MAPEAMENTO DE STAKEHOLDERS E PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO REFERENTES À CERTIFICAÇÃO LIFE. Versão 1.0 Internacional - Português LIFE-IN-MP08-1.

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1 MAPEAMENTO DE STAKEHOLDERS E PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO REFERENTES À CERTIFICAÇÃO LIFE LIFE-IN-MP08- Versão Internacional - Português (MAIO/2013)

2 LIFE-IN-MP08--Português 2 OBJETIVO O presente procedimento tem como objetivo descrever a forma como deve acontecer o mapeamento de stakeholders e a tomada de decisão em processos de revisão da Metodologia de Certificação LIFE conduzido pelo Instituto LIFE e de adaptação internacional ou revisão da Metodologia por Colaboradores Locais e Iniciativas Nacionais. APLICAÇÃO Este documento aplica-se ao Instituto LIFE, Colaboradores Locais e Iniciativas Nacionais. APROVAÇÃO Documento aprovado pela Secretaria Executiva do Instituto LIFE. Direitos reservados pela lei de direitos autorais no Brasil e no Exterior segundo os termos definidos nas legislações brasileiras e estrangeira pertinente ao assunto. Qualquer forma de reprodução deste documento ou parte de seu conteúdo necessita de permissão expressa escrita pelo Instituto LIFE. Sede Instituto LIFE Rua Victor Benato, 210 Bosque Zaninelli, UNILIVRE, Pilarzinho CEP: Curitiba PR Tel:

3 LIFE-IN-MP08--Português 3 CONTEÚDO 1 INTRODUÇÃO MAPEAMENTO DE STAKEHOLDERS Critérios para Seleção de Stakeholders PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO... 6

4 LIFE-IN-MP08--Português 4 1 INTRODUÇÃO 1. O processo de consulta pública pode ser realizado: Para revisão da Metodologia de Certificação LIFE, conduzida pelo Instituto LIFE; Para adaptação da Metodologia de Certificação LIFE em nível nacional, conduzida por um Colaborador Local; ou Para revisão da Metodologia de Certificação LIFE em nível nacional, conduzida por uma Iniciativa Nacional. 2. Seja qual for a situação, é necessário que a consulta pública seja realizada de maneira a garantir amplitude e representatividade. 3. Da mesma forma, os processos de revisão e/ou adaptação da Metodologia de Certificação LIFE devem ser realizados de maneira a garantir que a tomada de decisão em relação às versões dos documentos que deverão ser utilizados em processos de Certificação LIFE seja realizada de maneira representativa e com balanço de interesses. 4. Neste sentido, este procedimento apresenta a forma como devem ser realizados o mapeamento de stakeholders, a serem contatados em processos de consulta pública, e a tomada de decisão em relação à aprovação de documentos que deverão ser utilizados em processos de Certificação LIFE. 2 MAPEAMENTO DE STAKEHOLDERS 2.1 Critérios para Seleção de Stakeholders 1. Mesmo sendo a consulta pública um processo aberto a qualquer parte interessada é necessário que haja um esforço a fim de que stakeholders chave possam contribuir com comentários, críticas e sugestões. 2. Neste sentido, deve ser realizado/revisado um mapeamento de stakeholders chave previamente a qualquer consulta pública realizada tanto pelo Instituto LIFE como pelo Colaborador Local ou Iniciativa Nacional.

5 LIFE-IN-MP08--Português 5 3. A Certificação LIFE foi concebida para ser aplicável a empresas de qualquer porte e setor. Sendo assim, o processo de consulta pública conduzido pelo Instituto LIFE, Colaboradores Locais ou Iniciativas Nacionais deve ser realizado de forma a cobrir da melhor maneira possível todas as suas partes interessadas. 4. Com isso, foram definidos quatro grupos de stakeholders que devem ser atingidos pela consulta pública: Organizações Não Governamentais; Empresas Privadas; Órgãos do Governo em Nível Federal e Estadual; e Academia. 5. Para cada grupo, foram definidos critérios mínimos para seleção de organizações que possam representá-los. 6. Para a consulta pública, primeiramente devem ser identificadas e listadas organizações pertencentes a cada grupo de stakeholder de acordo com os critérios mínimos estabelecidos, conforme tabela abaixo. Grupos de Stakeholders Organizações não governamentais Empresas privadas Órgãos do governo em nível federal e estadual Critérios prioritários para seleção Atuação na área de biodiversidade; Atuação em nível nacional; Experiência com diferentes biomas; Desenvolvimento de projetos relacionados a negócios e biodiversidade; Atuação com áreas e espécies prioritárias para conservação; Atuação em áreas naturais protegidas. Empresas de grande, médio e pequeno portes que realizam ou apoiam a realização de ações de conservação da biodiversidade; Empresas dos setores primário, secundário e terciário. Órgãos que atuam nas áreas de biodiversidade, água, resíduos, gases de efeito estufa, energia e áreas naturais protegidas; Órgãos que atuam com acesso e repartição de benefícios.

6 LIFE-IN-MP08--Português 6 Academia Centros de pesquisa e ensino sobre biodiversidade; Centros de pesquisa e ensino sobre água, resíduos, gases de efeito estufa, energia e áreas protegidas. 7. Listadas as instituições, devem ser identificadas pessoas de contato em cada uma delas. 5 Pouco antes do início da Consulta Pública, o Instituto LIFE deverá informar os stakeholders-chave outras partes interessadas sobre a abertura e funcionamento da Consulta Pública. O aviso deverá ser feito via correio eletrônico ou qualquer outro meio que permita com que a participação do público seja de fato efetiva. 6 Caso a pessoa contatada não tenha possibilidade de participar da consulta pública, deve ser solicitado que esta indique outra pessoa da mesma instituição. 7 Também deve ser solicitado à pessoa contatada que, se possível, divulgue o processo de consulta para seus próprios contatos profissionais. 8 Para garantir uma participação efetiva dos stakeholoders-chave no processo de Consulta Pública, o Instituto LIFE deverá adotar estratégias de divulgação da Consulta como: envio de correios postais e/ou eletrônicos direcionados; solicitação via fax; entre outros. 9 Quando a consulta pública for relacionada a um processo de revisão da Metodologia de Certificação LIFE, dependendo do assunto a ser tratado deve ser empenhado maior esforço para atingir o publico mais diretamente relacionado a ele. Por exemplo, se a consulta pública for relacionada a uma adequação da Metodologia de Certificação LIFE ao setor primário, deve-se empenhar maior esforço para atingir empresas desse setor, além de outras organizações a ele relacionados. 3 PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO 1. O processo de tomada de decisão relativo ao lançamento de qualquer nova versão da Metodologia de Certificação LIFE, seja em função da adaptação internacional ou de processos de revisão de versões já existentes, deve ser realizado de maneira participativa e de modo a garantir um balanço de interesses. 2. A aprovação final de novas versões da Metodologia de Certificação LIFE é realizada pelo Conselho

7 LIFE-IN-MP08--Português 7 Diretor do Instituto LIFE, formado por 1/3 de representantes da academia, 1/3 de organizações não governamentais e 1/3 do setor privado. 3. Porém, o encaminhamento das propostas de alterações para lançamento de uma nova versão da Metodologia de Certificação LIFE somente é realizado após análise e parecer positivo da Comissão Técnica Permanente do Instituto LIFE, instancia de aconselhamento do Conselho Diretor, também formada por 1/3 de representantes da academia, 1/3 de organizações não governamentais e 1/3 do setor privado (seus integrantes não fazem parte do Conselho Diretor). 4. Tanto na Comissão Técnica Permanente como no Conselho Diretor as decisões são tomadas por consenso ou por votação com maioria simples. 5. Para o caso de adaptação ou revisão da Metodologia de Certificação LIFE em nível nacional, o Comitê Técnico Nacional, formado por 1/3 de representantes da academia, 1/3 de organizações não governamentais e 1/3 do setor privado deve analisar e dar seu parecer para que o Conselho Diretor do Instituto LIFE aprove as versões oficiais a serem utilizadas no respectivo país.

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