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1 RELAÇÕESDEPRESSUPOSIÇÃOEACARRETAMENTONACOMPREENSÃO DETEXTOS PRESUPPOSITIONANDENTAILMENTRELATIONSINTEXT COMPREHENSION KarinaHufdosReis 1 RESUMO: Partindo das definições de pressuposição e acarretamento, pretendemos neste artigo relacionaressesfenômenosaoexercíciodacompreensãodetextos.essarelaçãotemaintençãode unirateorialinguísticaàpráticadoensinodalíngua,observandoaimportânciadaanáliselinguística para o exercício de interpretação. Em seguida, apresentaremos a prática em forma de exemplos comuns a fim de reunir o conhecimento desses fenômenos linguísticos no aprimoramento das técnicasdecompreensãotextualbemcomonoseumétododeensino. Palavrasdchave:pressuposição;acarretamento;interpretaçãodetextos. ABSTRACT: Based on the definitionsof presupposition and entailment, in this article we intend to relatethesephenomenatotheexerciseofreadingcomprehension.thisrelationshipintendstounite the linguistic theory to the practice of language teaching,observing the importance of linguistic analysis for the interpretation exercise. Next, we present the practice in the form of common examples in order to gather knowledgeof these linguistics phenomena in the improvement of the techniquesofreadingcomprehensionaswellasinitsteachingmethod.' Keywords:presupposition;entailment;textinterpretation. 1.INTRODUÇÃO Existemdiversasmaneirasdeinterpretarmosassentençasqueouvimosoude proporcionarefeitoàssentençasqueproferimosnocotidiano.essasmaneirasestão relacionadasaoconhecimentoextralinguísticoexistentedeformaparticularemcada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 1 GraduandaemLetrasPortuguêsdInglês,UTFPR. REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 71!

2 ouvinte, leitor ou falante. Como explica Cançado (2012), o conhecimento extralinguístico é o conteúdo prévio que permite ao indivíduo reagir ante uma determinada afirmação, negação ou questionamento. Ele pode ser constituído dos significadospurosdassentençasqueoindivíduoapreendeaolongodesuavida,ou tambémconstituídodossignificadosqueresultamdousodedeterminadasexpressões contidasnasentença,cujoteornãoserestringeaoliteral. Esses conteúdos resumem duas propriedades da abordagem referencial da linguagem chamadas acarretamento e pressuposição. Observemos a definição apresentadaporcançado(2012,p.31): O acarretamento é uma noção estritamente semântica, que se relaciona somente comoqueestácontidonasentença,independentementedousodesta.anoçãode pressuposição relacionadse com o sentido de expressões lexicais contidas na sentença,mastambémserefereaumconhecimentoprévio,extralinguístico,queo falanteeoouvintetêmemcomum;podedsedizerqueapressuposiçãoéumanoção semânticodpragmática.(cançado,2012,p.31). Convivemos diariamente com a dificuldade na compreensão de textos, seja na escola, no trabalho, ou em qualquer outro contexto em que seja necessária a interpretação.observamosqueosfenômenoslinguísticosapresentadosestãocontidos nasafirmações,negaçõesouquestionamentosentreinterlocutores.asoluçãoparaa dificuldade de compreensão de uma sentença ouvida ou lida pode ser encontrada, portanto,naprópriasentença,poiselafornecesubsídiosmuitasvezessuficientespara tal entendimento, por meio de deduções semânticas e pragmáticas que contribuem decisivamenteparaacompreensãodotexto. A partir de uma análise sobre acarretamento e pressuposição em sentenças comuns,épossívelconcluiralgoalémdoqueestáescritoouatémesmoevitarcertas conclusões.oconhecimentodemundopermitiráqueoouvinte/leitorselecioneessas inferências na sentença e se aproxime da intenção do falante/autor. O que os interlocutorescompartilhaméessencialparaacompreensãododiscurso: REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 72!

3 Podemserconsideradasimplícitastodasasinformaçõesqueumasentençaveicula, sem que o falante se comprometa explicitamente com sua verdade. Essas informaçõesprecisamentãoser inferidas apartirdasentençapormeiodealgum raciocínioquepartedaprópriasentença.éoqueocorrenoscasosdapressuposição edoacarretamento(ilari,2004,p.85,grifodoautor). Na seção 2, discutiremos as noções de acarretamento e pressuposição, para analisarmos,naseçãoseguinte,comotaisnoçõescontribuemparaainterpretaçãode umtexto.naseção4,apresentamosnossasconclusões. 2.PRESSUPOSIÇÃOEACARRETAMENTO ' Para podermos incluir as ideias de pressuposição e acarretamento em um contextoespecífico,énecessárioinicialmentequefaçamosumabuscadetalhadanas definiçõesdessaspropriedades.começaremospeladefiniçãodeacarretamento,quese baseianoconhecimentosemânticodoselementosdasentença.cançado(2012)inicia asdefiniçõesdeacarretamentopeloentendimentodoquevemaserumarelaçãode hiponímia. A hiponímia pode ser entendida como uma relação estabelecida entre palavras, quando o sentido de uma está incluído no sentido de outra. (CANÇADO, 2012,p.32).Podemospensaremumarelaçãodeconjuntos:dentrodecertoconjunto existemoutrosmenores.oconjuntoqueabrangeoutrosconjuntoséohipônimo,um item lexical específico que abrange outros muitos. Esses outros são os hiperônimos, conjuntosmenorescontidosnohipônimo.porexemplo: (1)Eletrodomésticos:Liquidificador Em (1) o item liquidificador está contido no conjunto dos eletrodomésticos. Portantotemosem(1)arelaçãohipônimo hiperônimo. REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 73!

4 Dadaestadefiniçãoparaamenorunidadeexistenteemumasentença,umitem lexical, Cançado (2012) diz que podemos expandir essa ideia para a sentença completa. A relação de inclusão de sentidos de uma sentença em outra sentença é chamada, então, acarretamento. Observemos o exemplo a seguir para compreendermosessaideiadeinclusãodesentidos: (2)a.MariatemumaBíbliaemcasa. b.mariatemumlivroemcasa. Acima,observamosqueasentença(2a)estáincluídanasentença(2b)devidoà relaçãodesentidodoitem(2a)bíbliaedoitemde(2b)livro,ouseja,umarelaçãode hipônimo hiperônimo.temos,assim,queasentença(2a)acarreta(2b). Vamos analisar um exemplo no qual não ocorre a relação de acarretamento, paramostraradiferençaentreessesaspectos: (3)a.Mariatemumacadeiraemcasa. b.mariatemumobjetodemadeiraemcasa. A ideia de cadeira não está incluída no sentido de objeto de madeira, embora haja essa possibilidade. Temos acarretamento toda vez que a verdade de uma sentença implica a verdade de uma outra, simplesmente pela significação de suas palavras. (ILARI,2004,p.85).Observamosquenãoocorreessarelaçãodeverdadeem (3), pois a partir da sentença (3a) não podemos inferir a sentença (3b). Portanto, a sentença(3)nãocumpreoscritériosparaarelaçãodeacarretamento,jáque(3a)não estáincluídaem(3b),ouvicedversa. Comovimosanteriormente,aideiadepressuposiçãonãoestáligadasomenteà relação semântica de duas ou mais sentenças como ocorre no fenômeno de REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 74!

5 acarretamento.anoçãodepressuposiçãoexigequeanalisemosumasentençanãosóa partir dos sentidos literais da língua, como no acarretamento, mas também a partir dos sentidos atribuídos à língua pelo uso. Por isso, Cançado (2012) assume que as pressuposiçõestratamdeumanoçãosemânticodpragmática.paraessanoção,devemos incluiraideiadecriatividade,nosentidodequeofalantedalínguanãodecorauma lista de sentenças do seu diadaddia para fazer relações lógicas. Para isso, ele deve extrair de cada sentença a essência da semântica e da pragmática, isto é, elementos queopermitamadquirirconhecimentosdemundo.oliveira(2001)tratadoassunto dacriatividadenacompreensãodesentenças: A criatividade é nossa capacidade de entender (e produzir) sentenças novas. A referencialidadedizrespeitoaofatodequeusamosalínguaprafalarsobreo(s) mundo (s) (inclusive o mundo interior, o dos sonhos, o da ficção). A rede de sentençasdizrespeitoaofatodequesaberumasentençaésabermuitasoutras, porqueassentençasdeumalínguaseinterdrelacionam(oliveira,2001,p.50). Dessaformatemosqueanossacriatividadeservecomoapoionacompreensão dediscursoslidosououvidosnodiadaddia.vamosaosexemplosparaquepossamos compreendermelhoranoçãodepressuposição: (4)a.Pedroparoudeeconomizardinheiro. b.pedroeconomizavadinheiro. De(4a)podemosinferir(4b)eissosedápelousodaexpressãoparoude,que nostrazaideiadeque,antesdessemomentodefala,oeventoacontecia.oeventode economizardinheiroacontecia.percebemosomesmofenômenoem(5): (5)a.Marialevouabonecadelaparaasaladeaula. b.mariatemumaboneca. REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 75!

6 Esse exemplo nos faz inferir que Maria possui uma boneca, já que o fragmentoabonecadeladeixaclaroquemariapossuitalobjeto.frege(1892, apudcançado,2012,p.37)consideraqueassentençaspossuemumconteúdo quenãosealteracomasuanegação,interrogaçãoouinversãoparaaformade condicionalidade. Esse conteúdo permaneceria com o mesmo sentido se passássemos uma sentença afirmativa para essas outras formas. Para avaliarmos se uma sentença possui esse conteúdo é necessário antes desmembrarmos a oração principal nas formas de negação, interrogação e condicionalidade.écomoseasentençaemquestãopossuísseumafamíliade outrassentenças.assim,poderemosinferirumasegundasentença,tomandoda comoverdadeounão.observeodesmembramento,ouafamília,deumadas sentençasdadasanteriormente: (4)a.Pedroparoudeeconomizardinheiro. a.pedronãoparoudeeconomizardinheiro. a.pedroparoudeeconomizardinheiro? a.sepedroparoudeeconomizardinheiro,nãovaipodercomprar aquelecarro. Percebemosqueem(4)nenhumadasproposiçõesalterouapropostade quepedroeconomizavadinheiro,ouseja,quandodizemos(4a ),(4a )e(4a )a verdadede(4b)semantém.assimtemosque(4a)pressupõe(4b).damesma formaissoocorrecomasentença(5)dadaanteriormente:sefizermosoteste comsuafamília,apressuposiçãoem(5b)semantém. A família de uma sentença é que vai confirmar se uma segunda é pressuposta por ela ou não. Cançado (2012, p. 39) define a família de uma REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 76!

7 sentençacomoasquatroformasqueelapodeassumir:aproposiçãoafirmativa, anegaçãodessamesmaafirmação,ainterrogaçãoecondição.comissoaautora apresenta a seguinte condição: só ocorrerá a relação de pressuposição se todasasquatroformasdeumadeterminadasentença(a),ouseja,seafamília de (a) tomar uma determinada sentença (b) como verdade. E continua alertandoque seumadassentençasdafamíliade(a)nãotomarcomoverdade asentença(b),nãoexistiráarelaçãodepressuposiçãoentreassentenças(a)e (b). A família de uma sentença de fato serve como teste para uma pressuposição e esclarece a diferença entre esse fenômeno e o do acarretamento:enquantoanegação,ainterrogaçãoeacondicionalnãoalteram apressuposiçãotomadacomoverdadepelasentença,anegação,porsisó,já nãogaranteoacarretamento.assim,enquantoasentença(2a)acarreta(2b),a negaçãode(2a)bloqueiaoacarretamento,comovemosaseguir. (2)a.MarianãotemumaBíbliaemcasa. b.mariatemumlivroemcasa. SegundoMoura(2000),issoocorreporquenoacarretamento aproposiçãoaé uma condição (suficiente, mas não necessária) para a verdade de b. e na pressuposição a proposição b já deveria ser aceita como verdadeira pelos interlocutoresindependentementedeaserverdadeiraounão.éporissoquesediz que pressuposição deve ser parte do conhecimento compartilhado entre os interlocutores. Dessaforma,Cançado(2012)colocaqueofalantefazusodealgumasexpressões dalínguaparaincutirsignificadosnãoapenassemânticos.algunsrecursoslinguísticos presentesemumaconversaouemumtextofazemoouvinte,ouoleitor,suporoutras REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 77!

8 informações,quenãoaquelasexpressasemumadeterminadasentença.aautoracita como desencadeadoras de pressuposição as estruturas clivadas (Foi fulano que fez X...), as orações subordinadas temporais e comparativas, o uso de verbos factivos (esquecer,saber,etc.)edeexpressõesquedenotammudançasdeestado(iniciarem, parar de). Mas afirma que o relevante é sabermos aplicar a definição para conseguirmos estabelecer ou não a pressuposição entre as sentenças (CANÇADO, 2012,p.44). 3.ANÁLISE Nestaseção,construiremosumaanálisedassentençaspresentesemumtexto 2,a fim de refletir sobre determinadas estruturas e expressões usadas na língua, relacionandodasàteoriaapresentadaanteriormente. Não era com a sua filha que Pedro estava preocupado. Ele não sabia se Cláudia estava se divorciando de Osvaldo, até esquecera que ela havia ligado. Ele simplesmente deixou o problema de sua filha para o outro dia, e foi repousar. Pedroadmitiraaculpa,agorateriaqueesperar.Ocorreuque,nooutrodia,oreal culpado desmentiu não ter atropelado a velhinha. Agora ele ia parar de pensar nisso, estava otimista. Era hora de certificardse de que Cláudia não havia se divorciado.masomaridojáhaviaidoemboraquandopedroligouparaela. Paraanálisedotextoacima,consideraremosalgumasproposiçõesquepoderiam ser utilizadas em sala de aula em uma atividade de Verdadeiro/Falso, a fim de observarquaissentençasseriamascorretasapartirdoqueselênotexto: (6)Pedronãoresolveuoproblemanahora. (7)Houveumacidente.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 2 Baseadonotextodisponívelem:http://www.analisedetextos.com.br/2010/09/atividadedpraticad sobredpressupostosde.html.acessoem13set REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 78!

9 (8)Avelhinhamorreu. Vejamos se a sentença proposta em (6) estabelece uma relação de acarretamentocomoqueestásendoafirmadonotexto: (6)a.Eledeixouoproblemadesuafilhaparaoutrodia. b.pedronãoresolveuoproblemanahora. Aplicando o teste de acarretamento em (6), vemos que a sentença (6b) é necessariamenteverdadese(6a)forrealmenteverdade.portanto,temosquearelação deacarretamentoéestabelecida. Vejamos outro caso encontrado no texto em que podemos inferir uma informaçãoimplícita: (7)a.Orealculpadodesmentiunãoteratropeladoavelhinha. b.houveumacidente. Analisandoalocuçãoverbalem(7a), teratropelado,inferimosainformaçãode queocorreuumacidente.consideramosaquiqueatropelarestádentrodoconjuntode acidentes.assim,temosumarelaçãodeacarretamento. No momento em que tentamos compreender um texto, além de termos dificuldades em inferir novas informações não implícitas, muitas vezes temos conclusõesequivocadasdedeterminadasafirmações.ocasoaseguiréumexemplode umainterpretaçãoequivocada: (8)a.Orealculpadodesmentiunãoteratropeladoavelhinha. b.avelhinhamorreu. REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 79!

10 Nada no texto nos informa sobre a possível morte da velhinha. Isso pode ter ocorrido,massófazpartedomundodepossibilidades.negandoasentença(8b)não tomamos a informação em (8a) como sendo falsa. A relação de acarretamento, portanto,nãoéestabelecida. Vejamos agora os casos do texto em que podemos analisar as relações de pressuposiçãonoprocessodecompreensão.asproposiçõesabaixoserãoanalisadas nasequência. (9)Pedroestavapreocupado. (10)Pedroligouparaela. (11)Cláudiahaviasedivorciado. (12)CláudiaeracasadacomOsvaldo. (13)Pedroiaparardepensarnoatropelamento. Abaixoatentaremosparaumaestruturadalínguaquefavoreceapressuposição, aschamadasestruturasclivadas.lembremosqueotestedepressuposiçãoérealizado pelaavaliaçãodosmembrosdafamíliadasentençaoriginal: (9)a.NãoeracomasuafilhaquePedroestavapreocupado. a.eracomasuafilhaquepedroestavapreocupado. a.nãoeracomasuafilhaquepedroestavapreocupado? a.senãoeracomasuafilhaquepedroestavapreocupado... b.pedroestavapreocupado. Vemosnocaso(9)queaproposiçãofeitaapartirdasentençaoriginaldotextoé confirmada ao explicitar os membros da família de (9a), ou seja, nenhum desses REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 80!

11 membrosafetaainterpretaçãoem(9b).podemos,assim,considerarqueasentença (9a)pressupõeaafirmaçãoem(9b).Cançado(2012)afirmaquecertasestruturasna língua, como a clivada que foi apresentada acima, favorece a pressuposição. Outra estrutura que desencadeia esse tipo de implicatura é a encontrada nas orações subordinadas temporais. Observe o exemplo tirado do texto e a proposição feita a partirdoqueotextoafirma: (10)a.OmaridojáhaviaidoemboraquandoPedroligouparaela. a.omaridoaindanãohaviaidoemboraquandopedroligouparaela. a.omaridojáhaviaidoemboraquandopedroligouparaela? a.seomaridojáhaviaidoemboraquandopedroligouparaela... b.pedroligouparaela. Aestruturaem(10a)trazproblemasfrequentesdeinterpretação,poisveicula umnúmeromaiordeinformações,dificultandotiraralgumaconclusão.explicitandoa família de (10a) vemos que nenhum membro torna duvidosa a afirmação feita em (10b).Dessaformaquearelaçãodepressuposiçãoéestabelecida. Vejamosocasodaproposição(11): (11)a.ErahoradecertificardsedequeCláudianãohaviasedivorciado. a.nãoerahoradecertificardsedequecláudianãohaviasedivorciado. a.erahoradecertificardsedequecláudianãohaviasedivorciado? a.seerahoradecertificardsedequecláudianãohaviasedivorciado... b.cláudiahaviasedivorciado. Não podemos dizer que a proposição (11b) é uma verdade devido ao fato de que,quandoexplicitamosafamíliadasentença(11a),umdosmembrospõeemdúvida REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 81!

12 suaveracidade.quandoissoocorrenotestedepressuposição,temosqueessarelação deimplicaturanãoéestabelecida. Certas palavras ou expressões também são considerados por Cançado (2012) como desencadeadores da pressuposição. Abaixo analisaremos um caso encontrado notexto: (12)a.ElenãosabiaseCláudiaestavasedivorciandodeOsvaldo. a.elesabiasecláudiaestavasedivorciandodeosvaldo. a.elenãosabiasecláudiaestavasedivorciandodeosvaldo? a.seelenãosabiasecláudiaestavasedivorciandodeosvaldo... b.cláudiaeracasadacomosvaldo. Observe o verbo flexionado divorciando. O uso desse verbo implica em um estado anterior de estar casado. Este estado anterior é o que propõe a sentença (12b). Vemos também que todos os membros da família de (12a) tomam essa proposição como sendo verdadeira. A relação de pressuposição, por conseguinte, ocorreentre(12a)e(12b). Outro desencadeador lexical de pressuposição são as expressões que definem umamudançadeestado,comoaqueéencontradanotextoetranscritaabaixopara análise: (13)a.Eleiaparardepensarnisso. a.elenãoiaparardepensarnisso. a.eleiaparardepensarnisso? a.seeleiaparardepensarnisso... b.elepensavanoatropelamento. REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 82!

13 Aexpressão pararde indicaqueoeventodocomplementoseguinteacontecia anteriormente,oqueépropostopelasentença(13b).oquepodemoscompreenderna sentença tirada do texto é essa mudança de estado. Colocando o estado anterior na sentença como proposição, e aplicando o teste da pressuposição, como feito acima, observamos que tal afirmação pode ser inferida. Todos os membros de (13a) permanecemcomamesmaideiaqueestásendoapresentadaem(13b). Essesforamoscasosdeacarretamentoepressuposiçãoencontradosnotexto, cujostestesservemcomoformadeanáliseeinterpretação.assim,estabelecemosuma reflexãosobrearelaçãodosusosdalínguaeseussignificadosimplícitosnotexto.a aplicaçãodessestestescertamentefacilitaacompreensãodeumtextoquecontenha muitasinformações,edevemserfeitosàmedidaqueasdificuldadesdeinterpretação vãoaparecendo. 4.CONSIDERAÇÕESFINAIS Osproblemasenfrentadosnacompreensãodetextospodemsersolucionadosa partirdaanáliseminuciosadasoraçõesnelecontidas.observamosissoapósanalisar que muitas informações estão implícitas nos enunciados. Atribuindo nosso conhecimento extralinguístico e linguístico na sua leitura, isto é, saber a função de determinadas expressões da língua e possíveis significados a elas atribuídos, é possívelcompreenderoqueumaafirmaçãoestátrazendo,defato,aoleitor. Percebemosquecertosusosdalínguafavorecemapressuposição,comosãoos casos de orações subordinadas, estruturas clivadas e verbos factivos. Estes são utilizadospelofalantecomopropósitodiscursivodelevaracertainterpretaçãoenão aoutra.essesrecursosselecionaminformaçõescontidasnodiscursoeimplicamasua verdade ou não. Para clarear o número de informações contidas em um enunciado REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 83!

14 analisamos as relações de acarretamento entre uma proposição e sua sentença original.dessaformaconseguimosestabelecerarelaçãodedependênciaentreoque estásendoveiculadoeoqueéproposto. Poresseviésdeanálisetentamospropormétodosdeinterpretaçãoquedevem sercolocadosdiantedoalunocomoformadeexploraredesenvolverconhecimentos dalínguaqueconstroemnovossentidosesignificados. REFERÊNCIAS CANÇADO,M.ManualdeSemântica:noçõesbásicaseexercícios.SãoPaulo:Contexto,2012. ILARI,R.IntroduçãoàSemântica:brincandocomagramática.5.ed.SãoPaulo:Contexto,2004. OLIVEIRA,R.P.Semânticaformal:umabreveintrodução.2.ed.Campinas:MercadodeLetras,2001. MOURA,H.M.M.Significaçãoecontexto:umaintroduçãoaquestõesdesemânticaepragmática.2.ed. Florianópolis:Insular,2000. SOUZA,Rogério.Atividadepráticasobrepressupostoseimplícitos:Análisedetextos.SãoPaulo,2013. Disponívelem: <http://www.analisedetextos.com.br/2010/09/atividadedpraticadsobredpressupostosde.html> Acessoem:13set.de2013. REIS, Karina H. Relações de pressuposição... 84!

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