Recursos Humanos. Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro. Férias - Finalidade. Férias - Direito. Patrícia Ramos Palmieri

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1 Recursos Humanos Patrícia Ramos Palmieri Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro 1 Férias - Finalidade A finalidade básica da concessão das férias é o restabelecimento das forças físicas gastas pelo empregado no decurso de cada ano, por serviços prestados ao mesmo empregador. Obs.: O direito a férias é assegurado pela CF (art. 7º, XVII) e compreendido nos arts. 129 a 153 da CLT. 2 Férias - Direito As férias são concedidas após cada período de 12 meses de vigência do contrato de trabalho (período aquisitivo), nos 12 meses subseqüentes (período concessivo). Exemplo: Admissão: 01/10/2007 Período Aquisitivo: 01/10/2007 à 30/09/2008 Período Concessivo: 01/10/2008 a 30/09/2009 3

2 Férias - Duração A duração do período de descanso é regulada pela quantidade de faltas injustificadas pelo empregado no decorrer do período aquisitivo (Art. 130 da CLT). Nº de faltas injustificadas ao Nº de dias corridos de férias serviço no decorrer do período aquisitivo 30 até 5 24 de 6 a de 15 a de 24 a 32 Obs. Ao empregado com mais de 32 faltas injustificadas no curso do período aquisitivo, implica a perda do direito às férias correspondentes. 4 Férias Faltas Injustificadas Faltas injustificadas ao serviço é a ausência do empregado para cuja ocorrência não haja motivo ou justificativa legal, não se considerando, contudo, faltas ao serviço às ausências expressamente justificadas pela lei ou abonadas por liberalidade do empregador. Férias Faltas Justificadas/Abonadas Faltas justificadas Quando o empregado, apesar de deixar de comparecer ao trabalho, demonstra os motivos que o levaram a praticar tal conduta. Um exemplo de faltas justificadas é quando a empregada mãe leva seu filho ao médico e apresenta um atestado de comparecimento. O referido atestado justifica a ausência, para fins de punição disciplinar, por exemplo, mas não abona o referido dia. Ou seja, por lei, a empresa poderá descontar o salário referente ao dia não trabalhado.

3 Férias Faltas Justificadas/Abonadas Faltas abonadas Existem certas ausências, tipificadas em lei ou demais atos normativos, no qual impedem que o empregador efetue o desconto na remuneração do empregado. Assim sendo, o empregado poderá se ausentar do trabalho, sem que ocorra a redução do seu salário, bem como diminuição do direito de férias ou do 13º salário, ou ainda, o desconto do DSR. Férias Faltas Justificadas/Abonadas Faltas abonadas - Exemplos - até 2 dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social, viva sob sua dependência econômica; - até 3 dias consecutivos, em virtude de casamento; - até 5 dias, no caso de licença paternidade; - por 1 dia, em cada 12 meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada; - até 2 dias consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor, nos termos da lei respectiva; - no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do serviço Militar referidas na letra c do art. 65 da Lei n.º 4.375, de 17 de agosto de 1964 (Lei do Serviço Militar); Férias Perda do Direito A própria legislação relaciona as situações em que o empregado efetivamente perde o direito às férias remuneradas, estabelecendo, por meio do art. 133 da CLT, que a ocorrência das hipóteses abaixo elencadas, no curso do período aquisitivo, retira do trabalhador a possibilidade de exercer tal direito.

4 Art. 133 da CLT: Férias Readmissão Dentro de 60 Dias I - deixar o emprego e não for readmitido dentro dos 60 (sessenta) dias subseqüentes à sua saída; Essa regra se aplica nos casos de rescisão contratual por pedido de demissão do empregado antes de completar 1 ano de serviço. No entanto, como é sabido, o Tribunal Superior do Trabalho, por meio da Súmula 261, já estendeu ao empregado com menos de 12 meses de contrato de trabalho o direito às férias no caso de pedido de demissão. Férias Licença Remunerada II - permanecer em gozo de licença, com percepção de salário, por mais de 30 (trinta) dias; A licença remunerada não é regulada pela CLT, e sua concessão depende exclusivamente do empregador, ou então, de previsão no documento coletivo da categoria. Uma vez concedida, acarreta a interrupção contratual. Dessa forma, caso haja a concessão de licença remunerada por mais de 30 dias, o empregado perderá o direito à férias do respectivo período. Implementado a condição acima, iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o empregado retornar ao serviço. Férias Paralisação Total ou Parcial III - deixar de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa; O empregado perderá o direito de férias desde que deixe de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa. Para tanto, a empresa deve comunicar o órgão local do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com antecedência mínima de 15 dias, as datas de início e fim da paralisação total ou parcial dos serviços da empresa e, em igual prazo, comunicará, nos mesmos termos, ao sindicato representativo da categoria profissional, bem como afixará avisos nos respectivos locais de trabalho. Implementado a condição acima, iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o empregado retornar ao serviço.

5 Férias Afastamento por Auxílio Doença ou Acidente de Trabalho IV - tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis) meses, embora descontínuos. O afastamento por motivo de doença ou acidente do trabalho, com recebimento de benefício do INSS, por período superior a 6 meses, no mesmo período aquisitivo, embora descontínuos, acarreta a perda do direito de férias. Implementado a condição acima, iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o empregado retornar ao serviço. Férias Interrupção do Período Aquisitivo A licença sem remuneração por mais de 30 dias dentro do mesmo período aquisitivo e o afastamento para prestação de serviço militar tem o mesmo efeito quanto à interrupção que exercem nas férias: ambos interrompem o período aquisitivo. ART. 132 O tempo de trabalho anterior à apresentação do empregado, para serviço militar obrigatório, será computado no período aquisitivo, desde que ele compareça ao estabelecimento dentro de 30 (trinta) dias em que se verificar a respectiva baixa. Férias Aviso A concessão de férias será participada por escrito ao empregado, com antecedência mínima de 30 dias. O empregado fica com a cópia e assina a via original, que será arquivada em seu prontuário (Art. 135 da CLT).

6 Férias Fracionamento Excepcionalmente, o período de férias poderá ser fracionado em dois períodos, um dos quais não poderá ser inferior a 10 dias. Tratando-se de procedimento excepcional, fica evidente a obrigação da empresa de justificar o fracionamento em dois períodos, o que poderá ocorrer : a) a pedido do trabalhador; b) por necessidade da empresa. Férias Fracionamento Menores de 18 anos e maiores de 50 anos deverão gozar suas férias em único período, sendo portanto vedado o fracionamento, inclusive tratando-se de férias coletivas. Férias Concessão das Férias ART. 136 A época da concessão das férias será a que melhor consulte os interesses do empregador. 1º - Quando os membros de uma família prestarem serviço ao mesmo empregador, poderão solicitar suas férias em um mesmo período. Entretanto, essa possibilidade depende da vontade do empregador, que poderá negá-la se a ausência destes empregados resultar em prejuízos para os serviços.

7 Férias Concessão das Férias 2º - O empregado menor tem direito de fazer coincidir sua férias com as férias escolares. Férias Remuneração As férias deverão ser pagas com base no salário da época em que foram concedidas (art. 142 da CLT) 5º - Os adicionais por trabalho extraordinário, noturno, insalubre ou perigoso serão computados no salário que servirá de base ao cálculo da remuneração das férias. Férias Juntamente com o pagamento das férias, pode ser antecipada a primeira parcela do 13º salário para os empregados que saírem de férias entre o meses de fevereiro e novembro. Para fazer jus a esse direito, o empregado deve requerê-lo durante o mês de janeiro (Lei nº 4.749/65, art.2º, 2º).

8 Férias Terço Constitucional A Constituição Federal, em vigor deste de 5 de outubro de 1988, determinou que as empresas estão obrigadas ao pagamento de 1/3 a mais que o salário normal quando do gozo das férias anuais (inciso XVII, art. 7º). Férias Abono Pecuniário É facultado ao empregado converter 1/3 (um terço) do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário, no valor da remuneração que lhe seria devida nos dias correspondentes. (art. 143 CLT.) O abono de férias deverá ser requerido até 15 (quinze) dias antes do término do período aquisitivo. Caso o mesmo seja requerido após o citado prazo, o seu deferimento ou não ficará a critério do empregador. ( 1º do art. 143 da CLT). Férias Prazo de Pagamento O pagamento das férias e do abono pecuniário, quando for o caso, deverá ser feito até 2 (dois) dias antes de o empregado entrar em férias. O pagamento das férias dois dias antes do início visa possibilitar ao empregado usufruir do descanso com a devida suficiência econômica.

9 Férias Pagamento em Dobro Se o empregador não conceder férias dentro do período concessivo, esta obrigado a pagar remuneração em dobro, além de assegurar o descanso do empregado (art. 137 da CLT e a Súmula nº 81 do TST). Férias Anotações O empregado deverá apresentar empregador sua Carteira de Trabalho e Previdência Social para as anotações regulares, antes de sair de férias ( art. 135, parágrafo 1º, da CLT). Férias Coletivas - Conceito São consideradas coletivas as férias concedidas a todos os empregados de uma empresa ou de determinados estabelecimentos ou setores da empresa.

10 Férias Coletivas Requisitos Para Concessão Para os fins de concessão das férias coletivas, o empregador deve comunicar ao órgão local do Ministério do Trabalho e Emprego, com a antecedência mínima de 15 (quinze) dias, as datas de início e fim das férias, precisando quais os estabelecimentos ou setores abrangidos pela medida. Em igual prazo, o empregador deve enviar cópia da aludida comunicação aos sindicatos representativos da respectiva categoria profissional, e providenciar a afixação de aviso nos locais de trabalho. Férias Coletivas Requisitos Para Concessão Além das mencionadas regras, é importante observar se o documento coletivo da categoria não impõe outras que, se for o caso, também deverão ser respeitadas. Férias Coletivas Empregados com menos de 12 meses de serviço Os empregados contratados há menos de 12 meses gozam, na oportunidade, férias proporcionais aos meses trabalhados, iniciando-se, então, novo período aquisitivo.

11 Férias Coletivas Direito adquirido inferior aos dias de férias coletivas: Caso a empresa conceda férias em quantidade de dias superior a que o empregado tenha direito, a diferença será considerada como licença remunerada, conforme abaixo exemplificado: - Férias coletivas: 20 dias, de 21/12 a 09/01 - Dias de férias a que o empregado tem direito: 15 dias - Remuneração das férias: correspondente a 15 dias + 1/3 - Licença remunerada: correspondente a 5 dias, paga em folha de pagamento - Novo período aquisitivo: início em 21/12 Férias Coletivas Direito adquirido inferior aos dias de férias coletivas (cont.) E caso as férias coletivas sejam concedidas apenas a alguns setores da empresa, desde que obedecidas as regras consolidadas para a sua concessão, o empregado pode retornar ao trabalho após gozar os 15 dias de férias a que tem direito, ou seja, voltará ao trabalho antes dos demais empregados. Férias Coletivas Direito adquirido superior aos dias de férias coletivas: Pode ocorrer que o empregado, embora trabalhe há menos de 12 meses, tenha direito a mais dias de férias do que a empresa pretende conceder. Assim, o empregado ficará com um saldo favorável, o qual será concedido pelo empregador, observando-se o período concessivo. Ou, ainda, o empregado goza integralmente o período a que tem direito, voltando ao trabalho depois dos demais empregados.

12 Férias Coletivas Direito adquirido superior aos dias de férias coletivas (cont.) Exemplo: - Férias coletivas: 15 dias, de 21/12 a 04/01 - Dias de férias a que o empregado tem direito: 20 dias - Remuneração das férias: correspondente a 20 dias + 1/3 - Novo período aquisitivo: início em 21/12 Neste caso todos os empregados da empresa retornariam dia 04/01, no entanto, o empregado em questão retornaria no dia 09/01. Caso a empresa queira, poderá exigir que este empregado retorne ao trabalho juntamente com os demais, porém o saldo de férias restante deve ser gozado dentro do período concessivo. Férias Coletivas Empregados a partir de 12 meses de serviço: Nesse caso a concessão das férias coletivas corresponde a uma antecipação de férias, pois o empregado goza os dias de férias concedidos pela empresa, e, dentro do período concessivo, deve gozar os dias restantes, permanecendo inalterado o seu período aquisitivo de férias, conforme abaixo exemplificado: - Férias coletivas: 15 dias, de 21/12 a 04/01 - Dias de férias a que o empregado tem direito: 30 dias - Remuneração das férias: correspondente a antecipação de 15 dias + 1/3 - Concessão dos dias restantes: 15 dias, observando-se o período concessivo - Período aquisitivo: inalterado Férias Coletivas Empregados com a partir de 12 meses de serviço (cont.) Quando o empregado tiver direito a 30 dias de férias, observando-se o disposto no art. 130 da CLT, a critério do empregador, gozará integralmente o período adquirido de férias, retornando ao trabalho depois dos demais empregados, ou gozará apenas os dias de férias coletivas que a empresa pretende conceder, e o saldo restante observando-se o período concessivo, permanecendo inalterado o seu período aquisitivo de férias.

13 Férias Coletivas Abono pecuniário Tratando-se de férias coletivas, a conversão de 1/3 do período de férias a que tiver direito o empregado em abono pecuniário, no valor da remuneração que lhe seria devida nos dias correspondentes, deverá ser objeto de acordo coletivo entre o empregador e o sindicato representativo da respectiva categoria profissional, independendo de requerimento individual a concessão do abono. Férias Incidências Discriminação Férias normais usufruídas na vigência normal do contrato de trabalho, acrescido do terço constitucional; Abono Pecuniário de Férias: correspondente a conversão de 1/3 das férias, conforme prevê o art. 143 da CLT; INSS Fundamento Legal SIM Art. 28 da Lei 8212/91 NÃO Art. 28, 9º, "e", "6" da Lei 8212/91 FGTS Fundamento Legal SIM Art. 15 da Lei 8036/90 NÃO Art. 15, 6º da Lei 8036/90 IRRF Fundamento Legal SIM Art. 11 da IN SRF 15/01 SIM Art. 43, II do RIR/99 * A partir de Janeiro/2009 isenção de tributação sobre os dez dias de férias comumente vendidos pelos trabalhadores. Salário: R$ 850,00 Férias - Cálculos Dias de férias: 30 dias Férias: R$ 850,00 1/3: R$ 283,33 Total Bruto: R$ 1.133,33 INSS s/ Férias: R$ 102,00 IR: R$ 0,00 Total descontos: R$ 102,00 Total líquido: R$ 1.031,33

14 Férias - Cálculos Salário: R$ 850,00 Dias de férias: 20 dias Abono: 10 dias Férias: R$ 566,67 (R$ 850,00/30*20) 1/3 s/ férias: R$ 188,89 (1/3 sobre o valor das férias) Abono: R$ 283,33 (R$ 850,00/30*20) 1/3 s/ abono: R$ 94,44 (1/3 sobre o valor do abono) Total Bruto: R$ 1.133,33 INSS s/férias: R$ 60,44 IR: R$ 0,00 Total descontos: R$ 60,44 Total líquido: R$ 1.072,89 Férias - Cálculos Salário: R$ 1.200,00 Dias de férias: 30 dias Férias: R$ 1/3: R$ Total Bruto: R$ INSS: R$ IR: R$ 0,00 Total descontos: R$ Total líquido: Férias - Atividade Salário: R$ 1.250,00 Dias de férias: 20 dias Abono: 10 dias Férias: R$ 1/3 s/ férias: R$ Abono: R$ 1/3 s/ abono: R$ Total Bruto: R$ INSS: R$ IR: R$ Total descontos: R$ Total líquido: R$

15 Gratificação Natalina Era prática de algumas empresas gratificar, ao ensejo das festas natalina, seus respectivos empregados. A Lei nº , de 13 de julho de 1962, tornou obrigatório a todos os empregadores a concessão aos seus empregados, no mês de dezembro de cada ano, uma gratificação salarial, independente da remuneração a que fizeram jus. Gratificação Natalina Esta nova obrigação causou um grande impacto sobre a economia, pois as empresas dobraram suas folhas de pagamento num curto tempo, acarretando-lhes dificuldade financeiras. O Governo Castelo Branco, após longo debate, decidiu manter a referida obrigação, mas, para atenuar-lhe os efeitos na economia nacional, impôs seu parcelamento, mediante adiantamento entre os meses de fevereiro e novembro, de metade do salário (arts. 1º e 2º da Lei nº , de 12/08/1965). CÁLCULO Gratificação Natalina Esta gratificação corresponde a 1/12 por mês trabalhado da remuneração devida em dezembro ao empregado. O Décimo Terceiro é devido por mês trabalhado, ou fração do mês igual ou superior a 15 dias. Desta maneira, se o empregado trabalhou, por exemplo, de 1 o. de janeiro a 14 de março, terá direito a 2/12 (dois doze avos) de 13 o. proporcional, pelo fato da fração do mês de março não ter sido igual ou superior a 15 dias. Desta forma, o cálculo é feito mês a mês.

16 Gratificação Natalina Faltas / apuração Para efeito de pagamento e cálculo do valor de gratificação de natal, é necessário apurar, mês a mês, as faltas não-justificadas pelo empregado, a fim de verificar se houve pelo menos 15 dias de trabalho. Gratificação Natalina Parcelas No caso de salário fixo, o valor da 1ª parcela corresponde à metade do salário do mês anterior ao do pagamento, sendo que o valor da 2ª parcela corresponde à diferença entre o valor do salário vigente no mês de dezembro e o da 1ª parcela. Gratificação Natalina Adiantamento (1ª. parcela) A primeira deve ser paga entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano, ou por ocasião das férias. Neste caso deverá ser solicitada por escrito ao empregador até o mês de janeiro do respectivo ano. Este adiantamento corresponde à metade do salário recebido pelo trabalhador no mês anterior ao pagamento. O prazo máximo para o pagamento deste adiantamento é 30 de novembro.

17 2ª. parcela Gratificação Natalina A segunda parcela deve ser paga até do dia 20 de dezembro e a terceira até o 5º. dia útil de Janeiro do ano subseqüente. Obs: O acerto até o 5º dia útil decorre da Lei nº /1989, muito embora o regulamento do 13º salário mencione o dia 10 de janeiro do ano seguinte. Gratificação Natalina Mensalista - Integral 1ª Parcela - Mês de pagamento: maio - Salário de abril: R$ 600,00 - Valor da primeira parcela: R$ 300,00 2ª Parcela - Mês de pagamento: dezembro - Salário dezembro: R$ 700,00 - Valor bruto da 2ª parcela: R$ 400,00 (R$ 700,00 - R$ 300,00) Atividade Gratificação Natalina Mensalista - Integral 1ª Parcela - Mês de pagamento: agosto - Salário de : R$ 500,00 - Valor da primeira parcela: R$ 2ª Parcela - Mês de pagamento: dezembro - Salário dezembro: R$ 900,00 - Valor bruto da 2ª parcela: R$

18 Gratificação Natalina Mensalista - Proporcional 1ª Parcela - Admissão: 03 de junho - Mês de pagamento: novembro - Salário de outubro: R$ 600,00 - Valor da 1ª parcela: R$ 125,00, ou seja: [(R$ 600,00 : 12) x 5] : 2 = R$ 125,00 2ª Parcela - Mês pagamento: dezembro - Salário de dezembro: R$ 800,00 - Valor da 2ª parcela: R$ 341,67, ou seja, [(R$ 800,00 : 12 ) x 7] - R$ 125,00 = R$ 341,67 Gratificação Natalina Comissionista - Integral 1ª Parcela - Mês de pagamento: agosto - Média de comissão (janeiro a julho): R$ 500,00 - Valor da 1ª parcela: R$ 250,00 2ª Parcela - Mês de pagamento: dezembro - Média de comissão (janeiro a novembro): R$ 800,00 - Valor bruto da 2ª parcela: R$ 550,00, ou seja, R$ 800,00 - R$ 250,00. Ajuste - Média de comissão (janeiro a dezembro): R$ 1.000,00 - Valor do ajuste: R$ 200,00, ou seja, R$ 1.000,00 - (valor da 1ª parcela + valor da 2ª parcela) Gratificação Natalina Comissionista - Proporcional 1ª Parcela - Data de Admissão: 02 de abril - Mês de pagamento: novembro - Média de comissões (abril a outubro): R$ 400,00 - Valor da 1ª parcela: R$ 116,67, ou seja, [(R$ 400,00 : 12) x 7] : 2 = R$ 116,67 2ª Parcela - Mês de Pagamento: dezembro - Média de comissão (abril a novembro): R$ 600,00 - Valor da bruto da 2ª parcela: R$ 333,33, ou seja, [(R$ 600,00 : 12) x 9 ] - R$ 116,67 = R$ 333,33 Ajuste -Média de comissões (abril a dezembro): R$ 700,00 - Valor do ajuste: R$ 75,00, ou seja, [(R$ 700,00 : 12) x 9] - R$ 450,00 = R$ 75,00

19 Gratificação Natalina Atividade Comissionista - Proporcional 1ª Parcela - Data de Admissão: 02 de maio - Mês de pagamento: novembro - Média de comissões (maio a outubro): R$ 550,00 -Valor da 1ª parcela:, ou seja, 2ª Parcela - Mês de Pagamento: dezembro - Média de comissão (abril a novembro): R$ 830,00 -Valor da bruto da 2ª parcela:, ou seja, Ajuste -Média de comissões (abril a dezembro): R$ 1.100,00 - Valor do ajuste:, ou seja, FÉRIAS e 13º - Incidências Incidências Sobre a 1ª parcela: -INSS - não -FGTS - sim (recolhimento até o dia 07 do mês seguinte ao pagamento) - IRRF - não. Sobre a 2ª parcela: -INSS - sim (recolhimento até o dia 20/12, devendo ser antecipado, quando esse dia não for útil, sobre o valor total) - FGTS - sim (recolhimento até o dia 07/01) - IRRF - sim (a partir de 1º de Janeiro de 2006, por força da Lei /2005 [art. 70], publicada no Dou de , o imposto de renda deverá ser recolhido até o último dia útil do 1º decêndio do mês subsequente ao mês da ocorrência do fato gerador). FÉRIAS e 13º - Incidências Incidências (cont...) Sobre o ajuste: - INSS - sim (recolhimento até o dia 02/01) - FGTS - sim (recolhimento até o dia 07/01) - IRRF - sim (a partir de 1º de Janeiro de 2006, por força da Lei /2005 [art. 70], publicada no Dou de , o imposto de renda deverá ser recolhido até o último dia útil do 1º decêndio do mês subsequente ao mês da ocorrência do fato gerador).

20 Boa semana! Patrícia Ramos Palmieri Todas as imagens são originárias no banco de dados.

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