MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS"

Transcrição

1 DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS Nota Técnica /2005/SDE/DPDE/CGAJ Data: de setembro de 2005 Protocolado: / Natureza: Processo Administrativo Representante: José de Jesus Fernandes Costa Representada: Unimed Nova Friburgo Advogado(s): Reginaldo Ferreira Lima e Outro Assunto : Exigência de exclusividade na prestação de serviços médicos dos cooperados Senhor Coordenador Geral, I. RELATÓRIO 1. Em 25 de setembro de 2003, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, por meio do Ofício nº 2278/2003-Ass/Gab/Pres, remeteu a esta Secretaria de Direito Econômico cópia do Inquérito Civil nº 031/03, que lhe foi enviada pela Procuradoria da República no Município de Nova Friburgo, instaurado em face da denúncia formulada pelo Sr. José de Jesus Fernandes Costa em desfavor da Unimed de Nova Friburgo e da GS Plano Global de Saúde, solicitando providências no sentido de apurar a conduta. 2. Extrai-se do Inquérito Civil (fls. 07/29) que: A Amil Assistência Médica, plano de saúde ao qual o representante é associado, não estaria conseguindo formar sua rede credenciada (clínicas, médicos e laboratórios) tendo em vista que a Unimed e a Global Saúde, sendo este último um plano de saúde do Hospital São Lucas, não permitem que seus credenciados prestem serviços a outros planos de saúde; Em virtude disso, o representante não consegue atendimento, uma vez que há carência de médicos em diversas especialidades. Somente a Unimed e a Esplanada dos Ministérios Bloco T Sala 538 Brasília DF Tel. (61) Fax (61)

2 Global Saúde, monopolistas na região, contam com todas as especialidades em seus quadros. 3. Em atendimento à solicitação do Ministério Público, a Amil informou, à fl. 21, que: Desconhece qualquer dificuldade em credenciar médicos, clínicas médicas e hospitais na cidade de Nova Friburgo. Possui credenciamentos necessários e suficientes para o atendimento à demanda da região; Possui médicos credenciados nas áreas de alergologia, angiologia, cardiologia, clínica geral, dermatologia, ginecologia e obstetrícia, homeopatia, oftalmologia, otorrinolaringologia, pediatria, bem como serviços laboratoriais. 4. O Programa Estadual de Orientação e Proteção ao Consumidor informou àquela Promotoria, à fl. 22, que: Nunca recebeu qualquer reclamação da Amil no tocante a possível dificuldade de credenciamento de profissionais médicos, nem com relação à tentativa de monipolização no mercado de saúde por parte da Unimed e Global Saúde. 5. A Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS informou, à fl. 24, que: Não possui qualquer registro contra a Amil sobre eventual dificuldade de atendimento na cidade de Nova Friburgo. 6. Instaurada Averiguação Preliminar, à fl. 33, as representadas foram notificadas para a apresentação dos esclarecimentos, bem como para que apresentassem a relação nominal dos médicos credenciados e o Estatuto Social, às fls. 35/ Em esclarecimentos, a Unimed Nova Friburgo, às fls. 42/51, sustentou que: Não consta no Estatuto Social da Unimed Nova Friburgo a proibição alegada de que não é permitido que médico cooperado atenda a usuários de outros planos de saúde; A Assembléia Geral da Unimed entendeu que seus cooperados podem participar de atividades de outras operadoras de planos de saúde, concluindo que tal circunstância não configura atividade prejudicial à cooperativa; Cita decisões proferidas no Poder Judiciário acerca da questão, requerendo, ao final o arquivamento da denúncia. 8. A GS Plano Global de Saúde apresenta, às fls. 53/75, a relação nominal Autos n.º / Página 2/13

3 dos médicos credenciados e o seu Estatuto Social. 9. Em esclarecimentos, às fls. 81/84, a GS Plano Global de Saúde sustenta que: O Procurador Federal, no ofício que encaminhou ao CADE cópia do Inquérito Civil instaurado com o escopo de investigar a exigência de exclusividade da prestação de serviços médicos, mencionou que somente a Unimed Nova Friburgo estaria vedando a possibilidade de relacionamento de seus cooperados com outras operadoras; O Inquérito Civil nº 031/03, bem como a Ação Civil Pública somente investigou conduta supostamente praticada pela Unimed de Nova Friburgo. A operadora GS Plano Global de Saúde foi excluída pelo Ministério Público da possibilidade de prática de quaisquer infrações à Lei nº 8.884/94 e/ou à Lei nº 9.656/98; Ao final, requer o arquivamento da denúncia no tocante à GS Plano Global de Saúde. 10. Acompanham os esclarecimentos da GS os documentos constantes às fls. 85/106, dentre eles: Missiva da Amil ao Ministério Público, de onde se extrai:...a AMIL desconhece qualquer dificuldade em credenciar profissionais e/ou clínicas médicas e hospitais nesta cidade. Informa, ainda, que possui os credenciamentos necessários para atender à demanda existente na região,... (fl. 85). Ofício PRM-NF/JS/Nº207/2003 do Ministério Público ao CADE, de onde se extrai:... tendo em vista o contido nos autos do procedimento em epígrafe, encaminha a este Conselho Administrativo cópia do mesmo, a fim de que sejam tomadas as providências cabíveis, informando-nos, assim que possível, quais as medidas adotadas acerca da notícia de que a Unimed de Nova Friburgo Sociedade Cooperativa de Serviços Hospitalares desrespeitou o ordenamento jurídico, vedando a possibilidade de relacionamento de seus profissionais médicos com outras operadoras... (fl. 86). Termos de Depoimento perante o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro de diversos médicos no Inquérito Civil nº 031/03, dos quais se extraem: (i) O Dr. Sidney dos Santos Borges assim expôs: que é notório no meio Autos n.º / Página 3/13

4 médico que a UNIMED exige a unimilitância dos médicos de Nova Friburgo...que a GS, ao que o depoente saiba, nunca tentou fazer monopólio, pois nunca ouviu de outros colegas que tenham sido pressionados para não se credenciarem a outros planos de saúde. (fl. 87); (ii) O Dr. José Domenico Sanglard Balbi afirmou: já foi credenciado à UNIMED, mas foi excluído em outubro de 1999; que a exclusão se deu porque o depoente era sócio da clínica NOVACOR...que o depoente esclarece que em dezembro de 1998 foi realizada uma Assembléia Geral Extraordinária na Unimed, onde foi decidido, expressamente, que os médicos a ela credenciados não poderiam aceitar nenhum outro plano de saúde, atribuindo-se prazo para que todos pedissem o desligamento dos outros planos... que em relação à GS, o depoente nada tem a declarar, pois desconhece reclamações sobre a mesma, que o Hospital São Lucas, que administra o plano de saúde GS, atende pacientes de diversos outros planos de saúde, inclusive; que também desconhece problemas graves relacionados à AMIL. (fl. 88); (iii) O Dr. Egídio Alcides Bonin de Azevedo relatou que: que já foi credenciado à UNIMED, mas há quatro anos atrás foi excluído; que a exclusão se deu porque o depoente atendia clientes associados a outros planos de saúde e a UNIMED exigia que só atendesse associados seus; que atualmente trabalha no GS. (fl. 89); (iv) O Dr. Gustavo Adolfo França Galvão informou que: o declarante informa conhecer casos de colegas que sofreram restrições na sua profissão por atenderem outros planos, além da Unimed; que por fim informa que a proposta de unimilitância foi rejeitada estatutariamente pela Assembléia Geral dos médicos cooperados. (fl. 90); (v) O Dr. Marcos David Malta Nascimento aduz que: o declarante informa também que por volta do ano de 2000, foi realizada uma assembléia dos cooperados da Unimed Nova Friburgo em que ficou decidida que seriam excluídos os médicos credenciados ao Bradesco Saúde; que por conta disso, alguns médicos de fato foram excluídos, como por exemplo, o Dr. Egídio Alcides Bonin de Azevedo e o Dr. Domenico Balbi. (fl. 91). Cópia da Ação Civil Pública em face da Unimed de Nova Friburgo, onde se verifica que o Juiz deferiu tutela antecipada para que a Unimed se abstivesse de exigir dos profissionais de saúde a ela cooperados a exclusividade na prestação dos serviços médicos, bem como de excluir de seu quadro de cooperados aqueles que estivessem credenciados em outros planos de saúde (fls. 92/106). Autos n.º / Página 4/13

5 11. Em atendimento à solicitação deste DPDE, o CRM/RJ apresentou a relação nominal dos médicos credenciados que prestam serviços na área de atuação das representadas (fls. 110/127). 12. A Unimed Nova Friburgo juntou aos autos o Guia Médico (fl. 108), o Estatuto Social (fls. 131/157) e o Regimento Interno (fl. 158/165) e o Conselho Regional de Medicina apresentou a relação nominal dos médicos credenciados que prestam serviços na área de atuação das representadas (fls. 110/127). 13. Em nota técnica, às fls. 166/174, este DPDE concluiu que havia indícios suficientes da existência da infração denunciada praticada somente pela Unimed de Nova Friburgo, uma vez que no decorrer das diligências efetuadas não foi apresentado qualquer indício de que a GS Plano Global de Saúde estaria, também, exigindo dos seus credenciados a unimilitância. 14. Assim, em 07 de julho de 2004, foi instaurado processo administrativo em desfavor da Unimed de Nova Friburgo para investigar conduta enquadrada no art. 20, incisos I e IV c/c art. 21, incisos IV e V da Lei nº 8.884/94 (fl. 176). 15. A SEAE/MF foi devidamente informada da instauração do processo administrativo, manifestando, à fl. 180, o seu interesse em emitir parecer acerca do fato. 16. Notificada, a Representada apresentou defesa, às fls. 182/197, na qual sustentou que: Os depoimentos dos médicos citados na nota técnica emitida por este DPDE são suspeitos, pois eles têm interesses contrários aos da representada; Os Drs. José Domenico Balbi e Egídio Alcides Bonin foram desligados do quadro da Unimed porque passaram a exercer atividade proibida pela cooperativa, qual seja, operar no mesmo campo econômico da sociedade; Quanto aos médicos Gustavo Adolfo França Galvão e Marcos David Malta Nascimento ainda fazem parte do quadro da representada. Porém, estão questionando na Justiça decisões da Assembléia da Unimed; Já o Dr. Sidney nada acrescenta para o esclarecimento dos fatos, um vez que apenas emite sua opinião ao afirmar:...é notório no meio médico que a Unimed exige a unimilitância. Não é verdade que a Unimed de Nova Friburgo exija ou tenha exigido exclusividade de seus médicos credenciados como condição necessária para pertencer ao seu quadro; Autos n.º / Página 5/13

6 Como as cooperativas são constituídas para que os cooperados mantenham relação direta com os usuários com o objetivo de eliminar a intermediação da medicina, nada impede que os cooperados adotem a conduta de apenas trabalhar por meio da cooperativa e aprovem a cláusula de que o trabalho em outra concorrente constitui ofensa aos interesses sociais; Cita, como fez nos esclarecimentos, diversas decisões proferidas no Poder Judiciário acerca da questão; Ao final, requer a improcedência do feito, protestando pela produção de todos os meios de provas. 17. Às fls. 212/226, a SEAE/MF acosta seu parecer. 18. Encerrada a fase instrutória, a representada foi notificada para a apresentação das alegações finais, fl Em alegações finais, às fls. 251/277, a Unimed Nova Friburgo sustenta que: Preliminarmente aduz que não foi validamente comunicada para a apresentação das razões finais, defendendo que deveria ter sido intimada pessoalmente por via postal ou por telegrama. Além disso, argüiu cerceamento de defesa, tendo em vista o indeferimento de provas pericial e testemunhal. No tocante ao mérito, reitera os mesmos argumentos apresentados em defesa. 20. Apensado aos presentes autos, encontra-se o Anexo I, proveniente da SEAE/MF, consubstanciado em informações colhidas por aquela Secretaria para a emissão de seu parecer. 21. É o relatório. II. ANÁLISE 22. Cumpre, inicialmente analisar as preliminares argüidas pela representada. Das Preliminares 23. Sustenta a Unimed de Nova Friburgo, em preliminar, a nulidade da intimação para a apresentação das alegações finais, bem como cerceamento de defesa em virtude do indeferimento de provas requeridas. Autos n.º / Página 6/13

7 24. Da nulidade da intimação para apresentação das alegações finais Sustenta a representada que não foi validamente intimada para a apresentação das alegações finais, uma vez que não foi intimada por via postal com aviso de recebimento. 25. A Lei nº 8.884/94 que dispõe sobre a prevenção e a repressão às infrações contra a ordem econômica prescreve em seu art. 33, in verbis: Art. 33. O representado será notificado para apresentar defesa no prazo de quinze dias. 1º... 2º A notificação inicial do representado será feita pelo correio, com aviso de recebimento em nome próprio... 3º A intimação dos demais atos processuais será feita mediante publicação no Diário Oficial da União, da qual deverão constar o nome do representado e de seu advogado. 26. A representada foi legalmente intimada para a apresentação das alegações finais, tendo a tramitação do presente feito observado as normas pertinentes, conforme o supracitado dispositivo. Além disso, a intimação obedeceu a prescrição da Portaria nº 849, de 22 de setembro de 2000, que regula as competências desta SDE. 27. Cerceamento de defesa em face do indeferimento de produção de provas pericial e testemunhal. A Unimed representada argüiu cerceamento de defesa, tendo em vista o indeferimento de provas pericial e testemunhal. 28. A produção de provas requerida pela representada, especialmente a pericial e a testemunhal (fl. 197), denota-se despicienda e protelatória, haja vista a farta prova documental contida nos autos. Dentre tais documentos destacam-se os de fls. 87/ Os arts. 130 e 131 do Código de Processo Civil facultam ao juiz determinar as provas necessárias à instrução do processo, indeferindo as diligências inúteis ou meramente protelatórias. 30. Para tanto, aplicando subsidiariamente o Código de Processo Civil (art. 83 da Lei nº 8.884/94), entende-se que o Secretário de Direito Econômico poderá indeferir diligências quando forem dispensáveis à investigação. 31. Soma-se a isso o disposto no parágrafo único do art. 16 do Regulamento das Competências da SDE, aprovado pela Portaria nº 849, de 22 de setembro de 2000, que preconiza, in verbis: Autos n.º / Página 7/13

8 Art Parágrafo único. O Secretário da SDE poderá indeferir, mediante despacho fundamentado, as provas propostas pelo representado quando forem ilícitas, impertinentes, desnecessárias ou protelatórias. 32. Destarte, observa-se no presente caso que as provas requeridas são desnecessárias e em nada acrescentariam à instrução, não caracterizando, desta forma, cerceamento de defesa. 33. Pelas razões expostas, não merecem prosperar as preliminares argüidas pela Unimed de Nova Friburgo. No Mérito 34. Ultrapassadas as preliminares suscitadas, cabe analisar se o fato trazido ao conhecimento desta Secretaria, qual seja, a suposta exigência de exclusividade de prestação de serviços médicos, por parte da Unimed de Nova Friburgo, constitui indício de prática anticoncorrencial com aptidão de gerar efeitos prejudiciais à livre concorrência e à livre iniciativa, nos termos da Lei nº 8.884/ Há que se estabelecer com precisão o nexo causal entre os fatos que originaram a presente averiguação e o objeto previsto nos incisos do art. 20 da Lei nº , de forma a proteger as relações concorrenciais do mercado. 36. A prática denunciada insere-se no mercado relevante de prestação de serviços médicos por meio de planos de saúde. Do ponto de vista geográfico, considera-se a área de atuação da representada, circunscrita às cidades de Nova Friburgo, Bom Jardim, Duas Barras, Cantagalo, Cordeiro, Macuco, Carmo, Cordeiro, Trajano de Morais, São Sebastião do Alto e Cachoeiras de Macacu, todas no Estado do Rio de Janeiro (fl. 131). 37. Da análise das informações prestadas pelo CRM/RJ e pela representada, às fls. 108 e 110/127, é importante salientar que: O CRM/RJ possui 668 médicos credenciados que prestam serviços na área de atuação da representada; A Unimed de Nova Friburgo possui 298 médicos cooperados; 38. Conclui-se, então, que são suficientes os indícios de dominação do mercado de prestação de serviços médicos naquela região por parte da representada, na medida em que detém um percentual de cerca de 44,6% dos médicos da Autos n.º / Página 8/13

9 região. 39. De acordo com o parecer da SEAE/MF, restou claro que: Os indícios constantes dos autos não deixam dúvidas de que a representada estaria impondo exclusividade na prestação dos serviços médicos dos cooperados, impedindo-os de prestar serviços a empresas concorrentes. Tal fato se verifica nos depoimentos dos cooperados colhidos pelo Ministério Público; Além disso, nas atas das reuniões realizadas pela Unimed, verifica-se que foi aprovada a prática da unimilitância; Segundo informações do CRM/RJ e da ANS a Unimed de Nova Friburgo detém 38,53% de participação de mercado, o que demonstra elevada representatividade na região em que atua; Em conformidade com as informações prestadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, as barreiras à entrada no setor de saúde suplementar são altas nos municípios de baixa densidade demográfica, como no presente caso. Isso em decorrência de economia de escala, restrições regulatórias, elevados custos fixos e diferenciação de produtos; Economia de escala - Tal fator está associado à necessidade de grande volume de vendas que propiciará minimização do custo médio de longo prazo. Nos municípios de baixa densidade torna-se bem reduzida a possibilidade de muitos planos de saúde alcançarem elevado volume de vendas capaz de diluir os riscos inerentes desta atividade; Restrições Regulatórias I - As exigências contidas na Lei nº 9.656/98 trouxeram grandes impactos nos custos dos empresas que operam com planos de saúde, dentre eles: (i) autorização de funcionamento fornecido pela ANS; (ii) padronização de produtos; e (iii) especificação de termos contratuais; Restrições Regulatórias II A Lei nº 9.656/98 também introduziu a exigência de capital mínimo para a constituição de uma operadora de planos de saúde, que pode variar de acordo com a modalidade que a empresa venha a operar. Em decorrência disso, as novas entrantes no mercado devem possui um volume considerável de recurso para captar consumidores de outras empresas já estabelecidas e conquistar novos consumidores; Diferenciação de Produtos Com a finalidade de se estabelecerem perante a concorrência as operadoras procuram oferecer diferenciação na qualidade dos médicos e da rede de hospitais oferecidas, diminuindo o grau de dificuldade de acesso aos serviços contratados; Autos n.º / Página 9/13

10 Pelos fatores acima mencionados, fica claro que o mercado de saúde suplementar no município de Nova Friburgo apresenta elevadas barreiras à entrada de novos concorrentes; Além do percentual significativo de mercado que a Unimed representada detém e das altas barreiras à entrada, outros fatores apontam a ilicitude da exigência da unimilitância, quais sejam: (i) duração do contrato de exclusividade; (ii) probabilidade de colusão na indústria; e (iii) natureza do sistema de distribuição e de canais alternativos de distribuição restantes após a celebração do acordo de exclusividade; Duração do contrato Como o vínculo existente entre a Unimed e o médico cooperado é por prazo indeterminado, a exigência de exclusividade torna-se mais problemática do que aquela dos contratos de curta duração, uma vez que existe competição pelo menos no momento de renegociação; Probabilidade de colusão na indústria Em face do elevado poder de mercado da representada, a exigência da exclusividade praticada dificulta a entrada de novos concorrentes, facilitando, desta forma, práticas colusivas, na medida em que quanto menor o número de concorrentes no mercado maiores as chances de promoção de acordos; Natureza do sistema de distribuição e de canais alternativos de distribuição restantes após o acordo de exclusividade O insumo principal dos planos de saúde é representado por médicos. A exigência de exclusividade impede a atuação de empresas concorrentes, deixando como alternativa a contratação de profissionais de outras regiões, elevando, sobremaneira, o custo operacional. Nas áreas de baixa densidade demográfica existem poucas disponibilidades de médicos, o que impossibilita que outras empresas criem suas redes de atendimento, reduzindo, desta forma, a competição no mercado; Ressalta, ainda, que a representada não apresentou, em defesa, qualquer circunstância considerada competitiva em face da exigência da exclusividade, limitou-se a negar a prática, embora esteja fartamente demonstrada; A conduta praticada pela Unimed resulta em significativo prejuízo à livre concorrência e, consequentemente ao consumidor na medida que reflete nos preços dos planos; 40. O ingresso de novas empresas de planos de saúde em Nova Friburgo, conforme demonstrado nos autos, demanda credenciamento de médicos para a formação de redes de atendimento. Ocorre que tal fato é dificultado pela representada, que desestimula novas entradas e dificulta a permanência daquelas já existentes. Autos n.º / Página 10/13

11 41. A conduta denunciada, além de impossibilitar a entrada e o desenvolvimento de concorrentes, tira a opção dos consumidores de contratar com outras operadoras, tornando-os reféns da Unimed, na medida em que não encontrarão médicos credenciados a outras operadoras para o atendimento médico. 42. Ainda que não conste em seu Estatuto nem em seu Regimento Interno a proibição de credenciamento a outros planos de saúde, não ficam dúvidas de que a representada está proibindo seus cooperados de atenderem usuários de outras empresas concorrentes. 43. Ressalta-se que, nos Termos de Depoimentos prestados perante o Ministério Público, diversos médicos declararam que foram excluídos da Unimed porque prestavam serviços a outros planos de saúde. Ademais, os fatos relatados na Ação Civil Pública (fls. 92/106) corroboram o entendimento de que a Unimed está exigindo dos seus cooperados a unimilitância. 44. Desta forma, a exigência da exclusividade na prestação dos serviços médicos por parte da Unimed prejudica a livre concorrência no mercado, reforça o domínio de mercado por elas conquistado e propicia o exercício abusivo de posição dominante, infrações previstas na Lei nº 8.884/ A conduta da Unimed pode limitar o acesso de novas empresas no mercado, dificultar o funcionamento e desenvolvimento de concorrentes e impedir o acesso de concorrentes às fontes de insumos (profissionais médicos) indispensáveis à livre competição no mercado de serviços médicos, resultando ainda em grave cerceamento da livre opção do usuário dependente de tais serviços. 46. A aplicação de cláusula de lealdade exclusiva é matéria objeto de decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE, que se pronunciou de forma contrária à sua utilização em diversos processos. Dentre eles, os processos nos quais figuraram como representadas a Unimed de São João da Boa Vista/SP (Processo Administrativo nº /94-84, Rel. Conselheiro Paulo Dyrceu Pinheiro) e a Unimed de Toledo/PR (Processo Administrativo nº /96-96, Rel. Conselheiro Mércio Felsky). Os julgamentos em tela foram consolidados nas seguintes ementas, in verbis: EMENTA: Processo Administrativo. Descredenciamento pela Representada de Profissionais da área médica, sob a alegação de dupla militância. Infração ao disposto nos arts. 20, incisos II e IV, e 21, incisos IV e V, da Lei nº 8.884/94. Subsistência de prática infratora à ordem econômica. Condenação e imposição de multa. EMENTA: Processo Administrativo Cooperativa de trabalho médico Cláusula de exclusividade descredenciamento. Infração à ordem econômica Autos n.º / Página 11/13

12 disposto nos arts. 20, incisos I, II e IV, e 21, incisos IV, V e VI, da Lei nº 8.884/94. Condenação e imposição de multa. 47. E ainda, o CADE, em 15 de janeiro de 2003, julgou o Processo Administrativo nº / , instaurado em desfavor da Unimed Encosta da Serra/RS, em face da denúncia formulada pelo Sr. Yamil e Souza Dutra. O Conselheiro-Relator Miguel Tebar Barrionuevo, assim se manifestou, in verbis: A imposição de exclusividade de filiação dos profissionais médicos insere elementos de rigidez ao funcionamento do mercado definido de serviço médico por meio de planos de saúde, devido à imposição de uma indivisibilidade do tempo disponível do profissional médico. Por um lado, a filiação exclusiva representa um comprometimento contratual que adiciona custos à mudança de emprego para o profissional médico. Os custos de transação incorridos na desfiliação e para uma possível refiliação são fatores que desestimulam a realocação da mão de obra médica nos empregos onde ela é mais demandada.. Conclui-se, assim, que os efeitos líquidos da exclusividade de filiação são deletérios para a concorrência, trazendo certamente eneficiências para o mercado de trabalho médico e aumentando as barreiras à entrada no mercado de prestação de serviços médicos por meio de planos de saúde. 48. O julgamento do caso acima referido se consolidou na seguinte ementa, in verbis: Ementa Processo Administrativo cooperativa cláusula de exclusividade de cooperados prática que constitui abuso de poder econômico e prejuízo à livre concorrência. Parecer pela configuração da infração e aplicação de multa. 49. A Unimed de Nova Friburgo aduz que o STJ já considerou que a exigência da exclusividade não determina dominação de mercado ou eliminação da concorrência 50. Contudo, vale repetir, em primeiro lugar, que as decisões proferidas pelo Poder Judiciário, mencionadas pela representada, têm efeito apenas inter partes, não acarretando qualquer efeito vinculante sobre outras relações jurídicas litigiosas não apreciadas pelo Poder Judiciário, ainda que versem sobre a mesma conduta. 51. Ademais, a declaração de legalidade da cláusula de exclusividade médica em si, com base na Lei nº 5.764/71 e Lei nº 9.656/98, pelo Judiciário, não leva em consideração os efeitos monopolizadores da prática que violam a Lei nº 8.884/94, cujo titular jurídico de sua proteção é a coletividade. Autos n.º / Página 12/13

13 52. Nesse sentido, valiosas as lições de Paula A. Forgioni: Assim, muito embora o ato seja expressamente disciplinado pela legislação, caso determine a incidência do art. 20 da Lei 8.884/94, será considerado atentatório à ordem econômica. III CONCLUSÃO 53. Pelo exposto e, restando, configurada a prática de conduta anticoncorrencial por parte da representada, uma vez que limita, falseia ou de qualquer forma prejudica a livre concorrência ou a livre iniciativa e exerce de forma abusiva posição dominante ao limitar o acesso de novas empresas ao mercado e cria dificuldades à constituição, ao funcionamento ou ao desenvolvimento de empresa concorrente, condutas estas previstas no art. 20, incisos I e IV c/c art, 21, incisos IV e V, da Lei nº 8.884/94, sugere-se que sejam os autos remetidos ao CADE para julgamento, nos termos do art. 39 do mesmo diploma legal, com sugestão de condenação. À consideração superior. Brasília, de de WILMA AMARAL OLIVEIRA Assessora Técnica De acordo.à consideração da Senhora Diretora Brasília, de de MARCEL MEDON SANTOS Coordenador Geral De acordo. À consideração do Sr. Secretário. Brasília, de de BARBARA ROSENBERG Diretora do DPDE Autos n.º / Página 13/13

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS Referência : Processo Administrativo nº 08012.000794/2003-35 Representante

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO CONSELHEIRO LUÍS FERNANDO R. VASCONCELLOS. Processo Administrativo nº 08012.004025/2000-63

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO CONSELHEIRO LUÍS FERNANDO R. VASCONCELLOS. Processo Administrativo nº 08012.004025/2000-63 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE GABINETE DO CONSELHEIRO LUÍS FERNANDO R. VASCONCELLOS Processo Administrativo nº 08012.004025/2000-63 Representante: MCA do Brasil

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS Referência : Processo Administrativo nº 08012.005194/2001-00. Representante

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Processo Administrativo nº. 08012.002153/2000-72 Representante: Associação dos Médicos de Santos Representada: Comitê de Integração de Entidades Fechadas de Assistência à Saúde CIEFAS, Associação Beneficente

Leia mais

Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado

Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado Processo Administrativo n.º 08012.000429/2003-21 Representante: SMS - Assistência

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS Referência : Processo Administrativo nºs. 08012.003664/2001-92

Leia mais

PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.005981/2002-24. CONSELHEIRO-RELATOR: Ricardo Villas Bôas Cueva

PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.005981/2002-24. CONSELHEIRO-RELATOR: Ricardo Villas Bôas Cueva PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.005981/2002-24 REPRESENTANTE: Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo SINOG ( SINOG ) ADVOGADO: não consta dos autos. REPRESENTADA: Uniodonto de Manaus/AM

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS Referência : Processo Administrativo nº 08012.005779/2002-01 Representante

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA. Protocolado: 08012.000515/2003-33.

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA. Protocolado: 08012.000515/2003-33. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA Protocolado: 08012.000515/2003-33. Natureza: Averiguação Preliminar. Representante: Alexandre Soares Coelho.

Leia mais

INQUÉRITO CIVIL Nº MPPR-0053.14.000269-1

INQUÉRITO CIVIL Nº MPPR-0053.14.000269-1 INQUÉRITO CIVIL Nº MPPR-0053.14.000269-1 Interessada: Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor da Comarca de Foz do Iguaçu. Assunto: Remessa ao CAOPCON, por determinação do Conselho Superior do Ministério

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.005194/2001-00 Representante: Comitê de Integração de Entidades de Assistência à Saúde CIEFAS Advogados:

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA Protocolo: 08012.005422/2000-52 Natureza: Averiguação Preliminar Representante: Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA Artigo 1º A Comissão de Ética, pretende de maneira independente, imparcial, sigilosa e soberana, assegurar a apuração das representações, apresentadas pelos associados

Leia mais

PARECER N.º 7/CITE/2004

PARECER N.º 7/CITE/2004 PARECER N.º 7/CITE/2004 Assunto: Parecer prévio ao despedimento da trabalhadora..., nos termos do art.º 24 do anexo ao Decreto-Lei n.º 70/2000, de 4 de Maio e do art.º 10.º do Decreto-Lei n.º 230/2000,

Leia mais

REGRAS MODELO DE PROCEDIMENTO PARA OS TRIBUNAIS ARBITRAIS AD HOC DO MERCOSUL

REGRAS MODELO DE PROCEDIMENTO PARA OS TRIBUNAIS ARBITRAIS AD HOC DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 30/04 REGRAS MODELO DE PROCEDIMENTO PARA OS TRIBUNAIS ARBITRAIS AD HOC DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Olivos para a Solução de Controvérsias no MERCOSUL

Leia mais

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve:

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: Art. 1º Aprovar as Normas Procedimentais da Comissão de Anistia, na

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 359 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000557534 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1043649-38.2013.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante AMIL SAÚDE S/A, é apelado FELLIPE

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO Origem: Interessado(s) 1: Interessado(s) 2: PRT 15ª Região Ribeirão Preto/SP Josiane Baldo Lucia Helena Lamberte Molinar Gazetti Sandra Regina Barbosa Cuba Cortez Município de Franca Assunto(s): Trabalho

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 O Conselho Federal de Contabilidade é uma autarquia especial de caráter corporativo, criado pelo Decreto-Lei n.º 9295/46, que tem por

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Averiguação Preliminar nº. 08012.000696/2000-20 Representante: Sr. Nilton

Leia mais

Data de entrada: 01 de setembro de 2005 Autos nº: 08012.007110/2005-98 Nota Técnica em Ato de Concentração Econômica

Data de entrada: 01 de setembro de 2005 Autos nº: 08012.007110/2005-98 Nota Técnica em Ato de Concentração Econômica Data de entrada: 01 de setembro de 2005 Autos nº: 08012.007110/2005-98 Natureza: Nota Técnica em Ato de Concentração Econômica Requerentes: MAGAZINE LUIZA S.A.; BASE LAR ELETRODOMÉSTICOS LTDA. Senhora

Leia mais

SENTENÇA. 1004424-84.2015.8.26.0053 Procedimento Ordinário - Anulação de Débito Fiscal L Fazenda Publica do Estado de São Paulo

SENTENÇA. 1004424-84.2015.8.26.0053 Procedimento Ordinário - Anulação de Débito Fiscal L Fazenda Publica do Estado de São Paulo fls. 134 SENTENÇA Processo nº: Classe - Assunto Requerente: Requerido: 1004424-84.2015.8.26.0053 Procedimento Ordinário - Anulação de Débito Fiscal L Fazenda Publica do Estado de São Paulo Juiz(a) de Direito:

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO - 4ª REGIÃO RIO GRANDE DO SUL Fl. 1. 4ª Vara do Trabalho de Novo Hamburgo

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO - 4ª REGIÃO RIO GRANDE DO SUL Fl. 1. 4ª Vara do Trabalho de Novo Hamburgo Fl. 1 Processo: 0000928-90.2011.5.04.0304 Natureza: Reclamatória-Ordinário Origem: Reclamante: Alissandro da Soller Reclamada: Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo- FSNH VISTOS, ETC. Alissandro da

Leia mais

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL - CADE

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL - CADE ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL - CADE PARECER ProCADE Nº416/2005 1 AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº 08012.003521/2004-23 REPRESENTANTE: GENERAL ELECTRIC DO BRASIL LTDA

Leia mais

AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR

AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR nº 08012.001271/2001-44 Representante: Procon/SP. Representada: SKF do Brasil Ltda. Advogado(s): Rogério Domene,

Leia mais

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde 1 Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Publicado em Revista de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro /Cont. de/ RJRJ, Rio de Janeiro, n.80, p. 95-99, jul./set.

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO Origem: PRT da 4ª Região Órgão Oficiante: Dr. Roberto Portela Mildner Interessado 1: Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região. Interessado 2: Banco Bradesco S/A. Assuntos: Meio ambiente do trabalho

Leia mais

A República Federativa do Brasil. A República Argentina (doravante denominadas as Partes ),

A República Federativa do Brasil. A República Argentina (doravante denominadas as Partes ), ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA ARGENTINA RELATIVO À COOPERAÇÃO ENTRE SUAS AUTORIDADES DE DEFESA DA CONCORRÊNCIA NA APLICAÇÃO DE SUAS LEIS DE CONCORRÊNCIA A República

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 129/2015

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 129/2015 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 129/2015 Referência : Processo MPDFT nº 08191.011638/2014-91. Assunto : Administrativo. Proposta

Leia mais

RESOLUÇÃO N 173/2009-TCE/TO PLENO

RESOLUÇÃO N 173/2009-TCE/TO PLENO RESOLUÇÃO N 173/2009-TCE/TO PLENO 1. Processo nº: 04471/2008 2. Classe de Assunto: Contrato nº 084/2008 Pregão Presencial nº 075/2008 3. Origem: Secretaria de Estado da Saúde 4. Responsável: Eugênio Pacceli

Leia mais

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Luciana de Oliveira Leal Halbritter Juíza de Direito do TJ RJ Mestre em Justiça e Cidadania pela UGF Sumário: 1. Introdução; 2. Aspectos Gerais;

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA. Quebra de sigilo em concurso vestibular CAIO TÁCITO

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA. Quebra de sigilo em concurso vestibular CAIO TÁCITO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA Quebra de sigilo em concurso vestibular CAIO TÁCITO Em face de denúncias de violação do sigilo em concurso vestibular para cursos mantidos pela Fundação Educacional

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 170/2012 TCE/TO Pleno

RESOLUÇÃO Nº 170/2012 TCE/TO Pleno RESOLUÇÃO Nº 170/2012 TCE/TO Pleno 1. Processo nº: 12505/2011 (1 vol.) 2. Classe/Assunto: 3. Consulta / 5. Consulta acerca da legalidade do pagamento de despesas com internação de urgência do senhor João

Leia mais

DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição,

DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição, DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América Relativo à Cooperação entre suas Autoridades de Defesa

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA 6ª VARA ESPECIALIZADA EM CRIMES FINANCEIROS E LAVAGEM DE CAPITAIS DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA 6ª VARA ESPECIALIZADA EM CRIMES FINANCEIROS E LAVAGEM DE CAPITAIS DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA 6ª VARA ESPECIALIZADA EM CRIMES FINANCEIROS E LAVAGEM DE CAPITAIS DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO Autos n. 0006589-45.2015.4.03.6181 PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO

Leia mais

PARECER Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER

PARECER Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER PARECER Referênci a: Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão recorrido: Recorrent e: 1269.000181/201-1 Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação Não se aplica Pareceres Interesse

Leia mais

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL CADE

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL CADE `s ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL CADE PARECER ProCADE Nº 133/2006 AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº 08012.010596/2004-61 REPRESENTANTES:AMADEUS GLOBAL TRAVEL DISTRIBUTION

Leia mais

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR : MIN. GILMAR MENDES REQUERENTE(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQUERIDO(A/S) : UNIÃO ADVOGADO(A/S) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO REQUERIDO(A/S) :

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL

PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL \d \w1215 \h1110 FINCLUDEPICTURE "brasoes\\15.bmp" MERGEFORMAT PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL Processo n. 001.08.020297-8 Ação: Ação Civil Pública Autor: Ministério

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE MERCADO

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE MERCADO Data de entrada: 29 de dezembro de 2004 Autos nº: 08012.011090/2004-79 Natureza: Nota Técnica em Ato de Concentração Econômica Requerentes: ITAUCARD FINANCEIRA S.A. ( ITAUCARD ) RIO ELBA EMPREENDIMENTOS

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO Origem: PRT 14ª REGIÃO JI-PARANÁ/RO Órgão Oficiante: DRA. PRISCILA LOPES PONTINHA ROMANELLI Interessado 1: ROBERTO NASCIMENTO DA SILVA Interessado 2: BANCO DO BRASIL S/A (AGÊNCIA DE SERINGUEIRAS) Assunto:

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 12649.010650201-50 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação requerido

Leia mais

PARECER PGFN/CRJ/Nº 2113 /2011

PARECER PGFN/CRJ/Nº 2113 /2011 PARECER PGFN/CRJ/Nº 2113 /2011 Denúncia espontânea. Exclusão da multa moratória. Inexistência de distinção entre multa moratória e multa punitiva, visto que ambas são excluídas em caso de configuração

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1ª Fica instituído o Regimento Interno da da Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF, em conformidade com o Decreto nº. 6.029 de 1º de fevereiro

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL EDILSON PEREIRA NOBRE JÚNIOR

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL EDILSON PEREIRA NOBRE JÚNIOR AC Nº 540866/PE (0010598-17.2010.4.05.8300) APTE : UNIMED GUARARAPES - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO ADV/PROC : BRUNO BEZERRA DE SOUZA e outros APDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ASSIST MP : ANS - AGÊNCIA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União DESPACHO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União DESPACHO DESPACHO Referência: Protocolo SIC Petrobras n 01438/2013, Recurso de Terceira Instância e- SIC nº 00075.000729/2013-35 Assunto: Recurso contra decisão proferida pela Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras,

Leia mais

Trata-se de recurso apelatório (fls. 121/131) interposto

Trata-se de recurso apelatório (fls. 121/131) interposto I) ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa APELAÇÃO CÍVEL N. 200.2008.032017-5/001. Relator: Dr. Marcos William de Oliveira Juiz de Direito convocado em substituição

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 057/2009

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 057/2009 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 057/2009 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Averiguação Preliminar nº 08012.005335/2002-67 Representantes: Editora Nova Atenas Ltda. e Ponto da Arte Editora Ltda. Representado:

Leia mais

A Identificação e o Registro Profissional do Trabalhador

A Identificação e o Registro Profissional do Trabalhador 1 A Identificação e o Registro Profissional do Trabalhador 1 - A identificação e o Registro Profissional do Trabalhador 1.1 Introdução 1.2 - Como adquirir 1.3 - O modelo 1.4 - A emissão 1.5 - A obrigatoriedade

Leia mais

Rio de Janeiro, 24 de junho de 2010. I DO RELATÓRIO

Rio de Janeiro, 24 de junho de 2010. I DO RELATÓRIO Gerência/Diretoria: DIFIS Protocolo nº 87 Data: Hora: : h. Assinatura: Despacho n.º /2010/COESP/DIFIS/ANS/MS Rio de Janeiro, 24 de junho de 2010. Referência: I DO RELATÓRIO Trata-se de denúncia oferecida

Leia mais

Of. Circ. nº 277/2012 Porto Alegre, 03 de julho de 2012. Prezado(a) Colega:

Of. Circ. nº 277/2012 Porto Alegre, 03 de julho de 2012. Prezado(a) Colega: Of. Circ. nº 277/2012 Porto Alegre, 03 de julho de 2012. Prezado(a) Colega: A Associação dos Servidores do Ministério Público APROJUS, tendo em vista as demandas apresentadas pelos associados que questionam

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA Data: 09 de janeiro de 2006 Protocolado: 08012.002034/2005-24 Natureza: Averiguação Preliminar Representante: Conselho Administrativo de Defesa Econômica Representada:

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL TIPO A PODER JUDICIÁRIO 22ª VARA CÍVEL FEDERAL DE SÃO PAULO AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROCESSO N.º 0004415-54.2011.403.6100 AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RÉ: AGÊNCIA NACIONAL DE SÁUDE SUPLEMENTAR - ANS REG.

Leia mais

EMENTA: Remuneração profissional - cobrança de encaixes CONSULTA

EMENTA: Remuneração profissional - cobrança de encaixes CONSULTA PARECER Nº 2433/2014 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 38/2013 PROTOCOLO N.º 32065/2013 ASSUNTO: REMUNERAÇÃO PROFISSIONAL - COBRANÇA DE ENCAIXES PARECERISTA: CONS.º DONIZETTI DIMER GIAMBERARDINO FILHO EMENTA:

Leia mais

1005895-57.2016.8.26.0100 - lauda 1

1005895-57.2016.8.26.0100 - lauda 1 fls. 372 SENTENÇA Processo Digital nº: 1005895-57.2016.8.26.0100 Classe - Assunto Procedimento Comum - Planos de Saúde Requerente: Requerido: UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO

Leia mais

RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS:

RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS: Diário Oficial do Município de Sebastião Laranjeiras - Bahia Poder Executivo Ano Nº IX Nº 637 26 de Agosto de 2015 RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS: LEIS LEI Nº 347 DE 12

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA 1. DISPOSIÇÕES INICIAIS

CÓDIGO DE ÉTICA 1. DISPOSIÇÕES INICIAIS CÓDIGO DE ÉTICA 1. DISPOSIÇÕES INICIAIS 1.1. Este Código de Ética foi concebido pelo Conselho de Administração da Bolsa de Licitações e Leilões do Brasil (BLL) e é parte integrante do conceito operacional

Leia mais

Autor: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO AME/RJ. Réu: CEDAE - COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS

Autor: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO AME/RJ. Réu: CEDAE - COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS Processo nº 0312090-42.2012.8.19.0001 Autor: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO AME/RJ Réu: CEDAE - COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS S E N T E N Ç A Trata-se de ação de obrigação

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 497/GDGSET.GP, DE 24 DE SETEMBRO DE 2014

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 497/GDGSET.GP, DE 24 DE SETEMBRO DE 2014 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 497/GDGSET.GP, DE 24 DE SETEMBRO DE 2014 Institui no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho o Termo Circunstanciado Administrativo (TCA). O PRESIDENTE

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.007042/2001-33 Representante: Advogado: Representadas: Advogados: Relator: UNIDAS União Nacional

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO PROJETO DE LEI N o 1.143, DE 2011 Proíbe a comercialização de produtos ópticos na condição que menciona. Autor: Deputado ARNALDO FARIA DE SÁ

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.006733/97-08 Representante: Empresa Folha da Manhã S/A. Advogados: Taís Borja Gasparian, Samuel Mac

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Décima Sexta Câmara Cível

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Décima Sexta Câmara Cível APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO CIVIL. AÇÃO DE COBRANÇA DE DIFERENÇAS DE COMISSÕES DE CORRETAGEM. PLANO DE SAÚDE. SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA. RECURSO DA AUTORA. Inexistência de cerceamento de defesa em razão de

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08001.006599/2000-03 Representante: CPI-Medicamentos. Representadas: Baxter do Brasil e Fresenius Medical

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM O Conselho de Supervisão da BM&FBOVESPA SUPERVISÃO DE MERCADOS (BSM), no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto Social da entidade e após a autorização da Comissão

Leia mais

PARECER N.º 403/CITE/2015

PARECER N.º 403/CITE/2015 PARECER N.º 403/CITE/2015 Assunto: Parecer prévio à intenção de recusa do pedido de autorização de trabalho em regime de horário flexível de trabalhadora com responsabilidades familiares, nos termos do

Leia mais

Recurso contra aplicação de multa cominatória

Recurso contra aplicação de multa cominatória PARA: GEA-2 DE: Paulo Portinho RA/CVM/SEP/GEA-2/Nº 105/2015 DATA: 22/06/2015 ASSUNTO: Recurso contra aplicação de multa cominatória CIA. INDL. SCHLOSSER S.A. Processo CVM nº 2014-14745 1. Senhor Superintendente,

Leia mais

DESPACHO DE ARQUIVAMENTO

DESPACHO DE ARQUIVAMENTO PA nº1.26.000.000169/2007-82 DESPACHO DE ARQUIVAMENTO Trata-se de procedimento administrativo instaurado em face de representação do Conselho regional de Odontologia de Pernambuco, noticiando restrição

Leia mais

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA PARECER Nº 2442/2014 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 157/2010 PROTOCOLO N. º 20097/2010 ASSUNTO: AUDITORIA HOSPITALAR RELAÇÃO CONTRATUAL ENTRE HOSPITAIS E OPERADORAS DE SAÚDE PARECERISTA: CONS.º DONIZETTI

Leia mais

Ciclano da Silva Advogados Associados

Ciclano da Silva Advogados Associados Ciclano da Silva Advogados Associados EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO DA VARA CÍVEL DO FORO REGIONAL DE ALTA FLORESTA, COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE BAIXA FLORESTA/PR. FULANO DE TAL, pessoa

Leia mais

RECOMENDAÇÃO PR/RJ/CG Nº 07/2014

RECOMENDAÇÃO PR/RJ/CG Nº 07/2014 Procedimento Administrativo MPF/PR/RJ nº 1.30.001.001245/2013-82 RECOMENDAÇÃO PR/RJ/CG Nº 07/2014 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por meio do Procurador da República in fine assinado, com fundamento nos

Leia mais

PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO Nº 55000.000886/2012-25 PREGÃO ELETRÔNICO Nº 03/2012 RESPOSTA À RECURSO ELETRÔNICO

PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO Nº 55000.000886/2012-25 PREGÃO ELETRÔNICO Nº 03/2012 RESPOSTA À RECURSO ELETRÔNICO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS COORDENAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO

Leia mais

Conselho Nacional de Justiça

Conselho Nacional de Justiça Conselho Nacional de Justiça PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINSTRATIVO Nº 0006549-41.2009.2.00.0000 RELATOR : CONSELHEIRO JOSÉ ADONIS CALLOU DE ARAÚJO SÁ REQUERENTE : FLÁVIO BRITO BRÁS REQUERIDO : TRIBUNAL

Leia mais

P A R E C E R Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União

P A R E C E R Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União P A R E C E R Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União Referência: 99902.001414201-82 Assunto: Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Recorrente: Órgão ou Caixa

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (11) 3256-1321 abraidi@abraidi.com.br www.abraidi.com.br 1ª. Edição 2014 REGIMENTO

Leia mais

PRÁTICA TRABALHISTA Prof. Leone Pereira e Profa. Renata Orsi

PRÁTICA TRABALHISTA Prof. Leone Pereira e Profa. Renata Orsi Prof. Leone Pereira e Profa. Renata Orsi RECLAMAÇÃO TRABALHISTA Gustavo Mendes foi contratado, em 12/07/2006, pelo Hospital Saúde Perfeita LTDA. para exercer a função de auxiliar de enfermagem, com salário

Leia mais

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, serviço público independente, dotado de personalidade jurídica e forma

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE MERCADO

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE MERCADO Data de entrada: 16 maio de 2005 Autos nº: 08012.004117/2005-58 Natureza: Nota Técnica em Ato de Concentração Econômica Requerentes: PROSSEGUR BRASIL S/A TRANSPORTADORA DE VALORES E SEGURANÇA TRANSPEV

Leia mais

Assunto: Representação acerca de procedimento licitatório - inexigibilidade.

Assunto: Representação acerca de procedimento licitatório - inexigibilidade. Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 323/94 - Segunda Câmara - Ata 44/94 Processo nº TC 625.141/94-6 Responsável: Dra. Marga Inge Barth Tessler, Juiza Federal Diretora do Foro. Órgão: Justiça

Leia mais

Imposição, por parte das cooperativas de trabalho médico e planos de saúde, do local onde o médico assistente deverá tratar seu paciente RELATOR:

Imposição, por parte das cooperativas de trabalho médico e planos de saúde, do local onde o médico assistente deverá tratar seu paciente RELATOR: PROCESSO-CONSULTA CFM nº 15/14 PARECER CFM nº 8/14 INTERESSADO: Cooperativa dos Médicos Retinólogos de Minas Gerais Retcoop e Associação Zona da Mata de Oftalmologia Azmo ASSUNTO: Imposição, por parte

Leia mais

29/02/2012 CORREÇÃO SIMULADO CONTESTAÇÃO (OAB/RJ COM ADAPTAÇÕES)

29/02/2012 CORREÇÃO SIMULADO CONTESTAÇÃO (OAB/RJ COM ADAPTAÇÕES) Direito do Trabalho Aula 17 2ª Fase Maria Inês Gerardo CORREÇÃO SIMULADO CONTESTAÇÃO Augusto Giuliano e Rui Santoro, devidamente qualificados na inicial, ajuízam em 10/02/2012 uma ação trabalhista em face

Leia mais

: MIN. GILMAR MENDES SÃO PAULO

: MIN. GILMAR MENDES SÃO PAULO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 680.724 SÃO PAULO RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) PROC.(A/S)(ES) ASSIST.(S) ASSIST.(S) ADV.(A/S) : MIN. GILMAR MENDES :LINO INÁCIO DE SOUZA : LUIZ GONZAGA DE CARVALHO

Leia mais

Orientações Jurídicas

Orientações Jurídicas São Paulo, 13 de agosto de 2015. OJ-GER/030/15 Orientações Jurídicas Legitimidade da cobrança da taxa de adesão nos planos de saúde. Devido a inúmeros questionamentos acerca da licitude da cobrança da

Leia mais

SENTENÇA TIPO A AUTOS n 0021894-60.2011.403.6100 AÇÃO ORDINÁRIA AUTORA: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS RÉ: ANP TRANSPORTE LTDA - ME

SENTENÇA TIPO A AUTOS n 0021894-60.2011.403.6100 AÇÃO ORDINÁRIA AUTORA: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS RÉ: ANP TRANSPORTE LTDA - ME Registro n' SENTENÇA TIPO A AUTOS n 0021894-60.2011.403.6100 AÇÃO ORDINÁRIA AUTORA: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS RÉ: ANP TRANSPORTE LTDA - ME Vistos. Trata-se de ação ordinária, visando

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES DECRETO Nº 6.106/2013 REGULAMENTA AS LICENÇAS PARA TRATAMENTO DE SAÚDE, DE QUE TRATAM OS ARTS. 80, I; 82 A 100, DA LEI MUNICIPAL Nº 1.132, DE 02 DE JULHO DE 1990 (ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0162/2006

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0162/2006 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0162/2006 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

Memorando nº 16/2015-CVM/SEP Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2015.

Memorando nº 16/2015-CVM/SEP Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2015. 1 de 5 27/02/2015 17:50 Memorando nº 16/2015-CVM/SEP Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2015. PARA: SGE DE: SEP Assunto: Recurso contra aplicação de multa cominatória COMPANHIA DE ÁGUAS DO BRASIL CAB AMBIENTAL

Leia mais

SINDICÂNCIA PATRIMONIAL

SINDICÂNCIA PATRIMONIAL SINDICÂNCIA PATRIMONIAL A sindicância patrimonial, assim como os demais procedimentos investigativos, conforma um procedimento inquisitorial, sigiloso, não contraditório e não punitivo, que visa colher

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO DISTRITO FEDERAL

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO CRM/DF nº 378/2015 (Publicada no DODF de 25 de março de 2015, Seção 03, p. 47) Dispõe sobre a instituição do Termo de Ajustamento de Conduta no âmbito da jurisdição do Conselho Regional de Medicina

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 25820.004445/20-69 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão ou entidade recorrido (a): Recorrente: Recurso contra decisão denegatória

Leia mais

PROCESSO N. 654/04 PROTOCOLO N.º 5.344.203-0 PARECER N.º 942/07 APROVADO EM 12/12/07

PROCESSO N. 654/04 PROTOCOLO N.º 5.344.203-0 PARECER N.º 942/07 APROVADO EM 12/12/07 PROTOCOLO N.º 5.344.203-0 PARECER N.º 942/07 APROVADO EM 12/12/07 CÂMARA DE LEGISLAÇÃO E NORMAS INTERESSADA: SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO MUNICÍPIO: CURITIBA ASSUNTO: Relatório de Sindicância no Colégio

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DE PERNAMBUCO 3a Procuradoria Cível

MINISTÉRIO PÚBLICO DE PERNAMBUCO 3a Procuradoria Cível 1,1,1,11,1111,11.11111111111111111111111 MPPE Ar Documento: MINISTÉRIO PÚBLICO DE PERNAMBUCO g () OS te Atito: JS6.2o /2 Apelação Cível n 0143543-6 Comarca: Recife Vara: 30a Vara Cível Apelante: Sul América

Leia mais

Interessados: Interessado: Ministério das Comunicações, Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Interessados: Interessado: Ministério das Comunicações, Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0483-30/01-P Identidade do documento: Decisão 483/2001 - Plenário Ementa: Acompanhamento. ANATEL. Licitação. Outorga de direito de concessão para a exploração

Leia mais

PARECER N.º 224/CITE/2014

PARECER N.º 224/CITE/2014 PARECER N.º 224/CITE/2014 Assunto: Parecer prévio à recusa de pedido de autorização de trabalho em regime de horário flexível, nos termos do n.º 5 do artigo 57.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. Imprimir Nr. do Processo 0517812-51.2014.4.05.8400S Autor ADELMO RIBEIRO DE LIMA

PODER JUDICIÁRIO. Imprimir Nr. do Processo 0517812-51.2014.4.05.8400S Autor ADELMO RIBEIRO DE LIMA 1 de 5 17/03/2015 11:04 PODER JUDICIÁRIO INFORMACÕES SOBRE ESTE DOCUMENTO NUM. 27 Imprimir Nr. do Processo 0517812-51.2014.4.05.8400S Autor ADELMO RIBEIRO DE LIMA Data da Inclusão 12/03/201518:44:13 Réu

Leia mais

2006-02-17 - PGT-CCR-67-2006

2006-02-17 - PGT-CCR-67-2006 Processo-PGT-CCR - 67/2006 Interessado 1: Ofícios de Uberlândia e Juiz de Fora(PRT 3ª Região) Interessado 2: PRT 3ª Região Assunto: Conflitos de atribuições entre Ofício e Sede (3ª Região) VOTO I - RELATÓRIO

Leia mais

PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL

PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL *ATENÇÃO: ANTES DE INICIAR A PROVA, VERIFIQUE SE TODOS OS SEUS APARELHOS ELETRÔNICOS FORAM ACONDICIONADOS E LACRADOS DENTRO DA EMBALAGEM PRÓPRIA. CASO A QUALQUER MOMENTO DURANTE A REALIZAÇÃO DO EXAME VOCÊ

Leia mais

REGULAMENTO DISCIPLINAR CAPÍTULO I. Artigo 1º Âmbito de aplicação

REGULAMENTO DISCIPLINAR CAPÍTULO I. Artigo 1º Âmbito de aplicação REGULAMENTO DISCIPLINAR CAPÍTULO I PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS Artigo 1º Âmbito de aplicação 1. O presente Regulamento Disciplinar é aplicável aos estudantes do ISAL - Instituto Superior de Administração e

Leia mais