IMO ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IMO ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL"

Transcrição

1 IMO ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL Criação: Março de1948, em Genebra. Órgão: Agência especializada e vinculada à ONU. Possui 167 Estados Membros. O Brasil integra a IMO desde Objetivo: Padronizar, manter e controlar todas as regras de navegação, segurança (SOLAS), meio ambiente marinho (MARPOL), cooperação técnica e certificação de profissionais e embarcações, ou seja, ela é responsavel pela padronização mundial da indústria marítima (que compreende navegação, construção naval, pesca e portos). Idioma Oficial: Inglês, Francês e Espanhol.

2 IMO ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL CCA IMO Comissão Coordenadora dos Assuntos da IMO Coordenação: Chefe do Estado-Maior da Armada. Composição: I - Grupo Interministerial (GI); II - Secretaria Executiva (Sec-IMO); e III - Fórum Consultivo (FC).

3 IMO ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL O Grupo Interministerial (GI) é constituído pela Marinha do Brasil e pelos Ministérios: I da Justiça; II das Relações Exteriores; III dos Transportes; IV das Minas e Energia; V do Planejamento, Orçamento e Gestão; VI das Comunicações; e VII do Meio Ambiente. Secretaria Executiva (Sec-IMO) Secretário Executivo: Diretor de Portos e Costas (DPC); Apoio técnico e administrativo. Fórum Consultivo (FC) Representantes da comunidade marítima, de entidades científicas e setoriais, de organizações governamentais e não-governamentais, e pessoas de notório saber nos temas em análise pela CCA-IMO.

4 IMO ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL RPB IMO Representação Permanente do Brasil junto à Organização Marítima Internacional Composição: I - Representante Permanente (Chefe) - Almirante do Corpo da Armada; II - Representante Alterno (Imediato) Capitão-de-Mar-e-Guerra; III - Coordenador da Secretaria Operacional (Oficial Superior da ativa); e IV - Servidores civis e militares admitidos por legislação própria.

5

6

7

8 FAL 35 IMO, 12 a 16 de janeiro de 2009 CONSTITUIÇÃO DOS GRUPOS DE TRABALHO GT I - GT / 01 - Revisão geral e implementação da Convenção (Item 4 da Agenda) - Práticas observadas com a Chegada, Permanência e Partida de Embarcações. II - GT / 02 - Meios Eletrônicos para o despacho de navios (Item 5 da Agenda) - Meios eletrônicos para o despacho de navios Single Window - Porto sem Papel (Secretaria Especial de Portos SEP). Plenário Interface navio/porto (Item 10 da Agenda) - Facilitação para o embarque de cargas perigosas; e - Demais itens da agenda Obs.: - 2 Grupos de Redação

9 FAL 35 IMO, 12 a 16 de janeiro de 2009 Principais Pontos Observados Foi a primeira sessão do Comitê FAL, após sua institucionalização 7/12/2008; Mais 4 países aderiram à Convenção FAL, aumentando para 118 o número de Estados Partes; Foram aprovadas várias emendas ao Anexo da Convenção FAL; Continuou-se a elaborar o Manual Explicativo da Convenção FAL. A ANTAQ irá participar do GT. O Trabalho continuará por Grupo de Correspondência; Foi deliberado que a Convenção precisa ser revisada, para atualizá-la em relação a assuntos tais como desembarque de pessoas resgatadas no mar, imigrantes ilegais, clandestinos, Código ISPS, entre outros; Foi revisado o Compêndio IMO sobre Facilitação Eletrônica;

10 FAL 35 IMO, 12 a 16 de janeiro de 2009 Foi estabelecido um Grupo de Correspondência sob a coordenação do Brasil (SEP), para desenvolver regras sobre o sistema single window de facilitação do transporte marítimo; O Comitê tomou nota do projeto Porto sem Papel da SEP e solicitou ser mantido informado sobre o seu desenvolvimento. Interface navio-porto: dificuldades com a facilitação do transporte de materiais radioativos (Classe - 7 do Código IMDG), principalmente os usados em aplicações médicas no diagnóstico e tratamento de doenças pelo uso de rádio isótopos, havendo vários casos de negativas de embarques. A questão ainda está longe de ser resolvida. O Comitê solicitou ao SecretárioGeral que a IMO continue a manter os mecanismos desenvolvidos para solucionar as dificuldades com aquele tipo de carga. O tema para o Dia Marítimo Mundial 2009 será Mudança Climática : um desafio também para a IMO!

11 PARTICIPAÇÃO DA ANTAQ EM COMITÊS E SUB-COMITÊS DA IMO Maritime Safety Committee - MSC Marine Environment Protection Committee MEPC Facilitation Committee - FAL Sub-Committee on Dangerous Goods Solid Cargoes and Containers-DSC Sub-Committee on Bulk Liquids and Gases - BLG

12 INTERFACE NAVIO / PORTO ISPS Code International Ship Port Facility Security

13 AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA ANTAQ ISPS Code I Instalações Portuárias - Coordenação ANTAQ Estudos de Avaliação de Risco Elaboração dos Planos de Segurança Portuária Termo de Aptidão T.A. Declaração de Cumprimento D.C. II Navegação Marítima - Coordenação DPC

14 AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA ANTAQ Ambientes de Proteção Navio Instalações Portuárias Interface Navio / Porto

15 AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA ANTAQ Água de Lastro Prevenção e Tratamento - Um sistema de gerenciamento e controle pode reduzir a propabilidade de introdução de espécies indesejáveis. A troca de água de lastro em alto-mar (profundidade superior a 200 metros) é um dos mais efetivos métodos preventivos, já que o meio ambiente oceânico não serve de hábitat a organismos de águas costeiras. Opções de Tratamento - O tratamento a ser utilizado, precisa ser seguro, prático, de baixo custo e ambientalmente aceitável. Diversos métodos de tratamentos vêm sendo testados, entre eles: a filtração; o tratamento térmico; aplicação de biocidas; tratamento elétrico; ultravioleta; acústico; de oxigenação e biológico.

16 INTERFACE NAVIO / PORTO Harmonização no Transporte de Cargas Perigosas Transporte Terrestre Transporte Aquaviário ANTAQ Origem x Destino

17

18 INTERFACE NAVIO / PORTO GISIS Organização Marítima Internacional Sistema Global de Informações Integradas para Navios Segurança Marítima Solas/Código ISPS Organizações Reconhecidas MSC/MEPC Instalações Portuárias Receptoras Pontos de Contato Base de Dados Eletrônicas Esquemas de Avaliação MEPC Acidentes e Incidentes Marítimos MSC/MEPC Equipamentos Preventivos de Poluição MARPOL 73/78 Emissão de Gás Estufa - GHG

19 INTERFACE NAVIO / PORTO GISIS Organização Marítima Internacional Sistema Global de Informações Integradas para Navios Instalações Portuárias Receptoras (Marpol 73/78) Poluição por Óleo Anexo I - água de lastro suja - anexo I.A - resíduo oleoso em água de porão anexo I.B - mistura oleosa contendo químicos anexo I.C - resíduo de óleo (borra de resíduo oleoso) anexo I.D - lavagem oleosa de tanque (poça de água servida) anexo I.E - esfoliação e borra resultante da limpeza de tanques anexo I.F

20 INTERFACE NAVIO / PORTO GISIS Organização Marítima Internacional Sistema Global de Informações Integradas para Navios Instalações Portuárias Receptoras (Marpol 73/78) Substâncias Líquidas Nocivas a Granel Anexo II Esgoto dos navios Anexo IV Lixo dos navios Anexo V Substâncias Redutoras da Camada de Ozônio (GHG) Anexo VI

21 FAL 35 IMO, 12 a 16 de janeiro de 2009

22 FAL 35 IMO, 12 a 16 de janeiro de 2009

23 AGRADECIMENTO Ao Gerente de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Marítima e de Apoio GDM, Wagner de Sousa Moreira, meus sinceros agradecimentos por sua valiosa contribuição no conteúdo desta apresentação, por ocasião do encontro realizado na Reunião do Comitê de Facilitação - FAL 35, na sede da Organização Marítima Internacional IMO, em Londres, no período de 12 a 16 de janeiro de Eng.º Ricardo Freire

24 Ricardo Freire Eng.º Civil, de Segurança e Gestor Ambiental tel: (61)

Código Internacional de Proteção para Navios e Instalações Portuárias ISPS CODE

Código Internacional de Proteção para Navios e Instalações Portuárias ISPS CODE Código Internacional de Proteção para Navios e Instalações Portuárias ISPS CODE Conferência Interamericana de Transportes de Produtos Perigosos CITRANSPPE São Paulo Setembro de 2004 11 Set/2001 Torres

Leia mais

Agência Nacional de Transportes Aquaviários. Superintendência de Portos Gerência de Meio Ambiente

Agência Nacional de Transportes Aquaviários. Superintendência de Portos Gerência de Meio Ambiente Superintendência de Portos Gerência de Meio Ambiente Brasília, setembro de 2007 Sistema Integrado de Gestão Ambiental Processo contínuo e adaptativo, por meio do qual uma organização define (e redefine)

Leia mais

ANTAQ NORMA DE PRODUTOS PERIGOSOS

ANTAQ NORMA DE PRODUTOS PERIGOSOS 18 a Reunião Ordinária da Comissão Permanente Nacional Portuária Itajaí/SC Abril de 2010 Eng. Ricardo Freire INTERFACE ENTRE OS MODAIS TERRESTRE E AQUAVIÁRIO Harmonização no Transporte de Produtos Perigosos

Leia mais

CARGAS PERIGOSAS NOS PORTOS

CARGAS PERIGOSAS NOS PORTOS CARGAS PERIGOSAS NOS PORTOS Gustavo Eccard Especialista em Regulação Portos, Saúde e Meio Ambiente Cargas Perigosas nos Portos Gustavo Henrique de Araújo Eccard Sumário 1. ANTAQ 2. Visão Integrada de Gerenciamento

Leia mais

Empresa: MS/Vigilância em Saúde Ambiental. Contribuinte: Eric Fischer. CAPÍTULO I - Do Objeto. Descrição da Contribuição:

Empresa: MS/Vigilância em Saúde Ambiental. Contribuinte: Eric Fischer. CAPÍTULO I - Do Objeto. Descrição da Contribuição: Empresa: MS/Vigilância em Saúde Ambiental Contribuinte: Eric Fischer CAPÍTULO I - Do Objeto Recomendação: Esta norma legal não deve ser aprovada antes da promulgação do decreto que regulamentará a PNRS,

Leia mais

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N o 348, DE 2007 (MENSAGEM N o 437, de 2006) Aprova o texto consolidado da Convenção Internacional para a Prevenção

Leia mais

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS RESOLUÇÃO DP Nº. 116.2013, DE 21 DE OUTUBRO DE 2013. ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE LAVAGEM DE PORÕES DE NAVIOS GRANELEIROS NAS ÁREAS DO PORTO ORGANIZADO DE SANTOS O DIRETOR-PRESIDENTE DA

Leia mais

I Conferencia Hemisférica sobre Protección Ambiental Portuaria. Agência Nacional de Transportes Aquaviários BRASIL

I Conferencia Hemisférica sobre Protección Ambiental Portuaria. Agência Nacional de Transportes Aquaviários BRASIL I Conferencia Hemisférica sobre Protección Ambiental Portuaria Agência Nacional de Transportes Aquaviários BRASIL Maria Luíza Almeida Gusmão Panama - Abril 2007 Política Nacional Meio Ambiente Recursos

Leia mais

MAPA DE COMPETÊNCIAS DOS INSTRUTORES DOS CURSOS DO ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO- 2014

MAPA DE COMPETÊNCIAS DOS INSTRUTORES DOS CURSOS DO ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO- 2014 MARINHA DO BRASIL CAPITANIA DOS PORTOS DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE ENSINO PROFISIONAL MARÍTIMO MAPA DE COMPETÊNCIAS DOS INSTRUTORES DOS CURSOS DO ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO- 2014 CURSO DISCIPLINA

Leia mais

O Papel da ANTAQ na Harmonização das Ações e Cumprimento de Acordos Internacionais com Ênfase em Questões Ambientais (Anexo V - MARPOL)

O Papel da ANTAQ na Harmonização das Ações e Cumprimento de Acordos Internacionais com Ênfase em Questões Ambientais (Anexo V - MARPOL) O Papel da ANTAQ na Harmonização das Ações e Cumprimento de Acordos Internacionais com Ênfase em Questões Ambientais (Anexo V - MARPOL) Gustavo Eccard Especialista em Regulaçao Gerência de Meio Ambiente

Leia mais

Sistema GISIS (Global Integrated Shipping Information System) e a Responsabilidade dos Portos

Sistema GISIS (Global Integrated Shipping Information System) e a Responsabilidade dos Portos Sistema GISIS (Global Integrated Shipping Information System) e a Responsabilidade dos Portos Gustavo Eccard Especialista em Regulação Reunião do Sistema de Desempenho Portuário em Paranaguá e Antonina

Leia mais

Gerenciamento de Água de Lastro nos Portos

Gerenciamento de Água de Lastro nos Portos Uirá Cavalcante Oliveira Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários 22 de Maio de 2008 1 2 3 4 5 Conteúdo Transporte Aquaviário Água de Lastro Aspectos Legais Gerenciamento Recomendações

Leia mais

A POLUIÇÃO DO AR POR NAVIOS

A POLUIÇÃO DO AR POR NAVIOS A POLUIÇÃO DO AR POR NAVIOS A crescente preocupação da comunidade internacional com a proteção do meio ambiente tem trazido à baila a poluição do ar causada pelas embarcações. Em conseqüência, o Anexo

Leia mais

MANUSEIO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Profa. Margarita Maria Dueñas O.

MANUSEIO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Profa. Margarita Maria Dueñas O. MANUSEIO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS Profa. Margarita Maria Dueñas O. RESÍDUOS PERIGOSOS Ponto de geração Destino final FASE INTERNA COLETA ACONDICIONAMENTO FASE

Leia mais

A Organização Marítima Internacional e a regulação da Segurança Marítima a nível Internacional ESCOLA NAVAL 30 DE ABRIL DE 2014

A Organização Marítima Internacional e a regulação da Segurança Marítima a nível Internacional ESCOLA NAVAL 30 DE ABRIL DE 2014 A Organização Marítima Internacional e a regulação da Segurança Marítima a nível Internacional ESCOLA NAVAL 30 DE ABRIL DE 2014 Agenda IMO Safe, secure and efficent shipping on cleaner oceans, through

Leia mais

(Código INF) Capítulo 1. Generalidades. 1.1 Definições. 1.1.1 Para os efeitos deste Código:

(Código INF) Capítulo 1. Generalidades. 1.1 Definições. 1.1.1 Para os efeitos deste Código: CÓDIGO INTERNACIONAL PARA O TRANSPORTE SEGURO DE COMBUSTÍVEL NUCLEAR IRRADIADO, PLUTÔNIO E RESÍDUOS COM ELEVADO NÍVEL DE RADIOATIVIDADE, SOB A FORMA EMBALAGEM, A BORDO DE NAVIOS (Código INF) Capítulo 1

Leia mais

Objetivos es tratég icos

Objetivos es tratég icos GA erência Ges tão de Ambiental S eg urança Portuária e Meio Ambiente Noções - ANTAQ Objetivos es tratég icos Redução do passivo ambiental Redução do ônus pelo trânsito portuário Valorização dos sítios

Leia mais

PROCEDIMENTO. IT-0401-00014 - Livre Acesso aos Terminais

PROCEDIMENTO. IT-0401-00014 - Livre Acesso aos Terminais PROCEDIMENTO Nº Revisão: 3 Data: 20/05/2013 1 OBJETIVO 2 2 ABRANGÊNCIA 2 3 REFERÊNCIAS 2 4 DEFINIÇÕES 3 5 INSTRUÇÕES 4 Nº Revisão 3 Data: 20/05/2013 1 1 OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo definir

Leia mais

Art. 1º Aprovar a NORMA PARA DISCIPLINAR A PRESTAÇÃO DE SERVI- ÇOS DE RETIRADA DE RESÍDUOS DE EMBARCAÇÕES, na forma do Anexo desta Resolução.

Art. 1º Aprovar a NORMA PARA DISCIPLINAR A PRESTAÇÃO DE SERVI- ÇOS DE RETIRADA DE RESÍDUOS DE EMBARCAÇÕES, na forma do Anexo desta Resolução. RESOLUÇÃO Nº 2190 - ANTAQ, DE 28 DE JULHO DE 2011. APROVA A NORMA PARA DISCIPLINAR A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE RETIRADA DE RESÍDUOS DE EMBARCAÇÕES O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS-ANTAQ,

Leia mais

MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS

MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS Regra 1 Aplicação 1 A menos que expressamente disposto em contrário, as

Leia mais

MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS

MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS Regra 1 Aplicação 1 A menos que expressamente disposto em contrário, as

Leia mais

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 Página 1 feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 DZ 056 - Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental capa

Leia mais

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental 1.CURSOS COM ÊNFASE EM : Gestão Ambiental de Empresas 2. CONCEPÇÃO DOS CURSOS: O Brasil possui a maior reserva ecológica do planeta sendo o número um em

Leia mais

Formulário de Cadastro da Empresa Brasileira de Navegação

Formulário de Cadastro da Empresa Brasileira de Navegação Requerimento de outorga de autorização para a prestação de serviço de transporte de passageiros e de serviço de transporte misto na navegação interior de percurso longitudinal interestadual e internacional.

Leia mais

A OceanPact é uma empresa brasileira especializada no gerenciamento e resposta a emergências nos ambientes marinho e costeiro.

A OceanPact é uma empresa brasileira especializada no gerenciamento e resposta a emergências nos ambientes marinho e costeiro. comprometimento A OceanPact é uma empresa brasileira especializada no gerenciamento e resposta a emergências nos ambientes marinho e costeiro. Oferecemos todo tipo de serviços e soluções associados à preparação

Leia mais

Superintendência do Porto de Rio Grande. http://www.portoriogrande.com.br

Superintendência do Porto de Rio Grande. http://www.portoriogrande.com.br Superintendência do Porto de Rio Grande http://www.portoriogrande.com.br 1º WORSHOP SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PORTOS DAS REGIÕES SUL E SUDESTE ESTUDO DE CASO LICENÇA DE OPERAÇÃO DO PORTO ORGANIZADO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA OS ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA OS ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS TERMO DE REFERÊNCIA PARA OS ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 IDENTIFICAÇÃO 3- CARACTERIZAÇÃO DA INSTALAÇÃO PORTUÁRIA 4 - PLANO DE TRABALHO 4.1 - CONHECIMENTO

Leia mais

A ATUAÇÃO DA AUTORIDADE MARÍTIMA NOS CASOS DE POLUIÇÃO HÍDRICA

A ATUAÇÃO DA AUTORIDADE MARÍTIMA NOS CASOS DE POLUIÇÃO HÍDRICA MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS A ATUAÇÃO DA AUTORIDADE MARÍTIMA NOS CASOS DE POLUIÇÃO HÍDRICA Rodolfo Henrique de Saboia Superintendente de Meio Ambiente ROTEIRO ATRIBUIÇÕES LEGAIS DA MARINHA

Leia mais

Primeira edição: 1995 ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL 4 Albert Embankment, Londres SE1 75R. Segunda edição: 1999

Primeira edição: 1995 ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL 4 Albert Embankment, Londres SE1 75R. Segunda edição: 1999 Primeira edição: 1995 ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL 4 Albert Embankment, Londres SE1 75R Segunda edição: 1999 Impresso no Reino Unido por Ashford Press Arte e Lay-out: G.Avrich, Utrecht, Países Baixos

Leia mais

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes.

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes. SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S NR-1 DISPOSIÇÕES GERAIS O campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de segurança e medicina do trabalho urbano, bem como os direitos e obrigações do

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.557 - ANTAQ, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2009.

RESOLUÇÃO Nº 1.557 - ANTAQ, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2009. RESOLUÇÃO Nº 1.557 - ANTAQ, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2009. APROVA A PROPOSTA DE NORMA PARA DISCIPLINAR O CRITÉRIO REGULATÓRIO PARA A COMPROVAÇÃO DA OPERAÇÃO COMERCIAL DE EMBARCAÇÕES PELA EMPRESA BRASILEIRA

Leia mais

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA 1 PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA SALVADOR BA FEVEREIRO - 2012 1. INTRODUÇÃO 2 O presente Programa de Coleta Seletiva trata dos resíduos gerados pela Companhia, tendo sua elaboração e implementação

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS PORTARIA N O 393/DPC, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2013.

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS PORTARIA N O 393/DPC, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2013. WS/FB/22.1 080.1 DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS PORTARIA N O 393/DPC, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2013. Celebra acordo de delegação de competência firmado entre a AUTORIDADE MARÍTIMA BRASILEIRA e a Sociedade Classificadora

Leia mais

O Sistema Jurídico Brasileiro e o Meio Ambiente

O Sistema Jurídico Brasileiro e o Meio Ambiente II.5.B II.5.B.1 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL O Sistema Jurídico Brasileiro e o Meio Ambiente De acordo com o Sistema Constitucional vigente, os empreendimentos cujas atividades sejam capazes de causar potenciais

Leia mais

RESOLUÇÃO 046 10 de agosto de 2009

RESOLUÇÃO 046 10 de agosto de 2009 RESOLUÇÃO 046 10 de agosto de 2009 REGULA A MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E TRÂNSITO DE MERCADORIAS CLASSIFICADAS PELO CÓDIGO MARÍTIMO INTERNACIONAL DE MERCADORIAS PERIGOSAS (IMDG CODE), DA ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA

Leia mais

Investir em dragagem é investir em meio ambiente

Investir em dragagem é investir em meio ambiente Investir em dragagem é investir em meio ambiente Engº Marcos Maia Porto Gerência de Meio Ambiente Engº Civil pela UFRJ/1977 Gerente de Meio Ambiente da ANTAQ Especializado em Administração e Gestão Portuária

Leia mais

4ª Semana de Meio Ambiente Porto do Itaqui 01 e 02 de junho de 2010. Uirá Cavalcante Oliveira Gerência de Meio Ambiente - ANTAQ

4ª Semana de Meio Ambiente Porto do Itaqui 01 e 02 de junho de 2010. Uirá Cavalcante Oliveira Gerência de Meio Ambiente - ANTAQ 4ª Semana de Meio Ambiente Porto do Itaqui 01 e 02 de junho de 2010 Uirá Cavalcante Oliveira Gerência de Meio Ambiente - ANTAQ Breve Histórico 1996: Câmara de Políticas de Infra-Estrutura, presidida pela

Leia mais

2º SIBRADEN - Simpósio Brasileiro de Desastres Naturais e Tecnológicos

2º SIBRADEN - Simpósio Brasileiro de Desastres Naturais e Tecnológicos Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida R a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos 2º SIBRADEN - Simpósio Brasileiro de Desastres Naturais e Tecnológicos Santos-SP, 9

Leia mais

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento 1. Introdução 1.1. O presente Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento tem por objetivo tratar dos seguintes aspectos do Arrendamento:

Leia mais

A Convenção da IMO, a NORMAM-20 e os Portos Brasileiros

A Convenção da IMO, a NORMAM-20 e os Portos Brasileiros A Convenção da IMO, a NORMAM-20 e os Portos Brasileiros Uirá Cavalcante Oliveira Especialista em Regulação / Oceanógrafo Gerência de Meio Ambiente / ANTAQ É a água com suas partículas suspensas levada

Leia mais

Iniciativas de Produção Mais Limpa na Indústria de Petróleo e Gás. Daniela Machado Zampollo Lucia de Toledo Camara Neder

Iniciativas de Produção Mais Limpa na Indústria de Petróleo e Gás. Daniela Machado Zampollo Lucia de Toledo Camara Neder Iniciativas de Produção Mais Limpa na Indústria de Petróleo e Gás Daniela Machado Zampollo Lucia de Toledo Camara Neder Sumário A Empresa - Petrobras A Exploração e Produção de Óleo e Gás Gestão Ambiental

Leia mais

ROTEIRO 1 Movimentação de Cargas nos Portos - Portos Públicos * Santos - Instalações Privadas (TUPs) - Longo Curso - Cabotagem *Conteiner

ROTEIRO 1 Movimentação de Cargas nos Portos - Portos Públicos * Santos - Instalações Privadas (TUPs) - Longo Curso - Cabotagem *Conteiner 1 Movimentação de Cargas nos Portos - Portos Públicos * Santos - Instalações Privadas (TUPs) - Longo Curso - Cabotagem *Conteiner - Interior 2 Transporte Aquaviário - Longo Curso - Cabotagem - Por Vias

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre a criação e estruturação do Setor de Gestão Ambiental e de Segurança e Saúde no Trabalho

Leia mais

CAPA. Ministério de Ministério do Ministério do Ministério do Minas e Energia Desenvolvimento Social Meio Ambiente Planejamento

CAPA. Ministério de Ministério do Ministério do Ministério do Minas e Energia Desenvolvimento Social Meio Ambiente Planejamento CAPA Contextualização Crescimento das Despesas Administrativas Despesas Administrativas - comparáveis entre os órgãos; Suporte às despesas finalísticas. Apoio Administrativo, Técnico e Operacional Serviços

Leia mais

Código IMDG, 10 anos depois

Código IMDG, 10 anos depois Código IMDG, 10 anos depois Código quê? 10 anos depois de quê? Perguntam muitos dos que detêm responsabilidades no domínio do transporte marítimo, ainda que com maior facilidade vão dando mentalmente resposta

Leia mais

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015.

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. 1 SOCIEDADE DE PORTOS E HIDROVIAS DO PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. RESOLUÇÃO Nº 4.093-ANTAQ, DE 07/05/2015. (ANTAQ-Agência Nacional de Transportes Aquaviário) PORTO

Leia mais

1º Seminário Sobre Gestão Ambiental Portuária Gerenciamento, Destinação e Tratamento de Resíduos Oleosos

1º Seminário Sobre Gestão Ambiental Portuária Gerenciamento, Destinação e Tratamento de Resíduos Oleosos 1º Seminário Sobre Gestão Ambiental Portuária Gerenciamento, Destinação e Tratamento de Resíduos Oleosos Transpetro Jorge Lopes Coordenador Corporativo de Processos Ambientais 1 A TRANSPETRO Subsidiária

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

ESTRATÉGIA PARA A FORMAÇÃO MARÍTIMO-PORTUÁRIA NO ESPAÇO APLOP. Prof. Eng. Dea, Msc. Adalmir José de Souza

ESTRATÉGIA PARA A FORMAÇÃO MARÍTIMO-PORTUÁRIA NO ESPAÇO APLOP. Prof. Eng. Dea, Msc. Adalmir José de Souza ESTRATÉGIA PARA A FORMAÇÃO MARÍTIMO-PORTUÁRIA NO ESPAÇO APLOP Prof. Eng. Dea, Msc. Adalmir José de Souza CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Modalidade Especialização APRESENTAÇÃO O curso tem como objetivo

Leia mais

Segurança no Trabalho com Produtos Químicos

Segurança no Trabalho com Produtos Químicos 1 CONVENÇÃO N. 170 Segurança no Trabalho com Produtos Químicos I Aprovada na 77a reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1990), entrou em vigor no plano internacional em 4.11.83. II Dados

Leia mais

Agência Nacional de Transportes Aquaviários PRÁTICAS REGULADORAS NOS TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS

Agência Nacional de Transportes Aquaviários PRÁTICAS REGULADORAS NOS TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS Agência Nacional de Transportes Aquaviários PRÁTICAS REGULADORAS NOS TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS ESPEDITO SALES e CLELIA MAROUELLI Especialista em Regulação A AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS Criada

Leia mais

O Manejo de Residuos, a Gestão Ambiental e a Sustentabilidade

O Manejo de Residuos, a Gestão Ambiental e a Sustentabilidade O Manejo de Residuos, a Gestão Ambiental e a Sustentabilidade Profa. Dra. Anelise Leal Vieira Cubas Unisul Universidade do Sul de Santa Catarina Unisul Virtual RESÍDUOS Resíduo: Qualquer material ou substância

Leia mais

Sistema PRFD - GISIS: a Responsabilidade dos Portos e Instalações Portuárias. Isabella Braun Sander Especialista em Regulação

Sistema PRFD - GISIS: a Responsabilidade dos Portos e Instalações Portuárias. Isabella Braun Sander Especialista em Regulação Sistema PRFD - GISIS: a Responsabilidade dos Portos e Instalações Portuárias Especialista em Regulação 1. O Sistema PRFD - GISIS - GISIS (Global Integrated Shipping Information System): Sistema Global

Leia mais

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 05/11/29 Elaboração Emissão Aprovada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE ELABORAÇÃO ANÁLISE

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO CAPA MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO Contextualização Crescimento das Despesas Administrativas Despesas Administrativas - comparáveis entre os órgãos; Suporte às despesas finalísticas. Apoio Administrativo,

Leia mais

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento 1. Introdução 1.1. O presente Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento tem por objetivo tratar dos seguintes aspectos do Arrendamento:

Leia mais

Regulamentação e Licenciamento Ambiental. Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas

Regulamentação e Licenciamento Ambiental. Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas Regulamentação e Licenciamento Ambiental Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas Matriz Constitucional "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia

Leia mais

ANEXO IV AO PROTOCOLO AO TRATADO PARA A ANTÁRTIDA SOBRE A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO MARINHA. Artigo 1.

ANEXO IV AO PROTOCOLO AO TRATADO PARA A ANTÁRTIDA SOBRE A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO MARINHA. Artigo 1. ANEXO IV AO PROTOCOLO AO TRATADO PARA A ANTÁRTIDA SOBRE A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO MARINHA Para efeitos do presente Anexo: Artigo 1 Definições a) "Descarga" significa qualquer forma

Leia mais

18/08/2011. Marcelo Alvares Vicente 2011

18/08/2011. Marcelo Alvares Vicente 2011 Marcelo Alvares Vicente 2011 Mar Desenvolvimento econômico mundial Espaço marítimo Importante para a economia mundial globalizada exploração do leito e subsolo Compõe 73% da superfície do globo Comércio

Leia mais

Conferência Municipal de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas

Conferência Municipal de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas Conferência Municipal de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas Painel: Contribuição das empresas e do setor econômico na redução das emissões de gases de efeito estufa e com iniciativas para gerar

Leia mais

CURSO BÁSICO DE VIGILÂNCIA PORTUÁRIA

CURSO BÁSICO DE VIGILÂNCIA PORTUÁRIA MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS CURSO BÁSICO DE VIGILÂNCIA PORTUÁRIA (CBVP) 2006 MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DE VIGILÂNCIA PORTUÁRIA

Leia mais

PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS

PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS Meio Ambiente Tudo que está a nossa volta: todas as formas de vida e todos os elementos da natureza. Ecologia Ciência que estuda a relação dos seres vivos

Leia mais

Informações do Porto de Sepetiba

Informações do Porto de Sepetiba Sumário 1. Introdução... 03 2. História e Desenvolvimento do Porto... 03 3. Vista Paronâmica de Sepetiba... 04 4. Infra-Estrutura Portuária... 04 4.1. Localização... 04 4.2. Cartas de Navegação... 05 4.3.

Leia mais

PROBLEMAS CAUSADOS PELA ÁGUA DE LASTRO Ilidia da A. G. Martins Juras Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano e Regional ESTUDO

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo PLATAFORMAS MARÍTIMAS Aula 13 Logística de transferência de petróleo INTRODUÇÃO Logística Colocar-se o produto certo, no local correto, no momento adequado e ao menor preço possível, desde as fontes de

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO CAPA MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO Contextualização Crescimento das Despesas Administrativas Despesas Administrativas - comparáveis entre os órgãos; Suporte às despesas finalísticas. Apoio Administrativo,

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

LIDERANÇA. Gardline Marine

LIDERANÇA. Gardline Marine LIDERANÇA A OceanPact é uma empresa brasileira dedicada ao gerenciamento e resposta a emergências e ao desenvolvimento e implantação de soluções ligadas ao meio ambiente marinho e costeiro, principalmente

Leia mais

8 PROGNÓSTICO AMBIENTAL

8 PROGNÓSTICO AMBIENTAL 8 PROGNÓSTICO AMBIENTAL O prognóstico ambiental elaborado para a Atividade de Pesquisa Sísmica Marítima 3D na Bacia Sedimentar do Ceará -, contempla as possíveis alterações dos fatores ambientais analisados

Leia mais

A NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM COMO SOLUÇÃO DE LOGÍSTICA COSTEIRA PARA O BRASIL Thiago Gonçalves Maio de 2014

A NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM COMO SOLUÇÃO DE LOGÍSTICA COSTEIRA PARA O BRASIL Thiago Gonçalves Maio de 2014 A NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM COMO SOLUÇÃO DE LOGÍSTICA COSTEIRA PARA O BRASIL Thiago Gonçalves Maio de 2014 SOBRE LOG-IN QUEM SOMOS? Quem Somos Números 96% 96% DE REDUÇÃO EM EMISSÕES DE CO 2 EM RELAÇÃO AO

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO COMPRAS GOVERNAMENTAIS

SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO COMPRAS GOVERNAMENTAIS SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO COMPRAS GOVERNAMENTAIS Alice Viana Soares Monteiro Secretária de Estado de Compras Governamentais sob o aspecto da Sustentabilidade Compra Pública Sustentável ou Licitação

Leia mais

Conportos e Porto de Vitória firmam parceira para capacitar supervisor de segurança portuária

Conportos e Porto de Vitória firmam parceira para capacitar supervisor de segurança portuária Página 1 de 5 BRASIL Acesso à informação Barra GovBr Selecione o idioma Menu Facebook Twitter Instagram Slideshare YouTube SoundCloud Flickr Institucional Central de atendimento Consulte seu processo Dados

Leia mais

SEÇÃO II - CONSERVAÇÃO E GESTÃO DOS RECURSOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Capítulo 9 PROTEÇÃO DA ATMOSFERA

SEÇÃO II - CONSERVAÇÃO E GESTÃO DOS RECURSOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Capítulo 9 PROTEÇÃO DA ATMOSFERA SEÇÃO II - CONSERVAÇÃO E GESTÃO DOS RECURSOS PARA O DESENVOLVIMENTO Capítulo 9 PROTEÇÃO DA ATMOSFERA Introdução 9.1. A proteção da atmosfera é um empreendimento amplo e multidimensional, que envolve vários

Leia mais

Mini-curso Sistema de Gestão Ambiental. Ivo Neves Gerente de Consultoria. For the benefit of business and people

Mini-curso Sistema de Gestão Ambiental. Ivo Neves Gerente de Consultoria. For the benefit of business and people Mini-curso Sistema de Gestão Ambiental Ivo Neves Gerente de Consultoria For the benefit of business and people UNICAMP, Outubro 2005 1 Módulo I MÓDULO I VISÃO GERAL DE TEMAS AMBIENTAIS 2 1 Módulo I Conceitos

Leia mais

Agência Nacional de Transportes Terrestres REGULAMENTAÇÃO DO TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS. Painel Setorial Inmetro - Produtos Perigosos

Agência Nacional de Transportes Terrestres REGULAMENTAÇÃO DO TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS. Painel Setorial Inmetro - Produtos Perigosos REGULAMENTAÇÃO DO TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS Painel Setorial Inmetro - Produtos Perigosos Rio de Janeiro, 09 de outubro de 2007 Base legal: Lei Nº 10.233, de 5/6/2001 art.22, inciso VII,

Leia mais

As Auditorias do ISPS Code: uma análise crítica

As Auditorias do ISPS Code: uma análise crítica As Auditorias do ISPS Code: uma análise crítica Como uma das medidas de prevenção e combate ao terrorismo após os atentados terroristas às torres gêmeas do WTC e ao Pentágono em 2001, foi estabelecido

Leia mais

Prof. Marcos Aurélio Vasconcelos de Freitas (mfreitas@ivig.coppe.ufrj.br) Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais IVIG/COPPE/UFRJ

Prof. Marcos Aurélio Vasconcelos de Freitas (mfreitas@ivig.coppe.ufrj.br) Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais IVIG/COPPE/UFRJ Formação e Capacitação de Recursos Humanos p/exploração de Recursos Energéticos e Geração de Energia Prof. Marcos Aurélio Vasconcelos de Freitas (mfreitas@ivig.coppe.ufrj.br) Instituto Virtual Internacional

Leia mais

Pós-Graduação. Em DIREITO MARÍTIMO E PORTUÁRIO

Pós-Graduação. Em DIREITO MARÍTIMO E PORTUÁRIO Início: 30.09.2011 Carga Horária: 360 horas I. Participantes: Agentes públicos e privados que atuam ou desejam atuar no setor de transportes e portos, Graduados em Direito, Engenharia, Comércio Exterior,

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS

NORMAS REGULAMENTADORAS NORMAS REGULAMENTADORAS As Normas Regulamentadoras estabelecem critérios e procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho, que devem ser seguidos por empresas de acordo com

Leia mais

Certificados de Capacidade dos Pescadores

Certificados de Capacidade dos Pescadores 1 CONVENÇÃO N. 125 Certificados de Capacidade dos Pescadores I Aprovada na 50ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1966), entrou em vigor no plano internacional em 15.7.69. II Dados

Leia mais

1º SEMINÁRIO DA AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO

1º SEMINÁRIO DA AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO 1º SEMINÁRIO DA AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO Gestão de resíduos sólidos impactos ambientais negativos BASE LEGAL 1/2 Lei 11.107/05 - Consórcios Públicos

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL APRESENTAÇÃO Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL Introdução SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento

Leia mais

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento 1. Introdução 1.1. O presente Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento tem por objetivo tratar dos seguintes aspectos do Arrendamento:

Leia mais

RECOLHIMENTO, RECICLAGEM E REGENERAÇÃO DE FLUIDOS REFRIGERANTES: bom para o Meio Ambiente, bom para você!

RECOLHIMENTO, RECICLAGEM E REGENERAÇÃO DE FLUIDOS REFRIGERANTES: bom para o Meio Ambiente, bom para você! Ministério do Meio Ambiente MMA Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental Departamento de Mudanças Climáticas Coordenação de Proteção da Camada de Ozônio Telefone: (61) 2028-1934 Fax: (61)

Leia mais

Marinha do Brasil Diretoria de Portos e Costas

Marinha do Brasil Diretoria de Portos e Costas Diretrizes para o Controle e Gerenciamento da Água de Lastro dos Navios, para Minimizar a Transferência de Organismos Aquáticos Nocivos e Agentes Patogênicos Resolução A.868(20)-IMO Marinha do Brasil Diretoria

Leia mais

4. DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES A seguir é apresentada uma descrição diária sucinta das atividades realizadas:

4. DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES A seguir é apresentada uma descrição diária sucinta das atividades realizadas: SUPERINTENDÊNCIA DE PORTOS Gerência de Meio Ambiente - GMA Relatório de Vistoria nº /2007 GMA Brasília, 14 de agosto 2007. 1. DADOS DO DESLOCAMENTO Tipo de Ação: Levantamento da Gestão Ambiental e de Segurança

Leia mais

MARINHA DO BRASIL. Diretoria de Portos e Costas A A PRATICAGEM NO BRASIL

MARINHA DO BRASIL. Diretoria de Portos e Costas A A PRATICAGEM NO BRASIL MARINHA DO BRASIL Diretoria de Portos e Costas A A PRATICAGEM NO BRASIL Paulo José Rodrigues de Carvalho Vice-Almirante Diretor Sítio: WWW.DPC.MAR.MIL.BR (Internet) SUMÁRIO Principais atribuições da DPC

Leia mais

PROTEGER. Programa de Tecnologia e Gerenciamento de Emissões e Resíduos do Sistema EMTU/SP. Karin Regina de Casas Castro Marins

PROTEGER. Programa de Tecnologia e Gerenciamento de Emissões e Resíduos do Sistema EMTU/SP. Karin Regina de Casas Castro Marins PROTEGER Programa de Tecnologia e Gerenciamento de Emissões e Resíduos do Sistema EMTU/SP Karin Regina de Casas Castro Marins OBJETIVO Implantar um SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL (SGA) no transporte público

Leia mais

INSPETOR NAVAL. Diretoria de Portos e Costas - DPC LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES - PROVA OBJETIVA AGENDA

INSPETOR NAVAL. Diretoria de Portos e Costas - DPC LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES - PROVA OBJETIVA AGENDA Diretoria de Portos e Costas - DPC INSPETOR NAVAL G2 LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES AGENDA 1 - A duração da prova é de 3(três) horas, já incluído o tempo de preenchimento do cartão de respostas. 2 - O

Leia mais

MATRIZ DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

MATRIZ DE GERENCIAMENTO DE RISCOS UNIDADE MARÍTIMA Unidade Marítima de Perfuração Alaskan Star REV. 00 DATA Ago/2008 FOLHA 1 / 14 M1 Seguir programa de inspeção e manutenção dos equipamentos e linhas. Inspeções Periódicas e Programas de

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Gestão Ambiental campus Angra Missão O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Estácio de Sá tem por missão a formação de Gestores Ambientais

Leia mais

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 91/93, 151/96 e 21/01 do Grupo Mercado Comum.

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 91/93, 151/96 e 21/01 do Grupo Mercado Comum. MERCOSUL/GMC/RES. Nº 30/02 CRITÉRIOS PARA A GESTÃO SANITÁRIA DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM PORTOS, AEROPORTOS, TERMINAIS INTERNACIONAIS DE CARGA E PASSAGEIROS E PONTOS DE FRONTEIRA NO MERCOSUL TENDO EM VISTA:

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA

SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA ARTIGO REGULAMENTAÇÃO DO TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS O EXCESSO DE REGULAMENTAÇÃO CONTRIBUI EFETIVAMENTE PARA A REDUÇÃO DOS ACIDENTES NO TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS? Autor: Eng. Giovanni

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 353/VIII CRIAÇÃO DE UM OBSERVATÓRIO NACIONAL DOS EFEITOS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 353/VIII CRIAÇÃO DE UM OBSERVATÓRIO NACIONAL DOS EFEITOS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 353/VIII CRIAÇÃO DE UM OBSERVATÓRIO NACIONAL DOS EFEITOS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Exposição de motivos O aquecimento global é indubitavelmente um dos mais sérios problemas ambientais

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL. A importância da Alta Administração na Segurança da Informação e Comunicações

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL. A importância da Alta Administração na Segurança da Informação e Comunicações A importância da Alta Administração na Segurança da Informação e Comunicações Agenda O Problema; Legislação; Quem somos; O que fazer. O problema A informação: é crucial para APF é acessada por pessoas

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos Introdução Crescimento industrial das últimas décadas Industrias maiores e mais complexas Acidentes industriais Investir na prevenção Histórico Engenharia de Confiabilidade - Análise

Leia mais

Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos

Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos Curso Líderes: L Curso Internacional sobre Saúde, Desastres e Desenvolvimento 1 Estrutura

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000

Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000 ZOOTECNIA/UFG DISCIPLINA DE GPA Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000 Introdução EVOLUÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL Passou por três grandes etapas: 1ª. Os problemas ambientais são localizados

Leia mais

ANEXO Nº I. Liberação: ¾ Termo de Liberação dos gestores da área solicitante para inicio das atividades; Prorrogação:

ANEXO Nº I. Liberação: ¾ Termo de Liberação dos gestores da área solicitante para inicio das atividades; Prorrogação: ANEXO Nº I Item: SERVIÇO Unidade Requisitante: Código Cadastro: Empresa Contratada Especificações de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho para realização de integração na contratante. 1) Itens obrigatórios

Leia mais

*** PROJETO DE RECOMENDAÇÃO

*** PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 2013/0285(NLE) 5.2.2015 *** PROJETO DE RECOMENDAÇÃO sobre o projeto de decisão do Conselho que autoriza os Estados-Membros a tornarem-se

Leia mais