SENAI e ONU fecham acordo para redução de riscos em pequenas e médias empresas.

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1 Informativo SINMETAL ANO XV - Nº 200 Rio de Janeiro, 27 de março de GOVERNO DISPONIBILIZA R$ 32 BILHÕES PARA PROJETOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. O setor produtivo precisa inovar para agregar valor aos seus produtos e aumentar sua competitividade, e o Sistema FIRJAN está atento àessa necessidade. O Núcleode Atendimento a Projetosde Inovação, da Assessoria de Inovação Tecnológica(ASSIN), oferece consultoriapara odesenvolvimento deprojetos e mostra o caminhopara a obtenção de recursospúblicos para a inovaçãotecnológica. Em 2014, a indústria pode contar com um total de verbas de R$ 32 bilhões, divididos em recursos reembolsáveis e não reembolsáveis, concedidos pelos governos federal e estadual, por intermédio de linhas de financiamento e editais de apoio à inovação.desde sua criação, em 2007, o Núcleo já orientou 160 empresas e ajudou na captação de R$ 26 milhões,para os projetos aprovados. A verba para financiamento da inovação de produtos, processos e serviços está aberta à participação de empresas de todos os portes, inclusive aquelas com faturamento inferior a R$ 3,6 milhões classificadas como de micro e pequeno porte. Os empresários devem estar atentos às ideias dos seus colaboradores, às demandas de mercado, necessidade de clientes finais e novas tecnologias que surgem e mudam o patamar tecnológico da indústria. Para inovar, o empresário pode contar com recursos financeiros do governo, mas principalmente com recursos humanos qualificados das universidades e centros de tecnologia do Rio. OSistema FIRJAN busca a articulação de projetos entre Universidade - Empresa - Governo do Estado do Rio de Janeiro para criar produtos e processos inovadores,orienta Fabiano Gallindo, especialista de Projetos Tecnológicos da ASSIN. Ele explica que o SENAI tem quatro Centros de Tecnologia (CTS): Alimentos e Bebidas, Ambiental, Automação e Simulação e Solda, que são centros de excelência à disposição da indústria fluminense. Alémde contar com técnicos e engenheiros qualificados e tecnologia de ponta, o SENAI ainda oferece o Edital SESI/SENAI de Inovação, que pode custear parte do projeto, afirma ele. O Núcleo oferece uma consultoria estratégica, cruzando a análise do portfólio das empresas com as informações sobre a economia do estado, demanda de mercado e recursos disponíveis. A partir desse cenário, define-se o melhor produto para inovar. (Continua) Guarim de Lorena O Sistema FIRJAN oferece quatro centros de excelência à indústria do estado do Rio SINMETAL Sindicato das Indústrias Metalúrgicas do Município do Rio de Janeiro Fundado em 09/09/1937 Av. Calógeras, 15 Grupo 805 CEP Centro RJ Tel.: (21) Diretoria CARLOS EDUARDO DE SÁ BAPTISTA Presidente CARLOS ALBERTO DA ROCHA FRAGOSO Vice Presidente ANTONIO FERNANDES Diretor ATTIÍLIO CONSONNI Diretor CARLOS FERNANDO SOUZA COUTINHO Diretor Tesoureiro

2 (Continuação) É preciso esclarecer que nem todo produto tem potencial de inovação, daí a importância desse trabalho prévio que fazemos. A melhor opção é criar projetos sobre produtos e processos que já tenham mercado específico para seremexplorados, comenta o especialista. Depois dessa etapa, são avaliados os ativos internos das empresas capital humano e estrutural. A orientação é buscar ativos que completem o que a empresa não tem, como pesquisadores, patentes, equipamentos, etc. Quem dialoga bem com universidades e centros de tecnologia costuma ser bem-sucedido em editais de inovação, avalia Gallindo. Como parte dessa consultoria, o Núcleo de Atendimento a Projetos de Inovação também apresenta aos empresários projetos de empresas similares, que já conseguiram desenvolverideias inovadoras. A troca de informação é bem rica e inspiradora, destaca. Para mais informações sobre o Núcleo de Atendimento a Projetos de Inovação, entre em contato pelo Acesse a Cartilha de Inovação do Sistema FIRJAN no link :: NOTÍCIAS :: SENAI e ONU fecham acordo para redução de riscos em pequenas e médias empresas. Com a missão de reduzir riscos químicos e ambientais, o Centro de Tecnologia SENAI (CTS) Ambiental acaba de assinar convênio com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) para oferecer às pequenas e médias empresas o programa Produção Responsável. Com o emprego de ferramentas e material técnico, a iniciativa visa ajudar os empreendedores a compreender perigos e controlar a exposição e manipulação de produtos químicos, além de desenvolver ações que promovam a prevenção e a mitigação de acidentes. O programa "Produção Responsável" propõe a redução de riscos químicos a partir de cinco passos: identifica as prioridades da empresa; inclui colaboradores relevantes; desenvolve um plano de ação; coloca-o em prática; e avalia resultados para que o plano possa ser realimentado. Ainda em fase experimental, deve ser oferecido às empresas fluminenses a partir de junho

3 CURSO DE GESTÃO FINANCEIRA DE EMPRESAS O Sistema FIRJAN, por intermédio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), promove nos dias 16 e 30 de abril e 7 de maio, o Programa de Educação Executiva em Gestão Financeira de Empresas. O cursovisa capacitar os participantes em conhecimentos e ferramentas para interpretação dos principais demonstrativos contábeis; aplicação dos principais indicadores financeiros utilizados pelas organizações; aplicação da matemática financeira na tomada de decisões; elaboração e análise do fluxo de caixa gerencial; administração do capital de giro e orçamento empresarial. O curso será ministrado por Fabrício Molica de Mendonça,Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Mestre pela Universidade Federal de Viçosa, Pós-Graduado em Gestão Estratégica em Finanças pela FACCO e Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Viçosa. Além de possuir a principal função de professor do Departamento de Ciências Administrativas e Contábeis da Universidade Federal de São João del-rei.fabrício prestou serviços de Consultoria em diversas empresas na área de Custos de Produção, Administração Financeira, Orçamento e Análise de Investimentos. Possui docência em cursos de pós-graduação em Gestão Estratégica em Finanças, Controladoria, Gestão Empresarial e Gestão Ambiental, desenvolvidos pela UFRJ, UFSJ, FGV e Fundação Machado Sobrinho. Investimento: O pagamento pode ser realizado em duas parcelas: primeira no ato da inscrição e a segunda no dia 24 de abril de Inscrições efetuadas até 31 de março 2014: R$ (2 x R$ 348,00) empresas associadas ao SINMETAL) R$ 870,00 (2 x R$ 435,00) empresas não associadas) Inscrições efetuadas após 31 de março 2014: R$ 766,00 (2 x 383,00) empresas associadas ao SINMETAL. R$ 958,00 (2 x 479,00) empresas não associadas. Inscrições e informações: /4337/ Evento: Curso Gestão Financeira de Empresas Público Alvo: Empresários, executivos e profissionais envolvidos no assunto. Carga horária: 24 h/a Datas: 16 e 30 de abril e 07 de maio de 2014 Horário: 9h às 18h Local: FIRJAN Av. Graça Aranha, 01, Centro Rio de Janeiro 3

4 ::LEGISLAÇÃO :: ::TRABALHO:: DECRETO MRJ, DE (DO-MRJ DE ) FERIADOS Comemoração Feriados no município do Rio durante a Copa do Mundo. Destaque: O Prefeito da cidade do Rio de Janeiro, atravésdo referido ato, decretou feriado municipal nos dias 18 e ,a partir das 12:00 horas, e no dia , durante a realização da Copa do Mundo 2014, excluídos desta previsão os expedientes nos órgãos cujos serviços não admitam paralisação, tais como Unidades de Saúde, básicas e hospitalares, públicas e privadas, e os serviços de transporte público. Nos estabelecimentos de comércio de rua, bares, restaurantes, centros comerciais, shoppings centers, galerias, estabelecimentos culturais, pontos turísticos, empresas na área de turismo, hotéis e empresa jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens não haverá feriado durante os dias de evento, devendo funcionar regularmente. LEI RJ, DE (DO-RJ DE ) PISO SALARIAL - Estado do Rio de Janeiro Reajusta os Pisos Salariais para 2014 no Estado do Rio de Janeiro. Destaque: os pisos salariais no Estado do Rio de Janeiro passam a vigorar, retroagindo seus efeitos a partir de , com os seguintes valores: a) Faixa 1 de R$ R$ 763,14 para R$ 831,82;b) Faixa 2 de R$ R$ 802,53 para R$ 874,75; c) Faixa 3 de R$ 832,10 para R$ 906,98;d) Faixa 4 de R$ 861,64 para R$ 939,18; e) Faixa 5 de R$ 891,25 para R$ 971,46;f) Faixa 6 de R$ 918,25 para R$ 1.000,89; g) Faixa 7 de R$ 1.079,83 para R$ 1.177,01;h) Faixa 8 de R$ 1.491,69 para R$ 1.625,94; e i) Faixa 9 de R$ 2.047,58 para R$ 2.231,86. foram incluídas as seguintes categorias: lavadores e guardadores de carro, cuidadores de idosos e trabalhadores de pet shops (Faixa 2); trabalhadores em loterias e comerciários (Faixa 3); auxiliares ou assistentes de biblioteca e empregados em empresas prestadoras de serviços de brigada de incêndio (nível básico) (Faixa 6); técnicos de biblioteca e empregados em empresasprestadoras de serviços de brigada de incêndio (nível médio) (Faixa 7); técnicos de segurança do trabalho (Faixa 8) e secretários executivos bilíngues e empregados em empresas prestadoras de serviços de brigada de incêndio (nível superior) (Faixa 9); para a categoria dos empregados domésticos, o piso salarial passa a ser de R$ 874,75; fica revogada a Lei RJ, de PORTARIA 375 MTE, DE (DO-U DE ) TRABALHO EM DOMINGOS E FERIADOS Autorização. Norma sobre autorização de trabalho em domingos e feriados. Destaque:O referido ato revoga a Portaria MTb, de , para determinar, dentre outras normas, que independentemente de inspeção prévia e considerando a regularidade das condições de trabalho, o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego poderá autorizar o trabalho em domingos e feriados, analisando a documentação apresentada e os dados do SFIP Sistema Federal de Inspeção do Trabalho, da Rais e do Caged. 4

5 ::PREVIDÊNCIA SOCIAL :: PORTARIA 164 PGFN, DE (DO-U DE ) PARCELAMENTO Débitos Previdenciários Regulamenta seguro garantia para débitos inscritos em DAU e do FGTS. Destaque: A PGFN Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, por meio do referido ato, que revoga a Portaria PGFN, de , regulamenta o oferecimento e a aceitação do seguro garantia judicial para execução fiscal e seguro garantia parcelamento administrativo fiscal para débitos inscritos em DAU Dívida Ativa da União e do FGTS Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. PORTARIA CONJUNTA 2 PGFN-RFB, DE (DO-U DE ) PARCELAMENTO - Débitos Previdenciários Altera ato que regulamentou o parcelamento ordinário de débitos previdenciários. Destaque: O referido ato estabelece que não poderá exceder o valor de R$ ,00 o somatório do saldo devedor dos parcelamentos simplificados em curso, por contribuinte, considerados isoladamente os parcelamentos: dos débitos das contribuições sociais previdenciárias e das devidas a terceiros e dos débitos administrados pela RFB e pela PGFN relativos aos demais tributos. Fica alterado o artigo 29 da Portaria Conjunta 15 PGFN-RFB, de ::JURISPRUDÊNCIA:: EMENTAS SELECIONADAS SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) APOSENTADORIA RENÚNCIA POSSIBILIDADE DESNECESSIDADE DE DEVOLUÇÃO DE VALORES. A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça, no julgamento REsp.nº , SC, processado sob o regime do art. 543-C do Código de Processo Civil, consolidou o entendimento de que os benefícios previdenciários são direitos patrimoniais disponíveis e, portanto, suscetíveis de desistência pelos seus titulares, prescindindo-se da devolução dos valores recebidos da aposentadoria a que o segurado deseja preterir para a concessão de novo e posterior jubilamento DJe, Agravo regimental improvido. (STJ AgRg-REsp RS Rel. Min. Ari Pargendler Publ. em ). TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO (TST) MÉDICO INTERVALO INTRAJORNADA PRORROGAÇÃO DA JORNADA CONTRATUAL DE QUATRO HORAS. O Tribunal Regional consignou que o autor, médico, se sujeitava a uma jornada de quatro horas e ao intervalo previsto na Lei 3.999/61, não tendo, dessa forma, direito ao intervalo intrajornada de uma hora previsto no art. 71, 4º, da CLT. Destacou que a jornada contratual era extrapolada e que as horas excedentes à quarta diária eram remuneradas como extras. No entanto, o fato de o autor ser médico e, portanto, sujeito ao intervalo previsto na Lei nº 3.999/61, não o exclui do direito ao intervalo previsto no art. 71 da CLT, pois ambos possuem finalidades diversas: este destina-se à alimentação, descanso e higiene; aquele previsto na Lei nº 3.999/61 5

6 é conferido em razão do desgaste imposto ao trabalhador pela peculiar função exercida. Assim, o empregador somente se desincumbe da obrigação legal quando assegurados ambos os intervalos. Precedentes. Recurso de revista conhecido por violação do art. 71 da CLT e provido. (TST RR Rel. Min. Alexandre de Souza Agra Belmonte Publ. em ). ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO (TRT) RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA DONO DA OBRA INOCORRÊNCIA Havendo contrato para execução de obra certa, com a descrição das atividades específicas a serem realizadas, inclusive com a discriminação das quantidades e valores, distancia-se, o caso, da terceirização de serviços tratada pela Súmula 331, do C.TST. Evidente que, nessas condições, a tomadora de serviços o faz na condição de dona da obra e, assim, por ausência de previsão legal, não responde subsidiariamente pelas obrigações contraídas pelo empreiteiro. Inteligência da OJ 191, da SDI-1, do C.(TRT-9ª R. RO Relª Desª Sueli Gil El Rafihi Publ. em ). CARGO DE CONFIANÇA EMPREGADO LICENCIADO RETORNO AO TRABALHO NO CARGO EFETIVO INOCORRÊNCIA DE ALTERAÇÃO ILÍCITA DO CONTRATO DE TRABALHO. O empregado que fica licenciado em razão de auxílio-doença, tem preservado o direito à remuneração e à função própria do seu posto efetivo. Se ocupava eventual função de confiança do empregador, contudo, não pode exigir o retorno em detrimento de seu novo ocupante. Entender o contrário engessaria o funcionamento da empresa, que é obrigada a substituir o empregado afastado, alguns deles por longos períodos, por outro trabalhador que, por vezes, executa a função até melhor que o antecessor. Diante da aplicação do art. 468, parágrafo único da CLT, o retorno ao cargo efetivo não constitui alteração ilícita do contrato de trabalho. (TRT-12ª R. RO Rel. Des.José Ernesto Manzi Publ. em ) ::CONSULTORIA TRABALHISTA RESPONDE :: PERGUNTA:É lícita a revista pela empresa de bolsa, mochila dos empregados no final da jornada de trabalho? RESPOSTA:A simples revista pela empresa de bolsa, mochila dos empregados no final da jornada de trabalho, sem discriminação ou constrangimento, é lícita. O Tribunal Superior do Trabalho-TST tem se manifestado que, a revista nos pertences dos empregados, sem contato físico, não importa em constrangimentos, tampouco agressões morais à intimidade, à imagem profissional do trabalhador ou a quaisquer dos bens protegidos pelo artigo 5º, X, da Carta da Republica. Nesse sentido transcrevemos a ementa do Tribunal Superior do Trabalho no processo RR 724/ Publ. em DANO MORAL - REVISTA NOS PERTENCES DOS EMPREGADOS - PRESUNÇÃO DE CONSTRANGIMENTO INVIABILIDADE. A revista nos pertences dos empregados, quando feita sem práticas abusivas, não constitui, por si só, motivo a denotar constrangimento nem violação da intimidade. Retrata, na realidade, o exercício pela empresa de legítimo exercício regular do direito à proteção de seu patrimônio, ausente abuso desse direito quando procedida a revista moderadamente, como no caso em 6

7 exame, não havendo de se falar em constrangimento ou em revista íntima e vexatória, a atacar a imagem ou a dignidade do empregado. Observações: A consolidação das Leis do Trabalho é omissa quanto a revista nos pertences do empregado. O artigo 373-A, inc.vi, que veda revistas íntimas nas empregadas, também se aplica aos homens em face da igualdade entre os sexos (artigo 5º da Constituição Federal). A Ementa nº 15 Revista de Empregados aprovada na 1ª Jornada de Direito Material e Processual na Justiça do Trabalho, realizada no TST, em 2009, sob promoção conjunta da ANAMATRA, do TST e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento dos Magistrados do Trabalho (ENAMAT), com a participação de magistrados do trabalho, membros do Ministério Público do Trabalho, advogados, professores e auditores fiscais, demonstra a tendência dos participantes: Ementa nº 15 Revista de Empregados: I REVISTA ILICITUDE. Toda e qualquer revista, íntima ou não, promovida pelo empregador ou seus prepostos em seus empregados e/ou em seus pertences, é ilegal, por ofensa aos direitos fundamentais da dignidade e intimidade do trabalhador. II REVISTA ÍNTIMA VEDAÇÃO A AMBOS OS SEXOS. A norma do art. 373-A, inc. VI, da CLT, que veda revistas íntimas nas empregadas, também se aplica aos homens em face da igualdade entre os sexos inscrita no art. 5º, inc. I, da Constituição da República. Calendário de Obrigações ABRIL/2014 OBRIGAÇÕES VENCIMENTO Imposto de Renda > Recolhimento da Retenção na Fonte 17/04/2014 Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) >Entrega Mensal 22/04/2014 EFD-Contribuições >Apresentação 14/04/2014 SIMPLES NACIONAL > Recolhimento 22/04/2014 TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA CAGED - Cadastro de Empregados e Desempregados >Entrega 07/04/2014 Contribuição Previdenciária INSS (recolhimento) > sobre salários e honorários > empregador doméstico, contribuinte individual 17/04/ /04/2014 7

8 Cópia da GPS ao Sindicato >Entrega 10/04/2014 FGTS Fundo de Garantia do Tempo de Serviço >Recolhimento 07/04/2014 PIS Cód. da Receita 6912 (DOU-28/3/2003) > Recolhimento 25/04/2014 Salário >Pagamento 04/04/2014 Contribuição Sindical (Empregado) > Recolhimento /04/2014 IMPOSTO DE RENDA NA FONTE - Calendário de 2014 (Lei n , de 26/08/ DOU de 29/08/2011) Tabela Progressiva Mensal Para o ano-calendário de 2014: Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Até 1.787, De 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08 De 2.679,30 até 3.572, ,03 De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96 Acima de 4.463,81 27,5 826,15 Parcela a Deduzir do IR (R$) Deduções da Renda Bruta: > R$ 179,71 para cada dependente; > qualquer valor descontado do contribuinte revertido para a Previdência Social; > qualquer valor descontado do contribuinte a título de pensão alimentícia. PREVIDÊNCIA SOCIAL(Portaria Interministerial 19 MPS-MF, de 10/1/2014(DOU de 13/1/2014) 1) CONTRIBUIÇÃO DE SEGURADOS 1.1) Empregado, Empregado Doméstico, Trabalhador Avulso, Aposentados ematividade. Salário de Contribuição R$ Alíquota % até 1.317,07 8 de1.317,08 até 2.195,12 9 de 2.195,13 até 4.390, Empregador doméstico: contribuição 12% sobre o salário de contribuição do empregado, observados o salário mínimo e o limite máximo do salário-decontribuição. 8

9 1.2) Contribuinte Individual A contribuição do contribuinte individual e do empresário será retida e recolhida pela empresa. A retenção será de 11%, conforme o artigo 13 da Instrução Normativa 100 INSS-DC, de 18/12/2003. Sobre a remuneração auferida em uma ou mais empresas ou pelo exercício de sua atividade por conta própria, durante o mês, observados o salário mínimo e o limite máximo do salário de contribuição. 1.3) Contribuinte Facultativo A contribuição do contribuinte facultativo é de 20% sobre o valor por ele declarado, observados o limite mínimo e o limite máximo do salário-de-contribuição. 2) SALÁRIO BENEFÍCIO Valor mínimo R$ 724,00 / Valor máximo R$ 4.390,24 3) SALÁRIO FAMÍLIA Cota do salário-família por filho ou equiparado, até 14 anos de idade ou inválido de qualquer idade: I -R$ 35,00 para o segurado com remuneração mensal até R$ 682,50; II-R$ 24,66 para o segurado com remuneração mensal de R$ 682,51 a R$ 1.025,81. SALÁRIO MÍNIMO 2014(Decreto 8.166, de 23/12/2013) R$ 724,00/mês; R$ 24,13/diário e R$ 3,29/horário. Vigência: a partir de 1º de janeiro de PISO SALARIAL - RIO DE JANEIRO 2014 (LEI RJ, DE (DO-RJ DE ). Faixa 1 R$ 831,82; Faixa 2 R$ 874,75; Faixa 3 R$ 906,98; Faixa 4 R$ 939,18; Faixa 5 R$ 971,46;Faixa 6 R$ 1.000,89; Faixa 7 R$ 1.177,01; Faixa 8 R$ 1.625,94; e Faixa 9 R$ 2.231,86. Vigência: a partir de 1º de janeiro de Obs. Excetuados os empregados que tem piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo e os excluídos pelo inciso II do 1 do art. 1 da Lei Complementar nº 103, de 14 de julho de 2000.( Art. 2 ). CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/ PISOS SALARIAIS: Vigência 1 de outubro de 2013 a 30 de setembro de 2014: 1) CATEGORIA METALÚRGICA ((Cláusula 4ª da CCT) Empresas até 30 empregados R$ 800,80/mês (R$ 3,64 p/hora) (*) Acima de 30 empregados R$ 844,80/mês (R$ 3,84 p/hora) Jovem aprendiz 85% do piso salarial/hora da categoria de cada empresa durante o período de estudo e treinamento. (*) Adicional de Insalubridade(Cláusula 12 da CCT)- Base para cálculoindependentemente do porte da empresa. 2) TÉCNICO PROFISSIONAL (Cláusula 3ª da CCT) Para as funções de soldador, caldeireiro, eletricista, ajustador mecânico, mecânico de máquinas, torneiro mecânico, retificador, mandrilhador, ferramenteiro e fresador que preencham os requisitos expressos na cláusula. Empresas até 50 empregados R$ 1.027,40 mensais; Empresas com51 até 500 empregados R$ 1.155,00 mensais; Empresas com 501 ou mais empregados R$1.282,60 mensais. 9

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