Rede Social CLAS Fornos de Algodres C.L.A.S. CONSELH0 LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO MUNICIPIO DE FORNOS DE ALGODRES

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Rede Social CLAS Fornos de Algodres C.L.A.S. CONSELH0 LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO MUNICIPIO DE FORNOS DE ALGODRES"

Transcrição

1 C.L.A.S. CONSELH0 LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO MUNICIPIO DE FORNOS DE ALGODRES ABRIL DE 2009

2 NOTA INTRODUTÓRIA No documento aqui apresentado estão identificados os projectos e intervenções a realizar no Município de durante o ano de 2009, estando devidamente enquadrados nas estratégias definidas no Plano de Desenvolvimento Social (PDS) do Município e em conformidade com a Estratégia Nacional para a Protecção Social e Inclusão Social e o PNAI ( ). O presente PLANO de ACÇÃO prevê intervenções direccionadas para a resolução de problemas identificados no Relatório de acompanhamento e avaliação do processo de implementação do Plano de Acção (PA) em 2008, dando particular relevância à cooperação inter-institucional e prevendo novos mecanismos de incentivo à participação. O presente Plano de Acção prevê, também, formas de divulgação orientadas para uma maior visibilidade local e nacional do Programa Rede Social e dos resultados produzidos com a sua implementação., 14 de Abril de 2009

3 EIXO DE DESENVOLVIMENTO: EQUIDADE E RACIONALIDADE NA IMPLEMENTAÇÃO DA REDE DE RESPOSTAS SOCIAIS 1. Realização de reuniões de trabalho com as IPSS s para definição e implementação de estratégias de cooperação que, de forma pragmática, ajudem a administrativo ultrapassar problemas comuns. 1. Dinamização da Cooperação Inter- Institucional. 2. Apoio ao funcionamento /reorganização das estruturas associativas, designadamente, através de: - produção de instrumentos de suporte à sua actividade; - divulgação de informação sobre fontes de financiamento; - divulgação dos projectos associativos; - apoio à formalização de candidaturas que respondam a necessidades sociais. 3. Animação sócio-cultural junto das IPSS s, com participação de jovens formandos dos cursos EFA/POPH promovidos pelo Agrupamento de Escolas. 4. Diagnóstico de necessidades e avaliação do grau de satisfação dos utentes das IPSS s em colaboração com investigadora externa. 5. Actualização do Guia de e introdução de novas matérias que respondam a reais necessidades das Instituições. Material escritório e /Dirigentes de IPSS s FINANCIAM. EFA/POPH 3. Dinamização do Funcionamento da Equipa Multidisciplinar para a promoção da Saúde 4. Actualização e dinamização do Sistema 1. Realização de reuniões de trabalho para planificação e execução de respostas específicas às necessidades de grupos de risco, em particular, jovens e idosos. 2. Realização de acções de formação/qualificação dirigidas ao pessoal que trabalha com grupos de risco em articulação com entidades promotores de candidatura ao POPH. 3. Articulação com planos estratégicos nacionais. -Centro Saúde -Agrupamento de Escolas

4 EIXO DE DESENVOLVIMENTO: (RE)QUALIFICAR PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA FINANCIAM. 1. Desenvolvimento de respostas orientadas para a promoção da escolarização dos Munícipes 1. Realização de contactos/reuniões com agentes sociais e económicos locais para articulação de intervenções donde resultem, designadamente: realização de cursos EFA/EFJ no Concelho; realização de Formações Modulares Certificadas Itinerância dos Centros de Novas Oportunidades (CNO) APSCDFA Agrupamento de Escolas Material de escritório Administrativo 2. Realização de fóruns de articulação inter-sectorial concelhia integrando as intervenções de outras parcerias, nomeadamente, da Carta Educativa 2. Promoção e orientação dos activos desempregados 1. Realização de Sessões de Informação/orientação de activos desempregados 2. Atendimentos pontuais no concelho em função das necessidades do público-alvo 3. Apresentação de candidatura a um Gabinete de Inserção Profissional (GIP) Centro de Emprego Técnica CMFA CEFP 3. Promoção de um marketing territorial assertivo e inclusivo 4. Actualização e Dinamização do Sistema 1. Participação na realização e divulgação de eventos culturais e formativos promovidos no Município 2. Promoção da utilização das em articulação com estagiários do curso EF -operadores de informática - do Agrupamento de Escolas e com outras respostas existentes no meio (espaço Internet, espaço Net Mais). Administrativo 3. Articulação com planos estratégicos nacionais.

5 EIXO DE DESENVOLVIMENTO: REVITALIZAR A ECONOMIA CONCELHIA FINANCIAMENTO 1. Dotar o Espaço Internet com uma componente dinamizadora de procura activa de emprego 1. Promover uma articulação estreita entre os técnicos do Espaço Internet de e do Centro de Emprego e Formação Profissional da Guarda. 2. Acompanhar os desempregados na procura activa do trabalho. CMFA Material escritório CMFA e CMFA 2. Dinamização do Fórum de Desenvolvimento Estratégico 1. Realização de contactos/reuniões com agentes sociais e económicos do concelho, em particular, para promoção de produtos endógenos e apoio a iniciativas locais (ex: Fim-de-semana da Urtiga e Passeio Micológico). Agentes Sociais e Económicos Agentes Sociais e Económicos Apoio Logístico e administrativo 2. Realização de reuniões de trabalho com as equipas responsáveis pela elaboração de outros Planos de Desenvolvimento (PDM, Carta Educativa) 3. Actualização e Dinamização do Sistema 3. Articulação com documentos e planos estratégicos nacionais.

Plano de Acção

Plano de Acção - 2 - Nota Prévia A Rede Social afirmou-se ao longo da sua criação como uma medida inovadora e com capacidade de produzir alterações positivas na intervenção social. Esta medida assumiu-se, desde início,

Leia mais

Estratégias para a Saúde

Estratégias para a Saúde Estratégias para a Saúde V.1) Cadernos do PNS Acções e Recomendações Promoção da Cidadania em Saúde (Versão Discussão) ESTRATÉGIAS PARA A SAÚDE V.1) CADERNOS DO PNS - ACÇÕES E RECOMENDAÇÕES PROMOÇÃO DA

Leia mais

REDE SOCIAL DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO PLANO DE ACÇÃO PARA 2010

REDE SOCIAL DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 REDE SOCIAL DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 EIXO I Promoção da Inclusão das famílias com especial enfoque às necessidades dos idosos OBJECTIVO GERAL Melhorar as condições de vida de

Leia mais

Plano de Actividades e Orçamento 2010

Plano de Actividades e Orçamento 2010 Plano de Actividades e Orçamento 2010 1 2 1. Missão A CooLabora é uma cooperativa de consultoria e intervenção social criada em 2008. Tem por missão contribuir para a inovação social no desenvolvimento

Leia mais

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES PLANO DE ACTIVIDADES 2010 2011 Identificação Entidade: Sociohabitafunchal, E.M Animadora: Célia Dantas Localização: Centro Cívico de Santo António Designação O Clube de Emprego é um serviço promovido pelo

Leia mais

Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas. Plano de acção Nota introdutória

Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas. Plano de acção Nota introdutória Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas Plano de acção 2009-2013 Nota introdutória O plano de acção é um documento orientador onde se conceptualizam e descrevem as metas a atingir num período

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Soure

Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Soure / Ano 1 ÍNDICE 1 - Introdução 3 Pág. 2- Plano de Acção dos Projectos Estruturantes Transversais do Concelho de 4 2.1. Projecto Estruturante Apoio na Dependência 5 2.2. Projecto Estruturante Criar para

Leia mais

PROGRAMA BIP/ZIP LISBOA 2016 PARCERIAS LOCAIS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PONTUAÇÃO DAS CANDIDATURAS

PROGRAMA BIP/ZIP LISBOA 2016 PARCERIAS LOCAIS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PONTUAÇÃO DAS CANDIDATURAS PROGRAMA BIP/ZIP LISBOA 2016 PARCERIAS LOCAIS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PONTUAÇÃO DAS CANDIDATURAS PARTICIPAÇÃO A este nível será avaliada a participação das populações dos BIP/ZIP no desenho, no desenvolvimento

Leia mais

DAP DINÂMICAS DE ACÇÃO-PREVENÇÃO

DAP DINÂMICAS DE ACÇÃO-PREVENÇÃO DAP DINÂMICAS DE ACÇÃO-PREVENÇÃO Apresentação do Projecto Escola E.B 2,3 Passos José OBJECTIVOS GERAIS Fomentar a integração dos alunos no contexto escolar, promovendo o sucesso educativo Agir preventiva

Leia mais

PROTOCOLO. Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal

PROTOCOLO. Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal PROTOCOLO Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal Preâmbulo A criação da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo (ENIPSA) 2009-2015 decorreu fundamentalmente da necessidade

Leia mais

Fórum Concelhio Para a Promoção da Saúde

Fórum Concelhio Para a Promoção da Saúde Fórum Concelhio Para a Promoção da Saúde CASCAIS SAUDÁVEL 1. Contexto SÓCIO-POLÍTICO: Saúde na ordem do dia Envelhecimento da população Sustentabilidade do SNS Transferência de competências para as Autarquias

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social

Plano de Desenvolvimento Social Plano de Desenvolvimento Social 65 6. Planear para Intervir Objectivos e Estratégias Numa fase seguinte, após a consequente identificação das vulnerabilidades concelhias /eixos estratégicos de intervenção

Leia mais

Plano de Ação Índice Sumário Executivo A Rede Social no concelho de Alenquer O Plano de Ação...

Plano de Ação Índice Sumário Executivo A Rede Social no concelho de Alenquer O Plano de Ação... PLANO DE AÇÃO 2014 Índice 1. - Sumário Executivo... 1 Pág. 2. - A Rede Social no concelho de Alenquer... 2 2.1. - O Plano de Ação...2 3. - Análise de Eixos de Intervenção... 3 Eixo I.- Deficiência... 4

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL O presente relatório reflecte a actividade do CLDS Marinha Social, desde o inicio da sua actividade, em Julho de 2009 até Junho de 2010, analisando-se 2 momentos

Leia mais

REDE SOCIAL Câmara Municipal de Barcelos Divisão de Acção Social

REDE SOCIAL Câmara Municipal de Barcelos Divisão de Acção Social EMISSÃO DE PARECERES TÉCNICOS Aprovado em Reunião do Conselho Local de Acção Social (CLAS) de Maio de 6 Critérios de avaliação para emissão de pareceres Para que se conheça em CLAS, o posicionamento dos

Leia mais

CARTA DE RECOMENDAÇÕES Elaborada pelos participantes do 2º Encontro da Rede Participação Juvenil de Sintra

CARTA DE RECOMENDAÇÕES Elaborada pelos participantes do 2º Encontro da Rede Participação Juvenil de Sintra CARTA DE RECOMENDAÇÕES Elaborada pelos participantes do 2º Encontro da Rede Participação Juvenil de Sintra 03.03.2012 PARTICIPAÇÃO EM ACTIVIDADES JUVENIS 1. Realizar inquéritos, a nível local, para averiguar

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO Identificação do avaliado Nome Categoria profissional actual Anos de serviço no ensino superior Anos de serviço na Unidade

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 OBJECTIVO ESTRATÉGICO OBJECTIVO ESPECÍFICO

Leia mais

Plano Municipal Contra a Violência Doméstica Prolongamento

Plano Municipal Contra a Violência Doméstica Prolongamento Plano Municipal Contra a Violência Doméstica 2011-14 Prolongamento Plano Municipal Contra a Violência 2011 2013 Prolongamento O Plano Municipal Contra a Violência 2011/13, teve por objetivo estruturar

Leia mais

1 INTRODUÇÃO O PLANO DE ACÇÃO AVALIAÇÃO...14 PLANO DE ACÇÃO DE 2009 PÁGINA 1 DE 15

1 INTRODUÇÃO O PLANO DE ACÇÃO AVALIAÇÃO...14 PLANO DE ACÇÃO DE 2009 PÁGINA 1 DE 15 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 O PLANO DE ACÇÃO 2009... 3 3 AVALIAÇÃO....14 PLANO DE ACÇÃO DE 2009 PÁGINA 1 DE 15 INTRODUÇÃO Depois de elaborado o diagnóstico social e o plano de desenvolvimento social surge

Leia mais

Plano de Ação 2013 Autoria:

Plano de Ação 2013 Autoria: Supraconcelhia BAIXO VOUGA (Cf. Dec- Lei n.º 115/2006 de 14 Junho) Plano de Ação Autoria: julho Introdução Corresponde o presente documento à proposta de Plano de Ação de da Territorial Supra concelhia

Leia mais

Entidade responsável pela Execução

Entidade responsável pela Execução Eixo Estratégico I - Parcerias e Economia Solidária 2009, 3 acções de sensibilização/formação para dirigentes Associativos com vista à melhoria do seu desempenho. 2009, 3 acções de formação para técnicos

Leia mais

II Conferência do Turismo e Hotelaria O Turismo em Portugal após 2009 [Oportunidades e Desafios]

II Conferência do Turismo e Hotelaria O Turismo em Portugal após 2009 [Oportunidades e Desafios] II Conferência do Turismo e Hotelaria O Turismo em Portugal após 2009 [Oportunidades e Desafios] Painel: Como é que os destinos turísticos se estão a preparar? O caso do Destino Douro Porto, 18 de Junho

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO

PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO 2007-201 Apresentação da Proposta ÍNDICE 1 O PROBLEMA 2 A ESTRATÉGIA 4 PLANO DE FINANCIAMENTO 1 1 O PROBLEMA Taxa de emprego Emprego em média e alta tecnologia

Leia mais

O estado de saúde depende em muito de comportamentos saudáveis, como não utilizar drogas (licitas ou ilícitas), alimentar-se correctamente, praticar

O estado de saúde depende em muito de comportamentos saudáveis, como não utilizar drogas (licitas ou ilícitas), alimentar-se correctamente, praticar O estado de saúde depende em muito de comportamentos saudáveis, como não utilizar drogas (licitas ou ilícitas), alimentar-se correctamente, praticar exercício físico, entre outras. No entanto, e o nosso

Leia mais

Entidades. Coordenadora ACM - Associação Cristã da Mocidade de Setúbal

Entidades. Coordenadora ACM - Associação Cristã da Mocidade de Setúbal CLDS Setúbal Entidades Coordenadora ACM - Associação Cristã da Mocidade de Setúbal Executoras ACM - Associação Cristã da Mocidade de Setúbal (Bela Vista e zona envolvente) APACCF - Associação de Professores

Leia mais

Europass-Curriculum Vitae

Europass-Curriculum Vitae Europass-Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Morada Correio(s) electrónico(s) Maria Neves Rua do Passal, Nº 46, 1º D, 9500-096 Ponta Delgada Telemóvel 936602762 / 926592751

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS, DESENVOLVIMENTO LOCAL E PARCERIAS

DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS, DESENVOLVIMENTO LOCAL E PARCERIAS Lisboa, 10 de Dezembro 2007 DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS, DESENVOLVIMENTO LOCAL E PARCERIAS LIÇÕES DE UMA DÉCADA DE EXPERIMENTAÇÃO Alberto Melo Delegado Regional IEFP, Delegação Regional do Algarve

Leia mais

Oferta Formativa da UDIPSS Aveiro

Oferta Formativa da UDIPSS Aveiro Oferta Formativa da UDIPSS Aveiro Cursos: Formação Pedagógica Inicial de Formadores em Gerontologia homologado pelo IEFP Licenciados Destinatários: Legislação Laboral Contrato Colectivo de Trabalho Direcção

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA Este documento visa dar corpo á orgânica dos serviços da Santa Casa, ou seja, definir competências, hierarquias e formas de actuação. Como a Santa Casa da Póvoa de Santo

Leia mais

Plano Nacional de Leitura

Plano Nacional de Leitura 2012-2014 Plano Nacional de Leitura 1 I. O que motivou o projeto? Centralidade da leitura Leitura como ponto de partida para: - Aprender (competência transversal ao currículo) - Colaborar - Interagir /

Leia mais

INTRODUÇÃO. Escola. Comunidade/ Território Local

INTRODUÇÃO. Escola. Comunidade/ Território Local INTRODUÇÃO Este documento foi concetualizado como uma ferramenta para a construção de um território Educador, em que a educação e a formação podem acontecer dentro e fora da escola, através da promoção

Leia mais

Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia Tavira Direcção Regional de Educação do Algarve CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES

Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia Tavira Direcção Regional de Educação do Algarve CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES Regulamento Artigo 1º Definição O Centro Novas Oportunidades é uma estrutura que tem como missão proporcionar a todos os adultos uma oportunidade de qualificação e de certificação, de nível básico ou secundário,

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Desagregação das medidas e das tipologias de atividades ESTRATÉGIA NACIONAL

Leia mais

PLANO DE INTERVENÇÃO

PLANO DE INTERVENÇÃO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES EQUIPA INTERDISCIPLINAR PLANO DE INTERVENÇÃO ANOS LECTIVOS 2009/2010 e 2010/2011 ÍNDICE Nota Introdutória.. 3 Parte I - Caracterização..4 1.1 Caracterização do Ambiente Interno.4

Leia mais

REDE SOCIAL POEFDS. UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu

REDE SOCIAL POEFDS. UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu REDE SOCIAL POEFDS UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Vila Nova ÍNDICE Nota Introdutória ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------3

Leia mais

Regulamento específico Assistência Técnica FEDER

Regulamento específico Assistência Técnica FEDER Regulamento específico Assistência Técnica FEDER Capítulo I Âmbito Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define o regime de acesso aos apoios concedidos pelo Programa Operacional de Assistência Técnica

Leia mais

INFORMAÇÃO PESSOAL. Teresa Isabel Oliveira Neto

INFORMAÇÃO PESSOAL. Teresa Isabel Oliveira Neto M O D E L O E U R O P E U D E C U R R I C U L U M V I T A E INFORMAÇÃO PESSOAL Nome Teresa Isabel Oliveira Neto Morada Rua 25 de Abril, 21 Casais Lagartos, 2070-366 Pontével Telefone 966384535 Correio

Leia mais

2008 Concelho de Ourique

2008 Concelho de Ourique Plano de Acção 2008 Concelho de Rede Social Programa Rede Social Conselho Local de Acção Social de Janeiro 2008 Ficha Técnica Título: Plano de Acção 2008 do Concelho de Autoria: Núcleo Executivo da Rede

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA AGENDA AS 5 MARCAS DO POPH I EIXOS PRIORITÁRIOS II ARRANQUE DO PROGRAMA III I AS 5 MARCAS DO POPH AS 5 MARCAS DO POPH 1 O MAIOR PROGRAMA OPERACIONAL DE SEMPRE 8,8 mil M 8,8 Mil

Leia mais

ASSSSUNTTO Cria Agência Nacional para a gestão das 2ªs fases dos programas de acção comunitária: Leonardo da Vinci e Socrates

ASSSSUNTTO Cria Agência Nacional para a gestão das 2ªs fases dos programas de acção comunitária: Leonardo da Vinci e Socrates DIÁRIOS DA REPUBLLI ICA DEESSI IGNAÇÇÃO: : PPrrooggrraamaass EEMI ITTI IDO PPOR: : Ministério do Emprego e da Segurança Social ASSSSUNTTO Aprova o regime de apoio técnico e financeiro a programas de reabilitação

Leia mais

Experiência Supraconcelhia do Tâmega e Sousa

Experiência Supraconcelhia do Tâmega e Sousa Experiência Supraconcelhia do Tâmega e Sousa conjunto de ações e comportamentos estabelecidos através da interação social que permite aos parceiros, a capacidade de agir, participar e provocar mudança

Leia mais

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de Plano de Ação Rede Social Mafra Eixo I - DEMOGRAFIA E EQUIPAMENTOS (INFRA-ESTRUTURAS DE APOIO) Objectivo geral 1. Reforçar as estruturas de apoio ao idoso Objectivo Específico 1. Aumentar a capacidade

Leia mais

Rede Social de Coimbra

Rede Social de Coimbra Divisão de Acção Social e Família Boletim Informativo Nº. 12 22/07/2009 NOVIDADES: 7, 8, 9 e 10 de Setembro Projecto EluSIDA na Escola Casa Municipal da Cultura Rede Social de Coimbra EDITORIAL A Rede

Leia mais

Planificação de Actividades do Serviço de Psicologia e Orientação Ano Lectivo 2011/2012

Planificação de Actividades do Serviço de Psicologia e Orientação Ano Lectivo 2011/2012 Planificação de Actividades do Serviço de Psicologia e Orientação Ano Lectivo 2011/2012 Psicóloga Ana Rita Antunes (Pré-escolar e 1º Ciclo) C.P. nº 5148 Psicóloga Filipa Braamcamp Sobral (2º e 3º Ciclos

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral Baixo Alentejo Planeamento Estratégico Regional

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO JANEIRO 2008 / DEZEMBRO 2008

PLANO DE ACÇÃO JANEIRO 2008 / DEZEMBRO 2008 PLAN DE ACÇÃ JANEIR 2008 / DEZEMBR 2008 Janeiro de 2008 PLAN DE ACÇÃ 2008 1 ÍNDICE Plano de Acção Introdução Eixos de Intervenção Educação Formação / Qualificação Formação Profissional / Emprego Envelhecimento/

Leia mais

Iniciativa Novas Oportunidades. Julho de Av. 24 de Julho, nº Lisboa Telf.: Fax:

Iniciativa Novas Oportunidades. Julho de Av. 24 de Julho, nº Lisboa Telf.: Fax: Iniciativa Novas Oportunidades Julho de 2010 1 Índice A. Iniciativa Novas Oportunidades...3 B. A rede nacional de Centros Novas Oportunidades...4 C. Protocolos de cooperação no âmbito da Iniciativa Novas

Leia mais

Objectivos Específicos Acções Principais Resultados a Atingir

Objectivos Específicos Acções Principais Resultados a Atingir Núcleo Executivo / Secretariado Técnico Rede Social Loures Aprovado na reunião de CLAS de 19.Fevereiro.2009 Objectivo Superior Objectivos Específicos Acções Principais Resultados a Atingir Monitorização

Leia mais

Rede Social de Cantanhede

Rede Social de Cantanhede Município de Cantanhede Rede Social de Cantanhede PLANO DE ACÇÃO 2010 (PA6) Proposta de implementação Gerar Inovação, Gerir Mudança, Promover Cidadania Cantanhede Janeiro, 2010 1 PLANO DE ACÇÃO 2010 (PA6)

Leia mais

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa I. INTRODUÇÃO A orientação para a qualidade deve constituir um pressuposto fundamental na actividade das entidades formadoras, traduzida na

Leia mais

SESSÃO DE APRESENTAÇÃO Cursos Técnicos Superiores Profissionais TeSP

SESSÃO DE APRESENTAÇÃO Cursos Técnicos Superiores Profissionais TeSP Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 SESSÃO DE APRESENTAÇÃO Cursos Técnicos Superiores Profissionais TeSP Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL Considerando: Que o NERGA é uma Pessoa Coletiva de Utilidade Pública que, tem como objetivo

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIAL

CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIAL Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Palmela Nota Justificativa Reconhecendo: 1. A juventude como força motriz do desenvolvimento de uma comunidade, região, país, através das suas múltiplas

Leia mais

A Vida é a nossa maior inspiração

A Vida é a nossa maior inspiração PLANO ACTIVIDADES & ORÇAMENTO 2017 A Vida é a nossa maior inspiração O ano de 2017 será um ano de crescimento. A partir de Janeiro de 2017, a Vida Norte alargará a sua intervenção para o concelho de Braga.

Leia mais

Regulamento de Cooperação CAPÍTULO I. Da Natureza, Objecto e Objectivos da RBA. Artigo 1º. Natureza. Artigo 2º. Objecto. Artigo 3º.

Regulamento de Cooperação CAPÍTULO I. Da Natureza, Objecto e Objectivos da RBA. Artigo 1º. Natureza. Artigo 2º. Objecto. Artigo 3º. Regulamento de Cooperação A rede de Bibliotecas de Arraiolos adiante designada RBA, foi criada pelo acordo de cooperação número oitenta e cinco de dois mil e onze e pelo protocolo assinado entre a Câmara

Leia mais

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida;

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida; São nossos objectivos: 1ª fase: Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Alargar e consolidar a rede de parcerias de forma a fomentar e a criar novos recursos, propiciando condições

Leia mais

Protocolo de Cooperação Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida

Protocolo de Cooperação Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida Página1 Protocolo de Cooperação 2010 Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida Página2 A Rede de Bibliotecas de Almeida, adiante designada RBA, foi criada por protocolo assinado

Leia mais

CURSO DE GESTÃO DA QUALIDADE EM IPSS E PRIVADOS (4ª edição)

CURSO DE GESTÃO DA QUALIDADE EM IPSS E PRIVADOS (4ª edição) CURSO DE GESTÃO DA QUALIDADE EM IPSS E PRIVADOS (4ª edição) A necessidade de renovar as práticas e as metodologias de intervenção social com vista a aumentar a eficácia e a eficiência do trabalho com os

Leia mais

Programa Cidadania Ativa. Participação das ONG na Conceção e Aplicação de Políticas Públicas, a Nível Nacional, Regional e Local

Programa Cidadania Ativa. Participação das ONG na Conceção e Aplicação de Políticas Públicas, a Nível Nacional, Regional e Local Programa Cidadania Ativa Participação das ONG na Conceção e Aplicação de Políticas Públicas, a Nível Nacional, Regional e Local Carta da Cidadania Infantojuvenil A Carta da Cidadania Infantojuvenil (Carta)

Leia mais

Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança

Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança Breve Enquadramento O Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança constitui o resultado do Projeto Tecer a, promovido pela Comissão Nacional de Promoção

Leia mais

DIREÇÃO REGIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DIVISÃO DE ENCAMINHAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

DIREÇÃO REGIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DIVISÃO DE ENCAMINHAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DIREÇÃO REGIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DIVISÃO DE ENCAMINHAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS O que são? Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional Os CQEP são estruturas do Sistema Nacional

Leia mais

ACORDO ENTRE AS CONFEDERAÇÕES COM ASSENTO NA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL, VISANDO A FORMAÇÃO PROFISSIONAL

ACORDO ENTRE AS CONFEDERAÇÕES COM ASSENTO NA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL, VISANDO A FORMAÇÃO PROFISSIONAL ACORDO ENTRE AS CONFEDERAÇÕES COM ASSENTO NA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL, VISANDO A FORMAÇÃO PROFISSIONAL A formação profissional constitui um instrumento fundamental para combater o défice

Leia mais

Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE

Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE _ ENQUADRAMENTO GERAL _ Gabinete de Avaliação e Promoção da Qualidade Instituto Superior de Ciências Educativas 2015, Outubro Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE

Leia mais

Promover condições de empregabilidade das pessoas com deficiências e incapacidades, visando a consagração do direito de exercício pleno da cidadania.

Promover condições de empregabilidade das pessoas com deficiências e incapacidades, visando a consagração do direito de exercício pleno da cidadania. Formação Profissional para Pessoas ou Grupos com Necessidades Especiais Práticas do Centro de Reabilitação Profissional da CERCIPENICHE Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de

Leia mais

AGENDA TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA ALFABETIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. Plano de Estratégico de Educação de Jovens e Adultos

AGENDA TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA ALFABETIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. Plano de Estratégico de Educação de Jovens e Adultos AGENDA TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA ALFABETIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Plano de Estratégico de Educação de Jovens e Adultos Vitória ES Março/2010 1.Apresentação A elaboração do

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO. Entre. a Direção-Geral da Educação Ministério da Educação e Ciência

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO. Entre. a Direção-Geral da Educação Ministério da Educação e Ciência PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO Entre a Direção-Geral da Educação Ministério da Educação e Ciência e o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. Ministério dos Negócios Estrangeiros para promover a consolidação

Leia mais

Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Arganil. Plano de Actividades para Efectuar levantamento das iniciativas de

Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Arganil. Plano de Actividades para Efectuar levantamento das iniciativas de ACÇÃO Nº I NOVOS (PER)CURSOS DE VIDA Caracterização da Acção Recursos a Afectar Calendarização Público-Alvo Grupo de Trabalho - Efectuar levantamento das iniciativas de 1. Estimular a participação dos

Leia mais

COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DE VISEU

COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DE VISEU COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DE VISEU ANO EUROPEU DA IGUALDADE DE OPORTUNIDADE PARA TODOS Projecto de Actividades para Alunos do 1º CEB VISEU, 2007 INDICE Introdução:...3 Objectivos:...3

Leia mais

REDE SOCIAL CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE MANGUALDE

REDE SOCIAL CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE MANGUALDE REDE SOCIAL CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE MANGUALDE PLANO DE AÇÃO 2014-1 ENTIDADES QUE CONSTITUEM O CLASM (CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE MANGUALDE) Câmara Municipal de Mangualde Centro Distrital

Leia mais

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto CLDS - ESPIRAL

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto CLDS - ESPIRAL Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto CLDS - ESPIRAL 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto(s) Projecto Espiral - Contrato Local de Desenvolvimento Promotor(es): CESIS - Centro de Estudos

Leia mais

Regulamento Interno Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Social /Protocolo de RSI

Regulamento Interno Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Social /Protocolo de RSI Regulamento Interno Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Social /Protocolo de RSI Rua do Formigoso N.º 103 Polvoreira 4835-168 Guimarães Telefone: 253 557 128 - Telemóvel: 91 051 36 36 rsipolvoreira@gmail.com

Leia mais

Plano de Ação da Rede Social de Mafra 2017

Plano de Ação da Rede Social de Mafra 2017 EIXO I DEMOGRAFIA Objetivo Geral/Estratégico 1: Fortalecer as estruturas formais de apoio à Família OE1. Promover o alargamento da capacidade da resposta social Creche, nas Instituições onde já existe.

Leia mais

Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de Infância dos Olivais PLANO DE ATIVIDADES 2015/2016

Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de Infância dos Olivais PLANO DE ATIVIDADES 2015/2016 Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de Infância dos Olivais PLANO DE ATIVIDADES 2015/2016 O ano letivo 2015/2016 será um ano de implementação da Associação de Pais e Encarregados de

Leia mais

O valor mínimo de despesas elegíveis por projecto Euros; O valor máximo de despesas elegíveis por projecto Euros.

O valor mínimo de despesas elegíveis por projecto Euros; O valor máximo de despesas elegíveis por projecto Euros. 1. INVESTIMENTOS 1.1 INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURAS Apoio financeiro a iniciativas de investimento em infra-estruturas de natureza colectiva que defendam e preservem actividades culturais e recreativas,

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO

PROJETO DE REGULAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO PROJETO DE REGULAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO PROJETO DE REGULAMENTO 1.INTRODUÇÃO A prática regular e sistemática de atividades de animação gera significativas melhorias quer

Leia mais

Plano de Acção 2006/2007. Rede Social Concelho da Lourinhã

Plano de Acção 2006/2007. Rede Social Concelho da Lourinhã Plano de Acção 2006/2007 Rede Social Concelho da Lourinhã E I X O I Intervenção Dirigida a Grupos Específicos EIXO I : INTERVENÇÃO DIRIGIDA A GRUPOS ESPECIFICOS OBJECTIVO GERAL: Até Dezembro de 2007 existem

Leia mais

Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente

Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente Agrupamento de Escolas de Auto-Regulação e Melhoria das Escolas Auto-avaliação - uma PRIORIDADE Equipa de Avaliação Interna 2009/2010 1 Agrupamento de Escolas de Enquadramento legal Justificação Novo Paradigma

Leia mais

ODEMIRA EMPREENDE

ODEMIRA EMPREENDE ODEMIRA EMPREENDE www.cm-odemira.pt PROGRAMA MUNICIPAL DE EMPREENDEDORISMO E EMPREGO Visão O Município de Odemira, com a implementação do Odemira Empreende pretende ter uma postura pró-ativa de estímulo

Leia mais

Introdução Página 2 A CPCJ de Boticas Página 3 Plano de Atividades Página 4

Introdução Página 2 A CPCJ de Boticas Página 3 Plano de Atividades Página 4 Índice Introdução Página 2 A CPCJ de Boticas Página 3 Plano de Atividades Página 4 Introdução O objetivo do Plano de Atividades da CPCJ de Boticas para 2016 é planear as atividades, procurando manter,

Leia mais

EIXO I ATRACTIVIDADE TERRITORIAL

EIXO I ATRACTIVIDADE TERRITORIAL Plano de Acção para 2007 1 Um Plano de Acção, mais do que um documento, pretende-se que seja um instrumento de trabalho manuseável, flexível, ajustável à realidade e útil. Neste sentido, considerou-se

Leia mais

Comunidade Intermunicipal do Oeste OesteCIM

Comunidade Intermunicipal do Oeste OesteCIM Comunidade Intermunicipal do Oeste OesteCIM É uma pessoa coletiva de direito público de natureza associativa e âmbito territorial e visa a realização de interesses comuns aos Municípios que a integram,

Leia mais

Comissão Nacional. de Protecção das Crianças. e Jovens em Risco (CNPCJR) Que actividade em dois anos. de existência? Junho de 2000

Comissão Nacional. de Protecção das Crianças. e Jovens em Risco (CNPCJR) Que actividade em dois anos. de existência? Junho de 2000 Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR) Que actividade em dois anos de existência? Junho de 2000 Decorridos dois anos na existência da Comissão Nacional de Protecção das

Leia mais

nº de Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) em projeto piloto 1-100,0

nº de Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) em projeto piloto 1-100,0 QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - 2014 Ministério da Educação e Ciência Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) MISSÃO: A qualificação de alto nível dos cidadãos, a produção e difusão do

Leia mais

Plataforma Supraconcelhia do Tâmega

Plataforma Supraconcelhia do Tâmega Regulamento da Plataforma Supraconcelhia do Tâmega Artigo 1º Objecto O presente regulamento define o processo de organização e funcionamento da Plataforma supraconcelhia do Tâmega, abreviadamente designada

Leia mais

Comissão de Protecção De Crianças e Jovens De Arganil. Plano de Acção. Ano 2011 ACÇÃO Nº I SABER SER, SABER ESTAR

Comissão de Protecção De Crianças e Jovens De Arganil. Plano de Acção. Ano 2011 ACÇÃO Nº I SABER SER, SABER ESTAR Comissão de Protecção De Crianças e Jovens De Arganil Plano de Ano 2011 ACÇÃO Nº I SABER SER, SABER ESTAR ACÇÃO N.º I CONFERÊNCIA: Os Direitos das Crianças Gerais Específico Recursos a Afectar Calendarização

Leia mais

Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa

Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa EAPN Portugal / Rede Europeia Anti Pobreza Observatório de Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa Documento realizado para

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Assistência Técnica Aprovada em 11-05-2015, após procedimento de consulta escrita aos membros da

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO INSTITUCIONAL ENTRE PRIMEIRO:

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO INSTITUCIONAL ENTRE PRIMEIRO: 1 PROTOCOLO DE ENTRE PRIMEIRO: O Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, neste ato representado pela Secretária de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Dr.ª Ana Rita Barosa O

Leia mais

CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC)

CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC) CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC) 1. Missão A RCRC tem por missão facilitar o acesso a informação estratégica, em vários suportes, aproximar e criar interfaces entre

Leia mais

Programa Operacional Regional do Norte ON.2

Programa Operacional Regional do Norte ON.2 Programa Operacional Regional do Norte 2007-2013 ON.2 Eixo Prioritário 2 Valorização Económica de Recursos Específicos Aviso XXX/ X /2009 Turismo Escolas de Hotelaria e Turismo Modelo da Memória Descritiva

Leia mais

Boas Práticas de Municípios ECOXXI Ação de Formação. 11 fevereiro 2014

Boas Práticas de Municípios ECOXXI Ação de Formação. 11 fevereiro 2014 Boas Práticas de Municípios ECOXXI Ação de Formação 11 fevereiro 2014 Documento orientador que pretende referenciar, congregar e q p, g g potenciar a ação educativa e formativa do território, no qual as

Leia mais

Conselho Local de Ação Social de. Pinhel. Plano de Ação 2014

Conselho Local de Ação Social de. Pinhel. Plano de Ação 2014 Conselho Local de Ação Social de Pinhel Plano de Ação 2014 Plano de Ação 2014 Enquadramento Legal Objetivo Geral Área Geográfica de Intervenção Eixos de Intervenção Resolução do Conselho de Ministros nº

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. FR ANCISCO FERNANDES LOPES BIBLIOTECA ESCOLAR PLANO DE ACÇÃO

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. FR ANCISCO FERNANDES LOPES BIBLIOTECA ESCOLAR PLANO DE ACÇÃO ESCOLA SECUNDÁRIA DR. FR ANCISCO FERNANDES LOPES BIBLIOTECA ESCOLAR PLANO DE ACÇÃO 2009-2013 Introdução O Plano de Acção da Biblioteca Escolar para o quadriénio 2009/2013 encontra-se dividido em quatro

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO CONCELHO DE TORRES VEDRAS

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO CONCELHO DE TORRES VEDRAS PARTE III PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO CONCELHO DE TORRES VEDRAS Financiado pelo Estado Português Ministério do Trabalho e Solidariedade Social 2005-2008 Rede Social PARTE III 100 CAPÍTULO V PLANO

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO, DO ANO DE 2005

PLANO DE ACÇÃO, DO ANO DE 2005 PLANO DE ACÇÃO, DO ANO DE 2005 O ano de 2005 é o último ano de vigência do I Plano Estratégico para o Desenvolvimento da. Assim sendo, este Plano de Acção constitui, de certa forma, o encerrar de um ciclo

Leia mais

Rede Bibliotecas de Braga

Rede Bibliotecas de Braga Rede Bibliotecas de Braga Reunião concelhia 28 de junho CIBE Regina Campos Assuntos da reunião Informações Plano anual de atividades Outros assuntos Documentos de avaliação 1. Base de Dados 2. Relatório

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas de Fajões 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas de Fajões

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOAQUIM DE CARVALHO, FIGUEIRA DA FOZ PLANO DE AÇÃO B I B L I O T E C A E S C O L A R

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOAQUIM DE CARVALHO, FIGUEIRA DA FOZ PLANO DE AÇÃO B I B L I O T E C A E S C O L A R ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOAQUIM DE CARVALHO, FIGUEIRA DA FOZ PLANO DE AÇÃO 2014-2017 B I B L I O T E C A E S C O L A R Nota Introdutória A Biblioteca Escolar existe para servir toda a comunidade escolar.

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUEDA PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / a / Dezembro de Profª Bibliotecária: Maria Clara Nogueira de Almeida DEFINIÇÃO Documento que apresenta as linhas orientadoras para

Leia mais