GESTÃO CONTÁBIL PARA CONDOMÍNIOS. FACILITADOR: José Martins Castelo Neto Contador CRC/CE nº Mestrando em Controladoria - UFC

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1 CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO CEARÁ CRC-CE CE GESTÃO CONTÁBIL PARA CONDOMÍNIOS FACILITADOR: José Martins Castelo Neto Contador CRC/CE nº Mestrando em Controladoria - UFC FORTALEZA-CE 2008

2 1. Recursos Humanos AGENDA 1. Contrato de Trabalho 2. Contrato de Experiência 3. Férias 4. Vale-Transporte 5. Adiantamento 6. Aviso Prévio 7. Rescisão de Trabalho 8. Calendário de Obrigações 9. Terceirização de Mão-de-Obra 10. Honorários do Síndico 11. Escala de Portaria 12. Salário Mínimo 13. Hora-Extra 14. Adicional Noturno

3 Contrato de Trabalho Acordo ou convenção entre duas ou mais pessoas, para a execução de alguma coisa, sob determinadas condições.

4 Contrato de Trabalho Para caracterização do contrato de trabalho, são necessários quatro pressupostos. Tais pressupostos são a subordinação, a não eventualidade, a pessoalidade e o pagamento de salário. A exclusão de apenas um destes, desconfigura a relação de emprego.

5 Contrato de Experiência O Contrato de experiência é previsto na CLT em seu art. 445, parágrafo único, não podendo exceder a noventa dias. No caso, o contrato de experiência pode ser renovado uma única vez, não podendo ultrapassar o prazo acima.

6 Férias Período Aquisitivo: um ano contato a partir da data de admissão. Período Concessivo: até um ano após adquirido o direito de gozar férias, não podendo extrapolar esse prazo. Caso seja extrapolado o prazo para concessão o empregador pagará em dobro. Férias conta tempo de serviço para todos os efeitos.

7 Férias Férias são programadas e comunicadas pelo empregador, com prazo mínimo de 30 dias. Em caso de menores, as férias devem coincidir com as férias escolares. Nos demais casos cabe a negociação entre as partes.

8 Férias Até 5 dias de faltas por ano direito a 30 dias de férias, consecutivos; De 6 a 14 faltas por ano 24 dias; De 15 a 23 faltas 18 dias; De 24 a 32 faltas 12 dias.

9 Férias Art Não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo: I - deixar o emprego e não for readmitido dentro de 60 (sessenta) dias subseqüentes à sua saída; II - permanecer em gozo de licença, com percepção de salários, por mais de 30 (trinta) dias; III - deixar de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa; e IV - tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis) meses, embora descontínuos.

10 Férias CLT, Art. 133: 2º - Iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o empregado, após o implemento de qualquer das condições previstas neste artigo, retornar ao serviço.

11 Vale-Transporte Criado pela Lei nº /85, e regulamentado pelo Decreto nº /87; Não tem natureza salarial, nem se incorporando à remuneração para quaisquer efeitos. Deve-se descontar do empregado 4% do piso da faixa salarial.

12 Adiantamento Adiantamento é o valor pago pelo Empregador ao Empregado, geralmente até o dia 15 do mês e corresponde a 50% do salário base do funcionário. No caso de antecipação de reajuste salarial, este não será considerado como salário.

13 Aviso prévio Aviso Prévio Trabalhado; Aviso Prévio Indenizado.

14 Aviso Prévio Trabalhado Comunicado com 30 dias de antecedência; Empregado terá carga horária reduzida de 2 horas ou a faltar os últimos 7 dias.

15 Aviso Prévio Indenizado Não há necessidade de se trabalhar; Se for por iniciativa do empregador, este indenizará em um salário o empregado; Se for por iniciativa do empregado, este terá o fazer da indenização descontado de suas verbas rescisórias.

16 Rescisão de Contrato Prazo para homologação: Se o aviso for trabalhado, 1º dia útil; Se for indenizado, até o 10º dia da notificação.

17 Rescisão de Contrato Rescisões para contratos com mais de 1 ano devem ser feitas no Sindicato ou Ministério do Trabalho; CLT - Art. 477, 7º - O ato da assistência na rescisão contratual ( 1º e 2º) será sem ônus para o trabalhador e empregador. (Acrescentado pela Lei n.º 7.855, de , DOU )

18 Calendário de Obrigações Dia Até o 5º dia útil Até o 7º Até o 7º Até o 10º Até o 20º Obrigação Salários Caged FGTS/GFIP INSS/GPS PIS s/ folha

19 Terceirização de Mãode-Obra Verificar a relação Custo x Benefício; Custo em média 70% maior; Minimiza problemas com gestão de empregados.

20 Terceirização de Mãode-Obra Deve-se individualizar por contrato, mês a mês, o recolhimento do INSS, acrescentando-se a cópia da nota fiscal. (CONVENÇÃO COLETIVA - cláusula quadragésima, parágrafo único).

21 Terceirização de Mão-de- Obra Ausência da comprovação do recolhimento das contribuições referentes aos empregados alocados no condomínio a responsabilidade pela obrigação principal pode recair para o condomínio.

22 Honorários do Síndico 4º do artigo 22 da Lei 4.591/64, prevê que o síndico pode receber uma remuneração de acordo com o estabelecido pela Assembléia Geral.

23 Honorários do Síndico 4º do artigo 22 da Lei 4.591/64, prevê que o síndico pode receber uma remuneração de acordo com o estabelecido pela Assembléia Geral.

24 Honorários do Síndico É considerado como remuneração, inclusive, o valor referente a taxa condominial que ele deixa de pagar.

25 Honorários do Síndico Tributos e contribuições incidentes sobre a remuneração: INSS; ISS; IR.

26 Escala de Trabalho Portaria 12x36 (doze horas trabalhadas por trinta e seis de descanso); Valor da hora extra, nesse caso é adicionada de 50%; Porteiros Noturnos tem direito a 15 horas extras; Carga Horária mensal é de 180 horas.

27 Escala de Trabalho Portaria A partir de novembro de 2007 fora extinta a escala de 12x24; É facultado o pagamento de indenização, em parcela mínima de R$ 90,00, mensais e sucessivas. Caso de rescisão será pago integralmente o valor remanescente por ocasião da rescisão.

28 Escala de Trabalho Portaria A partir de novembro de 2007 fora extinta a escala de 12x24; É facultado o pagamento de indenização, em parcela mínima de R$ 90,00, mensais e sucessivas. Caso de rescisão será pago integralmente o valor remanescente por ocasião da rescisão.

29 Escala de Trabalho Portaria Salário aplicado em condomínio para porteiro: Piso: R$ 420,00 Adicional Noturno: R$ 73,50 Valor da Hora Extra: R$ 3,50 Carga Horária: 180 horas

30 Escala de Trabalho Portaria Memória de Cálculo: Piso Salarial / Carga Horária = Valor da Hora Normal Valor Adicional = Valor Hora Normal x 21% Quantidade de horas por dia = 10 Quantidade de dias/mês = 15

31 Salário Mínimo Em virtude da Medida Provisória N.º 421/08 que dispõe sobre o reajuste e o aumento real do salário mínimo de R$ 380,00 para R$ 415,00, vigente a partir do dia 1º de março.

32 Salário Mínimo Os pisos salariais da 1ª faixa (R$ 391,00) e da 2ª faixa (R$ 393,00), estabelecidos na Convenção Coletiva de Trabalho 2007 passam a ter como valor de referência o salário mínimo nacional R$ 415,00 (quatrocentos e quinze reais).

33 Salário Mínimo Os valores correspondentes às demais faixas (3ª, 4ª, 5ª e 6ª) permanecem os mesmos, sem qualquer alteração, até que esteja vigente a Convenção Coletiva de Trabalho 2008.

34 Outros Itens Remuneratórios e Descontos Hora Extra: 60% Hora Extra Noturna: 50% Adicional Noturno: 21% Anuênio: 1% s/ piso, a cada ano acumula mais 1% Desconto Vale-Transporte: 4% s/ piso Refeição: desconto de R$ 1,50. Refeição: Valor R$ 4,25.

35 Organização da Documentação Os Empregadores se obrigam a colocar à disposição dos Empregados, para conhecimento dos empregados, fiscais da DRT, INSS, Secovi e SEEACONCE, cópias dos documentos dos últimos 12 meses.

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