Editorial 03. Entrevista 04. A Arma de Transmissões Rumos e Desafios 06. Plano de Operações Vulcano Exército Academia CISCO na EPT 18

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2 Editorial 03 Entrevista 04 A Arma de Transmissões Rumos e Desafios 06 Pedro Jorge Pereira de Melo O Livro: As Trasnmissões Militares Da Guerra Peninsular ao 25 de Abril 08 As Transmissões: Arma e serviços, a Logística e o RTm 11 Alberto Cabreiro Palhau Companhia de Transmissões da Brigada Mecanizada 13 Tenente INF RC Daniella Alexandra Amaral Sousa Dias Plano de Operações Vulcano Exército Actividades Desenvolvidas nas Áreas da Educação e Formação na EPT 15 1 Academia CISCO na EPT 18 Comunicações Militares Portuguesas no Afeganistão 20 Irmã de Armas 21 Soldado Transmissões RC Ricardo Magalhães Vigreste 2, um Projecto de Futuro 22 Implementação do SICCE na Componente Operacional 26 TACOMS Comunicações Tacticas em Operações Conjuntas 28 Topologia Mesh em Redes sem Fios 31 Elaborada por Tenente INF RC Daniella Alexandra Amaral Sousa Dias Um ano de Actividades A EPT no Museu das Telecomunicações EPT Cursos Movimentos do Quadro de Transmissões

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4 Editorial Associado que foi o dia da Arma de Transmissões e da sua Escola Prática ao dia da celebração do arcanjo São Gabriel, o transmissor das Boas Novas, cumpre-me como CMDT da EPT patrocinar a publicação de mais uma edição da Revista Mensagem, que pretendo que seja um anúncio do que de melhor a EPT, e a Arma de Tm estão a fazer em prol de um Exército que pretendemos servir com Honra e Valor, sempre no caminho da excelência. Nesta revista, damos voz ás várias Unidades de Tm, quizemos ouvir testemunhos de gerações passadas, fizemos eco de ideias de futuro e realçámos as actividades do presente, tendo a certeza de que deste modo, a Mensagem continuará a ser um transmissor das Boas Novas que manterão o impeto e o dinamismo imprimido aos destinos da Escola e da Arma. A qualidade dos artigos apresentados, a sabedoria dos seus autores, e o profissionalismo neles demonstrados, são a prova de que a Arma de Tm comunga no presente a vitalidade do seu passado e são a garantia de que a história presente e futura das Transmissões não deixará de lembrar as sucessivas gerações de militares que continuamente contribuem para o engrandecimento da Escola, da Arma de Tm e do Exército. O Comandante da EPT Pedro Jorge Pereira de Melo Coronel Tm (Eng.º) Março 09 03

5 Entrevista Tenente TPO Tm José Paiva Tenente TPO Tm André Barata Na Presnte edição do Boletim Informativo A Mensagem entrevistamos m a is u m a f igu r a p r o em in en te da A r m a de Tr a n s m is sõ e s. Es te an o pro cur ám os desco br ir um pouco m ais do per curso m ilitar e pessoal do Exm o. Senhor General Nuno Sanches da Gama. Este espaço ocupa já um lugar cativo na elaboração anual do Boletim, pelo seu carácter relativamente informal, e pelo seu registo na prim eira pessoa. Agradecem os, desde já, a disponibilidade demonstrada pelo Exmo. Senhor General Sanches da Gama e a sua abertura no decorrer da entrevista. O que levou o meu General a seguir a carreira militar? O facto de ser filho de Oficial da Arma de Engenharia e de ter frequentado o Colégio Militar durante sete anos foram as razões que em mim criaram a apetência para seguir a carreira das armas e preferencialmente na Arma de Engenharia para seguir as pisadas paternas. Tendo ingressado na Arma de Engenharia, com o se sucedeu a passagem para a Arma de Transmissões? Até à criação da Arma de Transmissões completamente independente da Arma de Engenharia, esta última englobava Oficiais de Sapadores, Pontoneiros, Caminhos de ferro e Transmissões; havia normalmente o cuidado de, nas colocações, mantê los na sua especialidade. Coloco normalmente entre aspas, pois na minha primeira comissão de serviço, que foi no Comando Militar do Estado da Índia como Comandante de Pelotão de TSF, inteiramente mobilizado na minha unidade Batalhão de Telegrafistas e, quando regressei, foi apensa à minha Guia de Marcha uma verba que me mandava apresentar no então existente Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro onde permaneci durante seis meses, tendo então voltado à minha unidade de primeira colocação o Batalhão de Telegrafistas. Do que atrás se diz conclui se que, muito embora os Tenentes de Engenharia recém entrados no quadro elegessem a especialidade que pretendiam, tal não era possível, pois além da sua pretensão havia outros factores que influenciavam, como sejam as necessidades das várias unidades e a sua distribuição geográfica (Lisboa, Porto e Tancos). Desempenhou com issões de serviço na Índia, na Guiné e em Angola. Pode recordar nos quais os principais desafios que enfrentou na Índia? Segui para o Estado da Índia em Fevereiro de 1955 como Comandante de Pelotão de TSF, com seis viaturas, tendo cada uma um emissor/receptor instalado; viaturas e rádios de origem inglesa que haviam tomado parte na guerra de , nas campanhas do deserto. Só depois do material embarcado é que fui informado que pelo menos duas das viaturas tinham sido rebocadas até ao cais. A missão do pelotão seria estabelecer, em caso de necessidade, uma rede rádio entre o Comando Militar e as unidades da frente. Pretendia se assim duplicar a rede rádio militar existente que ligava as unidades em quadrícula ao comando militar. Seria portanto uma rede operacional a do meu pelotão e uma rede administrativa, a existente. Esta última funcionava relativamente bem, lutando apenas com falta de pessoal (radiotelegrafistas) e daí o pessoal do pelotão ter sido distribuído pelos vários postos da rede administrativa. Senão me falha a memória o pelotão de TSF actuou duas vezes (em exercícios) estabelecendo redes rádio experimentais. Convidado pelo Director de Obras do Comando Militar do Estado da Índia (DOCMEI) e devidamente autorizado, passei a trabalhar neste serviço como Adjunto do Director até ao fim da comissão, tendo sido substituído por dois camaradas, um para comandar o pelotão TSF e o outro como Adjunto do Director do DOCMEI. Qual a importância das Transmissões nos teatros de operações da Guiné e de Angola? A importância das transmissões no teatro de operações da Guiné era enorme pois, em comissão de serviço que lá cumpri entre Setembro de 1965 e Setembro de 1967 como Cmdt de Transmissões estava tudo dependente das redes rádio militares existentes. Não dependente do Comandante das Transmissões, funcionava a Delegação Março 09 04

6 Entrevista do Serviço de Telecomunicações Militares (STM) que explorava a ligação com Lisboa e uma rede em VHF com os agrupamentos da quadrícula. Em campanha, os equipamentos a utilizar deviam ser de frequência modulada, o que acontecia com os velhos PRC10 e AVF, este último a ser substituído pelo AVP 1, equipamentos que, por insuficiência de potência e modo de propagação, tinham alcance limitado. Em apoio na área de reabastecimento e manutenção de material de transmissões, existia um pelotão com edifício próprio dentro do perímetro do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG). Próximo do fim da minha comissão na Guiné, foram fornecidos os CHP 1, o DHS 1 (de modulação de fase) para substituir os AVF, AVP 1 e PRC10, que julgo terem sido desenvolvidos pelo meu sucessor, uma vez que o ruído de fundo, a partir de certas horas, tornava as transmissões impossíveis. Em Angola, onde comandei o Agrupamento de Transmissões (ATmA) entre 1972/73, tal como na Guiné, mas numa escala trinta vezes maior, o problema do alcance dos equipamentos passou a ser fundamental. Daí os E/R distribuídos serem o TR28, da RACAL, com alcance mais que suficiente. Mas dado as centenas de equipamentos que podiam trabalhar ao mesmo tempo e as redes que tinham de estabelecer, houve que resolver o problema das frequências. Para o efeito, cada E/R tinha capacidade para montar doze canais, correspondendo a cada um, um cristal. Tratou se de um trabalho hercúleo executado pelo então Capitão Carvalho Gomes. O ATmA já tinha na sua dependência o STM, bem como órgãos de reabastecimento e manutenção. Quais foram os grandes desafios que se colocaram ao m eu General quando exerceu o cargo de Director da Arma de Tm, no conturbado período após o 25 de Abril? Foi um período relativamente curto durante o qual fiz os possíveis e os impossíveis para manter a nau apontada a bom porto. Julgo que consegui ainda uma verba de contos para se continuarem os trabalhos de construção dos protótipos de equipamentos emissores/receptores, trabalho que decorria no Depósito Geral de Material de Transmissões, em Linda a Velha. quando, no Quartel de Comandos, na Amadora, o futuro General Ramalho Eanes me convidou para Quartel Mestre General (QMG). Em 1981 foi nomeado Comandante da Academia Militar. Face a uma experiência militar e humana tão rica e diversificada o que recomenda aos jovens militares que escolhem servir o Exército na Arma de Transmissões? Transcrevo o que escrevi no pórtico do Anuário da Academia Militar de 1983/84, relacionado com o facto de ir abandonar o comando da AM: Insensivelmente memorizo o Cadete da Escola do Exército do ano já longínquo de 1949, e a formação que aqui recebi ao longo de quatro anos, sedimentando sete anos de frequência no Colégio Militar. Inexorável lei da vida vai limitando, em termos de futuro, naturalmente, o crédito de tempo de cada um de nós, impondo já, no meu caso, uma vivência muito mais rica de recordações do que de ambições. E a conclusão é segura. Se me fora dado voltar ao princípio, a decisão seria a mesma: abraçar a carreira das armas, servindo os perenes princípios éticos que a enformam. Que os actuais jovens Oficiais da Arma de Transmissões possam, na devida altura, sentir e afirmar o mesmo. Para finalizar, vou responder a uma pergunta que não me fizeram: A sua carreira foi só militar? Não, com efeito não foi. Para além, de ter sido Adjunto Técnico do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Lisboa que, quanto a mim, é um serviço militar em permanentes guerras sempre verdadeiras, como qualquer Oficial de Engenharia oriundo da Escola do Exército, cujo curso é reconhecido pela Ordem dos Engenheiros, quando podia fazia o seu projecto. Não fugi à regra. Quando regressei da comissão em Goa, em 1957, após colocação em Lisboa, consegui ir trabalhar em part time no escritório do Professor Engenheiro Edgar Cardoso. E lá me mantive até 1992, com faltas e ausências (Comissão Militar na Guiné em e em Angola em ) mas em aprendizagem constante com esse grande mestre de engenharia de estruturas. De toda a carreira militar, qual ou quais o(s) acontecim ento(s) que mais o marcaram? Foi sem dúvida, em fins de Novembro de 1975, Março 09 05

7 A Arma de Transmissões - Rumos e Desafios Major General José Artur Paula Quesada Pastor A Arma de Transmissões existe legalmente desde Poderemos dizer que já existia antes de o ser. A definição de Arma tal como é referida no Dicionário de Termos Militares conjuntos com características e espírito de corpo próprios, constituintes fundamentais dos Exércitos e cuja função primordial é o combate assenta bem às Transmissões Militares. Com efeito sempre se tornaram bem visíveis as características e espírito de corpo próprios, bem como o seu empenhamento no combate. Mas é de facto na reorganização de 59 que tal é reconhecido e em 1961 é criada a Direcção da Arma de Transmissões. Mais do que o pormenor legislativo das organizações interessa reflectir sobre o posicionamento das Instituições e as suas áreas de esforço. Em 1961 o esforço do Exército estava significativamente virado para a Guerra em África: em 1961 apenas para um teatro extenso e longínquo (Angola) e pouco mais tarde em territórios igualmente longínquos, um extenso e outro não (Moçambique e Guiné). Naturalmente que aqui se reflectiam as preocupações da Arma em manter a ligação entre teatros e metrópole e nos teatros entre sectores e comandos. Por outro lado as unidades empenhadas em combate eram normalmente de pequenos efectivos. Deste modo a Arma exercia o seu esforço sobretudo no Serviço de Telecomunicações Militares (STM), na Instrução, nomeadamente ao pessoal das outras armas e, sobretudo, na Logística. Havia que manter os equipamentos, os fazer chegar aonde eram necessários e dotar o Exército com os materiais adequados ao combate que se apoiava. Este é o período de 61 a 75. A partir de 1975, com o final das Campanhas de África, assistiu se a uma nova orientação do esforço. Foi assumida a necessidade de reorganizar, reinstruir e reequipar o Exército em termos convencionais. Apesar da reorganização tardar, a constituição da então Brigada Mista Independente, com a sua Companhia de Tm orgânica, foi um nítido sinal naquele sentido. O STM virava se agora sobretudo para a modernização das ligações no Continente e para as Ilhas. A este período esteve associada a adopção de tecnologias modernas (fibras ópticas, centrais digitais, ligações redundantes em FHz). Os sistemas de informação permanecem como organização autónoma apesar da presença de vulto do pessoal das Transmissões no então Serviço de Informática do Exército. Na Logística houve que conceber e adquirir um novo rádio de combate virado para as exigências do combate convencional e manter os padrões de eficiência na Manutenção e no Reabastecimento. Ligada inicialmente ao Depósito Geral de Material de Transmissões (DGMTm) começa se a adquirir uma capacidade própria na área da investigação e desenvolvimento. Assiste se igualmente à progressiva implementação de uma componente operacional e táctica. Sob o ponto de vista organizacional da Arma de Transmissões, a EPT passou de Lisboa para o Porto e o RTm do Porto para Lisboa. Tratou se muito mais do que uma mudança de nomes. Além de conferir a cada Unidade uma designação adequada à sua missão, traduziu se num acrescido dinamismo de ambas as Unidades. Este período de 75 a 93 é pois caracterizado por um momento de transição mantendo se o esforço no STM e na Logística mas abrindo se já evidentes perspectivas na Gestão dos Sistemas de Informação e nas Transmissões de nível táctico, Guerra Electrónica incluída. A reorganização de 1993 veio extinguir todas as Direcções das Armas. Todavia o legislador teve em atenção a especificidade das Transmissões e criou a Direcção dos Serviços de Transmissões (DST) sob a égide do Comando da Logística. À DST foram atribuídas competências sobretudo no âmbito da Logística e foi possível manter grande parte das competências da ex Direcção da Arma, agora sob a forma de parecer, já que o verdadeiro poder de decisão passava a incidir sobre os Comandos Funcionais. O que é verdade é que os pareceres sempre foram ouvidos e respeitados. O Serviço de Informática do Exército foi extinto, passando a designar se por Centro de Informática do Exército, sob a dependência funcional do Gen Vice CEME. O STM, apesar de perder autonomia e de um progressivo abrandamento dos investimentos nesta área, manteve o seu esforço na sustentação da rede. A componente logística da Arma é algo mitigada com a unificação dos depósitos e a centralização das correspondentes funções de Armazenagem e Reabastecimento. Na sequência da extinção do DGMTm, as competências nas áreas de Manutenção e I&D foram atribuídas à Escola Militar de Electromecânica (EMEL). A nova definição do Sistema de Forças promoveu a criação em cada Unidade de escalão Brigada, de uma Companhia de Transmissões e na EPT começaram a ser levantados o Batalhão de Transmissões de Campanha e a Março 09 06

8 A Arma de Transmissões - Rumos e Desafios Companhia de Guerra Electrónica. É importante referir que é neste período que se consolida o esforço em Unidades expedicionárias em missões internacionais em apoio ou imposição da paz. O BTm 4 em Moçambique, a Comp Tm 5 em Angola e os destacamentos de transmissões que se aprontaram em apoio das forças nacionais destacadas em Timor, Kosovo, Bósnia e mais tarde no Afeganistão e no Líbano constituem um enorme esforço da Arma. Neste período que se estendeu de 93 a 2006 é visível um reforço da componente táctica das Transmissões, mantendo se a separação entre sistemas de comunicações e de informação. Igualmente se verifica que a Arma deixa de ser, como até aí fora, responsável por todo o processo logístico mantendo todavia a capacidade de o influenciar. O Processo de Transformação iniciado em 2006 veio introduzir alterações profundas, que, sendo ainda cedo para completamente as analisar, permitem caracterizar as grandes linhas de orientação estratégica da Arma. Sob o ponto de vista organizacional foi extinta a DST e criada a Direcção de Comunicações e Sistemas de Informação (DCSI) na dependência directa do Ten Gen Comandante Operacional. Foi extinto o CIE passando parte das suas competências para o Centro de Dados da Defesa e a parte que ao Exército diz exclusivamente respeito para o RTm/DCSI/COp. Extintas as Regiões Militares, as Unidades passaram a depender do Órgão de Comando e Direcção que as tutela. No caso da EPT passou a depender do Comando de Instrução e Doutrina (mantendo sob controlo técnico da DCSI/COp as Unidades operacionais sob o seu comando), no caso do RTm do Comando Operacional através da DCSI e a EMEL transformada em Centro Militar de Electrónica passou a depender do Comando da Logística mantendo se a alternância de Comando entre as Transmissões e o Serviço de Material. Os projectos de I&D passaram a ser coordenados pela DCSI. O Projecto SIC T (Sistema de informação e Comunicações Táctico) afirma se como projecto estruturante englobando a componente de Comando e Controlo (SICCE) e a componente de comunicações. Começa, através da Lei de Programação Militar, a dar os primeiros frutos. A responsabilidade pela Segurança das Comunicações e dos Sistemas de Informação é de uma forma inequívoca atribuído à Arma de Transmissões e na sequência o levantamento do elemento da Guerra de Informação constitui se como acção prioritária. De relevante, para além da questão organizacional, há que notar novos conceitos que por um lado enformam a Transformação e por outro dela resultam: O primeiro vai no sentido da unificação de todas as funções logísticas no respectivo Comando. A Arma deixa de deter a responsabilidade da condução do processo logístico, apesar de, como autoridade técnica, ser sempre ouvida e a iniciativa lhe pertencer na definição de necessidades, aquisições, tipo e prioridades de manutenção e processo de reabastecimento de artigos controlados. O segundo consagra uma forte opção pela componente operacional e táctica. O terceiro diz respeito à integração completa das Comunicações e dos Sistemas de Informação. E finalmente o esbatimento do conceito diferenciador entre Transmissões Permanentes e de Campanha. Trata se agora de Sistemas de Comunicações e Informação ao nível operacional e táctico, sendo que no seu conjunto integram a capacidade de C3I do Exército, capacidade esta que evolui para o C4ISR. O esboço que fiz não pretende constituir um estudo histórico. É apenas um esforço de síntese onde se pretende encontrar um fio condutor no po si c io na men to da A rma d e Transmissões desde a sua fundação até aos dias de hoje. O que faz viver saudavelmente as Instituições é a sua capacidade de adaptação a novas realidades e a novos desafios. Os rumos trilhados e os desafios lançados colocam a Arma de Transmissões no centro de gravidade dos efeitos multiplicadores do potencial de combate do Exército, exigindo uma resposta eficaz ao quadro da conflitualidade actual e futura. A Arma de Transmissões realiza se completamente através dos seus militares cujas características e espírito de corpo próprios permitem a coesão necessária para o empenhamento no combate. O que a Arma de Transmissões foi e tem sido é motivo de orgulho para todos nós. O que será depende também de todos nós, mas principalmente dos mais jovens a quem deixo uma mensagem de incentivo e confiança. O Engenho e a Ciência permitirão que, Sempre Melhor, continuemos a cumprir a nossa missão com Honra e Valor. Março 09 07

9 O Livro: As Transmissões Militares - Da Guerra Peninsular ao 25 de Abril Coronel Tm (Eng.º) Pedro Jorge Pereira de Melo No dia 21 de Janeiro de 2008, decorreu no auditório da EPT, uma sessão de Apresentação do livro As Transmissões Militares Da Guerra Peninsular ao 25 de Abril. Este evento, dirigido às Este evento, dirigido às gentes do Norte que não puderam estar presentes na sessão principal da Apresentação do Livro, que decorreu em Lisboa, contou com a presença do Dr Henrique Granadeiro, presidente da Portugal Telecom, patrocinadora da obra, do Sr General Garcia dos Santos, Presidente da Comissão da História das Transmissões e do TGen Sousa Pinto, Presidente da Comissão de História Militar. O evento foi presidido pelo TGen Lima Pinto em representação de Sua Exª o Gen CEME. A obra foi apresentada pelo historiador Cor David Martelo. P a la v r a s d o D r H e n r iq u e G r a n a d e ir o, P r e s i d e n t e d a P o r t u g a l T e l e c o m : O Exército tem que ter um papel, muito importante no desenvolvimento do país, através da formação, da investigação e desenvolvimento em novas tecnologias, se queremos que o país não seja periférico da Ibéria, como uma Bretanha (França) ou um Delaware (EUA). O Exército está vivo, deve estar vivo, deve ser apoiado, deve ser visto como um parceiro para o desenvolvimento, porque sem centros de decisão, sem centros de excelência, sem centros de renovação e desenvolvimento tecnológico que façam o país conservar a sua autonomia, não será capaz de projectar um futuro digno para os seus filhos.. P alavras do Histor iado r Cor David Mar telo : Senhor General Comandante do Pessoal, ilustre representante do Gen CEME Senhor Pr esidente da Por tug a l Telecom Senhor Presidente da Comissão da História das Transmissões Senhor Presidente da CPHM Senhor Comandante da EPT Ilustres convidados Quis o Sr General Garcia dos Santos honrar me com o convite para fazer a apresentação da obra As Tra nsmissões Milita res Da Guerra Peninsula r a o 25 de Ab r il. Na circunstância, não deixei de manifestar a minha surpresa, por não me considerar a pessoa mais indicada para o desempenho desta missão. Todavia, perante a amável insistência do meu interlocutor, acabei por aceitar a incumbência, com muito gosto, esperando não desiludir quem em mim confiou. Assim, depois de ter feito uma leitura cuidadosa do texto que teria de apresentar, e, o melhor que pude, alinhavei umas quantas ideias que vou passar a expor. Dizia Henry Ford, grande figura da indústria automóvel norte americana, que «há dois tipos de pessoas que não interessam a uma boa empresa: as que não fazem o que se m anda e as que só fazem o que se manda». Recordo aqui esta curiosa proposição, porque ela reflecte o elogio da iniciativa e da devoção ao trabalho que ultrapassam, pela positiva, o estrito cumprimento do dever. A leitura da obra que tenho a honra de apresentar, ao historiar a evolução das Transmissões Militares, nos dois últimos séculos, permite concluir que o progresso experimentado pela Arma, especialmente a partir de meados do século XX, foi a consequência lógica da existência de uma plêiade de militares que se devotaram a fazer muito mais do que lhes era mandado. Este feito é tanto mais notável quanto é certo ter ocorrido num país cuja actividade industrial de cariz tecnológico se situava nos mais modestos patamares da Europa, colocando as Forças Armadas mais na posição de liderança do progresso do que, propriamente, na do aproveitamento do saber alcançado no âmbito civil. Esta obra, rica em testemunhos vividos, tornou se possível por ser o resultado de uma iniciativa de militares Março 09 08

10 O Livro: As Transmissões Militares - Da Guerra Peninsular ao 25 de Abril que, num passado não muito distante, se envolveram de corpo e alma no desenvolvimento de uma Arma de recente criação, mas que souberam compreender, também, que a sua condição de portugueses lhes não consentia que, mergulhados nas tarefas de carácter tecnológico, se abstraíssem dos problemas graves que o país atravessava. Abrangendo o período que vai da Guerra Peninsular até praticamente aos nossos dias, relata as sucessivas fases da evolução das transmissões militares portuguesas, colocando em cada uma delas excelentes resumos do cenário histórico em que as mesmas tiveram lugar. Tratando se de história recente, além da informação r e l a t i v a a o s a s p e c t o s eminentemente técn icos e organizativos, abundam os episódios pitorescos, alguns re v e l ad o r es d e a ut ê n t i c o pioneirismo, mas também de inteligência, planeamento, visão e espírito inventivo, episódios esses que são recordados através de textos antigos, documentação militar ou memórias pessoais. obra inicia se, praticamente, com a descrição dos meios rudimentares de telegrafia do final do século XVIII, usando exclusivamente mensageiros e meios ópticos, até ao aparecimento da primeira rede telegráfica eléctrica, em Prossegue, depois, apresentando duas vertentes importantes da histó ria das transmissões portuguesas: por um lado, no plano tecnológico, descrevendo a lenta evolução dos meios de TPF e a sua aplicação nos campos de batalha, nomeadamente mencionando a que o Exército teve de levar a cabo durante a I Guerra Mundial; por outro lado, destacando os aspectos organizativos relacionados com a integração das transmissões na Arma de Engenharia, em 1890, e a montagem e desenvolvimento dos sistemas de transmissões permanentes. Mas é, sobretudo, a partir da descrição das consequências da cedência da base das Lajes aos Aliados, durante a II Guerra Mundial, que esta História das Transmissões Militares nos recorda o surgimento de um imparável fôlego apontado ao futuro, agora com larga utilização de meios de TSF. Segue se, na década de 50, o enorme impulso decorrente da inserção na NATO e da constituição da 3.ª Divisão, momento em que se recria um Exército não exclusivamente vocacionado para a ordem pública. Se a narrativa já nos falava do entusiasmo e da dedicação dos homens das transmissões nas fases anteriores, mais ainda no lo transmite quando evoca o estímulo tecnológico resultante da chegada de equipamentos mais avançados. Com o início das derradeiras campanhas coloniais, esse estímulo vai ser ampliado pela gigantesca tarefa de materializar, num espaço imenso e disperso pelo mundo, um dos aspectos mais relevantes de qualquer guerra: a ligação que possibilita a acção de comando. Essa fabulosa e xperi ência da Arma de Transmissõ es e m Áfri ca, vocacionada que estava para aproximar as pessoas, vai revelarse decisiva nas vertentes da fundação, difusão, preparação, comando e controlo de todo o movimento militar que culminaria na revolução de 25 de Abril de Não é exagerado reconhecer que o excelente trabalho realizado pelos homens das Transmissões, para apoio das operações militares de 25 de Abril, proporcionou uma marcante vantagem relativamente às forças que tentaram opor se ao derrube do Estado Novo. Esse trabalho não se deteve com a conquista da liberdade, marcando presença, uma vez mais, nos momentos dramático s de Novembro de 1975 e em todo o processo de consolidação da democracia, designadamente através da participação dos seus quadros mais valiosos em tarefas de carácter civil ligadas à modernização do país. Toda esta narrativa é acompanhada de uma grande variedade de imagens, que dão à obra um aspecto gráfico de notável qualidade. Esta história, que aqui procurei caracterizar nas suas linhas principais, encontra se, de resto, excelentemente resumida no Prólogo do próprio livro. A sua leitura que nos deixa com a convicção de que as epopeias também têm a sua componente tecnológica é mais do que suficiente para garantir a relevância desta obra, a qual deve constituir motivo de grande orgulho para todos quantos contribuíram para o que nela é narrado, para a Arma de Transmissões e para o Exército Português. Março 09 09

11 O Livro: As Transmissões Militares - Da Guerra Peninsular ao 25 de Abril Infelizmente, atravessamos uma época em que a Nação se encontra menos atenta às suas Forças Armadas, sendo muito ténue o liame afectivo existente entre ambas. Analisando este doloroso fenómeno, sou levado a concluir que a questão já não é apenas a de n in g u ém qu er er sa b er, passando a ser também a de ha v er quem n ã o queir a que se sa iba, porque como afirmava Péricles «o s hom en s só supor tam ouvir o elogio dos outros, na precisa medida em que conseguem persuadir se de que são capazes de igualar as acções exaltadas». É contra esta corrente, superiormente patrocinada pelos que se dão mal com a lembrança da dívida que têm para com as Forças Armadas, que é necessário remar. Remar sem descanso, sacudindo a memória de quantos fazem do esquecimento o anestésico da consciência. Para terminar, na pessoa do Sr. General Amadeu Garcia dos Santos, na sua qualidade de Presidente da Comissão da História das Transmissões Militares, apresento as minhas mais calorosas felicitações, por este exemplar trabalho, que a todos nós prestigia e enche de orgulho. David Martelo, Porto, EPT, 21 de Janeiro de 2009 Editorial do BIP BIP Nº30 de Janeiro de 2009 pelo CMDT da EPT, Cor Pedro Melo: Um Povo é a sua História. Falar da História das Transmissões é falar do passado para entender o presente. É falar de um passado vivo, protagonizado por milhares de Oficiais, Sargentos e Praças de Tm, que ao longo de décadas dedicaram a sua vida a servir o país escolhendo as Transmissões como área privilegiada para mostrarem o seu saber. O livro As Transmissões Militares faz luz sobre o passado próximo das Tm. Não é fácil resumir em poucas páginas o imenso historial das Tm. Feitos há, por certo valorosos, que foram esquecidos e actores nesse passado brilhante que foram ignorados, mas com o lançamento deste livro há a certeza de que o passado das Tm não mais será esquecido e sobreviverá à memória curta dos homens levando para o futuro ensinamentos, que serão perenes, na arte de bem servir o Exército, nas áreas da responsabilidade das Transmissões, nomeadamente, citando o Cor Martelo, no materializar da ligação que possibilita a acção de comando. A História não parou. A História está viva sendo que o Presente é forçosamente a História do Futuro, e sabendo que a Arma de Tm comunga no presente a vitalidade do seu passado estou ciente que os vindouros continuarão a ter orgulho na sua Arma de Tm e a lembrar todos aqueles que continuamente contribuem para o engrandecimento da nossa Arma e do Exército. Ao iniciar este novo ano, faço votos para que a Escola e os seus profissionais sejam uma parte importante nesse Futuro. milhares de Oficiais, Sargentos e Praças de Tm, que ao longo de décadas dedicaram a sua vida a servir o país escolhendo as Transmissões como área privilegiada para mostrarem o seu saber. O livro As Transmissões Militares faz luz sobre o passado próximo das Tm. Não é fácil resumir em poucas páginas o imenso historial das Tm. Feitos há, por certo valorosos, que foram esquecidos e actores nesse passado brilhante que foram ignorados, mas com o lançamento deste livro há a certeza de que o passado das Tm não mais será esquecido e sobreviverá à memória curta dos homens levando para o futuro ensinamentos, que serão perenes, na arte de bem servir o Exército, nas áreas da responsabilidade das Transmissões, nomeadamente, citando o Cor Martelo, no materializar da ligação que possibilita a acção de comando. A História não parou. A História está viva sendo que o Presente é forçosamente a História do Futuro, e sabendo que a Arma de Tm comunga no presente a vitalidade do seu passado estou ciente que os vindouros continuarão a ter orgulho na sua Arma de Tm e a lembrar todos aqueles que continuamente contribuem para o engrandecimento da nossa Arma e do Exército. Ao iniciar este novo ano, faço votos para que a Escola e os seus profissionais sejam uma parte importante nesse Futuro. Março 09 10

12 As Transmissões: Arma e Serviços, a Logística e o RTm Coronel Tm (Eng.º) Nelson Martins Viegas Pires A Arma de Transmissões foi criada em 1970 através do Decreto Lei 364\70 publicado em Ordem do Exército nº 8 (1ª Série), de 31 de Agosto (1). Na sua génese a Arma de Transmissões englobava as Transmissões Permanentes, as Transmissões de Campanha e a Guerra Electrónica, bem como a componente dos Serviços de Transmissões responsável pela logística dos respectivos sistemas das áreas referidas. As actividades das Transmissões inserem se no âmbito dos apoios de combate. Assim, as Transmissões agrupam dois apoios de combate distintos: o apoio de comunicações (também considerado apoio ao comando e controlo) que apoia em comunicações toda a estrutura permanente do Exército e todas as forças até ao escalão brigada inclusive e o apoio electrónico que abrange a guerra electrónica (2). Importa referir, de igual modo, a definição básica de elementos de apoio de serviços. São elementos que desempenham as funções administrativas e logísticas essenciais à conduta de operações de combate. A Arma de Transmissões, que quando foi criada tinha uma forte responsabilidade nesta área, tem vindo a perder progressivamente esta componente, que manteve durante largos anos, enquanto estrutura independente e diferenciada para o cumprimento de tarefas logísticas respectivas. Estamos, neste momento, em condições de perceber que as Transmissões se apresentam como Arma, não só porque integram a Guerra Electrónica mas também por serem responsáveis pelo apoio de comunicações. Assim sendo, a ideia de que as Transmissões seriam um Serviço se não integrassem a Guerra Electrónica não é sustentável. A situação das Transmissões do Exército Português, com responsabilidade nos apoios de comunicações e electrónico é semelhante à que se verifica em outros Exércitos europeus, como o Exército Francês e o Alemão. No caso dos EUA, a situação é paradigmática, uma vez que o Signal Corps, que não integra a vertente Electrónica (3), não deixa de se apresentar como uma Arma de apoio de combate (4). Ao longo dos tempos, o local da Cruz dos Quatro Caminhos, em Sapadores, tem sido palco privilegiado da consolidação das Transmissões no Exército Português. Primeiro como local de instalação de uma das estações telegráficas constituintes da primeira Rede Telegráfica Militar, em 1873 (5 ), seguidamente como sede das primeiras unidades de Telegrafistas, na dependência da Arma de Engenharia (6), posteriormente como local de funcionamento do Serviço de Telecomunicações Militares (STM) (7), criado oficialmente em 1952, depois como sítio da primeira Escola Prática de Transmissões (em 1971) (8) e, por último, local do Regimento de Transmissões, em Durante este longo período, os apoios de Transmissões, na área das comunicações, abrangeram as comunicações Tácticas e as comunicações Permanentes. Quis o destino que no local da Cruz dos Quatro Caminhos se consolidassem as Transmissões ditas Permanentes, assim chamadas pelas características dos sistemas instalados. Com o tempo, no RTm, as tarefas decorrentes do apoio de comunicações que inicialmente se cingiam à transmissão (com e sem fios), à comutação e à exploração, foram se alterando. Primeiro pela redução da actividade de exploração (que praticamente ficou limitada à actividade regimental, através do seu Centro de Comunicações) e posteriormente com o desenvolvimento da rede de dados do Exército, o futuro das modernas comunicações, e a adição da área de segurança da informação. Hoje, o Regimento de Transmissões tem por missão instalar e manter os sistemas de comunicações, de informação e de segurança da informação do Exército, em articulação com o Centro de Dados de Defesa e a Direcção de Comunicações e Sistemas de Informação. Embora continue a observar se uma componente logística na missão do RTm, esta área, fruto das evoluções tecnológicas e das sucessivas reorganizações do Exército e do Regimento, tem vindo a perder o peso que outrora possuía. Assim, no âmbito das suas actividades logísticas, o Regimento limita se, na maioria das vezes, à simples substituição de placas nos equipamentos instalados ou substituição do próprio equipamento. Mesmo a capacidade técnica existente tem de ser encarada como a capacidade necessária para prestar o apoio de comunicações tal como na Artilharia é fundamental Março 09 11

13 As Transmissões:Arma e Serviços, a Logística e o RTm conhecer a técnica de tiro, nas Transmissões é fundamental dispor de conhecimentos nas áreas da electrónica, telecomunicações e sistemas e computadores, para a implementação das diferentes soluções necessárias ao apoio ao comando e controlo do Exército. Assim, a missão fundamental do Regimento pode Apoio de som ao Exército; Segurança das comunicações e sistemas de informação do Exército; Instalação, gestão e sustentação das comunicações e sistemas de informação das UEO territoriais do Exército, bem como a ligação ao EMGFA, a outros Ramos das Forças Armadas, às FND e a Comandos de escalão superior a Brigada em Exercícios (9). c o m p le m e n to d o S IC T. A justificação desta designação assenta não só no nível do apoio prestado (operacional em oposição ao nível táctico) como no objecto desse apoio que não se limita a interligar, como referido anteriormente, as UEO do sistema territorial do Exército Português. Face ao exposto, conclui se que a actual organização do Exército, que levou à integração do Regimento de Transmissões no Comando Operacional, é a que melhor corresponde à realidade do apoio de comunicações prestado por esta unidade. (1) De forma muito sintética, referimos que este Decreto Lei apresentava a seguinte organização para a Arma de Transmissões: Direcção da Arma de Transmissões (DAT), em Lisboa; Escola Prática de Transmissões (EPT), em Lisboa, no actual quartel do RTm; Serviço de Telecomunicações (STM), no mesmo local da EPT, em Lisboa; Regimento de Transmissões, no Porto; Depósito Geral de Material de Transmissões, em Linda a Velha. (2) Estes conceitos estavam explícitos, de forma concisa, no anterior Regulamento de Campanha Operações (RC130 1, EME, Página 4 39 a 4 43, Volume I, 1987). Contudo, o actual Regulamento de Campanha Operações, EME, Setembro 2005, é muito mais difuso quanto ao apoio de comunicações, surgindo os sistemas de informação e comunicações (SIC) transversais no apoio a todo o tipo de operações e um dos meios mais importantes de apoio ao comando e controlo, um factor decisivo influenciador do Potencial de combate. (3) Esta aparece na Arma de Informações e Guerra Electrónica. (4) In the United States Army, Combat Support is a military term which refers to units which provide fire support and operational assistance to combat elements. Combat Support units provide specialized support functions to combat units in the areas of chemical warfare, intelligence, security, and communications. Combat Support should not be confused with Combat Service Support, which are units which primarily provide logistical support by providing supply, maintenance, transportation, health services, and other services required by the soldiers of combat units to continue their missions in combat. Expressed another way, Combat Support units are focused on providing operational support to combat units, while Combat Service Support units are focused on providing logistical support to combat units. Actual combat units are collectively referred to as Combat Arms units; hence, all Army units fall into the category of either Combat Arms, Combat Support, or Combat Service Support. Within the U.S. Army, the traditional Combat Support branches are the: Chemical Corps Military Intelligence Corps Military Police Corps Signal Corps Wikipedia, Internet, Janeiro 2009 As Transmissões Permanentes, embora uma parte substancial do apoio referido, não esgotam a missão atribuída ao RTm, onde, como se viu, se integram o apoio de som e a segurança dos sistemas de informação e comunicações. Igualmente, importa referir que o apoio de comunicações se estende às forças operacionais, visto a responsabilidade pelo estabelecimento das ligações ser sempre do escalão superior para o inferior. Deste modo, a própria referência às Transmissões Permanentes, e m b o r a u sa d a p o r r az õ e s h istó r ica s, é r e d u t o r a d o a p o i o d e c o m u n i c a ç õ e s actualm ente prestado pelo Regim en to de Transmissões, sendo muito mais apropriada a design ação Sistem as de In fo r m ação e Co m unicações Operacio nais do Exér cito Português, que levou à criação do SIC O em Signal Corps Bran ch Type: Combat Support Birthday: The Signal Corps was authorized as a separate branch of the Army by act of Congress on March 3, However, the Signal Corps dates its existence from June 21, 1860, when Congress authorized the appointment of one signal officer in the Army, and a War Department order carried the following assignment: "Signal Department Assistant Surgeon Albert J. Myer to be Signal Officer, with the rank of Major, June 27, 1860, to fill an original vacancy." Mission Statement: The mission of the Signal Corps is to provide and manage communications and information systems support for the command and control of combined arms forces. Signal support includes Network Operations (information assurance, information dissemination management, and network management) and management of the electromagnetic spectrum. Signal support encompasses all aspects of designing, installing, maintaining, and managing information networks to include communications links, computers, and other components of local and wide area networks. Signal forces plan, install, operate, and maintain voice and data communications networks that employ single and multi channel satellite, tropospheric scatter, terrestrial microwave, switching, messaging, videoteleconferencing, visual information, and other related systems. They integrate tactical, strategic and sustaining base communications, information processing and management systems into a seamless global information network that supports knowledge dominance for Army, joint and coalition operations. US Army Info Site: Sign al Corps, Janeiro 2009 (5) Esta rede era constituída por treze estações e cingia se à região de Lisboa, Paço Afonso, 1938, OTTOSGRAFICA; Biblioteca do RTm, Página 18. (6) A primeira Companhia de Telegrafistas é criada em 1884 como subunidade do 1º Regimento de Engenharia. Esta companhia deveria ter recebido o pessoal da Direcção do Serviço Telegráfico Militar, que sendo oriundo de outras Armas, preferiu regressar às mesmas. 30 Anos Serviços Distintos, Regimento e Transmissões, 2007, Página 37. (7) destinado a promover e aperfeiçoar a instrução do pessoal militar especializado, e a manter as Telecomunicações Militares de carácter permanente. Idem. (8) Com a criação da Arma de Transmissões através do Decreto nº364/70, publicado em Ordem do Exército nº 8 (1ªSérie), de 31 de Agosto de (9) Entende se por Gestão as acções e tarefas relacionadas com a análise, monitorização e controlo, em tempo real, dos SIC, de forma a garantir os mais elevados níveis de disponibilidade e desempenho dos sistemas implementados. Neste âmbito, as tarefas referidas serão a gestão das falhas, gestão de desempenho, gestão de custos, gestão de segurança e gestão de configuração dos equipamentos, das redes e dos serviços que compõem os SIC. Igualmente, entende se por sustentação a actualização, manutenção e reabastecimento dos diferentes sistemas e subsistemas instalados. Março 09 12

14 Companhia de Transmissões da Brigada Mecanizada Major Tm (Eng.º) João Francisco Branco Barreira A Companhia de Transmissões da Brigada Mecanizada comemorou no passado dia 02 de Novembro de 2008 o seu 30º aniversário, tendo contado com a presença de vários convidados, entre eles, o ilustre antigo Comandante desta Unidade, Tenente General Guerreiro Rodrigues. Ao longo destes trinta anos esta unidade sempre se pautou pela disponibilidade dos seus militares para bem servir enfrentando os desafios que têm surgindo ao longo dos tempos, constituindo se como uma referência no seio da Brigada Mecanizada e na Arma de Transmissões, na vertente das Transmissões de Campanha. A Companhia de Transmissões tem como missão instalar e manter o sistema de informação e comunicações táctico, necessário ao exercício do comando e controlo da Brigada Mecanizada. Fruto da crescente evolução tecnológica e dos equipamentos, o conceito de apoio tem sofrido algumas adaptações. No entanto, a larga experiência dos militares que nesta unidade servem tem permitido responder da melhor forma a esta evolução, contribuindo decisivamente para os sucessos alcançados ao longo destes 30 anos. A Companhia de Transmissões, para além das tarefas de ordem administrativa, tem desenvolvido uma crescente actividade operacional da qual se destacam, no ano de 2008, os seguintes exercícios: LINCE 081, ROSA BRAVA/EFICÁCIA 08, LEÃO 08, LINCE 082, ORION 08, SHAMA 08, LINCE 083, ONÇA 08. É de realçar também o esforço desenvolvido na área da preservação do meio ambiente, contribuindo desta forma para a manutenção da certificação ambiental da Brigada Mecanizada. Fruto destas condições únicas, que são a existência de um campo militar, aliada ao saber e experiência dos seus militares, esta unidade constitui se um excelente local, subaproveitado, para realização de testes a novos equipamentos, contribuindo desta forma para a busca e consolidação de soluções viáveis e adequadas às necessidades de comunicações de campanha para o Exército. É importante salientar também que, apesar de não ter sido contemplada desde há longa data com o fornecimento de novos equipamentos e, apesar do constante progresso a nível de novas tecnologias a CTm da BrigMec proporciona ao Comando da Brigada e às respectivas Unidades um conjunto de serviços que seriam impensáveis há uns anos atrás, como é o exemplo da videoconferência, da utilização do SICCE ou da integração da tecnologia Voice over IP (VoIP) em campanha. Relativamente a esta última tecnologia já foram realizados alguns testes e prevê se a sua implementação no próximo exercício da Brigada Mecanizada ROSA BRAVA / EFICÁCIA / ARMAGEDDON 09. Pretende se assim conseguir as vantagens resultantes do uso deste tipo de equipamentos em detrimento de algumas desvantagens e limitações dos equipamentos tácticos actualmente em uso, nomeadamente das centrais P/CD 132. Resumindo, esta Companhia orgulha se de continuar a cumprir com o que vem sendo já uma tradição que é a arte de saber servir continuando a cumprir a sua missão que pode ser enunciada de uma forma muito simples: assegurar a ligação por todos os meios ao nosso alcance. Março 09 13

15 Plano de Operações VULCANO EXÉRCITO 2008 Tenente Coronel Tm Fernando Lobão O Exército, nos termos da legislação em vigor e porque considera que a importância do sector florestal e a necessidade da sua preservação e desenvolvimento é uma prioridade, e que a prevenção da ocorrência de fogos florestais constitui um objectivo estratégico de interesse nacional, tem vindo a colaborar no âmbito da Prevenção dos Fogos Florestais de acordo com protocolos de colaboração anuais estabelecidos com a Direcção Geral dos Recursos Florestais (DGRF). A Escola Prática de Transmissões participou em acções de Vigilância Móvel e Combate ao fogo em 1ª intervenção na Serra da Freita, em Arouca, com uma Equipa de Sapadores do Exército na Defesa da Floresta Contra Incêndios (SEDFCI). Tendo em vista uma acção rápida e incisiva nos primeiros momentos do incêndio, esta Equipa de SEDFCI obteve para o efeito, uma formação específica ministrada pela DGRF. A EPT durante o período de vigência deste Plano (de 01JUL08 a 30SET08) manteve em permanência na Serra da Freita uma Equipa de SEDFCI constituída por 6 (seis) elementos (1 Sargento e 5 Praças) que executaram as seguintes tarefas: Construção de linhas quebra fogo, utilizando ferramenta de sapador manual, no sentido de promover a contenção/supressão de fogos nascentes em acções de 1ª intervenção; Acções de rescaldo e vigilância pós incêndio; Acções de vigilância e sensibilização da população. Março 09 14

16 Actividades Desenvolvidas nas Áreas da Educação e Formação na EPT Tenente Coronel Tm Agostinho Janeiro INTRODUÇÃO O Governo Português estabeleceu como um dos seus objectivos prioritários o reforço da educação e qualificação dos portugueses e, de entre as várias medidas previstas no sentido da consecução deste objectivo, destaca se a Iniciativa Novas Oportunidades inserida no Plano Tecnológico e no Plano Nacional de Emprego. Um dos indicadores/metas seleccionados e considerado fundamental para alcançar o objectivo da qualificação foi fixar o 12º ano de escolaridade como referencial mínimo de formação para a população portuguesa. Consequentemente o Exército juntou se também a este desígnio nacional de habilitar o maior número possível dos seus militares e funcionários civis com o nível secundário de escolaridade e, através da Directiva 174/CEME/07, implementou o respectivo Plano de Acção. IMPLEMENTAÇÃO DA DIRECTIVA 174/CEME/07 NA EPT Tendo como farol a melhoria das habilitações académicas e profissionais de todos os militares e funcionários civis da Escola Prática de Transmissões, foi criada a figura do Delegado Responsável pela Formação (DRF), cujas responsabilidades estão definidas no Anexo G à Directiva 174/CEME/07 e que desenvolve genericamente funções de gestão e controlo das actividades de formação na Unidade. Para a concretização desse objectivo as actividades do DRF passam fundamentalmente por: Divulgar, acompanhar e supervisar as actividades de formação e certificação da EPT; Aconselhar os efectivos a desenvolver processos RVCC ou outras ofertas formativas disponíveis, através da realização de palestras; Concretização de protocolos de colaboração com Centros de Novas Oportunidades (CNO) da guarnição ou outras Escolas do Porto tendo em vista a criação das melhores condições para que os profissionais da EPT possam validar e certificar as suas competências profissionais e académicas através dos modelos de formação e certificação disponíveis, dando prioridade aos níveis Básico, Secundário e níveis II e III de formação profissional. ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS NA EPT EM 2008 a.rvcc Ensino Básico Fig.1 Divulgação do RVCC pelo CNO / CFP / IEFP / Porto Dentro do âmbito do protocolo estabelecido com o Centro de Formação Profissional do Porto iniciou se em Setembro de 2007 uma nova fase do projecto RVCC Básico, iniciado em 2005, desta feita em parceria com o RA5. O público alvo (formandos) foi constituído por 31 militares e 9 funcionários civis distribuídos em 4 turmas (3 de militares e 1 de funcionários civis) sendo o processo implementado em 2 períodos distintos para 2 turmas em simultâneo. Assim: Em Setembro de 2007 iniciaram os trabalhos uma turma de funcionários civis e uma outra constituída pelos 11 militares RV/RC mais antigos da EPT e do RA5; Em 15 de Abril de 2008 concluíram com aproveitamento o processo RVCC Básico, após terem sido presentes ao Júri de Certificação, 7 funcionários civis e três militares, todos da EPT. (Os militares e funcionários civis do RA5 completaram o processo na respectiva Unidade); No dia 29 de Abril de 2008 realizou se na EPT a cerimónia de entrega de diplomas com a presença do Comandante da Unidade e do Director do CNO do Centro de Formação Profissional do Porto; Em Fevereiro de 2008 iniciaram o processo as restantes duas turmas constituídas por 21 militares no total (10 da EPT e 11 do RA5); No dia 25 de Setembro de 2008 terminaram o processo RVCC Básico com aproveitamento, após terem sido presentes ao Júri de Certificação, 7 militares da EPT; Março 09 15

17 Actividades Desenvolvidas nas Áreas da Educação e Formação na EPT e Fig.3 Assin atura de protocolo de cooperação com o CNO do ISLA (Gaia) e o Agrupamen to Vertical de Escolas do Viso (Porto) em 11 de Setembro de 2008 No dia 25 de Outubro de 2008 realizou se na EPT a cerimónia de entrega de diplomas com a presença do Comandante da Unidade e do Director do CNO do Centro de Formação Profissional do Porto e alguns formadores e profissionais RVCC que estiveram envolvidos no processo; o Agrupamento Vertical de Escolas do Viso (Porto) tendo ficado acordado que todas as acções de formação iriam decorrer nas instalações da EPT. Foram inscritos na 1ª fase deste projecto 70 militares e 2 funcionários civis; Foram disponibilizadas 2 salas de aula com meios informáticos com acesso à Internet e videoprojector e ainda o anfiteatro para apresentação de trabalhos; A 1ª fase do Projecto RVCC Secundário decorreu durante cerca de 6 meses (entre Maio e Dezembro de 2008) tendo os 30 formandos constituído 2 turmas e sido autorizados a frequentar as aulas no horário normal de serviço (2 horas por semana); Fig. 2 Cerimónia de Entrega de diplomas Projecto RVCC / 9º an o Do universo de militares e funcionários civis da EPT que aderiram ao Projecto RVCC Ensino Básico apenas 4 militares e 1 funcionário civil da Escola não obtiveram certificação ao nível do Ensino Básico. b.projecto RVCC / EFA 2008/2010 Ensino Secundário Em finais de Março de 2008 foi iniciado, em simultâneo com o Projecto RVCC Básico, um novo projecto para certificação ao nível do Ensino Secundário seguindo a via RVCC ou através de Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), dirigido a todos os militares e funcionários civis da EPT que possuíam habilitações entre o 9º e o 12º ano de escolaridade e que constituíam cerca de 40% dos efectivos da Escola. Pretende se que 75% dos militares nestas condições possam concluir o ensino secundário até final de Para concretizar esse processo, foi assinado um protocolo de cooperação com o CNO do ISLA (Gaia) Fig.4 Sessão do Júri de Certificação Projecto RVCC / Secun dário Do universo de 29 militares e 1 funcionário civil que a frequentaram foram certificados em Dezembro de formandos (63%); Em Janeiro de 2009 teve início a 2ª fase do mesmo Projecto que conta com 40 formandos inscritos, prevendo se a sua conclusão em meados do corrente ano de 2009; Os cursos EFA, constituídos por 2 turmas de 21 Março 09 16

18 Actividades Desenvolvidas nas Áreas da Educação e Formação na EPT elementos e iniciados em Junho de 2008, decorrem ainda, diariamente e após o horário normal de serviço, prevendo se a sua conclusão em Junho de 2009; Fig.5 Militares e Funcion ár io civis da EPT em form ação (Dez O8) c. Outras ofertas formativas Para além das ofertas formativas representadas pelos cursos EFA e RVCC existe ainda um conjunto significativo de profissionais da EPT que frequentam actualmente o ensino superior e a via tradicional ou recorrente do ensino secundário para além de alguns cursos profissionais o que perfaz, em finais de 2008, uma percentagem de 37% do total do efectivo da Escola em formação (ver gráfico fig.5). RECONHECIMENTO PÚBLICO DO TRABALHO DESENVOLVIDO Os resultados atingidos até hoje como consequência da aposta na valorização dos Recursos Humanos é para continuar e são motivo de grande orgulho para a Escola Prática de Transmissões, uma vez que eles são o seu trunfo mais valioso. Só seguindo este caminho a EPT poderá continuar na vanguarda e a alcançar elevados padrões de desempenho nas suas múltiplas vertentes. Com especial ênfase para este facto a Escola recebeu em 2008 o reconhecimento público pelo papel que vem desempenhando nos últimos anos na valorização do seu Capital Humano, tendo sido agraciada nessa categoria como uma referência das Boas Práticas no Sector Público em Portugal, concurso esse que é anualmente organizado pela Delloitte Portugal, facto que muito nos honra mas que representa acima de tudo um aumento de responsabilidades no futuro no cumprimento da nossa missão que só poderá ter como limite a excelência. Fig.6 O Dr. Francisco Maria Balsemão entregou a m enção honrosa da Categoria II Capital Hum ano ao Coronel José Filipe da Silva Arnaut Moreira, comandante da Escola Prática de Tran sm issões Março 09 17

19 Academia CISCO na EPT Eng.º Nuno Guarda* Tenente Coronel Tm Alberto Palhau As Academias de Networking Cisco O Cisco Networking Academy (NetAcad) é uma iniciativa educativa inovadora que faculta competências em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para preparar indivíduos que pretendam desenvolver a sua carreira nas áreas das TIC e networking. O NetAcad proporciona uma formação de alta qualidade, idêntica parta todos os estudantes, sendo suportada por conteúdos e avaliações online, práticas laboratoriais e ferramentas de aprendizagem interactivas. O NetAcad tem crescido desde 1997, englobando hoje uma população estudantil superior a estudantes por ano, dispersos por mais de 160 países. O sistema de gestão de dados utilizado pelo NetAcad processa quase um milhão de exames por mês e disponibiliza cursos online em diversas linguas. Os cursos o n l i n e s ã o complementados por instrução em sala de aula, de forma a assegurar experiências de aprendizagem consistentemente enriquecedoras para os estudantes. Os resultados, o progresso e os objectivos dos estudantes são medidos continuamente, de forma a assegurar que todos eles têm os recursos necessários para alcançar os seus objectivos. Os instrutores das Academias recebem formação completa e apoio online para as actividades lectivas. O portfólio do NetAcad consiste de cursos que ajudam a suprir as diversas necessidades e variados objectivos dos estudantes. Uma característica comum a todos os cursos é a aplicação prática de conhecimentos, através de actividades laboratoriais, que preparam os estudantes para oportunidades de carreira, formação contínua e certificações da indústria mundialmente reconhecidas. Dos cursos actualmente disponibilizados, salientam se o Cisco Certified Network Associate (CCNA) Discovery e o *Program Manager Portugal & Nordics Cisco Networking Academy CCNA Exploration, bem como o CCNP (Cisco Certified Network Professional) e o IT Essentials. Os cursos ministrados através das Academias Cisco são úteis, não só para redes com equipamentos Cisco, mas também para redes com equipamentos de outros fabricantes. Os conhecimentos adquiridos são transversais aos fabricantes, sendo portanto úteis à indústria em geral. O Cisco Networking Academy estabelece parcerias com instituições públicas e privadas, tais como escolas em geral, universidades, organizações governamentais e não governamentais, organizações sem fins lucrativos, entre outras, com o intuito de melhorar o acesso ao programa, fomentando o desenvolvimento da forma de trabalho e potenciando o sucesso dos estudantes durante e após a conclusão dos seus estudos. A rede humana de estudantes, a n t i g o s e s t u d a n t e s, i n s t r u t o r e s e administradores pode interagir através do site Academy Netspace. Por exemplo, o Curriculum CCNA é disponibilizado aos formandos de nível IV e é incluído em disciplinas de cursos de Licenciatura e Mestrado na área de Redes de Computadores, de forma que, para além do respectivo diploma, os formandos obtenham uma certificação CI SCO de re con heci mento in ternacio n al. A Academ ia CISCO na EPT A EPT, enquanto responsável pela formação em Tecnologias da Informação e Comunicação do Exército, propôs a constituição de uma Academia Regional CISCO nesta Escola. Pretende se uma Academia Regional (e não Local), visto que possibilita formar formadores, que asseguram a continuidade dos cursos. Enquanto Academia Regional, servindo todo o Exército (sem excluir a possibilidade de apoiar outros ramos), poderá coordenar outros pólos de formação tecnológica (Academias Locais) a funcionar noutras Unidades. Como vantagens da constituição de uma Academia Regional CISCO, para o Exército, destacam se as Março 09 18

20 Academia CISCO na EPT seguintes: a.proporcionar ao Exército uma formação em TIC de elevada qualidade, reconhecida e certificada internacionalmente. b.satisfazer carências urgentes de formação em redes, nomeadamente para a instalação e operação do SIC T e para a gestão das redes fixas do Exército. c.permite reduzir custos, se pensarmos que o Exército deixa de pagar estes cursos, em centros de formação civis, e disponibiliza esta formação a mais militares, sem custos acrescidos, contribuindo assim para um significativo incremento da capacidade tecnológica que se traduzirá em melhores níveis de desempenho dos sistemas de informação e comunicações militares. d. Va loriz a ção e motivaçã o dos recursos humanos da EPT e de outras unidades, podendo abranger militares do QP e em RC. O Programa Cisco Networking Academy, c o n s t i t u i u m a oportunidade que se e n q u a d r a n u m contexto favorável que provém das directivas d o C o ma n do d o Exército bem como das orientações governamentais. No Memorando assinado entre a CISCO e o Governo Português, em 9 de Maio de 2008, identifica se a seguinte actividade a desenvolver conjuntamente, no contexto do Programa Cisco Networking Academy, com o Ministério da Defesa Nacional: Desenvolvimento do know how tecnológico nas Forças Armadas." Ao afirmar se como Academia CISCO, a EPT está a prestar um contributo significativo para a concretização deste objectivo. A oportunidade resulta ainda do facto de que O Exército e a EPT dispõem actualmente de todos os requisitos para que a Academia CISCO comece imediatamente a funcionar: formadores certificados, equipamentos de rede e instalações. Com especial interesse para o Exército encontram se os currículos: Cisco Certified Network Associate (CCNA), Redes Sem Fios (Wireless LANs) e Segurança de Redes (Network Security). O curso de Redes Sem Fios tem como objecto o desenho, planeamento, implementação, operação e resolução de problemas em redes sem fio. Através do curso de de Segurança de Redes, os alunos estarão capacitados a propor e implementar soluções que ajudem a diminuir o risco de perdas e a evitar potenciais vulnerabilidades na rede. O currículo CCNA proporciona uma perspectiva abrangente das redes, desde os fundamentos até às aplicações e serviços mais avançados. O curso CCNA Exploration prepara os alunos para o exame Cisco CCNA Network Associate que constitui a base da certificação para uma carreira na área das redes de computadores. Tendo em consideração as necessidades e a urgência actuais de formação em redes, logo que seja apro vada a criação da Academia CISCO, as prioridades de formação são d e f i n i d a s p e l a seg uint e ordem: unidades de Tm da c o m p o n e n t e operacional e SIC T, cont in uidade da formação, técnicos de redes das unidades de Tm, militares do QP e R C d e o u t r a s unidades. Também e s t á p r ev i st a a aquisição de um lote de equipamentos específicos para apoio à formação prática e que poderão, em caso de necessidade operacional, ser utilizados em operações. Ao tornar se numa Academia Cisco, a Escola Prática de Transmissões pode facultar formação tecnológica de ponta aos militares que frequentem estes cursos, independentemente do percurso profissional por que venham a optar no futuro. Os que continuarem nas fileiras, ficarão com conhecimentos sólidos na área do networking que serão especialmente úteis para os responsáveis pelas áreas de Comunicações e Sistemas de Informação nas diversas unidades; se optarem por regressar à vida civil, estarão aptos a desenvolver actividades profissionais relacionadas com aquela área tecnológica e com uma certificação reconhecida internacionalmente. Março 09 19

4590 208 Paços de Ferreira

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