O ESTADO DE S. PAULO - ESPORTES - SÃO PAULO - SP - 04/12/ Pág A 27

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1 Morumbi vai ter cobertura O ESTADO DE S. PAULO - ESPORTES - SÃO PAULO - SP - 04/12/ Pág A 27 O São Paulo assinará no próximo dia 17 o contrato com a Andrade e Gutierrez para viabilizar a cobertura do Morumbi. O Conselho Deliberativo tem até essa data para analisar as minutas dos contratos referentes à obra, que custará R$ 408 milhões e só terá início quando todos os recursos estiverem captados pela diretoria. Além da cobertura, o projeto prevê a criação de uma arena para cerca de 20 mil pessoas e dois prédios de estacionamento para abrigar dois mil carros. O estádio ficará fechado para obras por oito meses, entre o final de 2014 e o início de Autor: Categoria: Infra-estrutura e Habitação

2 TCU aponta falhas na fiscalização de concessões VALOR ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - SP - 04/12/ Pág A8 O Tribunal de Contas da União (TCU) traçou um panorama crítico das operações e da estrutura da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), órgão do Ministério dos Transportes responsável por fiscalizar as concessionárias de rodovias federais. A auditoria, realizada no primeiro semestre deste ano, expõe uma agência frágil, com problemas graves de gestão, falta de padrões e baixa aplicação de recursos, combinação que, nos últimos anos, resultou em fiscalizações frouxas sobre as concessionárias. Boa parte dos problemas está relacionada à gestão dos contratos firmados com as empresas. O levantamento, que se baseou em um conjunto de concessões realizadas entre 2007 e 2009 (segunda etapa das concessões), aponta problemas básicos, como a falta de uma avaliação própria de técnicos da agência para checagem de desempenho desses contratos, além de precariedade na estrutura de suas regionais, ausência de manuais de fiscalização e capacitação limitada de funcionários. "Fiscais da ANTT não dispõem de instrumentos para avaliar o cumprimento de parte dos parâmetros de desempenho estabelecidos no plano anual de fiscalização e, por isso, utilizam os dados apontados pelas concessionárias nos relatórios de monitoramento das rodovias", diz o relatório. Nas unidades regionais, foram verificadas falta de acesso à internet nos postos de fiscalização, carência de equipamentos (computador, carro, coletes de segurança etc.) e dificuldades para a manutenção da frota de veículos. Outro agravante é a falta de critérios para uso das verbas de fiscalização repassadas para a agência. Essa verba tem seu valor definido em contrato e compõe o custo final da tarifa de pedágio praticada pela concessionária. Os dados da ANTT apontam que a verba de fiscalização recolhida em 2012 foi de R$ 71 milhões, mas o valor dos investimentos pela agência não ultrapassou R$ 11 milhões. "Tal desproporção entre valores recolhidos e aplicados denota incongruência, pois o usuário desembolsa recursos para um serviço - fiscalização da qualidade do serviço ofertado pela concessionária -, porém não recebe o retorno adequado", diz o relatório. O levantamento do TCU se concentrou nas operações da Superintendência de Exploração da Infraestrutura Rodoviária (Suinf), uma divisão da ANTT. Participaram do levantamento todo o corpo técnico da agência, incluindo fiscais de campo, funcionários que atuam em postos de fiscalização, servidores da sede em Brasília e de outras cinco unidades regionais. Uma das consequências da fiscalização precária, aponta o relatório, é o alto índice de obras obrigatórias que as concessionárias deixaram de executar nos últimos anos. Na média, atesta o tribunal, o descumprimento do cronograma de obras chega à média de 80% nos últimos anos. Foram constatadas diversas situações onde obras deixaram de ser executadas, mas as concessionárias não sofreram aplicação de multas ou apuração de responsabilidade. Quando a auditoria foi realizada, a secretaria de infraestrutura rodoviária da ANTT detinha um passivo de 392 processos de aplicação de penalidade sem conclusão. O TCU deteve-se na análise de 32 desses casos. Constatou que o tempo médio gasto entre a verificação do descumprimento contratual e a autuação pela ANTT chegou a 300 dias. Um dos casos analisados chegou a acumular três anos e quatro meses entre a checagem da irregularidade e a efetiva abertura do processo. Em pelo menos 12 dos 32 processos examinados, esse hiato é superior a um ano. No processo, o TCU apresenta uma série de determinações à ANTT, todas com prazo de 60 dias para cumprimento. O tribunal exige que a agência apure as responsabilidades para punição das concessionárias que negaram ou dificultaram o acesso dos fiscais da agência, além de solicitar a instauração de processo disciplinar para investigar as causas na demora de aplicação de multas. A agência também foi obrigada a elaborar um manual de fiscalização e apresentar um plano de ação com atividades, prazos e responsáveis para melhoria da fiscalização. Criada em 2001, a ANTT é a autarquia responsável pela fiscalização de mais de 5,2 mil km de estradas, trechos distribuídos em 15 contratos de concessões realizados na década de 90 e nos anos Categoria: Infra-estrutura e Habitação

3 Autor: André Borges

4 Rio Tinto anuncia plano de corte de gastos nos próximos dois anos VALOR ECONÔMICO - EMPRESAS - SÃO PAULO - SP - 04/12/ Pág B4 A mineradora anglo-australiana Rio Tinto revelou planos de cortes acentuados nos gastos ao longo dos próximos dois anos como parte da estratégia para diminuir a dívida acumulada durante a significativa expansão de suas operações de mineração no mundo. Grandes empresas de recursos naturais como a Rio Tinto estão tentando fortalecer seus balanços e proteger os lucros diante da queda dos preços de muitas commodities causada pelo esfriamento do boom da mineração que durou dez anos. A produtora de minério de ferro Vale divulgou esta semana um orçamento mais magro para os investimentos em cerca de 20% menor que o de 2011, que foi recorde. A Rio Tinto vai cortar seu orçamento de despesas de capital para US$ 8 bilhões em 2015, disse o diretor-presidente Sam Walsh, numa apresentação para investidores em Sydney. Neste ano ele é de US$ 14 bilhões e, no próximo, será de US$ 11 bilhões. Walsh disse que os gastos de 2012, de mais de US$ 17 bilhões, se tornarão provavelmente os maiores de todos os tempos. "É muito dinheiro e precisamos baixar o capital para níveis mais normais", disse ele a jornalistas depois da apresentação, sugerindo que algo entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões seja um nível mais sustentável para o grupo, com sede em Londres. Os executivos da Rio Tinto querem cortar a ampla dívida acumulada durante a expansão de sua rede de minas e infraestrutura em dezenas de países ao redor do mundo, incluindo Austrália, Estados Unidos e Mongólia. A Rio Tinto é a segunda maior produtora de minério de ferro do mundo, depois da Vale, e conta com a produção de aço para gerar a maior parte de seus ganhos. "No meio do ano [de 2013] anunciamos que tínhamos US$ 22 bilhões de dívida", disse Walsh. "Para mim, esse valor é um pouco pesado e gostaria de reduzi-lo para que possamos ter flexibilidade para fazer as coisas", o que poderia incluir outras aquisições quando a dívida estiver em níveis mais confortáveis, disse. A Rio Tinto vai tentar reduzir sua dívida líquida para algo em torno de US$ 15 bilhões nos próximos dois anos, acrescentou. Agências de classificação de risco como Standard & Poors já avisaram que a empresa corre o risco de perder sua nota A se não tiver sua dívida sob controle. A Rio Tinto não é a única mineradora que está priorizando a redução do endividamento no próximo ano. A Fortescue Metals Group, outra grande produtora de minério de ferro, está acelerando o pagamento de empréstimos à medida que finaliza a expansão de suas operações na região de Pilbara, na Austrália, rica em recursos. O presidente do conselho da Fortescue, Andrew Forrest, disse recentemente que a resistência dos preços do minério de ferro, apesar da desaceleração do crescimento econômico chinês, tem permitido amortizações mais rápidas do que os gestores previam. O minério de ferro está sendo negociado a cerca de US$ 137 a tonelada, valor que ficou praticamente estável nos últimos quatro meses, enquanto o de outras commodities, como ouro e níquel, caíram. Os lucros da Rio Tinto têm sido pressionados pelo recuo dos preços das commodities. O lucro líquido no primeiro semestre caiu 71%, para US$ 1,72 bilhão, comparado a um ano antes. Essa queda nos preços forçou grandes empresas de mineração a reduzirem custos e engavetar projetos, enquanto respondiam a novas demandas dos investidores para aumentar os retornos depois de anos de investimento pesado na expansão de minas e aquisições. As baixas contábeis no valor de ativos no ano passado foram provocadas, em grande parte, por aquisições caras e em momentos ruins, incluindo a compra da fabricante de alumínio canadense Alcan, por US$ 38 bilhões, no auge do mercado, em A redução do orçamento da Rio Tinto se concentrará em projetos nas divisões de minério de ferro e cobre, com a estimativa de poucos gastos em divisões como alumínio ou energia, disse Walsh. A empresa anglo-australiana pretende investir cerca de US$ 2 bilhões para aumentar a produção anual de minério de ferro na Austrália em 25%, para 360 milhões de toneladas, nos próximos anos. Isto é menos da metade do valor inicialmente estimado, já que foca em reservas minerais perto de operações existentes em vez de explorar novas minas, de acordo com planos divulgados na semana passada.

5 Walsh disse ontem que a Rio Tinto já está cortando custos mais rapidamente do que o esperado. A empresa reduziu os custos de caixa operacional em US$ 1,8 bilhão nos primeiros 10 meses do ano e deve atingir a meta de economizar US$ 2 bilhões em A empresa tem o objetivo de cortar mais de US$ 5 bilhões em custos até o fim do próximo ano. A Rio Tinto cortou gastos com projetos de exploração e avaliação no valor de US$ 800 milhões entre janeiro e outubro, superando a meta de US$ 750 milhões para o ano todo. Autor: Rhiannon Hoyle Categoria: Legislação / Mineração

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