Prof. Paulo Hercilio Viegas Rodrigues CEN-001

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prof. Paulo Hercilio Viegas Rodrigues CEN-001"

Transcrição

1 Assepsia, estabelecimento e multiplicação in vitro Prof. Paulo Hercilio Viegas Rodrigues CEN-001

2 Assepsia Material Vegetal: Campo X Viveiro?

3 Assepsia Campo... Está em contato direto com esporos de fungos, insetos, pequenos animais e condição climática variável (umidade alta). Substrato ou solo rico em matéria orgânica e consequentemente de micro-organismos.

4 Assepsia Viveiro... Está isolado do ambiente externo e com poucas variações climáticas. Normalmente utiliza-se substrato tratado.

5 Assepsia Seleção do explante (material vegetal) Partes jovens da planta; Material sadio (visualmente). * Teste para detecção de viroses e outras enfermidades.

6 Assepsia Extração e Toalete do explante Tanto para extração como para o toalete, devemos utilizar instrumental apropriado e higienizado (pinças e facas esterilizaras e uso de hipoclorito entre uma planta e outra). Phaelenopsis Rio Negro Na extração cuidado para não danificar o explante; no toalete, retirar excesso de solo e partes vegetais para facilitar a pré-lavagem.

7 Assepsia Pré-lavagem do material vegetal. Lavar em água corrente, com esponja e detergente, a fim de retirar restos de solo, insetos fixados no tecido vegetal ou qualquer fonte de inóculo de fácil remoção.

8 Assepsia Agentes químicos: - Álcool 70%; - Detergentes (Twin 20); - Produtos a base de Cloro (Ca(ClO)2; NaClO) com 2% de cloro ativo; - Produtos a base de Mercúrio (HgCl); - Óleos essenciais!!!!!

9 Assepsia Concentração das Soluções Assépticas (NaClO). Depende do tipo de tecidos vegetal: - Mais tenro (suave = 5 a 15% V/V) - Folhas, brotações jovens e tecidos tenros... - Consistência média (padrão = 20 a 30% V/V) - Ápices caulinares e ramos herbáceos... - Consistência dura (concentrado = 50% V/V) - Rizomas, ramos lenhosos e frutos/sementes...

10 Assepsia Tempo de assepsia: - 5 a 10 minutos; - Material tenro - 10 a 20 minutos; - Material consistência média - 20 a 30 minutos; - Material consistência dura

11 Assepsia Concentração X Tempo Resultados negativos!!!!! Variar concentração e tempo!!! Concentração Tempo (e vice-versa).

12 Assepsia Retirada da Solução e Lavagem dos explantes: O processo com solução asséptica é realizado no interior do fluxo laminar. Após o tempo pré determinado, a solução asséptica é drenada e devem ocorrer as lavagem com água destilada esterilizada. São realizadas 3 lavagens, ainda no interior do fluxo laminar.

13 Abacaxi Retirar as folhas da coroa até expor as gemas; Lavar em água corrente (esponja e detergente levemente); Excisar as gemas da coroa formando uma base triangular na gema e colocar em um becker; Álcool 70% por 30 segundos; Hipoclorito comercial (Q-boa) 3:1 ou 25% V/V por 15 minutos. Lavar 3 vezes e introduzir em meio líquido; Incubar por 30 a 45 dias em sala de crescimento.

14 Banana Lavar os rizomas em água corrente (retirada de solo); Com faca ou facão reduzir o rizoma a uma estrutura de 3 a 5 cm de Ø por 8 a 10 cm de comprimento (manter a forma cilindrica). Colocar os rizomas em um becker e adicionar álcool 70% por 1 minuto; Hipoclorito comercial (Q-boa) 50% V/V por vinte minutos; Com auxílio de pinça e bisturi reduzir a uma estrutura cilíndrica de 0,5 cm de Ø por 1,5 cm de comprimento; Introduzir em meio semi-sólidosólido e incubar por 21 a 28 dias em sala de crescimento.

15 Banana

16 Banana

17 Banana

18 Banana

19 Banana

20 Banana

21 Banana

22 Banana

23 Banana

24 Banana

25 Bambu (China) Métodos de assepsia: Cortar o ramo inteiro, talvez com 1 m de comprimento. Cortar em pequenas secções de 3 a 5 cm de comprimento, contendo 1 nó em cada secção Lavar em água com detergente um a um cada explante com a ajuda de um pincel Lavar em água corrente por aproxidamente 30 minutos No fluxo laminar, desinfecção em HgCl 0,1% por 3 minutos Lavar 5 vezes em água esterilizada Transferir para o meio de cultura sem cortar as pontas Permanecer no escuro durante 10 dias, ate os brotos atingirem 3 cm de comprimento. Somente após este período transferir par a luz.

26 Peculiaridades!!! Lavar em água corrente por 30 minutos ou over night (cultura com endofíticos ou de difícil desinfecção). Empregar o sonicador para fase do hipoclorito. Utilizar fogo após a lavagem (rizoma banana). Incubar no escuro inicialmente. Uso de antibióticos no viveiro (explante) e no meio de cultivo.

27 Estabelecimento in vitro Depende dos seguintes fatores: Qualidade do explante; Eficiência da Assepsia; Capacidade da cultura em se desenvolver in vitro (adaptar ao sistema in vitro).

28 Multiplicação...

CULTIVO IN VITRO DE SEGMENTOS NODAIS DE HORTELÃ

CULTIVO IN VITRO DE SEGMENTOS NODAIS DE HORTELÃ MICROPROPAGAÇÃO CULTIVO IN VITRO DE SEGMENTOS NODAIS DE HORTELÃ As mentas ou hortelãs são plantas perenes, raramente anuais, que se expandem mediante estolões. O fenômeno de hibridização interespecífica,

Leia mais

Pode ser: Centralizada Semi-centralizada Descentralizada

Pode ser: Centralizada Semi-centralizada Descentralizada Unidade de apoio a todos os serviços assistenciais e de diagnóstico que necessitem de artigos odonto-médico-hospitalares para a prestação da assistência a seus clientes; Pode ser: Centralizada Semi-centralizada

Leia mais

ESTABELECIMENTO IN VITRO

ESTABELECIMENTO IN VITRO ESTABELECIMENTO IN VITRO DE CANA-DE-AÇÚCAR. Paulo Sérgio Gomes da Rocha 1 ; Antonio Sergio do Amaral 1 ; Amito José Teixeira 1, Mayara Luana Coser Zonin 2 ; Sergio Delmar dos Anjos 3. INTRODUÇÃO O estabelecimento

Leia mais

ESTUDO DA FOTOSSÍNTESE COM ALGAS IMOBILIZADAS

ESTUDO DA FOTOSSÍNTESE COM ALGAS IMOBILIZADAS ESCOLA SECUNDÁRIA /3 GARCIA DE ORTA Utilização e organização dos laboratórios escolares Oficina de Formação ESTUDO DA FOTOSSÍNTESE COM ALGAS IMOBILIZADAS ANA LUÍSA SANTOS ÍNDICE pág. ÍNDICE 2 GUIÃO FORNECIDO

Leia mais

Franca, Mariana Almeida Micropropagação de cana-de-açúcar cultivar RB Mariana Almeida Franca. Curitiba: f. il.

Franca, Mariana Almeida Micropropagação de cana-de-açúcar cultivar RB Mariana Almeida Franca. Curitiba: f. il. F814 Franca, Mariana Almeida Micropropagação de cana-de-açúcar cultivar RB966928. Mariana Almeida Franca. Curitiba: 2016. 64 f. il. Orientador: João Carlos Bespalhok Filho Dissertação (Mestrado) Universidade

Leia mais

MICROPROPAGAÇÃO E ACLIMATAÇÃO DE PLÂNTULAS DE MORANGUEIRO. Palavras chaves: Micropropagação. Isolamento de meristema. Explante. Mudas sadias.

MICROPROPAGAÇÃO E ACLIMATAÇÃO DE PLÂNTULAS DE MORANGUEIRO. Palavras chaves: Micropropagação. Isolamento de meristema. Explante. Mudas sadias. MICROPROPAGAÇÃO E ACLIMATAÇÃO DE PLÂNTULAS DE MORANGUEIRO Tamires Oviedo 1, Fabiana Raquel Mühl 2, Neuri Antonio Feldmann 3, Anderson Rhoden 3 Palavras chaves: Micropropagação. Isolamento de meristema.

Leia mais

PROPAGAÇÃO. Plantas Medicinais

PROPAGAÇÃO. Plantas Medicinais PROPAGAÇÃO Ação de multiplicar ou dar continuidade a uma forma de vida, permitindo o cultivo e a preservação de espécies importância estabelecimento dos cultivos e hortos garantia da identidade das espécies

Leia mais

Tickets range from $8-$20; children under 2 are free

Tickets range from $8-$20; children under 2 are free Tickets range from $8-$20; children under 2 are free Produção e Comercialização de Orquídeas Prof. Paulo Hercilio Viegas Rodrigues Introdução Maior família de todo reino vegetal (7%) 25 mil espécies

Leia mais

BV581 - Fisiologia Vegetal Básica - Desenvolvimento. Aula 12b: Propagação Vegetativa

BV581 - Fisiologia Vegetal Básica - Desenvolvimento. Aula 12b: Propagação Vegetativa BV581 - Fisiologia Vegetal Básica - Desenvolvimento Prof. Marcelo C. Dornelas Aula 12b: Propagação Vegetativa A propagação vegetativa como um processo de manutenção da diversidade Ao contrário da reprodução

Leia mais

QUALIDADE DOS ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Alessandra Reis Nutricionista de Qualidade- IBRefeições

QUALIDADE DOS ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Alessandra Reis Nutricionista de Qualidade- IBRefeições QUALIDADE DOS ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Alessandra Reis Nutricionista de Qualidade- IBRefeições ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, É AQUELA PREPARADA COM OS CUIDADOS DE HIGIENE E QUE

Leia mais

Manual Groasis Waterboxx para legumes

Manual Groasis Waterboxx para legumes Manual Groasis Waterboxx para legumes 1. Use uma estufa de acordo com o desenho como se mostra na figura abaixo, com a possibilidade de ventilar os lados e com uma tela/sombra dupla de cor branca no topo

Leia mais

Vamos utilizar o exemplo da angiosperma da família Poaceae (o capim).

Vamos utilizar o exemplo da angiosperma da família Poaceae (o capim). Reprodução REPRODUÇÃO ASSEXUADA Vamos utilizar o exemplo da angiosperma da família Poaceae (o capim). Essa planta se dissemina com muita rapidez, e isso é devido ao seu tipo de reprodução. A reprodução

Leia mais

Floricultura e Plantas Ornamentais

Floricultura e Plantas Ornamentais Métodos de Propagação em Ornamentais: TRADICIONAL Floricultura e Plantas Ornamentais Dr. Paulo Hercílio Viegas Rodrigues MÉTODOS PROPAGATIVOS VEGETATIVOS: ENXERTIA, ESTAQUIA, MERGULHIA E ALPORQUIA. Vantagens:

Leia mais

COMO CULTIVAR ORQUIDEAS

COMO CULTIVAR ORQUIDEAS S.O.S. UTI para orquídeas Se sua orquídea está com poucas raízes verdes, raízes pequenas, e com aparência de debilitada? Existe um jeito de recuperá-las! Na UTI de garrafa PET, as chances de recuperar

Leia mais

Manual de uso dos Móveis

Manual de uso dos Móveis Manual de uso dos Móveis 1 LIMPEZA E CONSERVAÇÃO 1.1 Armários, portas e tampos Utilizar um pano limpo e macio umedecido com água morna, secando logo em seguida. Para manchas mais resistentes, use pano

Leia mais

Comunicado 133 Técnico ISSN Dezembro, 2005 Pelotas, RS

Comunicado 133 Técnico ISSN Dezembro, 2005 Pelotas, RS Comunicado 33 Técnico ISSN 506-985 Dezembro, 2005 Pelotas, RS Enraizamento de estacas de mirtilo provenientes de ramos lenhosos. Ângela Diniz Campos, Luis Eduardo Corrêa Antunes; Alexandre Couto Rodrigues2;

Leia mais

PROPAGAÇÃO VEGETATIVA

PROPAGAÇÃO VEGETATIVA PROPAGAÇÃO VEGETATIVA Propagação vegetativa em espécies florestais: Enxertia Estaquia Microestaquia Enxertia União de partes de uma planta em outra, de forma que as duas partes de plantas diferentes passem

Leia mais

PLANO DE AULA Nutrição das Plantas Autores: Ana Paula Farias Waltrick, Stephanie Caroline Schubert;

PLANO DE AULA Nutrição das Plantas Autores: Ana Paula Farias Waltrick, Stephanie Caroline Schubert; PLANO DE AULA Nutrição das Plantas Autores: Ana Paula Farias Waltrick, Stephanie Caroline Schubert; 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nível de Ensino: Ensino Médio Ano/Série: 1º ano Disciplina: Biologia 2. TEMA

Leia mais

Detecção de IL-1 por ELISA sanduíche. Andréa Calado

Detecção de IL-1 por ELISA sanduíche. Andréa Calado Detecção de IL-1 por ELISA sanduíche Andréa Calado andreabelfort@hotmail.com ELISA O teste identifica e quantifica Ag ou Ac, utilizando um dos dois conjugados com enzimas; PRINCIPAIS TIPOS: INDIRETO:

Leia mais

Sistema Laminar Médio. Ecotelhado. ECOTELHADO : Fone: (51) site:

Sistema Laminar Médio. Ecotelhado. ECOTELHADO : Fone: (51) site: - Sistema Laminar Médio Ecotelhado Fone: (51) 3242.8215 2 Especificações O Sistema Laminar Médio Ecotelhado é o conjunto dos seguintes elementos: Módulo Piso Nuvem Membrana de Absorção Substrato Leve Ecotelhado

Leia mais

Instrumentos Cirúrgicos

Instrumentos Cirúrgicos Instrumentos Cirúrgicos Manuseio, armazenamento e esterilização Manuseio, armazenamento e esterilização Víncula Índice 03 03 04 05 07 08 08 Introdução Aço Inoxidável Qualidade da Água e/ou Vapor Uso diário

Leia mais

MICROPROPAGAÇÃO CULTIVO IN VITRO DE BROTOS DE BATATA

MICROPROPAGAÇÃO CULTIVO IN VITRO DE BROTOS DE BATATA MICROPROPAGAÇÃO CULTIVO IN VITRO DE BROTOS DE BATATA A batata (Solanum tuberosum, família Solanaceae) é uma planta originária da região andina. No século XVI chegou à Europa onde, depois de vencer a resistência

Leia mais

Ornamentais. Floricultura e Plantas. Prof. Dr. Paulo Hercílio Viegas Rodrigues

Ornamentais. Floricultura e Plantas. Prof. Dr. Paulo Hercílio Viegas Rodrigues Métodos de Propagação em Ornamentais Floricultura e Plantas Ornamentais Prof. Dr. Paulo Hercílio Viegas Rodrigues phrviegas@hotmail.com Cultivo in vitro Produção em grande escala, pequeno espaço, durante

Leia mais

MULTIPLICAÇÃO DE BROTOS IN VITRO EM TRÊS CULTIVARES DE BANANEIRA

MULTIPLICAÇÃO DE BROTOS IN VITRO EM TRÊS CULTIVARES DE BANANEIRA MULTIPLICAÇÃO DE BROTOS IN VITRO EM TRÊS CULTIVARES DE BANANEIRA Hellen Cristina da Paixão MOURA 1 ; Oriel Filgueira de LEMOS 2 ; Meiciane Ferreira CAMPELO 3 Resumo Apesar de ser considerada uma das plantas

Leia mais

Cultivo de Células Animais

Cultivo de Células Animais Técnico em Biotecnologia Módulo IV Cultivo de Células Animais Aula 3 Esterilização de materiais para a Cultura de Células Prof. Leandro Parussolo Trabalhar com cultura de células Ambiente Estéril Cells

Leia mais

A compostagem é um processo de decomposição de matéria. orgânica, na presença de oxigénio, feita através de micro

A compostagem é um processo de decomposição de matéria. orgânica, na presença de oxigénio, feita através de micro A compostagem é um processo de decomposição de matéria orgânica, na presença de oxigénio, feita através de micro organismos (fungos e bactérias). Esta decomposição é feita num compostor, (recipiente apropriado

Leia mais

6.4 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS

6.4 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS 6.4 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS Prejuízos: -Competição por água; -Competição por luz; -Competição por nutrientes; -Hospedeiros de pragas e doenças; -Interferência na operação de colheita. Período de competição:

Leia mais

Doenças da Pupunha no Estado do Paraná

Doenças da Pupunha no Estado do Paraná Doenças da Pupunha no Estado do Paraná Álvaro Figueredo dos Santos Dauri José Tessmann João Batista Vida Rudimar Mafacioli A pupunha é cultura de introdução recente no Estado do Paraná e tem sido cultivada

Leia mais

Controle de Qualidade de Alimentos 1º Módulo

Controle de Qualidade de Alimentos 1º Módulo VIVIAN PUPO DE OLIVEIRA MACHADO Nutricionista (Unoeste) Especialista em Saúde Coletiva (UEL) Especialista em Educação Inclusiva (Facol) Mestranda em Agronomia/Produção Vegetal (Unoeste) Controle de Qualidade

Leia mais

O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores:

O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores: O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores: Disponibilidade de luz Disponibilidade de água Nutrientes minerais Temperatura Um outro fator que regula o crescimento

Leia mais

O milho (Zea mays) é um cereal da família Graminaceae originária do continente americano e atualmente cultivada em quase todo o mundo.

O milho (Zea mays) é um cereal da família Graminaceae originária do continente americano e atualmente cultivada em quase todo o mundo. MICROPROPAGAÇÃO CULTIVO IN VITRO DE EMBRIÕES DE MILHO O milh (Zea mays) é um cereal da família Graminaceae riginária d cntinente american e atualmente cultivada em quase td mund. Cm em tdas as mnctiledôneas

Leia mais

DIFERENTES MÉTODOS DE CULTIVO HIDROPÔNICOS E SEUS MANEJOS

DIFERENTES MÉTODOS DE CULTIVO HIDROPÔNICOS E SEUS MANEJOS DIFERENTES MÉTODOS DE CULTIVO HIDROPÔNICOS E SEUS MANEJOS Paulo Cesar de Almeida Técnico em Agropecuária CREA MG 26.995/TD PATROCINIO-MG DEFINIÇÃO DE CULTIVO HIDROPONICO O sistema de cultivo em que as

Leia mais

SAC 0800-VEDACIT DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45

SAC 0800-VEDACIT DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45 Produto FAZGRAUTH VEDACIT é um plastificante com alto poder de redução de água, especialmente formulado para execução de concreto e graute em obra. Permite grande plasticidade e baixa relação água-cimento,

Leia mais

Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade

Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade MANUAL DE PLANTIO Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade Temos à pronta entrega a quantidade que você necessita. As sementes são inspecionadas, beneficiadas, mantendo-se assim, ao longo dos anos, o

Leia mais

Fabricando tijolos de adobe

Fabricando tijolos de adobe Fabricando tijolos de adobe Karen D. Cartaxo Sprenger julho de 2009 A preparação para o curso de bioconstrução me apresentou o desafio de fabricar tijolos de adobe. Muito havia ouvido falar mas nunca tinha

Leia mais

Que modificações têm ocorrido no cultivo de plantas?

Que modificações têm ocorrido no cultivo de plantas? Cruzamento de plantas Que modificações têm ocorrido no cultivo de plantas? A engenharia biológica nasceu com o homem do neolítico, quando se iniciou a reprodução selectiva. Reprodução selectiva Revolução

Leia mais

Boletim Técnico. Material Refletivo 3M Scotchlite. Tecido Refletivo Prata Descrição

Boletim Técnico. Material Refletivo 3M Scotchlite. Tecido Refletivo Prata Descrição Boletim Técnico Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Refletivo Prata 8910 Descrição O Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata 8910 foi desenvolvido para uso em vestuários de segurança e em roupas

Leia mais

Agroindústria Processamento Artesanal de Hortaliças Preparo do picles ácido

Agroindústria Processamento Artesanal de Hortaliças Preparo do picles ácido 1 de 5 10/16/aaaa 10:31 Agroindústria Processamento Artesanal de Hortaliças Preparo do picles ácido Processamento artesanal hortaliças: Nome preparo de picles ácido Informação Produto Tecnológica Data

Leia mais

5 Aula Prática Exame do Microcultivo de levedura. Plaqueameno de Açúcar. Ensaio de Óxido-Redução com Resazurina

5 Aula Prática Exame do Microcultivo de levedura. Plaqueameno de Açúcar. Ensaio de Óxido-Redução com Resazurina IB UNESP - Rio Claro CCA - UFSCar Araras II CURSO DE MONITORAMENTO DA FERMENTAÇÃO ETANÓLICA PERÍODO: 11 a 15 DE FEVEREIRO DE 2008 ATIVIDADES PRÁTICAS 5 Aula Prática Exame do Microcultivo de levedura. Plaqueameno

Leia mais

MICROPROPAGAÇÃO DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR. Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas - PGMP

MICROPROPAGAÇÃO DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR. Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas - PGMP MICROPROPAGAÇÃO DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR Paulo Roberto FARIA ; Sérgio Tadeu SIBOV ; Diego José CALDAS 2 ; Victor Fernando Rodrigues da SILVA 2 Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento

Leia mais

Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata Antichama 8935 para lavagem industrial

Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata Antichama 8935 para lavagem industrial Boletim Técnico Material Refletivo 3M Scotchlite Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata Antichama 8935 para lavagem industrial Descrição industrial foi desenvolvido para uso em vestuários de segurança

Leia mais

Universidade Federal de São Paulo Campus Baixada Santista

Universidade Federal de São Paulo Campus Baixada Santista REGULAMENTO DAS SALAS DE CULTURA DE CÉLULAS DO As salas de cultura compõem um laboratório multiusuário específico para condições para experimentação e manutenção de células vivas em ambiente adequado,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CURSO DE QUÍMICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CURSO DE QUÍMICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CURSO DE QUÍMICA LABORATÓRIO DE QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL II CQ122 Prática 1 Profa. Iara Messerschmidt Prof. Claudio

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

INSTRUÇÃO DE TRABALHO 1. Titulo LIMPEZA MANUAL DE ARTIGOS MÉDICOS HOSPITALARES 2. Definição: Remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas, redução da carga microbiana presente nos produtos para saúde, utilizando água, detergentes,

Leia mais

Química Geral Experimental - Aula 5

Química Geral Experimental - Aula 5 Química Geral Experimental - Aula 5 Título da Prática: Construção e calibração do densímetro. Objetivos: Construir e utilizar um densímetro de baixo custo; Determinar a densidade de líquidos puros e soluções;

Leia mais

MAL CLORO LÍQUIDO - DETERMINAÇÃO DE FERRO - E.VIS./KSCN

MAL CLORO LÍQUIDO - DETERMINAÇÃO DE FERRO - E.VIS./KSCN 1. INTRODUÇÃO: A amostra de Cloro líquido (do cilindro de amostragem) é transferida para erlenmeyers na determinação de RNV, é evaporado e borbulhado em de dois frascos lavadores de gás, que contém HCl

Leia mais

MORFOLOGIA E ANATOMIA DO CAULE

MORFOLOGIA E ANATOMIA DO CAULE MORFOLOGIA E ANATOMIA DO CAULE Biologia Professor João Exemplos Funções Estrutura Exemplos Funções Estrutura Sustentação das folhas; Coneção entre folhas e raiz; Armazenar substâncias nutritivas; Fotossíntese

Leia mais

Produção Comercial de Mudas Micropropagadas em Sergipe

Produção Comercial de Mudas Micropropagadas em Sergipe 33 Produção Comercial de Mudas Micropropagadas em Sergipe Kelly Cristina dos Santos Teixeira 1, Ana da Silva Lédo 2, Cláudio José Antunes Pinto 1, Marcos Wandir Nery Lobão 1, Luiz Eduardo Albuquerque de

Leia mais

A. MÉTODOS PARA APLICAÇÃO DE MATERIAL DESINFETANTE

A. MÉTODOS PARA APLICAÇÃO DE MATERIAL DESINFETANTE Agência Nacional de Vigilância Sanitária Portos, Aeroportos e Fronteiras Anexo XI PLANO DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO EMBARCAÇÕES MÉTODO I A. MÉTODOS PARA APLICAÇÃO DE MATERIAL DESINFETANTE Técnica de Desinfecção

Leia mais

Profissional que realiza: Técnico de Enfermagem e Auxiliar de Enfermagem. Material utilizado: detergente enzimático, detergente neutro e álcool á 70%.

Profissional que realiza: Técnico de Enfermagem e Auxiliar de Enfermagem. Material utilizado: detergente enzimático, detergente neutro e álcool á 70%. Divisão de Enfermagem CME Página 1 de 5 Freqüência que é realizado: Diariamente Profissional que realiza: Técnico de Enfermagem e Auxiliar de Enfermagem. Material utilizado: detergente enzimático, detergente

Leia mais

Características gerais

Características gerais Características gerais Organismos eucariontes, unicelulares ou pluricelulares; Podem ser de vida livre ou não; Podem ser encontrados nos mais variados ambientes, preferencialmente em lugares úmidos; Característica

Leia mais

Perspectivas de Uso de Métodos Diagnósticos Alternativos: Análise da Seiva e Medida Indireta da Clorofila

Perspectivas de Uso de Métodos Diagnósticos Alternativos: Análise da Seiva e Medida Indireta da Clorofila Perspectivas de Uso de Métodos Diagnósticos Alternativos: Análise da Seiva e Medida Indireta da Clorofila Leandro José Grava de Godoy (CER-UNESP) Thais Regina de Souza (FCA-UNESP) Roberto Lyra Villas Bôas

Leia mais

Agroindústria. Agroindústria: Processamento Artesanal de Hortaliças Tomate

Agroindústria. Agroindústria: Processamento Artesanal de Hortaliças Tomate 1 de 5 10/16/aaaa 10:47 Agroindústria Agroindústria: Processamento Artesanal de Hortaliças Tomate Processamento Nome artesanal de hortaliças : tomate Produto Informação Tecnológica Data Junho -2000 Preço

Leia mais

COMO CULTIVAR ORQUIDEAS

COMO CULTIVAR ORQUIDEAS Qual o melhor vaso? Acerte na escolha! Muitas pessoas me escrevem com dúvidas na hora de escolher o vaso para plantar suas orquídeas. No mercado, existem diversas opções à venda. Os mais comuns são: de

Leia mais

Produção de Samambaia Preta (Rumohra adiantiformis) Costa Rica. Colheita

Produção de Samambaia Preta (Rumohra adiantiformis) Costa Rica. Colheita Produção de Samambaia Preta (Rumohra adiantiformis) Costa Rica Colheita Produção de Samambaia Preta (Rumohra adiantiformis) Costa Rica Colheita Produção de Samambaia Preta (Rumohra adiantiformis) Costa

Leia mais

PRINCÍPIOS BÁSICOS E MÉTODOS DE CONSERVAÇÃO

PRINCÍPIOS BÁSICOS E MÉTODOS DE CONSERVAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS E MÉTODOS DE CONSERVAÇÃO Conservação e Rotulagem de Alimentos 3º Módulo Profª Vivian Pupo de Oliveira Machado ASSEPSIA Recipiente de transporte e de manipulação sujos, falta de cuidado

Leia mais

>>contramarco de concreto 42

>>contramarco de concreto 42 >>contramarco de concreto 42 A fim de fornecer maior abertura para iluminação e ventilação, foi desenvolvido o contramarco de concreto como extensão do modo e tecnologia do sistema. Com padrão de acabamento

Leia mais

Bipartição. Comum nos seres unicelulares (bactérias, amibas, paramécias)

Bipartição. Comum nos seres unicelulares (bactérias, amibas, paramécias) Bipartição Comum nos seres unicelulares (bactérias, amibas, paramécias) O progenitor perde a sua individualidade, dando origem a dois indivíduos idênticos. Consiste na divisão de uma célula em duas células

Leia mais

Manual Técnico Linha Externa Escovado

Manual Técnico Linha Externa Escovado Manual Técnico 2013 Linha Externa Escovado Criado para valorizar ainda mais sua obra, as linhas de piso SEGATO para exterior são fabricados com matérias-primas cuidadosamente selecionada, oferecendo grandes

Leia mais

Colorações de Bactérias: Coloração Simples e Coloração Diferencial(Coloração de Gram)

Colorações de Bactérias: Coloração Simples e Coloração Diferencial(Coloração de Gram) Escola Secundária com 3º Ciclo D.Manuel I Beja Acção de Formação ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DOS LABORATÓRIOS ESCOLARES Guião de actividade laboratorial versão aluno Colorações de Bactérias: Coloração Simples

Leia mais

MICROBIOLOGIA. Observação de bactérias - colorações

MICROBIOLOGIA. Observação de bactérias - colorações MICROBIOLOGIA Observação de bactérias - colorações Como o índice de refração do protoplasma bacteriano difere muito pouco do meio circundante, é difícil o exame direto de preparações não coradas, a não

Leia mais

Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa

Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa Aspectos Higiênicos da Água Prof. Jean Berg Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa na natureza

Leia mais

Produção de microrganismos entomopatogênicos: situação atual

Produção de microrganismos entomopatogênicos: situação atual Produção de microrganismos entomopatogênicos: situação atual Controle microbiano Inseticidas organoclorados Manejo Integrado de Pragas Fungos, vírus, bactérias, nematóides Bioinseticidas: disponibilidade

Leia mais

Hibridação in situ por fluorescência FISH

Hibridação in situ por fluorescência FISH Universidade Estadual de Londrina Departamento de Biologia Geral Laboratório de Citogenética Animal - LACA Hibridação in situ por fluorescência FISH O protocolo descrito a seguir foi baseado nos procedimentos

Leia mais

EQUIPAMENTO BÁSICO DE LABORATÓRIO

EQUIPAMENTO BÁSICO DE LABORATÓRIO 1 EQUIPAMENTO BÁSICO DE LABORATÓRIO MATERIAL DE VIDRO: TUBO DE ENSAIO Utilizado principalmente para efetuar reações químicas em pequena escala. 2 BÉQUER ou BÉCKER Recipiente com ou sem graduação, utilizado

Leia mais

ECOLOGIA E BIODIVERSIDADE

ECOLOGIA E BIODIVERSIDADE ECOLOGIA E BIODIVERSIDADE DIEGO DANTAS AMORIM Contado: diego.dantas@ifmg.edu.br Engenheiro Agrônomo Universidade Vale do Rio Doce UNIVALE Msc. em Agricultura Tropical Universidade Federal do Espírito Santo

Leia mais

Cultivo de microrganismos. Cultivo em meio líquido. Cultivo em meio sólido 27/11/2013 CULTIVO DE MICRORGANISMOS EM LABORATÓRIO

Cultivo de microrganismos. Cultivo em meio líquido. Cultivo em meio sólido 27/11/2013 CULTIVO DE MICRORGANISMOS EM LABORATÓRIO Cultivo de microrganismos Disciplina: Microbiologia Geral 1) Inoculação CULTIVO DE MICRORGANISMOS EM LABORATÓRIO 2) Isolamento 3) Preservação Inoculação Semear ou inocular: introduzir artificialmente uma

Leia mais

Treinamento Online 06/01 às 14:00 h. Arrase na Base

Treinamento Online 06/01 às 14:00 h. Arrase na Base Treinamento Online 06/01 às 14:00 h Arrase na Base Base Líquida TimeWise Acabamento Matte Acabamento Matte, ameniza a aparência de poros, controla o brilho e a oleosidade por horas; Microesferas de Silica

Leia mais

FABRICAÇÃO DO ÁLCOOL INTRODUÇÃO BIORREATORES

FABRICAÇÃO DO ÁLCOOL INTRODUÇÃO BIORREATORES BIORREATORES Os processos de fermentação utilizados hoje em dia são combinações de tecnologias que melhoram o rendimento do processo. Descontínuo -com um inóculo simples por tanque {-com ou sem a Descontínuo

Leia mais

Perfis para varandas e terraços Cerfix Protec

Perfis para varandas e terraços Cerfix Protec PROFILPAS S.P.A. VIA EINSTEIN, 38 35010 CADONEGHE (PADOVA) ITALY TEL. +39 (0)49 8878411 +39 (0)49 8878412 FAX. +39 (0)49-706692 EMAIL: INFO@PROFILPAS.COM Perfis para varandas e terraços Cerfix Protec Aplicación

Leia mais

3 Limpeza Fácil Dados Técnicos Dezembro 2005 Substitui: Inicial

3 Limpeza Fácil Dados Técnicos Dezembro 2005 Substitui: Inicial 3 Limpeza Fácil Dados Técnicos Dezembro 2005 Substitui: Inicial Descrição: O aparelho 3M Limpeza Fácil é um aplicador de produtos químicos desenvolvido com a finalidade de obter um processo de limpeza,

Leia mais

20º Seminário de Iniciação Científica e 4º Seminário de Pós-graduação da Embrapa Amazônia Oriental ANAIS. 21 a 23 de setembro

20º Seminário de Iniciação Científica e 4º Seminário de Pós-graduação da Embrapa Amazônia Oriental ANAIS. 21 a 23 de setembro 20º Seminário de Iniciação Científica e 4º Seminário de Pós-graduação ANAIS 21 a 23 de setembro 2016 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária

Leia mais

Autor(es) Bem Estar Social Orientações práticas para o Trabalho na Cozinha

Autor(es) Bem Estar Social Orientações práticas para o Trabalho na Cozinha 1 de 5 10/16/aaaa 11:09 Bem Estar Social Frutas : boas fontes de energia, vitaminas e minerais Frutas: Boas fontes de Nome energia, vitaminas e minerais Produto Folder Data Preço - Bem Estar Social : Linha

Leia mais

Mecânica dos solos AULA 4

Mecânica dos solos AULA 4 Mecânica dos solos AULA 4 Prof. Nathália Duarte Índices físicos dos solos OBJETIVOS Definir os principais índices físicos do solo; Calcular os índices a partir de expressões matemáticas; Descrever os procedimentos

Leia mais

Lista de Exercício 1ª TVC Química Analítica V Teoria (1º Sem 2016)

Lista de Exercício 1ª TVC Química Analítica V Teoria (1º Sem 2016) Lista de Exercício 1ª TVC Química Analítica V Teoria (1º Sem 2016) Skoog Capítulo 5: Erros em análises químicas 5-1. Explique a diferença entre: a) erro constante e erro proporcional b) Erro aleatório

Leia mais

Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo

Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo SOLO CONSERVAÇÃO Erosão Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo Assoreamento: Depósito de acúmulo de sedimentos nos cursos d água, geralmente provocada, principalmente, pela

Leia mais

ASSUNTO: Uso do Microscópio Luminoso e Microscópio Estereoscópico

ASSUNTO: Uso do Microscópio Luminoso e Microscópio Estereoscópico AULA PRÁTICA 01 ASSUNTO: Uso do Microscópio Luminoso e Microscópio Estereoscópico Microscópio Luminoso Microscópio Estereoscópico AMOSTRA: com fragmentos Fragmentos em placas 1. Observar as lâminas no

Leia mais

Profº André Montillo

Profº André Montillo Profº André Montillo www.montillo.com.br Dispersão Definição: É colocar uma substância dentro de outra substância, onde a primeira substância se caracteriza por ser uma partícula, ou seja, a substância

Leia mais

QUÍMICA - 2 o ANO MÓDULO 03 SOLUÇÕES: INTRODUÇÃO - PARTE 3

QUÍMICA - 2 o ANO MÓDULO 03 SOLUÇÕES: INTRODUÇÃO - PARTE 3 QUÍMICA - 2 o ANO MÓDULO 03 SOLUÇÕES: INTRODUÇÃO - PARTE 3 Fixação 1) (PUC) No preparo de solução alvejante de tinturaria, 521,5g de hipoclorito de sódio são dissolvidos em água suficiente para 10,0 litros

Leia mais

Sistema Ecoparede. Jardim de Parede. Canguru

Sistema Ecoparede. Jardim de Parede. Canguru Sistema Ecoparede Jardim de Parede Canguru 2 Especificação O Sistema Jardim de Parede Canguru é o conjunto dos seguintes elementos para proporcionar a colocação de vegetação em paredes: Módulos Jardim

Leia mais

ORIENTAÇÕES NUTRICIONAIS PARA CRIANÇAS A PARTIR DOS 06 MESES

ORIENTAÇÕES NUTRICIONAIS PARA CRIANÇAS A PARTIR DOS 06 MESES ORIENTAÇÕES NUTRICIONAIS PARA CRIANÇAS A PARTIR DOS 06 MESES Os alimentos devem ser cozidos em pouca água e amassados com o garfo, nunca liquidificados ou peneirados; Peixes e ovos (que devem ser muito

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CLEMENTINO FRAGA FILHO DIVISÃO DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CLEMENTINO FRAGA FILHO DIVISÃO DE ENFERMAGEM 1de 5 1. Definição: O cateterismo vesical de alívio consiste na introdução de um cateter estéril (cateter de Folley ou sonda Levine) na bexiga, através da uretra, com técnica asséptica. 2. Objetivo: Drenar

Leia mais

DESINFESTAÇÃO DE SEGMENTOS NODAIS DE EUCALYPTUS DUNNII VISANDO ESTABELECIMENTO IN VITRO

DESINFESTAÇÃO DE SEGMENTOS NODAIS DE EUCALYPTUS DUNNII VISANDO ESTABELECIMENTO IN VITRO DESINFESTAÇÃO DE SEGMENTOS NODAIS DE EUCALYPTUS DUNNII VISANDO ESTABELECIMENTO IN VITRO DISINFESTATION OF NODAL SEGMENTS OF EUCALYPTUS DUNNII AIMING AT ESTABLISHMENT IN VITRO Juliana Rodrigues de Almeida

Leia mais

ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE RESÍDUOS QUÍMICOS E EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL NO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES

ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE RESÍDUOS QUÍMICOS E EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL NO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE RESÍDUOS QUÍMICOS E EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL NO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES Simone Aparecida de OLIVEIRA* Marco Eustáquio de SÁ Faculdade de Engenharia, UNESP - Câmpus

Leia mais

Lavagem Vesical: técnica limpa ou estéril? Roberta Tatiana Rodrigues R1 Enf. Transplante

Lavagem Vesical: técnica limpa ou estéril? Roberta Tatiana Rodrigues R1 Enf. Transplante Lavagem Vesical: técnica limpa ou estéril? Roberta Tatiana Rodrigues R1 Enf. Transplante Definição A lavagem vesical é definida como a introdução de solução estéril (água destilada ou soro fisiológico)

Leia mais

FICHA DE CAMPO Nº1. Equipamentos X Nº Equipamentos X Nº

FICHA DE CAMPO Nº1. Equipamentos X Nº Equipamentos X Nº FICHA DE CAMPO Nº1 Nome da Freguesia Nº de Habitantes Localização Geográfica (coordenadas) Altitude Locais da Freguesia Equipamentos Equipamentos X Nº Equipamentos X Nº Escolas Bancos Parque Infantis Supermercado

Leia mais

8 - Beneficiamento 1

8 - Beneficiamento 1 8 - Beneficiamento 1 8.1 - Objetivos -Eliminação de agentes contaminantes da massa de grãos ou sementes; -Classificação por tamanho no caso de sementes Facilitar a regulagem das semeadoras 2 Contaminantes:

Leia mais

COMPONENTES CALCINÁVEIS EM CROMO COBALTO

COMPONENTES CALCINÁVEIS EM CROMO COBALTO INSTRUÇÃO DE USO COMPONENTE CALCINÁVEL EM CROMO COBALTO COMPONENTES CALCINÁVEIS EM CROMO COBALTO APRESENTAÇÃO: Os Componentes Protéticos Calcináveis em Cromo Cobalto INTRAOSS apresentam-se em embalagem

Leia mais

Tipos de propagação de plantas. Propagação de plantas. Propagação sexuada ou seminífera. Agricultura geral. Vantagens da propagação sexuada

Tipos de propagação de plantas. Propagação de plantas. Propagação sexuada ou seminífera. Agricultura geral. Vantagens da propagação sexuada Agricultura geral Propagação de plantas UFCG Campus Pombal Tipos de propagação de plantas Sexuada ou seminífera Sistema de propagação de plantas que envolve a união de gametas, gerando a semente que é

Leia mais

FORNO ELÉTRICO VCC-8028

FORNO ELÉTRICO VCC-8028 Manual de Instruções FORNO ELÉTRICO VCC-8028 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO Leia atentamente as informações contidas neste manual antes de usar o aparelho. INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA: 1. Antes de utilizar o

Leia mais

MSc. Wagner Fernando Fuck Letícia Pavoni Grasselli Drª Mariliz Gutterres

MSc. Wagner Fernando Fuck Letícia Pavoni Grasselli Drª Mariliz Gutterres Universidade Federal do Rio Grande do Sul Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química Departamento de Engenharia Química Laboratório de Estudos em Couro e Meio Ambiente ESTADO DA ARTE E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Atividade Laboratorial: Fatores que afetam a atividade enzimática. Biologia 12º ano. Nome: Data: / /

Atividade Laboratorial: Fatores que afetam a atividade enzimática. Biologia 12º ano. Nome: Data: / / Atividade Laboratorial: Fatores que afetam a atividade enzimática Biologia 12º ano Nome: Data: / / OBJETIVOS: Compreender o significado biológico das enzimas Conhecer o efeito de diversos fatores (concentração

Leia mais

- preenche o espaço entre as partículas de borracha - sua flexibilidade garante a absorção do piso

- preenche o espaço entre as partículas de borracha - sua flexibilidade garante a absorção do piso RESINA BORRACHA PIGMENTO - preenche o espaço entre as partículas de borracha - sua flexibilidade garante a absorção do piso - 99,9% livre de aço em fibras CAMADA SUPERIOR A camada superior é fabricada

Leia mais

MALAJOVICH M.A. Atividades práticas Trabalhar em segurança. Guia n 0 67,

MALAJOVICH M.A. Atividades práticas Trabalhar em segurança. Guia n 0 67, OS DESODORANTES POR QUE PRECISAMOS DE DESODORANTES? Vários tipos de microrganismos se desenvolvem na pele, especialmente nas dobras e partes mais úmidas associadas às glândulas sudoríparas. Sua atividade

Leia mais

Pranchas dos Experimentos. Como citar: restinga: uma sequência didática argumentativa. 1ed. São Paulo: Edição dos autores, Janeiro de p.

Pranchas dos Experimentos. Como citar: restinga: uma sequência didática argumentativa. 1ed. São Paulo: Edição dos autores, Janeiro de p. Pranchas dos Experimentos e Atividades práticas Como citar: AZEVEDO, N.H.; MARTINI, A.M.Z.; OLIVEIRA, A.A.; SCARPA, D.L.; PETROBRAS:USP, IB, LabTrop/BioIn (org.). Ecologia na restinga: uma sequência didática

Leia mais

Agricultura geral. de plantas. UFCG Campus Pombal

Agricultura geral. de plantas. UFCG Campus Pombal Agricultura geral Propagação de plantas UFCG Campus Pombal Tipos de propagação de plantas Sexuada ou seminífera Sistema de propagação de plantas que envolve a união de gametas, gerando a semente que é

Leia mais

APROVADO EM 19-07-2015 INFARMED

APROVADO EM 19-07-2015 INFARMED RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. Denominação do Medicamento ALOSPRAY 2. Composição Qualitativa e Quantitativa Digluconato de Cloro-hexidina 10 mg/ml Excipientes: ver 6.1 3. Forma Farmacêutica

Leia mais

ADEGA DE VINHOS VCL-720

ADEGA DE VINHOS VCL-720 Manual de Instruções ADEGA DE VINHOS VCL-720 Leia atentamente as informações contidas neste manual antes de usar o aparelho. INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA: Antes de utilizar a adega, leia atentamente às instruções

Leia mais

2NO 2 (g) (castanho avermelhado) (incolor)

2NO 2 (g) (castanho avermelhado) (incolor) Título do Vídeo: O Princípio de Le Châtelier e o Equilíbrio 2NO 2 (g) N 2 O 4 (g) Nome dos participantes: Marta Sousa dos Reis e Nuno Miguel Salvado Silva Professor responsável: Paulo Ernesto E-mail: paulo.ernesto@gustaveeiffel.pt

Leia mais

Quadro 1 - Fatores para conversão de unidades antigas em unidades do Sistema Internacional de Unidades.

Quadro 1 - Fatores para conversão de unidades antigas em unidades do Sistema Internacional de Unidades. Informação sobre interpretação de Análise de Solo, segundo o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Solos e Recursos Ambientais, Instituto Agronômico de Campinas. Quadro 1 - Fatores para conversão de

Leia mais