Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos,"

Transcrição

1 CARTA ECONÔMICA Nº 01/2016 Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, Em janeiro de 2016 são divulgados dados completos de índices econômicos verificados em Dentre todos fazemos os seguintes destaques: INFLAÇÃO: Este indicador é de grande importância para todos os agentes econômicos. Em 2015 ele alcançou o valor de 10,67%. Este valor é muito elevado e, no caso do Brasil, podemos dizer que ele foi fruto de um período maior que um ano para se constituir e representa um fracasso da execução recente da política econômica e monetária. Desequilíbrio fiscal, créditos subsidiados, controle inadequado de preços administrados representando uma significativa aceitação dos índices de inflação foram extremamente danosos ao ambiente econômico. Seus efeitos negativos se estenderão ao longo de 2016 pois desorganizam o sistema de preços fazendo com que os produtores inflacionem seus preços preventivamente e os orçamentos domésticos sofram perdas sucessivas de seu poder de compra. Como consequência temos a queda da produção, das vendas, da renda, da arrecadação de impostos e o aumento das taxas de desemprego. Abaixo temos um quadro com o perfil da inflação (IPCA) em 2015: Gráfico 1: Evolução dos Preços de acordo com a Inflação no ano de 2015.

2 PRODUÇÃO INDUSTRIAL: A produção brasileira de bens de capital que representa um dos principais indicadores do nível de investimentos em uma economia recuou 25,1% de janeiro a novembro de Completou-se assim 21 meses seguidos de queda dos indicadores industriais nos levando igualmente a um cenário de queda de vendas, queda de arrecadação e aumento dos índices de desemprego para Uma melhor visualização deste quadro pode ser observada no quadro abaixo: Gráfico 2: Queda dos indicadores industriais no período de 2014 a 2015.

3 CADERNETA DE POUPANÇA: A caderneta de poupança apresentou em 2015 a maior perda de depósitos em 20 anos. Tal fato pode ser facilmente explicado, no atual quadro econômico brasileiro, principalmente pela necessidade das famílias em complementarem seus orçamentos corroídos pela inflação, pelo reduzido número de pessoas empregadas em cada grupo familiar e por alternativas de investimentos mais rentáveis e ao alcance dos pequenos investidores na rede bancária e junto a outros agentes. Repare no quadro abaixo os valores destes saques e seus percentuais: Gráfico 3: Fluxo negativo da Poupança. Ressalte-se que os recursos da caderneta de poupança continuam sendo a principal fonte de recursos para o financiamento imobiliário habitacional e que este segmento tem significativo efeito multiplicador sobre muitos outros segmentos da economia. Parte desta queda o Banco Central tentou compensar com liberação de recursos dos depósitos compulsório da rede bancária obrigando-a à direcioná-los para a recomposição dos valores de anos anteriores. Entretanto, a queda do nível de emprego e o elevado nível de juros que se verificará em 2016 não nos permitem crer em aumento das decisões de tomada de crédito para aquisição de casa própria por parte da população em 2016.

4 PRODUÇÃO DE VEÍCULOS: Por ter um grande efeito multiplicador sobre vários outros segmentos econômicos e ser grande empregador de mão de obra, destacamos também a queda da produção de veículos automotores e a consequente aumento da ociosidade nesta indústria no Brasil que viveu em 2015, seu pior momento em 25 anos, com metade das linhas de produção paradas. Tal situação deve se agravar em 2016, pois há um contingente potencial de trabalhadores ligados ao setor automobilístico que podem ser dispensados. O nível histórico de ociosidade pode ser observado na figura abaixo: Gráfico 4: Queda nas operações das montadoras de veículos.

5 EMPREGO Para resumir este indicador, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados CAGED apurou que o Brasil perdeu 1,5 milhões de postos de emprego formais em Foi o pior resultado desde O quadro abaixo expõe a gravidade deste dado diante da dificuldade de reabsorção deste contingente de trabalhadores no médio prazo. Gráfico 5: Diminuição das vagas de emprego no período de 1992 a 2015.

6 JUROS COPOM Dividido e sob pressão política o Banco Central mudou sua posição indicativa de elevação da Taxa SELIC (taxa básica de juros) para manutenção de seu patamar em 14,25% ao ano. Dos seus oito integrantes, dois votaram pela elevação dos juros na reunião realizada na segunda metade de Janeiro. Tal mudança se deu com a justificativa e tendo por base um relatório do FMI divulgado nas vésperas da reunião, mas que não trazia informação adicional relevante ou outra que não fosse de domínio dos agentes econômicos. O comunicado posterior a reunião não deu pistas da atuação da Autoridade Monetária em No sistema de metas de inflação, que é o adotado pelo Brasil, os sinais do Banco Central são importante para um alinhamento de pensamento com o mercado e, desta maneira, dando guinadas em sua postura há um aumento das incertezas sobre tão importante elemento das análises e projeções econômicas. Definitivamente não é o que a economia precisa para apresentar melhor desempenho. Gráfico 6: Evolução da taxa Selic no ano de 2015.

7 DÓLAR + CHINA: Um dos principais vilões da economia brasileira é também uma das poucas esperanças de recuperação nos próximos meses: o Dólar. Sua elevada cotação traz um grande incentivo às exportações, beneficiando toda cadeia produtiva exportadora e, adicionalmente, freia as importações. Com a avaliação geral de que o Dólar não terá quedas significativas em sua cotação permanecendo ao redor dos R$ 4,00, os empresários depositam nas exportações suas maiores esperanças de recuperação de vendas e mercados. A balança comercial surge como âncora para uma nova situação: mais exportações e maior recepção de capitais estrangeiros, desde via turismo até investimentos industriais fixos. O Brasil apresentou um superávit de R$ 19,7 bilhões na balança comercial de 2015, melhor resultado desde 2011 e redução de 68% no déficit das contas externas em novembro de 2015 quando comparado com o mesmo mês do ano anterior. Abaixo apresentamos quadros do setor externo da economia brasileira. Gráfico 7: Evolução do Dólar.

8 Gráfico 8: Conseqüências do aumento do Dólar. A China, mais uma vez, derrubou as Bolsas de Valores no mundo todo. Dados divulgados de sua economia, logo no início de Janeiro apontaram para significativa desaceleração da produção industrial pelo 10º mês consecutivo o que levou a Bolsa de Xangai, a principal daquele país a recuar 7% obrigando a interrupção temporária dos negócios. Tal choque se espalhou pelo mundo e confirmou previsões e análises do FMI quanto a sua possibilidade de influenciar negativamente todas as economias.

9 Após um ano de 2015 em que a China lançou mão de medidas para conter a queda do valor das ações das empresas e da desvalorização de sua moeda, o Yuan, este início assustador da segunda maior economia do planeta faz com que seus dados sejam cada vez mais importantes para qualquer análise prospectiva de recuperação da economia mundial. Casos se confirmem as projeções mais pessimistas do crescimento da economia chinesa, abaixo de 6,5% em 2016, podem trazer implicações profundas e muito negativas para países que dependem, ou tem nas exportações para a China, um pilar de grande importância para suas economias, como é o caso do Brasil. Em 2015, a desaceleração registrada pela economia chinesa levou a uma grande queda no preço das commodities, como o minério de ferro, e pelo mau desempenho, tanto nos lucros como nas suas cotações em Bolsa, de mineradoras como a Vale e siderúrgicas como a Gerdau. Abaixo, um quadro para ilustrar o efeito China nas bolsas de valores ao redor do mundo logo no primeiro dia útil de 2016: Gráfico 9: Efeito na bolsa de valores.

10 INDICADORES INVESTIMENTOS: Abaixo apresentamos tabelas com as rentabilidades de diferentes índices do mercado:

11 Em resumo, o ano de 2016 apresenta os seguintes obstáculos a serem superados e que acompanharemos aqui, mensalmente: a) equilíbrio fiscal; b) financiamento dos sistemas previdenciários; c) recuperação da atividade econômica; d) controle da inflação e e) recomposição da base política e eliminação, ou não, do processo de impeachment da presidente. Até lá! Ronaldo Borges da Fonseca Paulina Costa Marques Medeiros Economista Economista CORECON nº ª Região/RN CORECON nº ª Região/MT

Carta Econômica Trimestral

Carta Econômica Trimestral CARTA ECONÔMICA Nº 10/2016 Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, Outubro 2016 Neste final de outubro os gestores de recursos dos RPPSs, notadamente aqueles que fazem um

Leia mais

Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos,

Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, CARTA ECONÔMICA Nº 04/2016 Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, Notadamente nestes meses iniciais do ano de 2016 o cenário político é que vem dando o tom dos acontecimentos

Leia mais

PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA

PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA Gustavo Loyola XII CONGRESSO BRASILEIRO DE FOMENTO COMERCIAL Foz do Iguaçu (PR), abril de 2016 Estrutura 2 Cenário Internacional Cenário doméstico Conclusão Cenário

Leia mais

Os sérios desafios da economia. Econ. Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Maio/2016

Os sérios desafios da economia. Econ. Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Maio/2016 Os sérios desafios da economia Econ. Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Maio/2016 1 Os números da economia brasileira que o novo governo precisa enfrentar 11,089 milhões Número de desempregados no Brasil,

Leia mais

Impactos da Crise Mundial sobre a Economia Brasileira

Impactos da Crise Mundial sobre a Economia Brasileira Impactos da Crise Mundial sobre a Economia Brasileira Centro das Indústrias do Estado de São Paulo - CIESP Campinas (SP) 29 de julho de 2009 1 CIESP Campinas - 29/07/09 Crise de 2008 breve histórico Início:

Leia mais

Relatório Conjuntura Econômica Brasileira 4º trimestre de 2013

Relatório Conjuntura Econômica Brasileira 4º trimestre de 2013 Relatório Conjuntura Econômica Brasileira 4º trimestre de 2013 Elaboração: Vice-Presidência de Finanças VIFIN Diretoria Executiva de Finanças e Mercado de Capitais - DEFIN Superintendência Nacional de

Leia mais

Relatório Conjuntura Econômica Brasileira 3o. Trimestre 2012

Relatório Conjuntura Econômica Brasileira 3o. Trimestre 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Relatório Conjuntura Econômica Brasileira 3o. Trimestre 2012 Elaboração:VIFIN CAIXA Vice-Presidência de Finanças SUPLA CAIXA SN de Planejamento Financeiro 1 Relatório Conjuntura

Leia mais

A semana em revista. Relatório Semanal 08/06/2015

A semana em revista. Relatório Semanal 08/06/2015 Relatório Semanal 08/06/2015 A semana em revista No cenário doméstico, os principais destaques da semana foram os dados da Pesquisa Industrial Mensal e o resultado da reunião do COPOM. A produção industrial

Leia mais

PIB. PIB Trimestral 3,9% 2,6% 2,3% 2,3%

PIB. PIB Trimestral 3,9% 2,6% 2,3% 2,3% PIB O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou nesta última sextafeira, 29 de Maio, os dados do Produto Interno Bruto (PIB) referentes ao primeiro trimestre de 2015. Análise preliminar

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 28 de janeiro e 02 de fevereiro de 2016 Analistas consultados: 25 PROJEÇÕES E EXPECTATIVAS DE MERCADO FEBRABAN

Leia mais

Concessões de Crédito - Recursos Livres Variação acumulada em 12 meses. fev/15. nov/14. mai/14. mai/15. ago/14 TOTAL PF PJ

Concessões de Crédito - Recursos Livres Variação acumulada em 12 meses. fev/15. nov/14. mai/14. mai/15. ago/14 TOTAL PF PJ ASSESSORIA ECONÔMICA Dados divulgados entre os dias 24 de julho e 28 de julho Crédito O estoque total de crédito do sistema financeiro nacional (incluindo recursos livres e direcionados) registrou variação

Leia mais

- Emplacamento de Veículos / FENABRAVE - Índice Nacional de Expectativa do Consumidor. - Anúncio da taxa básica de juros americana / (INEC) / CNI

- Emplacamento de Veículos / FENABRAVE - Índice Nacional de Expectativa do Consumidor. - Anúncio da taxa básica de juros americana / (INEC) / CNI BRASÍLIA 30/10/2017 30/10 SEGUNDA-FEIRA - Boletim FOCUS/Banco Central - Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPCS)/ FGV - Notas para a imprensa Política Fiscal / Banco Central - IGP-M / FGV EDIÇÃO 0008

Leia mais

ECONOMIA BRASILEIRA. Uma luz no final do túnel?

ECONOMIA BRASILEIRA. Uma luz no final do túnel? Cuiabá, 05 de Março de 2017. ECONOMIA BRASILEIRA Uma luz no final do túnel? De acordo com o IBGE, a economia brasileira contraiu, em 2016, cerca de 3,6% frente ao ano de 2015. Com esse resultado negativo,

Leia mais

Unidade III ECONOMIA E MERCADO. Prof. Rodrigo Marchesin

Unidade III ECONOMIA E MERCADO. Prof. Rodrigo Marchesin Unidade III ECONOMIA E MERCADO Prof. Rodrigo Marchesin Introdução Macroeconomia: Grandes questões econômicas; Comportamento global do sistema; Análise dos grandes agregados econômicos. Estrutura básica

Leia mais

Fatores Determinantes do

Fatores Determinantes do Fatores Determinantes do Balanço de Pagamentos Abordagem pela Absorção Abordagem pelos Movimentos de Capital Abordagem Monetária http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Contabilidade das relações externas

Leia mais

Estamos a Esperar. Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, CARTA ECONÔMICA Nº 07/2016

Estamos a Esperar. Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, CARTA ECONÔMICA Nº 07/2016 CARTA ECONÔMICA Nº 07/2016 Senhores Conselheiros, Gestores e Membros do Comitê de Investimentos, Estamos a Esperar O mês de julho foi mais um mês em compasso de espera...espera de conclusão do processo

Leia mais

Carta Econômica Mensal - Abril de Ainda Incertezas...

Carta Econômica Mensal - Abril de Ainda Incertezas... Cuiabá, 09 de Maio de 2017. Carta Econômica Mensal - Abril de 2017 Ainda Incertezas... Em Abril, a trajetória do IMA-Geral e seus subíndices que refletem a carteira dos títulos públicos em mercado indica

Leia mais

Superintendência de Planejamento, Orçamento e Custos

Superintendência de Planejamento, Orçamento e Custos Superintendência de Planejamento, Orçamento e Custos Atividade Econômica PIB - Crescimento anual (%) 4, 4,1 4,5 3,2 3,1 3,5 2,1 1,7 2, 4,8 3,6 2, 2 211 212 213 214 215 216 217* 218* * Projeções do FMI

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 01/2016

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 01/2016 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 01/2016 Data: 08/01/2016 Participantes Efetivos: Wagner de Jesus Soares Presidente, Mariana Machado de Azevedo Economista, Rosangela Pereira

Leia mais

Cenário Moveleiro. Análise econômica e suporte para as decisões empresariais. Número 01/2006. Cenário Moveleiro Número 01/2006 1

Cenário Moveleiro. Análise econômica e suporte para as decisões empresariais. Número 01/2006. Cenário Moveleiro Número 01/2006 1 Cenário Moveleiro Análise econômica e suporte para as decisões empresariais Número 01/2006 Cenário Moveleiro Número 01/2006 1 Cenário Moveleiro Análise econômica e suporte para as decisões empresariais

Leia mais

Carta Econômica Mensal Janeiro Um Novo Brasil?

Carta Econômica Mensal Janeiro Um Novo Brasil? Cuiabá, 13 de Fevereiro de 2017. Carta Econômica Mensal Janeiro 2017 Um Novo Brasil? No dia 31/01/2017 por, talvez, uma mera coincidência, o empresário Eike Batista foi preso em uma operação desdobrada

Leia mais

Economia Brasileira Ciclos do Pós-Guerra

Economia Brasileira Ciclos do Pós-Guerra Economia Brasileira Ciclos do Pós-Guerra Hildo Meirelles de Souza Filho Ciclos do crescimento 1947-1980, taxas de crescimento do PIB 15,0 10,0 5,0-1948 1950 1952 1954 1956 1958 1960 1962 1964 1966 1968

Leia mais

AGROSAFRA SETEMBRO DE 2015

AGROSAFRA SETEMBRO DE 2015 AGROSAFRA SETEMBRO DE 2015 1. Indicadores da macroeconomia brasileira. 2. Agro-cotações no PR para soja, trigo e milho - anual e mensal. 3. Agro-cotações na CBOT (bolsa de Chicago) para soja, trigo e milho

Leia mais

Análise Conjuntural: Variáveis- Instrumentos e Variáveis- meta

Análise Conjuntural: Variáveis- Instrumentos e Variáveis- meta Análise Conjuntural: Variáveis- Instrumentos e Variáveis- meta Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h;p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Estrutura da Apresentação Variáveis- instrumentos:

Leia mais

O desempenho dos principais indicadores da economia brasileira em 2008

O desempenho dos principais indicadores da economia brasileira em 2008 NIVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA O desempenho dos principais indicadores da economia brasileira em 2008 Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O presente artigo tem o objetivo de apresentar

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Dezembro de 2014 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial no Ano de 2014... 4 3.

Leia mais

186/15 02/12/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

186/15 02/12/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados 186/15 02/12/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Novembro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Outubro

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE SÃO GABRIEL/RS

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE SÃO GABRIEL/RS INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE SÃO GABRIEL/RS CONJUNTURA ECONÔMICA E FINANCEIRA Agosto/17 INTRODUÇÃO Neste relatório disponibilizamos a conjuntura econômica financeira para

Leia mais

Os desafios da economia. Economista Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Outubro/2014

Os desafios da economia. Economista Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Outubro/2014 Os desafios da economia Economista Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Outubro/2014 Os desafios da economia Correção dos rumos da política econômica. Muito mais do que necessidade: É inevitável. Sem ajustes:

Leia mais

Informativo Mensal Investimentos

Informativo Mensal Investimentos Objetivo Os investimentos dos Planos Básico e Suplementar, modalidade contribuição definida, tem por objetivo proporcionar rentabilidade no longo prazo através das oportunidades oferecidas pelos mercados

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Conjuntura - Saúde Suplementar 28º Edição - Setembro 2015 Sumário Conjuntura - Saúde Suplementar Seção Especial 3 Nível de Atividade 4 Emprego 5 Emprego direto em planos de saúde 6 Renda 6 Inflação 7 Câmbio

Leia mais

CONTEXTO DA ECONOMIA E SEUS REFLEXOS NA AMÉRICA LATINA

CONTEXTO DA ECONOMIA E SEUS REFLEXOS NA AMÉRICA LATINA CONTEXTO DA ECONOMIA E SEUS REFLEXOS NA AMÉRICA LATINA AMÉRICA LATINA AMÉRICA LATINA Quatro desafios da economia da América Latina em 2015 Crescimento moderado da economia global; Queda do preço das comodities

Leia mais

Perspectivas econômicas

Perspectivas econômicas Perspectivas econômicas 5º seminário Abecip Ilan Goldfajn Economista-chefe e Sócio Itaú Unibanco Maio, 2015 2 Roteiro Recuperação em curso nas economias desenvolvidas. O Fed vem adiando o início do ciclo

Leia mais

Desemprego em São Paulo tem leve recuo e passa de 17,5% em setembro para 17,2% em outubro

Desemprego em São Paulo tem leve recuo e passa de 17,5% em setembro para 17,2% em outubro Boletim 1112/2016 Ano VIII 01/12/2016 Desemprego em São Paulo tem leve recuo e passa de 17,5% em setembro para 17,2% em outubro Nível de ocupação melhorou porque foram gerados 111 mil postos de trabalho

Leia mais

Carta Econômica Mensal - Maio de Um mês partido ao meio

Carta Econômica Mensal - Maio de Um mês partido ao meio Cuiabá, 05 de Junho de 2017. Carta Econômica Mensal - Maio de 2017 Um mês partido ao meio O mês de maio de 2017 pode ser dividido em duas partes: os primeiros 15/16 dias, onde as (boas) notícias de cunho

Leia mais

Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira

Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira 39º Prêmio Exportação Rio Grande do Sul - 2011 Alexandre Tombini Presidente do Banco Central do Brasil 20 de Junho de 2011 Conquistas da Sociedade Brasileira

Leia mais

Carta ao Cotista Julho Ambiente Macroeconômico. Internacional

Carta ao Cotista Julho Ambiente Macroeconômico. Internacional Carta ao Cotista Julho 2015 Ambiente Macroeconômico Internacional A economia chinesa expandiu-se 7% no primeiro semestre, o resultado foi ligeiramente melhor do que o previsto pelo mercado. Dados recentes

Leia mais

no Mercado de Trabalho Brasileiro

no Mercado de Trabalho Brasileiro Análise da Pobreza e a População de Baixa Renda no Mercado de Trabalho Brasileiro Victor Chagas e Lucas Facó Universidade de Brasília September 30, 2011 Trajetórias da população de baixa renda no mercado

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada de 11 a 16 de setembro/2015 Analistas consultados: 25 PROJEÇÕES E EXPECTATIVAS DE MERCADO Pesquisa de Projeções Macroeconômicas

Leia mais

Parece precipitado apostar em uma recuperação da economia chinesa

Parece precipitado apostar em uma recuperação da economia chinesa INFORMATIVO Nº. 54. MARÇO de 2016 Parece precipitado apostar em uma recuperação da economia chinesa Fabiana D Atri - Economista Coordenadora do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 14 e 20 de setembro de 2016 Instituições respondentes: 22 DESTAQUES DESTA EDIÇÃO Principais alterações nas

Leia mais

Macroeconomia para executivos de MKT. Lista de questões de múltipla escolha

Macroeconomia para executivos de MKT. Lista de questões de múltipla escolha Macroeconomia para executivos de MKT Lista de questões de múltipla escolha CAP. 3. Ambiente Externo, Cenário Macroeconômico e Mensuração da Atividade Econômica 5.1) A diferença entre Produto Nacional Bruto

Leia mais

173/15 30/10/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

173/15 30/10/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados 173/15 30/10/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Outubro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Setembro

Leia mais

BOLETIM DE CONJUNTURA MACROECONÔMICA Novembro 2016 DEZEMBRO BOLETIM DE CONJUNTURA MACROECONÔMICA

BOLETIM DE CONJUNTURA MACROECONÔMICA Novembro 2016 DEZEMBRO BOLETIM DE CONJUNTURA MACROECONÔMICA BOLETIM DE CONJUNTURA MACROECONÔMICA Novembro 2016 DEZEMBRO 2016 BOLETIM DE CONJUNTURA MACROECONÔMICA Brasil Atividade Econômica: recessão persiste mesmo com leve melhora do consumo das famílias. Inflação:

Leia mais

MCM Consultores Associados. Fevereiro

MCM Consultores Associados. Fevereiro MCM Consultores Associados Fevereiro - 2009 Economia Internacional Crises Financeiras Principais conseqüências das crises financeiras Fonte : Rogoff, K.S e Reinhart, C.M The Aftermath of Financial Crises

Leia mais

ECONOMIA BRASILEIRA RESUMINDO: 1º GOVERNO LULA

ECONOMIA BRASILEIRA RESUMINDO: 1º GOVERNO LULA RESUMINDO: 1º GOVERNO LULA Criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, constituído por representantes dos trabalhadores, dos empresários, do governo e outros setores da sociedade. Rompimento

Leia mais

Setor Externo: Panorama Internacional em Transformação

Setor Externo: Panorama Internacional em Transformação 8 análise de conjuntura Setor Externo: Panorama Internacional em Transformação Vera Martins da Silva (*) Dentro de um quadro recessivo, o setor externo continua como um fator de otimismo na economia brasileira.

Leia mais

Consultoria. Conjuntura Econômica e Perspectivas Setembro/2016. Juan Jensen

Consultoria. Conjuntura Econômica e Perspectivas Setembro/2016. Juan Jensen Consultoria Conjuntura Econômica e Perspectivas 2017-22 Setembro/2016 Juan Jensen jensen@4econsultoria.com.br PIB Confiança segue mostrando recuperação na margem, ainda que nível ainda seja baixo Estamos

Leia mais

10. Em Foco IBRE: A Fragilidade do Superávit da Balança Comercial

10. Em Foco IBRE: A Fragilidade do Superávit da Balança Comercial 25 10. Em Foco IBRE: A Fragilidade do Superávit da Balança Comercial Com o superávit da balança comercial em março, o déficit acumulado no primeiro trimestre deste ano (-US$ 5,5 bilhões) foi inferior ao

Leia mais

Conjuntura Nacional e Internacional Escola Florestan Fernandes, Guararema, 3 de julho de º. PLENAFUP

Conjuntura Nacional e Internacional Escola Florestan Fernandes, Guararema, 3 de julho de º. PLENAFUP Conjuntura Nacional e Internacional Escola Florestan Fernandes, Guararema, 3 de julho de 2015 5º. PLENAFUP Economia Brasileira I.54 - Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) Período Índice

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 13/2015

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 13/2015 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 13/2015 Data: 07/07/2015 Participantes Efetivos: Wagner de Jesus Soares Presidente, Mariana Machado de Azevedo Economista, Rosangela Pereira

Leia mais

Perspectivas Econômicas. Pesquisa Macroeconômica Itaú Unibanco

Perspectivas Econômicas. Pesquisa Macroeconômica Itaú Unibanco Perspectivas Econômicas Pesquisa Macroeconômica Itaú Unibanco Setembro 2016 Roteiro Internacional Ambiente externo ainda favorável para os mercados emergentes O Fed, o banco central americano, deve voltar

Leia mais

CENÁRIO ECONÔMICO. Outubro 2016

CENÁRIO ECONÔMICO. Outubro 2016 CENÁRIO ECONÔMICO Outubro 2016 CENÁRIO ECONÔMICO Internacional - Destaques Mercados globais: avanço (modesto) da economia americana, bom desempenho(ainda) da China e melhora (discreta) da Zona do Euro

Leia mais

Pesquisa FEBRABAN de Projeções e Expectativas de Mercado Realizada entre os dias 12 e 13 de junho de 2008 Divulgada em 17 de junho de 2008

Pesquisa FEBRABAN de Projeções e Expectativas de Mercado Realizada entre os dias 12 e 13 de junho de 2008 Divulgada em 17 de junho de 2008 Pesquisa FEBRABAN de Projeções e Expectativas de Mercado Realizada entre os dias 12 e 13 de junho de 2008 Divulgada em 17 de junho de 2008 Os bancos ampliaram o teto de taxa de juros para 2008. Os resultados

Leia mais

Banco de Dados Nov/10

Banco de Dados Nov/10 Banco de Dados Nov/10 Movimento mundial de desvalorização do dólar. Enfraquecimento da moeda americana. Moedas asiáticas Tailândia, Malásia, Cingapura. Moedas dos países do leste europeu: Hungria, Polônia,

Leia mais

Setembro Cenário Econômico Guilherme R. C. Moreira. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Setembro Cenário Econômico Guilherme R. C. Moreira. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Setembro 2015 Cenário Econômico Guilherme R. C. Moreira Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 O Brasil era assim... Boom das Commodities Estímulos ao Consumo e pressão inflacionária Importações

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 Guilherme R. S. Souza e Silva * Introdução Este artigo pretende apresentar e discutir

Leia mais

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O

Leia mais

Setor Externo: Otimismo Incipiente

Setor Externo: Otimismo Incipiente 7 Setor Externo: Otimismo Incipiente Vera Martins da Silva (*) Apesar do enorme desemprego e nível de atividade ainda com péssimos indicadores há no ar um conjunto de informações e percepções sobre a existência

Leia mais

ÍNDICE BRASILEIROS ENFRENTAM SEGUNDO ANO DE CRISE EMPREGO FORMAL... 03

ÍNDICE BRASILEIROS ENFRENTAM SEGUNDO ANO DE CRISE EMPREGO FORMAL... 03 CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE Nº 11 NOVEMBRO 2016 1 ÍNDICE BRASILEIROS ENFRENTAM SEGUNDO ANO DE CRISE... 02 1 EMPREGO FORMAL... 03 1.1 SALDO MENSAL DE EMPREGO NA CONSTRUÇÃO CIVIL DO ESTADO DO PARÁ... 04

Leia mais

PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA E O SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Gustavo Loyola. APeMEC São Paulo (SP), maio de 2016

PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA E O SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Gustavo Loyola. APeMEC São Paulo (SP), maio de 2016 PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA E O SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL Gustavo Loyola APeMEC São Paulo (SP), maio de 2016 Estrutura 2 Cenário Internacional Cenário doméstico Cenário da Construção Civil Cenário

Leia mais

Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) Colocar a economia no rumo do crescimento

Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) Colocar a economia no rumo do crescimento Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) Colocar a economia no rumo do crescimento Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda Barra Bonita, 25 de Novembro de 2016 BRASIL: EVOLUÇÃO DO CRESCIMENTO DO PIB (VAR.

Leia mais

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança D A T A A B E C I P N O V E M B R O, 2 0 1 5 D E S T A Q U E S D O M Ê S Poupança SBPE Captação Líquida: - R$ 962 milhões Saldo: R$ 501,2 bilhões Financiamentos

Leia mais

PIB trimestral tem crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior após 3 anos

PIB trimestral tem crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior após 3 anos PIB trimestral tem crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior após 3 anos No 2º tri./2017, o PIB brasileiro a preços de mercado apresentou crescimento de 0,23% quando comparado ao 2º tri./2016,

Leia mais

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança D A T A A B E C I P S E T E M B R O, 2 0 1 5 D E S T A Q U E S D O M Ê S Poupança SBPE Captação Líquida: - R$ 5,38 bilhões Saldo: R$ 498,7 bilhões

Leia mais

Decifrando a economia para superar a crise. com Denise Barbosa & Antonio Lacerda

Decifrando a economia para superar a crise. com Denise Barbosa & Antonio Lacerda Decifrando a economia para superar a crise com Denise Barbosa & Antonio Lacerda EUA produção industrial continua patinando 110 105 Índice base 2007 = 100 100 95 90 85 80 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 jan/13

Leia mais

Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016

Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016 Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016 Diretoria Adjunta de Análise e Disseminação de Informações Gerência de Indicadores Econômicos Em fevereiro de 2016, no acumulado de 12 meses,

Leia mais

Relatório Econômico. Comitê de Acompanhamento Macroeconômico. Política Monetária e Juros

Relatório Econômico. Comitê de Acompanhamento Macroeconômico. Política Monetária e Juros Comitê de Acompanhamento Macroeconômico Reunião ordinária 5 de julho de 2013 Relatório Econômico Na última reunião do Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da ANBIMA, realizada no dia 05 de julho de

Leia mais

CIDADE NOVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII. CNPJ nº / (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.)

CIDADE NOVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII. CNPJ nº / (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.) CIDADE NOVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII CNPJ nº 15.862.591/0001-83 (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.) 1 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Seção I Objeto do Fundo 2 Seção I Objeto do

Leia mais

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança D A T A A B E C I P J U L H O, 2 0 1 7 D E S T A Q U E S D O M Ê S Poupança SBPE Captação Líquida: R$ 4,9 bilhões Saldo: R$ 525,4 bilhões Financiamentos

Leia mais

Nova queda do PIB não surpreende mercado

Nova queda do PIB não surpreende mercado Nova queda do PIB não surpreende mercado Os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE) nesta primeira semana de março mostram a tendência

Leia mais

Não há crise no setor! Será?

Não há crise no setor! Será? FÓRUM DOS PAPELEIROS DA REGIÃO SUL Não há crise no setor! Será? Preparatória para Negociação Coletiva de Trabalho 2015/2016 Itapema, setembro de 2015 Tripé da Instabilidade Econômica Recessão econômica

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 01 e 04 de Novembro de 2016 Instituições participantes: 22 DESTAQUES DESTA EDIÇÃO Principais alterações

Leia mais

Indicadores da Economia Brasileira: Setor Externo Observatório de Políticas Econômicas 2016

Indicadores da Economia Brasileira: Setor Externo Observatório de Políticas Econômicas 2016 www.fdc.org.br Indicadores da Economia Brasileira: Setor Externo Observatório de Políticas Econômicas 2016 Indicadores da Economia Brasileira: Setor Externo Quadro-Resumo Saldo da Balança Comercial Saldo

Leia mais

Cenário Macroeconômico 2006 Janeiro de 2006

Cenário Macroeconômico 2006 Janeiro de 2006 Cenário Macroeconômico 2006 Janeiro de 2006 1 Cenário Econômico Regra básica: Cenário Internacional é dominante. Oscilações de curto prazo são determinadas exogenamente. 2 Cenário Internacional União monetária

Leia mais

MCM Consultores Associados. Setembro

MCM Consultores Associados. Setembro MCM Consultores Associados Setembro - 2006 Cenários Econômicos para 2007-2010 Premissas para a Economia Mundial Não se configura o quadro de recessão prognosticado por vários analistas; Queda moderada

Leia mais

Uma análise dos principais indicadores da economia brasileira

Uma análise dos principais indicadores da economia brasileira NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Uma análise dos principais indicadores da economia brasileira Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O presente artigo tem o objetivo de apresentar e

Leia mais

Quarta-Feira, 19 de outubro de 2016

Quarta-Feira, 19 de outubro de 2016 Quarta-Feira, 19 de outubro de 2016 Bom dia, Agenda interna e COPOM no radar. Hoje sem horário para ocorrer teremos as divulgações do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) de outubro e o

Leia mais

Workshop IBBA : Classe C

Workshop IBBA : Classe C (*) Veja última página para informações de investidor e completa listagem da equipe. Workshop IBBA : Classe C Ilan Goldfajn Economista-chefe Itaú Unibanco Roteiro Cenário internacional de ajuste de transações

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS - ICEG DEPARTAMENTO DE ECONOMIA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS - ICEG DEPARTAMENTO DE ECONOMIA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS - ICEG DEPARTAMENTO DE ECONOMIA Carta de Análise Econômica Conjuntural Ano 2 Número 7 Maio 2012 1 Considerações

Leia mais

2005: Prêmio de Risco; Cenário Externo e Convergência. Dany Rappaport Corecon, 27 de janeiro de 2005

2005: Prêmio de Risco; Cenário Externo e Convergência. Dany Rappaport Corecon, 27 de janeiro de 2005 2005: Prêmio de Risco; Cenário Externo e Convergência Dany Rappaport Corecon, 27 de janeiro de 2005 Cenário Externo Maior crescimento global em 30 anos. Crescimento do PIB em 2004 - Expectativa Área do

Leia mais

Por que o Brasil pode ser um dos primeiros países a sair da recessão?

Por que o Brasil pode ser um dos primeiros países a sair da recessão? Por que o Brasil pode ser um dos primeiros países a sair da recessão? Luciano Luiz Manarin D Agostini * RESUMO Observa-se tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento quedas generalizadas do crescimento

Leia mais

ITABIRAPREV - INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DE ITABIRA - MG. Relatório de Acompanhamento da Carteira de Investimentos Setembro De 2015

ITABIRAPREV - INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DE ITABIRA - MG. Relatório de Acompanhamento da Carteira de Investimentos Setembro De 2015 Milhões ITABIRAPREV - INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DE ITABIRA - MG Relatório de Acompanhamento da Carteira de Investimentos Setembro De 215 R$ 12 R$ 1 R$ 8 R$ 6 R$ 4 R$ 2 R$ Evolução do Patrimônio no Ano 89,7

Leia mais

Brasília (DF), 28 de janeiro de 2016.

Brasília (DF), 28 de janeiro de 2016. Brasília (DF), 28 de janeiro de 2016. Pronunciamento do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil, na 44ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social

Leia mais

Conjuntura Março. Boletim de AGRAVAMENTO DAS CRISES ECONÔMICA E POLÍTICA INDUZ MUDANÇAS NO PAÍS. PIB dos serviços recua 2,1% em 2015

Conjuntura Março. Boletim de AGRAVAMENTO DAS CRISES ECONÔMICA E POLÍTICA INDUZ MUDANÇAS NO PAÍS. PIB dos serviços recua 2,1% em 2015 Março de 2016 AGRAVAMENTO DAS CRISES ECONÔMICA E POLÍTICA INDUZ MUDANÇAS NO PAÍS PIB dos serviços recua 2,1% em 2015 Segundo o IBGE, o PIB brasileiro caiu 4,0% em 2015. Essa variação é resultado de uma

Leia mais

Perspectivas Econômicas. Pesquisa Macroeconômica Itaú Unibanco

Perspectivas Econômicas. Pesquisa Macroeconômica Itaú Unibanco Perspectivas Econômicas Pesquisa Macroeconômica Itaú Unibanco Setembro, 2015 Roteiro Internacional Brasil Desaceleração da China reduz crescimento global China: desaceleração chinesa reduz crescimento

Leia mais

CIDADE NOVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII. CNPJ nº / (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.)

CIDADE NOVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII. CNPJ nº / (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.) CIDADE NOVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII CNPJ nº 15.862.591/0001-83 (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.) 1 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Seção I Objeto do Fundo 2 Seção I Objeto do

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 23 e 26 de Janeiro de 2017 Instituições participantes: 22 DESTAQUES DESTA EDIÇÃO Principais alterações nas

Leia mais

Informativo de Mercado Mensal

Informativo de Mercado Mensal Informativo de Mercado Mensal Dezembro/2015 DESTAQUES Dezembro foi um mês de baixa liquidez em decorrência do período de férias e consequentemente muito propenso a alta volatilidade. No cenário externo,

Leia mais

Crise X Oportunidades: Quais oportunidades o Brasil está tendo com a crise? Qual a previsão para o mercado de crédito, nos próximos anos?

Crise X Oportunidades: Quais oportunidades o Brasil está tendo com a crise? Qual a previsão para o mercado de crédito, nos próximos anos? Crise X Oportunidades: Quais oportunidades o Brasil está tendo com a crise? Qual a previsão para o mercado de crédito, nos próximos anos? Andrew Frank Storfer Vice Presidente da ANEFAC out 2009 CONJUNTURA

Leia mais

ATIVIDADE ECONÔMICA. Junho de 2009

ATIVIDADE ECONÔMICA. Junho de 2009 Principais pontos Relatório de Inflação Banco Central ATIVIDADE ECONÔMICA As medidas anticíclicas vêm se traduzindo em melhoras recentes. A economia brasileira apresenta sinais de gradual recuperação.

Leia mais

CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO EM TEMPOS DE CRISE. Marcelo Barros Amanda Aires

CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO EM TEMPOS DE CRISE. Marcelo Barros Amanda Aires CENÁRIO ECONÔMICO ASILEIRO EM TEMPOS DE CRISE Marcelo Barros Amanda Aires SUMÁRIO Breve retrospectiva Demanda agregada Oferta agregada Crise política (contexto econômico) Emprego Análise de cenários PIB

Leia mais

ECO Economia Brasileira

ECO Economia Brasileira Federal University of Roraima, Brazil From the SelectedWorks of Elói Martins Senhoras Winter January, 2012 ECO 112 - Economia Brasileira Eloi Martins Senhoras Available at: http://works.bepress.com/eloi/124/

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA.

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA. NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA. Marcelo Curado * I. Atividade Econômica A análise dos indicadores macroeconômicos sobre a evolução recente da atividade econômica corrobora a noção de

Leia mais

BALANÇO DE 2008 E PERSPECTIVAS PARA 2009 SETOR DA BORRACHA Rio Grande do Sul

BALANÇO DE 2008 E PERSPECTIVAS PARA 2009 SETOR DA BORRACHA Rio Grande do Sul Janeiro de 2009 BALANÇO DE 2008 E PERSPECTIVAS PARA 2009 SETOR DA BORRACHA Rio Grande do Sul SINBORSUL Sindicato das Indústrias de Artefatos de Borracha no Estado do Rio Grande do Sul PERSPECTIVAS PARA

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 28 de outubro de 2016

INFORME ECONÔMICO 28 de outubro de 2016 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS No Brasil, Banco Central sinalizou a manutenção do ritmo de corte para a próxima reunião. Nos Estados Unidos, o crescimento do PIB acelerou no terceiro trimestre. No Brasil,

Leia mais

Outubro Cenário Econômico Guilherme R. C. Moreira. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Outubro Cenário Econômico Guilherme R. C. Moreira. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Outubro 2015 Cenário Econômico Guilherme R. C. Moreira Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 O Brasil era assim... Boom das Commodities Estímulos ao Consumo e pressão inflacionária Importações

Leia mais

Riscos Crescentes. Roberto Padovani Junho 2017

Riscos Crescentes. Roberto Padovani Junho 2017 Riscos Crescentes Roberto Padovani Junho 2017 Política volta a ser crítica 1. Política duração da crise - voltou a ser variável de controle; 2. Há impasse político: Economia ajuda manter governabilidade

Leia mais

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina ICF. Intenção de Consumo das Famílias

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina ICF. Intenção de Consumo das Famílias Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina ICF Intenção de Consumo das Famílias Núcleo de Estudos Estratégicos Fecomércio SC Junho de 2016 SUMÁRIO EMPREGO, RENDA E CONSUMO ATUAIS...

Leia mais

Informativo Mensal Investimentos

Informativo Mensal Investimentos Objetivo Os investimentos dos Planos Básico e Suplementar, modalidade contribuição definida, tem por objetivo proporcionar rentabilidade no longo prazo através das oportunidades oferecidas pelos mercados

Leia mais