Uso de indicador funcional como ferramenta

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Uso de indicador funcional como ferramenta"

Transcrição

1 Uso de indicador funcional como ferramenta para a gestão da qualidade em um serviço de atendimento domiciliar LIMA, A. P. A.; AZEVEDO, I. L. de; SANTOS, I. S.; CONCEIÇÃO, T. M. A. Ana Paula Almeida Lima 1 Ingrid Lira de Azevedo 2 Itanna Silva Santos 3 Tatiana Maíta Alves Conceição 4 Resumo: Esse estudo correlaciona o uso da MIF como indicador funcional e de qualidade. Para obtenção dos dados foi feito um levantamento bibliográfico do assunto, e em seguida, uma análise de prontuários da empresa Assiste Vida Atenção Domiciliar, localizada em Salvador-BA, para verificar se essa correlação seria possível. Verificou-se que a avaliação dos domínios da MIF pode ser instituída pela gestão como forma de direcionar a prática fisioterapêutica, proporcionando qualidade ao serviço. Palavras-chave: Medida de Independência Funcional. Fisioterapeuta. Gestão da Qualidade. 1 Ana Paula Almeida Lima Bacharel em Fisioterapia pelo Centro Universitário Jorge Amado, pós-graduanda em MBA em Gestão Hospitalar (UNITER), Fisioterapeuta da empresa Assiste Vida Atenção Domiciliar 2 Ingrid Lira de Azevedo Bacharel em Fisioterapia pelo Centro Universitário Jorge Amado - 3 Itanna Silva Santos Bacharel em Fisioterapia pelo Centro Universitário Jorge Amado - itanna_ 4 Tatiana Maíta Alves Conceição Bacharel em Fisioterapia, Mestre em Ciência da Motricidade Humana, Especialista em Neurologia, Especialista em Metodologia do Ensino Superior. Atualmente é professora da Pós-Graduação na Fundação Baiana Para o Desenvolvimento das Ciências e da Atualiza Pós-Graduação em Saúde. Professora da Graduação no Centro Universitário Jorge Amado. Supervisiona a Equipe de Fisioterapeutas da Assiste Vida Atenção Domiciliar - Home Care. 1

2 Abstract: This study correlates the use of FIM as an indicator of functional and quality. To obtain the data was made a bibliography of the subject, and then an analysis of records of the company Assiste Vida Atenção Domiciliar, located in Salvador, Bahia, to see if this correlation would be possible. It was found that the evaluation of areas of FIM may be established by management as a means of direct physical therapy practice, providing quality service. K e y w o r d s : F u n c t i o n a l I n d e p e n d e n c e M e a s u r e, Physiotherapist, Quality Management. INTRODUÇÃO As mais remotas referências em medicina descrevem cuidados domiciliares e hospitalares, começando por um médico chamado Imhotep, que na terceira dinastia do Egito Antigo (século XIII a.c.) atendia o paciente tanto no domicílio quanto no consultório/ hospital, sendo este o responsável pelo atendimento do Faraó nas dependências do palácio. (AMARAL, et al., 2001). No Brasil, provavelmente, a primeira experiência de abordagem domiciliar teria sido desenvolvida pelo Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência, criado em 1949, ligado inicialmente ao Ministério do Trabalho, tendo sido incorporado pelo INPS em 1967 (MENDES, 2000). Outra experiência refere-se à Fundação Serviço Especial de Saúde Pública, criada em 1960 e extinta em 1990, que desenvolvia, entre outras atividades: oferta organizada de serviços na unidade, no domicílio e na comunidade; abordagem integral da família; visita domiciliar realizada por visitador sanitário e auxiliar de saneamento para atividades de promoção, prevenção de doenças, monitoramento de grupos de risco; e vigilância sanitária (SILVA, 2001). Os pacientes com doenças crônicas são o alvo destes programas de atenção à saúde, com necessidade de longa permanência no leito e que por qualquer motivo estejam incapacitados de exercer sua independência, apresentando estes, em geral, problemas sociais e econômicos, além dos problemas de saúde. (TAVOLARI, FERNANDES E 2

3 MEDINA, 2000). Um estudo sobre independência do idoso descreveu que a atual tendência, em muitos países e no Brasil, é indicar a permanência dos idosos incapacitados em suas casas sob os cuidados de sua família, por motivos vários, como a redução de custo da assistência hospitalar e institucional. (KARSCH, 2003) A assistência domiciliária insere-se dentro de um modelo gerontológico de atendimento que visa, na medida do possível, preservar ao máximo a autonomia e a independência funcional do idoso (FLORIANI, C. A.; SCHRAMM, F. R., 2004). Na assistência domiciliária o conhecimento do desempenho do idoso em suas atividades de vida diária (AVD s) é de extrema importância, pois irá nortear os profissionais e o cuidador na monitorização dos cuidados prestados. Os idosos atendidos em assistência domiciliar apresentam maior limitação e incapacidade funcional, quando comparados com idosos que vivem em instituições de longa permanência e mesmo em relação aos hospitalizados. (RICCI, et al., 2006) O indicador é uma unidade de medida de uma atividade, com a qual se está relacionando ou, ainda, uma medida quantitativa que pode ser usada como um guia para monitorar e avaliar a qualidade de importantes cuidados providos ao paciente e às atividades dos serviços de suporte. Existem diversos tipos de indicadores, alguns deles são: indicadores de estrutura, de processos, de resultados e aqueles relativos ao meio externo ou ambiente. Para tanto, o indicador deve apresentar atributos como validade, sensibilidade, especificidade, simplicidade, objetividade e baixo custo que são necessários para que exista viabilidade em sua utilização. (BITTAR, 2001) Os aspectos dos múltiplos sistemas corporais e ambientais, bem como os déficits e incapacidades apresentados pelos pacientes em atenção domiciliar, geridos pela assistência fisioterapêutica, torna-os difíceis de planejar, organizar, coordenar, dirigir e avaliar sua assistência, sem indicadores confiáveis e sensíveis. Nesse contexto, avaliar e garantir qualidade se dá pela análise e mensuração de resultados, estes por sua vez são obtidos com a utilização destes indicadores, que servem ainda como estímulo para aprimorar os cuidados prestados, trazendo evidências na melhoria de processos internos e resultado institucional. 3

4 4 A Medida de Independência Funcional (MIF) é um instrumento de avaliação da incapacidade de pacientes com restrições funcionais de origem variada, tendo sido desenvolvida na América do Norte na década de Seu objetivo primordial é avaliar de forma quantitativa a carga de cuidados demandada por uma pessoa para a realização de uma série de tarefas motoras e cognitivas da vida diária. Esse instrumento de avaliação funcional foi traduzido para a língua portuguesa no Brasil em 2000 e, nessa época, foram realizados testes de reprodutibilidade e confiabilidade, que se mostraram em níveis bons para o valor total, bem como nos domínios motor e cognitivo (RIBERTO, et al. 2004). A busca por novas estratégias gerenciais e satisfação de novos interesses e prioridades exige, igualmente, práticas inovadoras e integradoras capazes de transformar ideias e desejos em realidade concreta (RODRIGUES; LIMA, 2004). Assim, a utilização da escala de Medida de Independência Funcional surge como proposta de um novo modelo gerencial da assistência, capaz de trazer dados, que ao serem utilizados pelo fisioterapeuta na sua prática clínica, irá refletir de forma direta no melhor atendimento, fazendo com que haja qualidade no serviço prestado, assim como uma satisfação do paciente. Sendo o fisioterapeuta integrante de uma equipe multidisciplinar, é pertinente que ele atente para assuntos de gerência e de qualidade assistencial, uma vez que estas questões são de alta relevância para a assistência em saúde. Este profissional, ao voltar-se para tais aspectos, passa a se preocupar com a qualidade do serviço prestado e suas repercussões, que resultarão em uma eficiência no plano de tratamento por ele proposto, o que refletirá de forma positiva na qualidade de vida e na capacidade funcional do idoso em atendimento domiciliar. Com intuito de nortear ações estratégicas de planejamento e aperfeiçoar a gestão da assistência prestada pelo fisioterapeuta, o objetivo deste estudo é conhecer o perfil funcional de pacientes em assistência domiciliar e relacionar o uso da Medida de Independência Funcional como uma

5 ferramenta de condução do processo assistencial, resgatando para a categoria comprometimento técnico-científico e uma prática respaldada em dados científicos. MATERIAIS E MÉTODOS O presente estudo faz uma revisão bibliográfica do tipo exploratória, retrospectiva e analítica, realizada por meio da análise de dados secundários, extraídos de prontuários de pacientes em atendimento fisioterapêutico domiciliar, acompanhados pela empresa Assiste Vida Atenção Domiciliar, localizada em Salvador-BA, atuante no mercado desde 1997, inicialmente apenas com serviço de fisioterapia, fonoaudiologia, atualmente com serviço de internação domiciliar através de equipe multiprofissional. Para isso, foram analisados os dados encontrados nas avaliações da Medida de Independência Funcional de pacientes da referida empresa, colhidas no período de janeiro/09 a agosto/09 por três profissionais treinados e habilitados na aplicação desse instrumento. Para compor os resultados e discussão deste estudo, foram levados em consideração os dados dos pacientes que obtiveram, nas avaliações, as pontuações um ou sete, cuja classificação funcional do paciente corresponde, respectivamente, a totalmente dependente e totalmente independente, dessa análise foram considerados todos os domínios com o intuito de evidenciar um perfil funcional dos idosos, sendo analisados nos prontuários os tópicos do MIF Motor e Cognitivo (Dezoito subtópicos) e confrontados com cinquenta e três artigos pesquisados e encontrados nas bases de dados eletrônicos LILACS, MEDLINE, SCIELO, no período de 2000 a 2010, cujos descritores foram: indicador funcional; atenção domiciliar; MIF; gestão da qualidade. Dos cinquenta e três artigos, trinta e um formam excluídos por não abordarem a temática e proposta deste estudo. 5

6 RESULTADOS Nessa pesquisa foram encontrados cinquenta e três artigos, desses, quinze correspondiam à pesquisa de campo; trinta e cinco tratavam de revisão da literatura e três apresentavam informe técnico, dezessete artigos abordavam a temática funcionalidade, dois artigos abordavam a relação entre funcionalidade e a atenção domiciliar, sete artigos abordavam o tema atenção domiciliar, oito artigos falavam sobre qualidade, quatro artigos, sobre gestão, treze artigos englobavam gestão e qualidade e quatro artigos falavam sobre indicador. Os artigos que abordavam a temática funcionalidade conceituavam capacidade e incapacidade funcional, assim como os métodos para avaliação destas deficiências. Os artigos relacionados à atenção domiciliar traziam sua evolução histórica no cenário nacional e mundial, abordando ainda a operacionalização desse serviço, suas vantagens e benefícios para contratados e usuários. Os artigos sobre gestão e qualidade, discutiam o cenário atual e pontuavam a necessidade e a importância do gerenciamento do serviço prestado em saúde. Estes evocavam qualidade e satisfação dos usuários e defendiam ainda que existia a consciência dos usuários em relação aos direitos de cidadania, o que aumentava as exigências em busca de melhorias visando à qualidade nos serviços em geral, mais especificamente nos serviços de saúde. Dos artigos relacionados a indicadores todos corroboravam com a ideia de que era necessário conhecer e medir qualidade e quantidade em saúde com intuito de nortear o planejamento, estratégias e controle das atividades desenvolvidas. Com relação à análise dos prontuários estudados, ficou evidente que as mulheres eram a maioria. Em um universo de trinta e quatro prontuários analisados, 76% eram de pacientes do sexo feminino e 24% do sexo masculino, a faixa etária encontrada variou de 65 a 93 anos. Na análise das Escalas da Medida de Independência Funcional, em nove prontuários foram encontrados dados que classificaram 6

7 o perfil funcional dos pacientes avaliados como Totalmente Dependente contra cinco prontuários que obtiveram score que os classificaram como Totalmente Independentes. GRÁFICO I GRÁFICO I - Fonte: Prontuários de pacientes da ASSISTE VIDA ATENÇÃO DOMICILIAR. Na análise individual dos domínios, pontuações obtidas em relação à carga de demanda necessária para realização de autocuidados (alimentação) e para higiene matinal foram encontrados dados que demonstraram um perfil de pacientes que apresentavam dependência funcional para este tópico. Dos trinta e quatro prontuários avaliados, treze demonstraram que 38,2% dos pacientes obtiveram pontuação que os classificaram como totalmente dependentes, contra quatro, equivalentes a 11,76% que obtiveram pontuação sete que os classificaram como independentes completos. GRÁFICO II Nos quesitos banho e uso do vaso sanitário, dos trinta e quatro prontuários examinados, quatorze deles (41,17%) obtiveram pontuação um (01), que os classificaram como totalmente dependentes, sendo que existia menor habilidade funcional para o uso do vaso sanitário. No universo estudado, dos trinta e quatro prontuários, apenas quatro deles (11,76%) conseguiam realizar esta tarefa e foram considerados independentes completos. GRAFICO II Na avaliação do domínio funcional autocuidado, nos subtópicos relacionados ao vestir-se acima ou abaixo da cintura, dos trinta e quatro prontuários analisados, quinze deles foram classificados 7

8 como totalmente dependentes para realizarem essas atividades, e um deles apresentou total dependência apenas para vestir-se abaixo da cintura. Deste universo de trinta e quatro pacientes, apenas seis deles (19,35%) foram classificados como totalmente independentes para vestir-se acima da cintura. GRÁFICO II GRÁFICO II - Fonte: Prontuários de pacientes da ASSISTE VIDA ATENÇÃO DOMICILIAR. Com relação ao controle de esfíncteres, para o tópico relacionado ao controle urinário, dos trinta e quatro prontuários analisados, doze (35,29%) obtiveram pontuação que revelaram como totalmente dependentes os pacientes desta amostra. No quesito controle fecal, vinte e nove dos trinta e quatro prontuários obtiveram pontuação um ou sete, sendo que dezessete deles foram classificados como totalmente independentes, contra doze, totalmente dependentes. GRÁFICO III 8

9 +GRÁFICO III - Fonte: Prontuários de pacientes da ASSISTE VIDA ATENÇÃO DOMICILIAR. Para realizar a atividade funcional de transferir-se, dos trinta e quatro prontuários analisados, quinze obtiveram pontuação que os classificaram como totalmente dependentes para realizarem transferência do chuveiro ou banheira, e do vaso sanitário. Apenas três prontuários apresentaram um perfil de pacientes que conseguiam realizar essa mesma tarefa de forma segura, independente e dentro de um tempo razoável. Ainda, neste domínio, no aspecto relacionado à transferência do leito para cadeira e da cadeira para cadeira de rodas, foram encontrados quatorze prontuários (41,17%) que revelaram pacientes como dependentes completo para realizarem esta atividade. GRÁFICO IV 9

10 GRÁFICO IV - Fonte: Prontuários de pacientes da ASSISTE VIDA ATENÇÃO DOMICILIAR. No aspecto funcional para realizarem atividades de locomoção, dos trinta e quatro prontuários avaliados, quinze deles (44,11%) apresentaram limitações funcionais para locomoção. No tópico relacionado ao uso das escadas, dos trinta e quatro prontuários analisados, nenhum deles obtiveram pontuação para independência completa, destes, mais de 50% (dezenove pacientes) apresentaram dependência completa para realizar esta atividade. GRAFICO V GRÁFICO V - Fonte: Prontuários de pacientes da ASSISTE VIDA ATENÇÃO DOMICILIAR. 10

11 A avaliação cognitiva, também graduada nos prontuários, mostrou que dos trinta e quatro pacientes avaliados, dezessete deles (50%) obtiveram pontuação sete no item comunicação que avaliava a compreensão. A expressão através da comunicação, também analisada neste mesmo item, mostrou um total de quinze pacientes com pontuação sete. No subtópico relacionado à interação social, foi evidenciado uma comunidade com maior independência funcional, em quinze dos trinta e quatro prontuários avaliados. GRÁFICO VI GRÁFICO VI - Fonte: Prontuários de pacientes da ASSISTE VIDA ATENÇÃO DOMICILIAR. Ainda neste contexto, no universo dos trinta e quatro prontuários avaliados, o subtópico que correspondia à resolução de problemas trouxe o mesmo quantitativo de pacientes dependentes ou independentes funcionais para este aspecto (Doze). No quesito memória, dos trinta e quatro pacientes avaliados, doze deles apresentaram independência completa. GRÁFICO VII 11

12 GRÁFICO VII - Fonte: Prontuários de pacientes da ASSISTE VIDA ATENÇÃO DOMICILIAR. DISCUSSÃO Existe uma série de dificuldades para avaliar a qualidade da assistência prestada na área da saúde, existindo uma unanimidade entre os gestores de que é necessário escolher sistemas de avaliação e indicadores de desempenho institucional adequados para apoiar a administração dos serviços e propiciar a tomada de decisão com o menor grau de incerteza possível. Por outro lado, tomar decisões com o menor grau de incerteza possível, prevendo-se o impacto das mesmas, no ambiente interno e externo, requer o uso de dados ou fatos referentes ao ambiente econômico, técnico, político e social, tornando-se cada vez mais necessário dispor de informações relevantes para planejar, desenvolver e avaliar ações de saúde. (ESCRIVÃO, 2004). No presente estudo, foi identificado que a amostra analisada apresentou um perfil de pacientes idosos, demonstrando serem estes a maioria do universo atendido pela assistência domiciliária. Num estudo de revisão sobre instrumentos de avaliação do estado funcional do idoso, foi constatado que a escala Medida de Independência Funcional MIF - possui vários estudos de validação e confiabilidade com bom poder estatístico, dentre estes, um 12

13 estudo realizado com mil cento e dois sujeitos. Os estudos que avaliaram suas propriedades psicométricas apresentaram completeza e qualificações de boas a excelentes. (PAIXÃO JUNIOR; REICHENHEIM, 2005). Uma das vantagens apontadas para a adoção deste instrumento (MIF) é a possibilidade de uniformização de conceitos e, portanto, da utilização de uma linguagem padrão que permita a comunicação entre pesquisadores, gestores, profissionais de saúde, organizações da sociedade civil e usuários em geral. (FARIAS; BUCHALLA, 2005) A incapacidade funcional pode ser medida por meio das escalas de dificuldade e dependência. Em geral, as escalas assumem três formas padrão: o grau de dificuldade para realizar certas atividades, o grau de assistência ou de dependência para realizar a atividade e se a atividade não é realizada (ALVES; LEITE; MACHADO, 2008; PAIXÃO JUNIOR; REICHENHEIM, 2005). O uso da Medida de Independência Funcional serve como um indicador capaz de avaliar o grau de incapacidade de pacientes com restrições funcionais de origem e graus variados. Dentro da proposta do trabalho em questão, foram analisados prontuários de pacientes avaliados através deste indicador, sendo estes classificados como totalmente dependentes ou totalmente independentes. Estes parâmetros servem para nortear o fisioterapeuta para gerir sua assistência de forma consciente no que diz respeito ao grau de cuidados que este paciente demandará no processo de reabilitação, direcionando-o às perdas funcionais. Além de realizar um mapa funcional do paciente, a escala Medida de Independência Funcional, ao ser reaplicada para avaliar os resultados obtidos, pode servir como um indicador de processo, apresentando a função de analisar as atividades de cuidados realizadas para um paciente, frequentemente ligadas a um resultado. Sendo utilizada desta forma, permite uma avaliação contínua, ou seja, um acompanhamento dos ganhos e perdas do paciente, com isso, obtendo maior qualidade na assistência prestada. Um estudo sobre qualidade em serviços de saúde e enfermagem relatou que, devido ao movimento mundial pela qualidade, à preocupação do setor saúde em promover a 13

14 14 melhoria da assistência prestada à população e à importância do serviço de enfermagem para a efetivação desta assistência, é necessário adotar um esquema de avaliação contínuo e sistematizado para melhorar progressivamente a qualidade dos cuidados. (D INNOCENZO; ADAMI E CUNHA, 2006). Baseado nesta ideia, sugere-se nesse estudo a aplicação da MIF, mimetizando esta proposta de forma eficiente e eficaz, no que diz respeito à assistência prestada pelo fisioterapeuta no âmbito domiciliar. Na era da globalização, as instituições de saúde são bombardeadas de forma contínua por exigências oriundas do cenário social, econômico, político e tecnológico. A ampliação dos direitos de cidadania reflete-se nos trabalhadores e usuários, aumentando as exigências de melhoria sobre as instituições em geral (BACKESB; et al. 2007). Conduzir o processo da assistência prestada em saúde é tarefa de todos os profissionais envolvidos, que devem ter como foco a clareza nas estratégias e metas desejadas, sendo importante visualizar seu paciente como cliente, tendo, portanto, suas decisões alicerçadas em dados. Logo, existe a necessidade de qualificar estes profissionais para melhor domínio dos processos, gerando, desta forma, um sistema de gestão baseado em resultados e evidências. A satisfação dos clientes, um dos elementos fundamentais da qualidade total, apresenta alguns problemas, pois sua identificação não é precisa, e as relações que se estabelecem são difusas, não se enquadrando necessariamente numa relação comercial do tipo cliente-consumidor. (GURGEL JUNIOR E VIEIRA, 2002). Entretanto, ao se utilizar indicadores capazes de avaliar e registrar os resultados entre o pré-atendimento e o pós-atendimento, é possível demonstrar para o paciente os ganhos obtidos, favorecendo, assim, a sua satisfação e maior adesão ao tratamento. Os indicadores surgem como uma ferramenta que permite aos gestores conhecer e medir qualidade e quantidade em saúde com o intuito de nortear planejamentos, estratégias e controle das atividades desenvolvidas (BITTAR, 2001; NEPONUNCENO; KURCGANT, 2008; ESCRIVÃO, 2004; ZANON, 2001). Nos prontuários analisados nota-se que a população estudada apresentou maior dependência funcional para realizar atividades de locomoção

15 como transferir-se da banheira ou chuveiro e uso das escadas, assim, aplicar este indicador traz para o fisioterapeuta uma reflexão a despeito das necessidades do paciente que ele precisa trabalhar, sendo importante considerar quais domínios o paciente apresentou menor pontuação, transformando esta deficiência em objetivo e meta a serem alcançadas no processo de reabilitação, tendo um plano terapêutico baseado em evidências. Gerir a assistência prestada, deve ser entendido como um diferencial para o profissional que tem suas ações voltadas para a verificação de metas mais gerais do plano e administração de recursos, assim como programar mecanismos de avaliação e controle de qualidade técnica do cuidado a partir das definições de qualidade negociadas entre os profissionais que atuam em um mesmo local padronizando o serviço de fisioterapia. A qualidade pode ser um instrumento da gestão em saúde, agregando grande valor e minimizando efeitos negativos relacionados com o adoecer, proporcionando um ambiente de cuidado agradável tanto para os profissionais quanto para os pacientes, influenciando positivamente no restabelecimento destes. Tendo em vista que do universo de trinta e quatro pacientes avaliados, todos idosos, julga-se importante entender que quando o objetivo é avaliar idosos que estejam restritos ao ambiente doméstico, o mais indicado é um instrumento que verifique o desempenho na realização das atividades de vida diária (AVD s), porque essas são as atividades de autocuidado que permitem ao idoso responder por si no espaço de seu domicílio. (RICCI; KUBOTA; CORDEIRO, 2005). Em um estudo realizado com vinte e dois pacientes submetidos à avaliação da MIF, em dois momentos, foi verificada uma tendência à significância no aumento do número de pacientes com necessidade de ajuda total no domínio escadas da MIF. (RICCI; et al, 2006). O referido estudo corrobora com os dados encontrados neste trabalho, pois dos trinta e quatro prontuários analisados, nenhum deles teve pontuação para independência completa, destes, mais de 50% (dezenove pacientes) revelaram um perfil de pacientes com dependência completa para esta atividade funcional (uso das escadas). 15

16 16 A atividade funcional de subir e descer escadas remete a uma boa qualidade de controle postural antigravitário, bom controle de equilíbrio dinâmico associado a funções específicas dos membros inferiores de força e marcha, estando tais aspectos mais comprometidos nos idosos atendidos em programas de assistência domiciliar. Desta forma, cabe ao fisioterapeuta, integrante da equipe multiprofissional e responsável pela progressão na evolução no desempenho funcional dos pacientes, eleger um indicador que tenha sensibilidade para atuar em paralelo a exames que graduam esta deficiência, transformando este dado em meta de reabilitação e abordagem terapêutica. Nos prontuários analisados, verificou-se que no domínio autocuidados, grande parte dos pacientes apresentaram dependência completa no tópico vestir-se abaixo da cintura. Com base nos resultados, torna-se importante considerar os domínios nos quais os pacientes apresentam menor pontuação e transformar essas deficiências em alvos a serem alcançados, seja a médio ou longo prazo, respaldando o fisioterapeuta no pleito da continuidade da assistência pelo estabelecimento de objetivos a serem alcançados do ponto de vista funcional. Nesse contexto, a MIF pode ser entendida não apenas como um indicador funcional, mas também como um indicador de qualidade, podendo ser utilizada para avaliar perdas funcionais, assim como, para avaliar a qualidade dos serviços prestados, prática aplicada à gestão da qualidade. Os indicadores de avaliação da qualidade como formas numéricas ou não, são obtidos a partir dos sistemas de informação, sendo utilizados para melhorar as atividades realizadas ou mensurar o grau de risco de um evento ou agravo à saúde; para atribuir valor a dados ou aspectos da realidade que se deseja conhecer e, a partir destes conhecimentos, intervir para alcançar objetivos. (TEIXEIRA; CAMARGO, et al. 2006). O conceito de garantia de qualidade em saúde refere-se à elaboração de estratégias tanto para a avaliação da qualidade quanto para a implementação de normas e padrões de conduta clínica através de programas locais ou nacionais. Assim, no setor de saúde, a política da qualidade tem gerado uma preocupação

17 constante com a melhoria da assistência prestada ao paciente, exigindo maiores investimentos na qualificação dos trabalhadores (NEPONUNCENO; KURCGANT, 2008). Foi verificada, através das avaliações analisadas, uma demanda não atendida de pacientes que apresentavam dupla incontinência, 35,29% dos trinta e quatro pacientes avaliados, visto que não é comum no modelo atual de prestação de serviços a nível domiciliar o uso da assistência fisioterapêutica uroginecológica. Para tal ausência em traçar um plano terapêutico com o intuito de abraçar esta demanda, podemos atribuir alguns fatores, tais como, a falta de capacitação dos profissionais envolvidos e contratados, bem como o fato das operadoras de saúde não diferenciarem o atendimento nesta área. Em busca de uma qualidade total na assistência prestada aos pacientes, sugere-se, aqui, uma busca por suprir esta demanda. Essa qualificação deve estar voltada para o desenvolvimento do ser humano de forma integral e para o atendimento das necessidades identificadas em uma realidade de trabalho específica. Desenvolver pessoas e melhorar a qualidade da assistência à saúde beneficia tanto os trabalhadores quanto os pacientes, considerando seus direitos como cidadãos, contribuindo para melhorar a qualidade de vida das pessoas (NEPONUNCENO; KURCGANT, 2008). Segundo o estudo realizado por Guzzo (2008), foi evidenciado que a Medida de Independência Funcional vivenciada proporciona com maior realismo, ao paciente, ao familiar e ao cuidador, um mapa da capacidade funcional e ocupacional residual, e serve como estímulo para a adesão às terapias que se propõem. Riberto, et al (2004) defende que a sensibilidade de um instrumento de avaliação é de extrema importância quando o seu objetivo de uso é o acompanhamento clínico dos pacientes ou a constatação de melhoras. Isso permite a comparação clínica de programas diferentes e de serviços, além de servir como instrumento para inferência sobre a qualidade de um serviço de reabilitação e determinar formas de repasse financeiro por resultados obtidos. Nesse estudo, 50% dos pacientes apresentaram a função cognitiva preservada, nesse sentido, entende-se que estes pacientes irão possuir maior envolvimento e adesão ao tratamento, em contrapartida, os outros 17

18 50% dos pacientes que apresentaram pontuação que caracteriza um déficit cognitivo, ou seja, não é capaz de interagir com o profissional, de resolver problemas e tem sua expressão comprometida, logo, o fisioterapeuta deve estar atento a este dado trazendo o cuidador ou familiar responsável para o entendimento do seu plano terapêutico com este paciente comprometido do ponto de vista cognitivo, assim como as possibilidades de reabilitação funcional, baseado neste pensamento é possível visualizar a importância de utilizar um instrumento que possa dar um feedback do andamento de seu tratamento. Por fim, defende-se a ideia da necessidade de reavaliar processos para conhecer as diferenças encontradas antes de iniciar o tratamento, durante e em um momento próximo à alta, conseguindo desta forma planejar intervenções que levariam à melhoria da qualidade e ao alcance da eficiência na administração dos serviços de saúde. Defendendo esta ideia, a qualidade do serviço prestado na área de saúde deve ser entendida como um degrau, fazendo parte de um processo contínuo de seu controle, exigindo do profissional comprometimento e competência técnico-científica, resgatando para a categoria importância de seu papel no contexto da assistência em saúde. CONSIDERAÇÕES FINAIS Indivíduos mais comprometidos do ponto de vista funcional demandam maior tempo e requerem maiores cuidados na execução da proposta terapêutica pelo profissional de fisioterapia com relação à frequência de sessões. Este fator pode sugerir, por si só, a necessidade de avaliação funcional e como os resultados obtidos podem ser direcionados para as metas desejáveis para esses pacientes. Ficou evidenciada a relevância da utilização da Medida de Independência Funcional como um instrumento de avaliação funcional que possibilita ao profissional nortear, respaldar e orientar o direcionamento de suas condutas e atenção aos resultados esperados. Quando utilizada como indicador 18

19 de processo, esta escala proporciona novos horizontes à fisioterapia, adicionando para os profissionais diferenciais de qualidade na assistência prestada e consequente satisfação dos usuários. Julgamos importante a necessidade de considerar outras ferramentas para mensurar problemas primários do paciente, estando o terapeuta ainda atento a questões como idade, doença de base, comorbidades associadas e histórico de funcionalidade prévia ao estado da doença atual, uma vez que os indicadores funcionais trazem uma lista inicial das limitações funcionais, ou incapacidades, ajudando o profissional a determinar extensões, expectativas e direcionamento de sua intervenção, porém não especifica porque as limitações existem. Por fim, fica registrado como recomendação que novos estudos sejam realizados na área de qualidade e gestão em saúde sob a ótica do profissional de fisioterapia, e a viabilidade desta correlação, uma vez que, no presente estudo, houve dificuldades em encontrar na literatura documentos desta natureza. REFERÊNCIAS ALVES, L. C.; LEITE, I. da C.; MACHADO, C. J. Conceituando e mensurando a incapacidade funcional da população idosa: uma revisão de literatura. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v.13, n. 4, p , AMARAL, N. N. do, et al. Assistência Domiciliar à Saúde (Home Health.Care): sua História e sua Relevância para o Sistema de Saúde Atual. Revista Neurociências, São Paulo, v. 9, n. 3, p , BACKESB D. S.; et al. O Produto do Serviço de Enfermagem na Perspectiva da Gerência da Qualidade. Revista Gaúcha de Enfermagem, v. 28, n.2 p , BITTAR, O. J. N. V. Indicadores de qualidade e quantidade em saúde. Revista Administração em Saúde, São Paulo, v. 3, n. 12, p , D INNOCENZO, M.; ADAMI, N. P.; CUNHA, I. C. K. O. O movimento 19

20 20 pela qualidade nos serviços de saúde e enfermagem. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 59, n. 1, p , ESCRIVÃO, J. R. A. Uso de indicadores de saúde na gestão de hospitais públicos da região metropolitana de São Paulo: relatório de pesquisa. São Paulo (SP): Fundação Getúlio Vargas, Escola de Administração de Empresas de São Paulo; FARIAS, N.; BUCHALLA, C. M. A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde da Organização Mundial da Saúde: Conceitos, Usos e Perspectivas. Revista Brasileira de Epidemiologia. São Paulo, v.8, n.2, p , FLORIANI, C. A.; SCHRAMM, F. R. Atendimento domiciliar ao idoso: problema ou solução? Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.20, n.4, p , GUZZO, R. A. R. Analise Comparativa da Medida de Independência Funcional Verbal e Vivenciada em Pacientes com Hemiplegia por Acidente Vascular Cerebral. Faculdade de Ciencias Médicas da Santa Casa de São Paulo. São Paulo, p.11, PAIXÃO JUNIOR, C. M.; REICHENHEIM, M. E. Uma revisão sobre instrumentos de avaliação do estado funcional do idoso. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.21, n.1, p.7-19, GURGEL JUNIOR, G. D.; VIEIRA, M. M. F.; Qualidade total e administração hospitalar: explorando disjunções conceituais. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p , KARSCH, U. M. Idosos dependentes: famílias e cuidadores. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.19, n.3, p , MENDES JUNIOR, W. V. Assistência domiciliar: uma modalidade de assistência para o Brasil. Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro NEPONUNCENO, L. M. R; KURCGANT, P. Uso de indicador de qualidade para fundamentar programa de capacitação de profissionais de enfermagem. Revista Escola de Enfermagem USP, São Paulo, v.42, n.4, p , RIBERTO, M. et al. Validação da Versão Brasileira da Medida de Independência Funcional. Acta Fisiatr., São Paulo, v.11, n.2, p.72-76, RICCI, N. A.; KUBOTA, M. T.; CORDEIRO, R. C. Concordância de

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Linamara Rizzo Battistella 04.10.2012 Universal Irreversível Heterôgeneo Perda Funcional Progressiva

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

FISCO. Saúde. Programa de Atenção. Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1

FISCO. Saúde. Programa de Atenção. Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1 FISCO Saúde ANS 41.766-1 Programa de Atenção Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS Prezados Associados, Para facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL

CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL RELATO DE EXPERIÊNCIA CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL Contributions of physiotherapy for the promotion of health of the informal caregiver Lidiane Cristina Custódio

Leia mais

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil Gestão de Qualidade O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, visando a qualidade assistencial e a satisfação do cliente compromete-se a um entendimento

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Maria Andréa Fernandes

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA GERAL. Módulo I Sociologia da saúde 30 h. Módulo IV Epidemiologia e Estatística vital 30 h

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA GERAL. Módulo I Sociologia da saúde 30 h. Módulo IV Epidemiologia e Estatística vital 30 h CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA GERAL Módulos Disciplinas Carga Horária Módulo I Sociologia da saúde 30 h Módulo II Economia da saúde 30 h Módulo III Legislação em saúde 30 h

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA ENFERMAGEM NA SAÚDE DO TRABALHADOR

ATRIBUIÇÕES DA ENFERMAGEM NA SAÚDE DO TRABALHADOR ATRIBUIÇÕES DA ENFERMAGEM NA SAÚDE DO TRABALHADOR Carolina Uesato Tamassiro 1, Nubia Karen Goulart Mendes 2, Rosemeire Gamarra Medeiros Monticelli 3, Rosilene Rocha Palasson 4 Introdução: Promoção da saúde

Leia mais

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

PROTOCOLOS DE ENFERMAGEM. Elaboração e Revisão: Maria das Graças S. dos Santos. Colaboradores: Ana Cristina Amorim Dantas Viviane Pereira Ramos

PROTOCOLOS DE ENFERMAGEM. Elaboração e Revisão: Maria das Graças S. dos Santos. Colaboradores: Ana Cristina Amorim Dantas Viviane Pereira Ramos Protocolos de Enfermagem IDENTIFICAÇÃO DE RISCO E PREVENÇÃO DE QUEDAS HEMORIO - 2010 1ª Ed. PROTOCOLOS DE ENFERMAGEM Elaboração e Revisão: Maria das Graças S. dos Santos Colaboradores: Ana Cristina Amorim

Leia mais

SÃO CONSIDERADAS COMO QUEDAS AS SEGUINTES SITUAÇÕES: FATORES QUE PREDISPÕEM AO RISCO PARA QUEDA

SÃO CONSIDERADAS COMO QUEDAS AS SEGUINTES SITUAÇÕES: FATORES QUE PREDISPÕEM AO RISCO PARA QUEDA PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS: É a assistência multidisciplinar no monitoramento e implementação de medidas para prevenção de quedas em pacientes internados, em atendimento no Pronto Socorro e nos Serviços

Leia mais

Parecer CRFa-4ª Região nº 003/2015

Parecer CRFa-4ª Região nº 003/2015 Parecer CRFa-4ª Região nº 003/2015 Dispõe sobre a atuação fonoaudiológica na área hospitalar privada, pública e filantrópica e em atendimento domiciliar e dá outras providências O presente Parecer tem

Leia mais

Comunicação para Todos Em Busca da Inclusão Social e Escolar. Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS. Resumo

Comunicação para Todos Em Busca da Inclusão Social e Escolar. Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS. Resumo Comunicação para Todos Em Busca da Inclusão Social e Escolar Communication for All - In Search of the Social and Pertaining to School Inclusion Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS Carolina

Leia mais

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA INTRODUÇÃO MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA Mayara Muniz Dias Rodrigues 1 Saemmy Grasiely Estrela de Albuquerque 2 Maria das Graças Melo Fernandes 3 Keylla

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL

ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL A SANTA CASA BH TEM TODOS OS CUIDADOS PARA VOCÊ CONQUISTAR UMA CARREIRA SAUDÁVEL. Missão Humanizar a assistência

Leia mais

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Departamento de Orientação Profissional - EEUSP PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL VERA LUCIA MIRA GONÇALVES AVALIAÇÃO JUÍZO DE VALOR Avaliação de desempenho

Leia mais

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013.

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. Assessoria da Presidência Assessoria técnica Grupo de consultores ad hoc Conselho Federal de

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES PARA 2015

PLANO DE ATIVIDADES PARA 2015 ASSEMBLEIA DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO PLANO DE ATIVIDADES PARA 2015 APROVADO POR UNANIMIDADE, NA ASSEMBLEIA DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO, EM

Leia mais

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO DE CUIDADOS GERAIS

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO DE CUIDADOS GERAIS ÍNDICE Regulamento do Perfil de Competências do Enfermeiro de Cuidados Gerais Preâmbulo...05 Artigo 1.º - Objecto...07 Artigo 2.º - Finalidades...07 Artigo 3.º - Conceitos...08 Artigo 4.º - Domínios das

Leia mais

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: Curso De Graduação Em Fisioterapia. DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 225 VAGAS ANUAIS TURNOS DE OFERTA: NOTURNO REGIME LETIVO:

Leia mais

Prezados Associados,

Prezados Associados, Prezados Associados, Para facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o FISCO SAÚDE traz agora guias de procedimentos por assunto. O conteúdo está distribuído

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Epidemiologia Gerencial aplicada à Gestão de Serviços e Sistemas de Saúde

FICHA TÉCNICA. Epidemiologia Gerencial aplicada à Gestão de Serviços e Sistemas de Saúde FICHA TÉCNICA Epidemiologia Gerencial aplicada à Gestão de Serviços e Sistemas de Saúde O atual cenário de saúde tem exigido cada vez mais dos profissionais uma oferta equitativa de serviços (baseada na

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS

Leia mais

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE)

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) INSTITUIÇÃO Nome Morada Código Postal CONTEXTO PRÁTICA CLÍNICA ou UNIDADE DE SAÚDE FUNCIONAL Nome CONTATOS Enfermeiro(a) Chefe

Leia mais

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 1 Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Nome fantasia: Projeto de volta prá casa Instituições: Núcleo de Epidemiologia do Serviço de Saúde Comunitária da Gerência de saúde Comunitária

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 231/2011 Deputado(a) Dr Basegio

PROJETO DE LEI Nº 231/2011 Deputado(a) Dr Basegio DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015. PRO 1 PROJETO DE LEI Nº 231/2011 Fixa e estabelece parâmetros para o dimensionamento do quadro de profissionais

Leia mais

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA DAL BEN: SUA PARCEIRA EM CUIDADOS ASSISTENCIAIS A saúde no Brasil continua em constante transformação. As altas taxas de ocupação dos hospitais brasileiros demandam dos profissionais

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DO PROGRAMA ESTÃO BASEADAS NAS AÇÕES QUE COMPORTAM ATIVIDADES Multiprofissionalidade e interdisciplinaridade:

Leia mais

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES)

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ID: 102 A PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE ENTRE CRIANÇAS POR MEIO DA RISOTERAPIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Profa. Esp. Andréa Savietto (UNIANCHIETA)

Leia mais

ANEXO 3 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE CLÍNICAS DE IDOSOS E SIMILARES

ANEXO 3 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE CLÍNICAS DE IDOSOS E SIMILARES ANEXO 3 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE CLÍNICAS DE IDOSOS E SIMILARES PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE CLÍNICAS DE IDOSOS E SIMILARES Data da vistoria: / / A CADASTRO

Leia mais

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Belo Horizonte - MG, setembro de 2013. Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Patricia Fernanda Toledo Barbosa

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

Rede de Reabilitação Lucy Montoro

Rede de Reabilitação Lucy Montoro Rede de Reabilitação Lucy Montoro Rede de Reabilitação Lucy Montoro Implantar, Padronizar e Sistematizar uma rede hierarquizada e descentralizada, dentro dos parâmetros do SUS, de atendimento em reabilitação

Leia mais

BETIM Leila da Cunha Meneses Maria Aparecida Rodegheri

BETIM Leila da Cunha Meneses Maria Aparecida Rodegheri INTERNAÇÃO DOMICILIAR: EXPERIÊNCIA EM UM MUNICÍPIO DE MINAS GERAIS BETIM Leila da Cunha Meneses Maria Aparecida Rodegheri Betim- Minas Gerais Dados Importantes População : 2010 (IBGE) : 378.089 Orçamento

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

3 Método. 3.1 Sujeitos

3 Método. 3.1 Sujeitos 30 3 Método 3.1 Sujeitos A amostra deste estudo foi composta de idosos atendidos no ambulatório de geriatria de um hospital público do estado do Rio de Janeiro. Foram investigados 51 idosos com diagnóstico

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

MANUAL ATRIBUIÇÕES E ROTINAS PSICOLOGIA HOSPITALAR

MANUAL ATRIBUIÇÕES E ROTINAS PSICOLOGIA HOSPITALAR MANUAL 1 E L A B O R A Ç Ã O HGWA: Fernanda Azevedo de Souza: Coordenação, UCE Adulto (UCE I e AVC Subagudo) e Cuidados Paliativos Isabelle de Freitas Luz - Clínica Pediátrica, UCE Pediátrica e PAD Pediátrico

Leia mais

Melhor em Casa Curitiba-PR

Melhor em Casa Curitiba-PR Melhor em Casa Curitiba-PR ATENÇÃO DOMICILIAR Modalidade de Atenção à Saúde, substitutiva ou complementar às já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento

Leia mais

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology RESIDÊNCIA MÉDICA Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology José Luiz Miranda Guimarães* Neste número estamos divulgando o resultado parcial do Seminário

Leia mais

CONTRATOS DE GESTÃO NA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - UMA EXPERIÊNCIA DE DESCENTRALIZAÇÃO AO NÍVEL LOCAL 1

CONTRATOS DE GESTÃO NA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - UMA EXPERIÊNCIA DE DESCENTRALIZAÇÃO AO NÍVEL LOCAL 1 CONTRATOS DE GESTÃO NA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - UMA EXPERIÊNCIA DE DESCENTRALIZAÇÃO AO NÍVEL LOCAL 1 O sistema de serviços de saúde é um sistema complexo, composto por diferentes atores sociais,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC: Rodrigues de Abreu Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

ENVELHECIMENTO NO BRASIL: REPERCUSSÕES E DESAFIOS

ENVELHECIMENTO NO BRASIL: REPERCUSSÕES E DESAFIOS ENVELHECIMENTO NO BRASIL: REPERCUSSÕES E DESAFIOS MESQUITA, Francyelle de Cássia Nayane da Rocha¹; ALARCON, Bruna Santana¹; GONDIM, Bruno Ferreira¹; CARDOSO, Bruno Freitas¹; NETO, Gilberto Inácio Cardoso¹;

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO Juliana Paula Balestra Soares Joelma Cristina Gomes Carmencita Márcia Balestra Faculdade

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE COMITÊ DE ACOMPANHAMENTO DE TRABALHADORES COM RESTRIÇÕES LABORAIS E RESULTADOS INICIAIS

IMPLANTAÇÃO DE COMITÊ DE ACOMPANHAMENTO DE TRABALHADORES COM RESTRIÇÕES LABORAIS E RESULTADOS INICIAIS IMPLANTAÇÃO DE COMITÊ DE ACOMPANHAMENTO DE TRABALHADORES COM RESTRIÇÕES LABORAIS E RESULTADOS INICIAIS Autores Fernanda Cabral Schveitzer ITAIPU BINACIONAL RESUMO Introdução: Em 2009 a ITAIPU Binacional

Leia mais

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE Paulo Eduardo Elias* Alguns países constroem estruturas de saúde com a finalidade de garantir meios adequados para que as necessidades

Leia mais

II CURSO DE FORMAÇÃO DE CUIDADOR DE IDOSOS EDITAL REALIZAÇÃO:

II CURSO DE FORMAÇÃO DE CUIDADOR DE IDOSOS EDITAL REALIZAÇÃO: II CURSO DE FORMAÇÃO DE CUIDADOR DE IDOSOS EDITAL REALIZAÇÃO: OBJETIVO: Desenvolver e instrumentalizar as pessoas interessadas em se profissionalizar como cuidador de idosos. Estimular a reflexão em relação

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

AUDITORIA EM ATENÇÃO DOMICILIAR: O IMPACTO DO GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS NA REDUÇÃO DE CUSTOS ASSISTENCIAIS 1 RESUMO

AUDITORIA EM ATENÇÃO DOMICILIAR: O IMPACTO DO GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS NA REDUÇÃO DE CUSTOS ASSISTENCIAIS 1 RESUMO AUDITORIA EM ATENÇÃO DOMICILIAR: O IMPACTO DO GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS NA S ASSISTENCIAIS 1 Quartiero,L. 2 1 Monografia de conclusão de Especialização em Auditoria em Saúde - FACISA 2 Enfermeira,

Leia mais

Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO

Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO - Abordagem multiprofissional e interdisciplinar - assistência prestada por

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº /03 Autora: Deputada MANINHA

PROJETO DE LEI Nº /03 Autora: Deputada MANINHA PROJETO DE LEI Nº /03 Autora: Deputada MANINHA Estabelece normas básicas e dispõe sobre condições gerais de funcionamento de estabelecimentos que prestam atendimento institucional e abrigo a idosos, e

Leia mais

Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia

Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia Percentual de pessoas com deficiência no Brasil..segundo Censo 2000: 14,5% Deficientes 85,5% Não Deficientes

Leia mais

Hospital Universitário Ana Bezerra HUAB/UFRN

Hospital Universitário Ana Bezerra HUAB/UFRN Hospital Universitário Ana Bezerra HUAB/UFRN DIMENSIONAMENTO DE SERVIÇOS ASSISTENCIAIS E DA GERÊNCIA DE ENSINO E PESQUISA BRASÍLIA-DF, 27 DE MARÇO DE 2013. Página 1 de 20 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 1.1.

Leia mais

Prof. MS. Ellen H. Magedanz

Prof. MS. Ellen H. Magedanz Prof. MS. Ellen H. Magedanz As transformações nos padrões de saúde/doença constituíram-se em uma das características do último século, estão associadas às mudanças na estrutura etária populacional. América

Leia mais

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA Maria Lucia Ziroldo 1 ; Mateus Dias Antunes 2 ; Daniela Saldanha Wittig 3 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 4 RESUMO: A dor lombar é uma das

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

DOENÇA DE PARKINSON E QUALIDADE DE VIDA: CONSIDERAÇÕES TERAPÊUTICAS OCUPACIONAIS.

DOENÇA DE PARKINSON E QUALIDADE DE VIDA: CONSIDERAÇÕES TERAPÊUTICAS OCUPACIONAIS. DOENÇA DE PARKINSON E QUALIDADE DE VIDA: CONSIDERAÇÕES TERAPÊUTICAS OCUPACIONAIS. Marcela Maria Medeiros de Melo¹; Ádila Siqueira de Basto Lima¹; Mirella Bruna Felix de Freitas¹; Elma Eloi Melo da Silva¹;

Leia mais

Seminário Nacional Envelhecimento e Subjetividade Saúde e Envelhecimento: Prevenção e Promoção CRP Novembro 2008. Instituto de Psiquiatria FMUSP

Seminário Nacional Envelhecimento e Subjetividade Saúde e Envelhecimento: Prevenção e Promoção CRP Novembro 2008. Instituto de Psiquiatria FMUSP Seminário Nacional Envelhecimento e Subjetividade Saúde e Envelhecimento: Prevenção e Promoção CRP Novembro 2008 Mônica Yassuda Mônica Sanches Yassuda Gerontologia EACH USP EACH USP Ambulatório de Psicogeriatria

Leia mais

APRESENTAÇÃO QUALIVIDA

APRESENTAÇÃO QUALIVIDA APRESENTAÇÃO QUALIVIDA (143.846 segurados ) (1.010.965 associados) (1.403.755 associados) (373.839 associados) 4.389 empresas 3.000.000 vidas * Dados jan 2013 2 MISSÃO NOSSA MISSÃO NOSSA MISSÃO Tornar

Leia mais

AÇÃO EDUCATIVA SOBRE PREVENÇÃO DE QUEDAS PARA IDOSOS INTERNADOS

AÇÃO EDUCATIVA SOBRE PREVENÇÃO DE QUEDAS PARA IDOSOS INTERNADOS AÇÃO EDUCATIVA SOBRE PREVENÇÃO DE QUEDAS PARA IDOSOS INTERNADOS Anairtes Martins de Melo; Keyla Rejane Frutuoso de Morais; Jamille Soares Moreira Alves; Ana Karina Monte Cunha Marques INTRODUÇÃO Faculdade

Leia mais

Selo Hospital Amigo do Idoso. Centro de Referência do Idoso

Selo Hospital Amigo do Idoso. Centro de Referência do Idoso SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE REGIÕES DE SAÚDE CRS Política de Saúde para o Idoso no Estado de São Paulo Selo Hospital Amigo do Idoso Centro de Referência do Idoso Resolução

Leia mais

TERAPEUTA OCUPACIONAL E O SUS

TERAPEUTA OCUPACIONAL E O SUS TERAPEUTA OCUPACIONAL E O SUS TERAPIA OCUPACIONAL UMA PROFISSÃO NATURALMENTE PARA A SAÚDE PUBLICA Senhor Gestor, gostaríamos de apresentar as possibilidades de cuidado que o terapeuta ocupacional oferece

Leia mais

ATENDIMENTO DOMICILIAR FISIOTERAPEUTICO PARA PORTADOR DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL NO ESTÁGIO AGUDO

ATENDIMENTO DOMICILIAR FISIOTERAPEUTICO PARA PORTADOR DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL NO ESTÁGIO AGUDO ATENDIMENTO DOMICILIAR FISIOTERAPEUTICO PARA PORTADOR DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL NO ESTÁGIO AGUDO Ana Coely Araujo Vieira¹; Fernanda Naiene Rodrigues Valadares²; Rebecca Pessoa de Almeida Lima³; Joventina

Leia mais

CONCEITO. Despertar a potencialidade de indivíduos

CONCEITO. Despertar a potencialidade de indivíduos CONCEITO Despertar a potencialidade de indivíduos Utilizar a Arte como meio de comunicação e expressão e a Cultura no resgate de histórias de vida e valores 17 anos de atuação 231 mil atendimentos ARTE

Leia mais

ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO

ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO ANALISTA EM SAÚDE/ ASSISTENTE SOCIAL PLANTONISTA REQUISITOS: Certificado ou Declaração de conclusão do Curso de Serviço Social, registrado no MEC; E

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional Diário Oficial Imprensa Nacional REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA - DF Nº 115 16/06/11 Seção 1 - p.164 CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL RESOLUÇÃO Nº 387, DE 8 DE JUNHO DE 2011

Leia mais

Uma das principais tarefas do sistema de saúde é traduzir as necessidades de saúde em serviços e traduzir estes serviços em instalações adequadas.

Uma das principais tarefas do sistema de saúde é traduzir as necessidades de saúde em serviços e traduzir estes serviços em instalações adequadas. Carlos Justo Uma das principais tarefas do sistema de saúde é traduzir as necessidades de saúde em serviços e traduzir estes serviços em instalações adequadas. Isto não é fácil Os serviços de saúde devem

Leia mais

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL SAÚDE DO IDOSO CURSO ESPECÍFICOS ENFERMAGEM - A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, o que significa que, pela primeira vez na história das políticas públicas no Brasil,

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE FISIOTERAPIA, BACHARELADO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE 1º período Saúde, Trabalho e Meio- Ambiente I 150 10 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE Identificação da relação entre os modos de viver e o processo

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 60 2011 Rede de Atenção Psicossocial Minuta de portaria que aprova as normas de funcionamento e habilitação do Serviço Hospitalar de Referência para atenção às pessoas com sofrimento ou transtorno

Leia mais

SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS

SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS DESCRIÇÃO: Modalidade: Centro Dia para pessoa Idosa Serviço voltado para o atendimento, regime parcial, de pessoas idosas de 60 anos ou mais, de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA RIO EM DADOS

TERMO DE REFERÊNCIA RIO EM DADOS TERMO DE REFERÊNCIA RIO EM DADOS 1. INTRODUÇÃO O Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos pretende contratar instituição de pesquisa com a finalidade de produção de análises estatísticas e econômicas

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio

Leia mais

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version A FAMÍLIA COMO CUIDADOR DO IDOSO: UMA RELAÇÃO FORTALECIDA PELA AJUDA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE OLIVEIRA, Monica Caldas de RESUMO Este artigo acerca da família como cuidador do idoso: uma relação fortalecida

Leia mais

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios de Admissão em Longo Internamento O Centro Psicogeriátrico Nossa Senhora de Fátima (CPNSF), oferece serviços especializados

Leia mais

OUVIDORIA VIVA RIO MANUAL DE PROCEDIMENTOS

OUVIDORIA VIVA RIO MANUAL DE PROCEDIMENTOS OUVIDORIA VIVA RIO MANUAL DE PROCEDIMENTOS CONTEÚDO 1. OUVIDORIA INTERNA... 4 2. OUVIDORIA EXTERNA... 6 3. PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO... 7 4. CALL CENTER ATIVO DA SAÚDE... 12 5. OUVIDORIA UNIDADES

Leia mais

Nintendo Wii: uma nova opção

Nintendo Wii: uma nova opção Nintendo Wii: uma nova opção de tratamentos fisioterapêuticos Cleide Sant Ana 1 Milena Medrado 2 Resumo: Vários são os métodos fisioterapêuticos utilizados na reabilitação de pacientes neurológicos ou

Leia mais

Necessidades das diferentes populações e possibilidades de respostas na construção da Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência no SUS

Necessidades das diferentes populações e possibilidades de respostas na construção da Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência no SUS XXVIII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO ABRIL 2014 UBATUBA/SP Necessidades das diferentes populações e possibilidades de respostas na construção da Rede de Cuidados da

Leia mais

MODELO DE GESTÃO PARA ORGANIZAÇÕES PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

MODELO DE GESTÃO PARA ORGANIZAÇÕES PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE 1 MODELO DE GESTÃO PARA ORGANIZAÇÕES PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Cristina Diamante Elizabeth Maria Lazzarotto Lorena Moraes Goetem Gemelli 1 INTRODUÇÃO: Na maioria das organizações de saúde, os profissionais

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

I Seminário Internacional de Atenção Primária em Saúde de São Paulo PARTE II

I Seminário Internacional de Atenção Primária em Saúde de São Paulo PARTE II I Seminário Internacional de Atenção Primária em Saúde de São Paulo PARTE II DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM 2009 Objetivos: REUNIÕES TÉCNICAS DE TRABALHO PactuaçãodoPlanodeTrabalhoedoPlanodeAções Desenvolvimento

Leia mais

CAPACITAÇÕES CER ANO - 2015. Janeiro IMPORTÂNCIA DO RELACIONAMENTO INTERPESSOAL PARA O SUCESSO DA EQUIPE. Março

CAPACITAÇÕES CER ANO - 2015. Janeiro IMPORTÂNCIA DO RELACIONAMENTO INTERPESSOAL PARA O SUCESSO DA EQUIPE. Março CAPACITAÇÕES CER ANO - 2015 Janeiro IMPORTÂNCIA DO RELACIONAMENTO INTERPESSOAL PARA O SUCESSO DA EQUIPE Data: 05 a 06/01/2015 Local/Instituição: CER Diamantina Quantidade de profissionais: 80 Objetivo:

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS Taís Lopes Saranholi Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: tais_saranholi@hotmail.com Cássia Marques da Rocha Hoelz E-mail: cassiarocha@bauru.sp.gov.br

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 5, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. O Presidente

Leia mais

EQUIPE DE PROFISSIONAIS CEPEC Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo.

EQUIPE DE PROFISSIONAIS CEPEC Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo. Dra. Miriam Serrano de Freitas Terapeuta Ocupacional especializada em Síndrome de Down serrano.miriam@gmail.com Data de nascimento:07/05/1986 Endereço: Morishigue Akagui, 51 Telefone para contato: (11)

Leia mais

Curriculum Vitae. Eliania Pereira da Silva Terapeuta Ocupacional CREFITO 12806-TO. Resumo. Formação Acadêmica. elianiasq@hotmail.

Curriculum Vitae. Eliania Pereira da Silva Terapeuta Ocupacional CREFITO 12806-TO. Resumo. Formação Acadêmica. elianiasq@hotmail. Curriculum Vitae Eliania Pereira da Silva Terapeuta Ocupacional CREFITO 12806-TO (98) 8850-2012 Resumo Formação Acadêmica Ensino superior MBA em Gestão da Saúde Fundação Getúlio Vargas, 2014 (previsão)

Leia mais

ACREDITAÇÃO HOSPITALAR: A ENFERMAGEM INSERIDA NA GESTÃO DA QUALIDADE NA SAÚDE

ACREDITAÇÃO HOSPITALAR: A ENFERMAGEM INSERIDA NA GESTÃO DA QUALIDADE NA SAÚDE ACREDITAÇÃO HOSPITALAR: A ENFERMAGEM INSERIDA NA GESTÃO DA QUALIDADE NA SAÚDE Reginaldo da Silva Canhete¹; Cristiane de Sá Dan² UFGD-HU-EBSERH, C. Postal 533, 79.823-501 Dourados- MS, E-mail: reginaldocanhete@ufgd.edu.br

Leia mais

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO PANORAMA DO SETOR DE SAÚDE - ANS Beneficiários Médico-Hospitalar

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC: DR. JOSÉ LUÍZ VIANA COUTINHO CÓDIGO: 073 EIXO TECNOLÓGICO: HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: QUALIFICAÇÃO: MÓDULO: COMPONENTE CURRICULAR: C.H. SEMANAL: PROFESSOR:

Leia mais

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que:

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que: CARTA DE BRASÍLIA Contribuições do I Seminário Internacional sobre Políticas de Cuidados de Longa Duração para Pessoas Idosas para subsidiar a construção de uma Política Nacional de Cuidados de Longa Duração

Leia mais

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA Érica Fernanda Nascimento de Souza 1 Renilda Rosa Dias 2 RESUMO O estudo objetivou evidenciar a importância da Educação Popular

Leia mais

Entendendo a Assistência Domiciliar

Entendendo a Assistência Domiciliar 1 Entendendo a Assistência Domiciliar Copyright 2003 para Home Health Care Doctor Serviços Médicos Domiciliares Av. Hélio Pellegrino, 420 - Moema São Paulo - SP - CEP 04513-100 Telefone: (0xx11) 3897-2300

Leia mais

Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM SAÚDE

Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM SAÚDE Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM SAÚDE ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração. Saúde. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em MBA Executivo em Saúde. OBJETIVO DO CURSO:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO E SATISFAÇÃO DO CLIENTE: ESTUDO DE CASO EM UM HOSPITAL DE UROLOGIA EM MARINGÁ

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO E SATISFAÇÃO DO CLIENTE: ESTUDO DE CASO EM UM HOSPITAL DE UROLOGIA EM MARINGÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO E SATISFAÇÃO DO CLIENTE: ESTUDO DE CASO EM UM HOSPITAL DE UROLOGIA EM MARINGÁ Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki

Leia mais