ENTREVISTA 20 REVISTA RI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ENTREVISTA 20 REVISTA RI"

Transcrição

1 ENTREVISTA 20 REVISTA RI Setembro 2014

2 DELFIM NETTO O economista Antonio Delfim Netto recebeu a equipe de reportagem da Revista RI em seu escritório no bairro do Pacaembu, na cidade de São Paulo, onde mantém uma rotina agitada. Aos 86 anos, com muita disposição, bom humor e inúmeros compromissos na agenda, Delfim conta seu segredo: Eu não trabalho, me divirto. Gosto muito do que faço. por DANIELA ROCHA Setembro 2014 REVISTA RI 21

3 ENTREVISTA ANTONIO DELFIM NETTO Sobre a economia brasileira, Delfim avalia que está estagnada e enfrenta problemas desconfortáveis, mas não é o apocalipse. Seja quem for o próximo presidente da República, o ajuste fiscal e os investimentos em produtividade devem ser os itens mais importantes da agenda. O economista destaca ainda que o orçamento precisa ser minuciosamente revisado, a partir de uma base zero. Em relação à polêmica sobre a nota divulgada pelo Santander, e a análise da consultoria Empiricus, o exministro da Fazenda, afirma que a reação do governo foi exagerada. Ele defende a liberdade de atuação dos analistas de mercado. Acompanhe a seguir, a entrevista exclusiva concedida à Revista RI: RI: Qual é a sua avaliação sobre o caso Santander? Delfim Netto: A reação governo foi muito intempestiva, completamente desproporcional ao que tinha acontecido. O analista tem liberdade para comentar o que quiser, por isso é classificado como analista. Se preparou, fez sua formação, de forma que pode-se não concordar, mas não era necessário dar uma resposta que inclui uma espécie de ameaça. Aquilo foi exagerado. Os analistas prestam serviço, caso contrário não existiriam. Eles dão visões alternativas. Algumas vezes têm razão, em outras, caem em uma vereda, de certo modo, equivocada, mas não fazem nenhum mal. Em minha opinião, foi um mal entendido porque deu impressão que era uma posição política, quando não era. O banco, por sua vez, ficou com a imagem um pouco prejudicada porque as pessoas agora vão ter muitas dúvidas sobre os relatórios emitidos. Dá a impressão de que daqui pra frente só irá fazer projeções que agradem o governo. Isso não ajuda nem o governo. O mínimo que se faz com a crítica é desconsiderá-la e, o máximo, prestar atenção nela e corrigir o que se faz. A crítica não produz nenhum mal. RI: Quais as considerações do senhor a respeito da nota emitida aos correntistas do banco? Delfim Netto: O que se pode criticar é o mecanismo de comunicação do banco. Não foi em um relatório detalhado elaborado pelo banco. Aquilo foi, no fundo, uma prestação de contas. É uma forma intempestiva também de comunicar. Os dois lados estavam equivocados - a forma da mensagem do banco, não o conteúdo, e a reação exagerada do governo. Houve erro na forma de comunicação, no instrumento de comunicação. Se estou recebendo um informativo da minha conta corrente, não tenho que receber uma mensagem como aquela, mas o governo não deveria ter se incomodado. E, por fim, a reação do banco foi estranha, colocou em dúvida a qualidade das análises. RI: O senhor acredita que foi um problema pontual ou agora haverá certo comedimento? Delfim Netto: Eu até suspeito que cada analista se sentiu, de certa forma, atingido e a reação das instituições para as quais eles trabalham mudou porque sabem que o comportamento do Santander deu margem à muita crítica. Isso estimulou os analistas a um ataque até um pouco mais duro e inibiu as instituições de restringirem a ação dos analistas. O resultado final é a maior liberdade. Tenho notado que cada analista que se supõe independente faz uma crítica mais dura do que faria caso não tivesse existido o incidente. RI: A coligação de Dilma Rousseff entrou com uma representação contra dois anúncios da consultoria Empiricus. No entanto, o TSE rejeitou. A Empiricus também foi criticada por um de seus relatórios. Qual é sua opinião à respeito desta situação? Delfim Netto: A Empiricus é uma consultoria sofisticada. Não se deve tentar impedir a manifestação de opinião. Mesmo porque em se tratando de economia não existe uma lei física a ser violada. É completamente despropositado esse tipo de comportamento. RI: As eleições devem ser tensas este ano. Como ficam as análises econômicas nesse clima quente de disputa entre os candidatos? Delfim Netto: Não existe política sem economia e não existe economia sem política. O economista que ignora as circunstâncias políticas, não é economista. A economia quando não pretendia ser ciência se chamava economia política. Depois, ganhou a pretensão de ser uma ciência matemática, porém, economia é uma ciência moral e histórica. Economia é uma disciplina e dá instrumentos para uma administração melhor. Separar a análise política da econômica é um equívoco mortal, nunca se chegará a lugar nenhum. 22 REVISTA RI Setembro 2014

4 Não existe política sem economia e não existe economia sem política. O economista que ignora as circunstâncias políticas, não é economista. A economia quando não pretendia ser ciência se chamava economia política. Depois, ganhou a pretensão de ser uma ciência matemática, porém, economia é uma ciência moral e histórica. Economia é uma disciplina e dá instrumentos para uma administração melhor. Separar a análise política da econômica é um equívoco mortal, nunca se chegará a lugar nenhum. RI: Como caminha a economia brasileira? O senhor avalia que o País já está em recessão? Delfim Netto: Por definição, a recessão ocorre se o País apresentar dois trimestres consecutivos de desempenho negativo do PIB. O grande problema do PIB é que ele é recalculado três vezes pelo menos, de forma que o que está negativo pode virar positivo, pode mudar com as correções. Mas há um sentimento de que a economia está estagnada. O crescimento murchou, está muito próximo de zero e com uma inflação desconfortável. Não acredito que se perderá o controle, mas seguramente é uma inflação com a ideia de que o limite de tolerância superior virou a meta e há um déficit em contas correntes muito importante. Isso é um sintoma de que o País está estagnado e com problemas complicados, mas não está à beira do apocalipse. A política monetária está produzindo seus efeitos. É de se estranhar que as pessoas não percebam que o fim da política realmente é reduzir a tensão no mercado de trabalho. O que nós vivemos hoje é uma consequência da política que tivemos até recentemente em que se estimulou aumentos dos salários reais acima da produtividade. Não tem segredo, não é preciso ser físico quântico para saber que quando se faz isso, migra-se para um déficit das contas correntes e inflação, o que está ocorrendo. RI: Então o modelo de política econômica precisa ser alterado em alguns aspectos? Delfim Netto: Sim. Aquele mecanismo que foi muito bem sucedido na superação da crise e que foi muito ajudado no passado por situação externa favorável com melhoria das relações de troca, não funciona mais, ficou para trás. O Lula pegou um vento de cauda. Em 2003, uma tonelada de exportação comprava uma tonelada de importação. Já em 2010, com uma tonelada de exportação comprava 1,4 tonelada de importação, ou seja, ganhava-se de presente renda externa e ainda se fazia déficit em conta corrente. De forma que se tinha uma porção de recursos - de presente ou emprestados, que foram aproveitados para distribuição de renda. Ocorreram melhorias e é uma tolice tentar esconder. Hoje, as pessoas moram um pouco melhor do que moravam, as suas casas têm mais conforto e contam com eletrodomésticos. No fundo, como objetivo da economia, o consumo. Este mecanismo em que nos encontramos, que distribuiu renda, melhorou o crédito, foi fundamental, porque foram aproveitados recursos disponíveis durante alguns anos. Mas daqui para frente, a força de trabalho não vai crescer mais de 1% ao ano, a população brasileira está envelhecendo muito depressa. Portanto, não vai ter crescimento da oferta da mão de obra. Então, não haverá Setembro 2014 REVISTA RI 23

5 ENTREVISTA ANTONIO DELFIM NETTO Chegamos a um ponto que não se trata de um problema econômico, mas sim, ecológico. Aconteceu uma falha de comunicação entre o governo e a sociedade e produziu-se uma ecologia, um ambiente que não é favorável aos empresários, à produção e ao crescimento. A primeira coisa a ser feita é mudar essa expectativa. Há desânimo, as pessoas acreditam que o Brasil é irrecuperável, o que é falso. O Brasil vai voltar a crescer, não à taxas que já crescemos antes porque isso depende muito da acumulação de capital, o que leva tempo. Ocorreram intervenções, todas elas bem intencionadas, mas não funcionaram como gostaríamos. A intervenção na energia era necessária mas foi feita de uma forma arbitrária e foi punida por São Pedro, com a crise hídrica. Isso desintegrou as finanças do setor elétrico. melhoria na economia sem o aumento da produtividade de cada cidadão. Um sujeito com uma enxada cultiva meio hectare, já um sujeito que opera um trator, cinco hectares. Ou seja, é a quantidade de capital que se coloca a serviço de cada sujeito que vai aumentar a produtividade. Mas como o capital vai mudando e se sofisticando, o trabalhador precisa ser mais capacitado. Isso é um processo. RI: No entanto, o setor industrial apresenta baixo desempenho. O presidente da CNI, Robson Andrade, disse que a indústria crescerá menos de 1% este ano, um dos piores momentos do setor. Por que isso acontece? Delfim Netto: Infelizmente, se destruiu o setor industrial devido à uma política equivocada de supervalorização do real para controlar a inflação. Então se sacrificou no altar antiinflacionário um setor inteiro. Isso não era necessário porque a inflação não se cura com conversa, mas somente com política monetária. A inflação precisa de uma combinação adequada de política fiscal porque o excesso de demanda vem do governo. RI: O que pode ser feito para ampliar os investimentos privados? Delfim Netto: Chegamos a um ponto que não se trata de um problema econômico, mas sim, ecológico. Aconteceu uma falha de comunicação entre o governo e a sociedade e produziu-se uma ecologia, um ambiente que não é favorável aos empresários, à produção e ao crescimento. A primeira coisa a ser feita é mudar essa expectativa. Há desânimo, as pessoas acreditam que o Brasil é irrecuperável, o que é falso. O Brasil vai voltar a crescer, não à taxas que já crescemos antes porque isso depende muito da acumulação de capital, o que leva tempo. Desde 2012, a presidente Dilma vem tentando ampliar a quantidade de capital, principalmente, com as concessões de infraestrutura. É que demorou muito o aprendizado. Ocorreram intervenções, todas elas bem intencionadas, mas não funcionaram como gostaríamos. A intervenção na energia era necessária mas foi feita de uma forma arbitrária e foi punida por São Pedro, com a crise hídrica. Isso desintegrou as finanças do setor elétrico. No caso dos portos, aquela intervenção era necessária, mas foi feita com tal arbitrariedade que só recentemente quando se abandonou àquela primeira versão, que as coisas começam a funcionar. Acho que só no segundo semestre do ano passado é que o governo acertou nas concessões. Isso demorou muito e produziu desânimo, mas o governo aprendeu. 24 REVISTA RI Setembro 2014

6 ENTREVISTA ANTONIO DELFIM NETTO RI: Esses ruídos geraram desconforto relacionado ao ambiente de negócios... Delfim Netto: O que aconteceu é que se estabeleceu desde o inicio dúvidas ideológicas dos dois lados. O setor privado viu na Dilma, em minha opinião, equivocadamente, uma trotskista que queria o lucro zero. Isso tudo por conta dos erros nas concessões de serviços públicos. No início, o governo queria estradas de altíssima qualidade como as alemãs com a taxa de retorno de apenas 5,5%. Isso não era possível. O governo demorou para entender que é possível fixar um dos dois. Se fixar uma autobahn, isto é, uma estrada alemã, o mercado no leilão vai fixar a taxa de retorno necessária. Se for fixada taxa de retorno de 5,5%, o mercado vai dizer que por essa taxa só é possível entregar uma porcaria. Mas o governo aprendeu. Tanto é verdade que os leilões têm terminado muito bem. O problema, no entanto, é que isso não está resolvido ainda porque não há poupança para financiar tudo isso. O BNDES não é capaz de financiar todas essas obras. O dinheiro do banco vem de negociações de títulos do Tesouro. E, quando o Tesouro paga para o investidor 11% e empresta a 5% (BNDES), o aumento do investimento é menor do que parece e o custo é gigantesco. No entanto, é inegável que foi melhorando a administração. O que acontece é que quando veio o aprendizado, a ecologia estava infeccionada, o setor privado não se sentia capaz de viver naquele ambiente. O entendimento recíproco veio tarde demais. RI: O senhor acha que para o Brasil superar essa fase de baixo crescimento da economia, a teoria Keynesiana é um caminho? Delfim Netto: O Keynes é uma vitima dos seus asseclas como o Marx, que é sempre perseguido por seus asseclas. Aqui não tem nada de keynesiano ou neo-keynesiano. Trata- -se de uma coisa absolutamente elementar. O Brasil precisa aumentar a qualidade e volume de investimentos entregue a um trabalhador cada vez mais preparado. RI: O governo abandonou o chamado tripé macroeconômico e adotou a nova matriz, que segundo alguns analistas, não serve para os dias de hoje. Qual é a sua opinião? Delfim Netto: Isso é um conversa para boi dormir, não tem matriz. O que existe é o normal, o que qualquer sociedade normal procura fazer. As políticas monetária, fiscal, salarial e cambial devem ser compatíveis com o equilíbrio interno, uma inflação parecida com a de seus concorrentes e o equilíbrio externo, ou seja, déficits muito moderados ou financiáveis em contas correntes. Não há formulas novas. Não tem nada de novo. RI: O que precisa ser feito pelo futuro governo? Delfim Netto: Hoje, a definição correta para o Brasil é uma situação desconfortável em diversos aspectos: fiscal, inflação, câmbio e no déficit em contas correntes e será necessário corrigir a política monetária. O País melhorou dramaticamente. Mas agora são essenciais reformas muito mais profundas. Por exemplo: tributária e previdenciária. É preciso resolver os exageros que existem no seguro desemprego e pensões. O Brasil precisa de uma coisa fundamental que é o orçamento base zero. O novo presidente seja ele quem for precisa chamar o Ministro do Planejamento, abrir o orçamento inteiro e analisar cada item. O orçamento é uma peça geológica e conta com projetos que Dom Pedro I e Dom Pedro II deixaram (risos), assim como todos os outros governos na história. A redução de ministério é importante, mas não passando os funcionários do ministério A para o B. Uma nova organização do orçamento é importante. Por que o Brasil cresceu ao longo de 32 anos no passado a 7,5% ao ano? O País tinha uma disponibilidade infinita de mão de obra, carga tributária de 24% do PIB e o governo investia 5% do PIB. Hoje, não tem mais disponibilidade de mão de obra, uma carga tributária de 36% do PIB e, um buraco, um déficit de 3,7% do PIB. Para complicar, o investimento do governo não chega a 2%. O governo tem que fazer a sua parte pois hoje consome a poupança do setor privado. O governo tem que voltar a adicionar poupança. RI: Neste contexto, não é importante fortalecer o mercado de capitais? Delfim Netto: Isso é evidente e é a milésima vez que vamos tentar. Nenhum país é capaz de voltar a crescer com poupança de apenas 18% do PIB. Se a economia brasileira, crescendo menos de 1% ao ano, tem um déficit em contas correntes de 3,7% do PIB, caso a economia avançasse 3%, esse buraco ia para 9%. Os investimentos e as exportações são os dois vetores que levam ao crescimento econômico equilibrado. O Brasil perdeu esses dois vetores e precisa recuperar. O mercado de capitais é fundamental porque não é possível continuar com o BNDES funcionando como o principal instrumento. O BNDES tem papel importantíssimo, decisivo no desenvolvimento econômico mas não pode viver com verba do Tesouro produzida por dívida. Dívida não é recurso. Enfatizo que recurso é poupança do governo. RI 26 REVISTA RI Setembro 2014

Os bancos públicos e o financiamento para a retomada do crescimento econômico

Os bancos públicos e o financiamento para a retomada do crescimento econômico Boletim Econômico Edição nº 87 outubro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Os bancos públicos e o financiamento para a retomada do crescimento econômico 1 O papel dos bancos

Leia mais

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012 Palestra: Macroeconomia e Cenários Prof. Antônio Lanzana 2012 ECONOMIA MUNDIAL E BRASILEIRA SITUAÇÃO ATUAL E CENÁRIOS SUMÁRIO I. Cenário Econômico Mundial II. Cenário Econômico Brasileiro III. Potencial

Leia mais

ECONOMIA BRASILEIRA DESEMPENHO RECENTE E CENÁRIOS PARA 2015. Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2014

ECONOMIA BRASILEIRA DESEMPENHO RECENTE E CENÁRIOS PARA 2015. Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2014 ECONOMIA BRASILEIRA DESEMPENHO RECENTE E CENÁRIOS PARA 2015 Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2014 SUMÁRIO 1. Economia Mundial e Impactos sobre o Brasil 2. A Economia Brasileira Atual 2.1. Desempenho Recente

Leia mais

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015 Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 O cenário econômico nacional em 2014 A inflação foi superior ao centro da meta pelo quinto

Leia mais

Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira

Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira Fundação Getúlio Vargas 11º Fórum de Economia Ministro Guido Mantega Brasília, 15 de setembro de 2014 1 Por que fazer ajustes macroeconômicos? 1. Desequilíbrios

Leia mais

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM?

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM? Entrevista com Klaus Regling, Diretor Executivo do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM) Valor Econômico, 16 de julho de 2013 Valor: Por que buscar investidores no Brasil agora? Klaus Regling: Visitamos

Leia mais

AINDA DÁ PARA SALVAR O ANO? E O QUE ESPERAR DE 2015?

AINDA DÁ PARA SALVAR O ANO? E O QUE ESPERAR DE 2015? AINDA DÁ PARA SALVAR O ANO? E O QUE ESPERAR DE 2015? Luís Artur Nogueira Jornalista e economista Editor de Economia da IstoÉ DINHEIRO Comentarista econômico da Rádio Bandeirantes Atibaia 17/05/2014 Qual

Leia mais

O privilégio exorbitante dos EUA

O privilégio exorbitante dos EUA O privilégio exorbitante dos EUA Michael Pettis Valor Econômico, 15.9.2011. O status dominante de uma moeda levou a desequilíbrios que criaram um sério risco para o sistema financeiro global. Alguns países

Leia mais

COMO A GIR NA CRI $E 1

COMO A GIR NA CRI $E 1 1 COMO AGIR NA CRI$E COMO AGIR NA CRISE A turbulência econômica mundial provocada pela crise bancária nos Estados Unidos e Europa atingirá todos os países do mundo, com diferentes níveis de intensidade.

Leia mais

Aula 8 Negociação de Contratos de Consultoria

Aula 8 Negociação de Contratos de Consultoria Aula 8 Negociação de Contratos de Consultoria Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br SINTOMAS E DOENÇAS ORGANIZACIONAIS ETAPA DA NEGOCIAÇÃO Negociação de serviços de consultoria

Leia mais

Agenda para Aumento da Competitividade Internacional CNI - FIESP Ministro Guido Mantega

Agenda para Aumento da Competitividade Internacional CNI - FIESP Ministro Guido Mantega Agenda para Aumento da Competitividade Internacional CNI - FIESP Ministro Guido Mantega Brasília, 29 de setembro de 2014 1 A Crise mundial reduziu os mercados Baixo crescimento do comércio mundial, principalmente

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO ECONÔMICA DO GOVERNO (PAEG): DO MILAGRE ECONÔMICO AO FIM DO SONHO 1

PROGRAMA DE AÇÃO ECONÔMICA DO GOVERNO (PAEG): DO MILAGRE ECONÔMICO AO FIM DO SONHO 1 PROGRAMA DE AÇÃO ECONÔMICA DO GOVERNO (PAEG): DO MILAGRE ECONÔMICO AO FIM DO SONHO 1 Introdução Márcio Kerecki Miguel dos Santos 2 O Brasil novo que se inicia depois da crise de 1929 e da tomada do poder

Leia mais

QUESTÕES SOBRE A ECONOMIA BRASILEIRA

QUESTÕES SOBRE A ECONOMIA BRASILEIRA QUESTÕES SOBRE A ECONOMIA BRASILEIRA JOÃO RICARDO SANTOS TORRES DA MOTTA Consultor Legislativo da Área IX Política e Planejamento Econômicos, Desenvolvimento Econômico, Economia Internacional, Finanças

Leia mais

Regras fiscais e o ajuste em curso no Brasil: comentários gerais

Regras fiscais e o ajuste em curso no Brasil: comentários gerais Regras fiscais e o ajuste em curso no Brasil: comentários gerais André M. Biancarelli IE-Unicamp Seminário O Desafio do Ajuste Fiscal Brasileiro AKB; Centro do Novo Desenvolvimentismo, EESP-FGV São Paulo,

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

2015: UM ANO DECISIVO

2015: UM ANO DECISIVO 2015: UM ANO DECISIVO 1. EMENTA: o presente trabalho tem por objetivo abordar as necessidades de mudanças para que o país volte a crescer mais do que neste momento, com um patamar de inflação menor do

Leia mais

Avaliação de Conhecimentos. Macroeconomia

Avaliação de Conhecimentos. Macroeconomia Workshop de Macroeconomia Avaliação de Conhecimentos Específicos sobre Macroeconomia Workshop - Macroeconomia 1. Como as oscilações na bolsa de valores impactam no mercado imobiliário? 2. OquemoveoMercadoImobiliário?

Leia mais

CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015

CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015 CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015 1 SUMÁRIO 1. Economia Mundial e Impactos sobre o Brasil 2. Política Econômica Desastrosa do Primeiro Mandato 2.1. Resultados

Leia mais

www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Octubre- Diciembre 2015

www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Octubre- Diciembre 2015 www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Octubre- Diciembre 2015 Prof. Rubens Sawaya Assistente: Maria Gorete da Silva PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

Leia mais

Pela revogação das Medidas Provisórias 664 e 665

Pela revogação das Medidas Provisórias 664 e 665 Boletim Econômico Edição nº 56 fevereiro de 2015 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Pela revogação das Medidas Provisórias 664 e 665 As duas medidas visam economizar R$ 18 bilhões

Leia mais

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da

Leia mais

Ministério da Fazenda. Crise Financeira. Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo. Nelson Barbosa. Novembro de 2008

Ministério da Fazenda. Crise Financeira. Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo. Nelson Barbosa. Novembro de 2008 1 Crise Financeira Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo Nelson Barbosa Novembro de 20 1 2 Impactos da Crise Financeira nas Economias Avançadas Primeiro impacto: grandes perdas patrimoniais, crise

Leia mais

Sumário. Conceitos básicos 63 Estrutura do balanço de pagamentos 64 Poupança externa 68

Sumário. Conceitos básicos 63 Estrutura do balanço de pagamentos 64 Poupança externa 68 Sumário CAPÍTULO l As CONTAS NACIONAIS * l Os agregados macroeconômicos e o fluxo circular da renda 2 Contas nacionais - modelo simplificado 4 Economia fechada e sem governo 4 Economia fechada e com governo

Leia mais

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas?

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas? 22 capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO A Contabilidade é o instrumento que as empresas usam para controlar suas finanças e operações. E os demonstrativos contábeis balanço patrimonial e demonstração

Leia mais

"Desvalorizar o real e abrir mais o País dariam um rumo à indústria"

Desvalorizar o real e abrir mais o País dariam um rumo à indústria Nº EDIÇÃO: 816 30.MAI.13 ENTREVISTAS Edmar Bacha, economista e ex-presidente do BNDES "Desvalorizar o real e abrir mais o País dariam um rumo à indústria" O economista Edmar Bacha, que integrou a equipe

Leia mais

Faz sentido o BNDES financiar investimentos em infraestrutura em outros países?

Faz sentido o BNDES financiar investimentos em infraestrutura em outros países? Faz sentido o BNDES financiar investimentos em infraestrutura em outros países? Marcos Mendes 1 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem financiado a construção de infraestrutura

Leia mais

Ao longo dos 30 anos de redemocratização do Brasil, o Estado incorporou programas de proteção social aos mais

Ao longo dos 30 anos de redemocratização do Brasil, o Estado incorporou programas de proteção social aos mais Para crescer, Brasil precisa rever cultura de mil bolsas Para Marcos Mendes, consultor do Senado, é muito difícil coordenar um acordo social que reduza benefícios em prol de um país mais eficiente e menos

Leia mais

RELATÓRIO TESE CENTRAL

RELATÓRIO TESE CENTRAL RELATÓRIO Da audiência pública conjunta das Comissões de Assuntos Econômicos, de Assuntos Sociais, de Acompanhamento da Crise Financeira e Empregabilidade e de Serviços de Infraestrutura, realizada no

Leia mais

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Henrique de Campos Meirelles Novembro de 20 1 Fundamentos macroeconômicos sólidos e medidas anti-crise 2 % a.a. Inflação na meta 8 6 metas cumpridas

Leia mais

CONSUMIR? SEU DINHEIRO VOCÊ SABE #212. Especialista diz que brasileiro não sabe comprar

CONSUMIR? SEU DINHEIRO VOCÊ SABE #212. Especialista diz que brasileiro não sabe comprar #212 SEU DINHEIRO A SUA REVISTA DE FINANÇAS PESSOAIS VOCÊ SABE CONSUMIR? Especialista diz que brasileiro não sabe comprar COMO PARAR ANTES DO TEMPO CONHEÇA A MELHOR ESTRATÉGIA PARA LARGAR O BATENTE AOS

Leia mais

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar AGENDA BAHIA Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar Além das reformas tributária e trabalhista, país precisa investir em infraestrutura eficaz, na redução do custo da energia

Leia mais

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Brasília-DF, 30 de outubro de 2006 Jornalista Ana Paula Padrão: Então vamos às perguntas, agora ao vivo, com

Leia mais

Crescimento Econômico Brasileiro e o temor da Inflação

Crescimento Econômico Brasileiro e o temor da Inflação BRICS Monitor #4 V.1 n 4 Crescimento Econômico Brasileiro e o temor da Inflação Fevereiro de 2011 Núcleo de Análises de Economia e Política dos Países BRICS BRICS Policy Center / Centro de Estudos e Pesquisa

Leia mais

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest SUMÁRIO PANORAMA 3 ATUAL CONTEXTO NACIONAL 3 ATUAL CONTEXTO INTERNACIONAL 6 CENÁRIO 2015 7 CONTEXTO INTERNACIONAL 7 CONTEXTO BRASIL 8 PROJEÇÕES 9 CÂMBIO 10

Leia mais

PARA 2014 ELEITORAL PROJEÇÕES DE OLHO NA DISPUTA. IPOs 2013 EMPRESAS BRASILEIRAS

PARA 2014 ELEITORAL PROJEÇÕES DE OLHO NA DISPUTA. IPOs 2013 EMPRESAS BRASILEIRAS ENTREVISTA: MARCO GEOVANNE, DIRETOR DE PARTICIPAÇÕES DA PREVI RI IPOs 2013 COMO FOI O ANO PARA AS EMPRESAS BRASILEIRAS QUE ESTREARAM NA BOLSA? RELAÇÕES COM INVESTIDORES www.revistari.com.br nº179 DEZ 2013

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO II RELATÓRIO ANALÍTICO 15 1 CONTEXTO ECONÔMICO A quantidade e a qualidade dos serviços públicos prestados por um governo aos seus cidadãos são fortemente influenciadas pelo contexto econômico local, mas

Leia mais

ENTREVISTA. Luiz Carlos Bresser-Pereira

ENTREVISTA. Luiz Carlos Bresser-Pereira ENTREVISTA Luiz Carlos Bresser-Pereira Entrevista à Cláudio Abramo, publicada na Folha de São Paulo, em 20/9/87. Na próxima quarta-feira, dia 23 de setembro de 1987, o ministro Luiz Carlos Bresser- Pereira,

Leia mais

CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS E DÚVIDAS SOBRE A ECONOMIA GLOBAL

CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS E DÚVIDAS SOBRE A ECONOMIA GLOBAL Julio Hegedus Assunto: Balanço Semanal InterBolsa BALANÇO SEMANAL 24 DE SETEMBRO DE 2010 BALANÇO SEMANAL 20 A 24/09 CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS E DÚVIDAS SOBRE A ECONOMIA GLOBAL Capitalização da Petrobras

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Agenda. 1. Conjuntura econômica internacional 2. Conjuntura nacional 3. Construção Civil Geral Imobiliário

Agenda. 1. Conjuntura econômica internacional 2. Conjuntura nacional 3. Construção Civil Geral Imobiliário Agenda 1. Conjuntura econômica internacional 2. Conjuntura nacional 3. Construção Civil Geral Imobiliário Cenário Internacional Cenário Internacional Mundo cresce, mas pouco. Preocupação com China 4 EUA

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Macroeconomia. Prof. Aquiles Rocha de Farias

Macroeconomia. Prof. Aquiles Rocha de Farias Macroeconomia Prof. Aquiles Rocha de Farias Modelo Mundell-Fleming (IS-LM-) No modelo Mundell-Fleming é introduzida ao modelo IS-LM uma nova curva, a curva, que corresponde aos valores de renda e taxa

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: PIB e Juros... Pág.3 Europa: Recuperação e Grécia... Pág.4

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÃO OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS GUIA DE ORIENTAÇÃO OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS ATRAVÉS DOS NOSSOS CURSOS

GUIA DE ORIENTAÇÃO OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS GUIA DE ORIENTAÇÃO OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS ATRAVÉS DOS NOSSOS CURSOS GUIA DE ORIENTAÇÃO QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS ATRAVÉS DOS NOSSOS CURSOS 1 ÁREA DE COMÉRCIO EXTERIOR Advogados Advogados podem atuar na área de direito aduaneiro e poderão ser muito bem remunerados pelos

Leia mais

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia Disciplina: Economia ECN001 Macroeconomia Orçamento do Setor Público É a previsão de receitas e a estimativa de despesas a serem realizadas por um Governo em um determinado exercício (geralmente um ano).

Leia mais

07/01/2009 OJE Economia contrai 0,8% este ano e terá entrado em recessão em 2008 A crise financeira e a recessão mundial vão provocar este ano uma contracção de 0,8% na economia nacional, penalizada pela

Leia mais

Consultoria. Crise econômica - o que ainda está por vir e os impactos na hotelaria. Novembro/2015. Juan Jensen jensen@4econsultoria.com.

Consultoria. Crise econômica - o que ainda está por vir e os impactos na hotelaria. Novembro/2015. Juan Jensen jensen@4econsultoria.com. Consultoria Crise econômica - o que ainda está por vir e os impactos na hotelaria Novembro/2015 Juan Jensen jensen@4econsultoria.com.br Cenário Político DilmaI: governo ruim, centralizador e diagnóstico

Leia mais

EM PAUTA CASOS SANTANDER E EMPIRICUS CENSURA? EM FASE PRÉ-ELEITORAL, BRASIL VIVENCIA POLÊMICAS SEM PRECEDENTES ENTRE ANALISTAS DE MERCADO E O GOVERNO

EM PAUTA CASOS SANTANDER E EMPIRICUS CENSURA? EM FASE PRÉ-ELEITORAL, BRASIL VIVENCIA POLÊMICAS SEM PRECEDENTES ENTRE ANALISTAS DE MERCADO E O GOVERNO CASOS SANTANDER E EMPIRICUS CENSURA? EM FASE PRÉ-ELEITORAL, BRASIL VIVENCIA POLÊMICAS SEM PRECEDENTES ENTRE ANALISTAS DE MERCADO E O GOVERNO 10 REVISTA RI Setembro 2014 O banco Santander enviou, no mês

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

A política de juros e de câmbio está no rumo do crescimento?

A política de juros e de câmbio está no rumo do crescimento? A política de juros e de câmbio está no rumo do crescimento? Luiz Carlos Bresser-Pereira O Estado de S.Paulo, 1.8.2007. O ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira e o ex-diretor de Política Econômica

Leia mais

Quem Paga a Conta? Rodrigo R. Azevedo. Setembro 2013

Quem Paga a Conta? Rodrigo R. Azevedo. Setembro 2013 Quem Paga a Conta? Rodrigo R. Azevedo Setembro 2013 2 Melhoras institucionais do Brasil desde 1994: aceleração do crescimento e queda da inflação 9% Brasil: Crescimento do PIB 24% IPCA Inflação Anual 7%

Leia mais

Business Round Up BUSINESS ROUND UP

Business Round Up BUSINESS ROUND UP BUSINESS ROUND UP 1 Objetivo da Pesquisa QUAIS AS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS DOS PRINCIPAIS SETORES DA ECONOMIA DO BRASIL? Metodologia Pesquisa Quantitativa 400 entrevistas Com empresas associadas

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

Panorama da Economia Brasileira. Carta de Conjuntura do IPEA

Panorama da Economia Brasileira. Carta de Conjuntura do IPEA : Carta de Conjuntura do IPEA Apresentadoras: PET - Economia - UnB 25 de maio de 2012 1 Nível de atividade 2 Mercado de trabalho 3 4 5 Crédito e mercado financeiro 6 Finanças públicas Balanço de Riscos

Leia mais

COMO CONSTRUIR CENÁRIOS MACROECONÔMICOS. Autor: Gustavo P. Cerbasi(gcerbasi@mandic.com.br) ! O que é cenário macroeconômico?

COMO CONSTRUIR CENÁRIOS MACROECONÔMICOS. Autor: Gustavo P. Cerbasi(gcerbasi@mandic.com.br) ! O que é cenário macroeconômico? COMO CONSTRUIR CENÁRIOS! O que é cenário macroeconômico?! Quais os elementos necessários para construção de cenários?! Etapas para elaboração de cenários macroeconômicos! Análise do comportamento das variáveis

Leia mais

O EFEITO COLATERAL (em economia)

O EFEITO COLATERAL (em economia) O EFEITO COLATERAL (em economia) 1 Ubirajara Rodrigues Ribas, PhD. Todas as ações econômicas tem no mínimo dois efeitos, o desejado e o indesejado. Às vezes ocorre o 2 trade off, outras vezes não. O ideal

Leia mais

AVALIAÇÃO DO GOVERNO DESEMPENHO PESSOAL DA PRESIDENTE

AVALIAÇÃO DO GOVERNO DESEMPENHO PESSOAL DA PRESIDENTE Resultados da 128ª Pesquisa CNT/MDA Brasília, 21/07/2015 A 128ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 12 a 16 de julho de 2015 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra a avaliação dos

Leia mais

Argumentos Contra e a Favor da Valorização O que é o IOF Medidas Adotadas Resultados. Câmbio X IOF Resumo da Semana

Argumentos Contra e a Favor da Valorização O que é o IOF Medidas Adotadas Resultados. Câmbio X IOF Resumo da Semana Câmbio X IOF Nesta apresentação será exposto e discutido parte do debate sobre a valorização do real frente outras moedas, em especial o dólar. Ao final será apresentado um resumo das notícias da semana.

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul

Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul O segredo do sucesso da sua empresa é conhecer e entender o que entra e o que sai do caixa durante um dia, um mês ou um ano. 1 Fluxo de caixa: organize

Leia mais

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011.

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011. Análise CEPLAN Recife, 17 de agosto de 2011. Temas que serão discutidos na VI Análise Ceplan A economia em 2011: Mundo; Brasil; Nordeste, com destaque para Pernambuco; Informe sobre mão de obra qualificada.

Leia mais

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas 26 de Abril de 2006 Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil A Base do Novo

Leia mais

AS CONTAS EXTERNAS DO BRASIL ESTÃO SE DETERIORANDO?

AS CONTAS EXTERNAS DO BRASIL ESTÃO SE DETERIORANDO? AS CONTAS EXTERNAS DO BRASIL ESTÃO SE DETERIORANDO? Josué Pellegrini 1 As contas externas de um país estão retratadas no seu balanço de pagamentos, registros das transações econômicas entre residentes

Leia mais

Cenário econômico-político do Brasil: momento atual e perspectivas

Cenário econômico-político do Brasil: momento atual e perspectivas Simpósio UNIMED 2015 Cenário econômico-político do Brasil: momento atual e perspectivas Mansueto Almeida 28 de agosto de 2015 Indústria: o que aconteceu? Produção Física da Indústria de Transformação 2002-

Leia mais

BRASIL: CENARIOS ELEITORAL E ECONÔMICO

BRASIL: CENARIOS ELEITORAL E ECONÔMICO BRASIL: CENARIOS ELEITORAL E ECONÔMICO 1 Brasil 3 Panorama Geral Mercado atento às pesquisas eleitorais. Mostram a candidata Dilma Rousseff em torno de 38/40%, Aécio Neves 20/22% e Eduardo Campos 8/10%.

Leia mais

Identificar as oportunidades de mercado. Realizar análise de mercado. Elaborar previsão de vendas. Utilizar instrumentos de marketing.

Identificar as oportunidades de mercado. Realizar análise de mercado. Elaborar previsão de vendas. Utilizar instrumentos de marketing. : Técnico em Administração Descrição do Perfil Profissional: Identificar, interpretar, analisar fundamentos, conteúdos, sentidos e importância do planejamento na Gestão Mercadológica, Administrativo-Financeira,

Leia mais

Defesa dos Serviços e Trabalhadores Públicos Brasileiros e o. Não Pagamento da Dívida Pública

Defesa dos Serviços e Trabalhadores Públicos Brasileiros e o. Não Pagamento da Dívida Pública Defesa dos Serviços e Trabalhadores Públicos Brasileiros e o Não Pagamento da Dívida Pública O endividamento público vem pautando a vida do povo brasileiro sob diversas formas, especialmente a partir da

Leia mais

NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014

NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014 NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014 Março 2015 1 NOTA CEMEC 03/2015 SUMÁRIO Os dados de Contas Nacionais atualizados até o terceiro trimestre de 2014 revelam a continuidade da

Leia mais

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Março / 2015 Cenário Econômico Bonança e Tempestade Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 Bonança Externa Boom das Commodities Estímulos ao consumo X inflação Importações e real valorizado 2

Leia mais

CRISE DE 29. Colapso do sistema financeiro americano

CRISE DE 29. Colapso do sistema financeiro americano CRISE DE 29 Colapso do sistema financeiro americano Antecedentes: Europa destruída pela grande guerra depende do capital americano; EUA responsável por 50% de toda produção industrial do mundo; American

Leia mais

Resultados da 112ª Pesquisa CNT de Opinião

Resultados da 112ª Pesquisa CNT de Opinião Resultados da 112ª Pesquisa CNT de Opinião Brasília, 03/08/2012 A 112ª Pesquisa CNT de Opinião, realizada de 18 a 26 de Julho de 2012 e divulgada hoje (03 de Agosto de 2012) pela Confederação Nacional

Leia mais

MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO

MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO Fernando Ferrari Filho Resenha do livro Macroeconomia da Estagnação: crítica da ortodoxia convencional no Brasil pós- 1994, de Luiz Carlos Bresser Pereira, Editora 34, São Paulo,

Leia mais

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA HENRIQUE MARINHO MAIO DE 2013 Economia Internacional Atividade Econômica A divulgação dos resultados do crescimento econômico dos

Leia mais

A economia brasileira em transição: política macroeconômica, trabalho e desigualdade

A economia brasileira em transição: política macroeconômica, trabalho e desigualdade outubro 2014 A economia brasileira em transição: política macroeconômica, trabalho e desigualdade Por Mark Weisbrot, Jake Johnston e Stephan Lefebvre* Center for Economic and Policy Research 1611 Connecticut

Leia mais

Gerenciando a Crise. 10 º Congresso Internacional de Gestão Porto Alegre, 20 de julho de 2009

Gerenciando a Crise. 10 º Congresso Internacional de Gestão Porto Alegre, 20 de julho de 2009 Gerenciando a Crise 10 º Congresso Internacional de Gestão Porto Alegre, 20 de julho de 2009 Apresentação de Martin Forst & Hanna Kleider Divisão de Gestão e Desempenho do Setor Público Diretoria de Governança

Leia mais

Entrevista com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho: Crédito do BNDES ficará mais caro para setor de serviços

Entrevista com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho: Crédito do BNDES ficará mais caro para setor de serviços Entrevista com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho: Crédito do BNDES ficará mais caro para setor de serviços ROMERO, Cristiano. Entrevista com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho: Crédito do BNDES

Leia mais

Evitar a recessão no Brasil

Evitar a recessão no Brasil Evitar a recessão no Brasil Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda Federação Nacional dos Engenheiros - FNE São Paulo, 12 de Março de 2015 1 2 3 4 5 O quadro internacional A economia brasileira Comércio,

Leia mais

4 SETOR EXTERNO. ipea

4 SETOR EXTERNO. ipea 4 SETOR EXTERNO RESTRIÇÕES EXTERNAS AO CRESCIMENTO ECONÔMICO Tradicionalmente, as restrições ao crescimento da economia brasileira são consideradas como limites impostos pela deterioração incontornável

Leia mais

A armadilha dos juros

A armadilha dos juros A armadilha dos juros Luiz Carlos Bresser-Pereira e Yoshiaki Nakano Folha de S.Paulo, 20.02.02 A função principal da taxa de juros alta no Brasil é manter artificialmente sobrevalorizado o câmbio flutuante.

Leia mais

A estratégia para enfrentar o aprofundamento da crise mundial Guido Mantega Ministro da Fazenda

A estratégia para enfrentar o aprofundamento da crise mundial Guido Mantega Ministro da Fazenda A estratégia para enfrentar o aprofundamento da crise mundial Guido Mantega Ministro da Fazenda Câmara dos Deputados Brasília, 23 de novembro de 2011 1 Economia mundial deteriorou-se nos últimos meses

Leia mais

Perspectivas da Economia Brasileira

Perspectivas da Economia Brasileira Perspectivas da Economia Brasileira Márcio Holland Secretário de Política Econômica Ministério da Fazenda Caxias do Sul, RG 03 de dezembro de 2012 1 O Cenário Internacional Economias avançadas: baixo crescimento

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA RS RELATÓRIO BIMESTRAL 01/2015 JANEIRO E FEVEREIRO DE 2015

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA RS RELATÓRIO BIMESTRAL 01/2015 JANEIRO E FEVEREIRO DE 2015 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA RS RELATÓRIO BIMESTRAL 01/2015 JANEIRO E FEVEREIRO DE 2015 Como Presidente e Gestora do Instituto de Previdência

Leia mais

03 Passos para o Seu Dinheiro da Poupança

03 Passos para o Seu Dinheiro da Poupança 03 Passos para o Seu Dinheiro da Poupança Render 5 Vezes Mais por Leandro Sierra Índice Apresentação...03 Introdução... 04 Passo 1...05 Passo 2... 08 Educação Financeira para a Segurança do seu Investimento...

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

http://revistaepoca.globo.com/revista/epoca/0,,edg83750-9306-522,00-nosso+ma...

http://revistaepoca.globo.com/revista/epoca/0,,edg83750-9306-522,00-nosso+ma... Página 1 de 5 BUSCA LOGIN senha: gfedc Entrar automaticamente Esqueci minha senha Quero me cadastrar Ampliar capaed. 522-19/05/2008 CONTEÚDO Revista + @ Extras Podcasts Arquivo ÉPOCA Página 2 de 5 ÉPOCA

Leia mais

Apresentação de Teresa Ter-Minassian na conferencia IDEFF: Portugal 2011: Coming to the bottom or going to the bottom? Lisboa, Jan.31-Fev.

Apresentação de Teresa Ter-Minassian na conferencia IDEFF: Portugal 2011: Coming to the bottom or going to the bottom? Lisboa, Jan.31-Fev. Apresentação de Teresa Ter-Minassian na conferencia IDEFF: Portugal 2011: Coming to the bottom or going to the bottom? Lisboa, Jan.31-Fev.1, 2011 Estrutura da apresentação Antecedentes Principais características

Leia mais

Brasil joga na terceira divisão do comércio mundial

Brasil joga na terceira divisão do comércio mundial Entrevista Arturo Porzecanski Brasil joga na terceira divisão do comércio mundial Para especialista em américa latina, próximo presidente terá trabalho para recuperar a imagem do país lá fora RAUL JUSTE

Leia mais

Especificações Técnicas. Elaboração da Pesquisa

Especificações Técnicas. Elaboração da Pesquisa Especificações Técnicas Período De 18 a 21 de setembro de 2015 Abrangência Nacional Universo Eleitores com 16 anos ou mais Amostra 2002 entrevistas em 14 municípios Margem de erro 2 pontos percentuais

Leia mais

Cenário Político Econômico 2013 S2

Cenário Político Econômico 2013 S2 NetQuant Tecnologia Financeira 1 Agenda EUA Retorno à Normalidade Europa Consenso Político levando a Espanha a níveis insustentáveis de desemprego China Diminuição no ímpeto de crescimento Impacto no preço

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

Não existe previsão de tempo bom para o Brasil nos próximos meses, mas um acordo político e a aprovação dos ajustes no Congresso podem evitar o pior

Não existe previsão de tempo bom para o Brasil nos próximos meses, mas um acordo político e a aprovação dos ajustes no Congresso podem evitar o pior Es ecial Não existe previsão de tempo bom para o Brasil nos próximos meses, mas um acordo político e a aprovação dos ajustes no Congresso podem evitar o pior MARCELO SAKATE economia brasileira atingiu

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Agosto 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade...

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade... Entrevista com PEDRO MANDELLI Consultor na área de mudança organizacional, Pedro Mandelli é um dos maiores especialistas em desenho e condução de processos de mudança em organizações. É professor da Fundação

Leia mais

Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004

Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004 Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004 Fernando Ferrari-Filho Frederico G. Jayme Jr Gilberto Tadeu Lima José

Leia mais

Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012

Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Apresentação A sondagem Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário 2012 Fase 2 apresenta a visão do empresário do transporte

Leia mais

ANEXOS. Processo de definição da taxa de juros

ANEXOS. Processo de definição da taxa de juros ANEXOS Processo de definição da taxa de juros A taxa de juros constitui-se no mais importante instrumento de política monetária à disposição do Banco Central. Através dela, a autoridade monetária afeta

Leia mais

Carta da Indústria 2014 (PDF 389) (http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2013/06/06/481/cartadaindstria_2.pdf)

Carta da Indústria 2014 (PDF 389) (http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2013/06/06/481/cartadaindstria_2.pdf) www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/cni/iniciativas/eventos/enai/2013/06/1,2374/memoria-enai.html Memória Enai O Encontro Nacional da Indústria ENAI é realizado anualmente pela CNI desde

Leia mais

"É possível levar energia renovável para todos"

É possível levar energia renovável para todos "É possível levar energia renovável para todos" Por Daniela Chiaretti De Nairóbi, Quênia Connie Hedegaard: "Acho que quando temos uma crise global como a que estamos vivendo, é uma oportunidade excelente

Leia mais

SEU DINHEIRO PÓS-REBAIXAMENTO #215. Especialistas traçam cenários para. O DÓLAR a moeda americana depois da S&P

SEU DINHEIRO PÓS-REBAIXAMENTO #215. Especialistas traçam cenários para. O DÓLAR a moeda americana depois da S&P #215 SEU DINHEIRO A SUA REVISTA DE FINANÇAS PESSOAIS O DÓLAR a moeda americana depois da S&P PÓS-REBAIXAMENTO Especialistas traçam cenários para JUROS ALTOS EM 2016 TURBULÊNCIA DO DOWNGRADE DEVE MANTER

Leia mais