AQUISIÇÃO DO IMOBILIZADO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AQUISIÇÃO DO IMOBILIZADO"

Transcrição

1 ATIVO IMOBILIZADO Ativo imobilizado é o item tangível que: É mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias ou serviços, para aluguel a outros, ou para fins administrativos; e se espera utilizar por mais de um período. Correspondem aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram a ela os benefícios, os riscos e o controle desses bens. A lei nº 6.404/76, artigo 179, inciso IV, Considera-se Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os de propriedade industrial ou comercial. Definição do CFC. São os bens e direitos tangíveis e intangíveis, utilizados na consecução das atividades-fim da empresa. Segundo o IBRACON: Definiu que se classificam neste grupo os bens tangíveis ou intangíveis utilizados ou a serem utilizados na manutenção das atividades da empresa, cuja vida útil econômica seja igual ou superior a um ano e que não estejam destinados à venda ou à transformação em numerário a) Bens tangíveis: que têm um corpo físico, tais como terrenos, obras civis, máquinas, móveis, veículos, benfeitorias em propriedades arrendadas, direitos sobre recursos naturais, etc. b) Bens intangíveis: cujo valor reside não em qualquer propriedade física, mas nos direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores, tais como patentes, direitos autorais, marcas, etc. BENS TANGÍVEIS OU INTANGÍVEIS UTILIZADOS OU A SEREM UTILIZADOS NA MANUTENÇÃO DAS ATIVIDADES DA EMPRESA, CUJA VIDA ÚTIL ECONÔMICA SEJA SUPERIOR A UM ANO E QUE NÃO ESTEJAM DESTINADOS À VENDA. AQUISIÇÃO DO IMOBILIZADO Pequeno valor O artigo 301 do decreto 3000/99(RIR), fixou que a aquisição de imobilizado em valor inferior a R$ 326,61 poderá ser lançada diretamente como despesa. Art O custo de aquisição de bens do ativo permanente não poderá ser deduzido como despesa operacional, salvo se o bem adquirido tiver valor unitário não superior a trezentos e vinte e seis reais e sessenta e um centavos, ou prazo de vida útil que não ultrapasse um ano (Decreto-Lei nº 1

2 1.598, de 1977, art. 15, Lei nº 8.218, de 1991, art. 20, Lei nº 8.383, de 1991, art. 3º, inciso II, e Lei nº 9.249, de 1995, art. 30). 1º Nas aquisições de bens, cujo valor unitário esteja dentro do limite a que se refere este artigo, a exceção contida no mesmo não contempla a hipótese onde a atividade exercida exija utilização de um conjunto desses bens. 2º Salvo disposições especiais, o custo dos bens adquiridos ou das melhorias realizadas, cuja vida útil ultrapasse o período de um ano, deverá ser ativado para ser depreciado ou amortizado (Lei nº 4.506, de 1964, art. 45, 1º). Icms na aquisição do imobilizado (RICMS-SP Artigo 61) Para a compensação, será assegurado ao contribuinte,..., o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado, relativamente a mercadoria entrada, real ou simbolicamente, em seu estabelecimento, O crédito decorrente de entrada de mercadoria destinada à integração no ativo permanente, observado o disposto no item 1 do 2º do artigo 66: 1 - será apropriado à razão de um quarenta e oito avos por mês, devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento; 11 - Na transferência de bem pertencente ao ativo imobilizado antes de ser concluída a apropriação de crédito prevista no parágrafo anterior, fica assegurado ao estabelecimento destinatário o direito de creditar-se das parcelas remanescentes até consumar-se o aproveitamento integral do crédito relativo àquele bem, observado o procedimento a seguir: Exemplo: Aquisição de bens do fornecedor COMPRA DO IMOBILIZADO A empresa adquiriu, a prazo (60 dias), 3 motores, da Serpe industria Ltda., conforme dados e admitindo-se recuperação do icms em 48 meses: Valor da Mercadoria R$ 2.000,00 Valor do icms (diferido em 48 x) R$ 360,00 (a recuperar) Valor do IPI R$ 300,00 Valor total da NF. R$ 2.300,00 Lançamento contábil da entrada do bem na empresa: D Móveis e utensílios 1.940,00 D ICMS a recuperar 90,00 D ICMS a recuperar 270,00 C Contas a pagar 2.300,00 2

3 Aquisição através de financiamento 2.1 A empresa adquiriu um veículo utilitário, por meio de financiamento bancário, com juros pré-fixado conforme dados: Fornecedor: marque com. veículos Ltda. NF do fornecedor: R$ ,00 Icms (imposto recuperado) R$ 5.400,00 Financiador: Banco Igor S.A. Valor financiado: R$ ,00 Forma de pagamento: 24 de R$ 1.400, A empresa adquiriu uma máquina industrial, por meio de financiamento bancário, conforme dados: Fornecedor: Marabá comércio de máquinas Ltda NF do fornecedor: R$ ,00 ICMS (imposto recuperado) R$ 1.800,00 Financiador: Banco Igor S.A. Valor financiado: R$ ,00 Forma de pagamento: 8 parcelas mensais Juros reais 24% ao ano - 2% ao mês 3 - Adiantamento para compra de imobilizado A empresa fez um adiantamento à Caravela Ltda., em fevereiro para que esta lhe forneça uma máquina que irá compor o imobilizado quando de sua chegada em abril. Valor do adiantamento : R$ 8.000,00 Restante a ser pago na chegada R$ ,00 Valor total da NF: R$ ,00 Icms (imposto recuperado): R$ 3.600,00 Pede-se: Efetue os lançamentos pelo adiantamento ao fornecedor Efetue os lançamentos na chegada do bem 4 - Aquisição por FABRICAÇÃO PRÓPRIA EXEMPLO) A empresa resolveu produzir internamente uma máquina a ser utilizada na área industrial em agosto Conforme controle interno, os gastos para a produção da máquina foram: GASTO DATA DO DOCUMENTO FORNECEDOR VALOR Peças 04/06/04 NF Cava Com. Ltda ,00 Chapas de Ferro 04/06/04 NF Marcuci coml Ltda ,00 Parafusos e Porcas 04/06/04 NF 7233 Gomes Coml. Ltda. 100,00 Salários e Encargos 31/06/04 Folha de Pgto Empregados 1.358,00 3

4 Salários e Encargos 31/07/04 Folha de Pgto Empregados 1.358,00 Dados da folha; salário R$ 1.000,00, FGTS 80,00, INSS (empresa) 278,00. Lançamento em junho Lançamento em julho Lançamento em agosto D C Aquisição de bem através de consórcio Vamos considerar os seguintes dados: Contrato; objeto: veiculo forma de pagamento: 24 parcelas mensais. Valor das parcelas R$ 1.500,00 Obs: o valor da parcela está sujeito a variação por conta do aumento de preço do objeto do consorcio. No pagamento das parcelas Pgto da parcela do consórcio no valor de R$ 1.500,00 (em ch do Banco Anchieta) D C 4

5 Chegada do bem após 13 parcela: Valor do bem (conf. NF) ,00. Icms (destacado) 7.200,00 Saldo restante (11 x 1.900,00): R$ ,00 Saldo da conta "em andamento": R$ ,00 após o pagamento da 13 parcela ,00 Lançamento da chegada do bem. DEPRECIAÇÃO / AMORTIZAÇÃO / EXAUSTÃO Conforme artigo 183, 2º, da lei 6.404/76, A redução de valor dos elementos do ativo imobilizado será registrada periodicamente nas contas de: A) Depreciação, quando corresponder à perda do valor dos direitos que tem por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência. B) Amortização, quando corresponder a perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada, ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. C) Exaustão, quando corresponder a perda de valor, decorrente da sua exploração, de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa exploração." 5

6 Perda de valor do imobilizado Depreciação para bens tangíveis do imobilizado Exaustão para os recursos naturais do imobilizado (minas, pedreiras, etc.) Amortização para os bens intangíveis do imobilizado DEPRECIAÇÕES DO IMOBILIZADO Depreciação Perda de valor de bens tangíveis do ativo permanente, sujeito ao desgaste, por uso, obsolescência normal ou ação natural. Bens não sujeitos a depreciação: Bens sujeitos a exaustão Bens sujeitos a amortização terrenos Antiguidades ou obras de arte Benfeitorias em imóveis de terceiros Cálculo da depreciação: Há vários métodos para o cálculo da depreciação, porém, o método mais usual, é o método da linha reta ou método linear ou método das cotas constantes, que usaremos em nosso estudo. Método das cotas constantes Depreciação = Valor do Bem (-) Valor Residual Vida Útil A) Valor do bem: 1) CUSTO DE AQUISIÇÃO OU FABRICAÇÃO PRÓPRIA (princípio do valor original) ou 2) VALOR DE MERCADO QUANDO REAVALIADO Através de laudo técnico conforme lei Obs: Reavaliação de ativos será abordado em outro módulo 6

7 B) Valor residual Valor de venda do bem após a vida útil. Obs: para efeito de cálculo o valor residual é igual a zero C) Vida Útil (resolução 162/98 / DOU 07/01/99) Os critérios básicos de depreciação, de acordo com a legislação fiscal, estão consolidados no regulamento do imposto de renda através de seus artigos 248 a 256. As taxas anuais de depreciação normalmente admitidas pelo fisco para uso normal dos bens em um turno de oito horas diárias constam, todavia, de publicações à parte, da secretaria da receita federal, sendo sumariamente como segue: BEM TAXA ANUAL VIDA ÚTIL Edifícios 4 % 25 anos Maquinas e equipamentos 10 % 10 anos Instalações 10 % 10 anos Móveis e utensílios 10 % 10 anos Veículos de passageiros 20 % 5 anos Veículos com + de 10 passageiros 25 % 4 anos Veículos de transporte de mercadorias 25 % 4 anos Computadores e periféricos 20 % 5 anos Ferramentas 10 % 10 anos Tratores 25 % 4 anos O fisco admite ainda que a empresa adote taxas diferentes de depreciação, quando suportadas por laudo pericial do instituto nacional de tecnologia, ou de outra entidade oficial de pesquisa cientifica ou tecnológica (art.253, 2º do RIR/99). Portanto o LAUDO DE VIDA ÚTIL deve prevalecer sobre a tabela da Receita Federal Cota de depreciação: a) Cálculo utilizando a vida útil Valor do bem (R$) = cota anual de depreciação Vida útil (anos) Cota anual = cota mensal 12 meses 7

8 b) Cálculo utilizando a taxa de depreciação Taxa x valor do bem = cota de depreciação (constante) Lançamento Contábil D C Depreciações Depreciação acumulada Depreciações - Despesas dedutíveis. A conta contábil depreciações ou encargos com depreciações, representa uma conta de despesa operacional e é uma despesa dedutível na apuração do imposto de renda para optantes do Lucro Real. INÍCIO E FIM DOS LANÇAMENTOS: Os lançamentos contábeis devem ser iniciados no mês, excetuando-se o dia da operação, em que o bem entrar em operação, e devem ser encerrados até que o valor das depreciações acumuladas atinja o valor do bem, ou até o momento que a empresa deixar de utilizar o bem, por qualquer motivo. Notas importantes 1. O saldo da conta depreciação acumulada não poderá ser superior ao valor do bem 2. No momento em que a empresa deixar de usar o bem não poderá efetuar lançamentos de depreciações 3. Não poderá ocorrer lançamento de despesa com depreciação no resultado anual superior a cota anual de depreciação de cada bem. 4. As cotas não contabilizadas no período, não poderão ser contabilizadas ou compensadas nos períodos seguintes. Valor contábil do bem: Valor Contábil do bem (=) custo do bem (-) depreciação acumulada do bem Exercício: 1) DADOS: a) Saldos em X0: Conta Máquinas e Equipamentos R$ ,00 (-) Depreciação acumulada de Equipamentos R$ ,00 b) Aquisição de Equipamentos em X1 R$ ,00 liquido do icms c) vida útil 10 anos Forneça o valor da despesa dedutível no ano de X1: 8

9 2) DADOS: a) Saldos em X0: Conta Máquinas e Equipamentos R$ ,00 (-) Depreciações Acumuladas sobre Máquinas e Equipamentos R$ ,00 b) Aquisição de Equipamentos em X1 (custo final) R$ ,00 c) Vida útil de Máquinas e Equipamentos 10 anos Qual o valor máximo admitido como Encargos com depreciações para o ano de X1: 3) A empresa NERA Adquiriu, em 3 pagamentos iguais, em janeiro 20x4, os seguintes bens todos com incidência de ICMS de 18% e todos entram em operação em fev de 20x4. A) uma máquina de produção no valor de ,00 (vida útil de 7 anos). B) uma ferramenta no valor de 250,00 (vida útil de 3 anos) C) uma ferramenta no valor de 1.250,00 (vida útil de 3 anos) D) um equipamento para produção no valor de ,00 (vida útil 8 anos) E) Uma máquina no valor de 900,00 (vida útil de 11 meses) FAÇA o lançamento contábil das aquisições e determine a cota de depreciação para cada uma Controle do bem Considerando que a legislação do ICMS determina, que o direito ao crédito deverá ser mensal a razão de 1/48; Considerando a contabilização da perda de valor do imobilizado amparado nos princípios contábeis e na legislação do IR. Considerando que os bens do imobilizado compõem o ativo não corrente, sendo, portanto capital fixo da empresa; Considerando ainda a necessidade do controle físico dos bens do ativo; Os bens do ativo permanente imobilizado requerem um controle especial e individualizado dos elementos que compõem cada conta do ativo permanente imobilizado. 9

10 Modelo do controle do bem BEM CONTROLE DO IMOBILIZADO Aquisição Valor original Crédito ICMS Custo do bem DEPRECIAÇÃO ACUMULADA CRÉDITO DO ICMS Cota mensal Inicio da depreciação Cota mensal Inicio do crédito Competência Valor lançado Acumulado Competência Valor lançado saldo EXEMPLO DE AQUISIÇÃO DO IMOBILIZADO A EMPRESA METAL adquire para a fábrica, em 16 de junho, em três parcela iguais, um equipamento industrial alfabeta no valor de R$ ,00 com 18% de Icms incluso. O equipamento entra em operação em 26 de junho. CÁLCULO DO CUSTO DO BEM Valor do bem (nf) Icms 18% ( ) Custo de aquisição Crédito total Crédito mensal Curto prazo Longo prazo CALCULO DO ICMS EFETUE LANÇAMENTO DA AQUISIÇÃO EM 16 DE JUNHO 10

11 BEM CONTROLE DO IMOBILIZADO Aquisição Valor original Crédito ICMS Custo do bem DEPRECIAÇÃO ACUMULADA CRÉDITO DO ICMS Cota mensal Inicio da depreciação Cota mensal Inicio do crédito Competência Valor lançado Acumulado Competência Valor lançado saldo LANÇAMENTO DA COTA DE DEPRECIAÇÃO EM? / APROVEITAMENTO DO CRÉDITO DO ICMS EM? / RAZONETES 11

12 NO BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO ATIVO PERMANENTE IMBILIZADO CÓDIGO DA CONTA NOME DA CONTA SALDO DA CONTA D/C VALOR CONTÁBIL DO EQUIPAMENTO = NO BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO ATIVO CIRCULANTE CÓDIGO DA CONTA NOME DA CONTA SALDO DA CONTA D/C NO BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO ATIVO REALIZAVEL A LONGO PRAZO CÓDIGO DA CONTA NOME DA CONTA SALDO DA CONTA D/C Exercício - O Balanço de 31/12/x1, da Indústria Alba, apresentou entre outros, os seguintes dados: MÁQUINA INDUSTRIAL HOLPE Depreciação Acumulada da máquina R$ ,00 (D) R$ ,50 (C) Considerando que, desde o mês da sua entrada em funcionamento, o referido tear só foi utilizado em 1 (um) turno diário de 8 (oito) horas e que na contabilidade os encargos de depreciação pertinentes sempre foram registrados pela taxa anual de 10 % (dez por cento), o período restante de depreciação (em meses), se mantidas a mesma taxa e continuidade na contabilização dos encargos, era, naquela data, de:. 12

13 Depreciação de bens usados 1 - Vida útil será determinada pelo maior prazo entre as alternativas a) metade da vida útil do bem novo (tabela da receita federal) b) restante da vida útil, considerada esta em relação à primeira utilização. 2 alternativamente a vida útil poderá ser determinada por laudo técnico, o mesmo critério utilizado para os bens novos ou reavaliados. EXEMPLO) - Uma empresa adquiriu os seguintes bens usados em 09 de Agosto: Uma máquina industrial aa com 4 anos e 4 meses de uso no valor de R$ ,00. Um veículo de passageiro com 2 anos de 9 meses de uso no valor de R$ ,00. Um equipamento industrial bb com 6 anos e 9 meses de uso no valor de R$ ,00. Sabendo que a empresa fecha balanço em dezembro, qual o valor contábil no balanço para os bens acima?. Depreciação acelerada O conceito de perda de valor dos bens tangíveis do imobilizado, as depreciações, tem por base uso normal dos bens em um turno de oito horas diárias, ocorre, porém que em determinadas empresas a utilização dos bens do imobilizado supera a jornada normal, ocorrendo, portanto a Depreciação acelerada, que somente pode ser admitida para bens móveis. Aceleração admitida Para 16 horas diárias (como rotina) admite-se uma aceleração de 50 % Para 24 horas diárias (como rotina) admite-se uma aceleração de 100 % Cálculo da Depreciação Acelerada: Cota de depreciação x índice de aceleração Índice de aceleração Turno de 8 horas Aceleração Índice de aceleração 1 turno 0% 1,0 2 turnos 50% 1,5 3 turnos 100% 2,0 13

14 Assim, se a empresa trabalha normalmente 8 horas diárias, a taxa admitida de depreciação das máquinas é de 10% ao ano. se trabalhar em dois turnos (16 horas), pode usar a taxa de 15% ao ano, e se trabalha três turnos (24 horas), a taxa admitida é de 20% ao ano. exercícios 1) Uma máquina industrial, cuja previsão de vida útil é de 10 (dez) anos, e registrada pelo valor de R$ ,00 está sendo utilizada, ininterruptamente, 16 (dezesseis) horas por dia. Qual a cota mensal máxima de depreciação permitida para esta máquina? 2) Uma Empresa adquire uma máquina operatriz, em março, no valor de R$ ,00, para operar em dois turnos de 8 (oito) horas. Quantos meses levarão, para o valor contábil da máquina, ser igual a zero. 14

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.9 DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO Conteúdo Item DISPOSIÇÕES GERAIS 1 OBJETIVOS E

Leia mais

EXAME DE SUFICIÊNCIA - 01/2000 I - CONTABILIDADE GERAL

EXAME DE SUFICIÊNCIA - 01/2000 I - CONTABILIDADE GERAL EXAME DE SUFICIÊNCIA - 01/2000 I - CONTABILIDADE GERAL 1 - Podemos considerar como fato permutativo a transação: a) compra de galpão para a fábrica. b) venda de mercadoria a prazo. c) pagamento de salários

Leia mais

Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli

Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli USP/FEA/EAC Curso de Graduação em Administração Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli 1 DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

CPC 06 Arrendamento Mercantil

CPC 06 Arrendamento Mercantil COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS - CPC CPC 06 Arrendamento Mercantil O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) no âmbito da Gestão Contábil com o pronunciamento técnico CPC 06, tem por objetivo determinar,

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 28 DE FEVEREIRO DE 2011 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 28 DE FEVEREIRO DE 2011 (Em R$ Mil) CNPJ 47.902.648/0001-17 CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 28 DE FEVEREIRO DE 2011 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos 46 Fornecedores 41.785 Aplicações Financeiras 5.541 Provisão

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS APAE MORADA NOVA DE MINAS/MG

ASSOCIAÇÃO DOS PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS APAE MORADA NOVA DE MINAS/MG DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCICIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 31 DE DEZEMBRO DE 2007. Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado do Exercício Demonstração das mutações do patrimônio líquido

Leia mais

Contabilidade Geral Prova 2 Gabarito 1 Questão 01 A questão solicita que o candidato indique a afirmativa incorreta, que é encontrada na alternativa c : No ativo, as contas serão dispostas em ordem crescente

Leia mais

Procedimentos contábeis: segundo o método das partidas dobradas. Profa. Daciane de Oliveira Silva

Procedimentos contábeis: segundo o método das partidas dobradas. Profa. Daciane de Oliveira Silva Procedimentos contábeis: segundo o método das partidas dobradas Profa. Daciane de Oliveira Silva Procedimentos contábeis Na aula 2, foi preparado um balanço após a ocorrência de cada operação da empresa.

Leia mais

CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS VOLTA REDONDA - Gabarito

CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS VOLTA REDONDA - Gabarito . UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2010 e 1 o semestre letivo de 2011 CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS VOLTA REDONDA - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique se este

Leia mais

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/ (R$) ,29

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/ (R$) ,29 ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 1. Informar o lucro líquido do exercício. (R$) 864.940.364,29 2. Informar o montante global e o valor por ação dos dividendos,

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CÂMARA MUNICIPAL DE OURO BRANCO MG EXERCÍCIO DE 2014

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CÂMARA MUNICIPAL DE OURO BRANCO MG EXERCÍCIO DE 2014 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CÂMARA MUNICIPAL DE OURO BRANCO MG EXERCÍCIO DE 2014 DIRETRIZES CONTÁBEIS Tendo em vista as inovações da Contabilidade no Setor Público, o Poder Legislativo

Leia mais

Contabilidade Básica - Material 4 - Prof. Marcos César Bottaro

Contabilidade Básica - Material 4 - Prof. Marcos César Bottaro Contas Anteriormente registramos cada uma das operações contábeis diretamente no balanço patrimonial. Contudo, na prática, cada uma dessas operações ocorre inúmeras vezes no decorrer de um único dia, tornando

Leia mais

Modelo de Plano de Contas Detalhado

Modelo de Plano de Contas Detalhado Modelo de Plano de Contas Detalhado Código da Conta Descrição da Conta 1. A T I V O 1.1 ATIVO CIRCULANTE 1.1.01 DISPONÍVEL 1.1.01.01 Caixa 1.1.01.02 Bancos c/ Movimento 1.1 01.03 Aplicações Financeiras

Leia mais

É com uma grande satisfação que apresentamos para vocês um Plano de Contas Atualizado para Provas de Contabilidade Geral (Contas Patrimoniais).

É com uma grande satisfação que apresentamos para vocês um Plano de Contas Atualizado para Provas de Contabilidade Geral (Contas Patrimoniais). Olá, meus amigos! Tudo bem? É com uma grande satisfação que apresentamos para vocês um Plano de Contas Atualizado para Provas de Contabilidade Geral (Contas Patrimoniais). O plano foi elaborado pelo nosso

Leia mais

CAPITULO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO GOVERNO FEDERAL - SIAFI

CAPITULO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO GOVERNO FEDERAL - SIAFI CAPITULO 020000 - SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO GOVERNO FEDERAL - SIAFI SECAO 021200 - FACILIDADE PARA UTILIZAÇÃO DO SIAFI (DICAS) ASSUNTO 021216 - PROCEDIMENTO PARA INCLUSÃO DE FOLHA

Leia mais

Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo

Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. MÓDULO DE QUESTÕES DE CONTABILIDADE

Leia mais

Razonete e Balancete. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN

Razonete e Balancete. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN Razonete e Balancete Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN 9788502065901 Razonete Também denominada gráfico em T ou conta em T, o razonete - uma versão simplificada do

Leia mais

FUNEPU Demonstrações Contábeis 2009. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS em 31 de dezembro de 2009 acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

FUNEPU Demonstrações Contábeis 2009. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS em 31 de dezembro de 2009 acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS em 31 de dezembro de 2009 acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes 1 FUNDAÇÃO DE ENSINO E PESQUISA DE UBERABA - FUNEPU CNPJ 20.054.326/0001-09 BALANÇO PATRIMONIAL PARA

Leia mais

Contabilidade Questões Comentadas da Cesgranrio

Contabilidade Questões Comentadas da Cesgranrio 1 - (Cesgranrio - Contador ANP - 2008) A Indústria Alvorada, no Balanço encerrado em 31 de dezembro de 2006, apresentou a seguinte informação parcial, em reais, de seu Ativo Permanente / Imobilizado: Computadores

Leia mais

SIMULADOS elaborados pelo Prof: Humberto Lucena

SIMULADOS elaborados pelo Prof: Humberto Lucena SIMULADOS elaborados pelo Prof: Humberto Lucena Em cada questão, marque o item correto: 1. O princípio contábil que atribui às entidades personalidade própria, distinta da dos sócios, é o princípio da:

Leia mais

Unidade II. No ativo, a disposição das contas obedece ao grau decrescente de liquidez dos elementos nelas registrados.

Unidade II. No ativo, a disposição das contas obedece ao grau decrescente de liquidez dos elementos nelas registrados. Unidade II 8 ATIVO Ativo compreende, como já vimos, os bens e direitos da empresa, classificados de acordo com sua destinação específica, que varia segundo os fins da empresa. No ativo, a disposição das

Leia mais

Contabilidade Introdutória

Contabilidade Introdutória Contabilidade Introdutória Profa. Mara Jane Contrera Malacrida 1 Ö : Parte residual do patrimônio Riqueza líquida da empresa PL = Ativo Passivo Evidencia os recursos dos proprietários aplicados no empreendimento

Leia mais

ASPECTOS ECONÔMICOS E FINANCEIROS DA IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DE ATERROS SANITÁRIOS

ASPECTOS ECONÔMICOS E FINANCEIROS DA IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DE ATERROS SANITÁRIOS ASPECTOS ECONÔMICOS E FINANCEIROS DA IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DE ATERROS SANITÁRIOS Maio / 2009 Aspectos Econômicos e Financeiros - Estudo da FGV 1 Estudos publicados pela ABETRE Aspectos Econômicos e Financeiros

Leia mais

1 CONCEITO DE CONTAS. Teoria Patrimonalista Patrimoniais (bens, direitos, obrigações e P.L) Resultado (despesa e receita)

1 CONCEITO DE CONTAS. Teoria Patrimonalista Patrimoniais (bens, direitos, obrigações e P.L) Resultado (despesa e receita) R O T E I R O 1) CONCEITO DE CONTAS 2) ELEMENTOS DE UMA CONTA 3) FUNÇÃO E FUNCIONAMENTO DAS CONTAS 4) MECANISMOS DE DÉBITO E CRÉDITO 5) CONTAS SINTÉTICAS E ANÁLITICAS 6) CONTAS DE RESULTADO 7) CONTAS BILATERAIS

Leia mais

Regime Tributário de Transição: as normas de contabilidade e os impactos fiscais

Regime Tributário de Transição: as normas de contabilidade e os impactos fiscais Regime Tributário de Transição: as normas de contabilidade e os impactos fiscais Palestrantes Natanael Martins José Antonio Minatel São Paulo, 20 de junho de 2012 Lei 11.638/07 (convergência aos padrões

Leia mais

CONVÊNIO ICMS 108, DE 28 DE SETEMBRO DE 2012

CONVÊNIO ICMS 108, DE 28 DE SETEMBRO DE 2012 CONVÊNIO ICMS 108, DE 28 DE SETEMBRO DE 2012 Autoriza o Estado de São Paulo a dispensar ou reduzir multas e demais acréscimos legais mediante parcelamento de débitos fiscais relacionados com o ICM e o

Leia mais

Balancete Analítico (Valores em Reais)

Balancete Analítico (Valores em Reais) 00001 10000 1000000000 ATIVO 309.270,05 1.240.064,27 1.224.455,51 324.878,81 11000 1100000000 ATIVO CIRCULANTE 298.615,65 1.239.684,27 1.224.455,51 313.844,41 11100 1101000000 NUMERARIOS 46.696,24 80.260,63

Leia mais

JUSPODIVM

JUSPODIVM MATERIAL ETRA COMENTÁRIOS DAS QUESTÕES DA PROVA AFRF - 2005 31 - Ana quer vender um apartamento por R$ 400.000,00 à vista ou financiado pelo sistema de juros compostos a taxa de 5% ao semestre. Paulo está

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL - ANEXO 14

BALANÇO PATRIMONIAL - ANEXO 14 ATIVO Exercício Atual PASSIVO Exercício Atual ATIVO CIRCULANTE 652.201,35 PASSIVO CIRCULANTE 236.288,68 Caixa e Equivalentes de Caixa 652.201,35 Obrigações Trabalhistas, Previdenciárias e Assistenciais

Leia mais

ODONTOPREV S.A. Senhores Acionistas,

ODONTOPREV S.A. Senhores Acionistas, ODONTOPREV S.A. Proposta de Destinação do Lucro Líquido do Exercício - Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a ser realizada em 25/03/2010 (art. 9º da Instrução CVM 481/2009) Senhores Acionistas,

Leia mais

TABELA CRT E CSOSN - SIMPLES NACIONAL

TABELA CRT E CSOSN - SIMPLES NACIONAL TABELA CRT E CSOSN - SIMPLES NACIONAL Código CRT Código de regime tributário Comentários 1 SIMPLES NACIONAL quando for optante pelo Simples Nacional. 2 3 Código SIMPLES NACIONAL - EXCESSO DE SUBLIMITE

Leia mais

Lucro Fiscal x Lucro Societário

Lucro Fiscal x Lucro Societário Lei n o 12. 973/14 Lucro Fiscal x Lucro Societário Alterações Práticas na Atividade Comercial Prof. Eric Aversari Martins Um Breve Histórico 11.638/07 Harmonização das Normas Contábeis 11.941/09 Instituição

Leia mais

Esquema Básico de Custos (Absorção)

Esquema Básico de Custos (Absorção) Esquema Básico de Custos (Absorção) Vamos exemplificar o esquema básico da Contabilidade de Custos, lembrando que é parte relativa a utilização de Custos para Avaliação de Estoques para fins fiscais e

Leia mais

Lucros não Realizados na Consolidação das D.C. Universidade Federal de Pernambuco Contabilidade Societária 2 Profa: Márcia Tavares

Lucros não Realizados na Consolidação das D.C. Universidade Federal de Pernambuco Contabilidade Societária 2 Profa: Márcia Tavares Lucros não Realizados na Consolidação das D.C Universidade Federal de Pernambuco Contabilidade Societária 2 Profa: Márcia Tavares Situações A empresa B vendeu para a controlada A mercadorias por R$ 140.000

Leia mais

LFG MAPS. 2 - ( Prova: CESPE - 2012 - Polícia Federal - Agente da Polícia Federal / Contabilidade Geral / Contabilidade -

LFG MAPS. 2 - ( Prova: CESPE - 2012 - Polícia Federal - Agente da Polícia Federal / Contabilidade Geral / Contabilidade - Escrituração Contábil 05 questões Noções Gerais; Escrituração Contábil ) Considere os eventos de I a V listados abaixo. I aquisição de veículo à vista para uso na atividade operacional II baixa de bem

Leia mais

31/03/ /12/ /03/ /12/2015 Caixa e Bancos Aplicações financeiras

31/03/ /12/ /03/ /12/2015 Caixa e Bancos Aplicações financeiras NOTAS EXPLICATIVAS DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS - ITR (Em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma) 1 - CONTEXTO OPERACIONAL Bicicletas Monark S.A. ( Companhia ) tem por objetivo a industrialização

Leia mais

Custos Diretos são facilmente alocados à produção. E os custos indiretos?

Custos Diretos são facilmente alocados à produção. E os custos indiretos? Custos Diretos são facilmente alocados à produção. E os custos indiretos? Custeio significa apropriação de custos. Custeio por absorção Custeio Variável Custeio ABC Custeio por absorção: é derivado de

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo de proporcionalidade referente ao pagamento do Salário Família.

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo de proporcionalidade referente ao pagamento do Salário Família. Cálculo de proporcionalidade referente ao pagamento do Salário Família. 15/01/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4.

Leia mais

CIRCULAR Nº 63. 1) o deferimento de empréstimo de soma utilizável de uma só vez, parceladamente ou sob a forma de conta corrente;

CIRCULAR Nº 63. 1) o deferimento de empréstimo de soma utilizável de uma só vez, parceladamente ou sob a forma de conta corrente; Às Instituições Financeiras e Seguradoras CIRCULAR Nº 63 Comunicamos que a Diretoria em sessão de 19-12-1966, com base na Lei nº 5.143, de 20-10-66, e considerando as disposições da Resolução nº 40, de

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA ECONOMIA, GESTÃO, FINANÇAS E MAEG

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA ECONOMIA, GESTÃO, FINANÇAS E MAEG INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA ECONOMIA, GESTÃO, FINANÇAS E MAEG CONTABILIDADE GERAL I CADERNO DE EXERCÍCIOS - II IVA Investimentos Exercício

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/ GUARARAPES CONFECÇÕES SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/ GUARARAPES CONFECÇÕES SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

2 OPERAÇÕES CONTÁBEIS

2 OPERAÇÕES CONTÁBEIS 2 OPERAÇÕES CONTÁBEIS Este capítulo apresenta ao aluno a parte aplicada da Ciência Contábil especificamente ao registro contábil dos eventos patrimoniais, e alguns problemas específicos como Controle e

Leia mais

Sumário. Capítulo Breves Noções Históricas A Contabilidade no Brasil O Símbolo da Contabilidade...4

Sumário. Capítulo Breves Noções Históricas A Contabilidade no Brasil O Símbolo da Contabilidade...4 Sumário Capítulo 1 Breves Noções Históricas...1 1.1. Breves Noções Históricas...1 1.2. A Contabilidade no Brasil...3 1.3. O Símbolo da Contabilidade...4 Capítulo 2 Conceitos Iniciais...5 2.1. A Definição

Leia mais

José Eduardo Mendonça S. Gonçalves

José Eduardo Mendonça S. Gonçalves José Eduardo Mendonça S. Gonçalves Contribuições dos sócios 51 Capital * Nota: para efeitos de apresentação no Balanço, deduzir saldos das contas: 261 Accionistas c/ subscrição * 262 Quotas não liberadas

Leia mais

Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - O que são os FUNDOS DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE? São recursos públicos mantidos em contas bancárias específicas. Essas contas têm a finalidade de receber repasses orçamentários e depósitos

Leia mais

Contabilidade e Gestão Financeira

Contabilidade e Gestão Financeira Contabilidade e Gestão Financeira Contabilidade Demonstrações Financeiras MESG - Mestrado Engenharia de Serviços e Gestão FEUP 2010 Rui Padrão Funções Património Passivo Eq. Fund. Factos patr. Inventário

Leia mais

CIRCULAR Nº Art. 7º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação.

CIRCULAR Nº Art. 7º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. CIRCULAR Nº 2825 Documento normativo revogado pela Circular 3280, de 09/03/2005. Estabelece, altera e sistematiza os procedimentos cambiais relativos às exportações financiadas. A Diretoria Colegiada do

Leia mais

INTERPRETAÇÃO TÉCNICA DO IBRACON Nº 01/04

INTERPRETAÇÃO TÉCNICA DO IBRACON Nº 01/04 INTERPRETAÇÃO TÉCNICA DO IBRACON Nº 01/04 CONTABILIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES PARA O PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL (PIS) E PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL (COFINS) Em 31 de dezembro de 2002 e em

Leia mais

IRPJ, CSLL, PIS, COFINS

IRPJ, CSLL, PIS, COFINS Alguns Clientes O objetivo da Studio Fiscal é oferecer serviços de consultoria tributária, buscando otimizar a carga tributária das empresas com base em trabalhos que envolvem gestão contábil, fiscal e

Leia mais

Fiscal - Exercícios Contabilidade Exercício Alexandre Américo Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

Fiscal - Exercícios Contabilidade Exercício Alexandre Américo Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Fiscal - Exercícios Contabilidade Exercício Alexandre Américo 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 101 (ESAF/ANALISTA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO 2010) Durante

Leia mais

Universidade Metodista de Angola Contabilidade Financeira III. IIª Frequencia

Universidade Metodista de Angola Contabilidade Financeira III. IIª Frequencia Inventario Intermitente Universidade Metodista de Angola Contabilidade Financeira III 2º Ano; Salas 7 e 14; Turmas A e B; Turno Manha; Data: 28/06/2011 IIª Frequencia Georgina Ribeiro, Empresaria e Jurista,

Leia mais

Pergunte à CPA Decreto /2015

Pergunte à CPA Decreto /2015 Pergunte à CPA Decreto 61.084/2015 Alterações no artigo 132-A: Artigo 132-A - Ressalvado o disposto no artigo 132, nas demais hipóteses previstas na legislação, tais como não-obrigatoriedade de uso de

Leia mais

GOVERNO DE ALAGOAS SECRETARIA DA FAZENDA

GOVERNO DE ALAGOAS SECRETARIA DA FAZENDA GOVERNO DE ALAGOAS SECRETARIA DA FAZENDA DECRETO Nº 43, de 23 de fevereiro de 2001 DOE 01.03.2001 Altera o Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº 35.245, de 26 de dezembro de 1991, implementando

Leia mais

Contabilidade Governamental p/ CNMP Analista Apoio Técnico Especializado: Contabilidade Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli Aula 18

Contabilidade Governamental p/ CNMP Analista Apoio Técnico Especializado: Contabilidade Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli Aula 18 CNMP Pessoal, vou comentar as questões da prova. 34. Determinado ente público arrecadou, no mês de fevereiro de 2015, receita de impostos no valor de R$ 180.000,00, concomitante ao fato gerador. Considere

Leia mais

Conceitos Introdutórios. A Inflação nas Finanças. Demonstrações Contábeis

Conceitos Introdutórios. A Inflação nas Finanças. Demonstrações Contábeis Conceitos Introdutórios Mercado Financeiro Brasileiro A Inflação nas Finanças Demonstrações Contábeis Conceitos Introdutórios Retornar Conceitos Introdutórios ADMINISTRAÇÃO A administração é o processo

Leia mais

DEPRECIAÇÃO E REAVALIAÇÃO DO ATIVO IMOBILIZADO EM BELÉM/PA

DEPRECIAÇÃO E REAVALIAÇÃO DO ATIVO IMOBILIZADO EM BELÉM/PA DEPRECIAÇÃO E REAVALIAÇÃO DO ATIVO IMOBILIZADO EM BELÉM/PA 16 Horas/Aula Realização: Incluso: LIVRO: MANUAL DE CONTROLE PATRIMONIAL NAS ENTIDADES PÚBLICAS, bolsa ecológica, apostila(manual), caneta, lápis,

Leia mais

5.1 1 a Rodada de Licitações Sob o Regime de Partilha de Produção

5.1 1 a Rodada de Licitações Sob o Regime de Partilha de Produção 26ª Reunião Ordinária 25 de junho de 2013 5.1 1 a Rodada de Licitações Sob o Regime de Partilha de Produção Licitação da Área de Libra Regime de Partilha Resolução CNPE n o 4, de 22 de maio de 2013 Prospecto

Leia mais

CFOP - Códigos fiscais de operações e prestações

CFOP - Códigos fiscais de operações e prestações CFOP - Códigos fiscais de operações e prestações A presente relação de códigos fiscais é baseada no Convênio SINIEF s/nº, de 15.12.1970, com suas respectivas alterações. A relação encontra-se devidamente

Leia mais

Bons estudos! 1) Julgue os itens.

Bons estudos! 1) Julgue os itens. Olá, pessoal! Como prometido, aqui estão algumas questões sobre o assunto depreciação. Espero que gostem. Vamos aproveitar este período magro de concursos para estudar e chegar afiado ao ano que vem, quando

Leia mais

Dos Créditos a Descontar na Apuração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins

Dos Créditos a Descontar na Apuração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins Assunto: Contribuição para PIS/PASEP e COFINS Instrução Normativa SRF nº 594, de 26 de dezembro de 2005 Dispõe sobre a incidência da Contribuição para o PIS/Pasep, da Cofins, da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação

Leia mais

A Importância do Controle Patrimonial. Existem alguns pontos de decisão nas empresas que, de um modo geral,

A Importância do Controle Patrimonial. Existem alguns pontos de decisão nas empresas que, de um modo geral, A Importância do Controle Patrimonial Prof. Héber Lavor Moreira (*) (peritocontador@uol.com.br) Existem alguns pontos de decisão nas empresas que, de um modo geral, não são bem avaliados. patrimonial.

Leia mais

02. (FCC MPE-RN/2012). A receita extraorçamentária em 31.12.2011, em reais, era: (A) 50.000,00 (B) 60.000,00 (C) 100.000,00

02. (FCC MPE-RN/2012). A receita extraorçamentária em 31.12.2011, em reais, era: (A) 50.000,00 (B) 60.000,00 (C) 100.000,00 SEMANA 10 - Despesa Pública: Dispêndios orçamentários (Despesa orçamentária) e Extra- Orçamentários; 01. (ESTILO-ESAF/2012) Os dispêndios públicos podem ser de natureza orçamentária ou extraorçamentária.

Leia mais

PERÍCIA DE AVALIAÇÃO DE IMÓVEL RURAL

PERÍCIA DE AVALIAÇÃO DE IMÓVEL RURAL PERÍCIA DE AVALIAÇÃO DE IMÓVEL RURAL MÉTODOS DE DEPRECIAÇÃO Cálculo IV CONSIDERAÇÕES INICIAIS Razão para uso da depreciação: a) Avaliação de um bem (móvel/imóvel), pelo valor de mercado; b) Representa

Leia mais

Princípio da competência O princípio da competência determina que todas as vendas, os custos e as despesas devem ser considerados na apuração do resultado da empresa no período em que ocorrerem, independentemente

Leia mais

Orientações técnicas para padronização contábil das fundações e do terceiro setor

Orientações técnicas para padronização contábil das fundações e do terceiro setor As ORIENTAÇÕES TÉCNICAS CCF/CIP Ns. 001/2009 a 006/2009 foram revogadas em 13/11/2014 pelos Coordenadores do CDH e do CIP. Seus objetos passam a constituir, devidamente atualizados, as ORIENTAÇÕES TÉCNICAS

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. VERSÃO 3.0 APROVADA NA RCA DE 04 / JUL / 2016 Índice OBJETIVO... 3 A) Política para Contratação de Financiamentos... 3 B) Política de Aplicações Financeiras... 4 VERSÃO 3.0 APROVADA

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Modelo simplificado dos livros P3 e P7 27/10/14

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Modelo simplificado dos livros P3 e P7 27/10/14 27/10/14 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 2.1 RICMS/2002 do Estado de MG - ANEXO V... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Ajuste Sinief SN de 1970...

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Plano de Contas 01 a 30 de Abril de 2016 Folha: 1 Prefeitura Municipal Demonstracao. Unidade Gestora: CONSÓRCIO - CISGA

Estado do Rio Grande do Sul Plano de Contas 01 a 30 de Abril de 2016 Folha: 1 Prefeitura Municipal Demonstracao. Unidade Gestora: CONSÓRCIO - CISGA Estado do Rio Grande do Sul Plano de Contas 01 a 30 de Abril de 2016 Folha: 1 1.0.0.0.0.00.00.00.00.00 ATIVO 994.183,15 D 181.380,01 162.761,34 1.012.801,82 D 1.1.0.0.0.00.00.00.00.00 ATIVO CIRCULANTE

Leia mais

Analista e Auditor da Receita

Analista e Auditor da Receita Analista e Auditor da Receita Contabilidade Geral Básica Com o Professor Eugenio Montoto Site: www.eugenio.pro.br www.youtube.com/eugeniomontoto Email: professoreugeniomontoto@gmail.com 21/02/2016 1 Módulo

Leia mais

REPASSE AO FUNDO ESTADUAL DE COMBATE E ERRADICAÇÃO DA POBREZA PELO CONTRIBUINTE QUE APURA SEU ICMS PRÓPRIO EM CONTA GRÁFICA

REPASSE AO FUNDO ESTADUAL DE COMBATE E ERRADICAÇÃO DA POBREZA PELO CONTRIBUINTE QUE APURA SEU ICMS PRÓPRIO EM CONTA GRÁFICA REPASSE AO FUNDO ESTADUAL DE COMBATE E ERRADICAÇÃO DA POBREZA PELO CONTRIBUINTE QUE APURA SEU PRÓPRIO EM CONTA GRÁFICA A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (SefazMT) esclarece as regras para a operacionalização

Leia mais

PROPOSTA PARA DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NOS TERMOS DO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO N o CVM 481/09

PROPOSTA PARA DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NOS TERMOS DO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO N o CVM 481/09 PROPOSTA PARA DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NOS TERMOS DO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO N o CVM 481/09 1. Informar o lucro líquido do exercício O lucro líquido do exercício de 2012 foi de R$ 1.448.887.908,07

Leia mais

Parágrafo 1º Para a apuração do limite estabelecido no caput define-se como:

Parágrafo 1º Para a apuração do limite estabelecido no caput define-se como: CIRCULAR Nº 2894 Documento normativo revogado pela Circular 3.367, de 12/09/2007. Estabelece procedimentos para o cálculo do limite de exposição em ouro e em ativos e passivos referenciados em variação

Leia mais

LEI Nº , DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015

LEI Nº , DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015 Orçamento do Estado 2016 Governo do Estado de São Paulo LEI Nº 16.083, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015 Orça a Receita e fixa a Despesa do Estado para o exercício de 2016. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:

Leia mais

RESOLUÇÃO N I - a atuação da entidade com derivativos de renda variável subordina-se aos limites referidos no art.25, inciso II, alínea 'd';

RESOLUÇÃO N I - a atuação da entidade com derivativos de renda variável subordina-se aos limites referidos no art.25, inciso II, alínea 'd'; RESOLUÇÃO N 3357 Documento normativo revogado pela Resolução 3456, de 01/06/2007. Altera o Regulamento anexo à Resolução 3.121, de 2003, que dispõe sobre as diretrizes pertinentes à aplicação dos recursos

Leia mais

e-lalur: Empresas do Lucro Real

e-lalur: Empresas do Lucro Real e-lalur: Empresas do Lucro Real 1 Sumário Apresentação... 3 É importante saber... 3 Qual e-lalur configurar?... 4 Qual o ponto de partida do e-lalur?... 5 O e-lalur se baseia no seu Resultado Contábil...

Leia mais

Procedimento Operacional FUNDO FIXO DE CAIXA. Este procedimento estabelece as diretrizes que regulamentam a utilização e prestação de contas do

Procedimento Operacional FUNDO FIXO DE CAIXA. Este procedimento estabelece as diretrizes que regulamentam a utilização e prestação de contas do Companhia de Informática de Jundiaí CIJUN Procedimento Operacional FUNDO FIXO DE CAIXA Responsável: Diretoria Administrativa Financeira 1. OBJETIVO Este procedimento estabelece as diretrizes que regulamentam

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. Gestão Financeira 1 Prof.ª Thays Silva Diniz 1º Semestre 2010

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. Gestão Financeira 1 Prof.ª Thays Silva Diniz 1º Semestre 2010 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Gestão Financeira 1 Prof.ª Thays Silva Diniz 1º Semestre 2010 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Cap.1 A decisão financeira e a empresa 1. Introdução 2. Objetivo e Funções da

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre o parcelamento do Simples Nacional

Perguntas e Respostas sobre o parcelamento do Simples Nacional Perguntas e Respostas sobre o parcelamento do Simples Nacional 1. Quem pode parcelar? Todos os contribuintes que tenham débitos de ICMS declarados e apurados (DASN) no período de 07/2007 a 12/2011 no Portal

Leia mais

Da baixa do caminhão

Da baixa do caminhão PODER EXECUTIVO DECRETO Nº 44.332 DE 16 DE AGOSTO DE 2013 DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS ADICIONAIS NECESSÁRIOS AO CUMPRIMENTO DO PROGRAMA DE INCENTIVO À MODERNIZAÇÃO, RENOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE DA FROTA

Leia mais

Os Desafios da Nova Gestão Patrimonial. A Mudança de Paradigmas

Os Desafios da Nova Gestão Patrimonial. A Mudança de Paradigmas Os Desafios da Nova Gestão Patrimonial A Mudança de Paradigmas A EVOLUÇÃO DA GESTÃO PATRIMONIAL NO BRASIL BRASIL IMPÉRIO - O ESTADO PATRIMONIALISTA Os governantes consideravam o Estado como seu patrimônio,

Leia mais

Como se trata de Trabalho para os já iniciados no assunto, vamos reduzir o texto e ficar mais nos cálculos para não se ter um trabalho muito longo.

Como se trata de Trabalho para os já iniciados no assunto, vamos reduzir o texto e ficar mais nos cálculos para não se ter um trabalho muito longo. 1 AJUSTE Á VALOR PRESENTE ICMS Autores: Geraldo Barbieri Professor do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA/USP e Pesquisador da FIPECAFI Ariovaldo dos Santos Professor do Departamento de Contabilidade

Leia mais

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DO CAFÉ TORRADO E MOÍDO

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DO CAFÉ TORRADO E MOÍDO SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DO CAFÉ TORRADO E MOÍDO Janeiro 2016 Substituição Tributária do Café Torrado e Moído Introdução Em função das modificações promovidas pela Lei Complementar n.º 147/2014 no Estatuto

Leia mais

ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA. Mestrado em Finanças Empresariais ESTGV-IPV

ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA. Mestrado em Finanças Empresariais ESTGV-IPV ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para a Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações

Leia mais

A T I V O P A S S I V O DE RIBEIRÃO PRETO FINDO EM DE 2012. Títulos. Títulos PASSIVO ATIVO CIRCULANTE DISPONÍVEL. Realizável PATRIMÔNIO/CAPITAL

A T I V O P A S S I V O DE RIBEIRÃO PRETO FINDO EM DE 2012. Títulos. Títulos PASSIVO ATIVO CIRCULANTE DISPONÍVEL. Realizável PATRIMÔNIO/CAPITAL FIPASE CNPJ 04.755.519/ /0001-30 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕESS CONTÁBEIS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 FIPASE - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 20122 A T I V O P A S

Leia mais

FINANÇAS EMPRESARIAIS CADERNO DE EXERCÍCIOS I

FINANÇAS EMPRESARIAIS CADERNO DE EXERCÍCIOS I FINANÇAS EMPRESARIAIS CADERNO DE EXERCÍCIOS I Suponha que lhe fazem a seguinte proposta : "Se me entregar 00/ano, durante dez anos, eu devolver-lhe-ei 00/ano, perpetuamente". Aceita a proposta? 2 Uma máquina

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL DOS PERÍODOS FINDOS EM 30 DE JUNHO (em milhares de reais)

BALANÇO PATRIMONIAL DOS PERÍODOS FINDOS EM 30 DE JUNHO (em milhares de reais) CIRCULANTE BALANÇO PATRIMONIAL DOS PERÍODOS FINDOS EM 30 DE JUNHO (em milhares de reais) ATIVO CONSOLIDADO 2008 2007 2008 2007 Numerário disponível 1.265 2.072 5.915 6.418 Aplicações no mercado aberto

Leia mais

DATA 29/05/2014 Pagina 2 2.1.3.1.1.00.00.00 FORNECEDORES E CONTAS A PAGAR NACIONAIS A CURTO PR S C 0,00 582,25 3.432,21 2.849,96 C 2.1.3.1.1.01.00.00

DATA 29/05/2014 Pagina 2 2.1.3.1.1.00.00.00 FORNECEDORES E CONTAS A PAGAR NACIONAIS A CURTO PR S C 0,00 582,25 3.432,21 2.849,96 C 2.1.3.1.1.01.00.00 DATA 29/05/2014 Pagina 1 1.0.0.0.0.00.00.00 ATIVO S D 26.200,85 197.350,24 153.749,66 69.801,43 D 1.1.0.0.0.00.00.00 ATIVO CIRCULANTE S D 15.643,04 197.350,24 153.614,51 59.378,77 D 1.1.1.0.0.00.00.00

Leia mais

Adicional na alíquota do ICMS destinado ao Fundo Estadual de Combate à Pobreza do Paraná - FECOP Versão 1.0

Adicional na alíquota do ICMS destinado ao Fundo Estadual de Combate à Pobreza do Paraná - FECOP Versão 1.0 Perguntas & Respostas Adicional na alíquota do ICMS destinado ao Fundo Estadual de Combate à Pobreza do Paraná - FECOP Versão 1.0 1. Qual a legislação aplicável ao adicional na alíquota do ICMS destinado

Leia mais

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA 1. Aplicação PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA Plano nº 207 Pacote Família HD Max Este Plano de Serviço de TV é aplicável a autorizatária Embratel TV Sat Telecomunicações S.A., denominada doravante como

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE DE BAYU-UNDAN

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE DE BAYU-UNDAN REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. o 3 /2003 de 1 de Julho SOBRE TRIBUTAÇÃO DOS CONTRATANTES DE BAYU-UNDAN O Tratado do Mar de Timor, assinado entre Timor-Leste e a Austrália

Leia mais

Configurações da DMPL. Tutorial do Usuário Configurações da DMPL

Configurações da DMPL. Tutorial do Usuário Configurações da DMPL Tutorial do Usuário Configurações da DMPL 1 Conteúdo Apresentação... 3 Configurações... 4 Tela de configuração... 4 Aba Reserva de Capital (1)... 6 Aba Reserva de Lucros (2)... 7 Aba Ajustes (3)... 8 Aba

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA. Ágio e Ganho na Aquisição de Investimento

CONTABILIDADE AVANÇADA. Ágio e Ganho na Aquisição de Investimento CONTABILIDADE AVANÇADA Ágio e Ganho na Aquisição de Investimento INTRODUÇÃO Ágio e Ganho em Compra Vantajosa: são apurados em investimento pelo método de equivalência patrimonial. representam excesso ou

Leia mais

Ofício Circular nº 856/2008 SFF/ANEEL. Brasília, 28 de abril de A Sua Senhoria o (a) Senhor (a) Nome Cargo Empresa Cidade Estado

Ofício Circular nº 856/2008 SFF/ANEEL. Brasília, 28 de abril de A Sua Senhoria o (a) Senhor (a) Nome Cargo Empresa Cidade Estado Ofício Circular nº 856/2008 SFF/ANEEL Brasília, 28 de abril de 2008. A Sua Senhoria o (a) Senhor (a) Nome Cargo Empresa Cidade Estado Assunto: Contabilização dos gastos da Administração Central. Prezado

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 528, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2016.

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 528, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2016. SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 528, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2016. Estabelece procedimentos relacionados com a instrução de processos de autorização para funcionamento, alterações

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE CONTABILIDADE

NOÇÕES BÁSICAS DE CONTABILIDADE NOÇÕES BÁSICAS DE CONTABILIDADE Prof. Wanderson S. Paris, M.Eng. prof@cronosquality.com.br NOÇÕES DE CONTABILIDADE DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO BALANÇO PATRIMONIAL DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS X ATIVIDADES

Leia mais

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Institui a Política Nacional de Capacitação dos Servidores para a Administração Pública Federal direta, autárquica

Leia mais

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS DO ESTADO DA BAHIA CNPJ: / BALANÇO PATRIMONIAL DO EXERCÍCIO FINDO EM 31/12/2014

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS DO ESTADO DA BAHIA CNPJ: / BALANÇO PATRIMONIAL DO EXERCÍCIO FINDO EM 31/12/2014 SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS DO ESTADO DA BAHIA CNPJ: 13.564.539/0001-15 BALANÇO PATRIMONIAL DO EXERCÍCIO FINDO EM 31/12/2014 ATIVO VARIAÇÃO 31.12.2014 31.12.2013 % Circulante 542.168,44 419.059,97

Leia mais

CONSELHO DE GESTÃO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR RESOLUÇÃO N.º 9, DE 27 DE JUNHO DE 2002

CONSELHO DE GESTÃO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR RESOLUÇÃO N.º 9, DE 27 DE JUNHO DE 2002 CONSELHO DE GESTÃO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR RESOLUÇÃO N.º 9, DE 27 DE JUNHO DE 2002 Dispõe sobre o instituto da portabilidade em planos de benefícios de entidades fechadas de previdência complementar

Leia mais

TCE-PR Auditor Conselheiro

TCE-PR Auditor Conselheiro Contabilidade Aplicada ao Setor Público p/tce-pr TCE-PR Pessoal, vou comentar as questões da prova referentes à contabilidade pública. QUESTÃO 33 De acordo com o disposto na Lei n.º 4.320/1964 e na Lei

Leia mais

Quadro Comparativo das Alterações Propostas. Contém somente os dispositivos alterados em relação ao Regulamento vigente

Quadro Comparativo das Alterações Propostas. Contém somente os dispositivos alterados em relação ao Regulamento vigente OABPrev/RJ FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, SECCIONAL RIO DE JANEIRO Regulamento do Plano de Benefícios Previdenciários do Advogado RJPrev Quadro Comparativo das Alterações

Leia mais