Gestão de Riscos e Patrimônio de Referência (Resolução BACEN nº 3.444/07 e Circular nº 3.477/09) Data base 31 de março de 2014

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1 Gestão de Riscos e Patrimônio de Referência (Resolução BACEN nº 3.444/07 e Circular nº 3.477/09) Data base 31 de março de 2014 Este relatório apresenta informações do Banco Daycoval requeridas pela Circular nº 3477/09 do BACEN, sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência mínimo requerido e à adequação do Patrimônio de Referência (PR). Em 31 de outubro de 2013 o BACEN editou a Circular nº 3.678, que dispõe sobre à divulgação de informações referentes à gestão de riscos, apuração do montante dos ativos ponderados pelo risco (RWA) e apuração do patrimônio de referência (PR), que passará a vigorar a partir de 30 de junho de 2014 revogando, em sua totalidade, a Circular nº 3477/09. O Banco Daycoval entende a gestão de riscos como um instrumento essencial para a geração de valor ao próprio Banco, aos acionistas, colaboradores e clientes. Assim, estabelece estratégias e objetivos para alcançar o equilíbrio ideal entre as metas de crescimento e de retorno de investimentos e os riscos a eles associados, permitindo explorar os seus recursos com eficácia e eficiência na busca dos objetivos da organização. A estruturação do processo de Gestão de Riscos Corporativos, além de satisfazer às exigências do órgão regulador, contribui para uma melhor Governança Corporativa, que é um dos focos estratégicos do Banco Daycoval, e foi desenvolvida ponderando os objetivos, as demandas e a cultura institucional. A identificação de riscos tem como objetivo mapear os eventos de risco de natureza interna e externa que possam afetar os objetivos das unidades de negócio. Nesse contexto, os Comitês de Risco constituídos e os gestores de riscos desempenham papel importante em suas diversas áreas de atuação, para assegurar o crescimento contínuo do Banco Daycoval. As Gerências de Risco têm como atribuição identificar, mensurar, controlar, avaliar e administrar os riscos, assegurando a consistência entre os riscos assumidos e o nível aceitável do risco definido pelo Banco Daycoval, e informar a exposição à alta administração, às áreas de negócio e aos órgãos reguladores. A atividade de gerenciamento de risco é realizada de forma colegiada e executada por uma unidade específica, segregada das unidades de negócio e da unidade executora da atividade de Auditoria Interna do Banco Daycoval. As políticas de riscos são aprovadas pelo Conselho de Administração do Banco. A estrutura de Gerenciamento de Capital é composta pelo Conselho de Administração, Diretoria Executiva, Comitê de Gerenciamento de Capital e Gerência de Capital, com o objetivo de monitorar e controlar o capital mantido pelo Banco Daycoval, avaliando a sua necessidade para fazer frente à exposição aos riscos assumidos em suas operações, bem como planejar as metas e eventuais necessidades de capital, considerando seus objetivos estratégicos. A política de Gerenciamento de Capital é aprovada pelo Conselho de Administração do Banco. Principais categorias de riscos: Risco de Crédito - possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. 1

2 Risco de Mercado - possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado das posições detidas pelo Banco Daycoval, incluindo os riscos das operações sujeitas à variação cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias ( commodities ). Risco de Liquidez - possibilidade de ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis descasamentos entre pagamentos e recebimentos que possam afetar a capacidade de pagamento do Banco Daycoval, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. Risco Operacional possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Inclui o risco legal, associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pelo Banco Daycoval, bem como às sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e às indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas. Risco de Crédito Definição É a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. O Banco Daycoval adota estratégia conservadora de atuação, baseada em manutenção de alta liquidez e baixa alavancagem. Esta cultura de conservadorismo se estende à Gestão do Risco de Crédito, caracterizada principalmente pela análise consistente dos clientes e mercados, diversificação da carteira, pulverização das operações, foco na qualidade das garantias e monitoramento constante. Estrutura de gerenciamento de Risco de Crédito A atividade de gerenciamento do Risco de Crédito é executada por uma unidade específica, a Gerência de Risco de Crédito, segregada das unidades de negócio e da unidade executora da atividade de Auditoria Interna do Banco Daycoval, conforme requer a regulamentação do Banco Central do Brasil. 2

3 Área Diretoria Executiva / Conselho de Administração Diretor Estatutário responsável por Risco de Crédito Comitê de Risco de Crédito Superintendência de Crédito Superintendência de Tesouraria Responsabilidades Definir o apetite de risco do Banco Daycoval, em função da estratégia do negócio, das oportunidades do mercado e da capacidade de gestão do Banco Daycoval; Aprovar a indicação do diretor responsável e definir a estrutura organizacional para implementação do gerenciamento do risco de crédito; Aprovar e revisar as Políticas e Estratégias para o Gerenciamento do Risco de Crédito; Assegurar que a estrutura remuneratória adotada pelo Banco Daycoval não incentive comportamentos incompatíveis com um nível de risco considerado prudente nas políticas e estratégias de longo prazo adotadas; Assumir a responsabilidade e autorizar a divulgação (periodicidade anual), em relatório de acesso público, das informações relativas à estrutura de gerenciamento de risco de crédito. Nomeado pelo Conselho de Administração, tem a função de implantar a estrutura de Gerenciamento do Risco de Crédito; Orientar a elaboração e documentação de Políticas e Estratégias para o Gerenciamento do Risco de Crédito; Cumprir os termos das Políticas e Estratégias para o Gerenciamento do Risco de Crédito, assim como os demais requerimentos internos e externos aplicáveis ao tema; Responder aos requerimentos dos Órgãos Reguladores. Verificar o cumprimento das Políticas e Estratégias de Gerenciamento do Risco de Crédito definidas pelo Conselho de Administração; Aprovar propostas para alteração e/ou validação das Políticas, processos e atividades que envolvam o gerenciamento do risco de crédito; Avaliar periodicamente a relação risco/retorno das posições, com o intuito de manter uma carteira com a rentabilidade exigida pelo acionista; Avaliar previamente novas modalidades de operações; Estabelecer limites para a realização de operações sujeitas ao risco de crédito, tanto em nível individual quanto em nível agregado de grupo com interesse econômico comum e de tomadores ou contrapartes com características semelhantes; Estabelecer critérios e procedimentos claramente definidos e documentados acessíveis aos envolvidos no processo de concessão e gestão; Garantir que as exceções às Políticas, Procedimentos e aos Limites estabelecidos sejam reportadas às alçadas competentes. Manter atualizados e documentados os critérios e procedimentos relativos ao processo de concessão de crédito; Identificar os riscos nas situações de empréstimos, através de análise técnica de dados cadastrais, econômico-financeiros, mercadológicos, etc.; Propor melhor estruturação e tipo de empréstimo a conceder diante das necessidades financeiras do solicitante; Elaborar relatórios de análise de crédito, ponderando inclusive aspectos subjetivos e com visão operacional para identificação de oportunidade de negócio; Emitir parecer (contendo prós e contras/ pontos de risco) conclusivo sobre a viabilidade ou não de iniciar relacionamento ou ampliar nível de exposição (dimensionamento de risco) com determinado cliente ou grupo econômico; Monitorar os clientes do Banco Daycoval, possibilitando a adoção de medidas pró ativas, diante de indícios de inadimplência do devedor; Fornecer subsídios às alçadas competentes no processo de estabelecimento de limites interbancários operacionalizados pela Tesouraria. Manter documentadas as normas e procedimentos relacionados ao nível de exposição com os bancos parceiros, bem como limites aprovados; Cumprir as Políticas e Estratégias de Gerenciamento do Risco de Crédito definidas pelo Conselho de Administração; Desenvolver mecanismos e procedimentos que visem minimizar eventuais perdas diante de indícios de elevação do risco de crédito envolvendo a contraparte, a exemplo das operações com derivativos. 3

4 Área Superintendências de Varejo Gerência de Câmbio Gerência de Risco de Crédito Superintendência de Tecnologia Auditoria Interna Responsabilidades Cumprir as Políticas e Estratégias de Gerenciamento do Risco de Crédito definidas pelo Conselho de Administração. Analisar a documentação cambial em todos seus aspectos: valor, país, moeda, modalidade (importação e exportação), concentração risco país, formalização e liberação de recursos, etc.; Cumprir as Políticas e Estratégias de Gerenciamento do Risco de Crédito definidas pelo Conselho de Administração; Administrar o fluxo de compra e venda de moedas destinadas à liquidação de operação de câmbio. Estimar perdas associadas ao risco de crédito, bem como comparar os valores estimados com as perdas efetivas; Manter banco de dados sobre perdas efetivas; Desenvolver rotinas e procedimentos de identificação, mensuração, controle e mitigação à exposição de risco de crédito; Monitorar a adequação dos níveis de patrimônio de referência e de provisionamento compatíveis com o risco de crédito assumido pelo Banco Daycoval; Avaliar operações sujeitas a risco de crédito vulnerável a condições de mercado, perspectivas macroeconômicas, entre outros; Monitorar a adequação quanto à retenção de riscos em operações de venda ou de transferência de ativos financeiros; Monitorar a adequação quanto ao risco de crédito de contraparte advinda de instrumentos financeiros derivativos e demais instrumentos financeiros complexos; Manter atualizados e documentados os critérios e procedimentos relativos ao processo de Gerenciamento de Risco de Crédito, abrangendo todas as fases; Categorizar as operações sujeitas ao risco de crédito; Realizar testes de estresse com base em premissas definidas pelo Comitê de Risco de Crédito; Emitir relatórios periódicos relativos ao Gerenciamento de Risco de Crédito; Monitorar procedimentos das operações de tesouraria, no que se refere ao cumprimento de normas e histórico de perdas; Monitorar a aplicação dos procedimentos inerentes às operações de câmbio. Quando solicitada, desenvolver sistemas para implementação de rotinas e procedimentos de identificação, mensuração, controle e mitigação à exposição de risco de crédito. Validar periodicamente os sistemas, modelos e procedimentos internos utilizados para a Gestão do Risco de Crédito; Revisar periodicamente o sistema de mensuração de risco, como parte do processo de auditoria interna do Banco Daycoval, incluindo as atividades das unidades de negócios e da Gerência de Risco de Crédito e abordando os seguintes aspectos mínimos: - As estratégias, políticas e procedimentos; - A estrutura organizacional; - Os processos de aprovação dos modelos de gestão; - Os sistemas de informação (integridade e completude dos dados, fontes de informação); - Os procedimentos e premissas utilizados nos testes de estresse. Diversificação do Risco de Crédito O Banco Daycoval, conforme as regulamentações vigentes (Res CMN e suas alterações) que dispõe sobre limites de diversificações de risco por cliente, obedece ao limite fixado em 25% (vinte e cinco por cento) do PR (Patrimônio de Referência) na contratação de operações de crédito para pessoas, físicas ou jurídicas, ou grupo de pessoas agindo isoladamente ou em conjunto, ou representando interesse econômico comum. 4

5 A política interna, buscando a pulverização da carteira de crédito, estabelece teto máximo de exposição de risco por cliente/grupo econômico de 5% (cinco por cento) do Patrimônio Líquido do Banco referente ao balancete disponível, e eventuais exceções são analisadas caso a caso. O Banco Daycoval dispõe de um plano de alçadas para concessão de crédito que tem por objetivo: 1) Adicionar segurança à decisão de crédito, reservando para instâncias hierarquicamente superiores as decisões sobre operações de maior risco; 2) Garantir agilidade ao processo decisório assegurando o cumprimento das regras estabelecidas. No aspecto monitoramento, tanto operações Ativas quanto Passivas, são monitoradas através de Política, Processos e Procedimentos das áreas envolvidas (Back-Office e Front-Office). Risco de crédito de contraparte A Política interna determina previamente a implementação de cada produto e os aspectos que devem ser analisados, tais como: Objetivos, formas de utilização, riscos envolvidos e infraestrutura adequada para suporte operacional. São definidos limites específicos para operações com estes instrumentos, para os clientes e também para as câmaras de registro e liquidação. Este limite é gerenciado através de sistema interno que consolida as exposições por contraparte. Na estruturação de operações utilizam-se estratégias de baixo risco, através de análise de limites de exposição versus patrimônio líquido das contrapartes, definidos no comitê de Tesouraria diretamente com a aprovação da Diretoria. Os contratos de negociação são previamente acordados e dentro de condições técnicas de avaliação objetiva do risco de crédito das contrapartes, contrato de depósito de garantia em operações, cujo risco de crédito da contraparte provém de exposição a mercado em derivativos e criteriosa escolha de corretoras ligadas a bancos de grande porte no trato de posições alocadas. Gestão de risco de crédito A Gestão de Risco de Crédito está amparada nos processos e procedimentos realizados pela área de Análise e Concessão de Crédito, onde a definição sobre a viabilidade de negócios ocorre mediante exaustiva análise de dados cadastrais, econômico-financeiros, mercadológicos e, etc., bem como, nos procedimentos realizados pelas áreas de checagem e formalização. Destaca-se ainda, que todos os clientes ativos são monitorados quanto a eventuais apontamentos restritivos, variações relevantes em dados financeiros, etc. para que sejam adotadas medidas preventivas/ corretivas quando necessário. Classificação das operações Para classificação das operações de crédito, o Banco Daycoval utiliza se de critérios consistentes e verificáveis que combinam as informações econômico-financeiras, cadastrais e mercadológicas do tomador, com as garantias acessórias oferecidas à operação. As ponderações desses itens estabelecem o provisionamento mínimo necessário para fazer frente aos níveis de riscos assumidos, em atendimento ao disposto na Resolução 2.682/99 do Banco Central. 5

6 Exposição a risco de crédito Os dados financeiros apresentados a seguir, foram extraídos das demonstrações financeiras individuais do Banco Daycoval para os períodos indicados nas tabelas. a) A tabela, a seguir, apresenta a exposição a risco de crédito dos ativos do Banco Daycoval nos períodos indicados, quais sejam: R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Compromissos (1) Garantias Prestadas Operações de Crédito (2) Total de exposição Exposição média (1) Refere-se aos compromissos de crédito não canceláveis unilateralmente; e (2) Inclui operações de ACC / ACE e de outros títulos e créditos com característica de operações de crédito. b) A tabela, a seguir, apresenta a exposição a risco segmentada pelos maiores clientes: R$ mil 10 maiores 50 maiores seguintes Demais clientes Total º Trim % 9,61 13,62 102,96 126, º Trim % 7,86 11,22 80,92 100,00 3º Trim % 8,87 10,88 80,25 100,00 2º Trim % 8,89 11,07 80,04 100,00 1º Trim % 8,68 10,96 80,36 100,00 c) A tabela, a seguir, apresenta a exposição a risco segmentada por prazo de vencimento: R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Total a vencer Até 3 meses De 3 a 12 meses De 1 a 3 anos De 3 a 5 anos Acima de 5 anos Total vencidas Até 60 dias De 61 a 90 dias De 91 a 180 dias De 181 a 360 dias Total

7 d) A tabela, a seguir, apresenta o fluxo das operações de crédito baixadas para prejuízo e os montantes de operações de crédito recuperadas: R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Operações de crédito baixadas para prejuízo ( ) ( ) ( ) (78.140) (75.169) Operações de crédito recuperadas e) A tabela, a seguir, apresenta a exposição a risco segmentada pelo risco de crédito apurado com base nos critérios estabelecidos pela Resolução 2682/99: R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim AA A B C D E F G H Total de exposições f) Em relação à tabela acima, apresentamos a seguir o saldo de provisões para operações de crédito de liquidação duvidosa, decorrentes da classificação por rating, quais sejam: Rating 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim AA A B C D E F G H Total de exposições

8 g) A tabela, a seguir, apresenta a exposição a risco segmentada pelos Fatores de Ponderação de Riscos (FPR), previstos pela Circular 3360/07: R$ Mil FPR 1º Trim. 4º Trim. 3º Trim. 2º Trim. 1º Trim. Compromissos (A)(1) Varejo Até 1 ano 75,00% Acima de 1 ano 75,00% Não varejo Até 1 ano 85,00% Até 1 ano 100,00% Acima de 1 ano 100,00% Garantias prestadas (B) A instituições financeiras - com vencimento em até 3 meses 20,00% A instituições financeiras - com vencimento acima de 3 meses 50,00% Não varejo - operações "corporate" 85,00% Não varejo 100,00% Coobrigações (2) 75,00% Operações de crédito (C)(3) Varejo 75,00% Varejo 150,00% Varejo 300,00% Não varejo - operações "corporate" 85,00% Não varejo 100,00% Total de exposições (A + B + C) (1) Refere-se aos compromissos de crédito não canceláveis unilateralmente; (2) Refere-se a coobrigações em operações de cessão de crédito a outras instituições financeiras; e (3) Inclui operações de ACC / ACE e de outros títulos e créditos com característica de operações de crédito. h) A tabela a seguir, apresenta a exposição a risco segmentada por mercado externo e interno: R$ mil 1º Trim. 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Mercado externo Mercado interno Total de Exposições

9 i) A tabela a seguir, apresenta a exposição a risco segmentada por setor econômico: R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Pessoa jurídica Indústria Comércio Intermediários financeiros Agronegócio Outros serviços Setor Público Pessoas físicas Total de exposições Cessões de crédito A cessão de crédito é um acordo entre duas partes, no qual o Banco Daycoval transfere à outra instituição financeira seus direitos de recebimento. A tabela, a seguir, apresenta o fluxo de operações de crédito cedidas a outras instituições financeiras e ao Daycoval Veículos FIDC, bem como a modalidade da cessão: R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Coobrigação Instituições financeiras Sem coobrigação Daycoval Veículos FIDC Valor de transferência dos ativos cedidos no período A partir de 1º de janeiro de 2012, as cessões de crédito passaram a ser classificadas conforme o disposto na Resolução nº 3533/08. A seguir apresentamos o valor total das exposições referentes à aquisição de títulos e valores mobiliários, oriundos do processo de securitização, do Daycoval Veículos FIDC: R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Valor contábil das cotas subordinadas Outras informações referentes ao processo de securitização: Veículo utilizado no processo de securitização: fundo de investimento em direito creditório Crédito, título ou valor mobiliário que lastreia a emissão: originados no processo de securitização de financiamento de veículos. Classe do título ou valor mobiliário, no que se refere à subordinação dessa às demais, para efeito de resgate: cota subordinada 9

10 Exposição a risco de crédito de contraparte A tabela, a segui,r apresenta o valor de referência ( nocional ) dos contratos sujeitos ao risco de crédito de contraparte a serem liquidados em sistemas de liquidação de câmaras de compensação e de liquidação, autorizados pelo Banco Central do Brasil, nos quais a câmara de liquidação atue como contraparte central, quais sejam: R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Contratos em que a câmara atue como contraparte central A tabela, a seguir, apresenta o valor de referência ( nocional ) dos contratos sujeitos ao risco de crédito de contraparte que não são liquidados em sistemas de liquidação de câmaras de compensação, quais sejam: R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Contratos em que a câmara não atue como contraparte central Risco de Mercado Definição Define-se como Risco de Mercado a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pelo Banco Daycovale inclui os riscos das operações sujeitas à variação cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias (commodities). Estrutura de gerenciamento de Risco de Mercado O diretor responsável pela estrutura de gerenciamento do risco de mercado, aprovado pela Diretoria e pelo Conselho de Administração do Banco Daycoval, é o Diretor Executivo de Administração. As atribuições dele não contemplam atividades relativas à administração de recursos de terceiros nem operações de tesouraria. A atividade de gerenciamento do risco de mercado é executada por uma unidade específica, a Gerência de Risco de Mercado, segregada das unidades de negócio e da unidade executora da atividade de Auditoria Interna do Banco Daycoval, conforme requer a regulamentação do Banco Central do Brasil. 10

11 Papéis Diretoria Executiva / Conselho de Administração Diretor Estatutário responsável por Risco de Mercado Comitê de Risco de Mercado Gerência de Risco de Mercado Auditoria Interna Classificação das operações Responsabilidades Definição do apetite de risco do Banco Daycoval, em função da estratégia do negócio, das oportunidades do mercado e da capacidade de gestão do Banco Daycoval; Aprovação do diretor responsável e definição da estrutura organizacional para implementação do gerenciamento do risco de mercado; Aprovação e revisão da Política de Risco de Mercado; Integridade das informações divulgadas com relação à estrutura de gerenciamento de risco de mercado. Nomeado pelo Conselho de Administração, tem a função de implantar uma estrutura de gestão de risco de mercado; Cumprir os termos da Política e Risco de Mercado, assim como os demais requerimentos internos e externos aplicáveis ao tema; Responder aos requerimentos dos Órgãos Reguladores. Estabelecer critérios e procedimentos para precificação de produtos de captação e aplicação; Definir preços de transferência; Definir perfil de maturidade e mix de ativos e passivos; Verificação do cumprimento das políticas e estratégias definidas pelo Banco Daycoval; Aprovação de propostas para alteração e/ou validação de políticas, processos e atividades que envolvam riscos de mercado; Avaliação periódica da relação risco/retorno das posições, com o intuito de manter uma carteira com a rentabilidade exigida pelo acionista; Aprovação das reclassificações das carteiras de Trading e Banking; Aprovação de novos produtos. Identificar, mensurar e controlar, em função das metodologias e premissas aprovadas pela Diretoria do Banco Daycoval, o risco de mercado do balanço (Banking Book) e da Tesouraria (Trading Book); Monitorar a implementação das decisões e políticas definidas pelo Comitê e aprovadas pela Diretoria Executiva do Banco Daycoval; Avaliar e propor estratégias referentes à otimização da estrutura do balanço; Avaliar as propostas de novos produtos, conforme define o correspondente procedimento. Revisão periódica independente do sistema de mensuração de risco, como parte do processo de auditoria interna do BancoDaycoval, incluindo as atividades das unidades de negócios e da Gerência de Risco de Mercado e abordando os seguintes aspectos mínimos: - Revisão das estratégias, políticas e procedimentos; - Revisão da estrutura organizacional da área; - Revisão dos processos de aprovação dos modelos de precificação; - Revisão dos sistemas de informação (integridade e completude dos dados, fontes de informação); - Revisão da razoabilidade das premissas utilizadas na modelagem (volatilidades, correlações e parâmetros); - Revisão dos procedimentos de backtesting. Verificação do cumprimento da política de determinação das operações incluídas na carteira de negociação (Trading Book); Validação periódica das metodologias e modelos. A classificação das operações segundo suas características de negociação permite o estabelecimento de requerimentos de capital diferenciados, considerando que, para a mensuração de risco de mercado das operações da carteira de negociação utilizam-se metodologias diversas das utilizadas para as demais operações. 11

12 O Banco Daycoval classifica as carteiras em dois tipos, considerando as características das operações e o objetivo de cada uma: Carteira de negociação ( Trading Book ); Operações não classificadas na carteira de negociação ( Banking Book ) Trading book A carteira de negociação ( Trading Book ) consiste em todas as operações com instrumentos financeiros e mercadorias, inclusive derivativos, detidas com intenção de negociação ou destinadas a hedge de outros elementos da carteira de negociação, sem limitação de sua negociabilidade. Consequentemente, o Banco Daycoval define como Trading Book todas as operações no âmbito de Tesouraria, salvo que sejam explicitamente identificadas pelo Comitê como instrumentos de hedge de operações não classificadas na carteira de negociação, quando estas operações passam a formar parte do Banking Book. As atividades da carteira de negociação estão orientadas à obtenção de benefícios a curto prazo e, para tanto, combinam o conhecimento do mercado financeiro em produtos e mercados com a capacidade de serviço a clientes. Os resultados são gerados tanto pela tomada de posições próprias no mercado como pelo serviço a clientes. A metodologia de marcação a mercado das operações da carteira de negociação foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação na data da apuração ou, na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados pela Anbima, BM&FBOVESPA e Banco Central do Brasil ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, todas devidamente alinhadas aos preços praticados nas operações. Banking book As exposições ao risco das operações não classificadas na carteira de negociação ( Banking Book ) são administradas por meio de atividades de investimento e captação ( funding ) e transações com derivativos. O Banco Daycoval define como Banking Book: Aquelas operações não classificadas dentro da carteira de negociação; Instrumentos financeiros, em mercadorias e em instrumentos derivados sobre mercadorias que, com a prévia autorização por parte do Comitê, sejam tomadas com o objetivo de cobrir riscos das operações não classificadas na carteira de negociação. 12

13 Composição dos fatores de riscos de mercado Tipos de riscos Preço Os fatores de risco de mercado são variáveis externas cujas oscilações originam distintos tipos de risco de mercado, aos quais está exposto o Banco Daycoval. Existem quatro fatores principais que originam risco de mercado: Taxas de juros Definido como a possibilidade de que as variações nas taxas de juros possam afetar em forma adversa o valor dos instrumentos financeiros. Podem ser classificados em: Risco de movimento paralelo: sensibilidade dos resultados a movimentos paralelos na curva de juros, originando diferenciais iguais para todos os prazos. Risco de movimento na inclinação da curva: sensibilidade dos resultados a movimentos na estrutura temporal da curva de juros, originando mudanças na pendente ou forma da curva. Tipos de câmbio Definido como a sensibilidade do valor das posições em moeda estrangeira às mudanças no tipo de câmbio. Preços de títulos, valores e ações Definido como a sensibilidade do valor das posições abertas em títulos perante movimentos adversos dos preços de mercado dos mesmos. Podemos classificar este tipo de risco em: Risco genérico ou sistemático: sensibilidade do valor de uma posição a mudanças no nível de preços geral; Risco específico: sensibilidade do valor não explicada por mudanças no nível de preços geral e relacionada com as características próprias do emissor. Preços de commodities É o risco derivado do efeito das mudanças potenciais nos preços das commodities no portfolio. Volatilidade O risco de volatilidade é o risco ou sensibilidade do valor da carteira perante mudanças na volatilidade dos fatores de risco (taxas de juros, tipos de câmbio, preço dos títulos valores/ações e commodities). 13

14 Correlação O risco de correlação se define como a sensibilidade do valor da carteira perante mudanças na relação que existe entre fatores de risco (correlação), seja do mesmo tipo (entre dois tipos de câmbio, por exemplo) ou de natureza diferente (entre um tipo de taxa de juros e o preço de um commodity, por exemplo). Liquidez Existem dois tipos de risco de liquidez: (i) risco de liquidez de financiamento - refere-se à incapacidade de satisfazer as necessidades de investimento e financiamento como conseqüência do descasamento do fluxo de caixa; e (ii) risco de liquidez de mercado refere-se ao risco de que o Banco Daycoval não seja capaz de desfazer uma posição tempestivamente, sem sofrer distorções significativas no preço de mercado e no custo da transação. Este risco depende de fatores tais como o número de participantes do mercado, a participação de mercado do Banco Daycoval, mudanças nas volatilidades e instabilidade dos mercados. Metodologia de gestão de risco de mercado Metodologia para a carteira de negociação ( trading book ) O Banco Daycoval utiliza a metodologia VaR para a mensuração do risco para a carteira de negociação, que é a metodologia padrão utilizada pelo mercado e uma medida que resume de forma apropriada a exposição ao risco de mercado derivado das atividades de Trading (carteira de negociação). O VaR representa a máxima perda potencial no valor de mercado que, em condições normais, pode ocasionar uma determinada posição ou carteira, considerando um grau de certeza (nível de confiança) e um horizonte temporal definidos. Objetivos do VaR: Mensurar o risco das posições de forma homogênea; Servir como base para a definição de limites de risco de mercado; Comunicar e manter informada a alta administração do Banco Daycoval sobre os riscos de mercado, facilitando a alocação eficiente de capital. Dentre as diferentes metodologias disponíveis para o cálculo do VaR (paramétrico, simulação histórica e simulação de Monte Carlo), o Banco Daycoval entende que a metodologia paramétrica é a mais adequada às características das posições da sua carteira de negociação. Teste de estresse É uma ferramenta complementar às medidas de VaR e análise de cenários, utilizada para mensurar e avaliar o risco ao qual está exposto o Banco Daycoval. Baseia-se na definição de um conjunto de movimentos para determinadas variáveis de mercado e quantificação dos efeitos dos movimentos sobre o valor do portfólio. 14

15 Analise de cenários O objetivo da análise de cenários é apoiar a alta administração do Banco Daycoval a entender o impacto que certas situações provocam, através de uma ferramenta de análise de risco em que se estabelecem cenários de longo prazo que afetam os parâmetros ou variáveis definidas para a mensuração de risco. Diferente dos testes de estresse, que consideram o impacto de movimentos nos fatores de risco de mercado sobre um portfólio de curto prazo, a análise de cenários avalia o impacto de acontecimentos mais complexos sobre o Banco Daycoval como um todo. Metodologia para a carteira de não negociação ( banking book ) As medidas utilizadas para o controle de risco do Banking Book podem ser classificadas segundo sua complexidade e flexibilidade. Adicionalmente, estas metodologias podem ser estáticas (sem qualquer crescimento da carteira) ou dinâmicas (incorporando hipóteses de crescimento). A Instituição entende que, em função da natureza das operações, da complexidade dos produtos e da dimensão da exposição ao risco de mercado, o mais adequado é utilizar medidas estáticas, ou seja, a análise é feita sobre as posições diárias efetivamente incorridas, sem qualquer hipótese adicional de crescimento ou perda. Medidas de risco de taxa de juros Gap de Taxa de Juros O objetivo desta medida é determinar a exposição / concentração do risco frente aos prazos de vencimento. Baseia-se nos descasamentos entre ativos e passivos sensíveis a variações nas taxas de juros. O cálculo do Gap de Taxa de Juros Estabelece os buckets (agrupamento de prazos de análise de sensibilidade). Identifica os ativos e passivos sensíveis a variações das taxas de juros. Classifica por vencimento, considerando critérios específicos para aquelas partidas patrimoniais sem vencimento contratual. Calcula o saldo de ativos e passivos para cada bucket. Teste de sensibilidade O Teste de Sensibilidade estima o impacto de um movimento paralelo da curva de taxa de juros sobre a Posição da Instituição, para um prazo definido (exemplo, 12 meses), e partindo do cálculo de Gap de Taxa de Juros. Neste tipo de teste, ainda são possíveis outros tipos de análise para a carteira Banking. Exemplos são os movimentos de flexão e curvatura na ETTJ (estrutura a termo de taxa de juros) e respectivas influências no seu valor de mercado. 15

16 Valor em Risco (VaR) O VaR, medida aplicada às atividades de negociação (Trading Book), pode ser adaptado para ser utilizado na estimação do risco de taxa de juros do Banking Book, incorporando informações adicionais às utilizadas no VaR da carteira de Trading. A tabela a seguir, apresenta as posições das carteiras de Trading Book e Banking Book calculadas com base em seu valor em risco (VaR): Value at Risk 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim VaR - PRE VaR - Moeda Estrangeira VaR - Índice Preços VaR - Renda Variável VaR - Funding VaR - Outras Posições Efeito Diversificação - Trading (5.376) (12.152) (11.382) (5.712) (14.643) VaR carteira trading VaR carteira banking Diversificação - trading / banking (3.448) (2.896) (5.443) (4.845) (6.646) VaR carteira banco Value at Risk (%) 4,12% 2,97% 3,55% 6,21% 2,39% Limite Value at Risk (%) 8,00% 8,00% 8,00% 7,00% 10,00% Simulações As simulações constituem-se em medida complementar às mencionadas acima. Permite medir o impacto de mudanças na estrutura sobre a exposição ao risco do Banco Daycoval. Porém, exige aplicar ferramentas de modelagem a alguns produtos. Testes de Estresse Os testes de estresse estimam: A variação do valor de mercado das operações banking, com utilização de choque compatível com o primeiro e 99º percentil da distribuição histórica de variações nas taxas de juros, considerando um período de manutenção ( holding period ) de um ano e um período de observação de cinco anos. A quantidade de pontos base de choques paralelos de taxas de juros necessários para originar reduções do valor de mercado das operações correspondentes a cinco por cento, dez por cento e vinte por cento do Patrimônio de Referência. Os testes são realizados individualmente para cada fator de risco que contribua com no mínimo cinco por cento do total das exposições e, de forma agregada, para as operações remanescentes. 16

17 Backtesting Backtesting é a comparação entre uma estimativa de perda/ganho ex-ante e a perda/ganho efetivos. O intuito é avaliar a adequação do modelo. Para efeitos de backtesting, utilizam-se perdas/ganhos efetivos para cada unidade de negócio. Dados quantitativos de gestão de risco de mercado A seguir, apresentamos as informações quantitativas referentes ao processo de gestão de risco de mercado, quais sejam: a) Exposições, por valores de referência ( notional ) a valor de mercado dos instrumentos financeiros derivativos: Operações de swap R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Posição comprada Dólar x CDI Libor x CDI Dólar x Pré Ações x CDI CDI x Dólar Euribor x CDI IPCA x CDI Pré x CDI Total posição comprada Posição vendida Pré x CDI CDI x Dólar Dólar x CDI Dólar x Pré IPCA x CDI Libor x CDI Total posição vendida Exposição líquida Operações a termo R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Posição comprada Pré x Dólar Total posição comprada Posição vendida Pré x Dólar Total posição vendida Exposição líquida

18 Operações de mercado futuro R$ mil 1º Trim 4º Trim 3º Trim 2º Trim 1º Trim Posição comprada Cupom cambial Dólar futuro Taxa de juros Total posição comprada Posição vendida Cupom cambial Dólar futuro Taxa de juros Total posição vendida Exposição líquida Todas as operações com instrumentos financeiros derivativos, contratadas por conta própria pelo Banco Daycoval, são realizadas no Brasil. Não há derivativos contratados por conta de intermediação de operações de clientes. Risco de liquidez Definição É a possibilidade de ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis descasamentos entre pagamentos e recebimentos que possam afetar a capacidade de pagamento do Banco Daycoval, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. Estrutura de gerenciamento de Risco de Liquidez A atividade de gerenciamento do risco de liquidez é executada por uma unidade específica, a Gerência de Risco de Liquidez, segregada das unidades de negócio e da unidade executora da atividade de Auditoria Interna da Instituição. 18

19 Papéis Conselho de Administração Diretor Estatutário responsável por Risco de Liquidez Comitê de Risco de Liquidez Tesouraria Principais Responsabilidades Aprovar a Política de Risco de Liquidez; Aprovar o nível aceitável de liquidez do Banco Daycoval; Aprovar o plano de contingência do Banco Daycoval bem como o limite de liquidez onde o plano de contingência deva ser acionado; Indicar o diretor responsável e definição da estrutura organizacional para implementação do gerenciamento do risco de liquidez; Nomeado pelo Conselho de Administração, tem a função de implantar os controles de risco de liquidez; Cumprir os termos da Política de Risco de Liquidez, assim como os demais requerimentos internos e externos aplicáveis ao tema, inclusive aqueles requeridos pelo Comitê de Risco de Liquidez; Responder aos requerimentos dos Órgãos Reguladores. Assegurar que sejam cumpridas as determinações e objetivos da Política de Risco de Liquidez; Aprovar propostas para alteração e/ou validação de políticas, processos e atividades que envolvam riscos de liquidez; Acompanhar o nível de liquidez do Banco Daycoval; Assegurar um adequado gerenciamento e acompanhamento dos prazos previstos de realização dos ativos e liquidação dos passivos; Formalizar e divulgar aos seus membros, discussões mantidas no âmbito do Comitê de Risco de Liquidez e as decisões tomadas; Assegurar a existência de um plano de contingência factível e apropriado às características e porte do Banco Daycoval; Assegurar a continuidade dos procedimentos e controle de gestão do risco de liquidez através da formação de backups das funções estabelecidas nas equipes, garantido a manutenção dos controles e acompanhamento; Determinar a exposição em ativos ilíquidos ou de baixa liquidez; Definir o nível de alavancagem do Banco Daycoval; Estabelecer limites para operações junto à instituições financeiras; Definir cenários de estresse, econômico-financeiros e operacionais, para simulações. Supervisionar as carteiras definidas como Trading Book e Banking Book ; Adequar o casamento dos prazos das carteiras Ativas e Passivas, através de políticas de captação; Controlar e reportar, ao Comitê de Risco de Liquidez, o nível da condição de liquidez da carteira de captação e concentração por tipo de cliente; Supervisionar a exposição de juros e moedas nas diferentes carteiras; Efetuar operações para equacionar ou minimizar impactos em exposições existentes nas carteiras, mediante aprovação da Diretoria responsável; Apurar diariamente o saldo do Caixa e divulgar para a Administração e Gerência de Liquidez; Acompanhar o cumprimento dos covenants financeiros, econômicos e referentes a gestão ambiental, assumidos pelo Banco Daycoval através dos diferentes contratos; Reportar ao Comitê de Risco de Liquidez o resultado do acompanhamento do cumprimento dos covenants e apontar possíveis disparidades; Acompanhar as análises do Banco Daycoval, junto às empresas de rating; Acompanhar os mercados nacional e internacional e analisar os fatores macro econômicos que os influenciam e que possam afetar a liquidez do mercado. 19

20 Papéis Gerência de Risco de Liquidez Auditoria Interna Principais Responsabilidades Implementar e monitorar as políticas aprovadas pelo Conselho de Administração, bem como as solicitações requeridas pelo Comitê de Risco de Liquidez; Estabelecer e documentar os parâmetros e indicadores de acompanhamento do nível de liquidez do Banco Daycoval; Acompanhar diariamente a condição de liquidez disponível do Banco; Estabelecer e documentar os critérios de avaliação das operações, com horizonte mínimo de 90 dias; Estabelecer e documentar a periodicidade mínima de elaboração/revisão dos testes de estresse, sendo mandatória a realização destes testes em momentos de adversidades no mercado; Elaborar análises econômico-financeiras que permitam avaliar o impacto dos diferentes cenários na condição de liquidez de seus fluxos de caixa, considerando, inclusive, fatores internos e externos ao Banco Daycoval; Analisar e simular a performance de instrumentos que permitam a obtenção de recursos necessários à reversão de posições adversas ao Banco Daycoval, considerando as diversas alternativas propostas pelo Comitê de Risco de Liquidez. Revisão periódica independente do sistema de mensuração de risco, como parte do processo de auditoria interna do Banco Daycoval, incluindo as atividades das unidades de negócios e da Gerência de Risco de Liquidez e abordando os seguintes aspectos mínimos: - Revisão das estratégias, políticas e procedimentos; - Revisão da estrutura organizacional da área; - Revisão dos processos e modelos de precificação, bem como do fluxo de aprovação; - Revisão dos processos de estruturação e apuração do fluxo de caixa ( Cash Flow ); - Revisão dos sistemas de informação e bases de dados de carteiras e posições (integridade e completude dos dados, além das fontes de informação); - Revisão da razoabilidade das premissas utilizadas na modelagem (volatilidades, correlações, parâmetros e principalmente, projeções existentes); - Revisão dos procedimentos de backtesting; Revisão do Funcionamento e deliberações do Comitê de Risco de Liquidez; Composição dos fatores de risco de liquidez Os fatores de risco de liquidez podem ter origem externa ou interna, e são assim categorizados: Principais fatores de riscos externos: Fatores macroeconômicos, tanto nacionais como internacionais; Políticas de Liquidez estabelecidas pelo órgão regulador; Situações do comprometimento de confiança e consequentemente da liquidez do sistema, por fatores diversos; Avaliações de agências de ratings: risco soberano e risco do Banco Daycoval; e Escassez de recursos no mercado. Principais fatores de riscos internos: Apetite de risco do Banco Daycoval e definição do nível aceitável de liquidez; Descasamentos de prazos e taxas causados pelas características dos produtos e serviços negociados; 20

21 Política de concentração, tanto na captação de recursos como na concessão de crédito Covenants assumidos pelo Banco Daycoval: financeiro, econômico e referentes a gestão ambiental; Aumento no nível de resgates antecipados das captações ou de operações com cláusula de liquidez imediata ou com carência; Exposição em ativos ilíquidos ou de baixa liquidez; e Alavancagem Em função das próprias características dos fatores de risco relacionados acima, a Política de Risco de Liquidez é voltada para orientar procedimentos frente aos fatores de riscos internos, conforme a seguir relacionados: Descasamentos de prazos e taxas Manter o adequado casamento dos prazos, através da diversificação das diferentes fontes de funding, de acordo com as necessidades individuais de cada uma das carteiras ativas, através de adequada política de captação; Avaliar diariamente as exposições de juros e moedas nas carteiras e a situação dos mercados, com intuito de controlar e mensurar os riscos inerentes de possíveis descasamentos; e Fazer hedge das exposições às quais o Banco Daycoval não possui interesse em manter. Concentração de risco A presente política estabelece que o Comitê de Risco de Liquidez determine limites referentes: À distribuição percentual da carteira ativa das operações de crédito entre atacado (middle) e varejo, assim como, à concentração por setor e clientes, em cada uma das modalidades das carteiras existentes; À diversificação das fontes de funding advindos de Depósitos a Prazo, Depósitos Interfinanceiros, Emissões Externas, FIDCs, Linhas de Empréstimo junto a Órgãos Multilaterais, Programas de Crédito de Órgãos Governamentais, etc. Covenants Acompanhar o cumprimento dos covenants, financeiros e econômicos, estabelecidos em contratos de empréstimos junto a Órgãos Multilaterais e Instituições Financeiras e seus Contratos Gerais de Derivativos (CGD), ou quaisquer outros assumidos; Reportar ao Comitê de Risco de Liquidez o resultado do acompanhamento dos covenants financeiros e econômicos, na periodicidade que for estabelecida por este Comitê; e Acompanhar o cumprimento dos compromissos referentes à Gestão Ambiental, assumidos em contratos junto a Órgãos Multilaterais ou quaisquer outros, e respectivo reporte das análises ao Comitê. 21

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