Nº da aula 02. Estudo da Sintaxe

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1 Página1 Curso/Disciplina: Português para Concurso. Aula: Estudo da Sintaxe: Sujeito. Conceito; Classificações: sujeito determinado e indeterminado - 02 Professor (a): Rafael Cunha Monitor (a): Amanda Ibiapina Nº da aula 02 Estudo da Sintaxe 1. SUJEITO Esse tópico é o mais relevante para concurso público. Além disso, é primordial saber identificar o sujeito, ou haverá problemas na identificação do predicado, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, adjunto adverbial, etc Conceito Antes de conceituar o sujeito, algumas reflexões serão feitas. Para identificar o sujeito, pode-se perguntar ao verbo: o que? ou quem?. Essa regra pode ajudar ou não. Daí porque é necessário refletir sobre outros pontos também. - Ex. A seleção de futebol vai mal. Quem/O que vai mal? A seleção de futebol. Portanto: a expressão A seleção de futebol é o sujeito. - Ex. 2: Surgiram muitas críticas ao novo governo. Quem/O que surgiram? Muitas críticas ao novo governo. - Ex. 3: Faz frio hoje? Quem/O que faz frio hoje? Não há sujeito! (Oração sem sujeito/sujeito inexistente). Percebam que, ao formular uma pergunta ao verbo, o verbo declara algo sobre o sujeito: a seleção de futebol vai mal; muitas críticas surgiram. Assim: SUJEITO é o termo sobre o qual se faz uma declaração!!! Ou seja, o sujeito só existe se houver uma declaração sobre ele. Até pode existir declarações sem sujeito, mas, se há sujeito, há uma declaração sobre ele. O verbo concorda com este elemento.

2 Página Classificação dos Sujeitos Os sujeitos podem ser determinados, indeterminados ou inexistentes Sujeitos Determinados Os sujeitos determinados, por sua vez, podem ser simples, compostos ou desinenciais (= elípticos ou implícitos). Esses sujeitos desinenciais (ou elípticos) são os mesmos sujeitos ocultos, nomenclatura menos utilizada em concurso público. A) Sujeito Simples é aquele formado por apenas um núcleo. E aqui vale mencionar a noção de núcleo das funções sintáticas. O núcleo é justamente o elemento central que garante a existência daquela função sintática. Quando se fala em núcleo do sujeito, por exemplo, o núcleo é um substantivo ou termo de valor substantivo. - Ex. O ataque do Flamengo é genial. O que/quem é genial? O ataque do Flamengo. Mas, apesar dessa expressão ser composta por quatro palavras, existe um núcleo: a palavra ataque. B) Sujeito composto é aquele que possui dois ou mais núcleos. - Ex.1: O ataque e a defesa do Flamengo são geniais. Quem/O que são geniais? O ataque e a defesa do Flamengo, mas os núcleos do sujeito são: ataque e defesa. - Ex.2: Brasil e Argentina discutem novos termos. Quem/O que discutem novos termos? Brasil e Argentina, mas os núcleos do sujeito são Brasil e Argentina. C) Sujeito desinencial, elíptico ou implícito é aquele sujeito que, apesar de não aparecer expressamente, está presente e pode ser identificado por uma desinência, uma elipse e/ou dentro de um contexto. - Ex. Votamos de modo consciente nas eleições. O que/quem votamos? Nós, que pode ser identificado pela desinência -mos (por isso desinencial) e pelo contexto. ATENÇÃO!!! Casos para Análise (Perigosos em Concurso Público):

3 Página3 Alguém chegou. Em razão do valor semântico (significado) da frase, você pode ser induzido a pensar: Quem chegou? Alguém. Mas como esse alguém não pode ser identificado expressamente, apesar de saber que está ali, o sujeito é desinencial (=elíptico ou implícito). Não é assim!!! Em gramática, vale o que está escrito, salvo exceções, mas não é o caso aqui. Assim, o sujeito é da oração é a expressão Alguém, sujeito simples, portanto, determinado, mas que causa alguma confusão porque a palavra alguém é um pronome indefinido. Quem foi interrogado? Aqui, é difícil perguntar quem foi interrogado e obter o próprio Quem como respos ta. Mas é isso mesmo. É só fingir que a interrogação não existe, passamos a ter uma afirmação: - Quem foi interrogado. Posso substituir Quem por João : - João foi interrogado. Quem/O que foi interrogado? João. Como João está substituindo Quem, o sujeito, na verdade, é Quem : - Quem foi interrogado (.) ou (?). Quem/O que foi interrogado? Quem, que, portanto, é o sujeito simples, ainda que representado por um pronome interrogativo. Navegar é preciso. Quem/O que é preciso? Navegar. Mas observe que aqui o sujeito é um verbo, por isso, recebe uma denominação especial: sujeito oracional do tipo simples, pois o sujeito é uma oração. Fumar e beber fazem mal à saúde. Quem/O que fazem mal à saúde? Fumar e beber. Comparando esse exemplo com o anterior, percebe-se que aqui não há apenas um núcleo, mas dois núcleos: fumar e beber. Por isso, aqui o sujeito é oracional do tipo composto. O rapaz chegou e dormiu. - Quem/O que chegou? O rapaz.

4 Página4 - Quem/O que dormiu? O rapaz? Mais ou menos. Você sabe que foi o rapaz por causa do contexto, mas, se o período for dividido, obtém-se duas orações, cujos sujeitos apresentam classificações distintas. Vejamos: O rapaz chegou / e dormiu. - Quem/O que chegou? O rapaz. - Quem/O que dormiu? O rapaz, só que isso não está escrito, tanto que você pode substituir por ele: O rapaz chegou e (ele) dormiu. Assim, tem-se que, na primeira oração ( O rapaz chegou ), o sujeito é simples; já na segunda ( e dormiu ), o sujeito é desinencial, elíptico ou implícito. MUITO CUIDADO AQUI NESSE PONTO. Foram encontrados, após as investigações, diversos recibos falsos. Quem/O que foram encontrados? Diversos recibos falsos. Sujeito simples pós-posto ao verbo ou locução verbal. Independente do tamanho do texto e de quantas palavras aparecem antes do sujeito, você consegue identificá-lo Sujeitos Indeterminados Só existem dois casos de sujeito indeterminado: A) Quando o verbo aparece na 3ª pessoa do plural (sem referente expresso). - Ex. Perguntaram muito na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). Quem/O que perguntaram? Sem um contexto, você não sabe quem. Você pode até imaginar que foram os deputados, os parlamentares, etc., mas você não consegue dizer quem. Aqui é caso de sujeito indeterminado. - Ex.2: Restaram poucas sobras da ceia. MUITO CUIDADO! Não é qualquer verbo na 3ª pessoa do plural que gera sujeito indeterminado. Não esqueça os ensinamentos anteriores. Quem/O que restaram? Poucas sobras da ceia. O núcleo do sujeito é sobras. Aqui o sujeito é simples (pois só tem um núcleo) e, por ser simples, é também determinado. - Ex.3: Os deputados estavam exaltados. Perguntaram muito na CPI.

5 Página5 ATENÇÃO A ESSE CASO! É similar ao caso O rapaz chegou e dormiu. No exemplo 1 deste tópico ( Perguntaram muito na CPI ), temos que o sujeito é indeterminado não apenas porque o verbo aparece na 3ª pessoa do plural, mas também porque não existe um referente expresso. Porque se houver um referente expresso, a classificação muda. Vejamos: Os deputados estavam exaltados. /Perguntaram muito na CPI. Quem/O que estavam exaltados? Os deputados. Sujeito simples. Quem/O que perguntaram muito na CPI? Do contexto, sei que foram os deputados, porque há um referente na oração anterior, por isso, aqui o sujeito não é indeterminado. Mas ele está escrito apenas na primeira oração; na segunda, não. Por isso, trata-se de sujeito desinencial, elíptico ou implícito.

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