Palavras chave: FINANCIAMENTOS, DIFICULDADE FINANCEIRA, ORÇAMENTO FINANCEIRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras chave: FINANCIAMENTOS, DIFICULDADE FINANCEIRA, ORÇAMENTO FINANCEIRO"

Transcrição

1 1 A UTILIZAÇÃO DO ORÇAMENTO FINANCEIRO NA TOMADA DE DECISÃO PARA UTILIZAÇÃO DE FINANCIAMENTO ATRAVÉS DE RECURSOS DE TERCEIROS - FINANCIAMENTO BANCARIO Aluno: Gisele Gonçalves Almeida Orientador: Prof. João Bevonesi II Resumo O objetivo das empresas privadas é realizar atividades que proporcionem retorno positivo aos sócios que investiram capital para possibilitar a sua execução. O capital próprio nem sempre é suficiente para arcar com todos os custos dessas atividades por isso as empresas buscam capital de terceiros, como o financiamento bancário. Existem técnicas que possibilitam aos gestores identificar qual a necessidade de capital e qual a potencialidade da empresa em pagar os recursos conseguidos, são os orçamentos empresariais. Os orçamentos empresariais podem auxiliar a empresa na tomada de decisão sobre financiamentos de maneira a evitar que ela passe por dificuldades financeiras no momento de efetuar o pagamento dos recursos. As dificuldades financeiras impactam todas as áreas da empresa, dificultam sua administração e podem levar, inclusive, ao encerramento de suas atividades. O objetivo deste trabalho é identificar se as empresas utilizam essas técnicas de orçamento na tomada de decisão sobre os financiamentos que contratam bem como pretende concluir estabelecendo uma relação de causalidade entre a não utilização do orçamento e a incorrência em dificuldade financeira no momento de quitação dos recursos tomados. O trabalho tangencia também os critérios de avaliação de crédito adotados pelos bancos mostrando-os como inadequados em se tratando de oferecer as empresas volume de financiamentos compatíveis com sua real capacidade de pagamento. Palavras chave: FINANCIAMENTOS, DIFICULDADE FINANCEIRA, ORÇAMENTO FINANCEIRO

2 2 III Introdução O objetivo das empresas privadas é realizar atividades que proporcionem retorno positivo aos sócios que investiram capital para possibilitar sua execução. Muitas vezes, o capital próprio não é suficiente para financiar todas as atividades que a empresa precisa realizar para gerar lucro, por isso, buscam-se as linhas de financiamento externas. Geralmente, as linhas de financiamento buscadas são as dividas bancarias. Os bancos, que geram seu resultado captando e fornecendo capital remunerado, oferecem linhas de credito às empresas com facilidades e volume muitas vezes não condizentes com a real capacidade de quitação das empresas. As empresas, por sua vez, têm a sua disposição o Orçamento Empresarial, este entre outras informações que proporciona, possibilita mensurar qual a necessidade real da empresa de buscar financiamento e qual sua efetiva capacidade realizar o pagamento desses recursos. Dentro da composição do Orçamento Empresarial temos as seguintes ramificações: Orçamento Operacional e Orçamento Financeiro. O Orçamento Financeiro é constituído pelo Balanço Patrimonial e DRE Orçados e pelo Orçamento de Capital. A utilização de linhas de crédito sem o devido planejamento pode gerar dificuldades financeiras advindas da impossibilidade de as empresas adimplirem os compromissos assumidos. De acordo com o que já foi citado, o problema apresentado nesse trabalho é: As empresas têm utilizado praticas de Orçamento para identificar sua necessidade de financiamento e sua real capacidade de pagamento desses recursos? O objetivo geral é identificar se empresas que utilizam fontes de financiamento bancarias realizam um planejamento para identificar antecipadamente sua necessidade de investimento e capacidade de pagamento dos recursos tomados, para isso, são delimitados alguns objetivos específicos. São eles: as empresas se utilizam de técnicas para definir a quantidade de recursos tomados e sua forma de pagamento? As empresas conseguem quitar os compromissos assumidos sem prejudicar o fluxo de caixa da empresa? A relevância desse estudo está em salientar a importância do planejamento financeiro e dos orçamentos citados nesse trabalho no momento da decisão de financiamento visto que, de acordo com a pesquisa realizada, a não utilização do orçamento aumenta a possibilidade da empresa não conseguir arcar com os compromissos assumidos podendo resultar em dificuldades financeiras, inclusive, incorrer em falência e encerramento das atividades.

3 3 IV Fundamentação Teórica Para uma empresa ser bem sucedida em seu negócio, seja ele qual for, é importante que ela realize um planejamento financeiro, pois ele mapeia as atividades da empresa possibilitando coordenar e controlar as ações dela a fim de atingir os objetivos estabelecidos aumentando a probabilidade de alcançá-los. (GITMAN, pag ) O processo de planejamento financeiro se estrutura a partir de planos financeiros de longo prazo e estes guiam a formulação de planos e orçamentos em curto prazo. Os planos financeiros de longo prazo planejam e antecipam o impacto das atividades da empresa num período de dois a dez anos, e os de curto prazo, especificam o impacto das ações da empresa num período que geralmente compreende um a dois anos. (GITMAN, ) Uma ramificação importante do Planejamento Financeiro é o Orçamento Empresarial, este é um conjunto de previsões quantitativas, apresentadas de forma estruturada, uma materialização em valores dos projetos e planos. (BOISVERT,1999 apud LUNKES, pag ) O Orçamento Empresaria subdivide-se em duas partes: o Orçamento Operacional, que compreende o orçamento de vendas, estoques, custos, despesas, matérias primas, etc. e o Orçamento Financeiro, que é composto pelo orçamento de capital, balanço patrimonial e demonstrativo de resultados do exercício (DRE) projetados e orçamento de caixa. (LUNKES, pag ). Na figura abaixo está um esquema que demonstra a composição do Orçamento Empresarial Figura do autor

4 4 Um Orçamento Empresarial geralmente é elaborado a partir de previsões de demanda e estas a partir de previsões de possíveis cenários onde a empresa atua. (COPELAND. Pag ) Criar esses cenários consiste em prever possibilidades de desdobramentos plausíveis do mercado e como esses desdobramentos vão interferir no resultado da empresa. (COPELAND. Pag ) A elaboração de um orçamento empresarial exige uma fusão de complexas técnicas para levar em consideração todas as informações referentes à previsão de vendas, custos, despesas, etc.(gitman. Pag ) Parte inicial de um orçamento financeiro consiste em definir quais serão as fontes de recursos em longo prazo e como será a estrutura de financiamento da empresa (capital próprio e de terceiros), este é o Orçamento de Capital. (MARTINS. Pag ) Também compõem o Orçamento Financeiro o Balanço Patrimonial e DRE Orçados, estes ajudam a identificar a necessidade de capital necessário para executar as atividades previstas pela empresa para o período do balanço, geralmente um ano, e a necessidade de financiamento para essas atividades. (COOPELAND. Pag ) O Orçamento de Caixa é o terceiro componente do Orçamento financeiro, este é a projeção de prováveis entradas e saídas do caixa da empresa. Ele permite avaliar a futura situação financeira da empresa, o excesso de capital e a necessidade de financiamento para cumprir com as obrigações financeiras do período. Seu principal objetivo é assegurar recursos monetários para atender as operações da empresa estabelecidas no orçamento, (LUNKES. Pag ) É através do orçamento de caixa que se pode mensurar qual a potencialidade da empresa na hora de buscar financiamentos visto que é através desses dados que se sabe qual é o potencial efetivo da empresa de pagar os financiamentos contratados, portanto, considera que o dimensionamento de fluxo de caixa é o aspecto mais relevante na tomada de decisão de financiamentos. (ASSAF. Pag ) Dentro da analise do Orçamento de Caixa, pode-se analisar o ciclo de caixa, este é a diferença entre o ciclo operacional (compra da mercadoria até o recebimento da venda da mesma) e o período médio de contas a pagar (realização da compra até pagamento da compra). (ROSS Pag ) quanto mais longo o ciclo de caixa mais financiamento é necessário.

5 5 Ao se calcular o ciclo operacional e perceber o volume de capital necessário para atender as necessidades financeiras desse ciclo, encontramos a definição de capital de giro. (ASSAF Pag ). A importância da administração do capital de giro tem crescido e se acentuado devido às altas taxas de juros exercidas pelo mercado (ASSAF Pag ) visto que se o financiamento for buscado com antecedência, pode ser obtido com taxas de juros mais baratas (LUNKES Pag ). A necessidade de investimento em capital de giro consiste na quantidade de recursos financeiros demandados pelo ciclo operacional. (ASSAF Pag ) Existem varias fontes de recursos disponíveis para as empresas. As principais são: empréstimos e financiamentos, emissão de ações ordinárias e preferenciais, retenção de lucros e emissão de outros títulos. (MARTINS Pag ) Essas fontes de financiamento são oriundas de duas origens: capital próprio e capital de terceiros. (BODIE, pag ) O capital próprio consiste em reivindicar o valor residual do faturamento após todas as contas da empresa terem sido pagas, são as retenções de lucro. Existe também o capital de terceiros, este consiste em uma obrigação contratual de efetuar pagamentos futuros em troca de recursos fornecidos. (BODIE, pag ) Historicamente, a fonte de financiamento mais comum e mais buscada pelas empresas são os bancos comerciais, estes oferecem financiamentos de curto e longo prazo, alem de linhas de credito fixas e rotativas cobrando taxas de juros referentes ao risco que interpretam do tomador. (DEMODARAN Pag ). Uma empresa cuja maior parte dos ativos é tangível, podendo ser vendido sem maior perda de valor, terá maior incentivo para endividar-se. No caso de empresas em que os ativos são em grande parte intangíveis, como por exemplo, o talento de empregados e oportunidades de crescimento, o endividamento deve ser menos atraente, uma vez que os ativos não podem ser efetivamente vendidos. (ROSS Pag. 356) A dívida bancaria oferece uma série de vantagens às empresas tomadoras, tais como fornecer quantias grandes e, relativamente pequenas, curtos e longos prazos de pagamento e sigilo nas informações prestadas na hora da analise de crédito. (DEMODARAN Pag ). Uma espécie de financiamento freqüentemente oferecida às empresas pelos bancos é a linha de crédito, onde a empresa tem a sua disposição recursos de saque imediato sendo que só pagara juros por eles caso vier a utilizá-los. (DEMODARAN Pag ).

6 6 Existem dois tipos de empréstimos oferecidos pelos bancos: Os empréstimos com e sem garantias. Como exemplos de empréstimos sem garantia, temos as linhas de credito e os créditos rotativos (cheque especial), onde a empresa pode sacar até um determinado limite sem nenhuma espécie de emissão de contrato toda vez que a empresar precisar utilizar. Em empréstimos com garantia essas podem ser duplicatas a receber (antecipação de cartão e desconto de duplicatas) e estoques (bens, como no caso do leasing - alienação fiduciária- guarda em armazém e estoques em geral). (ROSS Pag ) Um exemplo de empréstimo com garantias é a antecipação de títulos de crédito. O título de crédito é o documento necessário para o exercício do direito literal e autônomo nele mencionado. (REQUIÃO apud VIVANTE pag ). A utilização do cheque como título de crédito é discutida no campo jurídico mas sumidades na área do Direto Comercial como Rubens Requião, Amador Paes de Almeida e Fabio Ulhoa o consideram como sendo um título de crédito e esta linha de discussão que é adotada pelos bancos quando efetuam a troca popularmente conhecida como Desconto de Cheque.(ALMEIDA, pag ) A antecipação de cheques pós datados ocorre quando o credor transfere seu direito de cobrança ao banco por meio de endosso em troca de parte do valor do cheque, quando este vence, o banco o cobra e fica com a diferença como lucro. (REQUIÃO pag ) Uma das vantagens do financiamento por meio de divida esta descrita na pesquisa realizada nos anos 80 em Harvard pelo pesquisador Michael Jensen, ele afirma que a condição de ter que realizar pagamentos de um empréstimo obriga os administradores a apresentarem bons resultados de sua gestão e se empenharem em selecionar e realizar projetos que tenham resultado positivo referente aos recursos utilizados em sua implementação. (DEMODARAN Pag ) Quando as empresas possuem alto valor de fluxo de caixa livre, este ajuda a esconder a ineficiência da administração vigente, por isso existe o incentivo a endividar-se e tomar a capacidade de quitação da divida como parâmetro de eficácia das atividades desenvolvidas na empresa. Quando uma empresa tem problemas para honrar seus compromissos de divida dizemos que ela esta com dificuldades financeiras. Uma conseqüência da dificuldade financeira é o risco de falência, procedimento legal para liquidar uma empresa e pagar seus credores. Diz-se que uma empresa esta falida quando o valor de sua divida se iguala ao valor de seus ativos. (ROSS Pag )

7 7 Estar passível de falência incorre em diversos custos, os diretos, que são os custos próprios do processo de falência e os indiretos, aqueles que são gerados por a empresa estar nessa situação. (DEMODARAN Pag ) Custo direto de falência é o custo no qual ela incorre em termos de fluxos de saída de caixa no momento da falência. Esses custos incluem custos legais e administrativos. Os custos que mais afetam as operações da empresa em dificuldade financeira são os indiretos. Estes se dividem em três categorias: (DEMODARAN Pag ) A Perda de receita bruta, que pode ocorrer devido a percepção dos clientes de que a empresa esta passando por problemas financeiros. Termos mais rígidos que os fornecedores passam a exigir para se proteger quanto a possibilidade de inadimplência Dificuldade que a empresa pode ter ao tentar levantar capital novo para seus projetos. Os custos indiretos citados acima advindos da dificuldade financeira torna ainda mais difícil a possibilidade de recuperação da empresa, pois os administradores, ao invés de se preocuparem em administrar o negócio e procurar estratégias para melhorar o desempenho da empresa, concentram seus esforços em tentar não falir. (ROSS Pag ) Falindo ou não, o resultado é uma perda de valor da empresa devido às dificuldades de administrar causadas pelos custos indiretos de falência ou dificuldade financeira. (ROSS Pag ) V Procedimentos Metodológicos Para elaboração deste trabalho, foi realizada uma pesquisa exploratória onde foi estudado o comportamento das empresas frente à necessidade de utilização de linhas de crédito oferecidas pelos bancos, as formas pelas quais os bancos disponibilizam essas linhas e, finalizando, foram traçadas algumas relações entre as duas situações. Para a realização do estudo, foram selecionadas cinco empresas com sede em Porto Alegre que atendessem a dois critérios: Faturamento acima de 1,5 milhões de reais por ano. Este critério foi adotado, pois empresas com faturamento menor tem menor fluxo de entradas e saídas de caixa, portanto, mais facilidade em calcular suas necessidades de capital de giro.

8 8 Empresas que utilizam linhas de crédito oferecidas pelos bancos. Este critério foi adotado, pois um dos objetivos do estudo é observar os critérios das empresas na hora de definir valores e formas de pagamento das linhas de credito contratadas. As empresas selecionadas são as definidas na tabela abaixo. Segmento Tipo Faturamento Linhas de Crédito que Utiliza Tempo de Empresa Empresa 1 Comércio de Franquia 1,2 Cheque Especial 7 anos Colchões milhões/ano Desconto de Cheques Capital de Giro Empresa 2 Comércio de Gás Franquia 2,5 Capital de Giro 10 anos GLP milhões/ano Cheque Especial Empresa 3 Comércio de Próprio 1,7 Antecipação de Cartões 4 anos Móveis Milhões/ano Cheque Especial Empresa 4 Comércio de Franquia 2,3 Antecipação de Cartões 3 anos Móveis Milhões/ano Desconto de Cheques Cheque Especial Capital de Giro Empresa 5 Comércio de Próprio 4,5 Desconto de Cheques 15 anos Pedras Preciosas, Milhões/ano Ouro e prata Tabela Do Autor

9 9 Para as considerações feitas a respeito do comportamento dos bancos, foram selecionados dois grandes bancos de varejo privado e um banco de varejo público que atendem a empresas da mesma faixa de faturamento estudada no trabalho e que disponibilizam todos os serviços citados na fundamentação teórica. Os dados analisados nesse estudo foram coletados em três etapas. Primeiramente, foram realizadas entrevistas com os gestores das empresas, orientadas pelo questionário abaixo: 1) Em quais situações a empresa busca financiamento junto ao banco? 2) Quando a empresa busca financiamento, a necessidade deste foi identificada antecipadamente ou no momento em que ocorreu? 3) O recurso é captado para um projeto/fim específico? 4) A empresa identifica antecipadamente com quais recursos ira pagar o financiamento contratado? 5) A empresa já passou por dificuldade para quitar os financiamentos contratados? 6) A empresa já foi negativada (CCF, Refin, Protesto, etc.) por não poder quitar algum financiamento? 7) A empresa utiliza alguma ferramenta de previsão de demanda e faturamento? 8) A empresa utiliza alguma ferramenta de orçamento financeiro para auxiliar a tomada de decisão sobre linhas de crédito? 9) A empresa sabe exatamente quanto lucra por período? 10) A empresa utiliza ferramentas para calcular margem de lucro, custo e preço de venda? Posteriormente, foram analisadas as informações referentes às linhas de credito contratadas, as movimentações bancarias e o cadastro das empresas junto ao banco em que possuem conta. Um aspecto que ficou muito evidente no momento da coleta de dados através da entrevista com os gestores, na maioria dos casos também donos das empresas, é que ouvir questionamentos sobre os procedimentos executados na empresa, em especial os de controle financeiro, geram duas reações muito acentuadas: o sentimento de orgulho fica muito aflorado de maneira que o gestor sente que está sendo criticado ao ser questionado, gerando para ele uma situação ofensiva e com sua capacidade para executar sua função posta em dúvida. A segunda reação percebida foi uma retração ao tratar sobre assuntos financeiros da empresa. Foi necessária muita argumentação salientando que não havia interesse em números da empresa, mas sim, foco nos procedimentos e critérios que a empresa praticava.

10 10 Para finalizar as pesquisas e complementar as informações já coletadas, foram entrevistadas três gerentes de carteiras Pessoa Jurídica, de diferentes bancos sendo dois privados e um público, a partir das questões transcritas abaixo. Classifique os critérios de analise de crédito quanto ao grau de importância sinalizando-os como irrelevante, pouco relevante, relevante e indispensável. Faturamento Informado Valores movimentados na c/c Número de funcionários Bens da Empresa Tempo de Atividade Tempo de abertura da c/c Ausência de Restrições Fatores Mercadológicos Consulta a cadastro de operações do Banco Central Os dados coletados foram analisados isoladamente e correlacionados entre si para gerar informações que servem de comprovação para as afirmações feitas na fundamentação teórica e gerar respostas para os questionamentos levantados nos objetivos gerais e específicos do estudo. VI Resultados Os Resultados obtidos através das pesquisas se subdividem em dois aspectos: os resultados advindos da pesquisa realizada nas empresas através das entrevistas e analise dos documentos bancários e os resultados obtidos por meio da entrevista realizada com os gerentes Pessoa Jurídica dos bancos selecionados. Por meio dos dados coletados na pesquisa efetuada nas empresas ficaram evidenciados alguns aspectos demonstrados a seguir: Quanto ao questionamento feito a respeito da elaboração de planejamento financeiro, cada empresa apresentou suas formas de controle e registro de movimentação de valores como sendo esse planejamento.

11 11 Cada empresa possui sua espécie de planejamento de forma particularizada, todavia, os planejamentos que foram expostos mais se referiam a movimentações passadas do que à uma tentativa de mensurar as movimentações futuras, portanto, não são elaborados orçamentos formais que forneçam as informações necessárias para uma decisão de financiamento planejada. Outro aspecto que chama a atenção é a diferenciação entre empresas franqueadas e de administração própria. As empresas que fornecem as franquias atuam de maneira mais profissionalizada fornecendo aos franqueados cálculos de preço de venda, margem de lucro e custos, diferentemente das empresas de administração própria que não demonstraram preocupação em aplicar procedimentos para obter essas informações, aplicando seu preço de venda em acompanhamento ao mercado e calculando sua margem lucro desconsiderando os custos fixos e despesas. Outra particularidade das empresas franqueadas é que estas recebem do fornecedor previsões de demanda a fim de manter o estoque adequado porem se igualam as demais empresas, pois seus gestores não utilizam essa informação para projetar faturamento, despesas, custos e lucro. Quando as empresas foram questionadas se sabiam exatamente quanto lucravam por mês, afirmaram que não se utilizavam da identificação dos custos fixos e despesas resultando num desconhecimento do lucro efetivo. Duas empresas afirmaram que buscam financiamento somente com fins específicos, porem, confrontando essa informação com os registros bancários percebeu-se que o limite de cheque especial é utilizado para cobrir custos fixos e despesas correntes visto que os sócios não o consideram como financiamento. O cheque especial é uma das linhas de crédito mais caras oferecidas pelos bancos, portanto, utilizá-lo sem planejamento implica em financiar um custo ou despesa por meio da opção de financiamento mais onerosa disponível e incorre em cobrança de juros que, na maioria dos casos como foi constatado na entrevista, não são previstos e posteriormente podem afetar a saúde financeira da empresa. As empresas costumam contratar financiamento com taxas mais altas em comparação com as linhas de crédito planejadas porque não realizam o planejamento financeiro e não percebem com antecedência a necessidade de recursos. Todas as empresas alegaram que já precisaram renegociar alguma divida por terem dificuldade em termos de liquides para saldar com os compromissos assumidos. Essas renegociações são de alto risco, pois, segundo afirmação dos bancos, quando uma empresa

12 12 renegocia uma divida e não a paga, gera uma espécie de restritivo em seu CNPJ que prejudica permanentemente ou por longa data a concessão de crédito em qualquer outro tipo de instituição que forneça financiamento, sendo ele em dinheiro ou para aquisição de bens. Duas empresas já foram incluídas em cartórios de protestos, Cadastro de Emitentes de Cheques sem fundo e no cadastro de restrições bancarias por não poderem quitar com seus compromissos. Essa informação, de maneira indireta, demonstra que se este compromisso não foi cumprido, os outros muito provavelmente também não foram visto que, segundo informação dos bancos, a cobrança de financiamentos tem prioridade nos valores creditados na conta corrente das empresas. Quanto aos bancos, foi possível constatar que os critérios mais importantes na analise de crédito e concessão de linhas de financiamento são: *Consulta ao Cadastro de Informações de Crédito do Banco Central. Esse cadastro consiste em uma reunião de dados sobre as operações que qualquer pessoa, física ou jurídica, faça em qualquer instituição financeira. Tem caráter positivo pois constam as informações de cliente tanto com dívidas em atraso como com os dados dos bons pagadores de suas obrigações. Foi constituído pelo Banco Central do Brasil em Junho de 1997 para dar mais segurança aos tomadores e credores de recursos financeiros. (site BACEN, acesso em 20 de junho de 2010). Nesse momento o banco pode saber se a empresa esta endividada com outras instituições financeiras pois este cadastro contem as informações referentes a utilização de financiamentos em todas as instituições. Esse critério é facilmente driblado pelas empresas que, freqüentemente, utilizam mais de um CNPJ para suas operações. *Faturamento Informado: O faturamento informado pela empresa ao banco não necessita ser o mesmo registrado na contabilidade, mas serve de suporte importante a concessão de crédito. As empresas podem apresentar faturamentos maiores que os praticados, contanto que não sejam valores absurdamente maiores, e obter financiamentos com valores acima do que o real faturamento permitiria. *Tempo de Empresa: Empresas com menos de dois anos de atividade tem menos chance de conseguir crédito no mercado visto que a estatística brasileira afirma que 22% das empresas que abrem no país encerram suas atividades antes desse período. (SEBRAE, Pesquisa Vox Populi, 2005)

13 13 O critério Restrições é uma informação complementar na analise de crédito, não determinante. Uma empresa, mesmo que já apresentado alguns sinais de dificuldades financeiras por meio de restrições leves (protestos), ainda pode conseguir crédito. Fatores como bens (exceto se forem utilizados como garantias), número de funcionários, valor movimentado na c/c são irrelevantes na analise de crédito. Os fatores mercadológicos só são relevantes em períodos de grandes crises econômicas, como a do setor coureiro calçadista em VII Conclusão A pesquisa bibliográfica realizada evidencia um critério importante para a administração bem sucedida de uma empresa: O Orçamento Financeiro. A importância desse orçamento fica ainda mais destacada quando se fala em tê-lo como referencial para tomada de decisão na busca e contratação de financiamentos de terceiros. Os orçamentos financeiros realizam analises de balanços e DREs orçados, ciclo operacional e de caixa, quando alimentados com previsões de demandas plausíveis que são advindas de analises de períodos passador e formação de cenários futuros. Através dos orçamentos financeiros, em suas diversas formas de analise, pode-se obter dados que facilitam a gestão de capital da empresa, pois indicam com certa antecedência a necessidade, volume e capacidade de quitação de capital possibilitando que a empresa busque um capital com custo mais baixo e melhor planejado. A não utilização do orçamento financeiro aumenta a chance da empresa passar por dificuldades financeiras por não ter liquides suficiente para arcar com os compromissos assumidos. As conseqüências de se estar em dificuldade financeira afetam diretamente a gestão da empresa, visto que esta passa a ser concentrada em captar recursos e quitar dividas, ao invés de estar focada em bem administrar o negócio. De posse dessas afirmações, foram estudados os comportamentos de algumas empresas em Porto Alegre quanto a utilização de financiamento bancário, a elaboração de planejamentos e os critérios dos bancos para a concessão de crédito Das empresas entrevistada nenhuma elabora orçamento, porem todas afirmaram que já tiveram dificuldades para quitar os financiamentos contratados, inclusive, precisando, ao menos uma vez, renegociar sua divida. Isso sugere uma relação causal entre a não utilização do orçamento empresarial e a dificuldade financeira que estas empresas enfrentaram ou

14 14 enfrentam para arcar com seus compromissos. Outra questão que sobressalta é o fato de duas empresas afirmarem que não possuem noção exata de quanto lucram por período, isso mostra que não existe a preocupação tambem com a formação do preço de venda e margem de lucro, informação simples mas indispensável para uma boa gestão. Quanto aos bancos, estes são comprometidos com a captação e distribuição de recursos, tem como um dos critérios base para o fornecimento de crédito o faturamento informado, mas em nenhum momento leva em consideração os custos e despesas da empresa, portanto, não possuem real percepção da capacidade de quitação das empresas e, por muitas vezes, acabam fornecendo linhas de crédito superiores ao que a empresa pode assumir. Para amenizar essa situação, foi constituído um cadastro único no Banco Central do Brasil com todas as informações das operações de crédito que as empresas tem em andamento, através desse cadastro os bancos podem consultar quais as dividas que uma empresa possui com outras instituições financeiras antes de conceder crédito. O que acontece é que na maioria das vezes, as empresas trabalham com mais de um CNPJ como modelo de planejamento tributário e isso acaba prejudicando essa consulta e trazendo dados que não refletem a realidade e remetem ao mesmo ponto inicial: permitem que bancos ofereçam linhas de crédito superiores ao que as empresas podem assumir. Através da pesquisa ficou evidenciada a relação entre a não utilização do orçamento financeiro e a dificuldade de quitar as linhas de crédito contratadas como sendo causa uma da outra, tendo ainda como agravante o fato dos bancos oferecerem linhas superiores ao que as empresas efetivamente têm liquides para pagar. Buscar linhas de crédito é uma inevitável realidade das empresas para poderem executar suas atividades, no orçamento financeiro, podemos concluir que se encontra uma estratégia de gestão que protege a empresa contra os riscos que a contratação de financiamentos gera, por isso, sua utilização é incentivada afim de que os recursos que possuem possam ser geridos com mais eficiência, utilizando as linhas de credito de maneira a colaborar com suas atividades ao invés de ser um fator de risco futuro para a existência da empresa. As linhas de credito oferecidas pelos bancos não são prejudiciais a saúde financeira da empresa, se forem utilizadas adequadamente e com o devido planejamento, podem potencializar a atividade da empresa bem como seus lucros e retorno para os sócios alcançando seu principal objetivo de existência.

15 15 VIII - Referencia Bibliografia ALMEIDA, Amador Paes. Teoria e Prática dos Títulos de Crédito Editora Saraiva, SP ASSAF, Alexandre Neto. Finanças Corporativas e Valor. Editora Atlas, SP BODIE, Zvi; MERTON, Robert C. Finanças Editora Bookman, POA CERVO, Amado; BERVIAN, Pedro A; SILVA, Roberto. Metodologia Cientifica Editora Pearson Prentice Hall, SP COELHO, Fabio Ulhoa. Curso de Direito Comercial Editora Saraiva, SP COPELAND, Tom; KOLLER, Tim e MURRIN, Jack. Avaliação de Empresas Valuation Editora Pearson Makron Books, SP DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência Editora Atlas, SP DEMODARAN, Aswath. Finanças Corporativas Teoria e Pratica Editora Bookman, SP GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Editora Atlas, SP GITMAN, Lawrence J. Princípios da Administração Financeira Editora Bookman, POA LUNKES, Rogério J. Manual de Orçamento. Editora Atlas, SP 2008 MARTINS, Eliseu Avaliação de Empresas Da Mensuração Contábil à Econômica Editora Atlas SP 2001 Pesquisa FATORES CONDICIONANTES E TAXA DE MORTALIIDADE DAS MPE. Vox Populi comprada pelo SEBRAE REQUIÃO, Rubens Curso de Direito Comercial Editora Saraiva, SP

16 16 ROSS, Stephen A.; Westerfield, Randolph W. ; Jordan, Bradford D. Principios da Administração Financeira Editora Atlas, SP Site Banco Central do Brasil: acesso em 20 de junho de 2010 as 16:13

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7 FLUXO DE CAIXA SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 INTRODUÇÃO...3 CICLO DO FLUXO DE CAIXA...4 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 FATORES INTERNOS...4 FATORES EXTERNOS...5 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 SINTOMAS...6

Leia mais

Princípios de Finanças

Princípios de Finanças Princípios de Finanças Apostila 01 Finanças e Empresas Professora: Djessica Karoline Matte 1 SUMÁRIO Finanças e Empresas... 3 1. Introdução a Administração Financeira... 3 2. Definições... 3 2.1. Empresas...

Leia mais

Unidade I CONTABILIDADE EMPRESARIAL. Prof. Amaury Aranha

Unidade I CONTABILIDADE EMPRESARIAL. Prof. Amaury Aranha Unidade I CONTABILIDADE EMPRESARIAL Prof. Amaury Aranha Sumário Unidade I Unidade I Provisão para devedores duvidosos Operações financeiras (duplicatas) Unidade II Empréstimos (pré e pós) Aplicações financeiras

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 109 GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Claudinei Higino da Silva,

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Entradas a) contas à receber b) empréstimos c) dinheiro dos sócios

FLUXO DE CAIXA. Entradas a) contas à receber b) empréstimos c) dinheiro dos sócios FLUXO DE CAIXA É a previsão de entradas e saídas de recursos monetários, por um determinado período. Essa previsão deve ser feita com base nos dados levantados nas projeções econômico-financeiras atuais

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

FAPAS Contabilidade Geral Tema I - Patrimônio Candidato: Prof. Alexandre Silva de Oliveira, Dr.

FAPAS Contabilidade Geral Tema I - Patrimônio Candidato: Prof. Alexandre Silva de Oliveira, Dr. Candidato: Plano de Aula FAPAS Prof. OLIVEIRA, A. S., Dr. 1) 2) Justificativa da Aula Passiv o O estudo do patrimônio é a espinha dorsal da Teoria da Contabilidade. (Iudícibus e Marion, 2002, p. 141).

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro.

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro. Plano de Ensino Conceito A Função Financeira nas Empresas Utilização das informações contábeis Áreas de Decisões Financeiras Objetivos do Administrador Financeiro Organização da Função Financeira Estrutura

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A.

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. KOMATSU, Solange Akemy (TCC Ciências Contábeis) FECILCAM,

Leia mais

Boa sorte, vcs estão de parabéns muito bem estruturado o trabalho de vcs...

Boa sorte, vcs estão de parabéns muito bem estruturado o trabalho de vcs... 1. Aplicar tudo em primeira pessoa (verbos); 2. Aproveitar o maximo do autor de livros finaneceiros, Gitmam ; 3. No item Problema alterar na primeira linha uma àrea para algo como recurso ou instrumento,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL DE GIRO NAS EMPRESAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL DE GIRO NAS EMPRESAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ KATTH KALRY NASCIMENTO DE SOUZA Artigo apresentado ao Professor Heber Lavor Moreira da disciplina de Análise dos Demonstrativos Contábeis II turma 20, turno: tarde, do curso

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

Melhoria do marco regulatório para o crédito. Ministério da Fazenda 20 de Agosto, 2014

Melhoria do marco regulatório para o crédito. Ministério da Fazenda 20 de Agosto, 2014 Melhoria do marco regulatório para o crédito Ministério da Fazenda 20 de Agosto, 2014 1 Objetivo das medidas: melhorar a produtividade e a competitividade da economia Liberação de compulsório e redução

Leia mais

Índices econômico Financeiros

Índices econômico Financeiros Índices econômico Financeiros ADMNISTRAÇÃO Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com Objetivos da aula Apresentar a importância de calcular os indicadores financeiros em uma empresa.

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

O FINANCIAMENTO DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL

O FINANCIAMENTO DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL O FINANCIAMENTO DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL Abril/2014 2014 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Todos os direitos reservados A reprodução não autorizada desta publicação,

Leia mais

BRASÍLIA, 2013 CAPITAL DE GIRO COMO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PODEM SE BENEFICIAR

BRASÍLIA, 2013 CAPITAL DE GIRO COMO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PODEM SE BENEFICIAR BRASÍLIA, 2013 CAPITAL DE GIRO COMO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PODEM SE BENEFICIAR CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Comunicação Carlos Alberto

Leia mais

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA Laércio Dahmer 1 Vandersézar Casturino2 Resumo O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa.

Leia mais

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BALANÇO PATRIMONIAL: é a representação quantitativa do patrimônio de uma entidade. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO

Leia mais

Faculdade de Direito da Alta Paulista

Faculdade de Direito da Alta Paulista Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL II Código: Série: 3ª Obrigatória (X ) Optativa ( ) CHTeórica: 136 CH Prática: CH Total: 136 Horas Obs: Objetivos Geral: Apresentar aos alunos os pontos principais da Disciplina

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS 1 2 sem/11 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alcides T. Lanzana 2 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Introdução Valuation Métodos de atribuição de valor à empresa 3 USOS DO VALUATION Compra e Venda Fusões e Incorporações

Leia mais

POLÍTICA DE CRÉDITO E COBRANÇA: nº 03/2012 de 01/06/2012

POLÍTICA DE CRÉDITO E COBRANÇA: nº 03/2012 de 01/06/2012 POLÍTICA DE CRÉDITO E COBRANÇA: nº 03/2012 de 01/06/2012 1 APRESENTAÇÃO Art. 1º - A política de crédito da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Unesp - COOPUNESP é o meio pelo qual

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Faculdade de Direito da Alta Paulista

Faculdade de Direito da Alta Paulista Plano de Ensino Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL II Código: Série: 3ª Obrigatória (X ) Optativa ( ) CHTeórica: 136 CH Prática: CH Total: 136 Horas Obs: Objetivos Geral: Apresentar aos alunos os pontos principais

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 2. Finanças 2.1 Orçamento anual integrado Objetivo: Melhorar

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO

AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Objetivos Orientar os empreendedores sobre a importância da permanente gestão empresarial e sua direta

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Financeiro

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Financeiro Módulo Financeiro Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre todos os itens do Módulo Financeiro. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no todo ou em partes do material

Leia mais

Gestão de Recebíveis, Crédito e Cobrança. José Abraão Bezerra Maia Tatiana Parente Gress do Vale

Gestão de Recebíveis, Crédito e Cobrança. José Abraão Bezerra Maia Tatiana Parente Gress do Vale Gestão de Recebíveis, Crédito e Cobrança José Abraão Bezerra Maia Tatiana Parente Gress do Vale CRÉDITO Crédito diz respeito à troca de bens presentes por bens futuros. Função crédito não é exclusividade

Leia mais

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM Objetivos Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho A EMPRESA NO MODELO DO BALANÇO PATRIMONIAL: análise das demonstrações financeiras Compreender a importância da padronização

Leia mais

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO Este artigo cientifico, apresenta de maneira geral e simplificada, a importância do capital de giro para as empresas,

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital

UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital Muitos empreendedores apontam como principal retardo para o crescimento das MPE s no Brasil a dificuldade em se obter financiamento, devido às exigências estabelecidas

Leia mais

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO Flávio Augusto da Silva Dias flavinhokaf@hotmail.com Julio Cesar Sgarbi Julio.uru@hotmail.com RESUMO Com a busca de melhores resultados e maximização dos lucros

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA ANÁLISE FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS INTEGRAÇÃO DOS CONCEITOS CONTÁBEIS COM OS CONCEITOS FINANCEIROS FLUXO DE OPERAÇÕES E DE FUNDOS VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA Possibilita um diagnóstico

Leia mais

Estudo de Caso sobre o Planejamento Financeiro de uma Empresa Têxtil do Agreste Pernambucano

Estudo de Caso sobre o Planejamento Financeiro de uma Empresa Têxtil do Agreste Pernambucano Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências Sociais Aplicadas Departamento de Ciências Administrativas Mestrado Profissional em Administração Relatório Executivo Estudo de Caso sobre o Planejamento

Leia mais

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 1 FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 RESUMO: Este trabalho tem a intenção de demonstrar a

Leia mais

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional O tamanho que a micro ou pequena empresa assumirá, dentro, é claro, dos limites legais de faturamento estipulados pela legislação para um ME ou EPP, dependerá do

Leia mais

Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis

Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis Autoria: Clóvis Luís Padoveze Resumo As demonstrações publicadas de acordo com o formato aprovado pelos órgãos regulatórios, tanto

Leia mais

Breves Considerações sobre o Superendividamento

Breves Considerações sobre o Superendividamento 116 Breves Considerações sobre o Superendividamento Luiz Eduardo de Castro Neves 1 O empréstimo de valores é realizado com a cobrança de juros, de forma a permitir uma remuneração pelo valor emprestado.

Leia mais

OS IMPACTOS DA FILOSOFIA JIT SOBRE A GESTÃO DO GIRO FINANCIADO POR CAPITAL DE TERCEIROS

OS IMPACTOS DA FILOSOFIA JIT SOBRE A GESTÃO DO GIRO FINANCIADO POR CAPITAL DE TERCEIROS http://www.administradores.com.br/artigos/ OS IMPACTOS DA FILOSOFIA JIT SOBRE A GESTÃO DO GIRO FINANCIADO POR CAPITAL DE TERCEIROS DIEGO FELIPE BORGES DE AMORIM Servidor Público (FGTAS), Bacharel em Administração

Leia mais

O que é Finanças? instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos.

O que é Finanças? instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos. Demonstrações Financeiras O Papel de Finanças e do Administrador Financeiro Professor: Roberto César O que é Finanças? Podemos definir Finanças como a arte e a ciência de administrar fundos. Praticamente

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO 1 - INTRODUÇÃO As exposições sujeitas ao risco de crédito são grande parte dos ativos da COGEM. Por isso, o gerenciamento do risco dessas exposições é fundamental para que os objetivos da Cooperativa sejam

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Análise das Demonstrações Contábeis Prof. José MANOEL da Costa As demonstrações contábeis para usuário externo, publicadas aos usuários em geral, como já visto, são publicadas conforme princípios e normas

Leia mais

Boletim de Serviços Financeiros

Boletim de Serviços Financeiros PRODUTOS DE INFORMAÇ ÃO E INTELIGÊNCIA D E MERC ADOS Boletim de Serviços Financeiros BOLETIM DO SERVIÇO B RASILEIRO DE APOIO À S MICRO E PEQUENAS E MPRESAS WWW.SEBRAE.COM.BR 0800 570 0800 PERÍODO: NOVEMBRO/2014

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.2- Aplicação de Recursos Operações Ativas

Conhecimentos Bancários. Item 2.2- Aplicação de Recursos Operações Ativas Conhecimentos Bancários Item 2.2- Aplicação de Recursos Operações Ativas Conhecimentos Bancários Item 2.2- Aplicação de Recursos Operações Ativas CAPTAÇÃO DE RECURSOS APLICAÇÃO DE RECURSOS INSTITUIÇÃO

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Conhecimentos Bancários. Mercado Financeiro. Mercado Financeiro

Conhecimentos Bancários. Conhecimentos Bancários. Mercado Financeiro. Mercado Financeiro Conhecimentos Bancários Mercado Financeiro Órgãos normativo/fiscalizador Conselho Monetário Nacional Banco Central do Brasil Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional Conhecimentos Bancários

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação a conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade, julgue os itens que se seguem. 51 Auxiliar um governo no processo de fiscalização tributária é uma das finalidades

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS APLICÁVEIS AO EMPRÉSTIMO CONSIGNADO DESTINADO À RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

CONDIÇÕES GERAIS APLICÁVEIS AO EMPRÉSTIMO CONSIGNADO DESTINADO À RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS O BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A., com sede na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 e 2235, Bloco A, Vila Olímpia, São Paulo/SP, CEP 04543-011, CNPJ/MF sob n.º 90.400.888/0001-42, disponibiliza

Leia mais

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Direito Empresarial II Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Contratos Aula 18 Contratos: Teoria Geral; Classificação; Requisitos; Objetos; Elementos; Contratos em Espécie: Compra

Leia mais

Pessoas Jurídicas também adoecem

Pessoas Jurídicas também adoecem Pessoas Jurídicas também adoecem a importância da prevenção CICLO DE VIDA DE UMA EMPRESA Acompanhamento médico Internação UTI SINTOMAS DE PROBLEMAS PARA EMPRESAS GERENCIAIS OPERACIONAIS FINANCEIROS (REFLEXOS)

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

EMENTA / PROGRAMA DE DISCIPLINA. ANO / SEMESTRE LETIVO Administração 2015.2. Administração Financeira II. 6º semestre

EMENTA / PROGRAMA DE DISCIPLINA. ANO / SEMESTRE LETIVO Administração 2015.2. Administração Financeira II. 6º semestre Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana Autorizada pela Portaria Ministerial nº 552 de 22 de março de 2001 e publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2001. Endereço: Rua Juracy Magalhães,

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes RESUMO: Dentro do plano de contas de uma empresa, o Balanço Patrimonial, deve ser produzido de maneira minuciosa e exata,

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 5 Balanço Patrimonial

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 5 Balanço Patrimonial 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Balanço Patrimonial Tópicos do Estudo Introdução Representação gráfica. Ativo. Passivo. Patrimônio Líquido. Outros acréscimos ao Patrimônio Líquido (PL) As obrigações

Leia mais

Empreendedorismo UNIDADE DE ATENDIMENTO INDIVIDUAL - UATI

Empreendedorismo UNIDADE DE ATENDIMENTO INDIVIDUAL - UATI Empreendedorismo Por que abrir uma empresa? Por Oportunidade Empreendedorismo Por Necessidade Empreendedorismo por Necessidade Criação de empresas visando à sobrevivência e ao sustento familiar por falta

Leia mais

Prezado empreendedor,

Prezado empreendedor, Prezado empreendedor, Caderno do Empreendedor Este é o Caderno do Empreendedor, criado para facilitar o dia-a-dia da sua empresa. Com ele você poderá controlar melhor suas despesas, saber quanto está vendendo

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A.

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A. Universidade Federal do Pará Centro: Sócio Econômico Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Análise de Demonstrativos Contábeis II Professor: Héber Lavor Moreira Aluno: Roberto Lima Matrícula:05010001601

Leia mais

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas?

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas? 22 capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO A Contabilidade é o instrumento que as empresas usam para controlar suas finanças e operações. E os demonstrativos contábeis balanço patrimonial e demonstração

Leia mais

O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul

O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul Educação financeira. Esta é a palavra-chave para qualquer

Leia mais

Cidadão Perguntas e Respostas

Cidadão Perguntas e Respostas Cidadão Perguntas e Respostas 1. INFORMAÇÕES GERAIS... 2 1.1 O QUE É O SCR?... 2 1.2 QUEM PODE CONSULTAR AS INFORMAÇÕES ARMAZENADAS?... 2 1.3 PARA QUE SERVEM OS DADOS?... 2 1.4 OUTROS PAÍSES TÊM SISTEMAS

Leia mais

Contas a Pagar e Contas a receber

Contas a Pagar e Contas a receber Treinamento Financeiro Contas a Pagar e Contas a receber Jéssica Rodrigues Pedro Amauri 1 Duplicatas O que são duplicatas? A duplicata mercantil ou simplesmente duplicata é uma espécie de título de crédito

Leia mais

10. AQUISIÇÃO DE INVESTIMENTOS COM GOODWILL, QUANDO O VALOR JUSTO É IGUAL AO VALOR PATRIMONIAL

10. AQUISIÇÃO DE INVESTIMENTOS COM GOODWILL, QUANDO O VALOR JUSTO É IGUAL AO VALOR PATRIMONIAL 790 E S A F 9. GANHOS POR COMPRA VANTAJOSA - JUSTO PAGO GANHO POR COMPRA VANTAJOSA CUSTO DE JUSTO 10. AQUISIÇÃO DE INVESTIMENTOS COM GOODWILL, QUANDO O JUSTO É IGUAL AO PATRIMONIAL goodwillvalor justoigual

Leia mais

TABELA DE CAPTAÇÃO DAS TAXAS DE JUROS PARA PESSOA FÍSICA PRATICADAS PELAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS EM 02/05/12

TABELA DE CAPTAÇÃO DAS TAXAS DE JUROS PARA PESSOA FÍSICA PRATICADAS PELAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS EM 02/05/12 TABELA DE CAPTAÇÃO DAS S DE JUROS PARA PESSOA FÍSICA EM 02/05/12 BANCO DO BRASIL BRADESCO CAIXA ECONÔMICA FEDERAL HSBC MODALIDADES DE CRÉDITO CARTÃO DE CRÉDITO 2,94* 13,56* 2,10* 14,99* 1,90* 2,85** 6,03*

Leia mais

DISCIPLINA: EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

DISCIPLINA: EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA - EDITAL Nº08/2013.2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO Conteúdo Programático: UNIDADE I: O Universo Organizacional

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012 Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta Analista-Contabilidade 1 Primeiramente, é necessário Apurar o Resultado pois, como

Leia mais

Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC

Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC Todas as linhas de crédito para pessoas jurídicas subiram. Para pessoas físicas, houve aumento nos juros do comércio,

Leia mais

Administração Financeira

Administração Financeira Administração Financeira MÓDULO 9 O crédito divide-se em dois tipos da forma mais ampla: o crédito público e o crédito privado. O crédito público trata das relações entre entidades públicas governo federal,

Leia mais

Sistema de Informações de Crédito SCR

Sistema de Informações de Crédito SCR Sistema de Informações de Crédito SCR Consultas às Informações do Cliente Cidadão Versão 2.0 Este manual descreve a forma como os cidadãos e as pessoas jurídicas não financeiras acessam as informações

Leia mais

JUROS SIMPLES 23/08/2015. Módulo II Capitalização Simples. CAPITALIZAÇÃO SIMPLES Juro Fórmulas Derivadas. Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

JUROS SIMPLES 23/08/2015. Módulo II Capitalização Simples. CAPITALIZAÇÃO SIMPLES Juro Fórmulas Derivadas. Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo II Capitalização Simples Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CAPITALIZAÇÃO SIMPLES Juro Fórmulas Derivadas JUROS SIMPLES O regime de juros será simples quando o percentual de juros incidir apenas

Leia mais

Resumo do Regulamento de Utilização do seu Cartão de Crédito Bradesco.

Resumo do Regulamento de Utilização do seu Cartão de Crédito Bradesco. SUMÁRIO EXECUTIVO Resumo do Regulamento de Utilização do seu Cartão de Crédito Bradesco. Resumo do Regulamento de Utilização dos Cartões de Crédito Bradesco - Pessoa Física das Bandeiras Visa, MasterCard

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi Gestão Financeira Prof. Eduardo Pozzi Finanças Corporativas Questões centrais na gestão financeira de uma empresa: Quais investimentos de longo prazo precisam ser feitos? Que tipo de instalações, maquinário

Leia mais

Determinação do Capital de Giro

Determinação do Capital de Giro Determinação do Capital de Giro Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos básicos para determinação e gerenciamento do Capital de Giro da empresa. Classificar e analisar as fontes e aplicações

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1. Moisés Araújo Guarda 2

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1. Moisés Araújo Guarda 2 1 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1 Moisés Araújo Guarda 2 Sara Alexssandra Gusmão França 3 RESUMO Este artigo versa

Leia mais

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. Prof. Eric Duarte Campos

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. Prof. Eric Duarte Campos INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Prof. Eric Duarte Campos Objetivos da aula: O objetivo dessa aula é apresentar Noções de tipos básicos de tomadas de decisões; Objetivos da Administração Financeira.

Leia mais

CLAÚSULAS E CONDIÇÕES DO EMPRÉSTIMO ANTECIPAÇÃO DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO

CLAÚSULAS E CONDIÇÕES DO EMPRÉSTIMO ANTECIPAÇÃO DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO CLAÚSULAS E CONDIÇÕES DO EMPRÉSTIMO ANTECIPAÇÃO DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO Por este instrumento e na melhor forma de direito, o BANCO SANTANDER (BRASIL) S/A, com sede na Rua Amador Bueno, nº 474, São Paulo/SP,

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

Relatórios. Financeiro... 3. Detalhes financeiros da classe... 3. Detalhes financeiros do plano... 4. Detalhes financeiros dos alunos...

Relatórios. Financeiro... 3. Detalhes financeiros da classe... 3. Detalhes financeiros do plano... 4. Detalhes financeiros dos alunos... Relatórios Financeiro... 3 Detalhes financeiros da classe... 3 Detalhes financeiros do plano... 4 Detalhes financeiros dos alunos... 5 Vencimento diferenciado... 6 Não emitir boleto... 7 Diferenças entre

Leia mais

POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO - CREDIAFAM

POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO - CREDIAFAM POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA DAS DEFINIÇÕES 1. A política de crédito da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Servidores da Segurança Pública de São Paulo

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito ficaram praticamente estáveis em janeiro/2013 frente a dezembro/2012. Pessoa Física Das seis

Leia mais

Condições Gerais do Limite de Crédito para Empréstimo Mediante Consignação em Folha de Pagamento ou benefício do INSS

Condições Gerais do Limite de Crédito para Empréstimo Mediante Consignação em Folha de Pagamento ou benefício do INSS Condições Gerais do Limite de Crédito para Empréstimo Mediante Consignação em Folha de Pagamento ou benefício do INSS Estas são as condições gerais do Limite de Crédito para Empréstimo Mediante Consignação

Leia mais

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO 1 Fundamentos sobre Capital de Giro O objetivo da Administração Financeira de Curto

Leia mais

CLAÚSULAS E CONDIÇÕES DO EMPRÉSTIMO ANTECIPAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA

CLAÚSULAS E CONDIÇÕES DO EMPRÉSTIMO ANTECIPAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA CLAÚSULAS E CONDIÇÕES DO EMPRÉSTIMO ANTECIPAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA Por este instrumento e na melhor forma de direito, o BANCO SANTANDER (BRASIL) S/A, com sede na Rua Amador Bueno, nº 474, São Paulo/SP,

Leia mais

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO Ricardo Zerinto Martins 1, Paulo César Ribeiro Quintairos 2 1 Mestrando em Gestão

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em fevereiro/2015. Estas elevações podem ser atribuídas aos seguintes

Leia mais

Análise Panorâmica. Sumário 1. Introdução... 2

Análise Panorâmica. Sumário 1. Introdução... 2 Análise Panorâmica Análise Panorâmica Sumário 1. Introdução... 2 2. Indicadores de desempenho... 3 2.1 Carga Tributária da Empresa - Composição Anual... 3 2.2 Grau de Endividamento Tributário... 4 2.3

Leia mais

Sistema de contas. Capítulo 2 Sistema de contas

Sistema de contas. Capítulo 2 Sistema de contas Sistema de contas Capítulo 2 Sistema de contas SUMÁRIO: 1. Conceito 2. Teoria das contas 2.1. Teoria personalística (ou personalista) 2.2. Teoria materialística (ou materialista) 2.3. Teoria patrimonialista

Leia mais

IMA Institute of Management Accountants PESQUISA DE JUROS

IMA Institute of Management Accountants PESQUISA DE JUROS PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em outubro/2013, sendo esta a sexta elevação no ano. Esta elevação pode ser atribuída à última elevação da Taxa de Juros

Leia mais

WWW.aplicms.com.br Aula de Apuração do Resultado (ARE) Prof. Pedro A. Silva (67) 3382-9772

WWW.aplicms.com.br Aula de Apuração do Resultado (ARE) Prof. Pedro A. Silva (67) 3382-9772 WWW.aplicms.com.br Aula de Apuração do Resultado (ARE) Prof. Pedro A. Silva (67) 3382-9772 Receitas x Despesas Podemos conceituar receitas como todos os recursos, em princípio, provenientes da venda de

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em janeiro/2015. Estas elevações podem ser atribuídas aos seguintes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO Janilson Laane Maio/2011 Objetivos 1. Apresentar o conceito e em que contexto está

Leia mais