UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA I I

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA I I AULA MODELO SOBRE DEPRECIAÇÃO, EXAUSTÃO E AMORTIZAÇÃO Conceito a) Legislação Societária Os elementos que compõem o Ativo Imobilizado têm um período limitado de vida útil econômica, com exceção de terrenos e de alguns outros itens. Por isso, o valor de custo desses ativos deve ser reconhecido nos exercícios beneficiados por seu uso no decorrer de sua vida útil econômica. Vejam o que determina o artigo 183, 2º, da Lei nº 6.404/76: "A diminuição de valor dos elementos do ativo imobilizado será registrada periodicamente nas contas de: a) depreciação, quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência; b) amortização, quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada, ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado; c) exaustão, quando corresponder à perda do valor, decorrente de sua exploração, de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa exploração." Pelo exposto, a DEPRECIAÇÃO a ser registrada contabilmente, conforme determinação da legislação societária, a que corresponder ao desgaste efetivo pelo uso ou perda de sua utilidade, mesmo por ação da natureza ou obsolescência. b) Legislação Tributária Imposto de Renda da Pessoa Jurídica Os critérios de depreciação, de acordo com a Legislação Tributária, estão consolidados no Regulamento do Imposto de Renda nos artigos 305 a 323. Porém, as taxas anuais de depreciação admitidas pelo fisco para uso normal dos bens em um turno de oito horas diárias constam, todavia, estão definidas em Instruções Normativas dos anos de 1998 (nº 162) e 1999 (nº 130), baixadas pela Secretaria da Receita Federal. Para fins de concurso público, apenas as principais são cobradas. E, como veremos nas resoluções das questões, às vezes as taxas não são informadas. Por isso precisamos guarda-las. Vejam as mais importantes:

2 Muitos perguntam se é possível a utilização de taxas diferentes de depreciação, tendo em vista a determinação fiscal e porque muitas vezes em prova as taxas que são informadas são diversas daquelas adotadas pelo fisco. Vamos separar em duas vertentes. Para fins de prova, use sempre a taxa fornecida pelo examinador. Caso ele não forneça, utilize a taxa do fisco. A segunda, e que se refere a parte prática, basta saber que o fisco admite taxas diferentes, desde que tenha sido obtida através de laudo técnico do Instituto Nacional de Tecnologia, ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica (art. 310, 2º, do RIR/99). É verdade que o fisco não costuma se importar se a empresa adotar taxas menores de depreciação que as admitidas. b.1. Aceleração da Depreciação A legislação tributária (artigo 312 do Regulamento do Imposto de Renda) prevê a possibilidade da empresa acelerar a depreciação dos bens móveis, em função do número de horas diárias de operação, dentro da lógica de que, se o bem foi usado por mais tempo, mais ele se desgastou. A aceleração é calculada da seguinte forma: - Se a empresa utilizar o ativo em um turno de 8 horas, a taxa de depreciação será a taxa normal. - Caso a empresa utilize o ativo em dois turnos de 8 horas, a taxa de depreciação será a taxa normal multiplicada por 1,5. - Se a empresa utilizar o ativo em três turnos de 8 horas, a taxa de depreciação será a taxa normal multiplicada por 2. Assim, se a empresa trabalha normalmente 8 horas diárias, a taxa admitida de depreciação das máquinas é de 10% ao ano. Caso trabalhe em dois turnos (16 horas), pode usar a taxa de 15% ao ano e se trabalha três turnos (24 horas), a taxa admitida é de 20% ao ano. Depreciação de Bens Utilizados na Exploração de Minas e Jazidas No caso de exploração de minas e jazidas, conforme comentado na letra a do item 4.1, os bens aplicados nessa exploração devem ser depreciados. Como entender a expressão "bens aplicados nessa exploração"? São aqueles utilizados de tal forma que não terão normalmente utilidade fora desse empreendimento. É o caso de esteiras ou outros sistemas de transporte de minério, de determinados equipamentos de extração etc., que só têm valor à medida que a jazida é explorada.

3 Se forem bens cuja vida útil é inferior ao tempo previsto de exploração, deverão ser transformados em despesa nesse prazo menor. E se tiverem vida útil superior, podendo ser utilizados em outros lugares após o término da exploração da atividade onde se encontram, só deverão ser baixados pela diferença entre o valor de custo e o valor residual previsto para o fim dessa primeira atividade, de forma que uma parte do valor de aquisição seja contabilizada naquela outra utilidade posterior. Amortização No caso da Amortização, somente se amortizam os imobilizados cujos valores se reduzem ao longo do tempo. Por exemplo, se uma Marca é considerada de grande valor, a empresa faz tudo para mantê-la válida jurídica e economicamente, e o consegue, não há razão para amortizá-la. (Isso também vale para outros ativos, como é o caso do ágio de fundo de comércio dos investimentos.) No caso de benfeitorias em propriedade de terceiros, a amortização deve ser pelo prazo contratual, a não ser que a benfeitoria tenha vida útil menor que tal prazo. Nesta última situação, temos, na verdade, uma depreciação. Esta situação também se aplica se não houver prazo contratual definido. Cálculo da Depreciação, Amortização ou Exaustão O cálculo da depreciação, exaustão ou amortização deverá levar em conta o valor do Custo do Ativo e, quando for o caso, o valor de reavaliação decorrente de novas avaliações efetuadas no ativo imobilizado. Muito cobrado em prova a figura do Valor Residual. Podemos definir Valor Residual, com uma linguagem bastante coloquial, como o valor esperado do ativo ao final de sua vida útil. A técnica contábil determina que o valor residual do bem deve ser diminuído de seu custo de aquisição para determinar o valor-base de cálculo da depreciação. Apenas como observação, não para fins de prova, gostaria de dizer que na prática é muito difícil a identificação de empresas que utilizem a figura do Valor Residual. Mas, em provas de concurso este ponto é bastante cobrado. Métodos de Depreciação Existem vários métodos para calcular a depreciação. Destes, os mais cobrados em prova são: a) Método das Quotas Constantes DEPRECIAÇÃO Linear Neste método, a depreciação é calculada dividindo-se o valor a ser depreciado pelo tempo de vida útil do bem, e é representada pela seguinte fórmula: Custo de Aquisição menos Valor Residual Estimado/Período de vida útil Vejamos o seguinte exemplo:

4 Custo do bem: R$ 6.000,00 Vida útil estimada: 5 anos (60 meses) Não há valor residual estimado Depreciação: R$ 6.000/60 meses = R$ 100/mês 60 b) Método da Soma dos Dígitos dos Anos (Soma dos dígitos) Esse método é calculado como segue: 1) Somam-se os algarismos que compõem o número de anos de vida útil do bem. No exemplo anterior, teríamos: Soma = =15 2) A depreciação de cada ano é uma fração em que o denominador é a soma dos algarismos, conforme obtido em (1), e o numerador é, para o primeiro ano (n), para o segundo (n - l), para o terceiro (n - 2), e assim por diante, em que n = número de anos de vida útil, se calculado pelo método decrescente, ou seja, começamos depreciando mais para depois depreciarmos menos. Este método também é chamado de Cole. Exemplo usando os dados do item 1). Esse método proporciona quotas de depreciação maiores no início e menores no fim da vida útil. Permite maior uniformidade nos custos, já que os bens, quando novos, necessitam de pouca manutenção e reparos. Com o passar do tempo, os referidos encargos tendem a aumentar. Esse crescimento das despesas de manutenção e reparos seria compensado pelas quotas decrescentes de depreciação, resultando em custos globais mais uniformes, conforme demonstrado graficamente: Obs.: Em prova também é cobrado uma variante deste método, em que as taxas de depreciação são calculada de maneira crescente, ou seja, no início depreciamos menos, aumentando com o passar dos tempos. O exercício número 09 abaixo tem um exemplo

5 desse. Sempre que houver a cobrança, em prova, da soma dos dígitos dos anos, calcule pelo método decrescente, a não ser que expressamente seja cobrado o método crescente. Registro Contábil da Depreciação O lançamento contábil para registrar a depreciação é como segue: Despesas de depreciação (ou Custos de Produção) a Depreciação Acumulada Esse lançamento registra um débito às contas de despesas do período (ou custos, se os ativos forem usados na produção) e um crédito à conta de Depreciação Acumulada, conta credora que demonstra o total da depreciação acumulada até a data, e é apresentada nas demonstrações financeiras como redutora da conta de custo. Exaustão A exaustão objetiva distribuir o custo dos recursos naturais durante o período em que tais recursos são extraídos ou exauridos. O método de cálculo de exaustão, que deve ser utilizado para fins contábeis, é o método de unidades produzidas (extraídas). De acordo com esse método, deve-se estabelecer a porcentagem extraída de minério no período em relação à possança (capacidade conhecida/estimada) total conhecida da mina. Tal percentual é aplicado sobre o custo de aquisição ou prospecção, dos recursos minerais explorados. Assim, temos como exemplo: a) Valor contábil das jazidas = $ ,00; b) Exaustão Acumulada até o exercício precedente -= $ ,00; c) Estimativa total de minérios da jazida (possança) = t; d) Extração neste exercício = t; e) Receita pela extração no exercício = $ ,00. O cálculo da despesa de exaustão (contábil) poderá ser: relação da extração do ano com a possança = t/ t = 10%; exaustão contábil = 10% sobre $ ,00 = $ 5.000,00;

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