Ensino fundamenta - responsabilidade só dos Municípios?

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1 Ensino fundamenta - responsabilidade só dos Municípios? O que prevê a legislação e qual tem sido a participação estadual, municipal e privada na oferta de educação básica no RJ? Nicholas Davies, prof. da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense 1- O que prevê a legislação Nos últimos anos tem sido alegado que o ensino fundamental (EF) é responsabilidade dos municípios, que isso estaria previsto na Constituição Federal (CF) e/ou na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e seria uma justificativa para a municipalização, ou seja, para a transferência de matrículas e/ou escolas estaduais para as prefeituras. Tal alegação não tem fundamento legal nenhum e reflete uma opção de política educacional de governos estaduais e do federal, não uma determinação legal. Isso fica claro nos parágrafos 2º e 3º do art. 211 da CF, conforme alterados pela Emenda Constitucional (EC) 14, de 1996, que estipula que os municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil, e os Estados e o Distrito Federal, prioritariamente no ensino fundamental e médio, não definindo que um determinado nível ou modalidade de ensino seja responsabilidade de governos municipais ou estaduais. Há, neste caso, uma questão semântica importantíssima: a EC 14 não afirma que o ensino fundamental e a educação infantil são responsabilidade prioritária dos Municípios. Se o fizesse, isso permitiria aos governos estaduais se livrarem da educação infantil e do ensino fundamental, como têm feito nos últimos anos, sobretudo depois da implantação obrigatória do Fundef, em Quando a EC 14 fixa a atuação prioritária dos Municípios, sua intenção não é impedir que Estados e mesmo a União atuem no ensino fundamental e na educação infantil, mas sim evitar que prefeituras passem a oferecer o ensino médio e mesmo o superior sem antes terem atendido satisfatoriamente os seus níveis de atuação prioritária. Em outras palavras, prefeituras, governos estaduais e governo federal podem atuar em qualquer nível de ensino, mas prefeituras devem primeiro atender ao ensino fundamental e à educação infantil e, depois, uma vez satisfeita essa necessidade, podem atuar em qualquer outro nível ulterior (médio e superior), conforme estipula o inciso V do art. 11 da LDB (Lei 9.394), de Outras disposições constitucionais e legais confirmam a atuação prioritária dos Estados e Municípios no ensino fundamental. O Art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias,

2 conforme alterado pela EC 14, prevê que 60% dos 25% vinculados à educação sejam aplicados por Estados, Distrito Federal e Municípios no ensino fundamental. O 2º do art. 5º da LDB, por sua vez, estabelece que o Poder Público [que abrange as três esferas de governo: União, Estados e Municípios] assegurará em primeiro lugar o acesso ao ensino obrigatório [o ensino fundamental], nos termos deste artigo, contemplando em seguida os demais níveis e modalidades de ensino, conforme as prioridades constitucionais e legais. Ou seja, primeiro Estados, DF e municípios devem assegurar o ensino fundamental e, depois, no caso dos municípios, a educação infantil e, no caso dos Estados, o ensino médio. Outra confirmação é o inciso VI do Art. 10, segundo o qual os Estados devem assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio. Alega-se que com prioridade significa atendimento prioritário do Estado ao ensino médio e a secundarização do ensino fundamental, transferido para os municípios através da municipalização. Se as disposições constitucionais e legais já citadas não são suficientes para refutar tal interpretação, basta lembrar que este inciso deixa claro que primeiro o Estado deve assegurar o ensino fundamental (juntamente com os municípios) e, depois, oferecer com prioridade o ensino médio, o que significa que, uma vez assegurado o ensino fundamental (regular e EJA), a sua prioridade não é nem a educação infantil nem o ensino superior. Na verdade, com base no inciso II do Art. 10 da LDB, os Estados devem ser mais responsáveis pelo EF do que os Municípios, uma vez que tal inciso prevê que as responsabilidades destas esferas seriam proporcionais à população a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas esferas. Ora, os governos estaduais, sobretudo porque ficam com a maior fatia do maior imposto (75% do ICMS) dispõem de muito mais recursos por aluno do que os municípios e, por isso, deveriam assumir uma responsabilidade maior pelo EF. Entretanto, a responsabilidade pelo ensino fundamental não é só dos Estados e Municípios, mas também da União, segundo a CF e a LDB. O 1º do art. 211 da CF de 1988, por exemplo, estipulava que a União prestaria assistência técnica e financeira para o atendimento prioritário à escolarização obrigatória (ensino fundamental). Embora o novo 1º reformulado pela EC 14 não tenha se referido a esta escolarização, ela continuou presente no inciso III do Art. 9º da LDB, cabendo à União exercer função redistributiva e supletiva, que continua insignificante, uma vez que o Brasil continua com milhões de analfabetos e a contribuição do governo federal para o Fundef (Fundo do Ensino Fundamental) em 2006 foi de menos de 1% (R$ 300 milhões) da receita total (R$ 35,9 bilhões). Também a Constituição Estadual do RJ (de 1989), estranhamente não mencionada na proposta de Plano Estadual de Educação do governo estadual e com muitos artigos não cumpridos até hoje (18 anos depois de promulgada), é bastante clara sobre a responsabilidade do Estado com o ensino fundamental. O art. 308 estipula que o Estado e os Municípios devem garantir ensino público

3 fundamental, com o estabelecimento progressivo do turno único (inciso I) e oferecer este ensino também aos que a ele não tiverem acesso na idade própria (educação de jovens e adultos) (inciso II). Esta determinação é reforçada pelo art. 320, segundo o qual o Estado proverá a sua rede de ensino de condições plenas de abrigar tantos quantos busquem matrículas nas séries de 1º grau, na faixa etária dos sete aos quatorze anos, sendo proibida a sua negativa. 2- A participação estadual, municipal e privada na oferta de educação básica no RJ em 1997 e 2006 Apesar de todas estas determinações constitucionais e legais, o governo estadual do Rio de Janeiro tem sido extremamente omisso na oferta de educação básica, sobretudo no ensino fundamental (regular e EJA), com uma participação historicamente bem menor do que a média nacional da participação estadual. Enquanto em 1997 (último ano antes da implantação do FUNDEF) a rede estadual do EFR respondia por apenas 26,9% do total de matrículas no Rio de Janeiro, a média nacional das redes estaduais era de 52,8% (o dobro), cabendo salientar que em alguns Estados (São Paulo e Minas Gerais, por exemplo) este percentual chegava a 80%. Ou seja, na comparação com Estados relativamente prósperos, o Estado do RJ tinha três vezes menos matrículas no EFR em termos percentuais. Esta participação insignificante do governo estadual no RJ explica a maior presença da rede privada, que detinha 22,7% do total de matrículas, pouco mais do dobro da média privada nacional no EFR (10,7%). O percentual privado só não foi maior porque a participação das redes municipais fluminenses (49,8%) foi bem superior à média municipal nacional (36,3%). Em 2006 a participação estadual declinou para 21,3%, o mesmo acontecendo com a média nacional, que caiu para 35,5%, no processo de municipalização permitido (porém não determinado legalmente) pelo Fundef. Embora a rede privada no RJ tenha caído de 22,7% do total (em 1997) para 18,6% (em 2006), a sua fatia continuou bem superior à média privada nacional (10,4%) e só não foi maior porque a participação municipal no RJ subiu de 49,8%, em 1997, para 59,7%, em Este crescimento municipal se deve sobretudo à incorporação das matrículas de CA (classes de alfabetização) no EFR e a uma certa transferência de matrículas estaduais (a municipalização) para prefeituras e/ou ao fechamento de vagas estaduais no EFR. A tabela a seguir mostra a participação das redes federal, estaduais, municipais e privadas no EFR em 1997 e 2006 no Brasil e no RJ. Tabela 1 Número de matrículas no ensino fundamental regular (EFR) no Brasil como um todo e no Estado do Rio de Janeiro em 1997 e 2006, proporção das redes estaduais, municipais e privadas no total nacional e no Rio de Janeiro, e evolução em termos absolutos e percentuais

4 Brasil (1997) Total Federal Estadual Municipal Estadual + Municipal (0,1%) (52,8%) (36,3%) (89,2%) Privada (10,7%) Brasil (0,1%) (10,4%) (2006) (35,5%) (54%) (89,5%) Evolução (-2,7%) (-18,1%) ( ( (-2,4%) (-5,3%) 34,6%) 44,4%) RJ (1997) (26,9%) (22,7%) (49,8%) (76,8%) RJ (2006) (0,4%) (21,3%) (18,6%) (59,7%) (80,9%) Evolução (+1,3%) (-15%) (-11,5%) (+7,8%) (+29,1%) (+13,5%) Fontes: Tabela 1.4 do Censo Escolar de 1997 (Brasil. MEC. INEP, 1998) e Censo Escolar de 2006 do INEP (disponível em Entretanto, estes números precisam ser vistos com cautela, uma vez que as matrículas estaduais e municipais de CA (classes de alfabetização) foram incorporadas totalmente ao ensino fundamental regular e houve falsificação de matrículas em larga escala, provavelmente porque os governos estavam de olho no dinheiro do Fundef, destinado apenas ao EFR. É interessante observar (coluna total da Tabela 1) que o aumento das matrículas totais (somente as municipais na verdade) do EFR no RJ entre 1997 ( ) e 2006 ( ) não acompanhou a tendência nacional, que foi de queda (de , em 1997, para , em 2006). Este acréscimo provavelmente se deve, além de transferência de matrículas estaduais para prefeituras (a municipalização do ensino) e falsificação de matrículas, à incorporação de matrículas de CA, que no RJ tiveram muito mais peso do que no Brasil como um todo. Em 1997, 16,5% ( ) de todas as matrículas de CA no Brasil ( ) estavam no RJ, enquanto no EFR a participação fluminense ( ) em 1997 no total nacional ( ) era bem menor (6,5%). Como essas de matrículas de CA foram incorporadas ao EFR, o aparente crescimento de no RJ transforma-se na perda de matrículas ( ), ou seja, o aparente aumento de 7,8% de 1997 para 2006 transforma-se numa redução de 2,7%, idêntica à queda nacional (2,7%), que na verdade seria ligeiramente maior se considerássemos a incorporação das matrículas nacionais de CA. Já o aumento de (+13,5%) matrículas estaduais e municipais no RJ, descontando-se as de CA incorporadas ao EF, cai para um aumento de , ou apenas +3,6%, conforme pode ser observado na Tabela 2, a seguir. Tabela 2 Evolução em termos absolutos e percentuais do número de matrículas no ensino fundamental regular (EFR) e de CA no Brasil como um todo e no Estado do Rio de Janeiro em 1997 e 2006, proporção das redes estaduais, municipais e privadas no total nacional e no Rio de Janeiro, e evolução em termos absolutos e percentuais Total Federal Estadual Municipal Estadual + Privada Municipal BRASIL Ev. do (-2,7%) (-18,1%) ( ( (-2,4%) (-5,3%) EFR BRASIL Ev. de CA 34,6%) 44,4%)

5 BRASIL Ev total RJ Ev (+7,8%) +139 (+1,3%) (-15%) (-11,5%) (+29,1%) (+13,5%) RJ Ev. de CA RJ Ev. total (-2,7%) (+3,6%) Fontes: Tabelas 1.3 e 1.4 do Censo Escolar de 1997 do INEP (Brasil. MEC. INEP, 1998) e Censo Escolar de 2006 do INEP (disponível em A omissão do governo estadual também pode ser constatada no ensino médio regular. Em 1997 só respondia por 55,2% das matrículas fluminenses, enquanto a média nacional das redes estaduais era de 72,5%. Isso explica a maior presença da rede privada, que tinha no RJ uma fatia muito maior (36,3%) do que a média privada nacional (19,7%). Embora a rede estadual do Rio tenha crescido bastante (+103,8%) em 2006 na comparação com 1997, respondendo por 80,9% do total e acompanhando um aumento (+63,3%) que aconteceu nas redes estaduais como um todo, o percentual privado no RJ em 2006 (16%), mesmo caindo em relação a 1997 (até bem mais do que a queda da média nacional), continuou superior à média nacional de participação das privadas (12%), conforme mostra a tabela a seguir. Tabela 3 Número de matrículas no ensino médio regular no Brasil como um todo e no Estado do Rio de Janeiro em 1997 e 2006, proporção das redes estaduais, municipais e privadas no total nacional e no Rio de Janeiro, e evolução em termos absolutos e percentuais Total Federal Estadual Municipal Estadual + Privada municipal Brasil (72,5%) (5,6%) (78,1%) (19,7%) (1997) Brasil (0,8%) (85,2%) (2,1%) (87,2%) (12%) (2006) Evolução (+39%) (-48,4%) (63,3%) (-48,6%) (-15,6%) (+55,2%) RJ (1997) (3,1%) (55,2%) (5,3%) (60,5%) (36,3%) RJ (2006) (1,7%) (80,9%) (1,4%) (82,2%) (16%) Evolução (+39,1%) (-22,5%) (-63%) (+89%) (-38,7%) (+103,8%) Fontes: Tabela 1.11 do Censo Escolar de 1997 (Brasil. MEC. INEP, 1998) e Censo Escolar de 2006 do INEP (disponível em Também na educação de jovens e adultos (EJA) o setor privado no Rio de Janeiro tem tido uma participação maior do que a média nacional. Em 1997 respondia por 19,5% das matrículas em EJA, enquanto a média nacional era de 13,4%. Essa maior presença privada no Rio se devia principalmente à pequena participação das redes municipais, que só ofereciam 8,5% das matrículas, enquanto a média nacional das redes municipais era de 23,7%. A presença privada só não foi maior no RJ porque a rede estadual respondia por 71,9% das matrículas, percentual superior à média nacional das redes estaduais (62,7%). Em 2006, o setor privado caiu tanto na média nacional quanto no Rio, se bem que mais na média nacional (-53,7%) do que no RJ (-26,3%). Mesmo assim, o setor privado continuou maior no Rio (11,9%) do que na média nacional (3,7%), o que se deve (i) à menor participação municipal (32,5%) no

6 RJ se comparada à média nacional das prefeituras (43,7%), e (ii) à redução da participação estadual do Rio na oferta de EJA ( matrículas, ou -5,8%), contrariando a tendência nacional de aumento de matrículas estaduais de EJA em termos percentuais (+41,2%) e absolutos ( ). Esta redução estadual no Rio é que explica o menor crescimento das públicas no Rio (+33,2%) na comparação com a média nacional (+87,8%). Tabela 4 Número de matrículas em EJA no Brasil como um todo e no Estado do Rio de Janeiro em 1997 e 2006, proporção das redes estaduais, municipais e privadas no total nacional e no Rio de Janeiro, e evolução em termos absolutos e percentuais Total Federal Est. Mun. Est. + Mun. Priv. Brasil (1997) (62,7%) (23,7%) (86,4%) (13,4%) Brasil (2006) (52,5%) (43,7%) (96,2%) (3,7%) Ev ( (- (+68,6%) 25,2%) (+41,2%) (+211,3%) (+87,8%) 53,7%) RJ (1997) (71,9%) (8,5%) (80,4%) (19,5%) RJ (2006) (55,7%) (32,5%) (88,1,%) (11,9%) Ev (- (+21,6%) (-5,8%) (+364,3%) (+33,2%) 26,3%) Fontes: Tabela 1.24 do Censo Escolar de 1997 (BRASIL. MEC. INEP, 1998) e Censo Escolar de 2006 do INEP. Também nas creches e pré-escolas a rede privada no RJ é bem maior do que na média brasileira, o que se deve à menor presença das redes municipais. Enquanto em 1997 detinha 48% do total das matrículas em creches, no Brasil respondia por 32,8% do total nacional. Já as matrículas municipais no RJ respondiam por 49,1%, em 1997, bem menos do que os 62,2% de média municipal nacional. Em 2006, os percentuais modificaram-se pouco. O setor privado no RJ, apesar de ter um aumento expressivo (+454,5%), continuou detendo uma fatia semelhante à de 1997 (48,3%), enquanto, em termos nacionais, passou para 35,7%, comparados com os 32,8% de Os percentuais municipais no RJ e no Brasil, mesmo tendo crescimento expressivo (+469,1% e +314,9%, respectivamente), passaram para 51,3% (RJ) e 63% (nacional). É provável que o grande crescimento de matrículas em creches em 2006 ( ) na comparação com 1997 ( ) se deva, não ao maior compromisso dos governos municipais, mas sim à subnotificação delas em 1997, primeiro ano em que passaram a constar das estatísticas educacionais. As matrículas na pré-escola revelam semelhanças com a situação das creches. O setor privado no Estado do Rio (42,7% do total das matrículas) em 1997 era quase o dobro da média brasileira do setor privado (23%), o que se devia à menor participação (44,8%) das redes municipais fluminenses na comparação com a média nacional (62,8%) das prefeituras. Em 2006, mesmo com aumento (+29,1%) das matrículas, o setor privado teve ligeira queda no RJ, passando a 39,4% do total das matrículas,

7 contra os 42,7% de Ainda assim, estes 39,4% são bem superiores ao percentual nacional de 25,8% em 2006, que devem ser atribuídos à menor presença das redes municipais, que respondiam por apenas 57% das matrículas em 2006, bem inferior à média nacional das prefeituras (70,2%). Uma particularidade da média nacional do setor privado é que, ao contrário do ocorrido no RJ, ela subiu para 25,8% (contra os 23% de 1997), com 45,8% de acréscimo de matrículas, o que talvez possa ser atribuído à grande redução de matrículas estaduais no Brasil, que perderam matrículas (- 62,8%) de 1997 para Tabela 5 Número de matrículas em creches e pré-escolas no Brasil como um todo e no Estado do Rio de Janeiro em 1997 e 2006, proporção das redes estaduais, municipais e privadas no total nacional e no Rio de Janeiro, e evolução em termos absolutos e percentuais Creches Pré-escolas Total Federal Estadual Municipal Privada Total Federal Estadual Municipal Privada Brasil (1997) (4,6%) (62,2%) (32,8%) (14,1%) (62,8%) (23%) Brasil (2006) (0,1%) (1,2%) (63%) (35,7%) (4%) (70,2%) (25,8%) Evolução (+310,3%) (+7,5%) (+314,9%) (+345,4%) (+301,9% (- 62,8%) (+45,4%) (+ (45,8%) RJ (1997) (2,2%) (49,7%) (48%) (12,4%) (44,8%) (42,7%) RJ (2006) (0,1%) 331 (0,3%) Evolução (+451,6%) (51,3%) (+469,1%) (48,3%) (+454,5%) (+39,9%) (3,5%) (- 60,6%) (57%) (+78%) (39,4%) (+29,1%) Fontes: Tabelas 1.1 e 1.2 do Censo Escolar de 1997 do INEP (Brasil. MEC. INEP, 1998) e Censo Escolar de 2006 do INEP (disponível em Ao contrário do constatado em outros níveis e modalidades de ensino, na educação especial a rede privada no RJ tem uma participação menor do que a média nacional (ver tabela a seguir). Enquanto a média nacional era de 48,3% em 1997, no RJ caía para 36,2%. Porém, em 2006, o avanço da privatização aumentou estes percentuais para 64,8% (nacional) e 42,2% (RJ). No entanto, as matrículas na rede privada no RJ aumentaram mais (4.507, ou + 66,9%) do que o conjunto das estaduais (-572, ou -12,5%) e municipais ( , ou + 65,3%) e a média nacional ( , ou + 50,3%). Em termos nacionais, o avanço do setor privado se deve, em grande parte, à redução das estaduais, que perderam (-49,2%) matrículas de 1997 para Tabela 6 Número de matrículas em educação especial no Brasil como um todo e no Estado do Rio de Janeiro em 1997 e 2006, proporção das redes estaduais, municipais e privadas no total nacional e no Rio de Janeiro, e evolução em termos absolutos e percentuais Total Fed. Est. Mun. Priv. Brasil (0,3%) (36,9%) (14,3%) (48,3%) (1997) Brasil (0,2%) (16,7%) (18,3%) (64,8%) (2006) Evolução (+12,2%) 269 (-23,2%) (-49,2%) (+42,9%) (+50,3%) RJ (1997) (4,7%) (24,4%) (34,5%) (36,2%) RJ (2006) (3,2%) (14,9%) (39,7%) (42,2%) Evolução (+43,5%) -33 (-3,7%) -572 (-12,5%) (+65,3%) (+66,9%) Fontes: Tabela 1.16 do Censo Escolar de 1997 (Brasil. MEC. INEP, 1998) e Censo Escolar de 2006 do INEP.

8 3- Conclusão Este breve texto mostrou, com base na CF, na LDB e na Constituição Estadual, que, ao contrário do alegado por autoridades, o ensino fundamental é responsabilidade conjunta do governo estadual e das prefeituras e também, através da ação redistributiva e supletiva, do governo federal, não sendo, pois, responsabilidade apenas das prefeituras. Na verdade, com base na maior capacidade financeira dos Estados, estes deveriam assumir uma responsabilidade maior pelo ensino fundamental, conforme prevê o inciso II do Art. 10 da LDB. No caso do RJ, o texto mostra, com base na evolução das matrículas em vários níveis e modalidades da educação básica de 1997 a 2006 no Brasil e no Rio de Janeiro, que o governo estadual do RJ tem sido muito omisso (sobretudo no ensino fundamental e médio), assim como as prefeituras fluminenses (sobretudo nas creches, pré-escolas e EJA), fazendo com que a rede privada no RJ seja a maior do Brasil em termos percentuais, comparada com a média nacional. 4- Legislação pertinente 4a- Sobre alguns deveres dos Estados e Municípios com o ensino fundamental na CF Art O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: I ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria. I ensino fundamental obrigatório e gratuito, assegurada, inclusive, sua oferta gratuita para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria [alterado pela EC 14, de setembro de 1996] Art º Os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e no pré-escolar. 2º - Os Municípios atuarão prioritamente no ensino fundamental e na educação infantil. [alterado pela EC 14] 3º - Os Estados e Distrito Federal atuarão prioritariamente no ensino fundamental e médio. [acrescentado pela EC 14] Ato das Disposições Constitucionais Transitórias Art. 60 Nos dez primeiros anos da promulgação da Constituição, o Poder Público desenvolverá esforços, com a mobilização de todos os setores organizados da sociedade e com a aplicação de, pelo menos, 50% dos recursos a que se refere o art. 212 da Constituição, para eliminar o analfabetismo e universalizar o ensino fundamental. Art. 60 Nos dez primeiros anos da promulgação desta Emenda, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios destinarão não menos de sessenta por cento dos recursos a que se refere o art. 212 da Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental, com o objetivo de assegurar universalização de seu atendimento e a remuneração condigna do magistério. [Alterado pela EC 14] 4b- Sobre alguns deveres do Estado e dos Municípios com o ensino fundamental na Constituição Estadual do RJ (1989)

9 Art. 308 O dever do Estado e dos Municípios com a educação será efetivado mediante a garantia de: I- ensino público fundamental, obrigatório e gratuito, com o estabelecimento progressivo do turno único; II oferta obrigatória do ensino fundamental e gratuito aos que a ele não tiverem acesso na idade própria [a EJA]. Art Proverá o Estado a sua rede de ensino de condições plenas de abrigar tantos quantos busquem matrículas nas séries de 1º grau, na faixa etária dos sete aos quatorze anos, sendo proibida a sua negativa. 4c- Sobre alguns deveres dos Estados e dos Municípios com o ensino fundamental na LDB Art. 5º - 2º - Em todas as esferas administrativas, o Poder Público assegurará em primeiro lugar o acesso ao ensino obrigatório, nos termos deste artigo, contemplando em seguida os demais níveis e modalidades de ensino, conforme as prioridades constitucionais e legais. Art. 10 Os Estados incumbir-se-ão de: II definir, com os Municípios, formas de colaboração na oferta de ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das responsabilidades, de acordo com a população a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma das esferas do Poder Público. VI assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio. Art. 11 Os Municípios incumbir-se-ão de: V oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas e, com prioridade, o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino. 4d- O dever da União com o ensino fundamental na CF Art º - A União organizará e financiará o sistema federal de ensino e o dos Territórios, e prestará assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade obrigatória. [o ensino fundamental] Art º - A União organizará o sistema federal de ensino e dos territórios, financiará as instituições de ensino públicas federais e exercerá, em matéria educacional, função redistributiva e supletiva, de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. [alterado pela EC 14) 4e- O dever da União com o ensino fundamental na LDB Art 9º - A União incumbir-se-á de: III prestar assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade obrigatória, exercendo sua função redistributiva e supletiva.

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