AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EM MATO GROSSO DO SUL: A RELAÇÃO ENTRE O SISTEMA NACIONAL E O SISTEMA ESTADUAL

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1 AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EM MATO GROSSO DO SUL: A RELAÇÃO ENTRE O SISTEMA NACIONAL E O SISTEMA ESTADUAL Resumo Marianne Pereira Souza - UFGD Giselle Cristina Martins Real - UFGD O objetivo do presente trabalho consiste em explicitar nexos entre o sistema nacional e o sistema estadual de educação de Mato Grosso do Sul, na avaliação da educação superior. A relevância dessa temática justifica-se quando se estabelece, constitucionalmente, o regime de colaboração entre os entes federados, processo ainda não regulamentado (CURY, 2002). O estudo em questão adotou como procedimentos metodológicos fontes bibliográficas e análise dos documentos oficiais da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), implantada em 1994, e do Conselho Estadual de Educação (CEE/MS), órgão responsável pelo processo de avaliação da Instituição. Em 2004 o Ministério da Educação estabelece o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, regulamentando a avaliação das instituições de educação superior. No caso específico do sistema estadual de educação de Mato Grosso do Sul observou-se que há uma prevalência das regras federais de avaliação da educação superior no contexto estadual e institucional. A UEMS, única instituição de educação superior no estado, não tem exercido sua autonomia no processo de sua auto-avaliação institucional, acaba aderindo às normas do sistema federal, quando não há normas estabelecidas pelo sistema estadual, no qual está inserida. Palavras-chave: educação superior avaliação regime de colaboração Introdução O objetivo do presente trabalho consiste em explicitar nexos entre o sistema nacional e o sistema estadual de educação de Mato Grosso do Sul, na avaliação da educação superior, uma vez que avaliação tornou-se um dos eixos das políticas desenvolvidas pelo Estado. A relevância dessa temática justifica-se quando se estabelece, constitucionalmente, o regime de colaboração entre os entes federados, processo ainda não regulamentado (CURY, 2002). Assim, a partir desse contexto, o problema que o trabalho pretende responder pode ser sintetizado na seguinte questão: Como e em que medida se estabelece o regime de colaboração entre a União e o estado de Mato Grosso do Sul no processo de avaliação da educação superior nesse estado? Para responder ao problema levantado, o estudo em questão adotou como procedimentos metodológicos pesquisa bibliográfica e documental.

2 Cumpre destacar que o presente trabalho apresenta dados preliminares da pesquisa, vinculada ao mestrado em educação, que se encontra em fase de andamento. O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) A avaliação, a partir dos anos 1960, passou a fazer parte essencial das agendas e estratégias governamentais. Para Dias Sobrinho (2003), o cenário de complexificação e ampliação das demandas populares por educação e outros direitos sociais, agravado pelas sérias restrições econômicas, justifica bem o surgimento do Estado Avaliador (ou avaliativo) (p. 59). O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído através da Lei nº , de 14 de abril de 2004 e acompanhado pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), como um órgão colegiado de coordenação e supervisão do mesmo, foi fundamentado na necessidade de promover a melhoria da qualidade da educação superior, a orientação da expansão da sua oferta, o aumento permanente da sua eficácia institucional, efetividade acadêmica e social e, especialmente, o aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais. É necessário destacar que a operacionalização do Sistema está sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Em 9 de maio de 2006, foi instituído o Decreto Federal n.º 5.773, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino. Em relação ao referido Decreto, assinala Sguissardi (2008), Após muitos anos de indefinição, seja quanto ao modelo de regulação, seja quanto aos órgãos responsáveis por ela, o maior avanço na definição de padrões e regras, segundo os quais devem atuar as IES, e de sua regulação e controle, deu-se com a edição do Decreto n (chamado Decreto-Ponte), de 09/05/2006. Este "Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino" e teria no SINAES e no modelo CAPES de avaliação seu principal ponto de apoio. (SGUISSARDI, 2008, p. 19) O SINAES é composto por três processos de avaliação: a avaliação das instituições, a avaliação dos cursos e a avaliação dos estudantes. O desenvolvimento da avaliação das instituições de educação superior terá por objetivo identificar o seu perfil e o significado de sua atuação, por meio de suas atividades, cursos, programas, projetos e setores, considerando as diferentes dimensões institucionais. Esta avaliação é desenvolvida em duas etapas: a auto-

3 avaliação (coordenada pela Comissão Própria de Avaliação de cada instituição) e a avaliação externa desenvolvida pelo INEP. O art. 1º, 2º, da Lei nº /2004 assinala que O SINAES será desenvolvido em cooperação com os sistemas de ensino dos Estados e do Distrito Federal. Apesar das universidades estaduais serem financiadas e supervisionadas pelas políticas de cada estado e não estarem vinculadas ao sistema federal de ensino, os amplos poderes normativos da União reduziram a eficácia das normas de descentralização e de autonomia do processo educacional. Segundo Ranieri (2000), embora a Constituição Federal de 1988 vise o fortalecimento dos entes federados e a promoção da aproximação do governo e dos cidadãos, através do pacto federativo, baseado na cooperação e na integração, em se tratando da educação superior, Chama a atenção o fato de a União ser ao mesmo tempo o ente que define, implementa e avalia a política pública, embora esteja prevista, expressamente, a cooperação dos demais entes federados no processo de avaliação. Para os Estados restam os poderes normativos e administrativos inerentes à organização dos respectivos sistemas, a serem exercidos em consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação, do que resulta uma grande margem de autonomia. Esta autonomia, porém, não e suficiente para que optem, por exemplo, pela inserção das instituições privadas em seus sistemas de ensino, o que fica a depender de delegação da União [...]. (Ranieri, 2000, p. 248) As políticas institucionais em Mato Grosso do Sul O Conselho Estadual de Educação do estado de Mato Grosso do Sul, órgão de caráter normativo, consultivo, deliberativo e de assessoramento da Secretaria de Estado de Educação definiu por meio da Deliberação CEE/MS n 9042, de 27 de fevereiro de 2009, normas para a regulação, a supervisão e a avaliação de instituições de educação superior e de cursos de graduação e seqüenciais no Sistema Estadual de Ensino. Destaca-se que a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, criada pela Constituição Estadual de 1979, ratificada em 1989, conforme o disposto em seu artigo 48, Ato das Disposições Constitucionais Gerais e Transitórias, é a única instituição de educação superior do estado. Nesse sentido, os processos para a sua avaliação e de seus cursos são desencadeados por esse órgão do sistema estadual de ensino. A Deliberação CEE/MS nº 9042/2009, quando menciona sobre o regime de colaboração informa que: Art. 53. A avaliação da educação superior, à exceção da avaliação interna, é responsabilidade da SED/MS, com bases nas normas deste Conselho. Parágrafo único. A SED/MS poderá realizar a avaliação, em regime de colaboração com outros órgãos dos sistemas de ensino

4 Nesse sentido, pode-se observar que a norma estadual define a Secretaria de Educação do estado de Mato Grosso do Sul (SED/MS) como órgão responsável pela avaliação da educação superior, cabendo a avaliação interna sob a responsabilidade da própria IES. No entanto, ressalta-se que a UEMS vem sendo avaliada pelo sistema nacional de educação, na medida em que vem sendo submetida ao Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), e aos demais índices de avaliação estabelecidos pelo MEC, como o IGC (Índice Geral de Cursos) e o Conceito Preliminar de Cursos de Graduação (CPC), que estão sob a responsabilidade de execução pelo INEP 1. A UEMS, no dia de 27 de abril de 2009, constitui por meio da Portaria "P"/UEMS nº 252 a Comissão Própria de Avaliação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul CPA/UEMS para o período , com a finalidade de atender aos princípios do SINAES, conforme demonstra a transcrição da própria Portaria mencionada: [...]. Constituir Comissão Própria de Avaliação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul CPA/UEMS para o triênio , a partir de 1 de maio de 2009, integrada pelos servidores a seguir relacionados, para fixar e desenvolver a política de avaliação que orientará suas atividades junto à comunidade acadêmica, à administração e aos conselhos superiores da UEMS, além de coordenar e articular os processos internos de avaliação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, de acordo com a proposta elaborada, considerando os princípios e diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES, Lei Federal n , de 14 de abril de 2004 [...] (UEMS, 2009). Diante do exposto, observa-se que a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul se constitui como lócus de interseção entre as políticas nacional, estadual e institucional no desenvolvimento da avaliação da educação superior no estado de Mato Grosso do Sul. No entanto, essa articulação, em Mato Grosso do Sul, tem apontado para a predominância da política nacional no contexto estadual e institucional, uma vez que se percebe, nas normas estaduais, um processo de reprodução das normas nacionais. Os dados observados apontam, ainda, para uma forte presença das normas federais no contexto institucional, uma vez que a UEMS, ao estabelecer suas normas institucionais internas para a sua auto-avaliação, acata as normas federais. Considerações finais O estado de Mato Grosso do Sul a partir de 1994 implanta a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, instituindo políticas estaduais para a educação superior, inclusive 1 Nesse sentido, verificar o seguinte endereço eletrônico: < >. Acesso em: 14 abr

5 regulamentando o processo de sua avaliação por meio do Conselho Estadual de Educação. Em 2004 o Ministério da Educação estabelece o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, regulamentando a avaliação das instituições de educação superior. Diante desse cenário, é que intensifica a necessidade de observar como as políticas de avaliação interagem entre si, em pontos de confluência como ocorre com a UEMS, em que incide as políticas nacionais, estaduais e institucionais de educação superior. No caso específico do sistema estadual de educação de Mato Grosso do Sul observou-se que há uma predominância das regras federais de avaliação da educação superior no contexto estadual e institucional. O regime de colaboração entre os entes federados no processo de avaliação da educação superior tem se concretizado como um processo de cumprimento de normas. A UEMS, única instituição de educação superior no estado, não tem exercido sua autonomia no processo de desenvolvimento da auto-avaliação institucional, aderindo às normas do sistema federal, quando não há regras estabelecidas pelo sistema estadual, no qual está inserida. Referências Bibliográficas BRASIL. Decreto Federal nº 5.773, de 09 de maio de Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais do sistema federal de ensino. In:. SINAES: da concepção à regulamentação. 4. ed. Brasília: INEP, Lei nº , de 14 de abril de Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. In: :. SINAES: da concepção à regulamentação. 4. ed. Brasília: INEP, CURY, C. R. J. A Educação Básica no Brasil. Educ. Soc., set 2002, vol.23, no.80, p DIAS SOBRINHO, J. Avaliação: políticas educacionais e reformas da educação superior. São Paulo: Cortez, MATO GROSSO DO SUL. Conselho Estadual de Educação. Deliberação CEE/MS N 9042, de 27 de fevereiro de Estabelece normas para a regulação, a supervisão e a avaliação de instituições de educação superior e de cursos de graduação e seqüenciais no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul. Campo Grande: DO/MS, n. 7437, p RANIERI, N. B. Educação Superior, Direito e Estado. São Paulo: EDUSP:FAPESP, SGUISSARDI, V. Modelo de expansão da educação superior no Brasil: predomínio privado/mercantil e desafios para a regulação e a formação universitária. Educ. Soc., v. 29, n 105, set./dez

6 UEMS. Portaria "P"/UEMS nº 252, de 27 de abril de Constituir Comissão Própria de Avaliação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul CPA/UEMS para o triênio Dourados: UEMS. Disponível em: < Acesso em 20 set

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