PROPOSTA DE REDAÇÃO A ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO: 800 ANOS DA LÍNGUA PORTUGUESA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROPOSTA DE REDAÇÃO A ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO: 800 ANOS DA LÍNGUA PORTUGUESA"

Transcrição

1 PROPOSTA DE REDAÇÃO A ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO: 800 ANOS DA LÍNGUA PORTUGUESA Língua portuguesa anos! Conteúdo especial "Língua portuguesa anos!" Prof. Aquias Valasco Em 2014, a língua portuguesa completa 800 anos. É uma oportunidade ímpar para celebrarmos e exaltarmos a beleza da última flor do Lácio. Por que 800 anos? Depois de afirmada a independência de Portugal no séc. XII e de estabelecidas as fronteiras do reino em meados do séc. XIII, estavam reunidas condições para que o romance galegoportuguês(1) fosse promovido a língua nacional. O primeiro passo era tornar-se língua escrita (da documentação oficial, da literatura e também do uso diário). O mais antigo documento oficial, datado, escrito em português, que chegou até nós (o Testamento de Afonso II, de 1214) prova, devido às suas convenções gráficas mais ou menos estáveis, que no ambiente da corte já se escrevia em português há algum tempo. Com isso se harmoniza a datação da mais antiga cantiga trovadoresca, Ora faz ost o senhor de Navarra, de João Soares de Paiva: o ano de E a Notícia de Torto, um documento privado sem data, mas situável à volta de 1214, atesta como a língua portuguesa era já usada, pontualmente, para registar apontamentos informais e efémeros; esta prática foi recentemente comprovada por uma Notícia de Fiadores de Mas é a partir de 1255 que começa a produção regular de documentos escritos em português, primeiro na chancelaria régia, depois por toda a parte. A abundante produção escrita em português torna possível, desde então, observar com mais pormenor as mudanças que a língua vai sofrer entre os sécs. XIII e XV e que, por graduais transições, a levarão a transformar-se de língua medieval em língua clássica. (PORTUGAL, 2014). Embora o mais antigo documento régio escrito em português seja o Testamento de D. Afonso II, de 1214, é o ano de 1255, em tempo de D. Afonso III, que assinala o reaparecimento dos textos escritos em português no âmbito da chancelaria régia. Ivo Castro (1991, 2004a, 2004b) elege-a como marco cronológico para estabelecer o limite final da fase mais antiga da produção escrita em português: antes de 1255 existiu também uma diminuta produção primitiva em português, constituída por documentos de carácter notarial escritos em português. (MARTINS, 2007). Existe um Dia da Língua Portuguesa? Sim, desde 20 de julho de 2009, por resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa CPLP, comemoramos o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura no dia 5 de maio. O que significa "última flor do Lácio"? Para Olavo Bilac, em um de seus poemas, a língua portuguesa é a "última flor do Lácio, inculta e

2 bela". Lácio é como era chamada na antiguidade a região da península itálica onde hoje fica Roma e adjacências. Foi a partir dali que o domínio cultural da língua latina começou a surgir, vindo a formar o que Rodolfo Ilari (1996), em sua Filologia românica chama de "România" - ou o domínio cultural relacionado à língua latina. Como sabemos, o latim deu origem a várias línguas (na verdade, cerca de sessenta), dentre as quais destacam-se (como línguas nacionais) o italiano, o francês, o espanhol, o romeno e o português. Este é colocado em último lugar por ter sido a "última língua neolatina formada a partir do latim vulgar" (1). O que foi o latim vulgar? Segundo Ilari (op cit), o latim vulgar era falado pelo povo, bem como pelos soldados (oriundos de classes desprestigiadas). A palavra "vulgar", em latim, não tem caráter depreciativo, necessariamente. Esse termo significa "relacionado com o povo". O latim da nobreza e do governo (o sermo urbanus, que só sobreviveu até o século VIII) hoje só existe em forma escrita, modificado. Assim, nenhuma das línguas neo-latinas proveio do latim clássico (de Cícero, por exemplo); são derivações de uma forma mais simples do latim. Quem "faz" a língua? Quem efetivamente "faz" a língua são seus usuários. Como vemos na história das línguas neolatinas, o que determina a trajetória, a forma de um idioma é o uso que seus falantes lhe dão. Não há, portanto, controle mais eficaz do que o controle exercido por quem de fato utiliza a língua. Esse controle não é normativo, já que para o falante (entendido como o usuário da forma oral ou escrita da língua) o que mais importa é se comunicar, fazer-se entendido, e é a partir dessa baliza que ele mantém ou modifica os elementos do idioma. Assim, embora existam órgãos que visem preservar e engrandecer o idioma, os representantes de um idioma são seus usuários. A Academia Brasileira de Letras, o Museu da Língua Portuguesa (em São Paulo) ou o Instituto Camões (Portugal) são algumas das organizações importantes que têm como "objetivo o cultivo da língua e da literatura nacionais" no contexto atual (ABL, 2014). É essencial que essas organizações existam, principalmente quando o inglês, o mandarim e outros idiomas se mostram cada vez mais fortes por conta do contexto mundial, figurando como elementos que representam domínios culturais e econômicos sempre em tensão. Qual a importância da língua portuguesa no mundo hoje? Embora o império português não exista mais, o domínio cultural a que ele se relaciona, representado principalmente pelo idioma português, permanece e é presente em vários continentes. A comunidade dos países de língua portuguesa compõe-se de: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e até do Timor-Leste, localizado no sudeste asiático. (CPLP, 2014). Além disso, o aprendizado a língua tem se popularizado em países como Inglaterra e Estados Unidos. (OBSERVATÓRIO, 2014). Quais os principais nomes da língua portuguesa? A literatura produzida na língua portuguesa (como em qualquer outra língua) é um elemento essencial para firmar pontos de referência. Assim, e para falar apenas da produção europeia e brasileira, a obra de Luís de Camões ( ), Eça de Queiroz ( ), Fernando Pessoa ( ), Machado de Assis ( ), Euclides da Cunha ( ), Graciliano Ramos ( ), Cecília Meireles ( ), Jorge Amado ( ), Clarice Lispector ( ) e os curitibanos Paulo Leminski ( ) e Lucy Collin são alguns dos nomes que figuram entre aqueles marcos a partir dos quais "bailamos" a dança da constante transformação do idioma.

3 O que eu tenho a ver com isso? O fato de lembrarmos de nomes como Eça e Euclides não significa que a literatura produzida por esses "patrícios linguísticos" se esgota. Todos eles e elas foram crianças, estudantes, jovens, antes de se consagrarem pela pena. Assim, todos nós temos potencial para figurar entre aqueles que contribuem para a preservação da língua, bastando que assumamos uma postura de respeito e de responsabilidade como usuários do idioma. Manifesto anos da Língua Portuguesa 13/06/ :06 A língua que falamos não é apenas comunicação ou forma de fazer um negócio. Também é. Mas é muito mais. É uma forma de sentir e de lembrar; um registo, arca de muitas memórias; um modo de pensar, uma maneira de ser e de dizer. É espaço de cultura, mar de muitas culturas, um traço de união, uma ligação. É passado e é futuro; é história. É poesia e discurso, sussurro e murmúrios, segredos, gritaria, declamação, conversa, bate-papo, discussão e debate, palestra, comércio, conto e romance, imagem, filosofia, ensaio, ciência, oração, música e canção, até silêncio. É um abraço. É raiz e é caminho. É horizonte, passado e destino. Na era da globalização, falar português, uma das grandes línguas globais do planeta, que partilha e põe em comum culturas da Europa, das Américas, de África e da Ásia e Oceânia, com centenas de milhões de falantes em todos os continentes, é um imenso património e um poderoso veículo de união e progresso. Em 27 de Junho de 2014, passam oitocentos anos sobre o mais antigo documento oficial conhecido em língua portuguesa, a nível de Estado - o mais antigo documento régio na nossa língua, o testamento do terceiro rei de Portugal, Dom Afonso II. Neste dia, queremos festejar esses oito séculos da nossa língua, a língua do mar, a língua da gente, uma grande língua da globalização. Fazêmo-lo centrados nesse dia e ao longo de um ano, para festejar com o mundo inteiro esta nossa língua: a terceira língua do Ocidente, uma língua em crescimento em todos os continentes, uma das mais faladas do mundo, a língua mais usada no Hemisfério Sul. Celebramos o futuro. Em qualquer lugar onde se fala Português, 27 de Junho de 2014 ABEL BAPTISTA, presidente da Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República (Portugal); e outros O preconceito linguístico deveria ser crime Basta ser homem, estar em sociedade e estar rodeado de pessoas falantes que a língua - este sistema de comunicação inigualável - emerge. Ela se instaura e toma conta de todos nós, de nossos pensamentos, de nossos desejos e de nossas ações. Falar faz parte do nosso cotidiano, de nossa vida. A troca por meio das formas linguísticas é a nossa dádiva maior, nossa característica básica. É por meio de uma língua que o ser humano se individualiza, em um movimento contínuo de busca de identidade e de distinção. É isso, enfim, que nos torna humanos e nos diferencia de todos os outros animais.

4 Não existe homem sem língua. Mesmo as pessoas com deficiências diversas adotam um sistema de comunicação. Quem é surdo, por exemplo, usa a linguagem de sinais. Sendo assim, não existe razão para que tenhamos preconceito com relação a qualquer variedade linguística diferente da nossa. Preconceito linguístico é o julgamento depreciativo, desrespeitoso, jocoso e, consequentemente, humilhante da fala do outro ou da própria fala. O problema maior é que as variedades mais sujeitas a esse tipo de preconceito são, normalmente, as com características associadas a grupos de menos prestígio na escala social ou a comunidades da área rural ou do interior. Historicamente, isso ocorre pelo sentimento e pelo comportamento de superioridade dos grupos vistos como mais privilegiados, econômica e socialmente. Então, há críticas negativas em relação, por exemplo, à falta de concordância verbal ou nominal (As coisa tá muito cara); ao "r" no lugar do "l" (Framengo); à presença do gerúndio no lugar do infinitivo (Eu vô tá verificano); ao "r" chamado de caipira, característico da fala de amplas áreas mineiras, paulistas, goianas, mato-grossenses e paranaenses - em franca expansão, embora sua extinção tenha sido prevista por linguistas. Depreciando-se a língua, deprecia-se o indivíduo, sua identidade, sua forma de ver o mundo. O preconceito linguístico - o mais sutil de todos eles - atinge um dos mais nobres legados do homem, que é o domínio de uma língua. Exercer isso é retirar o direito de fala de milhares de pessoas que se exprimem em formas sem prestígio social. Não quero dizer com isso que não temos o direito de gostar mais, ou menos, do falar de uma região ou de outra, do falar de um grupo social ou de outro. O que afirmo e até enfatizo é que ninguém tem o direito de humilhar o outro pela forma de falar. Ninguém tem o direito de exercer assédio linguístico. Ninguém tem o direito de causar constrangimento ao seu semelhante pela forma de falar. A Constituição brasileira estabelece que "ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante''. Sendo assim, interpreto eu que qualquer pessoa que for vítima de preconceito linguístico pode buscar a lei maior da nação para se defender. Até porque, sob essa ótica, o preconceito linguístico se configura como um tratamento desumano e degradante - uma tortura moral. Se necessário for, poderíamos até propor uma lei específica contra esse tipo de preconceito, apenas para ficar mais claro que qualquer pessoa tem o direito de buscar a justiça quando for vítima de qualquer iniciativa contra o seu modo de se expressar. Sei que muitos devem achar que isso é bobagem, que todos devem deixar de falar errado. Mas todo mundo tem direito de se expressar, sem constrangimento, na forma em que é senhor, em que tem fluência, em que é capaz de expressar seus sentimentos, de persuadir, de manifestar seus conhecimentos. Enfim, de falar a sua língua ou a sua variante dela. MARTA SCHERRE, linguista e pesquisadora do CNPQ O+PRECONCEITO+LINGUISTICO+DEVERIA+SER+CRIME.html É papel da escola, em algum momento, chamar a atenção para o fato de que há diferenças entre as diversas formas de falar e o que elas significam: pessoas urbanas não falam como as rurais, jovens não falam como idosos, mulheres não falam como homens. Um modo de apresentar-se como jovem é falar como um jovem. Outro, vestir-se como tal. Mas a escola não precisa ensinar algumas das formas de falar, porque as pessoas as aprendem ao natural. O que a escola precisa ensinar é fundamentalmente a escrita. O que ela faz pouco, a meu ver. Ensina-se de verdade a gramática da língua culta lendo e escrevendo, corrigindo. O livro que está na berlinda fala em adequação: escrever tem muito a ver com adequar a linguagem a cada tipo de texto. Num trabalho de biologia, não só se usa um léxico do campo, como o texto se estrutura de forma específica, que é diferente da de uma narração, de um convite, de uma propaganda. O padrão é uma exigência da sociedade, em muitos casos, e a escola deve incluir práticas que levam o aluno a escrever como se espera em cada campo. Mas, para fazer isso, não é necessário tachar outras maneiras de falar de erradas ou de feias. Aliás, esse comportamento, mais do que revelar preconceito, revela ignorância do que seja uma

5 língua. Se quisermos uma escola mais bem-sucedida, não é necessário ensinar as formas populares orais aos alunos. Eles já as conhecem. Diante dessas variedades, a gente deveria aprender a se maravilhar, o que aconteceria se soubéssemos analisá-las, como se aprende a analisar plantas ou animais. Devese ensinar a -escrita-padrão da única forma que funciona: conseguir que o aluno produza um texto e, a partir dele, por mais precário que seja ou pareça, reescrever até que ele fique adequado, correto e, se possível, elegante. O que consolida o desconhecimento da norma culta é continuar fazendo o que se faz: considerar errados os que só falam diferente, ensinar uma gramática precária. E fazer exercícios que não fazem sentido. O que ensina é ler e escrever analisando o que se lê e se escreve. É fácil. E é barato. Ensinar só faz sentido para conhecer que tipo de bichos são as línguas, como elas se organizam de fato, e não como deveriam se organizar; isso é etiqueta. Em cada ano se poderia eleger um (ou alguns) tipo de estrutura e dar atenção privilegiada a ela. Os alunos deveriam aprender a coletar dados, classificar, encontrar regularidades. Pode-se estudar a gramática da fala da região em que a escola está. Os professores poderiam ser linguistas curiosos: levar em conta como se fala na região em que são professores até para saber o que falta ensinar. Se é para ensinar gramática apenas para que a conclusão dos alunos seja que eles não sabem português, confundindo, aliás, língua e gramática, seria melhor nem incluir no currículo. Sírio Possenti, pesquisador da UNICAMP In: Língua, que bico é esse? A Língua Portuguesa, a última flor do Lácio, comemora, em 2014, 800 anos. Oito séculos de evolução de algo vivo que se transformou e se recriou constantemente. Que foi matéria-prima de genialidades artísticas que legaram aos falantes do idioma verdadeiros monumentos em prosa e verso. No entanto, uma língua não é só matéria para obras literárias memoráveis. Ela também é símbolo de status e poder. Sobre ela também se abre um palco de disputas de classes sociais de falantes do idioma, em que o preconceito linguístico se manifesta como forma de hierarquizar os diversos grupos sociais que se comunicam dentro de uma língua. A última flor do Lácio é também a flor de propriedade privada apenas de certos grupos de falantes? E como o ensino de Língua Portuguesa deve valorizar esta história de 800 anos em que a democracia do idioma deva fazer parte da vida e da mentalidade de todos os falantes? Com base em tais reflexões e nos textos da coletânea, escreva uma dissertação-argumentativa sobre o tema: 800 anos da Língua Portuguesa entre a história e a beleza de um idioma e sua aplicabilidade no cotidiano social - Dê um título para sua redação. - Apresente uma proposta de intervenção que não desrespeite os direitos humanos.

TÍTULO: A DESCONSTRUÇÃO DO PRECONCEITO NO FALAR DO PORTUGUÊS NO BRASIL ORIENTADOR(ES): ILZA ALVES FERREIRA GONÇALVES DA SILVA, JOÃO ANGELO SEGANTIN

TÍTULO: A DESCONSTRUÇÃO DO PRECONCEITO NO FALAR DO PORTUGUÊS NO BRASIL ORIENTADOR(ES): ILZA ALVES FERREIRA GONÇALVES DA SILVA, JOÃO ANGELO SEGANTIN TÍTULO: A DESCONSTRUÇÃO DO PRECONCEITO NO FALAR DO PORTUGUÊS NO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: LETRAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES): DULCELENA RIBEIRO

Leia mais

A LÍNGUA PORTUGUESA E SEU ALTO GRAU DE DIVERSIDADE E DE RESUMO. A comunicação é indispensável ao homem que vive em sociedade, com esta necessidade

A LÍNGUA PORTUGUESA E SEU ALTO GRAU DE DIVERSIDADE E DE RESUMO. A comunicação é indispensável ao homem que vive em sociedade, com esta necessidade A LÍNGUA PORTUGUESA E SEU ALTO GRAU DE DIVERSIDADE E DE VARIABILIDADE. *Gisele Rogelin Prass RESUMO A comunicação é indispensável ao homem que vive em sociedade, com esta necessidade surge à língua. A

Leia mais

Conteúdo: Aula: 1.1. - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano.

Conteúdo: Aula: 1.1. - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano. Aula: 1.1 Conteúdo: - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano. Habilidades: - Conhecer a origem e história da língua

Leia mais

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano.

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano. Trabalho realizado por: Luís Bernardo nº 100 8ºC Gonçalo Baptista nº 275 8ºC Luís Guilherme nº 358 8ºC Miguel Joaquim nº 436 8ºC Índice; Introdução; As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império

Leia mais

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007)

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Excelentíssimos membros do Conselho Directivo, excelentíssimos professores, caríssimos alunos, É com enorme satisfação que

Leia mais

3. VARIAÇÃO E NORMALIZAÇÃO LINGUÍSTICA

3. VARIAÇÃO E NORMALIZAÇÃO LINGUÍSTICA 3. VARIAÇÃO E NORMALIZAÇÃO LINGUÍSTICA Uma língua viva, apesar da unidade que a torna comum a uma nação, apresenta variedades quanto à pronúncia, à gramática e ao vocabulário. Chama-se variação linguística

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE

PLANO DE TRABALHO DOCENTE COLÉGIO ESTADUAL CRISTO REI ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Rua das Ameixeiras, 119 Núcleo Cristo Rei Fone/Fax: 0xx42 3624 3095 CEP 85060-160 Guarapuava Paraná grpcristorei@seed.pr.gov.br PLANO DE TRABALHO

Leia mais

Ementas por Currículos

Ementas por Currículos Universidade Federal Fluminense GCL00064 GCL00065 LINGUISTICA I Unknown function : LINGUISTICA II GCL00066 LINGUISTICA III GCL00067 LINGUISTICA IV GCL00068 LINGUISTICA V GCL00069 LINGUISTICA VI GCL00070

Leia mais

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP Intervenção do Secretário Executivo da CPLP Senhor Presidente, Senhores Ministros, Senhor Secretário de Estado do Turismo, Senhores Embaixadores Senhores Representantes

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA Gabriel de Ávila Othero 1 gabnh@terra.com.br... o tempo altera todas as coisas; não existe razão para que a língua escape a essa lei universal. Ferdinand de Saussure 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

2. 1 A poesia trovadoresca - Leitura de cantigas de amor e de amigo semântico, sintático, lexical e sonoro;

2. 1 A poesia trovadoresca - Leitura de cantigas de amor e de amigo semântico, sintático, lexical e sonoro; EIXO TEMÁTICO: 1 TEXTO LITERÁRIO E NÃO LITERÁRIO 1) Analisar o texto em todas as suas dimensões: semântica, sintática, lexical e sonora. 1. Diferenciar o texto literário do não-literário. 2. Diferenciar

Leia mais

Dinâmicas de rede e valor económico da língua portuguesa

Dinâmicas de rede e valor económico da língua portuguesa 1 Jornada de Diplomacia Económica ISEG 5.12.2012 Dinâmicas de rede e valor económico da língua portuguesa jose.esperanca@iscte.pt 2 As línguas no mundo Ecologia da Língua (Calvet) 3 Hipercentral Inglês

Leia mais

dom seg ter qua qui sex sáb

dom seg ter qua qui sex sáb janeiro 2013 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 01- Feriado (Confraternização Universal) 06- Dia dos Reis Magos 08- Último dia da Recuperação Final/2012

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 Iasmin Araújo Bandeira Mendes Universidade Federal de Campina Grande, email: iasminabmendes@gmail.com INTRODUÇÃO

Leia mais

O ensino e a cooperação na investigação para o turismo entre os países lusófonos: uma reflexão

O ensino e a cooperação na investigação para o turismo entre os países lusófonos: uma reflexão O ensino e a cooperação na investigação para o turismo entre os países lusófonos: uma reflexão Alexandre Panosso Netto Escola de Artes, Ciências e Humanidades Universidade de São Paulo Fábia Trentin Departamento

Leia mais

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Nós, representantes democraticamente eleitos dos Parlamentos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné- Bissau, Moçambique, Portugal,

Leia mais

2449 SOCIOLOGIA I U Ciências Sociais Quarta-feira 13 sendo 7 vagas. FUNDAMENTOS TEORICOS E PRÁTICOS DO ENSINO DE GEOGRAFIA U Pedagogia Quinta-feira 23

2449 SOCIOLOGIA I U Ciências Sociais Quarta-feira 13 sendo 7 vagas. FUNDAMENTOS TEORICOS E PRÁTICOS DO ENSINO DE GEOGRAFIA U Pedagogia Quinta-feira 23 Cód. Da UC Nome da UC Turma Curso Dia da Semana Vagas p/ 1º semana aulas 2301 HISTÓRIA SOCIAL DA INFÂNCIA U Pedagogia Sexta-feira 13 2302 PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS SOBRE A EDUCAÇÃO U Pedagogia Terça-feira

Leia mais

Excelências Senhoras e Senhores,

Excelências Senhoras e Senhores, Excelência Sr. Blaise Campaoré - Presidente do Burkina Faso, Excelência Sr. Jean Ping, Presidente da Comissão da União Africana, Sr. Soumaila Cissé Presidente da Comissão Económica dos Estados da África

Leia mais

GABARITO PRÉ-VESTIBULAR

GABARITO PRÉ-VESTIBULAR LINGUAGENS 01. C 02. D 03. C 04. B 05. C 06. C 07. * 08. B 09. A 10. D 11. B 12. A 13. D 14. B 15. D LÍNGUA ESTRANGEIRA 16. D 17. A 18. D 19. B 20. B 21. D MATEMÁTICA 22. D 23. C De acordo com as informações,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º LE733- COMPREENSÃO E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA Fórmula: LE003 LE003- LINGUA PORTUGUESA 3 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS. ANÁLISE DE ESTRUTURAS BÁSICAS DA LÍNGUA PORTUGUESA. SINTAXE

Leia mais

O PRECONCEITO LINGÜÍSTICO NA SALA DE AULA

O PRECONCEITO LINGÜÍSTICO NA SALA DE AULA 2696 O PRECONCEITO LINGÜÍSTICO NA SALA DE AULA Naila Lins da Silva 1 0 Introdução O preconceito lingüístico é um tema muito relevante, sobretudo na etapa correspondente ao início da escolarização, quando

Leia mais

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra!

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra! ROTEIRO DE ESTUDOS DE LITERATURA PARA A 3ª ETAPA 2ª SÉRIE Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à

Leia mais

Questionário: Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro

Questionário: Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro Questionário: Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro Pretende se com este questionário conhecer a sua opinião sobre o (Ensino do) Português no Estrangeiro. Não existem respostas certas ou erradas.

Leia mais

Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português

Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português Paulo Coimbra Guedes e Jane Mari de Souza A tarefa de ensinar a ler e a escrever um texto de história é do professor de história

Leia mais

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE - Sistemas sociais e culturais de notação de tempo ao longo da história, - As linguagens das fontes históricas; - Os documentos escritos,

Leia mais

Planificação Anual. Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015

Planificação Anual. Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015 Planificação Anual Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015 UNIDADE DIDÁTICA: TEMA A: DOS PRIMEIROS POVOS À FORMAÇÃO DO REINO DE PORTUGAL.

Leia mais

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Silvana Laurenço Lima 1 Deise Nanci de Castro Mesquita 2 RESUMO: O objetivo desta comunicação é apresentar e discutir

Leia mais

OPÇÕES 1.º Ciclo 2013-2014

OPÇÕES 1.º Ciclo 2013-2014 OPÇÕES 1.º Ciclo 2013-2014 0 DEFINIÇÕES GERAIS Disciplinas de opção curricular 1- São consideradas opções curriculares as disciplinas de opção contempladas nos planos de estudos dos cursos, constituindo,

Leia mais

Senhor Presidene Senhor Alto Comissário para os Direitos Humanos, Suas Excelências Senhores Ministros, Distintos delegados, Minhas e meus senhores,

Senhor Presidene Senhor Alto Comissário para os Direitos Humanos, Suas Excelências Senhores Ministros, Distintos delegados, Minhas e meus senhores, 28.ª Sessão do Conselho Direitos Humanos Segmento de Alto Nível 04 de Março de 2015 Declaração de Sua Excelência Joaquim Veríssimo, Vice Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos da República

Leia mais

CAMPOS LEXICOS DOS FALARES RURAIS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MINAS GERAIS E SÃO PAULO.

CAMPOS LEXICOS DOS FALARES RURAIS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MINAS GERAIS E SÃO PAULO. CAMPOS LEXICOS DOS FALARES RURAIS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MINAS GERAIS E SÃO PAULO. Gisele Martins SIQUEIRA (Mestranda FL/UFG) Gisele.msiqueira@gmail.com Maria Suelí de AGUIAR (FL/UFG) aguiarmarias@gamil.com

Leia mais

Navegar pelas letras

Navegar pelas letras Página322 Navegar pelas letras RESENHA Adriana Carrion de Oliveira 1 Resenha do Livro: BUENO, Edna, PARREIRAS, Ninfa, SOARES, Lucília. Navegar pelas letras: as literaturas de língua portuguesa. Rio de

Leia mais

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FLÁVIO GONÇALVES PÓVOA DE VARZIM Critérios Específicos de Avaliação DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ANO LETIVO 2014/15 Critérios de avaliação específicos da disciplina de

Leia mais

[Aprender Português / Portugiesisch lernen]

[Aprender Português / Portugiesisch lernen] [Aprender Português / Portugiesisch lernen] Sabias que segundo a última edição do livro The Ethnologue: languages of the world, o número de línguas faladas no mundo é de 6912. 1. Analisa o seguinte ranking

Leia mais

Esperamos que este pequeno material seja esclarecedor e que possa levar mais gente a se interessar pela língua que falamos.

Esperamos que este pequeno material seja esclarecedor e que possa levar mais gente a se interessar pela língua que falamos. Apresentação Será que a Língua Portuguesa é mesmo difícil? Por que é comum ouvir brasileiros dizerem que não sabem falar português? Será que a experiência escolar com o ensino de Língua Portuguesa causa

Leia mais

Língua Portuguesa. 1º ano. Unidade 1

Língua Portuguesa. 1º ano. Unidade 1 Língua Portuguesa 1º ano Unidade 1 Linguagem Linguagem, língua, fala Unidade 4 - capítulo 12 Linguagem verbal e não verbal Unidade 4 - capítulo 12 e 13 Signo linguístico Unidade 4 - capítulo 12 Denotação

Leia mais

Durante o reinado de Fernando I (1035-1063), os territórios cristãos já se estendiam até Coimbra e avançavam em direção ao sul

Durante o reinado de Fernando I (1035-1063), os territórios cristãos já se estendiam até Coimbra e avançavam em direção ao sul A DIVISÃO DO GALEGO-PORTUGUÊS EM PORTUGUÊS E GALEGO, DUAS LÍNGUAS COM A MESMA ORIGEM Nilsa Areán-García (USP) nilsa.arean@gmail.com / nilsa.garcia@usp.br RESUMO Na Alta Idade Média, de acordo com Silva

Leia mais

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra. Senhor Representante de Sua Excelência o Presidente da República, General Rocha Viera, Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA Catya Marques Agostinho de Araujo Amanda Pérez Montanéz (Orientadora) RESUMO Esta investigação tem por objetivos pesquisar, estudar e

Leia mais

4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS 1ª etapa Professoras Regentes: Alessandra / Ana Paula / Solange

4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS 1ª etapa Professoras Regentes: Alessandra / Ana Paula / Solange 4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS 1ª etapa Professoras Regentes: Alessandra / Ana Paula / Solange LÍNGUA PORTUGUESA Leitura: Meu nome não é esse (Notícia); Pesquisa de opinião (entrevista); Aprofundamento

Leia mais

OPÇÕES 1.º Ciclo 2014-2015

OPÇÕES 1.º Ciclo 2014-2015 OPÇÕES 1.º Ciclo 2014-2015 0 DEFINIÇÕES GERAIS Disciplinas de opção curricular 1- São consideradas opções curriculares as disciplinas de opção contempladas nos planos de estudos dos cursos, constituindo,

Leia mais

ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO

ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO CONTEXTO No final da Idade Média (séculos XIV e XV), ocorreu uma forte centralização política nas mãos dos reis. A burguesia comercial ajudou muito neste processo, pois interessa

Leia mais

Discurso da Presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, Profª Doutora Elvira

Discurso da Presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, Profª Doutora Elvira Discurso da Presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, Profª Doutora Elvira Fortunato Lamego, 10 de Junho de 2015 Senhor Presidente

Leia mais

O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA

O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA O sistema feudal entra em crise com o advento das cidades e a expansão do comércio, somados a outros fatores. 1) Necessidade de moedas, crescimento das cidades

Leia mais

Claudia Norete Novais Luz

Claudia Norete Novais Luz Claudia Norete Novais Luz Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/7788173410265540 Última atualização do currículo em 17/01/2013 Mestra em Estudo de Linguagens pela Universidade do Estado

Leia mais

Prova Escrita de História e Geografia de Portugal

Prova Escrita de História e Geografia de Portugal PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de História e Geografia de Portugal 6º Ano de Escolaridade Prova 05 / 2.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 90 minutos.

Leia mais

Curriculum Vitae. José Mario Botelho

Curriculum Vitae. José Mario Botelho Dados pessoais Nome Nome em citações bibliográficas Sexo Endereço profissional José Mario Botelho Curriculum Vitae José Mario Botelho BOTELHO, José Mario Masculino Universidade do Estado do Rio de Janeiro,

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 307/VIII DEFINE E REGULA AS HONRAS DO PANTEÃO NACIONAL

PROJECTO DE LEI N.º 307/VIII DEFINE E REGULA AS HONRAS DO PANTEÃO NACIONAL PROJECTO DE LEI N.º 307/VIII DEFINE E REGULA AS HONRAS DO PANTEÃO NACIONAL As «Honras do Pantheon», tributárias da Revolução Francesa, tiveram entre nós consagração legislativa em Decreto Régio de 25 de

Leia mais

CONSIDERANDO que os estudos apresentados para o desdobramento desse Departamento atendem a política universitária traçada por este Conselho;

CONSIDERANDO que os estudos apresentados para o desdobramento desse Departamento atendem a política universitária traçada por este Conselho; RESOLUÇÃO N o 10/92, DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO Desdobra, com novas denominações, Departamento do Centro de Ciências Humanas e Artes. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, no uso

Leia mais

Erros Críticos. 11 Erros Que Você Está Provavelmente Cometendo Nos Seus Estudos...

Erros Críticos. 11 Erros Que Você Está Provavelmente Cometendo Nos Seus Estudos... Erros Críticos 11 Erros Que Você Está Provavelmente Cometendo Nos Seus Estudos......E Como Você Pode Evitá-Los, Para Aprender Qualquer Idioma Em Meses E Não Em Anos. Olá, meu nome é Frank Florida, gringo

Leia mais

HORÁRIO - 2015 CURSO DE LETRAS 1 ANO - 1º SEMESTRE - PERÍODO DIURNO E NOTURNO

HORÁRIO - 2015 CURSO DE LETRAS 1 ANO - 1º SEMESTRE - PERÍODO DIURNO E NOTURNO 1 ANO - 1º SEMESTRE - PERÍODO DIURNO E NOTURNO Literatura e Cultura Brasileira LTE9788 Habilidades Básicas Integradas do Inglês: produção e recepção de textos orais e escritos *LEM8431 Língua Francesa

Leia mais

TEMA E EXPANSÃO E MUDANÇA NOS SÉCULOS XV E XVI

TEMA E EXPANSÃO E MUDANÇA NOS SÉCULOS XV E XVI TEMA E EXPANSÃO E MUDANÇA NOS SÉCULOS XV E XVI 1. Expansionismo Europeu 1.1. Rumos da expansão 1.1.1. Os avanços da expansão e as rivalidades luso-castelhanas 1.1.2. A chegada à Índia e ao Brasil 1.2.

Leia mais

Povos seminômades que migraram das regiões da Europa e Ásia

Povos seminômades que migraram das regiões da Europa e Ásia TEXTO BASE: Roma Antiga Monarquia (753 509 a.c.) A história da Roma antiga divide-se politicamente em três fases: Monarquia, República e Império. Tais fases foram permeadas por constantes processos de

Leia mais

DIVULGAÇÃO DE TERMINOLOGIAS EM PORTUGÊS E POLÍTICAS LINGUÍSTICAS

DIVULGAÇÃO DE TERMINOLOGIAS EM PORTUGÊS E POLÍTICAS LINGUÍSTICAS VIII Jornada Científica REALITER Terminologia e Políticas linguísticas DIVULGAÇÃO DE TERMINOLOGIAS EM PORTUGÊS E POLÍTICAS LINGUÍSTICAS Maria da Graça Krieger (kriegermg@gmail.com) Universidade do Vale

Leia mais

AVALIAÇÃO Testes escritos e seminários.

AVALIAÇÃO Testes escritos e seminários. CARGA HORÁRIA: 60 horas-aula Nº de Créditos: 04 (quatro) PERÍODO: 91.1 a 99.1 EMENTA: Visão panorâmica das literaturas produzidas em Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003 Intervenção de Sua Excelência a Ministra da Ciência e do Ensino Superior, na II Reunião Ministerial da Ciência e Tecnologia da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Rio de Janeiro, 5 de Dezembro

Leia mais

Traçar um quadro histórico dos estudos de sânscrito desenvolvidos

Traçar um quadro histórico dos estudos de sânscrito desenvolvidos O curso de Sânscrito MARÍA VALíRIA ADERSON DE MELLO VARGAS Traçar um quadro histórico dos estudos de sânscrito desenvolvidos na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São

Leia mais

BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL)

BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL) BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL) Resumo A série apresenta a formação dos Estados europeus por meio da simbologia das cores de suas bandeiras. Uniões e cisões políticas ocorridas ao longo

Leia mais

Relações de poder e usos linguísticos: desvelando outra face

Relações de poder e usos linguísticos: desvelando outra face Relações de poder e usos linguísticos: desvelando outra face Girllaynne Marques Vinícius Nicéas 1 Universidade Federal de Pernambuco A obra A norma oculta, do linguista brasileiro Marcos Bagno 2 (2003),

Leia mais

A internacionalização da língua portuguesa. Difusão da Língua Portuguesa em Ensino a Distância. Metodologias de e-learning.

A internacionalização da língua portuguesa. Difusão da Língua Portuguesa em Ensino a Distância. Metodologias de e-learning. A internacionalização da língua portuguesa Difusão da Língua Portuguesa em Ensino a Distância. Metodologias de e-learning. Mário Filipe O ensino de línguas de grande difusão global é hoje servido por várias

Leia mais

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa 7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa As críticas ao ensino tradicional de língua portuguesa não são recentes. Nos anos trinta, Olavo Bilac já se posicionava contra o

Leia mais

SEM. CÓDIGO DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITOS

SEM. CÓDIGO DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITOS Curso de Letras Habilitação Português/Inglês Currículo 2010/01 Reconhecido pela Portaria Ministerial nº. 1.394, de 19/05/2004 Amparado pelo Decreto nº. 5773/2006, de 9/05/2006 Duração do Curso: 2.530h

Leia mais

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras Luciana Virgília Amorim de Souza¹ RESUMO O trabalho busca questionar os métodos ensinados para praticar a Língua Inglesa nas escolas. O inglês, no Brasil,

Leia mais

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro As festas juninas fazem parte da tradição católica, mas em muitos lugares essas festas perderam essa característica.

Leia mais

Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15

Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15 C U R S O D E E N G E N H A R I A C I V I L Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15 Componente Curricular: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Código: ENG. 000 Pré-requisito: ----- Período Letivo:

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE LETRAS

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE LETRAS UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE LETRAS HABILITAÇÕES Alemão, Árabe, Armênio, Chinês, Coreano, Espanhol, Francês, Grego, Hebraico, Inglês, Italiano, Japonês,

Leia mais

PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO HISTÓRIA A. (sujeita a reajustamentos) 1º PERÍODO

PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO HISTÓRIA A. (sujeita a reajustamentos) 1º PERÍODO PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO HISTÓRIA A 10º Ano Ano Lectivo - 2012/2013 (sujeita a reajustamentos) Prof. ª Irene Lopes 1º PERÍODO MÓDULO 0 ESTUDAR E APRENDER HISTÓRIA MÓDULO 1 RAÍZES MEDITERRÂNICADA CIVILIZAÇÃO

Leia mais

4º SEMESTRE 3º SEMESTRE CH 480 CRED 26 CH 435 CRED 24 SINTAXE I SINTAXE II. DELL 755 60h (4.0.0) DELL 744 DELL 749. 60h (4.0.0) 60h (4.0.

4º SEMESTRE 3º SEMESTRE CH 480 CRED 26 CH 435 CRED 24 SINTAXE I SINTAXE II. DELL 755 60h (4.0.0) DELL 744 DELL 749. 60h (4.0.0) 60h (4.0. UESB 1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 5º SEMESTRE 6º SEMESTRE 7º SEMESTRE 8º SEMESTRE CURSO DE LETRAS MODERNAS CH 360 CRED 21 CH 420 CRED 24 CH 435 CRED 24 CH 480 CRED 26 CH 510 CRED 23

Leia mais

[Projecto «Olisipo»] Fernando Pessoa. [Projecto «Olisipo»]

[Projecto «Olisipo»] Fernando Pessoa. [Projecto «Olisipo»] Fernando Pessoa [Projecto «Olisipo»] [Projecto «Olisipo»] Mau grado o desenvolvimento, sobretudo recente, do comércio e da indústria portugueses, Portugal não existe ainda como colectividade comercial

Leia mais

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Comentário: Comentário:

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Comentário: Comentário: A primeira frase do emissor do texto denota inicialmente sua intenção de se pôr em uma situação simétrica, e não submissa ou inferior, aos não índios. O código de vocês, adotado como contato e respeitado

Leia mais

Workshop Nacional Projecto de Centros de Excelência Ensino Superior para África Austral e Oriental ACE II

Workshop Nacional Projecto de Centros de Excelência Ensino Superior para África Austral e Oriental ACE II REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP) Workshop Nacional Projecto de Centros de Excelência Ensino Superior para África Austral e Oriental

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO.

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Ieda Maria Alves de Souza Laura Jane Pereira Fernandes Lia Jussara Leães

Leia mais

OPÇÕES. 1.º Ciclo 2012-2013

OPÇÕES. 1.º Ciclo 2012-2013 OPÇÕES 1.º Ciclo 2012-2013 Coimbra, 12 de julho de 2012 DEFINIÇÕES GERAIS Disciplinas de opção curricular 1- São consideradas opções curriculares as disciplinas de opção contempladas nos planos de estudos

Leia mais

GRADE CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS DA UFMG

GRADE CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS DA UFMG GRADE CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS DA UFMG DISCIPLINAS DAS ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO Área de concentração: TEORIA DA LITERATURA - NÍVEL MESTRADO DISCIPLINAS CRÉDITOS

Leia mais

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Heidi Strecker* A filosofia é um saber específico e tem uma história que já dura mais de 2.500 anos. A filosofia nasceu na Grécia antiga - costumamos dizer - com

Leia mais

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Conteúdos Ano Lectivo Período Lectivo Tema A-A península Ibérica: dos primeiros povos à formação

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico.

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico. 7.00.00.00-0 - CIÊNCIAS HUMANAS 7.08.00.00-6 Educação A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA: A LINGUAGEM ORAL DOMINADA E SUA CORRELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM DA ESCRITA GIOVANNA GAGGINI RODON Curso de Pedagogia

Leia mais

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo História baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA Middle e High School 2 6 th Grade A vida na Grécia antiga: sociedade, vida cotidiana, mitos,

Leia mais

COMENTÁRIO GERAL DOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO VESTIBULAR PUCPR 2009/2010 PROVA DE LITERATURA

COMENTÁRIO GERAL DOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO VESTIBULAR PUCPR 2009/2010 PROVA DE LITERATURA COMENTÁRIO GERAL DOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO VESTIBULAR PUCPR 2009/2010 PROVA DE LITERATURA Nenhuma questão com problema no gabarito. Nenhuma falha mais clamorosa. Logo, podemos considerar excelente

Leia mais

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa Propostas para aquisição da língua escrita. Oralidade e comunicação. A escola e o desenvolvimento da linguagem. O ensino da escrita.

Leia mais

Classificação Decimal Universal Números e esquemas de classificação mais usados para acervos de bibliotecas escolares Ilário Zandonade 18/04/2014

Classificação Decimal Universal Números e esquemas de classificação mais usados para acervos de bibliotecas escolares Ilário Zandonade 18/04/2014 Classificação Decimal Universal Números e esquemas de classificação mais usados para acervos de bibliotecas escolares Ilário Zandonade 18/04/2014 1. Números Auxiliares 1 1.1 - Línguas =111 Inglês =112.2

Leia mais

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005 e Bissau/2006) Artigo 1º (Denominação) A, doravante designada por CPLP, é o foro multilateral privilegiado para o aprofundamento

Leia mais

ESTUDOS DE LETRAMENTO ACADÊMICO

ESTUDOS DE LETRAMENTO ACADÊMICO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ESTUDOS DE

Leia mais

ENTREVISTA CONCEDIDA AO ESCRITOR FLÁVIO IZHAKI Realizada em 21.VII.08 A PROPÓSITO DE RETRATO DESNATURAL (diários 2004 a 2007) Evando Nascimento

ENTREVISTA CONCEDIDA AO ESCRITOR FLÁVIO IZHAKI Realizada em 21.VII.08 A PROPÓSITO DE RETRATO DESNATURAL (diários 2004 a 2007) Evando Nascimento ENTREVISTA CONCEDIDA AO ESCRITOR FLÁVIO IZHAKI Realizada em 21.VII.08 A PROPÓSITO DE RETRATO DESNATURAL (diários 2004 a 2007) Evando Nascimento Renomado professor universitário, autor de títulos de não

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA LOGOTIPO MACMILLAN BRASIL Utilização colorido; preto/branco e negativo Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que

Leia mais

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE Conceitos Diversos Estado É uma organização políticoadministrativa da sociedade. Estado-nação - Quando um território delimitado é composto de um governo e uma população

Leia mais

LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA

LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA CENTRO MUNICIPAL DE REFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PROFESSORA FABÍOLA DANIELE DA SILVA A lingüística moderna

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA Módulo Geral

LÍNGUA PORTUGUESA Módulo Geral Módulo Geral CONCURSO: Ministério do Trabalho e Emprego CARGO: Auditor-Fiscal do Trabalho PROFESSOR: Pablo Jamilk Este curso é protegido por direitos autorais (copyright), nos termos da Lei n.º 9.610/1998,

Leia mais

Formação de PROFESSOR EU ME DECLARO CRIANÇA

Formação de PROFESSOR EU ME DECLARO CRIANÇA Formação de PROFESSOR EU ME DECLARO CRIANÇA 1 Especial Formação de Professor Por Beatriz Tavares de Souza* Apresentação O livro apresenta os princípios da Declaração Universal dos Direitos da Criança.

Leia mais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Cascais, 23 de junho de 2015 Declaração de Cascais Os Ministros responsáveis pela Energia da Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

Intersecciones Revista da APEESP N o 1, 2º semestre de 2013 A APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS NO ENSINO MÉDIO E

Intersecciones Revista da APEESP N o 1, 2º semestre de 2013 A APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS NO ENSINO MÉDIO E A APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS NO ENSINO MÉDIO E A INTERNACIONALIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR: NEGAÇÕES E CONTRADIÇÕES Fernanda Castelano Rodrigues (UFSCar) Introdução Em pesquisas que temos realizado,

Leia mais

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO 1 POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO SOUSA, Grazielle de Jesus Leal de 1 RESUMO O ensino de língua portuguesa ainda é visto por muitas pessoas como um ensino mecânico, cheio de regras e

Leia mais

UMA REFLEXÃO TEÓRICA ACERCA DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA

UMA REFLEXÃO TEÓRICA ACERCA DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas Volume 01. Nº 01. 1º Semestre de 2013 UMA REFLEXÃO TEÓRICA ACERCA DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA Kátia Simone Costa VIEIRA 1 Resumo O

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I 15201-04 Introdução ao Estudo da História Introdução ao estudo da constituição da História como campo de conhecimento, ao longo dos séculos XIX e XX,

Leia mais

A soma será feita da seguinte forma:

A soma será feita da seguinte forma: TESTE VOCACIONAL Teste sua vocação Testes vocacionais não fazem milagres, não têm poder de apontar uma única profissão a ser seguida, mas são um bom norte acerca de aptidões e interesses. O questionário

Leia mais

PROJETO LÍNGUA DE FORA

PROJETO LÍNGUA DE FORA DESCRIÇÃO PROJETO LÍNGUA DE FORA O, de responsabilidade dos professores da disciplina de estágio supervisionado das línguas espanhola, francesa e inglesa, corresponde a 50 horas de estágio, das 200 horas

Leia mais