Nova voz do cooperativismo goiano Joaquim Guilherme assume a presidência. Entrevista Mikel Lezamiz Diretor de Difusão Cooperativa do Grupo Mondragon

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1 Entrevista Mikel Lezamiz Diretor de Difusão Cooperativa do Grupo Mondragon Revista do Sistema OCB/SESCOOP-GO Ano 2 - nº 6 março/maio-2015 Nova voz do cooperativismo goiano Joaquim Guilherme assume a presidência do Sistema OCB/SESCOOP-GO com a missão de ampliar a visibilidade dos trabalhos da entidade

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3 Uma Mensagem do Conselho de Administração No último mês, vimos a concretização de projetos pensados e planejados, a partir das necessidades do Sistema e de olho nas exigências de um futuro próximo, como o novo portal da Casa do Cooperativismo Goiano e a parceria com o Parque Mutirama, em Goiânia, para realização do Dia de Cooperar, o Dia C. trajetória de importantes realizações O Sistema OCB/SESCOOP-GO mantém-se atento às necessidades de seus cooperados e às mudanças que o mundo e o mercado vivem. Para acompanhá-las, emprega especial empenho na adequação de seus sistemas, na inovação de seus processos e na consolidação de iniciativas de sucesso. No último mês, vimos a concretização de projetos pensados e planejados, a partir das necessidades do Sistema e de olho nas exigências de um futuro próximo. Já está na web o novo portal da Casa do Cooperativismo Goiano, um site moderno, interativo e de fácil navegação, que reúne ferramentas, informações e serviços prestados para o setor cooperativista. Trata-se de um conteúdo digital atualizado, com formato responsivo, que se adapta às diferentes plataformas de acesso. Também participamos, de forma efetiva e contundente, de mais uma edição da Tecnoshow Comigo, quando tivemos a oportunidade de mostrar, para o enorme público participante, a importância do cooperativismo e o que o Sistema pode oferecer. Consolidamos conquistas, para cooperados e colaboradores, e nos preparamos para mais uma edição do Dia de Cooperar, o Dia C, a maior ação de voluntariado do País. A campanha reúne, nos Estados e no Distrito Federal, as cooperativas que desenvolvem, ao longo do ano, iniciativas solidárias, que visam o bem-estar da sociedade. Mais uma vez, fechamos parceria com o Parque Mutirama, em Goiânia, para celebrar as ações desse grande momento. Estes e outros grandes desafios, como a construção da nova sede do Sistema OCB/SESCOOP-GO, nos aguardam. Caminhamos juntos para novas e importantes conquistas, alicerçados nos princípios cooperativistas que norteiam nossa ação. SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS BRASILEIRAS NO ESTADO DE SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DE CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente: Joaquim Guilherme Barbosa de Souza (Complem) // Vice-Presidente : Luís Alberto Pereira (Sicoob Engecred-GO) // Secretário: Dourivan Cruvinel de Souza (Comigo) // Membros Efetivos: Astrogildo Gonçalves Peixoto (Coapil) // Vanderval José Ribeiro (Sicoob do Vale) // Jocimar Fachini (Coperpamplona) // Clidenor Gomes Filho (Sicoob Unicentro Brasileira) // Zeir Ascari (Sicredi Sudoeste GO) // João Batista Pereira Machado (Uniodonto Sul Goiano) CONSELHO FISCAL Efetivos: Peron Antônio Barbosa (Cooperjov) // Emival Vicente Santana (Coomap) // Carlos Henrique Arruda Duarte (Coacal) // Suplentes: Rubens Dias dos Santos (Coopmego) // Nanci Terezinha Alfonso Cavalcante (Cohacasb-GO) // Marco Antônio Oliveira Campos (Comiva) // Superintendente: Valéria Mendes da Silva Av. H com Rua 14 nº Jardim Goiás Goiânia/GO - CEP Fone: (62) Fax: (62) CNPJ: / CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente: Joaquim Guilherme Barbosa de Souza (Complem) Membros efetivos: Antonio Chavaglia (Comigo) // João Damasceno Porto (Unimed Goiânia) // Haroldo Max de Sousa (Coapro) // Itamar Fernandes de Melo (Complem) // João Gonçalves Vilela (Cagel) // José Lourenço de Castro Filho (Coapil) // Renato Nobile (SESCOOP Nacional) // Antonio Moraes Resende (Centroleite) CONSELHO FISCAL Efetivos: Lister Borges Cruvinel (Sicoob Centro-Sul) // José Rodrigues Peixoto (Sicoob Credi- SGPA // Walter Cherubin Bueno (Unimed Cerrado) // Suplentes: João Batista da Paixão Junior (Cooperbelgo) // Antonio Carlos Borges (Agrovale) // Nilton Carlos da Silva (Coopersil)/ Superintendente: Valéria Mendes da Silva Redação e Edição: Carla de Oliveira (JP G0) e Luisa Dias (GO n JP) // Colaboração: Eliane Almeida Dias / Design gráfico: Fábio Salazar (Mtb 722/GO) // Fotografias: Arquivo Sistema OCB/SESCOOP-GO e divulgação. Impressão: Gráfica Aliança - Tiragem: 3 mil exemplares / Distribuição: Publicação dirigida às cooperativas e entidades ligadas direta ou indiretamente ao cooperativismo no Estado de Goiás. Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores e não correspondem, necessariamente, à opinião do Sistema OCB/SESCOOP-GO. Permitida a reprodução total ou parcial dos textos, desde que citada a fonte. Esta revista está disponível em versão eletrônica no site do Sistema OCB/SESCOOP-GO: 3

4 Sumário REVISTA Edição nº 6 - março/maio/2015 R E L I G I O S I D A D E Cavalhadas de Pirenópolis Tradição de quase 200 anos Festa atrai religiosos e turistas de diferentes partes do País 32 Entrevista Mikel Lezamiz Fábio Salazar Diretor de Difusão Cooperativa do Grupo Mondragon fala da experiência espanhola e faz uma análise do cenário cooperativista no Brasil e no mundo 6 POR DENTRO DO SISTEMA 14 COOPERATIVA EM FOCO 12

5 Receita Aprenda a fazer um delicioso cuscuz paulista 30 Casa do Cooperativismo tem novo Conselho de Administração Os novos membros dos Conselhos de Adminstração e Fiscal do Sistema OCB/SESCOOP-GO tomaram posse no dia 4 de maio, para mandato de quatro anos 20 giro COOPERATIVISTA 10 VITRINE COOPERATIVISTA 26

6 6 Acho que os governos veem que o sistema cooperativo é um movimento são, que gera um sistema mais correto, equitativo e solidário e, no futuro, sejam de esquerda ou direita, também apoiarão o cooperativismo.

7 MIKEL LEZAMIZ Diretor de Difusão Cooperativa do Grupo Mondragon século do Este será o cooperativismo Com uma sociedade cada vez mais dotada de informação e conhecimento, os trabalhadores têm fortalecido seu poder de assumir as decisões dentro das empresas. Essa evolução é peça fundamental para o crescimento do cooperativismo no século 21, como um modelo de negócio viável, rentável e mais resiliente, destaca o diretor de Difusão Cooperativa do Grupo Mondragon, Mikel Lezamiz, em entrevista concedida à revista. Os números explicam a afirmação de Lezamiz. Durante a última crise econômica mundial, enquanto 25 mil empresas foram fechadas somente na Espanha, apenas uma cooperativa não resistiu ao problema. A intercooperação é uma das chaves de Mondragon e acho que é a chave do cooperativismo, completa o diretor. Durante a conversa, Lezamiz também analisou o cenário cooperativista brasileiro e quais as possíveis alterações que podem contribuir para o fortalecimento do setor. Natural de Busturia (País Basco), Mikel Lezamiz é cientista político e sociólogo, tem 61 anos, dos quais 35 foram dedicados ao cooperativismo. Ele concedeu a entrevista enquanto visitava a Casa do Cooperativismo Goiano, em abril, no lançamento do livro Pensamentos, do padre José María Arizmendiarrieta. O padre, que foi seu professor por três anos, é fundador do Complexo Mondragon, um dos principais grupos empresariais espanhóis, referência mundial de trabalho cooperativo, que reúne 103 cooperativas no País Basco. Confira. 7

8 MIKEL LEZAMIZ Diretor de Difusão Cooperativa do Grupo Mondragon O Grupo Mondragon é uma referência mundial de cooperativismo, completo nesse modelo de negócio. Vocês estão presentes em vários países e têm conhecimento da realidade global. Como o senhor avalia a situação atual do cooperativismo no mundo? Atualmente, o cooperativismo está melhorando muito, na imagem e no funcionamento. Este século será o século do cooperativismo, da cooperação, do conhecimento. Quem tem o conhecimento? Eu, você, as pessoas. E, portanto, os trabalhadores terão o poder neste século. O capital é só um recurso, um meio para melhorar a sociedade. Há 100, 200 anos, as cooperativas de trabalho não funcionavam, porque a maior parte das pessoas era analfabeta. Agora, os jovens têm muita formação, cultura e viagens. O conhecimento está muito desenvolvido e, com isso, todas as pessoas podem tomar decisões nas empresas. O cooperativismo tem muito futuro neste século. Estão surgindo cada vez mais, em cada país, leis para fomentar cooperativas em geral e, mais ainda, de trabalho. Porque o cooperativismo gera uma riqueza mais equitativa, mais solidária e uma sociedade mais correta. Acho que nós eu, você, a OCB, Mondragon estamos no caminho do futuro. O sistema em que o capital tinha mais poder do que os trabalhadores foi um esquema do século 19, 20. Mas, nesse século 21, o capital tem de ser só um recurso e as pessoas têm de ser a chave e o coração das empresas e da sociedade. O cooperativismo está crescendo mais rápido do que antes? Acho que sim. Há dados, em muitas partes do mundo, da criação de mais cooperativas e elas promovem mais correção, comprometimento e compartilhamento na sociedade. Acho que a imagem do cooperativismo está melhorando um pouco também no Brasil. Na Europa, isso é fato. O parlamento europeu, no ano de 2013, fez uma resolução e todos os partidos políticos, de direita e de esquerda, aprovaram-na para fomentar e gerar cooperativas. E o parlamento europeu é de direita. Quais foram os diferenciais de Mondragon para que o cooperativismo conquistasse esse espaço importante no mundo? Que fatores o senhor citaria para pessoas de outros países, que fizeram com que a experiência desse tão certo? O exemplo de Mondragon é o do cooperativismo de trabalho. A primeira experiência cooperativista nasceu no Reino Unido, Inglaterra. Lá, existem mais cooperativas de consumo, agrícolas, de crédito, assim como em todo o mundo. As de trabalho ou de produção surgiram com a nova industrialização, mas a maioria morria, porque não tinha esta inter-relação entre elas. Também não havia conhecimento e as pessoas, muitas analfabetas, não podiam tomar decisões. Mondragon é uma prova de que é possível as pessoas trabalharem em cooperação, numa empresa em que todos são proprietários. Nós podemos concorrer com outros tipos de empresas, porque somos líderes mundiais em diferentes setores industriais. A chave de Mondragon é que, trabalhando juntos, todas as pessoas podem competir com outro tipo de empresa. Graças à intercooperação, podemos estar localizados internacionalmente. O Grupo Mondragon, por meio do Instituto Otalora, oferece conhecimento e formação. Muitas cooperativas e dirigentes vão até lá fazer cursos e conhecer um pouco mais sobre o negócio cooperativista. O senhor falou muito que este é o século do conhecimento. Essa busca por formação reflete um amadurecimento das cooperativas? O Grupo Mondragon recebe 5 mil visitas, por ano, de universidades, dos centros de pesquisas, de cooperativistas, mas também de empresários e de governos. Conseguimos demonstrar que é possível gerar uma sociedade mais correta graças à intercooperação. Então, é um referencial para todo o tipo de instituição. Acho que Mondragon e o cooperativismo como um todo, principalmente, o de trabalho, pode ser uma referência para mostrar ao mundo que o capital deve ser só um recurso. O trabalho deve ser o eixo do desenvolvimento das empresas, da sociedade e da comunidade. O próprio MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets), a cada ano, vem a Mondragon ver o que está sendo feito. Temos um projeto, não digo de sucesso, mas de desenvolvimento das empresas e da comunidade. Nesta última crise econômica mundial, 25 mil empresas foram fechadas na Espanha, enquanto apenas uma cooperativa não resistiu ao problema - a Fagor Eletrodomésticos. Qual é o ensinamento que o cooperativismo como um todo deixa, ao mostrar que esse modelo se mostra mais sustentável que o capitalista? Há dados nos EUA, França e Espanha de que as cooperativas são mais resilientes e mais duradouras que as empresas de capital. Isso está demonstrado. Nesse caso, a crise do Fagor Eletrodomésticos mostra que as cooperativas têm que concorrer, não podem dormir e pensar que estão ok, porque temos sistemas de correção, de intercooperação. Não é suficiente. Temos de buscar a inovação em formas de gestão mais participativa, mais motivadora e integradora, para competir com os outros tipos de empresas. Aliado a isso, trabalhando juntos neste momento somos 103 cooperativas, com essa grande intercooperação entre elas 8

9 e conseguimos criar centros de pesquisas, de formação, uma universidade, banco cooperativo e um sistema de previdência próprio e complementar aos sistemas de segurança social espanhola. A intercooperação é uma das chaves de Mondragon e acho que é a chave do cooperativismo. Temos de gerar cooperativas abertas à intercooperação com outras, para gerar laços de união, força e resistência para superar os momentos de crise. Mondragon pode mostrar, por uma parte, a resiliência das cooperativas, mas a intercooperação é a chave do movimento cooperativo. O senhor tem visto evolução no cooperativismo brasileiro em relação aos outros países? Recebemos muitas visitas do Brasil. Percebo que o cooperativismo no Brasil está tendo uma melhor imagem que antes e que está evoluindo muito. Constantemente, podemos ler nos meios de comunicação que o cooperativismo está aumentando sua participação no PIB e na proporção de cooperativas agrícolas, de crédito, de saúde, bem estendidas em todo o País. As cooperativas de saúde aqui são ainda melhor que na Europa e que em Mondragon. Portanto, podemos pensar que, no futuro, ainda estarão melhores que agora. Só falta ter uma maior segurança política, porque, caso os partidos ou a administração pública façam uma lei contra o cooperativismo, isso pode ser prejudicial. Mas acho que a OCB está trabalhando na relação com os governos para manter (o bom cenário). Nós (de Mondragon), por exemplo, não temos vínculo com o governo, mas temos muitas relações com todos os partidos políticos (popular, conservador, socialista, nacionalista). Temos que estar abertos e ser neutros, porque assim podemos fazer com que os governos entendam o cooperativismo e o apoiem. Acho que os governos veem que o sistema cooperativo é um movimento são, que gera um sistema mais correto, equitativo e solidário e, no futuro, sejam de esquerda ou direita, também apoiarão o cooperativismo. Então, acho que o futuro é positivo, tanto no Brasil como na América do Sul e em todo o mundo. Por exemplo, na Ásia, está aumentando muito o número de cooperativas de trabalho. Na Coreia, só existiam cooperativas agrícolas e de crédito. Mas mudaram a lei em 2012 e agora há muitas cooperativas de trabalho. Na China, ainda não é possível gerar cooperativas de trabalho, apenas agrícolas. Em Cuba, sim, porque mudaram a lei. Então, estamos mudando tudo para que o cooperativismo, em geral, seja um sistema de futuro, que funcione e que mostre que está gerando uma sociedade mais equitativa, mais solidária, mais correta. E, portanto, nenhum partido político irá contra o desenvolvimento. Sabemos que, às vezes, os bancos e empresas de capital não veem com bons olhos o sistema cooperativo. Mas têm de dados, em muitas partes do mundo, da criação de mais cooperativas e elas promovem mais correção, comprometimento e desenvolvimento para a sociedade. Há entender também que é outro sistema, que funciona bem e que pode ser melhor para a nossa sociedade. Acho que também as empresas privadas de capital estão se aproximando cada vez mais de um sistema ético. Há um dado que, nos Estados Unidos, as empresas eticamente mais responsáveis são mais resilientes que as pouco éticas. No cooperativismo hoje, o que precisa ser adaptado ou modificado para que esse futuro seja mais profícuo? No Brasil, para gerar cooperativas agrícolas, de consumo ou de crédito, o mínimo de pessoas é 20. Para as de trabalho, é sete. A maior parte do Brasil desconhece essa possibilidade. Mesmo assim, acho que sete também são muitos. Você pode pensar: terminei a universidade e quero começar uma empresa de consultoria. Sete pessoas é um número alto para começar uma cooperativa de consultoria. No nosso caso (Mondragon), são só três (mínimo). Outra coisa necessária é que os governos deixem as cooperativas viver e que elas, gerando sistema de intercooperação com a OCB e SESCOOP, possam ser muito rentáveis e profícuas. Porque, se somos parte de um projeto, ficamos mais motivados e integrados para melhorar a própria empresa. Não seria ruim que os governos fomentassem a criação de cooperativas ou gerassem sistemas de incubação, de conhecimento para jovens, falando também dos valores do cooperativismo, porque muitos desconhecem o que vem a ser uma cooperativa. Portanto, é preciso que os governos deixem-nas trabalhar, mas que também gerem sistemas de fomento, incubação e conhecimento. E também que se possa introduzir nas próprias escolas disciplinas ou temas de cooperativismo. 9

10 giro COOPERATIVISTA COOPERATIVISMO FGCoop completa um ano de atividades HOMENAGEM Aprovado projeto que declara Padre Theodor Amstad patrono do cooperativismo A Comissão de Cultura (Ccult) da Câmara dos Deputados aprovou, no dia 16 de abril, o Projeto de Lei nº 4.280/2012, que declara o padre Theodor Amstad patrono do cooperativismo brasileiro. A matéria de autoria do deputado Giovani Cherini (RS), vice-presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), tramita na Câmara dos Deputados desde 2012 e tem por objetivo prestar justa homenagem à memória do padre, um dos responsáveis por divulgar o modelo cooperativista no Brasil. Padre Theodor nasceu na Suíça e chegou ao Brasil em Entusiasta do cooperativismo, em 1902 ajudou a comunidade de Nova Petrópolis a fundar a primeira cooperativa de crédito brasileira, à época batizada de Caixa Rural de Nova Petrópolis. (Fonte: Brasil Cooperativo) Uma das grandes conquistas do movimento cooperativista o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) completou um ano de atividades no dia 13 de abril, conferindo mais proteção aos depósitos e aplicações realizados nas instituições do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo. O FGCoop é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado, de abrangência nacional, tendo como associadas todas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos Bancoob e Sicredi. A estrutura funcional e administrativa do FGCoop tem sede em Brasília. Mais informações no site (Fonte: OCB) LEGISLAÇÃO Sistema OCB participa de sessão pública sobre transporte As empresas que atuam no transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros, sob o regime de autorização, discutem com o governo um normativo específico para o setor. Atualmente, elas seguem outras legislações que, de alguma maneira, contemplam suas atividades. A minuta da resolução foi debatida em sessão pública promovida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no dia 9 de abril, em Brasília (DF). O Sistema OCB acompanhou os debates com a participação dos analistas Tiago Barros e Bruno Guimarães. (Fonte: OCB) 10

11 LANÇAMENTO Bordana tem consultoria com designer renomado A Cooperativa Bordana, que reúne bordadeiras do cerrado goiano, recebeu em março o designer de artesanato Renato Imbroisi, de São Paulo, para dar continuidade ao trabalho de consultoria realizado desde o ano passado, com o apoio do SESCOOP/GO. O trabalho conjunto busca o melhoramento da produção das cooperadas para o lançamento de duas novas coleções. Imbroisi começou seu trabalho em 1980 e atualmente tem participação em 140 projetos realizados em todas as regiões do Brasil e também da África. Renato Imbroisi com cooperadas, na sede da Bordana COOPERAÇÃO Linhas de crédito do BNDES são foco de ações do Sistema OCB Representantes do Sistema OCB e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) realizaram, no dia 2 de abril, videoconferência para avaliar o andamento do Acordo de Cooperação assinado no fim do ano passado. Dentre os avanços, foram destacados a necessidade de incluir um novo capítulo na Cartilha Regularização Ambiental do Imóvel Rural, tratando das linhas de financiamento oferecidos pelo Banco, para adequação à nova legislação ambiental; e também da capacitação de técnicos das unidades estaduais sobre as linhas de crédito disponibilizadas pelo BNDES às cooperativas. Além destes itens, foram discutidos outros tópicos do Acordo de Cooperação, como o desenvolvimento de uma cartilha que apresentará as principais linhas de financiamento disponíveis e a presença da equipe do BNDES em cooperativas, com o objetivo de sanar dúvidas sobre o tema. (Fonte: Brasil Cooperativo) 11

12 COOPERATIVA EM FOCO Coopmego Unidos pelo cooperativismo Em 15 anos, motofretistas da Coopmego ampliaram seu mercado de atuação em Goiás, oferecendo serviços de qualidade Desde sua criação, há uma década e meia, a Cooperativa dos Condutores de Motocicletas de Goiás (Coopmego) vem ampliando sua atuação em benefício dos cooperados e da qualidade dos serviços que oferece. O trabalho eficiente e qualificado tem garantido o reconhecimento por parte de seus cooperados, parceiros e poder público, e assegurado importantes conquistas para os motofretistas. Em julho de 2014, a partir de uma parceria com o governo do Estado, por meio do programa Balada Responsável, a Coopmego conseguiu quatro mil coletes de identificação dos trabalhadores, que foram distribuídos entre cooperados, nãocooperados e motociclistas com atuação em outros ramos. Este ano, a entidade espera receber outros mil coletes, para distribuição exclusiva entre motofretistas. A cooperativa possui sede própria, localizada no Setor Santo Antônio, em Goiânia, e mantém serviço de apoio aos cooperados, que auxilia os integrantes vítimas de roubo de suas motos (o cooperado recebe metade do valor da moto roubada para ajudar na compra de uma nova) e de acidentes, Rubens, presidente da Coopmego e a sede da cooperativa (foto acima), onde são oferecidos serviços aos motofretistas com o pagamento de um salário mínimo mais cesta básica, quando o profissional fica impossibilitado de trabalhar. Atualmente, são 325 motofretistas representados em Goiânia, que prestam serviços para inúmeras empresas, que contam com a garantia de serviço pontual, boa apresentação dos trabalhadores e agilidade. A cooperativa trabalha para consolidar sua atuação no segmento de entregas rápidas e mensageiros exclusivos, com o diferencial da eficiência. Presidente da Coopmego, Rubens Dias dos Santos destaca a relevância do cooperativismo e a importância da organização de trabalhadores neste modelo. Segundo assinala, um dos grandes desafios da cooperativa é ampliar a participação dos motofretistas na entidade e agregar os profissionais que realizam serviço de frete em veículos de quatro rodas. Estimase a existência de 14 mil motofretistas em todo o Estado. NÚMEROS 325 cooperados anos 15 de atuação Serviços oferecidos: entregas rápidas e mensageiros exclusivos 12

13 CURSOS E EVENTOS Fórum de contadores Profissionais de várias cooperativas goianas participaram do Fórum de Contadores 2015, no dia 23 de abril, realizado na sede do Sistema OCB/SESCOOP-GO. O curso foi ministrado pelo professor e contador Evarley dos Santos Pereira. Formação profissional em T&D Curso de Formação Profissional em T&D - Planejamento, proferido pela instrutora Maria Eneide Diniz Vieira, na tarde do dia 27 de abril, na Casa do Cooperativismo Goiano, contou com a participação de mais de 40 profissionais de várias cooperativas do Estado. 13

14 POR DENTRO DO SISTEMA Trabalho em diferentes frentes pela consolidação do cooperativismo 1Lançamento do livro Pensamentos (Frases sobre cooperativismo) Presença na Tecnoshow (Feira Agro-tecnológica) 3Parceria Sistema e Parque Mutirama (Dia de Celebrar - 4 de julho) Novo portal Goiás Cooperativo 4(Mais recursos e informações) Lançamento do livro Pensamentos, de autoria de um dos principais representantes do cooperativismo mundial, mobilização para a campanha 2015 do Dia C, inauguração de novo portal na internet e participação expressiva na Tecnoshow Comigo 2015, uma das maiores feiras de agronegócios do País, são algumas das atividades que marcaram o mês de abril no Sistema OCB/SESCOOP-GO. A Casa atua em diferentes frentes para garantir informação de qualidade e representação eficiente de seus cooperados. Somando-se a inúmeras outras, essas ações demonstram o esforço multilateral do Sistema para a consolidação e reconhecimento do cooperativismo em Goiás. 14

15 1Sistema lança livro do fundador do Complexo Mondragon A primeira edição em português do livro Pensamentos, do padre Don José María Arizmendiarrieta, foi lançado pelo Sistema OCB/SESCOOP-GO, no dia 8 de abril, em evento que reuniu representante do Complexo Mondragon e da OCB-GO, na Casa do Cooperativismo, em Goiânia. Com tiragem de cinco mil exemplares, a obra de 156 páginas, recebeu tradução, edição e projeto gráfico, é foi publicada pela FECOOP CO/TO (Federação dos Sindicatos das Cooperativas do Distrito Federal e dos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins). A obra traz para o Brasil as principais ideias do religioso, que dedicou sua vida ao cooperativismo basco, referência internacional na área. O objetivo foi apresentar para as cooperativas brasileiras o legado, os ensinamentos e as práticas conduzidas por Arizmendiarrieta, nas décadas de 1950 e 1960, no País Basco, no norte da Espanha, quando ele fundou e geriu o Complexo Mondragon, um dos principais grupos cooperativistas espanhóis. Atualmente, Mondragon é referência mundial de trabalho cooperativo, reunindo 103 cooperativas, com o qual o Sistema OCB/SESCOOP-GO mantém intercâmbio. A publicação foi autorizada pelo diretor de Difusão do Cooperativismo do Grupo Mondragon, Mikel Lezamiz, que esteve no Brasil para prestigiar o lançamento e autografou um exemplar do livro para o ex-presidente do Sistema, Haroldo Max de Sousa, que assina o prefácio do livro em português. Ele teve o primeiro contato com a obra em uma das visitas realizadas ao complexo e afirma que os ensinamentos do religioso podem fazer diferença para os cooperativistas brasileiros. O autor demonstra um profundo conhecimento da atitude de empreender, cooperar, traz diversos exemplos de construção e respeito nesta sociedade de pessoas, afirmou Haroldo Max, que foi um dos idealizadores da tradução e publicação da obra no Brasil. Em sua segunda visita à Goiânia, Lezamiz, que foi aluno de Arizmendiarrieta, falou da importância do trabalho do padre para o cooperativismo e para o desenvolvimento da região de Mondragon. Estamos encantados de estar em Goiânia e com o trabalho da OCB na edição do livro. A OCB-GO está dentro desse ciclo contemporâneo que tem o compromisso de ajudar a melhorar a sociedade economicamente, mas com responsabilidade social." Para Lezamis, os ensinamentos de Arizmendiarrieta Obra Pensamentos foi lançada na Casa do Cooperativismo Goiano, com presença de Mikel Lezamiz garantem o sucesso e a resolutividade do modelo de Mondragon, visitados anualmente por 5 mil estrangeiros, incluindo cooperados do Sistema OCB/SESCOOP no Brasil. Em Mondragon, ainda estamos lutando para melhorar, após a crise econômica. Mas conseguimos, mesmo neste período, manter a empregabilidade e crescer, afirmou. O modelo criado pelo padre se diferencia pelo aspecto humano, que valoriza todas as etapas e os envolvidos na produção, diferenciando as cooperativas de trabalho daquelas voltadas para o consumo e a produção de capital. É importante não só gerar cooperativas, mas promover a intercooperação e, a partir desta integração, desenvolver o sistema. 15

16 POR DENTRO DO SISTEMA 2OCB/SESCOOP-GO participa da Tecnoshow Comigo O Sistema OCB/SESCOOP-GO participou, de 13 a 17 de abril, da Tecnoshow Comigo 2015, realizada em Rio Verde. Este é o terceiro ano consecutivo que a Casa do Cooperativismo Goiano participa do evento, com um estande onde orienta os visitantes sobre o cooperativismo. A Tecnoshow Comigo é considerada a maior feira de tecnologia rural do Centro-Oeste, e uma das quatro maiores do Brasil. Durante os cinco dias de evento, a OCB/SESCOOP-GO prestou consultorias ao público, que foi atendido pela equipe de analistas para esclarecer dúvidas sobre constituição de cooperativas, registros e filiações, legislação específica, capacitação, ramos cooperativistas, dentre outros assuntos. A participação teve o apoio do Sistema OCB Nacional, parceiro da Casa do Cooperativismo Goiano na feira de tecnologia da Comigo. O governador Marconi Perillo marcou presença no segundo dia da programação e se comprometeu a firmar mais parcerias com entidades representativas do agronegócio. Ele e sua comitiva visitaram o estande do Sistema OCB/SESCOOP- GO. É uma feira muitíssimo bem organizada, com a presença de expositores de várias regiões do Brasil e de alguns outros países, com a apresentação do que há de mais avançado e moderno em termos de tecnologia, declarou o governador durante sua visita. (Leia mais sobre a Tecnoshow Comigo na página 26) Antônio Chavaglia, presidente da Comigo, Valéria Mendes, superintendente do Sistema OCB/SESCOOP-GO, e o governador Marconi Perillo Durante a semana, o estande da OCB/SESCOOP-GO recebeu a visita de cooperados e outros moradores da região de Rio Verde 16 Bombeiros-mirins visitaram o espaço da Casa do Cooperativismo na feira e conheceram a campanha do Dia C Uma das atrações do estande da OCB/SESCOOP-GO na Tecnoshow, o touro mecânico agradou adultos e crianças

17 3Dia C 2015 será realizado no Parque Mutirama O Parque Mutirama será palco, mais uma vez, do Dia C, Dia de Cooperar, que este ano será realizado em 4 de julho - Dia Internacional do Cooperativismo. Em Goiás, o Sistema OCB/SESCOOP-GO e cooperativas participantes preparam um dia de atividades e serviços voluntários, que pretendem fazer a diferença para a sociedade. Será uma oportunidade para as cooperativas goianas mostrarem o trabalho por elas realizado, com foco no voluntariado, e que conta com a participação de cooperados, colaboradores e de seus familiares. Este é o segundo ano consecutivo que o Sistema participa do movimento, que é nacional, e mobiliza as cooperativas goianas para adotar ações solidárias que vão além da arrecadação de bens materiais ou gêneros alimentícios, mas que passam também pela doação de tempo, de conhecimento e de carinho. A expectativa é que mais cooperativas e mais pessoas façam parte desse movimento em favor do próximo, cujo slogan é Juntos pelo bem. As inscrições de projetos para participação no Dia C podem ser feitas até 29 de maio, no hotsite da ação, onde estão disponíveis todas as informações e um passo a passo sobre como aderir. Presidente da Cooperativa do Transporte de Alto Horizonte (Cooperalto), Plínio César Artiaga Santiago afirma que não é possível mensurar o resultado da atividade realizada em 2014, pela intangibilidade do seu alcance, tanto para quem recebeu quanto para aqueles que participaram como voluntários. A ação voluntária foi realizada em parceria com a Unicred e a Cooperativa Agropecuária, ambas de Campinorte. Além de levar alimentos, colchões e tintas, eles ajudaram a reformar um abrigo de idosos de Uruaçu, cidade vizinha, onde passaram o dia com os abrigados. Almoçamos, teve música, as idosas fizeram as unhas. Vimos muita felicidade nos rostos dessas pessoas que, muitas vezes, são esquecidas. O que a gente pensa é ajudar o próximo da melhor maneira possível, salienta. Com 2,2 mil associados, a Cooperativa Mista Agropecuária de Bela Vista de Goiás (Cooperbelgo) desenvolveu um trabalho de conscientização e preservação ambiental em O presidente da cooperativa, João Batista da Paixão Júnior, explica que os voluntários visitaram 250 propriedades da região, onde realizaram um trabalho de educação ambiental, com destaque para os riscos do descarte inadequado de embalagens e restos de agrotóxicos. Além de levar informação, eles recolheram o lixo. É uma grande satisfação ver que vários proprietários, hoje, estão recolhendo o lixo, que antes era queimado ou jogado nos rios, assinala. Haroldo Max de Sousa, ex-presidente da OCB/SESCOOP-GO, e Sebastião Peixoto, secretário de Turismo, Esporte e Lazer, na assinatura do Termo de Cooperação entre o Mutirama e o Sistema Para João Batista, a oportunidade de trabalhar várias ações, por diferentes grupos, pensando no social é uma iniciativa muito importante, uma obrigação do cooperativismo com a sociedade. A Cooperbelgo ainda não definiu a ação que irá encampar em 2015, mas é certo que o fará. Parceria No dia 4 de julho, por meio de acordo firmado entre o Sistema OCB/SESCOOP-GO e o Parque Mutirama, toda a estrutura física e parte dos funcionários do parque poderão ser utilizados, sem custos, para a realização do Dia de Cooperar. A bilheteria no Dia C será parcialmente subsidiada pela Prefeitura de Goiânia e a população que for ao evento poderá comprar ingressos por apenas R$ 4 e contribuir com mais dois quilos de alimentos nãoperecíveis. Além de usar os brinquedos, os visitantes terão acesso a vários serviços oferecidos por cooperativas, como aferição de pressão arterial, educação sobre higiene bucal (escovódromo), massagem relaxante, além de oficinas de reciclagem e atividades de recreação. Em 2014, a campanha do Dia C teve a adesão de 41 cooperativas, mais de 18,5 mil pessoas beneficiadas, voluntários, contemplando 40 municípios de Goiás. Foram feitas diversas atividades de voluntariado, como campanha de doação de sangue, arrecadação de alimentos, livros, roupas e materiais de limpeza, até reforma e assistência a entidades filantrópicas. 17

18 POR DENTRO DO SISTEMA 4 Novo portal do Sistema OCB/SESCOOP-GO está na web Diferente desta revista, que você precisou de virar a página para ler a reportagem, o novo portal do Sistema OCB/SESCOOP-GO se adapta automaticamente ao formato da tela do aparelho do qual se faz a leitura. Esse recurso é conhecido como design responsivo e faz com que a interface identifique o tipo de equipamento em que é feito o acesso e se adapte a ele, seja notebook, tablet ou smartphone. Hoje, 47% dos acessos à internet se dão por dispositivos móveis, um dado relevante e que não pode ser desconsiderado. No ar desde o dia 30 de abril, o novo portal Goiás Cooperativo reúne informações e serviços voltados para o setor cooperativista. Conheça abaixo outras novidades. Fundo temático O papel de parede do site pode ser alterado. Esse recurso permite torná-lo temático, conforme as campanhas de marketing da Casa, como a do Dia C, por exemplo. Notícias atualizadas O portal do Sistema continua sendo atualizado todos os dias com notícias sobre o universo cooperativista, conteúdo de qualidade e de interesse desse público. Interface amigável O novo layout lembra o visual da maioria dos aplicativos de smartphones. Os elementos gráficos, paleta de cores e iconografia são as mesmas utilizadas pelos demais canais de comunicação da Casa. Blog do Dia C As cooperativas goianas podem acompanhar todas as postagens e notícias sobre o Dia C 2015 em Goiás.

19 Pop-Up Pesquisa de Cooperativa Com um clique, o usuário acessa a tela pop-up (que abre sobre o site), usada para pesquisa sobre as cooperativas goianas. Nela, podem ser obtidas informações como endereço, ramo de atuação ou região onde está localizada. Serviços e ferramentas Os serviços e ferramentas oferecidos pela Casa do Cooperativismo Goiano estão disponíveis a partir de um clique. O portal serve como ferramenta às cooperativas para que acessem programas como GDA e GDH, a Página de Transparência do SESCOOP/GO, biblioteca do cooperativismo, licitação, processo seletivo, entre outros. 18/19 Galeria de fotos, vídeos, mp3, pdf, flip book O internauta tem acesso a galeria de fotos, vídeos, novas publicações e áudios. Os conteúdos produzidos pelo Sistema OCB/SESCOOP-GO, em formatos como flip book, áudios, arquivos em PDF, fotos e vídeos, poderão ser baixados das diversas galerias. Compartilhamento Outra novidade é a possibilidade de compartilhamento dos conteúdos nas redes sociais. Espaço para super banner de 900 pixels Em formato giratório, que permite até quatro banners diferentes para divulgação. Mapa completo do novo portal Menus e submenus estão listados no mapa para facilitar o acesso ao conteúdo do site.

20 Joaquim Guilherme (esquerda) recebe cargo de presidente de Haroldo Max, durante cerimônia de posse Conselheiros do Sistema OCB/SESCOOP-GO assumem o quadriênio com a missão de ampliar a visibilidade dos trabalhos da entidade 20

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