ESPORTE E MULHER EM GOIÁS (1930/1945)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESPORTE E MULHER EM GOIÁS (1930/1945)"

Transcrição

1 ESPORTE E MULHER EM GOIÁS (1930/1945) Pollyana Nascimento de Paula 1 Resumo: Tal artigo consiste no projeto de pesquisa, que esta em andamento para a construção da dissertação de mestrado em Direitos Humanos, da Universidade Federal de Goiás. Situa-se no campo da História Social, da História das Mulheres e na promoção dos Direitos Humanos, desenvolvida através da análise documental em fontes primárias e secundárias. A questão da pesquisa foi suscitada por resultados de uma pesquisa anterior, referente a História do Esporte em Goiás, que apontou para período de 1930 a 1945, como uma época de grandes transformações em Goiás, com implicações em todos os setores, inclusive nas práticas esportivas. Tem-se como questão principal: Como se deu a inserção, presença e participação da mulher, no esporte em Goiás, em tal período? Pretemde-se, portanto, observar a História do Esporte em Goiás, investigando a participação e os modos de inserção da mulher nas práticas esportivas em tal período, visando colaborar com a história regional e com o conhecimento e reconhecimento das mulheres como sujeitos históricos. Nos referenciamos principalmente em Dias (2012) sobre a História do Esporte em Goiás; Chaul (1999) sobre a construção e mudança da capital de Goiás; Burke (1992) e Perrot (1988) em relação a escrita da História e os Excluídos da História; e Scott (1992), em relação ao categoria de gênero para análise histórica e a História das Mulheres. Palavras-chave: Esporte feminino; Estado de Goiás; História das Mulheres; Questões de Gênero. Introdução Este estudo articula-se com a pesquisa sobre a História do Esporte em Goiás, desenvolvida com apoio do CNPq e do Ministério do Esporte, coordenadas pelo Prof. Dr. Cleber Dias. Essas pesquisas têm já apontado para o período entre 1930 e 1945 como uma época de grandes transformações em Goiás, com implicações em todos os setores, inclusive, nas práticas esportivas. No mesmo sentido, observa-se que o ano de 1930 foi um momento de expansão capitalista em locais que ainda não tinham se inserido no mercado nacional. Pedro Ludovico Teixeira, interventor federal de Goiás à época, nomeado por Getúlio Vargas, busca uma ascensão política criando estratégias para inserir Goiás no mercado nacional, ampliando o processo de acumulação capitalista na região. Investiu-se, nesse sentido, na ideia da mudança do local da capital goiana, algo que vinha sendo ventilado desde o Império, mas que naquele momento, ia ao encontro dos interesses de Vargas, interessado em implementar economias de mercado no interior do Brasil. Assim, Goiás foi cada vez mais incorporado nessa nova estrutura em formação. Nesse contexto, o 1 Mestranda no Programa de Pós Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos, UFG, Goiânia/Goiás. Licenciada em Educação Física, UFG, Goiânia/Goiás. 1

2 Estado investiu também na educação e na higiene. Percebe-se, então, que as concepções higiênicas aconteceram também aqui no Estado de Goiás e as práticas esportivas foram artifícios facilitadores para a promoção desse ideário de higiene e educação do corpo. (CHAUL, 1999). Todavia, as práticas esportivas sempre tiveram forte conotação masculina, associadas a noções de força, agilidade e rigidez, características que muitas vezes contrariam os papéis hegemonicamente designados para o gênero feminino, as mulheres tenderam, em todas as partes, a ter certa dificuldade em participar de diversas modalidades. Tais papéis de gênero são até hoje impostos pela sociedade, dificultando, em certa medida, a autonomia e emancipação feminina, em geral, o que é particularmente agudo nos campos de esportes. Não por acaso, diversas lutas femininas, em diversos âmbitos da sociedade, tem ocorrido, a fim de garantir mais direitos à participação feminina (SOARES, 2004, p.45). Considerando a importância dos estudos históricos, estaremos atentos ao passado, pois é aí que grandes doutrinas e seus principais conceitos acerca dos direitos humanos encontram sua origem e explicação (DALLARI, 2004, p.22). Analisar a história da mulher no esporte em Goiás equivale a analisar também o cotidiano desse grupo social, suas estratégias de luta, bem como os mecanismos de poder e disciplinamento. Desse modo, ampliar e aprofundar temas concernentes do mundo esportivo faz se mister em razão de uma esfera cultural e social reveladora de um campo em que ocorrem profundas transformações nas formas de pensar, agir e de se representar na humanidade (PIRES, JÚNIOR E HONORATO, 2008, p.10,11). Somam-se a isso as limitações da historiografia goiana, que sofre ainda dificuldades de preservar a própria memória. Não por acaso, encontra-se facilmente diversas referências sobre a história do esporte nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Enquanto isso, quase nada se tem referente à Goiás. Regiões política e economicamente mais dinâmicas acabam sendo consideradas de maior importância, capazes de representar todo o país. A história de regiões periféricas, por outro lado, acabam sendo relativizadas e em certa medida até menosprezadas. Metodologia Este estudo realiza-se atualmente como projeto de pesquisa da dissertação de mestrado no âmbito do Programa de Pós Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos, situado na linha de pesquisa Práticas e representações sociais de promoção e defesa dos Direitos Humanos, da Universidade Federal de Goiás. Seu prazo de realização é um período de 24 meses, entre agosto 2012 e agosto de

3 As expectativas desse trabalho é a de recuperar a história da participação feminina no esporte em Goiás, durante o período de 1930 à 1945, observando como mudanças sociais, culturais e políticas ocorridas no Estado, implicaram transformações em diversos âmbitos, incluindo aí as práticas esportivas. Assim, esperamos colaborar com a história regional de Goiás e com o reconhecimento das mulheres como sujeitas sociais e históricas, uma vez que estas, em muitas vezes não aparecem como tal. Trata-se então, de um estudo no campo da História Social e da História das Mulheres, na promoção dos Direitos Humanos, realizado através de uma pesquisa documental e bibliográfica. A pesquisa história, é divide em três etapas, de acordo com Rüsen (2010), sendo elas: heurística, crítica e interpretação. A heurística se dá na localização, reunião, examinação e classificação dos dados coletados pelo pesquisador. Aqui, mais especificamente, os dados foram coletados 2 em alguns jornais da época, tais como o Correio Official, Voz do Povo, Folha de Goiás, O Lar e O Popular, que nos servirão como principais fontes primárias. Boa parte desse material pode ser encontrado no Arquivo Histórico Estadual de Goiás, no Centro de documentação da Organização Jaime Câmara, no Museu da Imagem e do Som, na Hemeroteca Digital Brasileira e também nos arquivos históricos existentes nas cidades do interior de Goiás, nomeadamente Goiás Velho, Catalão e Ipameri. Além disso, também serão buscadas referências bibliográficas de diversos autores que nos trazem contribuições sobre o tema. O propósito dessa etapa da pesquisa é identificar informações históricas relacionadas a práticas esportivas femininas no Estado de Goiás, bem como seu respectivo contexto. A crítica, se consiste na verificação da veracidade ou contradições encontradas nos fatos dos dados coletados. E a interpretação, se constitui na construção de uma teia de informações, divididas em categorias escolhidas de acordo com os temas relevantes que foram aparecendo durante a leitura dos fatos e informações dos dados coletados. Onde sintetizamos, as informações garantidas pela crítica das fontes sobre o passado humano. Ela organiza as informações das fontes em histórias. Elas a insere no contexto narrativo em que os fatos do passado aparecem e podem ser compreendidos como história (RÜSEN, 2010, p. 127). O propósito desta etapa é melhor compreender os acontecimentos históricos, observando qual era o lugar da mulher e do esporte na sociedade goiana e qual lugar de Goiás, no cenário nacional. Para tanto, foram coletados dados dos anos anteriores ao recorte temporal proposto. A análsise dos dados será feita através da Análise do Discurso. A fim de identificar através de uma 2 Através de fotografias e fichamentos. 3

4 análise critica do discurso dos registros históricos em que se têm notícias da presença feminina nos esportes visa ampliar o entendimento a respeito desse processo, a fim de entendermos como se deu, de fato, a presença, inserção e participação das mulheres nessas práticas. Nesse sentido, a construção da dissertação será divida, a priori, em dois períodos, onde um capítulo, terá o recorte temporal até 1936, antes da efetiva mudança da capital da Cidade de Goiás, para Goiânia (1936). E outro capítulo, trás o recorte temporal entre 1937 a 1945, se constituindo entre o primeiro ano da cidade de Goiânia como a nova Capital do estado de Goiás e o ano do golpe de Estado, anunciado por Getúlio, instaurando uma nova ordem no Brasil (1937) até 1945, que o último ano do governo da Era Vargas. E ainda outros capítulos referentes a Revisão de Literatura, Referencial Teórico Metodológico. No atual momento, estamos construindo o Referencial Teórico Metodológico. Resultados e Resultados esperados Espera-se compreender como se deu a presença, inserção e participação goiana na História do Esporte em Goiás. Para tanto, faremos uma análise da conjuntura geral para entendermos qual era o lugar da mulher e do homem brasileiros no recorte temporal a ser estudado e ao mesmo tempo, observar também, qual era o lugar da mulher e do homem goianos, nesse mesmo período. Juntamente com todo o desenrolar social, uma vez que entendemos aqui, que a história da mulher não se faz separa da história dos homens ou história regional. Um olhar acerca do lugar das Mulheres Brasileiras Meados da década de 30. Em meados do século XIX, não se tem registros de lutas femininas, pelo fim das desigualdades entre os sexos, tanto na vida social, quanto esportiva. Já início do século XX, as identidades e os direitos ainda eram mais rígidos, porém, com o passar do tempo, essa predestinação passou a ser questionada e desmontada, em razão de diversas mobilidades sociais, e de mudanças históricas que se refletiam por toda sociedade ocidental (KNIJNIK, 2010, p.26). Nesse momento, Tradições sendo refutadas, novas ideologias surgindo, a negação das religiões tradicionais; as revoluções sociais e de costumes foram aos poucos transformando-o mais flexível e aberto, em contraste com o dos séculos e mesmo com o de décadas passadas. (KNIJNIK, 2010, p.26) 4

5 Essas grandes transformações sociais, sobre o direito das mulheres, foram conquistadas principalmente através das lutas dos movimentos feministas. O século XX anuncia um tempo novo, de modernidades, onde a mulher brasileira da elite inicia sua emancipação na sociedade, cada vez mais, inserindo-se no espaço público, buscando o conhecimento e reconhecimento dos seus direitos (MOURÃO, 2000, p7). Esses movimentos se deram através de ações contra a opressão e discriminação feminina, encontrando uma maior visibilidade e expressividade no movimento que tinha como objetivo o voto das mulheres, que ficou conhecido como a primeira onda do movimento feminista. (LOURO, 1997), que o terá, [...] no desdobramento a assim denominada "segunda onda" aquela que se inicia no final da década de 1960 que o feminismo, além das preocupações sociais e políticas, irá se voltar para as construções propriamente teóricas. No âmbito do debate que a partir de então se trava, entre estudiosas e militantes, de um lado, e seus críticos ou suas críticas, de outro, será engendrado e problematizado o conceito de gênero. (LOURO, 1997, p.15). O objetivo maior desses movimentos foi então, dar visibilidade à presença da mulher na história, tornando-a presente nos diversos âmbitos sociais, rompendo com a imagem e representação da mulher, como dona do lar. Para Louro, 1997, essa invisibilidade como sujeito, fez com que as mulheres fossem segregadas das instâncias sociais e políticas por muito tempo, como se elas ficasse restritas a esfera privada, enquanto na verdade, Sem dúvida, desde há muito tempo, as mulheres das classes trabalhadoras e camponesas exerciam atividades fora do lar, nas fábricas, nas oficinas e nas lavouras. Gradativamente, essas e outras mulheres passaram a ocupar também escritórios, lojas, escolas e hospitais. Suas atividades, no entanto, eram quase sempre (como são ainda hoje, em boa parte) rigidamente controladas e dirigidas por homens e geralmente representadas como secundárias, "de apoio", de assessoria ou auxílio, muitas vezes ligado à assistência, ao cuidado ou à educação. As características dessas ocupações, bem como a ocultação do rotineiro trabalho doméstico, passavam agora a ser observadas. Mais ainda, as estudiosas feministas iriam também demonstrar e denunciar a ausência feminina nas ciências, nas letras, nas artes. (LOURO, 1997, p.17) Nesse contexto, muitas mulheres vão fundar revistas, jornais, promover festas e eventos, encontros de estudos, etc., mas ainda eram excluídas do mundo acadêmico e os movimentos tentavam integrar o mundo feminino na esfera social, através do caráter político. Por muito tempo, lutaram pelas várias formas de trabalho, corpo, prazer, afetos, escolarização, oportunidades de expressão e de manifestação artística, profissional e política, modos de inserção na economia e no campo jurídico (LOURO, 1997, p.20). Assim, a maior parte da história das mulheres tem buscado de alguma forma incluir as mulheres como objetos de estudo, sujeitos da história (SCOTT, 1992, p.77). 5

6 A Era Vargas 3, foi marcada por um período de fortes preocupações com a regulamentação da vida da população. A década de 30 foi marcada por um forte processo de industrialização e modernização em todo Brasil. O Estado agora, gerenciava as relações sociais, que demandavam grandes medidas de controle da saúde pública, nacionalidade, força e virilidade da nação brasileira. As mulheres 4 nesse sentido, adquirem grande importância social, para constituição de um novo Brasil, onde agora ela sai das portas das fábricas, da militância, ou seja, do espaço público, persuadida pelo discurso ideológico do Estado que se firmava na idéia do mens sana in corpore sano, etc. (NAHES, 2007, p.18). Durante o governo de Vargas, a Constituição de 34 foi promulgada e pela primeira vez, as questões sociais 5 foram incorporadas. Nesse mesmo ano, foi eleita a Dra. Carlota Pereira de Queiroz, como a primeira Deputada Federal brasileira e além do voto feminino, através do novo código eleitoral, muitas políticas públicas específicas para mulheres e crianças foram criadas e através de, diversas medidas higiênicas, de assistência médica e social (previdência e pensões), de segurança alimentar, de promoção da educação física, do incremento da natalidade, eram situadas, nos discursos da época, umas em relação às outras, configurando um projeto de totalidade que visava coordenar as ações do Estado na formação da população. (OSTOS, 2009, p.45) A autora diz ainda que, que nesse período, as mulheres eram consideradas o signo da vida e através delas, a política de governo visava um novo brasileiro, um povo saudável; através delas, seria mais fácil implementar novas medidas pois, para a formação de um povo saudável, era preciso, não apenas higienizar os espaços e combater as epidemias, mas, também, educar as mulheres dentro desses modernos princípios de conservação e majoração da vida, já que caberia a elas assegurar, no plano doméstico, a aplicação de certos preceitos da medicina preventiva, da puericultura, da nutrição e da psicologia. (OSTOS, 2009, p.50) 3 O período de 1930 a 1945, também conhecido no Brasil como Era Vargas, foi uma época marcada pela força das ideias nacionalistas, que permearam as mais diversas instâncias da sociedade, constituindo o pano de fundo de muitas discussões e propostas políticas. A partir do marco da nacionalidade se desenvolveram inúmeros debates, dentre os quais aquele relativo à necessidade de preservação da natureza do país, através do uso racional dos seus recursos, e aquele voltado para a discussão sobre o papel das mulheres na sociedade brasileira. A natureza do país foi alvo de várias regulamentações que procuraram gerir sua exploração e preservação. Esse período também se destacou por uma forte valorização da família tradicional, de modo que a figura da mulher/mãe foi apontada como suporte da organização social, dando ensejo ao surgimento de diversas propostas em torno dos direitos e deveres das mulheres. (OSTOS, 2009, p. 9) 4 A realidade das mulheres operárias era muito diferente da realidade das mulheres da elite. 5 Para além das questões políticas, como por exemplo, a regulamentação as profissões e os direitos dos trabalhadores. 6

7 Nesse período também, nota-se a exigência de um novo e moderno modelo de escolarização, o que fortalecia a presença da mulher, nos grupos escolares, cursos normalistas, complementares e na prática do magistério, para atuação no ensino primário. A imprensa feminina 6, constitui um grande veículo de comunicação para as mulheres na regulamentação e controle de seus corpos, tendo uma função ideológica e disfarçada, e em muitas vezes nem eram escritas e/ou publicadas por mulheres (NAHES, 2007). E associadas a fotografia com texto imagético [...] as fotos de moda, beleza, decoração, temas relacionados à fantasia, ou ainda, aos mitos hollywoodianos, passam a ser a corporificação de um ideal a ser imitado. (NAHES, 2007, p.82). Diversas revistas e jornais eram consideradas leituras culturais para o público feminino burguês. Sendo que, a partir da Era Vargas, e mais acentuadamente no período do Estado Novo, passa a fazer, em suas matérias, uma campanha massiva de reforço do papel de mãe, de boa esposa, de dona de casa, enfim, o anjo do lar que não tem sexualidade e, portanto, devia repudiar sua condição de ser sexual, já que este era um papel destinado às mulheres excessivamente independentes ou às prostitutas que percorriam as cidades nos anos 20, vistas como o perigo venéreo e alvo predileto da sociedade higienista dessa década. (NAHES, 2007, p.111). Nesse período, portanto, vários seguimentos sociais, afirmam a representação e a imagem da mulher apontando para a necessidade de se impor um dever ser feminino, não apenas por uma questão de moral social e familiar, mas, também, como modo de garantir o progresso da nação através da formação de uma população numerosa, forte e civilizada. (OSTOS, 2009, p.70). Um olhar acerca do lugar da Mulher na História do Esporte em Goiás Primeiras décadas do século XX Em Goiás, as práticas esportivas já vinham acontecendo mesmo antes do crescente discurso de modernidade. De acordo com Dias (2012, p.8) 7, no final da primeira e ínicio da segunda década do século XX, várias organizações de times esportivos se formavam por várias localidades do estado de Goiás (Norte de Goiás, Anápolis, Pirenópolis, Pires do Rio, Ipameri e Catalão), que recebiam grandes influências dos uberabenses. Mas ainda para esse autor, o dinamismo econômico 6 A imprensa em geral visaria, ao conjunto do público e não a um sexo determinado, e se conceituaria como o verdadeiro jornalismo, lugar onde se lida com o fato político no lugar do entretenimento, da futilidade ou, ainda, da alienação, pois, para muitos, ainda hoje, imprensa feminina resume-se a revistas de moda, culinária, poesia, moldes e figurinos, horóscopo, consultório sentimental, contos, crônicas, reportagens, fofocas, jardinagem, educação infantil, saúde, maquilagem, dentre tantos outros assuntos que abordam o rotulado universo feminino. (NAHES, 2007, p.74). 7 DIAS, C. Primórdios do futebol em Goias -1907/ Revista de História Regional, Maringá, v.18, n.1, no prelo,

8 e crescimento demográfico [...] parecem ter sido algumas das circunstâncias históricas necessárias ao desenvolvimento do futebol [...]. O que para esse autor, elas foram, também, de grande importância para a disseminação dessas novas práticas. Práticas estas que viriam a ser, para além da política ambígua de Vargas, um ambiente de afirmação dessas mulheres, como sujeitas ativas e participativas da sociedade; ainda que esta sociedade e suas representações as empurrassem para os bastidores e para a pacividade dos acontecimentos, atribuindo grande parte dos méritos, aos homens, uma vez que a masculinidade é, também, afirmada através de atividades ativas. Nesse sentido, espera-se entender qual é o real lugar da goiana nos primórdios do esporte goiano. Esse lugar condiz com o que é representado como seu, ao longo da história? Como se deu a presença e inserção das goianas nessas práticas? Para tanto, até o momento 8 estamos entendendo como foram as relações sociais, simbolos e representações, antes da mudança da capital, onde essa mudança traz inúmeras simbologias e significados, tanto para as goianas e goianos, quanto para todos brasileiros e brasileiras. Conclusão Até o momento, pode-se concluir que a mulher goiana estava presente e participativa nas práticas esportivas goianas, desde seus primórdios, o que vem a contradizer com o imaginário social de que a mulher não participava de espaços e eventos públicos, sendo estas, unica e exclusivamente pertencente ao lar. É de se saltar aos olhos, uma vez que a sociedade goiana, ao que se parece vivenciava relações sociais bastante forte, ao que se diz respeito a religiosidade. Nesse sentido, entende-se que é importante entender os motivos que a mulher foi (é?) excluída, silenciada e invisibilizadas da história, principalmente em âmbitos socialmente construídos e representados como essencialmente masculinos. Mas o silêncio não significa ausência. Nesse sentido, construir a história das mulheres, através de suas próprias narrativas, sendo sujeitas ativas e protagonistas da sua própria história, é também um Direito Humano. Direito de serem cidadãs sociais da sua própria história, de se afirmarem como sujeitas legítimas de direito e história. E ainda, pode-se contribuir para uma nova visão de mulher no mundo contemporâneo, para tanto, o esporte não é um campo trivial. 8 Até o momento da construção deste artigo as análise de dados referente a tal período histórico, que ao final se concretizará na construção de um dos capítulos da dissertação, ainda não foi finalizada. 8

9 Entendendo ainda que se tais questões forem tratadas interdisciplinarmente, a partir de uma outra história das mulheres, tais paradigmas e representações sociais de naturalidade da exclusão e invisibilidade da mulher poderão ser superadas. Para tanto, entender a mulher enquanto sujeito social, ativa e participativa é uma questão que necessita ser tratada e historicizada em todos os âmbitos sociais e acadêmicos, para além do senso comum e dos papéis socialmente criados. Referências BITTAR, M.J.G. As três faces de eva na cidade de Goiás. Dissertação de Mestrado em História. UFG, Disponível em: <http://poshistoria.historia.ufg.br/uploads/113/original_bittar Maria_Jos Goulart._1997.pdf> Acesso: 19 Jan CARVALHO, M.M.; SANT ANNA T. Ações políticas feministas: A Federação Goyana pelo progresso feminino Um feito múltiplo da emancipação das mulheres em Goiás (Séc. XIX XX). Temporis [ação], Vol.1, N.9, Disponível em: < Acesso: 04 Fev CHAUL, N.F. A construção de Goiânia e a transferência da capital. 2ª edição Goiânia: Ed. da UFG, DALLARI, D.A. Um breve histórico dos direitos humanos. In: CARVALHO, J.S. (Org.) Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis, RL : Vozes, DIAS, C. Primórdios do futebol em Goiás -1907/ Revista de História Regional, Maringá, v.18, n.1, no prelo, KNIJNIK, J.D. Gênero: um debate que não quer calar. IN: KNIJNIK, J.D. (Org.) Gênero e esporte: masculinidades & feminilidades, Rio de Janeiro: Apicuri, p.: il. (Sport História). LOURO, G.L. Gênero, sexualidade e educação. Uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis, RJ : Vozes, MOURÃO, L. Representação social da mulher brasileira nas atividades físico-desportivas: da segregação a democratização. In: Movimento, Ano VII, nº13, 2000/2. NAHES, S. Revista Fon-Fon: A imagem da mulher no Estado Novo (1937/1945). São Paulo: Arte & Ciência, NEPOMUCENO, M.A. A ilusão pedagógica : Estado, sociedade e educação em Goiás. Goiânia: Editora da UFG, p., ilust. OSTOS, N.S.C. Terra adorada, mãe gentil: Representações do feminino e da natureza no Brasil da Era Vargas (1930/1945). Dissertação de mestrado. Programa de Pós-Graduação em História Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas UFMG, Disponível em: < Acesso: 18 fev

10 PERROT, M. Os excluídos da história. Rio de Janeiro: Ed. 2/Paz e Terra, PIRES, A.G.M, JÚNIOR, A.C, HONORATO, T. (Orgs.). Representações sociais e imaginário no mundo esportivo. Londrina: Lazer & Sport, RÜSEN, J. Reconstituição do passado. Brasília: Editora Universidade de Brasília, SANT ANNA, T. Noites abolicionistas : As mulheres encenam o teatro e a abusam do piano na cidade de Goiás ( ). Revista NIESC, Vol.6, SCOTT, J. A história das mulheres. In: BURKE, P. A escrita da história Novas perspectivas. Tradução: Magda Lope - SP: Ed. UNESP, SOARES, M.V.B. Cidadania e direitos humanos in.: CARVALHO, J.S. (Org). Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis, RJ : Vozes, Sport and woman in Goiás (1930/1945) Abstract: This article consists of the research project, which is ongoing for the construction of the dissertation on Human Rights, Federal University of Goiás is located in the field of Social History, Women's History and promotion of Human Rights, developed through documentary analysis in primary and secondary sources. The research question was raised by the results of previous research concerning the History of Sport in Goiás, which pointed to the period 1930 to 1945 as a time of great change in Goiás, with implications for all sectors, including sports practices. It has as main question: How did the insertion, the presence and participation of women in sport in Goiás, in this period? Pretemde, therefore, observe the History of Sport in Goiás, investigating the modes of participation and inclusion of women in sports practices in this period, in order to collaborate with regional history and the knowledge and recognition of women as historical subjects. We mention mainly in Days (2012) on the History of Sport in Goiás; Chaul (1999) on the construction and relocation of the capital of Goiás; Burke (1992) and Perrot (1988) compared the writing of history and Deleted History, and Scott (1992), in relation to gender category for historical analysis and the History of Women. Keywords: Female sport. Gender. Goiás State. Women's History. 10

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA Juliana Fabbron Marin Marin 1 Ana Maria Dietrich 2 Resumo: As transformações no cenário social que ocorreram

Leia mais

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s)

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) Kálita Tavares da SILVA 1 ; Estevane de Paula Pontes MENDES

Leia mais

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO Autor (unidade 1 e 2): Prof. Dr. Emerson Izidoro dos Santos Colaboração: Paula Teixeira Araujo, Bernardo Gonzalez Cepeda Alvarez, Lívia Sousa Anjos Objetivos:

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I TEXTO I Igualdade de Gênero no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher As desigualdades são sentidas de formas diferentes pelas pessoas dependendo do seu envolvimento com a questão. As mulheres sentem

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Círculo de Cultura: Eixo 1 - A educação que emancipa frente às injustiças, desigualdades e vulnerabilidades. EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Cezar Luiz De Mari

Leia mais

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, impactos e perspectivas.

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, impactos e perspectivas. VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, impactos e perspectivas. GT 03 - Gênero, trabalho, profissões e políticas sociais na América Latina, na atualidade:

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NA POLÍTICA BRASILEIRA

A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NA POLÍTICA BRASILEIRA CEFOR CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PROCESSO LEGISLATIVO MATÉRIA: METODOLOGIA CIENTÍFICA PROFESSOR: CARLOS AUGUSTO DE MEDEIROS GISLENE

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

(In)visibilidades fotográficas do mundo do trabalho: representações visuais e lacunas do visível nas imagens da Revista do Globo.

(In)visibilidades fotográficas do mundo do trabalho: representações visuais e lacunas do visível nas imagens da Revista do Globo. Mesa 24 (In)visibilidades fotográficas do mundo do trabalho: representações visuais e lacunas do visível nas imagens da Revista do Globo. Cláudio de Sá Machado Júnior Dentre as várias tipologias fotográficas

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

MULHER E UNIVERSIDADE: A LONGA E DIFÍCIL LUTA CONTRA A INVISIBILIDADE.

MULHER E UNIVERSIDADE: A LONGA E DIFÍCIL LUTA CONTRA A INVISIBILIDADE. 1 MULHER E UNIVERSIDADE: A LONGA E DIFÍCIL LUTA CONTRA A INVISIBILIDADE. Nathalia Bezerra FECLESC RESUMO: O presente trabalho tem por objetivo analisar o difícil acesso das mulheres ao longo da história

Leia mais

MANUAIS DE INSTRUÇÃO FEMININOS E A EDUCAÇÃO DAS MULHERES DÉCADAS DE 1950 E 1960

MANUAIS DE INSTRUÇÃO FEMININOS E A EDUCAÇÃO DAS MULHERES DÉCADAS DE 1950 E 1960 MANUAIS DE INSTRUÇÃO FEMININOS E A EDUCAÇÃO DAS MULHERES DÉCADAS DE 1950 E 1960 TOMÉ, Dyeinne Cristina (UEM) MACHADO, Maria Cristina Gomes (Orientadora/UEM) Este estudo é o resultado da dissertação de

Leia mais

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº2 Reconhecido pelo Decreto Federal n 82.413, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 1064, de 13.04.11 DOE

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Espírita. ENDEREÇO: Rua Joaquim Pires de Miranda SN Vila Grimpas Hidrolândia-GO. CEP: 75340-000.

IDENTIFICAÇÃO. Espírita. ENDEREÇO: Rua Joaquim Pires de Miranda SN Vila Grimpas Hidrolândia-GO. CEP: 75340-000. IDENTIFICAÇÃO INSTITUIÇÃO PROPONENTE: PROJETO CRESCER CHICO XAVIER - Obra Social do Centro Espírita Eurípedes Barsanulfo CNPJ: 26 943 563/0001-07 ENDEREÇO: Rua Joaquim Pires de Miranda SN Vila Grimpas

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº Reconhecido pelo Decreto Federal n 8.1, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 106, de 1.0.11 DOE nº 85

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

DESIGUALDADE RACIAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: DESAFIOS A ENFRENTAR Ricardo de Souza Janoario UFRJ Rita de Cassia de Oliveira e Silva UFRJ

DESIGUALDADE RACIAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: DESAFIOS A ENFRENTAR Ricardo de Souza Janoario UFRJ Rita de Cassia de Oliveira e Silva UFRJ 1 DES E PROFESSORES: DESAFIOS A ENFRENTAR Ricardo de Souza Janoario UFRJ Rita de Cassia de Oliveira e Silva UFRJ INTRODUÇÃO No Brasil, criou-se a ideologia da democracia racial para explicar que as oportunidades

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: UM ESTUDO DO SEU PROCESSO DE DIVULGAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: UM ESTUDO DO SEU PROCESSO DE DIVULGAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: UM ESTUDO DO SEU PROCESSO DE DIVULGAÇÃO Eliane Teresinha Gheno 1 - UNISINOS lilikagheno@gmail.com Fonte de financiamento: CAPES Resumo: O trabalho refere-se a uma análise documental

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul 1919 X Salão de Iniciação Científica PUCRS Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul Pâmela de Freitas Machado 1, Helena B.K.Scarparo 1 (orientadora) 1 Faculdade Psicologia,

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA Autora: Regina Coelli Gomes Nascimento - Professora do curso de História

Leia mais

FORÇA FEMINISTA NA CHINA

FORÇA FEMINISTA NA CHINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA DO SECULO XX FORÇA FEMINISTA NA CHINA DÉBORAH PAULA DA SILVA RECIFE

Leia mais

Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004

Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Lições de Cidadania - um Projeto em Construção Área Temática de Direitos Humanos Resumo No presente

Leia mais

JOGOS ESCOLARES E ESPORTE: DITANDO AS REGRAS PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR?

JOGOS ESCOLARES E ESPORTE: DITANDO AS REGRAS PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR? RESUMO JOGOS ESCOLARES E ESPORTE: DITANDO AS REGRAS PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR? Luís César Souza 1 Letícia de Queiroz Rezende 2 Ricardo Tavares de Oliveira 3 A presente pesquisa é realizada dentro

Leia mais

Edição Nº. 1, Vol. 1, jan-jun. 2012.

Edição Nº. 1, Vol. 1, jan-jun. 2012. A DUPLA JORNADA DE TRABALHO: REFLEXÃO SOBRE O VÍNCULO DA MULHER COM O TRABALHO DOMÉSTICO EM CONTEXTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE SOCIOLOGIA PARA O NÍVEL MÉDIO 1 Natalia Taiza Schmidt 2 RESUMO: O presente

Leia mais

O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA: ANÁLISE DO PLANO DE ESTUDO Melo, Érica Ferreira Melo 1 SILVA, Lourdes Helena 2

O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA: ANÁLISE DO PLANO DE ESTUDO Melo, Érica Ferreira Melo 1 SILVA, Lourdes Helena 2 O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA: ANÁLISE DO PLANO DE ESTUDO Melo, Érica Ferreira Melo 1 SILVA, Lourdes Helena 2 RESUMO Nos CEFFAs o processo de ensino e aprendizagem se

Leia mais

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA Área Temática: Direitos Humanos e Justiça Liza Holzmann (Coordenadora da Ação de Extensão) Liza Holzmann 1 Palavras Chave:

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO.

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. Resumo Paula Lopes Gomes - Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: paulagomes20@msn.com

Leia mais

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O TRAÇADO METODOLÓGICO DO PROGRAMA PROJOVEM ADOLESCENTE

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O TRAÇADO METODOLÓGICO DO PROGRAMA PROJOVEM ADOLESCENTE ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O TRAÇADO METODOLÓGICO DO PROGRAMA PROJOVEM ADOLESCENTE Perolina Souza Teles 1 Eixo temático: 01 Educação, Intervenções Sociais e Políticas Afirmativas RESUMO Este artigo é resultado

Leia mais

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA Josenilson Felizardo dos Santos 1 INTRODUÇÃO É possível compreender o papel da escola diante de todo o processo de ensino aprendizagem. E

Leia mais

ANÁLISE DOS CURRÍCULOS NAS CLASSES HOSPITALARES DO PROGRAMA SAREH-PARANÁ

ANÁLISE DOS CURRÍCULOS NAS CLASSES HOSPITALARES DO PROGRAMA SAREH-PARANÁ ANÁLISE DOS CURRÍCULOS NAS CLASSES HOSPITALARES DO PROGRAMA SAREH-PARANÁ Elismara Zaias Ercília Maria Angeli Teixeira de Paula Universidade Estadual de Ponta Grossa Programa de Pós Graduação em Educação-Mestrado

Leia mais

Processos de construção identitária, gênero e sexualidade de jovens alunas do ensino médio que vivenciam a prática do futebol

Processos de construção identitária, gênero e sexualidade de jovens alunas do ensino médio que vivenciam a prática do futebol Processos de construção identitária, gênero e sexualidade de jovens alunas do ensino médio que vivenciam a prática do futebol Resumo Karina de toledo araújo 1 O trabalho ora apresentado relata as principais

Leia mais

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Thayane Lopes Oliveira 1 Resumo: O tema Relações de gênero compõe o bloco de Orientação Sexual dos temas transversais apresentados nos parâmetros curriculares

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E O BANCO MUNDIAL

POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E O BANCO MUNDIAL POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E O BANCO MUNDIAL Christine Garrido Marquez 1 Ivone Garcia Barbosa 2 RESUMO A educação infantil vem gradativamente ocupando espaço na agenda internacional e a partir

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO

NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO 88 NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO FIRST NURSING CURRICULUM IN BRAZIL AND ARGENTINA: A COMPARATIVE STUDY EN PRIMER CURRÍCULO DE ENFERMERÍA EN BRASIL

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

A CULTURA DA VIOLENCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ESPAÇO DOMÉSTICO

A CULTURA DA VIOLENCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ESPAÇO DOMÉSTICO UNIFLU FACULDADE DE DIREITO DE CAMPOS PROGRAMA DE MESTRADO A CULTURA DA VIOLENCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ESPAÇO DOMÉSTICO LUZINARA SCARPE MORGAN CAMPOS DOS GOYTACAZES - RIO DE JANEIRO 2006/2007

Leia mais

GÊNERO E DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA

GÊNERO E DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA GÊNERO E DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA MACIEL, Talita Santana. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Filosofia e Ciências, Núcleo de Ensino.

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2016 Gestão 2014/2017

PLANO DE AÇÃO 2016 Gestão 2014/2017 INTRODUÇÃO O Plano de Ação do Sindicato-Apase adota como referencial de elaboração as Teses aprovadas no XI Fórum Sindical/2015, referendadas na Assembleia Geral Extraordinária Deliberativa de 11/12/2015.

Leia mais

63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. 10 a 15 de junho de 2011 UFG Goiânia, Goiás.

63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. 10 a 15 de junho de 2011 UFG Goiânia, Goiás. 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência 10 a 15 de junho de 2011 UFG Goiânia, Goiás. Comunicação, Ciência e Conservação do Cerrado: Mídia e Jornalismo na conscientização e

Leia mais

Discurso dos professores e professoras de educação física sobre o relacionamento de meninos e meninas

Discurso dos professores e professoras de educação física sobre o relacionamento de meninos e meninas Gênero e Sexualidade nas Práticas escolares ST. 07 Flavia Fernandes de Oliveira UGF Cátia Pereira Duarte UFJF Palavras-chave: Educação Física Gênero Discurso dos professores e professoras de educação física

Leia mais

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

IGUALDADE DE GÊNERO: UM BREVE HISTÓRICO DA LUTA PELO VOTO FEMININO NO BRASIL

IGUALDADE DE GÊNERO: UM BREVE HISTÓRICO DA LUTA PELO VOTO FEMININO NO BRASIL IGUALDADE DE GÊNERO: UM BREVE HISTÓRICO DA LUTA PELO VOTO FEMININO NO BRASIL Camila Assis Lemes (bolsista PIBIC/Fundação Araucária), Isabela Candeloro Campoi (Orientadora), Universidade Estadual do Paraná-

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

RELEMBRANDO OS FÓRUNS DE EJA RJ: PERSPECTIVAS ATUAIS

RELEMBRANDO OS FÓRUNS DE EJA RJ: PERSPECTIVAS ATUAIS RELEMBRANDO OS FÓRUNS DE EJA RJ: PERSPECTIVAS ATUAIS PRISCILA NUNES FRANÇA DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO), CARLA TATIANA MUNIZ SOUTO MAIOR (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO).

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Pesquisa A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais

A RELEVÂNCIA DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA: AS MUDANÇAS OCORRIDAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO MUNICÍPIO DE PALMAS (TO)

A RELEVÂNCIA DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA: AS MUDANÇAS OCORRIDAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO MUNICÍPIO DE PALMAS (TO) A RELEVÂNCIA DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA: AS MUDANÇAS OCORRIDAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO MUNICÍPIO DE PALMAS (TO) Nilde Cardoso de Oliveira Denise Aquino Alves Martins Universidade

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Eleições e Desigualdades de Gênero: Participação feminina e representação no legislativo brasileiro

Eleições e Desigualdades de Gênero: Participação feminina e representação no legislativo brasileiro Eleições e Desigualdades de Gênero: Participação feminina e representação no legislativo brasileiro Josimar Gonçalves da Silva Universidade de Brasília (UnB) Resumo: A discussão da representação das mulheres

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

A EDUCAÇÃO SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM UMA PROPOSTA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS.

A EDUCAÇÃO SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM UMA PROPOSTA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS. A EDUCAÇÃO SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM UMA PROPOSTA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS. Michele Ignacio Pires Orientadora: Profª Drª Aura Helena Ramos

Leia mais

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG 1 O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG O presente trabalho apresenta resultados preliminares de uma

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB (ASFORA, R. V. S.) - Raphaella Viana Silva Asfora/Autora ¹ Escola Superior da Magistratura

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

AS RELAÇÕES DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

AS RELAÇÕES DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS AS RELAÇÕES DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Deiseane Louise Santos Oliveira (PPGE/UFAL) Resumo A preocupação com a temática surgiu a partir de uma prática interventiva em que atuei como bolsista

Leia mais

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992.

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Aline Fabiane Barbieri Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez,

Leia mais

MIGUEL, L. F.; BIROLLI, F. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014

MIGUEL, L. F.; BIROLLI, F. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014 MIGUEL, L. F.; BIROLLI, F. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014 Karen Capelesso 4 O livro Feminismo e política: uma introdução, de Luis Felipe Miguel e Flávia Biroli, se vincula

Leia mais

As mulheres na gestão das federações esportivas no Brasil

As mulheres na gestão das federações esportivas no Brasil As mulheres na gestão das federações esportivas no Brasil Euza M. P. Gomes euzagomes@hotmail.com Universidade Salgado de Oliveira, Rio de Janeiro Ludmila Mourão ludmila.mourao@terra.com.br Universidade

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

UMA ABORDAGEM DA PROMOÇÃO DA SAÚDE E SUA RELAÇÃO COM A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 1

UMA ABORDAGEM DA PROMOÇÃO DA SAÚDE E SUA RELAÇÃO COM A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 1 UMA ABORDAGEM DA PROMOÇÃO DA SAÚDE E SUA RELAÇÃO COM A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 1 Cristiano Mezzaroba 2 RESUMO A proposta Promoção à Saúde compreende diferentes conhecimentos e estratégias de ação já bastante

Leia mais

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo MARTINS, André Ricardo Nunes. A polêmica construída: racismo e discurso da imprensa sobre a política de cotas para negros. Brasília: Senado Federal, 2011, 281p. O livro intitulado A polêmica construída:

Leia mais

Resumo executivo do Livro "Crianças Invisíveis - O enfoque da imprensa sobre o Trabalho Infantil Doméstico e outras formas de exploração"

Resumo executivo do Livro Crianças Invisíveis - O enfoque da imprensa sobre o Trabalho Infantil Doméstico e outras formas de exploração ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO - OIT PROGRAMA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL IPEC Resumo executivo do Livro "Crianças Invisíveis - O enfoque da imprensa sobre o Trabalho Infantil

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA ENSINO MÉDIO ÁREA CURRICULAR: CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS DISCIPLINA: HISTÓRIA SÉRIE 1.ª CH 68 ANO 2012 COMPETÊNCIAS:. Compreender

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

MÚSICA NA ESCOLA E FORMAÇÃO DOCENTE: OS PROFESSORES ESTÃO PREPARADOS?

MÚSICA NA ESCOLA E FORMAÇÃO DOCENTE: OS PROFESSORES ESTÃO PREPARADOS? MÚSICA NA ESCOLA E FORMAÇÃO DOCENTE: OS PROFESSORES ESTÃO PREPARADOS? 1259 Tatiane Mota Santos Jardim, Fábio Luiz da Silva Universidade Norte do Paraná UNOPAR. Londrina PR. E-mail: tati.jardim@hotmail.com

Leia mais

OS TEMAS TRANSVERSAIS GÊNERO E DIVERSIDADE NAS AULAS DE GEOGRAFIA

OS TEMAS TRANSVERSAIS GÊNERO E DIVERSIDADE NAS AULAS DE GEOGRAFIA OS TEMAS TRANSVERSAIS GÊNERO E DIVERSIDADE NAS AULAS DE GEOGRAFIA SILVA, Sueley Luana da Especialista em Geografia do Brasil pela UFG/CAC, aluna do Programa de Mestrado em Geografia/UFG/CAC/Bolsista Capes.

Leia mais

RESUMO OLIVEIRA, Daniela Adriana Garces de

RESUMO OLIVEIRA, Daniela Adriana Garces de RESUMO OLIVEIRA, Daniela Adriana Garces de. A resistência feminina travestida pela violência: histórias dos sujeitos femininos no Rio Grande do Sul. (PUCRS- Mestranda). Os papéis socialmente construídos

Leia mais

A HISTÓRIA DA ALFABETIZAÇÃO INFANTIL NA EDUCAÇÃO DE SÃO CARLOS (1964-1985)

A HISTÓRIA DA ALFABETIZAÇÃO INFANTIL NA EDUCAÇÃO DE SÃO CARLOS (1964-1985) 1 A HISTÓRIA DA ALFABETIZAÇÃO INFANTIL NA EDUCAÇÃO DE SÃO CARLOS (1964-1985) Larissa Mendes Gontijo Dornfeld Orientadora: Profª. Drª. Ester Buffa Mestrado em Educação Linha de Pesquisa: História, Filosofia

Leia mais

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP Resumo O propósito deste trabalho é apresentar o processo de constituição

Leia mais

A PRESENÇA MASCULINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES INTRODUTÓRIAS

A PRESENÇA MASCULINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES INTRODUTÓRIAS A PRESENÇA MASCULINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES INTRODUTÓRIAS Nilson Sousa Cirqueira 1 - UESB José Valdir Jesus de Santana 2 - UESB Grupo de Trabalho - Educação da Infância Agência Financiadora: Não

Leia mais

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, Impactos e Perspectivas.

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, Impactos e Perspectivas. VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, Impactos e Perspectivas. GT 18 - Psicología Social Del Trabajo en América Latina: Identidades y procesos de subjetivación,

Leia mais

Ementários de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso de Serviço Social (2007).

Ementários de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso de Serviço Social (2007). Anexo 1. Ementários de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso de Serviço Social (2007). I. Disciplinas Obrigatórias SOCIOLOGIA CLÁSSICA Os paradigmas sociológicos clássicos (Marx, Weber, Durkheim).

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E SAÚDE MENTAL ABSTRACT

SERVIÇO SOCIAL E SAÚDE MENTAL ABSTRACT SERVIÇO SOCIAL E SAÚDE MENTAL Sofia Laurentino Barbosa Pereira 1 Simone de Jesus Guimarães 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo fazer uma revisão teórico-crítica acerca do Serviço Social no campo

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES

OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES Luciana Borges Junqueira Mestranda Educação - UFSJ Écio Portes - Orientador RESUMO

Leia mais

A se acreditar no testemunho de seus contemporâneos, Maria Guilhermina Loureiro

A se acreditar no testemunho de seus contemporâneos, Maria Guilhermina Loureiro CONSIDERAÇÕES FINAIS A se acreditar no testemunho de seus contemporâneos, Maria Guilhermina Loureiro de Andrade foi uma mulher bastante conhecida na sociedade brasileira, pelo menos entre a imprensa e

Leia mais

Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro

Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro Vítor Quartezani 1 Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro Trabalho de Conclusão de Curso em Forma de Projeto

Leia mais

O COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS DE DOURADOS E O SEU LABORATÓRIO

O COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS DE DOURADOS E O SEU LABORATÓRIO O COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS DE DOURADOS E O SEU LABORATÓRIO (1958-1971) Inês Velter Marques Mestranda em Educação /Linha História, Memória e Sociedade/Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)/Programa

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Gênero e Violência contra a Mulher

Gênero e Violência contra a Mulher A essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos" Hannah Arendt Gênero e Violência contra a Mulher Não há como falar de violência contra a mulher se não falarmos antes da questão de gênero que

Leia mais

A PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR INFANTIL

A PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR INFANTIL A PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR INFANTIL Rita Melissa Lepre RESUMO: Neste breve artigo relataremos um extrato de uma pesquisa realizada com educadoras infantis que teve como tema as contribuições

Leia mais

PEDAGOGIA DE PROJETOS MANUAL DE ORIENTAÇÕES

PEDAGOGIA DE PROJETOS MANUAL DE ORIENTAÇÕES PEDAGOGIA DE PROJETOS MANUAL DE ORIENTAÇÕES 1 APRESENTAÇÃO Educadores(as) da Faculdade Canção Nova, Este Manual tem o propósito de aprimorar a aplicação da Pedagogia de Projetos nos períodos previstos

Leia mais

XIII Congresso Estadual das APAEs

XIII Congresso Estadual das APAEs XIII Congresso Estadual das APAEs IV Fórum de Autodefensores 28 a 30 de março de 2010 Parque Vila Germânica, Setor 2 Blumenau (SC), BRASIL A IMPORTÂNCIA E SIGNIFICÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE INTERDISCIPLINAR

Leia mais

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO Área de Conhecimento: Linguagens Componente Curricular: Educação Física Ementa A Educação Física no Ensino Médio tratará da cultura corporal, sistematicamente

Leia mais

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 (Orientador) Profa. Dra. Tatiana Machiavelli Carmo Souza 2 RESUMO O presente trabalho

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

As relações de gênero entre os trabalhadores da área da saúde. Introdução

As relações de gênero entre os trabalhadores da área da saúde. Introdução A presença da mulher nos cuidados em saúde ST. 27 Elenice Pastore Luisa Dalla Rosa Universidade de Passo Fundo Palavras-Chave: Relações de gênero flexibilização do trabalho saúde As relações de gênero

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero. Pesquisa O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais

GÊNERO E EDUCAÇÃO: DISCUTINDO A DOCILIZAÇÃO DOS CORPOS INFANTIS

GÊNERO E EDUCAÇÃO: DISCUTINDO A DOCILIZAÇÃO DOS CORPOS INFANTIS GÊNERO E EDUCAÇÃO: DISCUTINDO A DOCILIZAÇÃO DOS CORPOS INFANTIS TAINARA GUIMARÃES ARAÚJO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ (UESC) Resumo A construção das identidades de gênero constitui todo um processo

Leia mais

Educação e religião das mulheres no Brasil do século XIX: conformação e resistência

Educação e religião das mulheres no Brasil do século XIX: conformação e resistência Educação e religião das mulheres no Brasil do século XIX: conformação e resistência Lilian Sarat de Oliveira FTBAW Educação; emancipação; resistência; conformação ST 27 - Reconfigurações do público e do

Leia mais

A Pesquisa Crítica de Colaboração- aspectos teóricos-metodológicos da pesquisa

A Pesquisa Crítica de Colaboração- aspectos teóricos-metodológicos da pesquisa O BRINCAR NO PROCESSO DE REFLEXÃO CRÍTICA ENTRE PESQUISADORAS E COORDENADORAS DE CRECHES Resumo ABREU, Maritza Dessupoio de 1 - UFJF GOMES, Lilian Marta Dalamura 2 - UFJF SCHAPPER, Ilka 3 - UFJF Grupo

Leia mais

A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA AS MULHERES, DESIGUALDADE DE GÊNERO, EDUCAÇÃO E JUVENTUDE COMO CATEGORIAS DE ARTICULAÇÃO

A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA AS MULHERES, DESIGUALDADE DE GÊNERO, EDUCAÇÃO E JUVENTUDE COMO CATEGORIAS DE ARTICULAÇÃO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA AS MULHERES, DESIGUALDADE DE GÊNERO, EDUCAÇÃO E JUVENTUDE COMO CATEGORIAS DE ARTICULAÇÃO Ideojane Melo Conceição 1 - UNEB Grupo de trabalho - Educação e Direitos Humanos Agencia

Leia mais