas atribuições legais,

O Prefeito Constitucional de Picuí/PB, usando de suas atribuições legais, DECRETO Nº 012, de 05 de agosto de 2009. DISPÕE SOBRE O USO DOS SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET AOS ÓRGÃOS E DEPARTAMENTOS QUE INTEGRAM A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DE PICUÍ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito

Leia mais

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO Preâmbulo A Universidade do Porto, doravante designada UP, considera que a protecção e valorização dos resultados de I&D e de outras actividades

Leia mais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais Fl. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais PORTARIA CARF Nº 64, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos do Conselho Administrativo de Recursos

Leia mais

Apoiando Entidades EXTRAÍDO

Apoiando Entidades EXTRAÍDO Apoiando Entidades EXTRAÍDO ANO CXLIII N.º 138 - BRASÍLIA - DF, 20 DE JULHO DE 2006. REPRODUZIDO DE CONFORMIDADE COM A PORTARIA 209 DE 10.09.2003/I.N. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA

Leia mais

MINUTA REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DO SERVIDOR EM CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DO IFFLUMINENSE APRESENTAÇÃO

MINUTA REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DO SERVIDOR EM CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DO IFFLUMINENSE APRESENTAÇÃO MINUTA REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DO SERVIDOR EM CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DO IFFLUMINENSE APRESENTAÇÃO O Servidor em Cargos Técnico-Administrativos em Educação possui peculiaridades

Leia mais

BRA/07/002 CONTRATAÇÃO DE CONSULTORES

BRA/07/002 CONTRATAÇÃO DE CONSULTORES MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SECRETARIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO COORDENAÇÃO-GERAL DE MUDANÇAS GLOBAIS DE CLIMA PROCESSO SELETIVO 23/2014 Projeto PNUD BRA/07/002

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO INSTITUTO FEDERAL DE RONDÔNIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO INSTITUTO FEDERAL DE RONDÔNIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO INSTITUTO FEDERAL

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 51.484, 15 DE MAIO DE 2014. (publicado no DOE nº 92, de 16 de maio de 2014) Aprova o Regimento Interno

Leia mais

MINISTÉRIO DA CULTURA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural - SID Telefone: 3316-2102 Fax: (61) 3316-2023

MINISTÉRIO DA CULTURA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural - SID Telefone: 3316-2102 Fax: (61) 3316-2023 MINISTÉRIO DA CULTURA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural - SID Telefone: 3316-2102 Fax: (61) 3316-2023 Nota Técnica nº /2009/SID/MinC Em, de abril de 2009 Ao Sr. Chefe de Gabinete CG/SE/MinC

Leia mais

PODER EXECUTIVO MUNICIPAL DE ITIQUIRA- MT

PODER EXECUTIVO MUNICIPAL DE ITIQUIRA- MT INSTRUÇÃO NORMATIVA SCS Nº 002/2012, DE 31 DE OUTUBRO DE 2012. Versão nº 01 Aprovação em: 31/10/2012 Ato de Aprovação: Decreto Municipal nº 053/2012 Unidade Responsável: Departamento de Comunicação I -

Leia mais

Registros de Programas de Computador

Registros de Programas de Computador Curso de Capacitação de Gestores de Tecnologia em Propriedade Intelectual Registros de Programas de Computador Maria Alice Camargo Calliari Coordenadora Geral de Outros Registros Diretoria de Transferência

Leia mais

A Coordenação de Estágios informa:

A Coordenação de Estágios informa: A Coordenação de Estágios informa: I Informações gerais e Dúvidas frequentes sobre o Estágio: Tudo que você precisa saber sobre a nova lei de estágio 1. O que é o estágio? A Lei nº 11.788, de 25 de setembro

Leia mais

DECRETO Nº 14.066, DE 11 DE AGOSTO DE 2010

DECRETO Nº 14.066, DE 11 DE AGOSTO DE 2010 Sumário: Decreto Municipal nº14.066, de 11 de Agosto de 2.010, que regulamenta a lei municipal nº9.952/10, que institui a Operação Urbana de Estímulo ao Desenvolvimento da Infraestrutura de Saúde, de Turismo

Leia mais

INTERESSADO: Centro de Treinamento e Desenvolvimento CETREDE

INTERESSADO: Centro de Treinamento e Desenvolvimento CETREDE INTERESSADO: Centro de Treinamento e Desenvolvimento CETREDE EMENTA: Recredencia o Centro de Treinamento e Desenvolvimento CETREDE, e renova o reconhecimento dos cursos de Técnico em Transações Imobiliárias

Leia mais

I Concurso de Fotografia Regulamento

I Concurso de Fotografia Regulamento I Concurso de Fotografia Regulamento A PRAIA É NOSSA O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) torna público a abertura do período de inscrições para o I Concurso de Fotografia Ambiental

Leia mais

REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Cadastro Nacional de Empresas Comprometidas

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2012

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2012 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2012 Dispõe sobre normas gerais referentes a aspectos das políticas urbana, ambiental e de saúde associadas à instalação de infraestrutura de telecomunicações no País. O

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira)

PROJETO DE LEI N o, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira) PROJETO DE LEI N o, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira) Dispõe sobre a política de contratação e licenciamento de obras intelectuais subvencionadas pelos entes do Poder Público e pelos entes de Direito Privado

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM N.º 411, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004. Altera a Instrução CVM n o 409, de 18 de agosto de 2004.

INSTRUÇÃO CVM N.º 411, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004. Altera a Instrução CVM n o 409, de 18 de agosto de 2004. INSTRUÇÃO CVM N.º 411, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004 Altera a Instrução CVM n o 409, de 18 de agosto de 2004. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado, em reunião

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 109, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 109, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS DEPARTAMENTO NACIONAL DE REGISTRO DO COMÉRCIO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 109, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Dispõe

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 332, DE 2014 Altera a Lei nº 12.485, de 12 de setembro de 2011, para inserir o conceito de Rede Nacional e Estação de Abrangência Nacional e estabelecer obrigação de carregamento

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 16/05/2013 RESOLUÇÃO Nº 89/2013 EMENTA: Dispõe sobre a classificação

Leia mais

LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007

LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007 LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007 Autoria: Poder Legislativo Institui e regulamenta o uso do Vale-Transporte no Município de Lucas do Rio Verde - MT. O Prefeito do Município de Lucas do Rio Verde,

Leia mais

Festival Estudantil de Teatro (Feste)

Festival Estudantil de Teatro (Feste) Festival Estudantil de Teatro (Feste) O que é O projeto Festival Estudantil de Teatro (Feste) trata-se de experiências em políticas culturais com a juventude estudantil, para avivar o debate e incrementar

Leia mais

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica:

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica: REGULAMENTO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DO IFRR N A regulamentação geral de estágio tem por objetivo estabelecer normas e diretrizes gerais que definam uma política

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI

MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI O CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso de suas atribuições e competências que lhe foram concedidas pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentadas

Leia mais

REGULAMENTO DA 2ª FENACEB FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

REGULAMENTO DA 2ª FENACEB FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica REGULAMENTO DA 2ª FENACEB FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA I - CONCEITO, DENOMINAÇÃO, REALIZAÇÃO Art. 1º A 2ª Feira Nacional de Ciências

Leia mais

III CONCURSO DE FOTOGRAFIA FAE

III CONCURSO DE FOTOGRAFIA FAE III CONCURSO DE FOTOGRAFIA FAE REGULAMENTO Um olhar para o futuro I PROMOÇÃO E REALIZAÇÃO A. O Concurso de Fotografia da FAE é uma iniciativa promovida pela Coordenação do Núcleo Cultural do Programa de

Leia mais

Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste

Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste Educação à Distância no Território Nacional: desafios e perspectivas Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br

Leia mais

3. O que é estágio não obrigatório? É uma atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. ( 2º do art. 2º da Lei nº 11.

3. O que é estágio não obrigatório? É uma atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. ( 2º do art. 2º da Lei nº 11. 1. O que é o estágio? A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o estágio como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho

Leia mais

DIREITOS AUTORAIS E ACESSO À CULTURA São Paulo, agosto de 2008 MESA 2 LIMITAÇÕES E EXCEÇÕES DA LEI

DIREITOS AUTORAIS E ACESSO À CULTURA São Paulo, agosto de 2008 MESA 2 LIMITAÇÕES E EXCEÇÕES DA LEI DIREITOS AUTORAIS E ACESSO À CULTURA São Paulo, agosto de 2008 MESA 2 LIMITAÇÕES E EXCEÇÕES DA LEI O SR. GUILHERME CARBONI (Instituto de Direito do Comércio Internacional e Desenvolvimento): Gostaria de

Leia mais

MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL

MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL O QUE MUDA COM O NOVO MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL LEI N. 13.019/2014 REALIZAÇÃO INSTITUTO ATUAÇÃO ELABORAÇÃO Porf. Dr. FERNANDO BORGES MÂNICA DISTRIBUIÇÃO INSTITUTO GRPCom O QUE

Leia mais

NORMATIVO SARB 010/2013, de 27.06.2013

NORMATIVO SARB 010/2013, de 27.06.2013 NORMATIVO SARB 010/2013, de 27.06.2013 O Sistema de Autorregulação Bancária da Federação Brasileira de Bancos - FEBRABAN institui o NORMATIVO DE CRÉDITO RESPONSÁVEL e estabelece um programa com diretrizes

Leia mais

TERMO DE USO - SERVIÇO VIVO FOTO REVISTA

TERMO DE USO - SERVIÇO VIVO FOTO REVISTA TERMO DE USO - SERVIÇO VIVO FOTO REVISTA As disposições abaixo regulam a utilização do serviço VIVO FOTO REVISTA ( Serviço ) ofertado pela VIVO ( VIVO ) ao CLIENTE VIVO MÓVEL ( Cliente ), o qual antes

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VITÓRIA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 06/99

PREFEITURA MUNICIPAL DE VITÓRIA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 06/99 RESOLUÇÃO Nº 06/99 Fixa normas para educação infantil no Sistema Municipal de Ensino do Município de Vitória O DE VITÓRIA (ES) no uso de suas atribuições legais, RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Leia mais

Estado do Piauí Tribunal de Contas

Estado do Piauí Tribunal de Contas RESOLUÇÃO TCE N O 08/2015, de 12 de março de 2015. Disciplina a utilização dos recursos de Tecnologia da Informação no Tribunal de Contas do Estado do Piauí O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO PIAUÍ, no

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRIPÁ ESTADO DA BAHIA C.N.P.J. 13.694.658/0001-92

PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRIPÁ ESTADO DA BAHIA C.N.P.J. 13.694.658/0001-92 Decreto n 015/2015 Piripá, 19 de maio de 2015. Regulamenta o gerenciamento da Nota Fiscal Eletrônica de Serviços - NFS-e Sped, sua escrituração, a emissão de guia de recolhimento do Imposto sobre Serviços

Leia mais

REGULAMENTO 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO ENGENHARIA DE ENERGIAS RENOVÁVEIS Foz do Iguaçu PR

REGULAMENTO 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO ENGENHARIA DE ENERGIAS RENOVÁVEIS Foz do Iguaçu PR REGULAMENTO 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO ENGENHARIA DE ENERGIAS RENOVÁVEIS Foz do Iguaçu PR Ministério da Educação 1 Disposições Gerais O presente regulamento tem por objetivo estabelecer os critérios

Leia mais

Apresentação da Superintendência de Registro - SRE

Apresentação da Superintendência de Registro - SRE Apresentação da Superintendência de Registro - SRE Seminário SIAESP Agosto de 2013 andre.marques@ancine.gov.br Principais Atribuições Promover o registro e a classificação de agentes econômicos e obras

Leia mais

Decreto n 7.084/2010 Programa Nacional do Livro- Didático PNLD.

Decreto n 7.084/2010 Programa Nacional do Livro- Didático PNLD. Decreto n 7.084/2010 Programa Nacional do Livro- Didático PNLD. DECRETO Nº 7.084, DE 27 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os programas de material didático e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS PORTARIA Nº 160, DE 5 DE MARÇO DE 2013 Dispõe sobre a habilitação das instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio e sobre a adesão das respectivas mantenedoras

Leia mais

RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO NO SUBTEMA PREVENÇÃO

RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO NO SUBTEMA PREVENÇÃO RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO NO SUBTEMA PREVENÇÃO Coordenadora Deputada Aline Corrêa Membros: Deputados Áureo e William Dib Propostas do grupo de trabalho sobre prevenção A partir dos trabalhos realizados

Leia mais

Relatório Final da Subcomissão Especial de Rádio Digital destinada a estudar e avaliar o modelo de rádio digital a ser adotado no Brasil.

Relatório Final da Subcomissão Especial de Rádio Digital destinada a estudar e avaliar o modelo de rádio digital a ser adotado no Brasil. COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA Relatório Final da Subcomissão Especial de Rádio Digital destinada a estudar e avaliar o modelo de rádio digital a ser adotado no Brasil. Presidente:

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 005/99, de 17 de Dezembro de 1999.

LEI COMPLEMENTAR Nº 005/99, de 17 de Dezembro de 1999. LEI COMPLEMENTAR Nº 005/99, de 17 de Dezembro de 1999. Dispõe sobre a Reorganização da Estrutura Administrativa do Poder Executivo do Município de Chapadão do Sul (MS), e dá outras providências. O Prefeito

Leia mais

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004 HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 REVOGADA RESOLUÇÃO Nº 145/04 Palmas, 08 de dezembro de 2004 Fixa normas para criação e autorização de funcionamento de instituições de educação

Leia mais

Com relação aos Compromissos Nacionais

Com relação aos Compromissos Nacionais Plano de Ação México Com relação aos Compromissos Nacionais 1. Nos último anos, o Ministério da Cultura do Brasil (MinC) vem debatendo com especial ênfase o impacto econômico propiciado pela música na

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº.../2010

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº.../2010 PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº.../2010 Revoga a Resolução Legislativa 02/2001 e disciplina a administração o e o funcionamento da TV Câmara Santa Maria. Art. 1º - Esta resolução disciplina os objetivos, os princípios,

Leia mais

SECRETARIA DA HABITAÇÃO Casa Paulista Agência Paulista de Habitação Social

SECRETARIA DA HABITAÇÃO Casa Paulista Agência Paulista de Habitação Social CONSELHO GESTOR DO FUNDO PAULISTA DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL CGFPHIS DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 005, DE 20 DE MARÇO DE 2012. Aprova a implantação do Programa de Apoio Financeiro Complementar

Leia mais

Lei da Cópia Privada

Lei da Cópia Privada Lei da Cópia Privada 2 O presente documento não dispensa a consulta do diploma publicado no Diário da República. LEI DA CÓPIA PRIVADA Lei da Cópia Privada Versão Consolidada www.vda.pt 3 ÍNDICE 1. Lei

Leia mais

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE ESTÁGIO

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE ESTÁGIO LEI N.º 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio

Leia mais

ENCONTRO REGIONAL DO CONGEMAS REGIÃO NORTE

ENCONTRO REGIONAL DO CONGEMAS REGIÃO NORTE Secretaria Nacional de Assistência Social Fundo Nacional de Assistência Social ENCONTRO REGIONAL DO CONGEMAS REGIÃO NORTE Apresentação dos principais pontos da Portaria MDS nº 113/2015. DO QUE TRATA A

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Aprova o regulamento que disciplina a prestação de serviço de pagamento no âmbito dos arranjos de pagamentos integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 4.481, DE 2012 VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO ROBERTO SANTIAGO

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 4.481, DE 2012 VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO ROBERTO SANTIAGO COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 4.481, DE 2012 Dispõe sobre o exercício domiciliar de profissão liberal (home office). Autor: SENADO FEDERAL Relatora: Deputada

Leia mais

ÍNDICE. Í ndice. Í. Finalidades 1 ÍÍ. Crite rios de arrecadaça o e distribuiça o 2 ÍÍÍ. Disposiço es finais 4

ÍNDICE. Í ndice. Í. Finalidades 1 ÍÍ. Crite rios de arrecadaça o e distribuiça o 2 ÍÍÍ. Disposiço es finais 4 REGULAMENTO REGULAMENTO PARA LICENCIAMENTO, ARRECADAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DIREITOS DE REPRODUÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E COMUNICAÇÃO AO PÚBLICO PARA SERVIÇOS DE ASSINATURA INTERATIVOS DE OFERTA DE OBRAS MUSICAIS

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PROPOSTA DE RESOLUÇÃO Regulamenta a Lei Estadual nº 11.170/2008, dispondo sobre a progressão funcional dos servidores no âmbito do Poder Judiciário do Estado da Bahia. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA

Leia mais

MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG

MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG Regulamenta o processo de implementação e avaliação da flexibilização da jornada de trabalho dos servidores técnico-administrativos

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 13, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 Dispõe sobre a documentação para regularização de equipamentos médicos das Classes de Risco I e II. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O presente Regulamento

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DECRETO Nº 1.153, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2015. Aprova o Regimento Interno do Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas do município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso das atribuições

Leia mais

PROTEÇÃO AO PROGRAMA DE COMPUTADOR. Divisão de Registro de Programas de Computador e Topografia de Circuitos DICIG / CGIR / DIPTO

PROTEÇÃO AO PROGRAMA DE COMPUTADOR. Divisão de Registro de Programas de Computador e Topografia de Circuitos DICIG / CGIR / DIPTO PROTEÇÃO AO PROGRAMA DE COMPUTADOR Divisão de Registro de Programas de Computador e Topografia de Circuitos DICIG / CGIR / DIPTO PROPRIEDADE INDUSTRAL PROPRIEDADE INTELECTUAL DIREITO AUTORAL PROTEÇÃO SUI

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.681, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.681, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.681, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Dispõe sobre o gerenciamento de riscos, os requerimentos mínimos de patrimônio, a governança de instituições de pagamento, a preservação do valor e da liquidez

Leia mais

Vigilância IP Axis. Infinitas possibilidades para a vigilância por vídeo.

Vigilância IP Axis. Infinitas possibilidades para a vigilância por vídeo. Vigilância IP Axis. Infinitas possibilidades para a vigilância por vídeo. Desafios da vigilância por vídeo hoje O mercado de vigilância por vídeo está crescendo, impulsionado por preocupações de segurança

Leia mais

REGULAMENTO. 10º Prêmio de Responsabilidade Social

REGULAMENTO. 10º Prêmio de Responsabilidade Social REGULAMENTO 10º Prêmio de Responsabilidade Social I DA INSTITUIÇÃO DA PREMIAÇÃO II DAS CATEGORIAS III DAS INSCRIÇÕES IV DOS PROJETOS V DO JULGAMENTO VI DAS DATAS VII DA COORDENAÇÃO I DA INSTITUIÇÃO DA

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE EDUCAÇÃO SEMIPRESENCIAL (CEAD) CAPÍTULO I. Da Natureza e Finalidades

REGULAMENTO DO CENTRO DE EDUCAÇÃO SEMIPRESENCIAL (CEAD) CAPÍTULO I. Da Natureza e Finalidades REGULAMENTO DO CENTRO DE EDUCAÇÃO SEMIPRESENCIAL (CEAD) CAPÍTULO I Da Natureza e Finalidades Art. 1º A educação semipresencial é a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos

Leia mais

COMISSÃO DE PARTICIPAÇÃO LEGISLATIVA ANTEPROJETO DE LEI SOBRE A INFORMATIZAÇÃO DO PROCESSO JUDICIAL

COMISSÃO DE PARTICIPAÇÃO LEGISLATIVA ANTEPROJETO DE LEI SOBRE A INFORMATIZAÇÃO DO PROCESSO JUDICIAL COMISSÃO DE PARTICIPAÇÃO LEGISLATIVA ANTEPROJETO DE LEI SOBRE A INFORMATIZAÇÃO DO PROCESSO JUDICIAL Dispõe sobre a informatização do processo judicial e dá outras providências Autor: AJUFE - Associação

Leia mais