CABEÇOTE DIVISOR Mecanismo que permite girar a obra sucessivamente de um determinado ângulo, de modo a possibilitar:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CABEÇOTE DIVISOR Mecanismo que permite girar a obra sucessivamente de um determinado ângulo, de modo a possibilitar:"

Transcrição

1 CABEÇOTE DIVISOR Mecanismo que permite girar a obra sucessivamente de um determinado ângulo, de modo a possibilitar: a fresagem de peças que têm a seção em forma de polígono regular (quadrado, hexágono, etc); a execução de sulcos regularmente espaçados (alargadores, machos, etc.); a abertura de dentes de engrenagens, etc.

2 TIPOS DE DIVISÃO DIVISÃO DIRETA OU ELEMENTAR DIVISÃO INDIRETA DIVISÃO DIFERENCIAL DIVISÃO COMBINADA (não será estudada) DIVISÃO DIRETA OU ELEMENTAR Satisfatória para um pequeno número de divisões Só permite divisão em número de partes que sejam submúltiplos das quantidades de ranhuras ou furos existentes no prato Ex.: supondo um disco que tenha uma carreira de furos pode-se executar as seguintes divisões:, 3,, 6, 8, 1 e O prato divisor pode conter mais de uma carreira de furos e furos em ambas as faces, de modo a se ter maior flexibilidade O prato divisor pode ser intercambiável, cada um com um determinado número de ranhuras ou furos Após cada divisão, o prato é bloqueado na nova posição por meio de um trinco ou pino Ex.: usinagem de um sextavado com um prato de furos a árvore deve girar furos para cada operação de fresagem

3 DIVISÃO INDIRETA Uma relação de transmissão entre a manivela e a árvore, dada pelo sem fim/coroa, permite obter uma maior quantidade de divisões com o mesmo prato divisor Reduções usuais (constante do divisor): 0:1, 60:1, 80:1 A cada cabeçote divisor pertencem 3 pratos divisores, cujas circunferências com furos possuem quantidades diferentes de furos. Ex.:

4 EXEMPLO DE DIVISÃO INDIRETA Fresar um sextavado, sendo a constante do divisor = 0. Quantas voltas devemos dar à manivela após cada operação de fresagem? Solução nd = número de divisões a executar = 6 CD = constante do divisor = 0 nv = número de voltas da manivela = CD/nd nv = 0/6 = 6 /3 = 6 voltas + /3 de volta EXECUÇÃO Escolhe-se uma circunferência cujo número de furos seja divisível por 3 (por exemplo, a circunferência de 15 furos) (A) contam-se na circunferência escolhida /3 de 15 furos = 10 furos, regulando a abertura com as pernas do compasso (B) Após a fresagem da 1a face, dá-se com a manivela 6 voltas completas e continua-se a girar mais /3 de volta (C) Imediatamente após essa operação, as hastes do compasso são giradas até o ponto móvel

5 EXERCÍCIO Seja um prato divisor cujas circunferências têm os seguintes números de furos: 6, 7, 9, 51, 53, 5, 57, 58, 59, 6 e 66 PEÇA Sextavado Oito lados Cinco lados Dez lados nv Circunferências Considerando CD = 0, preencha a tabela ao lado, indicando o número de voltas a dar na manivela e as circunferências do prato divisor que podem ser utilizadas Doze lados Engrenagem Z = 15 Engrenagem Z = 5 Engrenagem Z = 60 Engrenagem Z = 16 Engrenagem Z = 0 DIVISÃO DIFERENCIAL Conforme vimos, a divisão indireta exige uma grande quantidade de discos com variados números de furos Quando não há maneira de utilizar a divisão indireta, deve-se optar pela divisão diferencial O processo da divisão diferencial consiste em fazer o prato sofrer um pequeno deslocamento enquanto a manivela percorre os seus furos, obrigando-a a andar mais ou menos, isto é, a dividir em menor ou maior número de partes O prato recebe o movimento de rotação da árvore do divisor, por meio de um trem de engrenagens

6 DIVISÃO DIFERENCIAL Nesta divisão, realiza-se o cálculo para um número de divisões próximo (nd ) do número desejado (nd) Para corrigir esta diferença é necessário calcular um trem (ou grade) de engrenagens que faça uma compensação, o qual é colocado entre a árvore e o disco divisor: FUNCIONAMENTO Gira-se a manivela que aciona o parafuso sem-fim, o qual gira a coroa O eixo da coroa gira a peça e também gira a engrenagem Z 1 O movimento se transmite até que a última engrenagem do trem diferencial irá girar o disco (através de um conjunto interno de engrenagens) Observação importante: se i>0 então o disco deverá girar no mesmo sentido da manivela. (n > n). Se n < n então teremos i<0 e o disco deverá girar no sentido inverso ao da manivela. Portanto, após a montagem do trem diferencial deve-se realizar uma verificação para confirmar os sentidos de giro, e se necessário, corrigi-lo através da engrenagem intermediária

7 REGRAS A SEGUIR EXEMPLO ILUSTRATIVO 1. Escolhe-se um número de divisões nd próximo ao número de divisões desejadas e que seja múltiplo ou sub-múltiplo da constante do divisor Regras. Calcula-se nv pelo processo indireto 3. Coloca-se na viola o trem de engrenagens obedecendo à proporção nd nd = cd nd 1 3. Se necessário, colocar engrenagens intermediárias para acertar o sentido de rotação Exemplo: Dividir uma peça em 193 partes iguais, sendo CD = 0 1. Escolhemos nd = 00, o qual é próximo de 193 e é múltiplo de 0. nv = CD/nd = 0/00 = /0 (andar furos na circunferência de 0 furos) (00 193) = 0 = Como Z 1 Z 3 /Z Z deu positivo manivela e disco devem girar no mesmo sentido 8 = manivela e prato devem girar no mesmo sentido

8 EXERCÍCIO O cabeçote divisor de uma fresadora universal dispõe de discos com a seguinte carreira de furos: 0,, 8, 3, 3, 0,, 8, 5, 56, 65, 75, 80, 85, 100 e um jogo de engrenagens com os seguintes números de dentes: 0,, 6, 8, 3, 0,, 8, 5, 56, 6, 7, 86, 100 Características do cabeçote divisor: -Redução das transmissões internas: 1/1 - Constante do divisor = 0 Determinar os elementos necessários à divisão de rodas em 7 partes iguais SOLUÇÃO nd= 7 nd = 0 (múltiplo de cd = 0 e próximo de nd) nv = cd/nd = 0/0 = / (existe um disco com furos andar furos no disco de furos) nd nd = cd nd = = O disco deve girar no sentido contrário ao da manivela

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento 2

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento 2 UNIFEI EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento 2 Acessórios para fixação das peças: parafusos Aula 02 Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior Acessórios para fixação das peças: grampos Acessórios

Leia mais

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento 3

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento 3 Exercício UNIFEI EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento 3 Aula 03 Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior Calcule o giro da manivela para execução de X divisões em uma peça usando um divisor

Leia mais

DEMEC/UFRGS ENG03343 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO POR USINAGEM FRESAMENTO 3ª PARTE

DEMEC/UFRGS ENG03343 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO POR USINAGEM FRESAMENTO 3ª PARTE DEMEC/UFRGS ENG03343 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO POR USINAGEM FRESAMENTO 3ª PARTE Heraldo Amorim Porto Alegre, agosto de 2003 Fresando com o divisor universal Aparelho divisor acessório utilizado na máquina

Leia mais

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL FRESAGEM

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL FRESAGEM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Prof. Me. Claudemir Claudino Alves cvccvluiz Carlos Rodrigues Montes LUS Laboratório de Usinagem FRESAGEM 1- Fresagem É o processo de usinagem com retirada de cavacos que permite modificar

Leia mais

10 - FRESAGEM HELICOIDAL 10.1

10 - FRESAGEM HELICOIDAL 10.1 10 - FRESAGEM HELICOIDAL 10.1 10.1 Introdução Para se abrir cortes helicoidais (Fig. 10.1) na fresadora, é preciso que a mesa possa girar de um ângulo ϕ correspondente ao complemento do ângulo α que a

Leia mais

TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA

TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA TORNO MEC. HORIZONTAL (NOMENCL./CARACT./ACESSÓRIOS) DEFINIÇÃO: É a máquina-ferramenta usada para trabalhos de torneamento, principalmente de metais que, através da realização

Leia mais

44 Fresando ranhuras retas - I

44 Fresando ranhuras retas - I A U A UL LA Fresando ranhuras retas - I Na aula passada você aprendeu como fresar superfícies planas e superfícies planas inclinadas. Viu como escolher os dispositivos para fixação da peça e da fresa de

Leia mais

TABELA VC X MATERIAL PEÇA X MATERIAL FERRAMENTA X FATOR MULTIPL. PROCESSO(DESBASTE, SANGRIA, FURAÇÃO...)

TABELA VC X MATERIAL PEÇA X MATERIAL FERRAMENTA X FATOR MULTIPL. PROCESSO(DESBASTE, SANGRIA, FURAÇÃO...) Parâmetros de corte Torneamento e furação 1-) Uma peça bruta que será torneada(desbaste), possui diâmetro de 50mm. Após a usinagem, deseja-se que a peça tenha um diâmetro de 46mm, a ser atingido com 4

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio TDUA2 Aula 3 Prof. Carlos Fernando Fresadoras. Tipos de Fresamento. Fresas, Tipos de Fresas. Fresadora A fresadora

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio TDUA2 Aula 2 Prof. Carlos Fernando Torno Mecânico Peças e Acessórios do Torno Mecânico. Operações Realizadas com

Leia mais

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento 5

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento 5 UNIFEI EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento 5 Questão 08-10 pontos) Calcule os valores necessários para execução de uma engrenagem cilíndrica de dentes retos módulo 7 com 32 dentes. Use 3 casas

Leia mais

Acesse:

Acesse: Roda, roda, gira... Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Você já parou para pensar em quanto sua vida depende de parafusos, pinos, rebites e da qualidade das montagens dos muitos conjuntos mecânicos que

Leia mais

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação Acoplamento Introdução Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, percebeu um estranho ruído na roda. Preocupada, procurou um mecânico. Ao analisar o problema, o mecânico concluiu que o defeito estava

Leia mais

Fátima Pais. Movimento e Mecanismos. Operadores mecânicos. Educação Tecnológica

Fátima Pais. Movimento e Mecanismos. Operadores mecânicos. Educação Tecnológica Fátima Pais Movimento e Mecanismos Operadores mecânicos Roda e eixo A roda é considerada a maior invenção de sempre. É um dispositivo cilíndrico que gira em torno de um eixo, facilitando o deslocamentos

Leia mais

TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA

TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA DEFINIÇÃO: TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA PLACA ARRASTADORA E ARRASTADOR São acessórios do torno que servem para transmitir o movimento de rotação do eixo principal em peças a serem usinadas entrepontas

Leia mais

transmissão de movimento e transformação de movimento.

transmissão de movimento e transformação de movimento. Transmissão e transformação de movimento A UU L AL A O motor que aciona uma máquina nem sempre produz o movimento apropriado ao trabalho que se deseja realizar. Quando isso ocorre, torna-se necessário

Leia mais

Torno Mecânico. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc.

Torno Mecânico. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Torno Mecânico Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. EVOLUÇÃO DOS TORNOS O PRINCIPIO TORNO TIPOS DE TORNOS PARTES FUNDAMENTAIS DO TORNO HORIZONTAL ACESSÓRIOS SISTEMA DE FIXAÇÃO DA FERRAMENTA DE CORTE ANÉIS GRADUADOS

Leia mais

Fresando pelo processo Fellows

Fresando pelo processo Fellows Fresando pelo processo Fellows A UU L AL A Na aula passada, você aprendeu como fresar segundo um processo especial, o Renânia. Nesta aula, você vai ver outro processo especial de fresagem, o processo Fellows,

Leia mais

8 Micrômetro: tipos e usos

8 Micrômetro: tipos e usos A U A UL LA Micrômetro: tipos e usos Um problema Um mecânico precisava medir um eixo da maneira mais exata possível. Tentou a medição com paquímetro mas logo desistiu, pois esse instrumento não tinha resolução

Leia mais

CONJUNTOS MECÂNICOS. Figura 1. Representação de conjunto mecânico usando vistas ortográficas.

CONJUNTOS MECÂNICOS. Figura 1. Representação de conjunto mecânico usando vistas ortográficas. CONJUNTOS MECÂNICOS Tão importante quanto conhecer os elementos de máquinas e projetá-los, é saber representar graficamente e interpretar esses elementos em desenhos técnicos. Máquinas (torno mecânico,

Leia mais

Torneamento. Prof. Régis Kovacs Scalice. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville

Torneamento. Prof. Régis Kovacs Scalice. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Torneamento Prof. Régis Kovacs Scalice DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Visão sistêmica de

Leia mais

Acesse:

Acesse: Segurando as pontas As operações de tornear superfícies cilíndricas ou cônicas, embora simples e bastante comuns, às vezes apresentam algumas dificuldades. É o que acontece, por exemplo, com peças longas

Leia mais

SEM534 Processos de Fabricação Mecânica. Professor - Renato G. Jasinevicius. Aula: Máquina ferramenta- Torno. Torno

SEM534 Processos de Fabricação Mecânica. Professor - Renato G. Jasinevicius. Aula: Máquina ferramenta- Torno. Torno SEM534 Processos de Fabricação Mecânica Professor - Renato G. Jasinevicius Aula: Máquina ferramenta- Torno Torno Torno Existe uma grande variedade de tornos que diferem entre si pelas dimensões, características,

Leia mais

Realizando cálculos para o aparelho divisor(iii)

Realizando cálculos para o aparelho divisor(iii) Realizando cálculos para o aparelho divisor(iii) A UU L AL A A fresagem helicoidal é empregada na fresagem de ranhuras de peças como brocas, alargadores, machos e engrenagens helicoidais. Vamos supor,

Leia mais

TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA

TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA TORNO MEC. HORIZ. (PONTA E CONTRAPONTA DO TORNO ) DEFINIÇÃO: A ponta e contraponta (fig.1) são utilizadas para apoiar as extremidades do material a ser torneado externamente

Leia mais

3. TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA

3. TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA 8 3. TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA Os mecanismos de transmissão estão presentes em várias partes das máquinas e implementos agrícolas, transferindo potência e movimento, podendo atuar também como elemento de

Leia mais

Fresando engrenagens cônicas com dentes retos

Fresando engrenagens cônicas com dentes retos A U A UL LA Fresando engrenagens cônicas com dentes retos Na aula passada, você aprendeu a fresar engrenagens cilíndricas com dentes helicoidais, utilizando a grade de engrenagens. Nesta aula você vai

Leia mais

ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Oficina Mecânica para Automação - OMA

ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Oficina Mecânica para Automação - OMA II. AJUSTE & TOLERÂNCIA: Livro recomendado: Tolerâncias, Ajustes, Desvios e Análise de Dimençôes. Autores: Osvaldo Luiz Agostinho; Antonio Carlos dos Santos Rodrigues e Joâo Lirani. Editora Edgard Blucher

Leia mais

Semeadeira de 1 Linha para Motocultivador ou Tratorito Instruções do Operador

Semeadeira de 1 Linha para Motocultivador ou Tratorito Instruções do Operador R Semeadeira de 1 Linha para Motocultivador ou Tratorito Instruções do Operador INDÚSTRIA MECÂNICA KNAPIK LTDA. Rua Prefeito Alfredo Metzler, 480 - CEP 89400-000 - Porto União - SC Site: www.knapik.com.br

Leia mais

Disciplina: Metrologia Sistema de Medição Micrômetro

Disciplina: Metrologia Sistema de Medição Micrômetro Disciplina: Metrologia Sistema de Medição Micrômetro Profª: Janaina Fracaro de Souza Gonçalves Micrômetro Micrômetro: tipos e usos Jean Louis Palmer apresentou, pela primeira vez, um micrômetro para requerer

Leia mais

NOTAS DE AULAS (Práticas de Oficina)

NOTAS DE AULAS (Práticas de Oficina) Módulo: Processo de Fabricação PROCESSOS DE USINAGEM CONVENCIONAIS IX. Processos de Usinagem. Torneamento O torneamento é um processo mecânico de usinagem destinado a obtenção de superfícies de revolução

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 30/08/2009

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 30/08/2009 Questão 1 Conhecimentos Específicos - Fabricação Sobre a montagem de engrenagens para abertura de roscas em um torno, é correto afirmar: Deve-se garantir que a folga entre os dentes das engrenagens seja

Leia mais

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia. Prof.: Carlos

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia. Prof.: Carlos Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Campos de Presidente Epitácio LIDIANE FERREIRA Trabalho apresentado na disciplina de Elementos de Maquinas do Curso de Automação Industrial 3º módulo

Leia mais

TECNOLOGIA DE CONTROLE NUMÉRICO ASPECTOS DE PROCESSOS DE USINAGEM

TECNOLOGIA DE CONTROLE NUMÉRICO ASPECTOS DE PROCESSOS DE USINAGEM TECNOLOGIA DE CONTROLE NUMÉRICO ASPECTOS DE PROCESSOS DE USINAGEM FERRAMENTAS DE USINAGEM Sandvik Desbaste de Aços Pastilhas Positivas T-MAX U Superfícies na Peça Superfície Transitória Superfície a Usinar

Leia mais

1 Movimento Circular Lista de Movimento circular Cinemática do Ponto Material 7

1 Movimento Circular Lista de Movimento circular Cinemática do Ponto Material 7 Sumário 1 Movimento Circular 3 1.1 Lista de Movimento circular................................... 3 2 Cinemática do Ponto Material 7 3 Equilíbrio de Corpos no Espaço 9 3.1 Equilíbrio de Partícula.....................................

Leia mais

Árvores B. Hashing. Estrutura de Dados II Jairo Francisco de Souza

Árvores B. Hashing. Estrutura de Dados II Jairo Francisco de Souza Árvores B Hashing Estrutura de Dados II Jairo Francisco de Souza Funções Hashing Divisão Compressão de chaves alfanuméricas Multiplicação Enlaçamento Deslocado Limite Função Meio-Quadrado Extração Transformação

Leia mais

NOTAS DE AULAS (Práticas de Oficina)

NOTAS DE AULAS (Práticas de Oficina) Módulo: Processo de Fabricação PROCESSOS DE USINAGEM CONVENCIONAIS IX. Processos de Usinagem. Damos o nome de processos mecânicos de usinagem ao conjunto dos movimentos destinados à remoção do sobremetal

Leia mais

oeixo de Comando de Válvulas

oeixo de Comando de Válvulas oeixo de Comando de Válvulas 1 Detalhes técnicos Do eixo de comando de válvulas depende grande parte das principais características e comportamento de funcionamento do motor. É o comando de válvulas quem

Leia mais

APLICAÇÕES. Você vê engrenagens em quase tudo que tem partes giratórias. Transmissão de carro. Redutor de velocidade. Relógios

APLICAÇÕES. Você vê engrenagens em quase tudo que tem partes giratórias. Transmissão de carro. Redutor de velocidade. Relógios APLICAÇÕES Você vê engrenagens em quase tudo que tem partes giratórias.. Transmissão de carro Redutor de velocidade Relógios 1 CURSO ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO: Engrenagens são rodas com dentes padronizados

Leia mais

Rendimentos em Transmissões Mecânicas

Rendimentos em Transmissões Mecânicas Rendimentos em Transmissões Mecânicas NOME: Lucas Ribeiro Machado O que é Transmissões Mecânicas Transmissão mecânica são equipamentos ou mecanismo que tem a função de transmitir potência, torque ou rotação

Leia mais

(a) a aceleração angular média nesse intervalo de tempo. (b) o número de voltas dadas

(a) a aceleração angular média nesse intervalo de tempo. (b) o número de voltas dadas Capítulo 1 Movimento Circular 1. A velocidade angular de um ponto que executa um movimento circular varia de 20 rad/s para 40 rad/s em 5 segundos. Determine: (a) a aceleração angular média nesse intervalo

Leia mais

DESENHO GEOMÉTRICO 9º ANO Prof. Danilo A. L. Pereira. Atividades básicas no GEOGEBRA. Polígonos Regulares

DESENHO GEOMÉTRICO 9º ANO Prof. Danilo A. L. Pereira. Atividades básicas no GEOGEBRA. Polígonos Regulares Exercícios Polígonos Regulares 1 - Calcular a área de um triângulo. Para construção da figura você irá clicar no ícone que tem um triângulo, para fazer um polígono clique no ícone indicado por polígono,

Leia mais

Nome Matrícula Curso Daniel Pacheco de. Ciência da Queiroz. Computação Hendrickson

Nome  Matrícula Curso Daniel Pacheco de. Ciência da Queiroz. Computação Hendrickson Membros Nome E-mail Matrícula Curso Daniel Pacheco de Ciência da pacheco@dcc.ufmg.br 2004041140 Queiroz Computação Hendrickson Ciência da reiter@dcc.ufmg.br 2004041301 Reiter Langbehn Computação Engenharia

Leia mais

a-) o lado a da secção b-) a deformação (alongamento) total da barra c-) a deformação unitária axial

a-) o lado a da secção b-) a deformação (alongamento) total da barra c-) a deformação unitária axial TRAÇÃO / COMPRESSÃO 1-) A barra de aço SAE-1020 representada na figura abaixo, deverá der submetida a uma força de tração de 20000 N. Sabe-se que a tensão admissível do aço em questão é de 100 MPa. Calcular

Leia mais

Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico

Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico Módulo IV Aula 03 Conjuntos O desenho de conjunto representa um grupo de peças montadas tais como: dispositivos, ferramentas, máquinas, motores, equipamentos

Leia mais

SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I

SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I SEM 0564 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Notas de Aulas v.2016 Aula 11 Componentes de transmissão e união II: engrenagens, pinos, cavilhas. Prof. Assoc. Carlos Alberto Fortulan Departamento de Engenharia

Leia mais

SEMEADEIRA MANUAL INSTRUÇÕES DO OPERADOR

SEMEADEIRA MANUAL INSTRUÇÕES DO OPERADOR R SEMEADEIRA MANUAL INSTRUÇÕES DO OPERADOR INDÚSTRIA MECÂNICA KNAPIK LTDA Rua Prefeito Alfredo Metzler, 480 Bairro Santa Rosa 89.400-000 Porto União - SC Telefone (42)3522-2789 - 3522-1819 E-mail: vendas@knapik.com.br,

Leia mais

Canguru Brasil 2014 Nível PE - Soluções

Canguru Brasil 2014 Nível PE - Soluções 3 pontos Canguru Brasil 2014 Nível PE - Soluções 1. A joaninha irá assentar na flor que tiver cinco pétalas e três folhas. Qual das flores a seguir será escolhida pela joaninha? 1. Alternativa B A flor

Leia mais

SEM 0343 Processos de Usinagem. Professor: Renato Goulart Jasinevicius

SEM 0343 Processos de Usinagem. Professor: Renato Goulart Jasinevicius SEM 0343 Processos de Usinagem Professor: Renato Goulart Jasinevicius Torno Torno Existe uma grande variedade de tornos que diferem entre si pelas dimensões, características, forma construtiva, etc. Critérios

Leia mais

Características do MCU

Características do MCU ESCOLA ESTADUAL JOÃO XXIII A Escola que a gente quer é a Escola que a gente faz! Características do MCU APROFUNDAMENTO DE ESTUDOS - ENEM FÍSICA O MCU é periódico. Apresenta velocidade angular e velocidade

Leia mais

Introdução. Encoder absoluto. Introdução. Encoder incremental 05/13/2016

Introdução. Encoder absoluto. Introdução. Encoder incremental 05/13/2016 Introdução Introdução à Robótica Sensores (odometria) Prof. Douglas G. Macharet douglas.macharet@dcc.ufmg.br Encoder Medir a variação (rotação) do eixo da roda Velocidade Taxa de rotação Posição Número

Leia mais

FRESADORA. Equipe: Bruno, Desyrêe, Guilherme, Luana

FRESADORA. Equipe: Bruno, Desyrêe, Guilherme, Luana FRESADORA Equipe: Bruno, Desyrêe, Guilherme, Luana O que é: Máquina que possui movimento de rotação e que permite movimentar a peça em 3 ou mais eixos. (lineares ou giratórios). Máquina para execução facilitada

Leia mais

Siga as instruções referentes à segurança e ao meio ambiente contidas nos manuais de instruções e de oficina da máquina.

Siga as instruções referentes à segurança e ao meio ambiente contidas nos manuais de instruções e de oficina da máquina. Relatório de inspeção Motoniveladoras VOLVO CONSTRUCTION EQUIPMENT CARE INSPECTION Tipo de máquina N. de série Tempo de operação Equipamento, Número Data de entrega Página 1 (10) Proprietário Distribuidor

Leia mais

SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I

SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I SEM 0564 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Notas de Aulas v.2016 Aula 09 Componentes de transmissão e união I: eixos, chavetas, polias, correias Prof. Assoc. Carlos Alberto Fortulan Departamento de Engenharia

Leia mais

MEDIDORES ROTATIVOS MEDIDOR E ACESSÓRIOS

MEDIDORES ROTATIVOS MEDIDOR E ACESSÓRIOS MEDIDORES ROTATIVOS MEDIDOR 1450-20 E ACESSÓRIOS IMPORTANTE FORNECER O NÚMERO DE SÉRIE E MODELO DO EQUIPAMENTO. AS PEÇAS DEVERÃO SER REQUISITADAS DE ACORDO COM ESTE MANUAL DE PARTES MONTAGEM DO CONJUNTO

Leia mais

Exercícios de Linguagem C

Exercícios de Linguagem C Exercícios de Linguagem C Aspectos básicos 1. Fazer um programa para receber um número inteiro de segundos do usuário e imprimir a quantidade correspondente em horas, minutos e segundos. 2. Fazer um programa

Leia mais

Prof. A.F.Guimarães Questões Cinemática 5 Movimento Circular

Prof. A.F.Guimarães Questões Cinemática 5 Movimento Circular Questão Prof FGuimarães Questões Cinemática 5 Movimento Circular (MCK) Os ponteiros dos relógios convencionais descrevem, em condições normais, movimentos circulares uniformes (MCU) relação entre a velocidade

Leia mais

Elementos de Transmissão Correias

Elementos de Transmissão Correias Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo

Leia mais

USINAGEM USINAGEM. Prof. M.Sc.: Anael Krelling

USINAGEM USINAGEM. Prof. M.Sc.: Anael Krelling USINAGEM Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 No processo de Usinagem uma quantidade de material é removido com auxílio de uma ferramenta de corte produzindo o cavaco, obtendo-se assim uma peça com formas e dimensões

Leia mais

Introdução. Elementos de fixação

Introdução. Elementos de fixação A U A UL LA Introdução aos elementos de fixação Introdução Elementos de fixação constitui uma unidade de 3 aulas que faz parte do módulo Elementos de Máquinas. Nessa unidade, você vai estudar os principais

Leia mais

Capítulo I: Elementos de Fixação

Capítulo I: Elementos de Fixação Capítulo I: Elementos de Fixação Profª. Luziane M. Barbosa 1 Profª. Luziane M. Barbosa 2 1 Profª. Luziane M. Barbosa 3 Uniões Móveis Permanentes Profª. Luziane M. Barbosa 4 2 PINOS Funções: Possibilitar

Leia mais

24 Controle trigonométrico

24 Controle trigonométrico A U A UL LA Controle trigonométrico Um problema Certos tipos de peças, devido à sua forma, não podem ser medidos diretamente. Essas medições exigem auxílio de peças complementares e controle trigonométrico,

Leia mais

Resistência dos Materiais. Aula 6 Estudo de Torção, Transmissão de Potência e Torque

Resistência dos Materiais. Aula 6 Estudo de Torção, Transmissão de Potência e Torque Aula 6 Estudo de Torção, Transmissão de Potência e Torque Definição de Torque Torque é o momento que tende a torcer a peça em torno de seu eixo longitudinal. Seu efeito é de interesse principal no projeto

Leia mais

As molas são usadas, principalmente, nos casos de armazenamento de energia, amortecimento de choques, distribuição de cargas, limitação de vazão,

As molas são usadas, principalmente, nos casos de armazenamento de energia, amortecimento de choques, distribuição de cargas, limitação de vazão, MOLAS As molas são usadas, principalmente, nos casos de armazenamento de energia, amortecimento de choques, distribuição de cargas, limitação de vazão, preservação de junçõeses ou contatos. MOLAS HELICOIDAIS

Leia mais

2 - INSTALAÇÃO DO ARO

2 - INSTALAÇÃO DO ARO 2 - INSTALAÇÃO DO ARO MANUAL DE INSTALAÇÃO DE PORTAS DE SEGURANÇA Fig. 2 Aro instalado Antes de instalar o aro, remova a travessa anti-torção que se encontra na parte inferior do mesmo. Enfiar as 8 estafas

Leia mais

MOTOCULTIVADOR MOTOCULTIVADOR DIESEL - BFD 1100/1120

MOTOCULTIVADOR MOTOCULTIVADOR DIESEL - BFD 1100/1120 MOTOCULTIVADOR MOTOCULTIVADOR DIESEL - BFD 00/0 0 0.a.b.a.b 0 0 0 0 PEÇA (MOTOCULTIVADOR DIESEL) Junta Da Flange Flange Motocultivador Parafuso Sextavado MXmm Junta Da Caixa De Engrenagem Arruela De Pressão

Leia mais

Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica ABRIL/2014

Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica ABRIL/2014 Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica ABRIL/2014 Projetores já trabalham ao lado das máquinas operatrizes ou, muitas vezes, sobre elas, mostrando detalhes da própria peça durante a usinagem. CARACTERISTICAS

Leia mais

Ao longo de sua história, o ser humano

Ao longo de sua história, o ser humano M quinas simples Ao longo de sua história, o ser humano procurou melhorar suas condições de trabalho, principalmente no que se refere à redução de seu esforço físico. ara isso, o homem utilizou, inicialmente,

Leia mais

FIS-14 Prova 02 Novembro/2013

FIS-14 Prova 02 Novembro/2013 FIS-14 Prova 02 Novembro/2013 Nome: Nota: Duração máxima da prova: 240 min. Responda às questões de forma clara, completa e concisa dentro do espaço previsto. Uma parte da pontuação de cada questão será

Leia mais

Resistência dos Materiais

Resistência dos Materiais Aula 7 Estudo de Torção, Ângulo de Torção Ângulo de Torção O projeto de um eixo depende de limitações na quantidade de rotação ou torção ocorrida quando o eixo é submetido ao torque, desse modo, o ângulo

Leia mais

As máquinas de medir, na sua concepção tradicional, estão perdendo importância pelo fato:

As máquinas de medir, na sua concepção tradicional, estão perdendo importância pelo fato: Capítulo 8 MÁQUINAS DE MEDIR 8.1 INTRUDUÇÃO Máquina de medir é o nome corrente para sistemas de medição geométrico de porte razoável e que se assemelham às máquinas-ferramenta no que se refere à estrutura.

Leia mais

MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE

MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE AULA 8 ACIONAMENTO E MECANISMOS DE ELEVAÇÃO PROF.: KAIO DUTRA Acionamento Manual e Alavanca de Comando Um acionamento manual pode ser empregado em mecanismos de baixa

Leia mais

Exercício 1) Uma praça circular tem 200 m de raio. Quantos metros de grade serão necessários para cerca-la?

Exercício 1) Uma praça circular tem 200 m de raio. Quantos metros de grade serão necessários para cerca-la? O círculo e o número π As formas circulares aparecem com freqüência nas construções e nos objetos presente em nosso mundo. As formas circulares estão presentes: nas moedas, nos discos, roda do carro...

Leia mais

Aula Prática n o 2. Tema: O Microscópio Petrográfico: Operações Preliminares. Ajustes preliminares do microscópio

Aula Prática n o 2. Tema: O Microscópio Petrográfico: Operações Preliminares. Ajustes preliminares do microscópio Mineralogia Óptica, Nardy, A.J.R ; práticas, PII, pag.1 Aula Prática n o 2 Tema: O Microscópio Petrográfico: Operações Preliminares Ajustes preliminares do microscópio Perpendicularismo entre os polarizadores

Leia mais

DESENHO TÉCNICO MECÂNICO

DESENHO TÉCNICO MECÂNICO DESENHO TÉCNICO MECÂNICO Unidade 3 Roscas e Elementos de Máquinas Professor: Leonardo Mendes da Silva 1. Engrenagens: Engrenagens são rodas com dentes padronizados que servem para transmitir movimento

Leia mais

Uma atividade bem redonda!

Uma atividade bem redonda! Reforço escolar M ate mática Uma atividade bem redonda! Dinâmica 6 9º Ano 3º Bimestre DISCIPLINA Ano CAMPO CONCEITO Matemática Ensino Fundamental 9º Geométrico Circunferência e círculo Primeira Etapa Compartilhar

Leia mais

Abertura de Cala. Sistema Manivela Biela e Maquinetas de Excêntricos

Abertura de Cala. Sistema Manivela Biela e Maquinetas de Excêntricos Abertura de Cala Sistema Manivela Biela e Maquinetas de Excêntricos Os Sistemas de Manivela Biela e de Maquinetas de Excêntricos, são utilizados na formação da cala para inserção da trama para realizar

Leia mais

MÁQUINAS QUE FACILITAM O TRABALHO

MÁQUINAS QUE FACILITAM O TRABALHO MÁQUINAS QUE FACILITAM O TRABALHO 05/09/2016 1 05/09/2016 2 O homem sempre procurou criar ferramentas e dispositivos mecânicos que facilitassem seu trabalho, reduzindo o esforço ou buscando obter maior

Leia mais

Professora Bruna. Caderno 12 Aula 21. A bicicleta. Página 282

Professora Bruna. Caderno 12 Aula 21. A bicicleta. Página 282 Caderno 12 Aula 21 A bicicleta Página 282 Transmissão de Movimentos Circulares Na aula de hoje, estudaremos algumas aplicações com relação à transmissão dos movimentos circulares. Um exemplo comum dessa

Leia mais

Técnico em Fabricação Mecânica Usinagem Convencional (Fresagem) Prof. Msc. Doroteu Afonso Coelho Pequeno

Técnico em Fabricação Mecânica Usinagem Convencional (Fresagem) Prof. Msc. Doroteu Afonso Coelho Pequeno Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará Técnico em Fabricação Mecânica Usinagem Convencional

Leia mais

ELEVA TAMBOR BASCULANTE

ELEVA TAMBOR BASCULANTE ELEVA TAMBOR BASCULANTE MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO ZELOSO DESDE 1956 PREFÁCIO APLICAÇÃO: Este manual contém informações para a operação e manutenção, bem como uma lista ilustrada de peças do ELEVA

Leia mais

Colhedora de Forragem JF92-Z10 Rev. 00

Colhedora de Forragem JF92-Z10 Rev. 00 0 9 8 6 6 9 9 7 8 0 7 9 6 0 8 6 0 6 7 7 6 8 9 0 8 9 8 7 7 0.089 JF-9 Z0 Pág. / 6 Colhedora de Forragem JF9-Z0 Rev. 00 ITEM QTDE. do Produto 0.06898 Carcaça JF9-Z0 (Completa) 0.067 Conjunto da Plataforma

Leia mais

Catavento com manivela na engrenagem pequena

Catavento com manivela na engrenagem pequena Catavento com manivela na engrenagem pequena Com esse exercício podemos observar a relação de dentes das engrenagens. Como a manivela foi colocada na engrenagem menos ( dentes) precisamos girar-la vezes

Leia mais

AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC)

AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC) AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC) Tópicos que serão explorados na aula Introdução Tipos de MMCs Sistema de medição (as réguas e apalpadores) Programas computacionais Erros Compensação (Calibração

Leia mais

OPERAÇÕES MECÂNICAS I

OPERAÇÕES MECÂNICAS I Professor Miguel Reale Professor Me. Claudemir Claudino Alves OPERAÇÕES MECÂNICAS I Aluno: data: / / ATIVIDADE 4 REVISÃO GERAL DE AJUSTAGEM, TORNEARIA. Exercício 9 Um eixo de comprimento L = 250mm, Vc

Leia mais

INTRODUÇÃO A ROBÓTICA. Prof. MSc. Luiz Carlos Branquinho Caixeta Ferreira

INTRODUÇÃO A ROBÓTICA. Prof. MSc. Luiz Carlos Branquinho Caixeta Ferreira INTRODUÇÃO A ROBÓTICA Prof. MSc. Luiz Carlos Branquinho Caixeta Ferreira Um Efetuador é um dispositivo do robô que exerce um efeito sobre o ambiente. Variam desde pernas e rodas até braços e dedos. O controlador

Leia mais

MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA

MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA Professor: Diogo Santos Campos MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA Engenheiro Agrícola, D.Sc. diogo.campos@ifmg.edu.br https://sites.google.com/a/ifmg.edu.br/diogo/ (37)3431-4975

Leia mais

Apostila 2. Capítulo 11. Esses humanos e suas máquinas maravilhosas. Página 233

Apostila 2. Capítulo 11. Esses humanos e suas máquinas maravilhosas. Página 233 Apostila 2 Capítulo 11 Página 233 Esses humanos e suas máquinas maravilhosas Gnomo Máquinas O que seria do mundo moderno sem as máquinas? Por mais complexas que sejam as máquinas modernas todas utilizam

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE NOVA XAVANTINA

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE NOVA XAVANTINA GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE NOVA XAVANTINA Acadêmico (a) Disciplina: Máquinas Agrícolas Professor: Ms.

Leia mais

Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica MAIO/2014

Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica MAIO/2014 Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica MAIO/2014 Leitura no Sistema Inglês : Fração Ordinária Goniômetro simples O goniômetro simples, também conhecido como transferidor de grau, é utilizado em medidas

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE ESCADA PANTOGRÁFICA PF-1603, PF-1604 E PF-1605 (PF-1603-GF, PF1604-GF E PF-1605-GF)

MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE ESCADA PANTOGRÁFICA PF-1603, PF-1604 E PF-1605 (PF-1603-GF, PF1604-GF E PF-1605-GF) MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE ESCADA PANTOGRÁFICA PF-1603, PF-1604 E PF-1605 (PF-1603-GF, PF1604-GF E PF-1605-GF) D ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 04 2. ESPECIFICAÇÕES DA ESCADA PANTOGRÁFICA 04

Leia mais

COMO MONTAR O ARO MÓVEL 4 FUROS NO REQUADRO COM VIDRO:

COMO MONTAR O ARO MÓVEL 4 FUROS NO REQUADRO COM VIDRO: 1 INDÚSTRIA DE APARELHOS PARA GINÁSTICA LTDA VITA BASKET TABELA DE BASKET HIDRÁULICA MANUAL E ELÉTRICA MONTAGEM DA ESTRUTURA: Coloque o pino de trava da peça n. 2 (pistão) na peça n.1 (base). Coloque e

Leia mais

6 - FRESAMENTO. 6.1 Introdução

6 - FRESAMENTO. 6.1 Introdução 1 6 - FRESAMENTO 6.1 Introdução O processo fresagem pode ser aplicado aos mais diversos materiais, para realizar peças com superfícies planas ou curvas, com entalhes, com ranhuras, com sistemas de dentes,

Leia mais

Movimentos circulares e uniformes

Movimentos circulares e uniformes Movimento circular Movimentos circulares e uniformes Características do movimento circular e uniforme (MCU) Raio da trajetória (R): A trajetória de um ponto material em MCU é uma circunferência, cujo raio,

Leia mais

Processos de Usinagem

Processos de Usinagem Processos de Usinagem Torneamento O torneamento é um processo mecânico de usinagem destinado à obtenção de superfícies de revolução com auxílio de uma ou mais ferramentas monocortantes. Para tanto, a peça

Leia mais

Prova Brasil de Matemática - 9º ano: espaço e forma

Prova Brasil de Matemática - 9º ano: espaço e forma Avaliações externas Prova Brasil de Matemática - 9º ano: espaço e forma A análise e as orientações didáticas a seguir são de Luciana de Oliveira Gerzoschkowitz Moura, professora de Matemática da Escola

Leia mais

Paquímetro: tipos e usos

Paquímetro: tipos e usos Paquímetro: tipos e usos A U U L A L A Como a empresa fabricou muitas peças fora das dimensões, o supervisor suspendeu o trabalho e analisou a causa do problema. Concluiu que a maioria dos profissionais

Leia mais

ANÁLISE DE MOVIMENTO RELATIVO USANDO UM SISTEMA DE EIXOS EM ROTAÇÃO (Sec. 16.8) Na descrição dos movimentos de pontos de um único corpo rígido, ou de

ANÁLISE DE MOVIMENTO RELATIVO USANDO UM SISTEMA DE EIXOS EM ROTAÇÃO (Sec. 16.8) Na descrição dos movimentos de pontos de um único corpo rígido, ou de ANÁLISE DE MOVIMENTO RELATIVO USANDO UM SISTEMA DE EIXOS EM ROTAÇÃO (Sec. 16.8) Na descrição dos movimentos de pontos de um único corpo rígido, ou de pontos em corpos rígidos articulados, as análises de

Leia mais

Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica. Eixos e árvores

Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica. Eixos e árvores Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica Eixos e árvores Introdução 1.1 Conceitos fundamentais 1.2 Considerações sobre fabricação 1.3 Considerações sobre projeto

Leia mais

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM DIFERENCIAL COMO MODELO PEDAGÓGICO

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM DIFERENCIAL COMO MODELO PEDAGÓGICO PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM DIFERENCIAL COMO MODELO PEDAGÓGICO Vitor Alcácer ¹, Francisco Ávila ², Prof. Carlos Fortes ³, Prof. Dr.ª Rosa Marat-Mendes ³ 1 Ex-aluno Engenharia Mecânica Ramo Produção da ESTSetúbal

Leia mais