QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: A QUESTÃO DE GESTÃO MUNICIPAL. Fernanda Ferreira Belo Rodrigues 1 Maria Marta Lopes Flores 2 INTRODUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: A QUESTÃO DE GESTÃO MUNICIPAL. Fernanda Ferreira Belo Rodrigues 1 Maria Marta Lopes Flores 2 INTRODUÇÃO"

Transcrição

1 QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: A QUESTÃO DE GESTÃO MUNICIPAL. Fernanda Ferreira Belo Rodrigues 1 Maria Marta Lopes Flores 2 INTRODUÇÃO Esta pesquisa procura analisar o ensino do município de Catalão no sentido de encontrar o significado da qualidade em educação. A discussão sobre a qualidade em educação implica o mapeamento dos diversos elementos necessários para qualificar, avaliar e precisar a natureza, as propriedades e os atributos desejáveis ao processo educativo, tendo em vista a produção, organização, gestão e disseminação de saberes e conhecimentos fundamentais ao exercício da cidadania. Com o processo de descentralização do ensino, que ocorreu de forma mais pontual em nosso país, a partir da década de 1980, os municípios passaram a ser responsáveis diretos pela qualidade da educação municipal, de modo que se torna relevante inquerir sobre essa qualidade. Para a realização deste trabalho, serão considerados os itens: condições de oferta de educação básica municipal; formação, profissionalização e ação pedagógica, acesso, permanência e desempenho escolar, gestão e organização do sistema escolar. A EDUCAÇÃO BÁSICA NO MUNICÍPIO DE CATALÃO Dados históricos demonstram a probabilidade da existência do povoado de Catalão desde os anos de Com o esgotamento da exploração da cana de açúcar no Brasil, a metrópole portuguesa partiu em busca de um artigo que viesse substituir a indústria canavieira. A exploração do ouro e de pedras preciosas, somadas ao interesse de escravizar o índio, condicionaram os bandeirantes a avançarem em direção à região central do país. Catalão foi, portanto, o primeiro ponto de pouso dos viajantes que vinham de São Paulo em direção aos vários povoados goianos (Mendonça, 1999). No decorrer de sua emancipação como cidade, pode se notar que o crescimento populacional que Catalão apresenta a partir da década de 1990, provavelmente se deu em função do processo de ampliação das atividades do setor mínero-industrial, que alterou a atividade produtiva nesse município. De acordo com estudos realizados por Mendonça (1998), uma das causas principais do êxodo rural nesse período, foi propiciada pela instalação de empresas mineradoras, no período compreendido entre 1970 e De um modo geral, em Catalão, destacam-se os pólos minero-químico e metal-mecânico, encontram-se sedes de empresas do ramo de mineração e de 1 Mestre em Educação, Professora CaC/UFG 2 Doutora em Educação, Professora CaC/UFG

2 fertilizantes, além de máquinas agrícolas e montadora de veículos, assim como do ramo de confecções. As recentes instalações de indústrias fora do núcleo central da região sudeste do país podem ser explicadas mais pela guerra fiscal do que por um processo planejado de expansão das áreas de produção, construído em meio a acordos de políticas industriais e de desenvolvimento regional baseadas na desregulamentação, privatização, abertura comercial e novas prioridades de aplicação do capital estrangeiro. A ampliação da participação de Catalão na produção industrial tem gerado um crescimento da renda per capita. O avanço da participação do PIB do município no PIB global do Estado, passou de 2,28% em 1999 para 3,51% em 2002, o que possibilitou ao município passar de 8º lugar para o 5º no ranking de participação da geração de riquezas do Estado de Goiás. Nessa conjuntura de desenvolvimento, a educação escolar em Catalão esteve atrelada, por um lado, às defesas e desejos de criação de escolas públicas para todos e, por outro lado, aos anseios de preservar escolas confessionais ou privadas, conforme a tradição religiosa local. Essa situação educacional marca a trajetória de construção de um sistema dualista de educação pública no Brasil, que na década de 1970, se constituiu atrelada à acordos internacionais, que resultaram numa Aliança para o Progresso. Houve nesse período do regime militar uma expansão da oferta de vagas em escolas públicas sem a contrapartida orçamentária, o que comprometeu seriamente a democratização do acesso e permanência dos alunos na escola e a construção de educação de qualidade, por outro lado, permitiu a expansão desordenada da rede de escolas particulares por todo o país. Fato que não se diferencia do restante do país, visto que na década de 1970, Em que pese à expansão da matrícula, os problemas crônicos da educação fundamental permaneceram, alguns até se agravaram, ao longo do período em estudo. A ampliação de oferta de vagas nas escolas públicas, portanto, se revestiu de um caráter meramente quantitativo, através da diminuição da jornada escolar e do aumento de turnos que comprometeram a qualidade do ensino. Ao lado disso, os gastos do estado com a educação foram insuficientes e declinaram dez pontos percentuais entre (Germano, 1994, 169). Na década de 1990, um marco nas discussões sobre educação foi criado pela Conferência Mundial de Educação para Todos organizada por entidades internacionais como o Banco Mundial, PNUD, entre outros. Os projetos e propostas de reformas educacionais, implementados no decorrer dessa década, visou implementar metas e princípios para solucionar os problemas sociais, educacionais e econômicos dos países pobres e populosos. Para isso, promoveu um discurso de defesa da relação entre educação e eqüidade social, onde a educação básica é vista como responsável pela contenção dos índices alarmantes de miséria e pela satisfação das necessidades básicas de aprendizagem. Nas décadas de 80 e 90 a descentralização do ensino, via municipalização foi intensificada. Tanto a vertente descentralizadora neoliberal como a vertente democrática ganham fôlego. A Constituição Federal de 1988, a Emenda Constitucional 14/96, sua regulamentação pela Lei 9424/96 e a LDB possibilitaram aos Municípios a construção dos seus sistemas de 2

3 ensino ou a realização de parcerias com o Estado para assumir o Ensino Fundamental. Documentos estaduais baseados na LDB, na regulamentação do FUNDEF e o Plano Plurianual também abriram caminho em Goiás, para a descentralização do ensino (Flores, 2007, p.94). Na seqüência de reformas educacionais, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional, nº 9394/1996 apresentou novas propostas de gestão da educação, de financiamento, de programas de avaliação educacional, de políticas de formação de professores, entre outras medidas, visando melhorar a qualidade da educação. A expansão da matrícula na educação básica, a partir dos anos finais da década de 1990, foi notável no Brasil, dando margem ao processo de democratização do acesso à escola (Frigotto, 2003, Oliveira, 2005). Mas essa democratização da escola tem garantido a permanência e a conclusão do ensino fundamental com sucesso? É nesse sentido que se procura investigar como tem se construído a educação de qualidade no município de Catalão em Goiás, diante desse contexto de mudança. Para responder a esta e outras questões é importante analisar os dados da educação a partir da década final de Os indicadores e dados da educação no município de Catalão apontam que instituições de educação básica vinculadas ao estado e ao município têm se mantido em um fluxo constante de atendimento. Conforme dados da Seplan/Go, a taxa de alfabetização tem se mantido em torno de 92%, índice considerado elevado. De modo geral, as escolas em atividades se mantêm em crescimento constante entre os anos de a 2005 (conforme a tabela 1). O mesmo ocorre com o número de salas de aulas e com o número de docentes atuantes na educação em Catalão. Em contrapartida há uma grande oscilação em relação ao número de alunos matriculados no decorrer dos anos analisados. Isso se repete com os alunos da educação pré-escolar, do ensino fundamental e do ensino médio. Há ainda que se considerar o registro de alunos em nível técnico nos últimos três anos e o apontamento do crescimento do atendimento das creches nos últimos dois anos. Tabela 1. INDICADORES EDUCACIONAIS DE CATALÃO* EDUCAÇÃO CATALÃO Escolas em Atividade Salas de Aula Docentes Total de Alunos Alunos da Educação Pré-Escolar Alunos da Classe de Alfabetização Alunos do Ensino Fundamental Alunos do Ensino Médio / Normal Alunos do Ensino Especial Alunos da Ed. Jovens/Adultos Alunos do Ensino Profissional (Nível Técnico) Alunos da Creche Seplan/Seplin, Goiás, *Dados da Educação Municipal e Estadual 3

4 O panorama apresentado pela educação em Catalão parece atender ao dispositivo legal de garantia de educação como um direito público subjetivo. O atendimento contempla todos os níveis de ensino, inclusive na modalidade de creches para a demanda da Educação Infantil. Conforme se percebe, o acesso a escolarização básica está sendo contemplado pelo município e pelo estado, mas esses dados não são suficientes para compreender a construção de uma educação de qualidade, é necessário, portanto, verificar mais detalhadamente a oferta de educação de qualidade no município de Catalão. OS DESAFIOS DA CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE EM CATALÃO O processo de expansão da oferta de educação tem lançado um desafio para a organização do ensino brasileiro. Nesse sentido, Oliveira (2005) afirma que é preciso compreender como tem sido construído um padrão mínimo de qualidade de ensino para as escolas públicas de educação básica, em termos de custo/qualidade. A LDB apresenta em seu texto formas de avaliação educacional que se propõe superar a repetência e a evasão escolar, situação que denuncia as péssimas condições de ensino no Brasil. Acabar com a evasão e a repetência garante uma educação de qualidade? Conforme podemos observar, as taxas de aprovação do ensino fundamental, mesmo sofrendo a pressão exercida pelo movimento da não reprovação escolar advindo de diferentes interpretações da LDB atual, têm apresentado uma oscilação que a mantém numa média constante, não apresentando variação significativa, de modo que na rede municipal, essa taxa tem se mantido entre 76.5% de aprovação. Nesse sentido, é importante questionar se a não reprovação escolar indica elevação da qualidade do ensino. Apesar dos indicadores educacionais no Brasil não serem satisfatórios em termos de quantidade e qualidade, verifica-se certo esforço, na última década, sobretudo quando da elaboração de legislação educacional, visando a melhoria da educação básica. É nesse contexto que surgiu a obrigatoriedade de se assegurar um padrão mínimo de qualidade de ensino, sendo que cabe à União contribuir com estados e municípios para tal, de modo a garantir uma equalização das oportunidades educacionais. Esse papel da União deve ser cumprido mediante assistência técnica e financeira aos estados, DF e aos municípios. Visando cumprir essa diretriz, a LDB, dentro de um regime de colaboração, reforçou o papel da União e ampliou as responsabilidades dos Estados, DF e municípios (art. 75), levando em conta a capacidade de atendimento e o esforço fiscal, por eles empreendidos (Oliveira, Amaral, Hizim, Ferreira, 2006,p. 3). Em Catalão, uma observação mais atenta possibilita verificar como está a oferta de matrícula no Ensino Fundamental, entre os anos de 1997 e 2006, o que permite verificar a relação entre oferta e manutenção do ensino fundamental nesse município. 4

5 Tabela 2. MATRÍCULA INICIAL DO ENSINO FUNDAMENTAL DO MUNICÍPIO DE CATALÃO POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA NO PERÍODO DE 1997 A 2006 ANO ESTADUAL MUNICIPAL PARTICULAR Fonte: SEE, INEP/MEC Sinopse Estatística da Educação Fundamental em Catalão, consulta em Conforme indica a tabela acima, em 1997 a Secretaria de Educação do estado de Goiás respondia por matrículas do ensino fundamental no município de Catalão enquanto a Secretaria Municipal de ensino respondia por Portanto, o estado de Goiás respondia por uma média de 80% (11.272) das matrículas escolares, uma vez que os dados apresentados não contemplam os números de matrícula da rede privada. Assim, o município respondia por matrículas, índice que não chegou a 20% do total de matrículas realizadas em Catalão nesse ano. A análise dos dados permite observar também que a atuação da Secretaria Estadual de Educação na oferta de vagas no município seguiu decaindo no decorrer de toda a década retratada na pesquisa. Por outro lado houve ampliação de forma considerável da rede privada frente à oferta de matrícula nos níveis de educação infantil e ensino fundamental. A redistribuição de matrícula no ensino fundamental em 2006 esteve na proporção de aproximadamente 23% (3006) para a rede privada, 24% (3.515) para a rede municipal e 53% (5.820) para a rede estadual. Esses dados sinalizam para a existência de um lento processo de municipalização do ensino, que por outro lado revelam um crescente processo de privatização por meio do crescimento do ensino particular. A municipalização tem sido uma forma de implementar a descentralização do ensino e de promover a responsabilização dos diferentes entes federados pela oferta de ensino. Nesse caso, é relevante inferir sobre quais fatores têm garantido a presença do estado de Goiás na oferta do ensino fundamental no município catalano. A tabela abaixo, analisa as taxas de abandono escolar no ensino fundamental em Goiás. Tabela 3 ESTADO DE GOIÁS: TAXAS DE ABANDONO DO ENSINO FUNDAMENTAL POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA % Abandono Dependência Total 13,7 13,7 12,9 11,0 10,4 9,6 Federal 0,5 0,0 0,2 0,0 0,0 0,0 Estadual 15,9 15,4 15,5 13,3 13,3 12,0 Municipal 12,9 13,6 11,7 10,3 9,3 10,0 Particular 0,7 0,8 1,4 1,1 1,7 1,1 Fonte: Secretaria da Educação de Goiás, 2007 Elaboração: SEPLAN-GO/SEPIN/Gerência de Estatística Socioeconômica consulta em

6 Esses dados sobre as taxas de abandono revelam que a queda se mantém numa média decrescente ao longo dos anos de 1998 a 2003, com semelhança em todas as dependências administrativas, apresentando um total de 9,6% de abandono no ensino fundamental, índice tecnicamente aceitável dentro da média geral brasileira. É preciso considerar que a educação escolar brasileira passou por uma adequação a partir dos anos de 1996, de modo a se organizar por níveis e modalidades, onde a educação infantil também passou a compor a educação básica. Em 2001 ainda existiam as classes de alfabetização, salas de aula destinadas à alfabetização das crianças, sendo que o estado, em Goiás, assumiu aproximadamente 10% do total de matrícula desse nível de ensino. O estado nesse mesmo ano, ainda ofereceu matrículas na educação de jovens e adultos, que correspondeu a vagas, representando 95% da oferta. A partir de 2004 não houve mais as classes de alfabetização e o estado deixou de oferecer matrículas na educação infantil em Goiás, notadamente, esse é um dos processos característicos da organização do ensino pós-ldb. A educação infantil no município de Catalão, ao longo da década de 2000 deixou de ser oferecida pelo estado. Em 1999 o estado respondia com 34% das matrículas na pré-escola e ainda mantinha classes de alfabetização. O município ofertou nesse mesmo período 46% das vagas na educação infantil e a iniciativa privada ficou com 20%. Em 2006, o município se responsabilizou por 66% das vagas, enquanto que a iniciativa privada assumiu aproximadamente 34% das matrículas, e conforme já foi apontado, o estado não ofereceu matrículas na educação infantil. Considerando que houve diminuição do número de matrículas de um modo geral, essa diminuição pode ser explicada pelos dados do Censo de 2006, que revelam correspondência com a mudança do perfil demográfico da população, com queda da taxa de natalidade. Outro fator a ser considerado é a integração da educação infantil ao sistema educacional, a partir de sua regulação como primeira etapa da educação básica, o que efetivamente tem ocorrido a partir de 2000, e tem revelado que há uma pressão equilibrada entre o número de crianças ingressando no sistema de ensino, na educação infantil e seu atendimento. A eliminação das classes de alfabetização provavelmente se deu pela sua integração ao ensino fundamental de 9 anos adotado tanto pelas escolas municipais quanto pelas escolas estaduais e privadas em Goiás e no Brasil. Com relação aos gastos por aluno por nível de ensino, essa medida política significa o total de recursos públicos investidos anualmente por aluno na rede pública por níveis/modalidades de ensino. Em 1999, a despesa com educação em Goiás apresentou um gasto médio de R$ 563,40 (Oliveira, 2005). Notadamente sabe-se que o padrão custo-aluno fixado visa garantir o direito à educação de qualidade, mas esse fato por si só não deixa claro a definição do que se pretende minimamente construir em termos de qualidade em educação pública. 6

7 GESTÃO E ORGANIZAÇÃO ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE CATALÃO Os dados coletados pela pesquisa referente ao município de Catalão ainda não são suficientes para definir adequadamente o processo de gestão e de organização escolar nesse município. Mas os resultados preliminares indicam que há muito a construir para se garantir uma gestão democrática que envolva toda comunidade escolar. Com relação à organização escolar em Catalão, a resolução do Conselho Municipal de Educação - CME - n. 008 de 18 de dezembro de 2003, implantou o ensino fundamental de 9 anos, conforme o que dita a Lei 9394 de 1996 e a lei Municipal n. 845/90 Lei Orgânica do Município. Ao estabelecer essa mudança na organização do ensino municipal, a partir de 2005, através da resolução n. 005, implantou-se também a organização do ensino em ciclos, em toda rede municipal de educação. Essas medidas têm promovido muitas mudanças na organização escolar e têm criado uma situação de insegurança entre os trabalhadores em educação, diante das medidas que estão sendo implantadas, que são construídas de maneira hierarquizada e centralizada, não apresentando formas mais democratizadas de participação da comunidade escolar. Notadamente, a gestão e a organização escolar, inseridas na forma atual de conceber a democratização da educação, passam pela necessidade de criação das leis orgânicas municipais e pela criação dos conselhos municipais, pois que estes promovem um repensar e um reorganizar a educação de forma responsável e coerente com as demandas do município e condizente com os determinantes legais (Souza e Faria, 2003). Assim, a composição do ensino no município de Catalão, conforme determinação da Lei Orgânica municipal de 2005 compõe-se Educação Básica e Educação de Jovens e Adultos, compreendendo o 1º e o 2º segmento do ensino fundamental. Desse modo, o município de Catalão tem ofertado matrículas também na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, podendo ser organizada em períodos ou módulos, desde que atendendo especificamente o segmento do ensino fundamental. O projeto político pedagógico da escola municipal segue os preceitos da resolução do CME e pressupõe uma elaboração que envolva a Unidade Escolar no sentido de desenvolver-se a partir de uma gestão democrática, assegurando a participação da comunidade escolar devendo ser encaminhado a Secretaria da Educação e Cultura para aprovação (Resolução do CME/Catalão, 2007). Nesse processo é preciso investigar como tem se dado a participação da comunidade escolar, dos professores, alunos e demais integrantes da escola na execução do projeto pedagógico e mesmo na gestão da educação (Paro, 1998, 2000). Conforme alguns dados obtidos em algumas escolas municipais, os professores elaboram os Projetos e Planos de aulas anuais seguindo o que determina os Parâmetros Curriculares Nacionais e os Referenciais Curriculares Nacionais para a educação infantil, de modo que em algumas escolas, os planos pedagógicos são meras cópias que as unidades escolares acabam trocando entre si. Portanto é preciso realizar uma investigação mais detalhada inclusive para saber 7

8 como se dá a construção do Projeto Político Pedagógico nas escolas do município de Catalão. De acordo com as informações da Secretaria Municipal de Educação, esta possui 99% dos professores com formação em nível superior, modalidade licenciatura plena. A Secretária de educação desse município afirma que o órgão considera de grande importância a qualificação profissional uma vez que esta é uma forma de assegurar uma educação de melhor qualidade para os alunos da rede municipal de ensino. Esclarece ainda, que tem investido na formação continuada dos professores, entendida como forma de melhorar a qualidade do ensino ministrado nas escolas municipais. Conforme é possível observar as condições de trabalho docente apresentam uma queda quanto a sua vinculação à dependência administrativa do estado, dado que por sua vez é crescente quando se refere à relação entre docentes e dependências municipais e mesmo na rede particular. Nesse caso é preciso considerar que o mesmo docente pode atuar em mais de um nível ou modalidade de ensino e em mais de uma escola, situação que representa uma intensificação da carga horária de trabalho e dificulta a participação docente nas atividades educacionais, no planejamento escolar e na gestão democrática da escola. CONSIDERAÇÕES FINAIS Os princípios de universalização da educação e de erradicação do analfabetismo, no Brasil, têm sido perseguidos ao longo de toda a história da educação e, especialmente a partir da década de 1990 quando princípios neoliberais passaram a acentuar a presença de conceitos como competitividade, eficiência e descentralização das decisões passem a marcar presença na organização da educação básica. Para transformar a educação em um bem que seja comum para todas as crianças em fase escolar, a descentralização do ensino em direção aos municípios foi uma decisão apontada como possível solução para resolver problemas estruturais da educação brasileira. Nesse caso, resolver problemas como a estrutura física, criar condições de oferta de matrículas nos vários níveis de ensino, adequar as formas de organização dos sistemas escolares em busca de qualidade da educação e, priorizar a questão da formação docente. Essas questões estão presentes na organização do ensino no município de Catalão. Quanto às condições de acesso à escola é importante enfatizar as movimentações nas últimas décadas em torno da questão do atendimento educacional, considerando que os números de atendimento têm crescido constantemente e que o atendimento em creches e nos primeiros anos do ensino fundamental tem sido contemplado pelo município. A existência de ensino superior nesta cidade, com predominância de cursos de licenciatura para a formação de professores nos conduz a inferir que houve desdobramentos no sentido da conquista da ampliação do atendimento no ensino fundamental e na educação infantil e de melhoria da qualidade desses níveis de ensino. 8

9 De acordo com os estudos realizados houve um aumento nas taxas de aprovação do ensino fundamental e um aumento na oferta desse nível pelo município em estudo, que segue acompanhando a tendência das políticas educacionais adotadas pelo governo federal a partir de 1990, qual seja: a diminuição do índice de reprovação e a descentralização do ensino em direção aos municípios. Vale ressaltar que o ensino fundamental no município de Catalão é atendido principalmente nas séries iniciais, sendo que do 6º ao 9º ano de escolaridade, este atendimento tem sido realizado pelas escolas mantidas pelo governo do estado de Goiás. Também merece destaque o fato da educação infantil ter sido totalmente assumida pelo município que é um atendimento mais oneroso, levando o município a ter maiores investimentos na educação. A educação infantil, estabelecida como direito da criança, atribuída como responsabilidade do município possibilita um atendimento mais próximo à clientela atendida, geralmente representada pela camada com menos poder aquisitivo. Embora o princípio de direito a educação infantil ainda precise ser instituído, enquanto direito de fato da população (ele precisa romper com a idéia de que creche e educação da criança de 3 a 6 anos estejam atreladas à questão da assistência às famílias carentes de recursos financeiros), o município tem assumido essa responsabilidade, e têm também, arcado com matrículas na educação de jovens e adultos, oferecida à população que não teve acesso ao ensino fundamental na idade regular. Resta ainda ressaltar que os dados levantados sobre a educação no município de Catalão ainda são preliminares, mas nos conduz a pensar que a educação municipal em Catalão tem procurado caminhos para atender positivamente ao que tem sido estabelecido por Lei. Sabe-se que a democratização da educação passa pela incorporação, pelos gestores educacionais, do princípio de que a educação não é um gasto, mas, sim um investimento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 24 de dezembro de BRASIL. Lei nº 9.424, de 24 de dezembro de Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério, na forma prevista no art. 60, 7º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Diário Oficial, Brasília, de 26 dez BRASIL. MEC/INEP. Censo Escolar: Sinopse Estatística da Educação Básica Brasília, BRASIL. MEC/INEP. Data Escola Brasil. Disponível em: <http://www. dataescolabrasil.inep.gov.br. Acesso em: março e abril de BRASIL. MEC/INEP. Mapa do Analfabetismo no Brasil. Brasília, BRASIL. MEC/INEP. O Desafio de uma Educação de Qualidade para Todos: Educação no Brasil Brasília,

10 BRASIL. INEP. Relatório Problematização da Qualidade na Pesquisa: Levantamento do Custo-Aluno Ano em Escolas da Educação Básica que Oferecem Condições para Oferta de um Ensino de Qualidade. Brasília, INEP, BRASIL. MEC/SEB. Plano de Qualidade para a Educação Básica. Diagnóstico e Ações para Elevar o Nível de Qualidade do Ensino nas Escolas Brasileiras. Brasília, MEC/SEB, FLORES, Maria Marta Lopes, Municipalização do Ensino em Goiás, Goiânia, UCG, FRIGOTTO, Galdêncio, CIAVATTA, Maria. Educação Básica no Brasil na Década de1990: Subordinação Ativa e Consentida à Lógica do Mercado. In: Educação e Sociedade, Campinas, vol. 24, n. 82, p , abril 2003). GERMANO, José Willington. Estado Militar e Educação no Brasil. São Paulo: Cortez, OLIVEIRA, João Ferreira e outros. O Custo/aluno Anual em Escolas Públicas de Qualidade no Estado de Goiás. FARENZENA, Nalú (Org.). Custos e Condições de Qualidade da Educação em Escolas Públicas: Aportes de Estudos Regionais. Brasília: INEP/MEC, OLIVEIRA, João Ferreira, AMARAl, Nelson Cardoso; HIZIM, Luciano Abrão; FERREIRA, Débora Leite. O Custo-Aluno Anual em Escolas Públicas de Qualidade no Estado de Goiás. Brasília, INEP PARO, V. A Gestão da Educação Ante as Exigências de Qualidade e Produtividade da Escola Pública. In: SILVA, L. A escola cidadã no contexto da globalização. Petrópolis: Vozes, Secretaria da Educação e Cultura para aprovação - Resolução do CME/Catalão, 2007, Victor Henrique. Qualidade do Ensino: A Contribuição dos Pais. São Paulo: Xamã, SOUZA, Donaldo Bello de & FARIA, Lia C. Macedo. Políticas, Gestão e Financiamento de Sistemas Municipais Públicos de Educação no Brasil: Bibliografia Analítica ( ). São Paulo: Xamã,

Ensino fundamenta - responsabilidade só dos Municípios?

Ensino fundamenta - responsabilidade só dos Municípios? Ensino fundamenta - responsabilidade só dos Municípios? O que prevê a legislação e qual tem sido a participação estadual, municipal e privada na oferta de educação básica no RJ? Nicholas Davies, prof.

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais RESULTADO DO CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2009 O Censo Escolar, realizado anualmente pelo

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE:

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE: EDUCAÇÃO INFANTIL I - META 1 DO PNE: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES

A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES Inajara Ramos 1, Lislene Nagaroto 2, Luciana Alves 3, Vera Lúcia Catoto Dias 4, Ana Maria

Leia mais

A reforma do Estado e novos desafios para a gestão educacional

A reforma do Estado e novos desafios para a gestão educacional Autor: Indira Alves França Orientador: Alicia Bonamino Título obtido: Mestrado Título da tese ou dissertação: Gestão Educacional em Tocantins Data de finalização: junho de 2007 Data de ingresso no curso:

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REDAÇÃO DO PROJETO DE LEI Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências. O Prefeito do Município de vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Faço

Leia mais

2. BREVE EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO SISTEMA EDUCACIONAL

2. BREVE EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO SISTEMA EDUCACIONAL 2. BREVE EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO SISTEMA EDUCACIONAL 2.1 ASPECTOS FUNDAMENTAIS ATÉ A PRIMEIRA METADE DO SÉCULO 20 Os analistas da educação brasileira afirmam que somente no final do Império e começo da República

Leia mais

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN PL 8035/2010 Plano Nacional de Educação 2011/2020 UMA POLÍTICA DE ESTADO Maria de Fátima Bezerra Deputada Federal PT/RN Presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal O PNE foi construído

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - 2015 Á 2025

PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - 2015 Á 2025 PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - 2015 Á 2025 Profº Esmeria de Lourdes Saveli Secretária Municipal de Educação 1. CONCEITO O Plano Municipal de Educação é um orientador da ação do município na política educacional.

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO Marcos Neves Comissão Central PDI do IFSC PNE EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL O art.

Leia mais

Educação Infantil ESTRATÉGIAS:

Educação Infantil ESTRATÉGIAS: Educação Infantil META 1: Ampliar a oferta de educação infantil de forma a atender, em 100% da população de 4 e 5 anos até 2016 e, até o final da década, alcançar a meta de 50% das crianças de 0 a 3 anos,

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES Rosilene Lagares PET Pedagogia/Campus de Palmas/Pedagogia/Mestrado em Educação/UFT/Capes roselagares@uft.edu.br

Leia mais

A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL?

A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL? Anais da Semana de Pedagogia da UEM ISSN Online: 2316-9435 XXI Semana de Pedagogia IX Encontro de Pesquisa em Educação 20 a 23 de Maio de 2014 A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL?

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

O ACESSO À EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL: Desafios e perspectivas

O ACESSO À EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL: Desafios e perspectivas 54ª Reunião Anual da SBPC Goiânia/GO Julho/2002 O ACESSO À EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL: Desafios e perspectivas João Ferreira de Oliveira (UFG) A universalização do acesso à educação superior constitui-se

Leia mais

Prezadas Senadoras, Prezados Senadores,

Prezadas Senadoras, Prezados Senadores, Carta 035/ 2015 Brasília, 12 de maio de 2015 Carta Aberta da Undime às Senadoras e aos Senadores integrantes da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal referente ao PLS 532/ 2009

Leia mais

CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010

CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 1 CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 O Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), constitui se em importante instrumento

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

Eixo 1 Políticas públicas, financiamento, avaliação e gestão da educação

Eixo 1 Políticas públicas, financiamento, avaliação e gestão da educação Eixo 1 Políticas públicas, financiamento, avaliação e gestão da educação OFERTA DE VAGAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: AS PARCERIAS/ CONVÊNIOS COM INSTUIÇÕES PRIVADAS COM FINS LUCRATIVOS Jaqueline dos Santos Oliveira

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades

Leia mais

Constituição Federal

Constituição Federal Constituição Federal CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 CONSTITUIÇÃO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - 1988 COM A INCORPORAÇÃO DA EMENDA 14 Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação

Leia mais

AS 20 METAS DO PNE COMISSÃO TÉCNICA DO PME VACARIA/RS

AS 20 METAS DO PNE COMISSÃO TÉCNICA DO PME VACARIA/RS AS 20 METAS DO PNE COMISSÃO TÉCNICA DO PME VACARIA/RS Meta 1: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS

POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS TRINDADE, Jéssica Ingrid Silva Graduanda em Geografia Universidade Estadual de Montes Claros Unimontes jessica.ingrid.mg@hotmail.com

Leia mais

INDICAÇÃO CME nº : 04/02 - Aprovada em 05/09/02 Plano Municipal de Educação. Relator : Conselheiro José Augusto Dias I - RELATÓRIO

INDICAÇÃO CME nº : 04/02 - Aprovada em 05/09/02 Plano Municipal de Educação. Relator : Conselheiro José Augusto Dias I - RELATÓRIO INDICAÇÃO CME nº : 04/02 - Aprovada em 05/09/02 Plano Municipal de Educação Relator : Conselheiro José Augusto Dias I - RELATÓRIO 1. Por quê o Plano Municipal de Educação? A idéia de planejamento da educação

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

OS PLANOS DE CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PRIMEIRO ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA: A FORMAÇÃO COMO UM ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR

OS PLANOS DE CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PRIMEIRO ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA: A FORMAÇÃO COMO UM ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR OS PLANOS DE CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PRIMEIRO ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA: A FORMAÇÃO COMO UM ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR Resumo O presente artigo é parte de um projeto de pesquisa

Leia mais

Pré-Escola, Horas-Aula, Ensino Médio e Avaliação

Pré-Escola, Horas-Aula, Ensino Médio e Avaliação 10 Pré-Escola, Horas-Aula, Ensino Médio e Avaliação Naercio Aquino Menezes Filho 1 INTRODUÇÃO Por muito tempo a educação básica foi esquecida pelos formuladores de políticas públicas no Brasil. Durante

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO VICENTE Cidade Monumento da História Pátria Cellula Mater da Nacionalidade

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO VICENTE Cidade Monumento da História Pátria Cellula Mater da Nacionalidade Cria o Sistema Municipal de Ensino e estabelece normas gerais para a sua adequada implantação. Proc. n.º 5193/02 PAULO DE SOUZA, Vice-Prefeito no exercício do cargo de Prefeito do Município de São Vicente,

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas dos indicadores selecionados pelo Ministério da Educação

Leia mais

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores;

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores; A POLÍTICA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARFOR: O PAPEL DOS FÓRUNS ESTADUAIS PERMANENTE DE APOIO A FORMAÇÃO DOCE Edinilza Magalhães da Costa Souza UFPA Resumo

Leia mais

TRAJETÓRIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO RIO DE JANEIRO

TRAJETÓRIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO RIO DE JANEIRO TRAJETÓRIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO RIO DE JANEIRO Resumo Liliane Albuquerque 1 - PUC-RIO Jéssica Castro 2 - PUC-RIO Grupo de Trabalho - Educação da Infância Agência Financiadora: CNPq O presente

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização PNLD 2014

Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização PNLD 2014 Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização Levantamento das questões de interesse Perfil dos alunos, suas necessidades e expectativas; Condições de trabalho e expectativas dos professores;

Leia mais

A Educação Infantil no Brasil: Desafios e Possibilidades. Prof. Ms. Maristela Gallo Romanini

A Educação Infantil no Brasil: Desafios e Possibilidades. Prof. Ms. Maristela Gallo Romanini A Educação Infantil no Brasil: Desafios e Possibilidades Prof. Ms. Maristela Gallo Romanini Para início de conversa... Para López (2007), no campo das políticas públicas brasileiras, há poucos estudos

Leia mais

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo.

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo. Capítulo II DA EDUCAÇÃO Art. 182. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada pelo Município, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013

ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013 ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013 1 Art. 3º. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: [...] Art. 3 O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

Leia mais

A UNIVERSALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL NO MUNICÍPIO DE CATALÃO GO

A UNIVERSALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL NO MUNICÍPIO DE CATALÃO GO 1 A UNIVERSALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL NO MUNICÍPIO DE CATALÃO GO Fernanda Ferreira Belo Rodrigues CAC UFG. ffbelo@hotmail.com Dulcéria Tartuci CAC UFG. dutartuci@brturbo.com.br

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Ensino Médio e Profissional

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Ensino Médio e Profissional Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Ensino Médio e Profissional Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário

Leia mais

AUniversidade terá um papel fundamental PARA MUDAR O BRASIL LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA MUDAR A EDUCAÇÃO. Eleições 98

AUniversidade terá um papel fundamental PARA MUDAR O BRASIL LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA MUDAR A EDUCAÇÃO. Eleições 98 Eleições 98 LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA MUDAR A EDUCAÇÃO PARA MUDAR O BRASIL Divulgação AUniversidade terá um papel fundamental na discussão, elaboração e implementação de um novo projeto nacional de desenvolvimento.

Leia mais

OS DESAFIOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PNE NA REDE MUNICIPAL

OS DESAFIOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PNE NA REDE MUNICIPAL OS DESAFIOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PNE NA REDE MUNICIPAL Maurício Fernandes Pereira PRESIDENTE DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA CATARINA PRESIDENTE DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO 1 SUMÁRIO 1. EDUCAÇÃO BÁSICA... 3 1.1. Educação Infantil...3 1.2. Ensino Fundamental...5 1.3. Ensino Médio...11 1.4. Educação de Jovens e Adultos...15 1.5.

Leia mais

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino Disciplina a organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Mococa e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL

Leia mais

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO NA ESCOLA: ANALISE DOS PPP DO COLÉGIO ESTADUAL PADRE CHAGAS E COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DA PALMEIRINHA, PELO PIBID- GEOGRAFIA 1 Resumo: Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana

Leia mais

SEMINÁRIO: PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA

SEMINÁRIO: PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA SEMINÁRIO: PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA Período: 23 e 24 de fevereiro de 2015 Local: Centro de Educação e Centro de Artes e Comunicação CAC Fórum Estadual de Educação

Leia mais

BRASILEIROS VÃO INVESTIR 13,5% A MAIS COM EDUCAÇÃO EM 2012

BRASILEIROS VÃO INVESTIR 13,5% A MAIS COM EDUCAÇÃO EM 2012 1 BRASILEIROS VÃO INVESTIR 13,5% A MAIS COM EDUCAÇÃO EM 2012 Antônio Eugênio Cunha* O brasileiro vai investir 13,5% a mais com educação em 2012 relativo ao ano anterior. Este é o levantamento divulgado

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005/2014

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005/2014 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005/2014 ANA VALESKA AMARAL GOMES E PAULO SENA Consultores Legislativos da Área XV Educação, Cultura e Desporto SETEMBRO/2014

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação

Leia mais

INDICAÇÃO CME Nº. 01/00 Aprovada em 21/12/2000.

INDICAÇÃO CME Nº. 01/00 Aprovada em 21/12/2000. CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Rua Prof. Felício Savastano, 240 Vila Industrial SJCampos-SP CEP 12220-270 Telefone (12) 3901-2000 Fax: 3901-2088 e-mail: cme@sjc.sp.gov.br INDICAÇÃO CME Nº. 01/00 Aprovada

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 11/1/2010, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 11/1/2010, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 11/1/2010, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Estudo Técnico n.º 3/12 Planejamento Governamental na Área de Educação Núcleo de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Esporte Claudio Riyudi Tanno Maio/2012 Endereço na Internet: http://www.camara.gov.br/internet/orcament/principal/

Leia mais

A construção da. Base Nacional Comum. para garantir. Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento

A construção da. Base Nacional Comum. para garantir. Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento A construção da Base Nacional Comum para garantir Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Política pública de Educação ESTADO dever de educar legislação planejamento instituições CIDADÃO

Leia mais

PUBLICADO DOC 27/09/2012, PÁG 85

PUBLICADO DOC 27/09/2012, PÁG 85 PUBLICADO DOC 27/09/2012, PÁG 85 PROJETO DE LEI 01-00415/2012 do Executivo (Encaminhado à Câmara pelo Sr. Prefeito com o ofício ATL 96/12). Aprova o Plano Municipal de Educação da Cidade de São Paulo para

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

RAIO X DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO ENEM

RAIO X DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO ENEM RAIO X DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO ENEM CARMO, Erinaldo Ferreira 1 - UFPE OLIVEIRA, Érica Patrícia Barbosa de 2 - UFPE XIMENES, Lavinia de Melo e Silva 3 - UFPE SILVA, Fernanda Maria da 4 - UFPE BRANDÃO,

Leia mais

SEMINARIO ENSINO FUNDAMENTAL NO ESPIRITO SANTO DIRETRIZES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

SEMINARIO ENSINO FUNDAMENTAL NO ESPIRITO SANTO DIRETRIZES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SEMINARIO ENSINO FUNDAMENTAL NO ESPIRITO SANTO DIRETRIZES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Antônio José Medeiros SASE/MEC 13/Julho/2011 Vitória/ES 1. UMA IDÉIA ANTIGA UMA TRADIÇÃO?

Leia mais

É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades das aulas 1 e 2 do Módulo IV do Curso, em que iremos tratar dos seguintes assuntos:

É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades das aulas 1 e 2 do Módulo IV do Curso, em que iremos tratar dos seguintes assuntos: EXERCÍCIO ANTECIPADO PARA O ESTUDO DIRIGIDO Módulo IV Aspectos Contemporâneos do Marco legal Profa. Maria José Lacerda Xavier Prezado (a) Aluno (a), É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades

Leia mais

Pesquisa inédita faz paralelo entre sistema de educação infantil português e brasileiro

Pesquisa inédita faz paralelo entre sistema de educação infantil português e brasileiro Pesquisa inédita faz paralelo entre sistema de educação infantil português e brasileiro O estudo Educação Infantil em Debate - a Experiência de e a Realidade eira faz um paralelo entre as soluções encontradas

Leia mais

INSTITUIR UM SNE: agenda obrigatória para o país

INSTITUIR UM SNE: agenda obrigatória para o país Encontro FEE e FORPROF INSTITUIR UM SNE: agenda obrigatória para o país Salvador - BA, 25 de setembro de 2015 LDB Fundef Fundeb equalização A EDUCAÇÃO É UM DIREITO 4-17 Lei Maria da Penha e Lei de Inclusão

Leia mais

REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE

REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE A REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE ÀS CONQUISTAS NA LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL HAGE, Salomão Mufarrej UFPA GT: Educação Fundamental/ n.13 Agência Financiadora: CNPq Introdução Este texto apresenta

Leia mais

Rua da Educação. Municipalino:

Rua da Educação. Municipalino: Todas as crianças e adolescentes tem direito à educação e devem freqüentar a escola. As diretrizes para a área da educação são dadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei 9394 de

Leia mais

Universalizar a educação primária

Universalizar a educação primária Universalizar a educação primária META 2 terminem um ciclo completo de ensino. Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, Escolaridade no Estado de São Paulo O aumento sistemático das

Leia mais

Elaboração do Plano Municipal de Educação

Elaboração do Plano Municipal de Educação Universidade Federal da Bahia (UFBA) Centro de Estudos Interdisciplinares para o Setor Público (ISP) Rede Nacional de Formação de Professores da Educação Básica Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da

Leia mais

Um novo modelo para a formação de professores

Um novo modelo para a formação de professores Um novo modelo para a formação de professores Dra. Bernardete Angelina Gatti* O desenvolvimento e a paz sociais, confrontados com o crescimento populacional, colocam desafios contundentes e, a educação,

Leia mais

Plano Nacional de Educação

Plano Nacional de Educação Plano Nacional de Educação Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 8035, de 2010, do Poder Executivo, que "aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 e dá

Leia mais

3. PRINCÍPIOS, FINS E LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL VIGENTE

3. PRINCÍPIOS, FINS E LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL VIGENTE 3. PRINCÍPIOS, FINS E LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL VIGENTE 3.1 RELAÇÃO DE DOCUMENTOS FUNDAMENTAIS EM VIGÊNCIA A atual Constituição da República Federativa do Brasil foi promulgada em 5 de outubro de 1988. No

Leia mais

2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS

2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS VERSÃO PRELIMINAR PME / 2015 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO 1. BASE LEGAL 2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS 2.1. FLORIANÓPOLIS ASPECTOS HISTÓRICOS, GEOGRÁFICOS E SOCIOECONÔMICOS 2.2. EDUCAÇÃO

Leia mais

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a questão da alfabetização como conceito presente nas políticas educacionais que

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.755, DE 29 DE JANEIRO DE 2009. Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica,

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

O papel do gestor na garantia da educação de qualidade

O papel do gestor na garantia da educação de qualidade O papel do gestor na garantia da educação de qualidade Simone Beatriz Coradini Dirigente Municipal de Educação de Vila Nova do Sul/ RS Vice-presidente da Undime/ RS A Undime como organização É uma associação

Leia mais

A EDUCAÇÃO INFANTIL NO GRANDE ABC E AS METAS DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.

A EDUCAÇÃO INFANTIL NO GRANDE ABC E AS METAS DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. A EDUCAÇÃO INFANTIL NO GRANDE ABC E AS METAS DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Eixo 1: Políticas Públicas de Educação Infantil Nonato Assis de Miranda Universidade Municipal de São Caetano do Sul mirananonato@uol.com.br

Leia mais

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento PNE PME LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento locais e nacionais (prova Brasil e IDEB) 10% do

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - Educação Especial

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - Educação Especial PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - Educação Especial 8. EDUCAÇÃO ESPECIAL 8.1 Diagnóstico A Constituição Federal estabelece o direito de as pessoas com necessidades especiais receberem educação preferencialmente

Leia mais

Programa Mais Educação Avaliação de Impacto e Estudo Qualitativo

Programa Mais Educação Avaliação de Impacto e Estudo Qualitativo Programa Mais Educação Avaliação de Impacto e Estudo Qualitativo *** Esta apresentação propõe-se a trazer um breve panorama do trabalho realizado e, para isso, omite diversos pontos metodológicos e de

Leia mais

O papel da Undime na construção de políticas educacionais para a Educação Básica

O papel da Undime na construção de políticas educacionais para a Educação Básica O papel da Undime na construção de políticas educacionais para a Educação Básica Cleuza Rodrigues Repulho Dirigente Municipal de Educação de São Bernardo do Campo/ SP Presidenta da Undime A Undime como

Leia mais

Metas e estratégias equalizadoras ao PNE II Educação de Jovens e Adultos EJA Analise da Silva Coordenação Nacional dos Fóruns de EJA do Brasil

Metas e estratégias equalizadoras ao PNE II Educação de Jovens e Adultos EJA Analise da Silva Coordenação Nacional dos Fóruns de EJA do Brasil Metas e estratégias equalizadoras ao PNE II Educação de Jovens e Adultos EJA Analise da Silva Coordenação Nacional dos Fóruns de EJA do Brasil Analise Da Silva analiseforummineiro@gmail.com www.forumeja.org.br

Leia mais

EIXO I. O Plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação Organização e Regulação

EIXO I. O Plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação Organização e Regulação EIXO I O Plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação Organização e Regulação A garantia do direito à educação de qualidade é um princípio fundamental e basilar para as políticas e gestão

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

Metas do PNE para a educação e os impactos no seu financiamento: o Fundeb e as matrículas nas creches

Metas do PNE para a educação e os impactos no seu financiamento: o Fundeb e as matrículas nas creches 15 Metas do PNE para a educação e os impactos no seu financiamento: o Fundeb e as matrículas nas creches 1. Competências de Estados e Municípios e os investimentos em educação no País O sistema educacional

Leia mais

UNIÃO NACIONAL DOS CONSELHOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO - UNCME/ES CARTA DE DOMINGOS MARTINS

UNIÃO NACIONAL DOS CONSELHOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO - UNCME/ES CARTA DE DOMINGOS MARTINS CARTA DE DOMINGOS MARTINS A União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação do Espírito Santo (UNCME/ES) em seu V Encontro Estadual realizado nos dias 23 e 24 de setembro de 2010, na cidade de Domingos

Leia mais

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação Cartilha para Conselhos Municipais de Educação Sistemas de ensino são o conjunto de campos de competências e atribuições voltadas para o desenvolvimento da educação escolar que se materializam em instituições,

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

A Organização Federativa da Educação Brasileira. Manuel Palácios

A Organização Federativa da Educação Brasileira. Manuel Palácios A Organização Federativa da Educação Brasileira Manuel Palácios Um Roteiro 1 2 3 As Bases do Federalismo Educacional Brasileiro O Federalismo em Processo Federalismo, Equidade e Qualidade Página 2 Índice

Leia mais

O direito à educação no Brasil- Sérgio Haddad 1. Mariângela Graciano assessora da Relatoria nacional para o Direito à Educação

O direito à educação no Brasil- Sérgio Haddad 1. Mariângela Graciano assessora da Relatoria nacional para o Direito à Educação O direito à educação no Brasil- Sérgio Haddad 1 I - Apresentação: Este relatório procura avaliar como a Educação no Brasil tem sido tratada sob o ponto de vista dos direitos humanos. Aponta, inicialmente,

Leia mais

5. ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA EDUCAÇÃO

5. ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA EDUCAÇÃO 5. ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA EDUCAÇÃO 5.1 A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO SETOR EDUCACIONAL 5.1.1 Centralização, Descentralização e Desconcentração O ensino brasileiro possui um caráter extremamente

Leia mais

Expansão da Educação Infantil e o desafio da garantia do direito ao atendimento e à qualidade

Expansão da Educação Infantil e o desafio da garantia do direito ao atendimento e à qualidade Expansão da Educação Infantil e o desafio da garantia do direito ao atendimento e à qualidade Cem Linguagens Profª Ms. Maria de Jesus Araújo Ribeiro Dezembro/2013 Programa Nacional de Reestruturação e

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 521, DE 02 DE FEVEREIRO DE 2004. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá

RESOLUÇÃO N.º 521, DE 02 DE FEVEREIRO DE 2004. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá RESOLUÇÃO N.º 521, DE 02 DE FEVEREIRO DE 2004. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá outras providências. A Secretária de Estado de Educação,

Leia mais

PLANOS DECENAIS DE EDUCAÇÃO NA ATUALIDADE. Luzenir Poli Coutinho da Silveira Pres. da Comissão do PME e militante do FEITO SEMED maio / 2012

PLANOS DECENAIS DE EDUCAÇÃO NA ATUALIDADE. Luzenir Poli Coutinho da Silveira Pres. da Comissão do PME e militante do FEITO SEMED maio / 2012 PLANOS DECENAIS DE NA ATUALIDADE Luzenir Poli Coutinho da Silveira Pres. da Comissão do e militante do FEITO SEMED maio / 2012 NOVO PNE DIRETRIZES GERAIS I - erradicação do analfabetismo; II - universalização

Leia mais

O FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO: ALGUNS PROBLEMAS E DESAFIOS

O FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO: ALGUNS PROBLEMAS E DESAFIOS O FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO: ALGUNS PROBLEMAS E DESAFIOS Nicholas Davies, prof. da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói, RJ Junho de 2011 e-mail: nicholas@pq.cnpq.br

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO -SME NATAL/RN - 2002

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO -SME NATAL/RN - 2002 PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO -SME PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2002-2005 NATAL/RN - 2002 PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - SME PLANO MUNICIPAL

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL (arquivo da Creche Carochinha) Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem qualquer

Leia mais

2010 - Iniciativa global Out of School Children Pelas Crianças Fora da Escola.

2010 - Iniciativa global Out of School Children Pelas Crianças Fora da Escola. 1 Histórico 2010 - Iniciativa global Out of School Children Pelas Crianças Fora da Escola. No Brasil - Acesso, permanência, aprendizagem e conclusão da educação básica na idade certa com Campanha Nacional

Leia mais

ILMO. SR. JOÃO MARCOS COSTA DE PAIVA - PROMOTOR DA 10º PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

ILMO. SR. JOÃO MARCOS COSTA DE PAIVA - PROMOTOR DA 10º PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS ILMO. SR. JOÃO MARCOS COSTA DE PAIVA - PROMOTOR DA 10º PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Ref.: Manifestação no Inquérito Civil Público nº 261/2010 O FÓRUM ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Leia mais

Plano de Ensino Docente. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 701

Plano de Ensino Docente. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 701 Plano de Ensino Docente IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU:( ) integrado ( ) subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado (x) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE: ( x ) Presencial

Leia mais