PLANO DE ACÇÃO para um TURISMO EUROPEU MAIS SUSTENTÁVEL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE ACÇÃO para um TURISMO EUROPEU MAIS SUSTENTÁVEL"

Transcrição

1 PLANO DE ACÇÃO para um TURISMO EUROPEU MAIS SUSTENTÁVEL (Agradecemos ao Governo de Portugal por ter providenciado a tradução em língua portuguesa deste Relatório) Fevereiro 2007

2 ÍNDICE 1 Objectivo deste relatório Turismo Europeu e Desenvolvimento Sustentável...2 Turismo uma relação especial com o desenvolvimento sustentável...2 Metas para a sustentabilidade do turismo europeu...3 A aplicação dos princípios de sustentabilidade...3 Receptividade às iniciativas de sustentabilidade do turismo até ao presente..5 Renovar o impulso para um turismo europeu mais sustentável Desafios chave para a sustentabilidade do turismo europeu...7 Desafio 1: Reduzir a sazonalidade da procura...8 Desafio 2: Abordar o impacto do transporte turístico...9 Desafio 3: Melhorar a qualidade do emprego no sector do turismo...11 Desafio 4: Manter e melhorar a prosperidade e qualidade de vida da comunidade, em função da mudança...12 Desafio 5: Minimizar o impacto da utilização de recursos e da produção de resíduos...14 Desafio 6: Conservar e acrescentar valor ao património natural e cultural...15 Desafio 7: Possibilitar o gozo de férias a todos...16 Desafio 8: Utilizar o turismo como ferramenta no desenvolvimento sustentável global Mecanismos de implementação...19 Destinos sustentáveis...19 Empresas sustentáveis...24 Turistas responsáveis Entidades responsáveis...30 Comissão Europeia...30 Governos dos estados membros...31 Autoridades Locais/Organizações de Gestão de Destinos Turísticos...31 Empresas turísticas...32 Outros organismos...32 Turistas 33 6 Iniciativas recomendadas a nível europeu...39 ANEO 1 Membros do Grupo para a Sustentabilidade do Turismo que contribuíram para a conclusão do presente relatório...46 ANEO 2 12 Metas para o turismo sustentável (OMT/PNUMA)...49 ANEO 3 Indicadores de sustentabilidade de turismo dos destinos...50

3 1 Objectivo deste relatório O objectivo deste relatório é promover acções de forma a tornar o turismo europeu mais sustentável, procurando ser um processo contínuo. Destina-se a organismos públicos, empresas privadas e outras organizações a nível europeu, nacional, regional e local. Uma grande parte deste relatório procura fomentar planos de acção conjunta entre o sector público e privado. Trata-se do relatório do Grupo para a Sustentabilidade do Turismo (GST), que foi constituído pela Comissão Europeia em O Grupo 1 é constituído por indivíduos de organismos internacionais, de governos dos estados-membros, de autoridades regionais e locais, da indústria turística, de organismos profissionais, de organizações ambientalistas, de sindicatos e de instituições de ensino e investigação, com experiência em sustentabilidade do turismo. Os membros participaram na sua própria qualidade como especialistas, e não na qualidade de representantes das organizações mencionadas. Em 2003 a Comissão Europeia emitiu um relatório sobre orientações básicas tendo em vista a sustentabilidade do turismo europeu 2, anunciando a constituição do GST e incumbindo-o de criar um quadro de acção com a participação de diferentes actores chave, emitir orientações para a gestão de destinos turísticos locais e a utilização de indicadores e acompanhar sistemas. Em resultado disso, nasceu o presente relatório do GST. O relatório será usado pela Comissão Europeia como base para anunciar uma Agenda para a Sustentabilidade do Turismo Europeu 3, após um período de consulta. O relatório conclui sobre as deliberações do GST, incluindo as de uma série de grupos de trabalho. Determina: Por que razão o turismo é tão importante na procura do desenvolvimento sustentável e quais devem ser as metas para tornar o turismo europeu mais sustentável. Os desafios chave que o turismo europeu enfrenta para atingir estas metas. Processos de colaboração recomendados com o objectivo de enfrentar os desafios. Um quadro de acção a diferentes níveis, e por vários grupos de interessados. Um conjunto de iniciativas específicas a tomar a nível europeu. 1 Os membros do GST estão listados no Anexo 1 2 COM(2003) Anteriormente referido como Agenda 21 para o Turismo Europeu, embora este novo título sirva para reflectir uma abordagem mais actual abrangendo a sustentabilidade económica, social e ambiental. Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 1

4 2 Turismo Europeu e Desenvolvimento Sustentável O conceito de desenvolvimento sustentável tem sido geralmente aceite como a base para o planeamento e gestão da nossa vida presente e futura. Em1992, a Declaração do Rio de Janeiro sobre Ambiente e Desenvolvimento traçou os princípios da Agenda 21, um plano de acção detalhado, adoptado por 178 governos. Esta foi aprofundada e alargada na Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável em Joanesburgo em 2002, a qual resultou num plano de implementação com ênfase nas parcerias público-privado. O desenvolvimento sustentável requer que se salvaguarde a capacidade da terra de manter a vida em toda a sua diversidade. Encara as preocupações da protecção do ambiente, da equidade social e da qualidade de vida, de diversidade cultural e de uma economia dinâmica e viável, com capacidade de gerar emprego e prosperidade para todos. A União Europeia elege o desenvolvimento sustentável como um objectivo geral. A Estratégia de Desenvolvimento Sustentável da UE, renovada em 2006, define as prioridades e acções para concretizar esse objectivo, sendo considerada complementar à Estratégia de Lisboa da UE para o crescimento e o emprego. As duas estratégias reconhecem que os objectivos económicos, sociais e ambientais se podem complementar devendo, por isso, avançar em conjunto. Turismo uma relação especial com o desenvolvimento sustentável O turismo é uma actividade que pode verdadeiramente ter um grande impacto no desenvolvimento sustentável. Em parte, deve-se à sua dimensão total. Os estados europeus registaram mais de 440 milhões de entradas de turistas em Uma percentagem ainda maior de actividade turística ocorre na forma de turismo doméstico e de viagens diárias. O turismo é, directa e indirectamente, responsável por cerca de 10% do PIB europeu e por 20 milhões de postos de trabalho. Os europeus são responsáveis por mais de metade de todas as viagens internacionais, e as visitas por parte dos europeus fornecem uma fonte importante de receita para muitos países em vias de desenvolvimento. De igual importância para o desenvolvimento sustentável é, no entanto, a relação especial que o turismo, relativamente a outras actividades económicas, tem com o ambiente e a sociedade, devido à sua especial dependência de ambientes de qualidade, do traço distintivo cultural e da interacção social, da segurança e do bemestar. Por um lado, se for deficientemente planeado ou desenvolvido em excesso, o turismo pode ser um agente de destruição destas qualidades especiais que são tão importantes para o desenvolvimento sustentável. Por outro lado, pode ser o principal agente para a sua conservação e promoção directamente através da sensibilização e do aumento de receitas para as apoiar e, de forma indirecta, dar uma justificação económica para proporcionar esse apoio por outros. O turismo pode constituir uma ferramenta, não só para auxiliar ou forçar a regeneração e o desenvolvimento económico, como também para aumentar a qualidade de vida dos visitantes e das comunidades que os acolhem. Ao tornar o turismo mais sustentável, contribui-se de forma significativa para a sustentabilidade da sociedade europeia. Criar o equilíbrio certo entre o bem-estar dos turistas, das Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 2

5 comunidades hospedeiras e o ambiente, reduzir os conflitos e reconhecer a dependência mútua, requer uma abordagem especial da gestão dos destinos turísticos. Metas para a sustentabilidade do turismo europeu Em 2005 a Organização Mundial de Turismo das Nações Unidas (OMT) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) identificou uma Agenda com 12 metas para o turismo sustentável 4. O Anexo 2 reproduz essas metas. As três metas chave da Estratégia para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) europeia são: prosperidade económica; equidade e coesão social e protecção ambiental. Para além da reflexão sobre as 12 metas acima referidas, considera-se, nos parágrafos seguintes, cada um dos objectivos propostos pela EDS para a sustentabilidade do turismo europeu: 1 Prosperidade económica a. Assegurar, a longo prazo, a competitividade, a viabilidade e a prosperidade das empresas do sector turístico e dos destinos turísticos. b. Proporcionar oportunidades de emprego de qualidade, oferecendo um pacote de remunerações e condições justas e evitar todas as formas de discriminação. 2 Equidade e coesão social a. Melhorar a qualidade de vida das comunidades locais através do turismo, e envolvê-las no seu planeamento e gestão b. Proporcionar uma experiência de segurança, satisfação e realização aos visitantes, à disposição de todos sem discriminação de sexo, raça, religião, deficiência ou de qualquer outra forma. 3 Protecção cultural e ambiental a. Minimizar a poluição e a degradação do ambiente a nível global e local e a utilização dos escassos recursos usados pelas actividades turísticas. b. Manter e reforçar a riqueza cultural e a biodiversidade e contribuir para a sua valorização e conservação. A EDS tem ainda um quarto objectivo chave: o cumprimento das responsabilidades internacionais, o que requer a promoção activa do desenvolvimento sustentável a nível mundial. Os objectivos acima descritos devem também aplicar-se às políticas e acções com influência no impacto do turismo originário da Europa e no apoio à indústria como uma ferramenta de desenvolvimento internacional. A aplicação dos princípios de sustentabilidade Existe uma série de princípios por trás do conceito de desenvolvimento sustentável que têm uma particular incidência no turismo e na abordagem que devemos ter na Europa. 4 Em: Making Tourism More Sustainable (Tornar o Turismo Mais Sustentável), OMT e PNUMA (2005). Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 3

6 Ter uma abordagem holística e integrada Todos os vários impactos do turismo devem ser tidos em conta no seu planeamento e desenvolvimento. Além disso, o turismo deve ser correctamente equilibrado e integrado através de uma gama completa de actividades com influência sobre a sociedade e o ambiente. Planear a longo prazo Desenvolvimento sustentável significa pensar nas necessidades das gerações futuras assim como nas nossas próprias necessidades. Planear a longo prazo requer a capacidade de prolongar as acções ao longo do tempo. Atingir uma velocidade e um ritmo adequado de desenvolvimento O nível, a velocidades e a forma de desenvolvimento deve reflectir e respeitar o carácter, os recursos e as necessidades das comunidades hospedeiras e dos destinos. Envolver todos os actores chave Uma abordagem sustentada requer uma participação ampla e empenhada na tomada de decisões e na implementação prática por todos os envolvidos nos resultados. Fazer uso dos melhores conhecimentos actualmente em vigor As políticas e as acções devem ser conduzidas e complementadas pelos melhores e mais avançados conhecimentos actualmente em vigor. As informações sobre as tendências e os impactos na área do turismo, e as capacidades e experiência, devem ser partilhadas em toda a Europa. Minimizar e gerir riscos o princípio da prevenção Em situações de incerteza sobre os resultados, deve fazer-se uma avaliação completa e tomar-se medidas preventivas de forma a evitar danos para o ambiente ou para a sociedade. Reflectir impactos nos custos princípio utilizador poluidor pagador Os preços devem reflectir os custos reais do consumo e das actividades produtivas para a sociedade, tendo, não só, implicações na poluição como também na cobrança pela utilização de estruturas com custos de gestão significativos a elas associados. Estabelecer e respeitar limites, sempre que apropriado A capacidade de carga de locais específicos e de áreas mais vastas deve ser reconhecida, com prontidão e capacidade de limitar, sempre que apropriado, o volume de desenvolvimento turístico e dos fluxos turísticos. Levar a cabo acções de acompanhamento contínuo A sustentabilidade refere-se a tudo que implique compreender os impactos e estar alerta para eles em qualquer altura, para que se operem as mudanças e melhoramentos necessários. Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 4

7 Receptividade às iniciativas de sustentabilidade do turismo até ao presente A preocupação pela sustentabilidade do turismo já está enraizada na Europa. É um assunto que tem merecido uma atenção considerável por parte da Comissão Europeia, do Parlamento Europeu 5, e do Comité Económico e Social. Muitos governos nacionais e autoridades locais em toda a Europa têm dedicado atenção às questões de sustentabilidade, no desenvolvimento das suas estratégias e acções relacionadas com o turismo. Este processo é susceptível de ser reforçado pelo requisito de que as estratégias governamentais sejam sujeitas a Avaliação Ambiental Estratégica. Existe, no entanto, um sentimento que essa consciencialização não está necessariamente traduzida em acções práticas e concretas e que alguns dos desafios e oportunidades chave apresentados pelo desenvolvimento sustentável não estão a ser cumpridos. A receptividade da actividade turística à sustentabilidade tem sido algo variável. Algumas das empresas mais importantes do sector buscam a sustentabilidade introduzindo estratégias de responsabilidade social corporativa. Apenas uma pequena percentagem de pequenas empresas turísticas têm procurado ser reconhecidas pelas suas políticas ambientais e socias e práticas, parecendo que, em muitos casos, uma acção positiva depende de um interesse e compromisso individual do dono da empresa. No entanto, existem sinais evidentes que o nível de interesse e resposta está a crescer. Para isso têm contribuído as associações de comércio e pelo contacto business-to-business da cadeia logística. Por exemplo, hoje alguns operadores turísticos procuram especificamente contratar fornecedores que aderem a critérios de sustentabilidade. Tem-se registado nos últimos anos um considerável aumento da consciencialização do consumidor do impacto de viajar em férias, em parte promovida pela extensa cobertura mediática. Os turistas preocupam-se claramente se os seus destinos de férias são atractivos, em ambientes limpos e bem mantidos. Os segmentos de mercado turístico baseados na natureza e na cultura têm registado um forte crescimento. Uma série de inquéritos realizados em diferentes países europeus demonstraram que, quando inquiridos, a maioria dos turistas respondem que, à semelhança de outros factores, a sua escolha recairia provavelmente em empresas que se preocupam com o ambiente e com a comunidade local. No entanto, a percentagem de europeus que escolhem um tipo especial de viagem, especificamente por motivos de impacto ambiental é ainda provavelmente baixa. Renovar o impulso para um turismo europeu mais sustentável Gostaríamos de presenciar um novo impulso no processo de tornar o turismo europeu mais sustentável. Em parte, esta situação requer que todas as partes envolvidas no turismo, nos sectores público e privado, intensifiquem a sua consciencialização para as questões e tomem medidas relacionadas com estas. Não obstante, é necessário também que a Comissão Europeia e todos os estados membros reconheçam mais fortemente a posição especial do turismo na abordagem do desenvolvimento sustentável e mantenham o sector de modo adequado. 5 COM(2003) 716; COM(2006)134; Committee on Transport and Tourism (Comissão dos Transportes e do Turismo) /2229(INI) (Queiro) Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 5

8 A abordagem sublinhada neste relatório diz respeito à importância da cooperação, em que os interesses turísticos, ambientais, e da comunidade sejam conduzidos no mesmo sentido. Dá-se especial atenção às acções conjuntas ao nível do destino turístico, mas no âmbito de políticas e iniciativas de apoio nacionais e europeias. A máxima pensar globalmente, agir localmente permanece relevante. As prioridades globais estão a mudar. As alterações climáticas são consideradas, actualmente, uma questão fundamental com grandes implicações para o turismo, exigindo que a indústria reduza a sua contribuição para as emissões de gases de estufa e os destinos turísticos se adaptem às mudanças de paradigma de procura e do tipo de turismo que podem oferecer. O objectivo geral para o sector turístico é permanecer competitivo abraçando, ao mesmo tempo, a sustentabilidade e reconhecendo que, a longo prazo, a competitividade depende da sustentabilidade. Devemos continuar a procurar o desenvolvimento do turismo mas, ao falar desta problemática, os paradigmas de consumo e produção do turismo podem ter de mudar. Deve haver um enfoque na manutenção e no aumento das receitas do turismo, mas com custos mais baixos para o ambiente e para as nossas culturas de traços distintos, e com um valor mais elevado para a sociedade. Além de oferecer destinos sustentáveis, as empresas turísticas e os turistas devem ser encorajados a abraçar a sustentabilidade de forma mais activa. Este facto diz respeito, em parte, à aceitação de responsabilidades mas também à aceitação das oportunidades apresentadas. A sustentabilidade deve ser, cada vez mais equiparada à qualidade os turistas devem reconhecer que os locais que se preocupam com o ambiente, com os seus recursos humanos e com as comunidades locais são também mais susceptíveis de se preocuparem com eles. Vale a pena pagar por um ambiente de qualidade, e uma comunidade hospedeira próspera, preocupações essas que precisam ser promovidas. Os desafios e as oportunidades terão tendência a variar de local para local. Este documento sublinha alguns dos desafios e oportunidades que pensamos prevalecerem em toda a Europa. Considera também abordagens universalmente relevantes. Reconhece que se podem obter ganhos significativos através da partilha de conhecimentos e experiências sobre o desenvolvimento sustentável do turismo em diferentes partes da Europa, estabelecendo também um quadro e recomendações para se avançar em conjunto. Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 6

9 3 Desafios chave para a sustentabilidade do turismo europeu O capítulo anterior definiu as metas gerais para a sustentabilidade do turismo europeu. Neste capítulo, discute-se alguns desafios chave que devem ser discutidos se, de facto, se quiser atingir essas metas. Os desafios aqui identificados reflectem, não só as preocupações prioritárias mas também as questões que decorrem do Grupo para a Sustentabilidade do Turismo (GST). Tomámos também em consideração as questões levantadas em anteriores relatórios por parte da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu sobre a sustentabilidade do turismo 6. Procuramos, de forma mais ampla, relacionar estes desafios para o turismo com os sete desafios chave identificados na Estratégia para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) renovada da EU, a saber: alterações climáticas e energias limpas; transportes sustentáveis; consumo e produção sustentáveis; conservação e gestão de recursos naturais; saúde pública; inclusão social, demografia e migração; e pobreza a nível global e desenvolvimento sustentável. Muitos dos desafios identificados infra são importantes para mais do que uma das metas de turismo sustentável, em que uma série de implicações económicas, sociais e ambientais se interligam. Antes de introduzir estes desafios, podem identificar-se dois importantes prérequisitos para a sustentabilidade do turismo: Assegurar que as condições certas para uma actividade turística bem sucedida sejam implementadas Existe uma série de requisitos chave para o sucesso das empresas do sector do turismo e dos destinos turísticos que devem ser cumpridas se houver empenhamento em tornar o turismo uma actividade sustentável. Esses requisitos incluem: o Segurança e protecção. Os direitos básicos do viajante devem estar reunidos incluindo a segurança do transporte e das instalações turísticas, higiene dos alimentos, qualidade do ar e da água, ausência de crime e exploração, etc. o Qualidade das instalações e serviços. Este aspecto deve registar-se a um nível que cumpra ou exceda as expectativas do visitante. o Fiabilidade da informação. A informação para os turistas e os actores chave no turismo deve ser precisa e útil. o Acesso efectivo ao mercado. As empresas e os destinos turísticos devem conseguir prontamente ir ao encontro de potenciais visitantes e comunicar eles. o Ambiente favorável às empresas. Os quadros legais e os serviços de apoio às empresas devem propiciar condições justas e de apoio ao empreendorismo, criatividade e inovação. 6 Anteriormente citado Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 7

10 o O direito de tirar férias. Os direitos convencionados dos trabalhadores ao subsídio anual de férias e ao limite do tempo de trabalho são prérequisitos importantes para o turismo. Antecipar e acompanhar a mudança Muitos dos factores internos e externos com influência sobre o turismo europeu têm recentemente presenciado mudanças, sendo provável que assim continue. As políticas e as acções devem ser desenvolvidas e modificadas à luz dos melhores conhecimentos e de métodos de previsão actualmente em vigor. As formas especiais de mudança da maior relevância para a sustentabilidade do turismo incluem: o Mudanças ambientais, nomeadamente alterações climáticas. Estas irão afectar paradigmas de procura e condições futuras e desafios para o desenvolvimento sustentável dos destinos turísticos. o Mudanças tecnológicas, as quais podem ter um efeito importante no impacto ambiental e em soluções possíveis disponíveis no futuro. o Tendências e alterações de mercado. As mudanças relativas aos mercados de origem, demografia, perfis, gostos e motivações dos visitantes têm, sem excepção, influência sobre a sustentabilidade. o Mudanças políticas, económicas e sociais, as quais podem afectar o contexto e as atitudes relativamente ao turismo e à sustentabilidade, em mercados de origem e nos destinos turísticos. Os oito desafios aqui apresentados não estão listados por qualquer ordem de prioridade. Desafio 1: Reduzir a sazonalidade da procura A concentração de viagens turísticas em certas épocas do ano tem um impacto importante na sustentabilidade. Para além de reduzir drasticamente a viabilidade das empresas do sector e da sua capacidade de oferecer e manter postos de trabalho todo o ano (Metas 1a e 1b), pode também colocar uma grande pressão sobre as comunidades e os recursos naturais em certas alturas deixando um excesso de capacidade noutras (Metas 2a e 3a). Dados do EUROSTAT demonstram que, considerando a Europa no seu todo, as dormidas em Agosto são em média entre três a quatro vezes mais do que nos meses de Inverno. Os padrões variam entre os estados, registando-se uma maior sazonalidade nos países do Mediterrâneo. Os destinos turísticos de montanha que oferecem desportos de Inverno, têm tendência a ter duas épocas altas, mas ambas são bastante curtas e, neste caso, demasiada sazonalidade afecta a sustentabilidade. A sazonalidade da procura torna muito difícil planear e gerir a oferta de serviços turísticos de forma eficiente. Uma forma de estimular a procura e o consumo em épocas menos concorridas, com a absorção da capacidade existente, seria fazer crescer as receitas do turismo colocando, ao mesmo tempo, menor pressão sobre o ambiente e a comunidade, do que um aumento em época alta. Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 8

11 As acções de combate à sazonalidade requerem um conhecimento do produto e da situação do mercado no país e no destino turístico em questão. As circunstâncias especiais da comunidade local e do ambiente devem também ser consideradas. De facto, nalguns casos, é desejável um período de recuperação da época baixa. São necessárias acções coordenadas a todos os níveis, associando os destinos turísticos e as empresas de forma a influenciarem a procura e a oferta. Sugerem-se acções adequadas para reforçar a atractividade das épocas baixas em relação às épocas altas, nomeadamente: Ajustar a selecção do mercado alvo para mercados não sazonais (p. ex. turismo de negócios, segmentos não familiares e certos nichos de mercado); Desenvolvimento de produtos inovadores, pacotes, eventos e promoções em época baixa; Diferenciais de preço e incentivos; Constituição de parcerias entre prestadores de serviços e operadores turísticos de forma a alargar períodos de abertura. Devem ser também tomadas medidas para influenciar os padrões de procura na origem, nomeadamente: Re-calendarização e diversificação das férias escolares. Encorajamento de empregadores de forma a permitirem dispensas de serviço flexíveis. O efeito nas alterações climáticas pode influenciar significativamente a sazonalidade a médio e longo prazo. Este facto requer um estudo e acompanhamento mais aprofundados de forma a melhorar os nossos conhecimentos e métodos de previsão de possíveis alterações para permitir pôr em prática estratégias de adaptação. As alterações prováveis na Europa incluem, nomeadamente: Redução continuada de disponibilidade de neve em altitudes mais baixas, afectando a presença ou a extensão de desportos de Inverno em estâncias de montanha. Uma mudança nos padrões de procura sazonais no Verão, dos países do Sul, onde se registarão temperaturas demasiado elevadas, para os países do Norte, onde as temperaturas mais amenas poderão atrair mais turistas que procuram o sol. Desafio 2: Abordar o impacto do transporte turístico As notícias diárias sobre o avanço e o impacto das alterações climáticas e a associação destas com as emissões de gases de estufa dos transportes têm tornado este assunto fundamental e de elevado perfil para o planeamento do turismo na Europa. Têm consequências fundamentais para a Meta 3a (minimizar a poluição a nível global e local) mas também para a viabilidade económica da indústria turística (Meta 1a), a qualidade de vida das comunidades (2a) e o acesso justo do turismo para todos (2b). O transporte sustentável é um desafio chave previsto na EDS. Estima-se que o transporte turístico (turismo interno e externo) seja responsável, actualmente, por 8% das emissões equivalentes de CO 2 na UE(15) 7. O transporte aéreo é responsável por 50% das emissões de CO 2 associadas ao turismo interno e externo, considerando a Europa no seu todo. As emissões de gases de estufa dos 7 Relatório MUSTT, Direcção-Geral da Empresa, 2004 Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 9

12 automóveis são também muito importantes (responsáveis por 41% das emissões de CO 2 de viagens turísticas dentro da UE). As viagens aéreas são uma das maiores fontes de crescimento mais rápido de emissões de gases de estufa (4% por ano) devido ao crescimento do tráfego e da procura, em parte estimulado por voos de baixo custo. A EDS defende a separação entre crescimento económico e procura de transportes. Este facto tem implicações consideráveis para o turismo que, por definição, depende dos transportes. Prosseguindo esta política e as políticas inscritas no Livro Branco sobre Transportes da CE 8, as necessidades do turismo como sector económico chave devem ser consideradas sem excepção. No entanto, o sector do turismo deve também responder de forma activa e responsável ao desafio. Como forma de abordar a situação, deve tentar-se reter a totalidade das receitas provenientes das despesas dos turistas assim como os seus benefícios económicos e, ao mesmo tempo, reduzir as emissões de gases de estufa resultantes desta actividade. Deve dar-se particular atenção à redução do impacto líquido nas alterações climáticas proveniente das viagens rodoviárias e aéreas, através da: Investigação, apoio e regulação conducentes a avanços tecnológicos da indústria automóvel, da aviação e dos combustíveis, e de gestão de tráfego (incluindo controlo de tráfego aéreo); Participação do sector da aviação num sistema de negociação de emissões de gases de estufa no âmbito da UE, e encorajamento para que todas as companhias aéreas internacionais participem em sistemas semelhantes; Promoção de forma activa de esquemas de compensação de carbono para os turistas, com o apoio dos operadores. Para além disso, não obstante, as organizações e empresas do sector do turismo devem trabalhar em parceria, de modo a promoverem uma transferência modal para utilização de formas de transporte turístico mais amigas do ambiente (comboio, autocarro/camioneta, transporte marítimo, bicicleta, transporte pedonal), ambos para e dentro do destino turístico, através das seguintes medidas: Ajustar mecanismos de tributação e de fixação de preços de modo a reflectir o custo ambiental. Promover de forma activa e criativa opções de transporte alternativas (igualmente pela experiência aprazível que oferecem assim como pelo seu impacto ambiental reduzido) e fornecer informação de elevada qualidade aos turistas sobre as mesmas. Investir em infra-estruturas e serviços apropriados (pistas para bicicletas, ligações ferroviárias, parques de estacionamento para autocarros e automóveis, etc.) através, eventualmente, das receitas provenientes das taxas ambientais. Melhorar de forma continuada a integração entre diferentes tipos de serviços de transporte e facilidade de utilização pelos turistas. Localizar cuidadosamente novos complexos turísticos com respeito a acessibilidades. Uma outra abordagem consiste em procurar reduzir distâncias percorridas e, ao mesmo tempo, maximizar as despesas de consumo por parte do visitante. Para isso, é necessário: Ajustar os mercados alvo e a promoção no sentido de haver mais mercados de origem locais e domésticos. 8 COM(2006) 314 Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 10

13 Encorajar um menor número de períodos de férias mas períodos de férias mais longos e, ao mesmo tempo, reconhecer que este facto contraria tendências de mercado recentes. Promover atracções e actividades dentro e à volta do destino em vez de realizar excursões mais longas. Alguns destinos estão muito melhor colocados do que outros para acomodarem essas mudanças de utilização dos transportes e de padrões de viagem. As necessidades específicas das áreas periféricas e dos destinos insulares, economicamente dependentes do turismo e de mercados distantes, devem ser totalmente respeitadas. As propostas acima mencionadas devem ser avaliadas e melhoradas através de uma actualização constante do conhecimento sobre os efeitos do turismo nas emissões de gases de estufa, e sobre o provável impacto das diferentes medidas de resposta no desempenho do turismo e nas alterações climáticas. Desafio 3: Melhorar a qualidade do emprego no sector do turismo Este desafio relaciona-se directamente com o Meta 1b (emprego de qualidade sem discriminação) mas também tem implicações na viabilidade económica global das empresas (1a) e na qualidade do serviço prestado aos visitantes (2b). O desafio da EDS sobre a inclusão social e os movimentos migratórios é importante, sendo a qualidade do emprego um aspecto chave da estratégia de Lisboa. O sector do turismo oferece muitas oportunidades de emprego a pessoas de todas as idades e com qualquer tipo de habilitações. No caso particular dos jovens, um emprego no sector do turismo representa muita vezes o primeiro contacto com a vida activa, proporcionando-lhes competências inter-pessoais e sociais, altamente requisitadas numa indústria de serviços que opera em função do cliente. Existe cada vez mais espaço para o turismo adicionar valor ao emprego noutros sectores, através de ocupações múltiplas, e proporcionar novas oportunidades para o emprego noutros domínios relacionados com o ambiente e o património. Não obstante, alguns subsectores do turismo caracterizam-se por condições de trabalho desfavoráveis (horários de trabalho longos e irregulares, uma elevada percentagem de contratos de trabalho a termo fixo, em regime de tempo parcial ou sazonal, e níveis salariais e de segurança social abaixo da média), baixos níveis de qualificação, e falta de oportunidades de carreira, assim como elevadas taxas de trabalho não declarado. No turismo, o pessoal afecto à actividade faz parte integrante da experiência do cliente, e são as pessoas que trabalham nesta indústria que podem proporcioná-la enquanto uma das principais vantagens competitivas. É necessário que haja algo único nas capacidades, no know-how e no comportamento dos que trabalham nesta indústria para permitir que a própria Europa se distinga dos outros destinos concorrentes. A qualidade dos postos de trabalho no turismo, e a forma como o sector é encarado enquanto opção de carreira, devem ser melhoradas analisando: Os níveis salariais e de protecção da segurança social. O padrão, a extensão e a consistência dos horários de trabalho, reconhecendo, ao mesmo tempo, que estes devem satisfazer o padrão de procura dos clientes. Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 11

14 A capacidade de oferecer contratos de trabalho a tempo inteiro, durante todo o ano e de longo prazo. A progressão e as oportunidades de carreira. Muitas destas questões não são exclusivas do turismo. No entanto, ao fazer-se uma análise das mesmas, é possível também ultrapassar o problema do recrutamento de pessoal qualificado e não qualificado e da redução de elevadas taxas de mudança de pessoal que se regista nalgumas regiões da Europa. Embora pequeno, o desafio para a indústria do turismo é desenvolver práticas de recursos humanos bem delineadas. O diálogo social entre empregadores, empregados e os seus representantes deve ser reforçado. Existem muitos exemplos de que a organização inovadora do trabalho, negociada por empregadores e sindicatos, conduziu à criação de postos de trabalho de qualidade superior e a tempo inteiro e ao aumento da rentabilidade. As empresas devem envolver o seu pessoal e os seus representantes estabelecendo e cumprindo os vários alvos de sustentabilidade. Deve ser um processo bidireccional com o devido reconhecimento por parte dos trabalhadores e sindicatos da necessidade fundamental de competitividade da indústria se as empresas criarem postos de trabalho no futuro, e com o reconhecimento devido por parte dos empregadores e empresas das necessidades dos trabalhadores do sector do turismo de postos de trabalho estáveis e seguros se as empresas quiserem recrutar e manter pessoal suficiente, qualificado e motivado no futuro. O desafio de melhorar a qualidade do emprego no sector, e de dar vantagem competitiva, exige também um esforço mais coordenado para reforçar a formação e estabelecer uma estrutura de carreiras. Esta situação vai permitir também auxiliar a mobilidade laboral, geograficamente e por sectores. As medidas devem incluir, nomeadamente: O reforço da aplicação de normas comuns em formação turística em toda a Europa, e o reconhecimento mútuo das qualificações (p. ex. através do esquema Europasse). A aplicação de iniciativas de aprendizagem ao longo da vida (tais como as que têm sido apoiadas pelo programa Leonardo da Vinci da UE). O intercâmbio de boas práticas em formação turística em toda a Europa, removendo barreiras linguísticas e outras para a adopção comum das mesmas. A integração de questões de sustentabilidade na formação e no ensino regular em turismo. O trabalho de promoção activa e de relações públicas de forma a estimular a resposta ao turismo enquanto carreira e a participação na formação a todos os níveis. Desafio 4: Manter e melhorar a prosperidade e qualidade de vida da comunidade, em função da mudança A actividade turística tem um poder significativo para alterar o carácter e a prosperidade dos locais em que opera. Os destinos turísticos europeus estabelecidos têm sofrido mudanças significativas nos últimos anos, tendo surgido novos desafios. As pressões do desenvolvimento têm influência na sociedade. Em todos os casos, o desafio é gerir a mudança no interesse de bem-estar da comunidade. Assim, este facto é directamente relevante para a Meta 2a mas tem também influência nos objectivos económicos (mantendo as receitas localmente e Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 12

15 reforçando a qualidade dos postos de trabalho) e nos objectivos ambientais (conservando o património natural e cultural do destino turístico, evitando deste modo a sua degradação). Existem dois tipos de mudanças que apresentam desafios e oportunidades especiais para as comunidades locais no momento. A primeira diz respeito à construção de empreendimentos ligados ao turismo, alterando o carácter de fixação dos conjuntos urbanísticos. Embora traga benefícios económicos consideráveis às comunidades, pode também levar a um alastramento da urbanização (ou desenvolvimento esporádico) levando à perda de atractivos locais e de espaços verdes. As alterações nos valores dos imóveis podem constituir uma ameaça à qualidade de vida dos habitantes locais, podendo alguns tipos de desenvolvimento e consumo trazer um baixo retorno à economia local. Um segundo tipo de mudança decorre da reestruturação das economias locais, resultando de um declínio das actividades tradicionais, sendo o turismo visto como uma resposta à substituição das fontes de receita e postos de trabalho locais 9. Os casos especiais deste tipo de mudança podem ocorrer em: Áreas rurais e de montanha, com mudanças nas estruturas de apoio da UE afastando-se da produção agrícola e orientando-se para a economia e desenvolvimento rural em sentido mais lato 10. Áreas marítimas, que consideram o turismo como forma de substituir os rendimentos da actividade pesqueira, como consequência do declínio dos recursos pesqueiros e das mudanças dos quadros de apoio. Algumas áreas urbanas em que o turismo permite a utilização de antigas instalações industriais e do património associado. Complexos turísticos tradicionais, em que novos tipos de oferta são necessários para satisfazer as flutuações dos gostos dos mercados, ou responder aos efeitos das alterações climáticas. Em resposta a ambos os tipos de mudança, é necessário um planeamento e gestão cuidadosa do destino turístico para: Influenciar o grau, a natureza e a localização de desenvolvimento, para assegurar que o turismo seja integrado nas actividades existentes e que a comunidade permaneça equilibrada. Verificar se o novo tipo de desenvolvimento proposto está em linha com as tendências de mercado e a procura futura por exemplo, se os padrões de procura no turismo rural são significativamente diferentes agora do que no passado. Dar prioridade a tipos de alojamento e instalações que reflictam o carácter especial do destino turístico, minimizar o impacto ambiental e trazer valor para a comunidade (valor económico e emprego). Maximizar a percentagem de receitas que são retidas localmente e outros benefícios para as comunidades locais, através do reforço de cadeias de oferta locais e da promoção da utilização dos produtos locais, lojas e outros serviços pelos visitantes. Deve reconhecer-se que os objectivos de prosperidade e qualidade de vida podem, por vezes, apontar para uma restrição do desenvolvimento físico. 9 COM(2005) 120 pontos seleccionados de reestruturação das prioridades da Comissão 10 O Artigo 55º do Regulamento de Desenvolvimento Rural incentiva, em particular, actividades turísticas. Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 13

16 O volume e a concentração de complexos de segunda habitação têm sido considerados como um desafio principal para a qualidade de vida dos destinos turísticos. Em muitos locais, as segundas habitações são ocupadas por apenas algumas semanas do ano e, no entanto, são fisicamente intrusivas, distorcem os preços dos imóveis, retiram a vida às comunidades e pouco contribuem para a economia local. Não obstante, noutras situações, é possível verificar que as segundas habitações atraíram investimento, de outra forma indisponível para a comunidade, resultando no aumento da prosperidade e na restauração de antigos edifícios. A abordagem deve consistir em: Compreender melhor o impacto das segundas habitações e partilhar boas práticas sobre a forma de abordar este assunto. Limitar a taxa de desenvolvimento. Maximizar o nível de utilização dos imóveis existentes e a sua integração com a comunidade e a economia locais. Assegurar que a legislação que regula as segundas habitações esteja de acordo com a que regula o turismo em geral. Desafio 5: Minimizar o impacto da utilização de recursos e da produção de resíduos O turismo pode ser um agente de utilização significativa e por vezes irracional de recursos ambientais. Este desafio diz respeito directamente à Meta 3a sobre protecção ambiental, mas tem igualmente fortes consequências a nível do bem-estar das comunidades hospedeiras (2a). Diz respeito não só ao consumo e produção sustentável, mas também com os desafios de gestão de recursos naturais da EDS. O consumo de água é uma das principais questões para a sustentabilidade do turismo. Um turista que permanece num hotel consome em média, por dia, mais de um terço da água do que o habitante local 11. No entanto, na zona do Mediterrâneo é frequente um turista consumir em média, por dia, quatro vezes mais água do que um habitante local e as necessidades em época alta podem colocar restrições drásticas no abastecimento local. Algumas formas de actividades ligadas ao turismo têm necessidades especiais de água, nomeadamente os campos de golfe e a produção de neve artificial em complexos de ski. A situação pode ser ainda mais crítica devido às alterações climáticas, com uma oferta cada vez mais escassa que satisfaça o aumento da procura. Outras questões relacionadas com a eficiente utilização dos recursos e a gestão dos resíduos exigem, nomeadamente: Minimizar o consumo de energia (por exemplo, ar condicionado e aquecimento) e encorajar a utilização de fontes renováveis e tecnologias mais eficientes. Promover e facilitar a redução, a reutilização e a reciclagem de materiais. Promover a qualidade da água, incluindo o tratamento eficiente de esgotos, evitando descargas no mar e nos rios. Deve encorajar-se a reutilização da água cinzenta sempre que possível. Incentivar a qualidade do ar, incluindo condições relacionadas com o congestionamento do tráfego. Reduzir e gerir o lixo produzido. 11 EEA Europe s Environment, The Third Assessment (A Terceira Avaliação) (2000) Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 14

17 Muitas das acções necessárias para a abordagem deste desafio residem no reforço da gestão ambiental das empresas turísticas. Alterar os hábitos do visitante pode também ter um impacto importante. Do mesmo modo, as medidas precisam ser tomadas ao nível dos destinos turísticos, com a oferta de infra-estruturas e sistemas de gestão necessários, tais como os serviços de reciclagem postos à disposição das empresas turísticas. O planeamento futuro dos destinos turísticos e o projecto de instalações individuais deve satisfazer os critérios para minimizar a utilização de recursos e a gestão dos resíduos. Inovação e abordagens criativas para a gestão dos recursos devem ser promovidas. Desafio 6: Conservar e acrescentar valor ao património natural e cultural A relação entre o turismo e o património natural e cultural é de importância fundamental. O turismo pode desempenhar um papel chave na tomada de consciência e na criação de apoios directos e indirectos dedicados à conservação (Meta 3b). Dito de outra forma, a qualidade do património natural e cultural é, em muitas áreas, fundamentalmente importante para a geração de prosperidade económica através do turismo (Metas 1a, 1b), para a qualidade de vida das comunidades locais (2a) e para a experiência do visitante (2b). A conservação e a gestão dos recursos naturais são desafios chave da EDS. Como exemplos de património natural e cultural de importância para o turismo, temos: A qualidade e a variedade de paisagens naturais Paisagens culturais moldadas pelo homem, em que a Europa é especialmente rica Património individual, histórico e cultural Biodiversidade flora e fauna, terrestre e marítima Cultura viva e traços distintivos locais artes, artesanato, cozinha, língua eventos e festivais. Existem muitas políticas e convenções a nível internacional e europeu com o objectivo de conservar este património 12. O turismo deve desempenhar o seu papel no apoio às mesmas. A força significativa da Europa reside no facto de haver uma grande variedade tipos de programas com designações diversas 13, visando medidas de protecção e incidindo no interesse e interpretação do visitante. Os desafios chave são, nomeadamente: O aumento da pressão sobre o desenvolvimento, em parte derivado do próprio turismo mas também de outros sectores que podem ameaçar o contributo do património para a economia do visitante. Os danos provocados pelo excesso de consumo por parte dos visitantes e por actividades específicas intrusivas. O impacto de factores externos, tais como as alterações climáticas. Uma escassez grave de recursos, não só financeiros como também humanos, destinados à gestão e conservação. 12 Por exemplo, o objectivo europeu de travar a perda de biodiversidade em 2010, e a Convenção sobre as Paisagens Europeias; 13 Património Mundial da UNESCO; Património Natural Europeu, no âmbito do programa Rede Natura 2000; parques nacionais e parques culturais; etc. Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 15

18 Como medidas fundamentais de abordagem a estes desafios, propõe-se: Estar melhor preparado para usar o argumento do turismo (como motor económico) enquanto motivo de conservação da natureza e da cultura e evitar pôr em causa a mudança. Fazer uma identificação apropriada das áreas protegidas, incluindo a conclusão da Rede Natura Reforçar a relação entre as áreas protegidas e os interesses turísticos locais, no âmbito de uma estratégia e de um plano de acção sobre turismo sustentável 14. Reforçar as capacidades e as ferramentas à disposição das áreas protegidas, relacionadas com o controlo do desenvolvimento, a gestão ambiental, a gestão dos visitantes, o desenvolvimento dos produtos, a informação e o esclarecimento, e o acompanhamento. Adoptar planos de gestão de visitantes de forma a assegurar que o turismo não destrua os recursos naturais e culturais. Procurar formas de aumentar as contribuições para a conservação e gestão por parte dos visitantes, do sector turístico e de outras empresas que beneficiam do turismo. Apoiar actividades de conservação, ligadas sempre que apropriado ao turismo, em locais específicos e propriedades privadas, incluindo a restauração de edifícios classificados e a conservação de paisagens e habitats tradicionais. Reforçar o desenvolvimento, o esclarecimento e a promoção de produtos e serviços de qualidade, com base no património natural e cultural, incluindo o artesanato tradicional, os produtos locais e outros elementos distintivos locais, como componente da experiência do visitante. Desenvolver programas de acompanhamento para medir as tendências e os impactos e promover uma gestão adaptativa. Desafio 7: Possibilitar o gozo de férias a todos A inclusão e equidade social são princípios importantes de desenvolvimento sustentável. Uma das metas específicas (2b) é assegurar que as experiências turísticas sejam disponibilizadas a todos sem discriminação. Este facto permitirá obter benefícios económicos adicionais (Metas 1a, 1b). Os desafios relevantes previstos na EDS referem não só a inclusão social mas também a saúde pública, como sendo os contributos positivos das férias para o bem-estar físico e mental, os quais têm sido suficientemente documentados. Estima-se que cerca de 40% dos europeus não tirem férias, muitas vezes devido a diversas formas de privação ou impossibilidade. Em determinados países, a impossibilidade do gozo ferias é reconhecida como um aspecto significativo de pobreza infantil e familiar. Este desafio tem implicações estratégicas mais vastas para o turismo sustentável, na medida em que a política de procura de maximização de receitas do sector sem aumentar o volume pode contrariar os princípios de inclusão social. Não obstante, prosseguir um turismo social tem, de igual modo, demonstrado contribuir para a redução da sazonalidade da procura e a promoção do emprego estável ao longo do ano, visto que muitas pessoas que podem ser atraídas desta forma, tais como os pensionistas, estão em situação privilegiada para viajarem, em época baixa. 14 A Carta Europeia para o Turismo Sustentável em Áreas Protegidas (EUROPARC) oferece um modelo para esse efeito. Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 16

19 O acesso ao turismo deve ser possibilitado a todos, jovens, estudantes, famílias e idosos. Os dois desafios principais a ter em conta são: Incapacidade física. Este facto inclui a elevada percentagem de cidadãos europeus afectados por problemas de mobilidade ou sensoriais, quer a nível pessoal ou indirectamente através de um membro da família ou do grupo em que estão inseridos, o que pode aumentar, devido a alterações demográficas. Desvantagem económica, que existe em todos os países mas é especialmente relevante em alguns dos países que aderiram recentemente à UE e entre a população imigrante e jovem. Como plano de acção, propõe-se: Encorajar políticas e medidas de apoio ao turismo social a todos os níveis. Promover campanhas de consciencialização nas empresas sobre a dimensão do mercado e das vantagens económicas assim como dos benefícios sociais. Assegurar a adesão universal ao direito ao gozo de férias anuais, salvaguardando o aspecto da segurança social garantida pelo modelo social europeu. Projectar e adaptar complexos e locais turísticos no sentido de ir ao encontro dos requisitos de incapacidade física. Melhorar a informação considerada relevante para as pessoas com deficiência e grupos menos favorecidos. Fomentar uma vasta gama de preços nos complexos turísticos e nas iniciativas turísticas promovidas. Prosseguir esquemas específicos para promover e incentivar que pessoas de menores rendimentos possa gozar férias, tais como os sistemas de vales de férias (vouchers) usados em alguns países, envolvendo governos e operadores turísticos. Desafio 8: Utilizar o turismo como ferramenta no desenvolvimento sustentável global Considera-se muito conveniente que o interesse no turismo sustentável na Europa se traduza também no interesse pelo efeito do turismo europeu e das políticas relacionadas com o turismo, no desenvolvimento sustentável a nível global. Este facto está em linha com a abordagem e as prioridades da EDS e foi também reconhecido em comunicações da União Europeia sobre turismo sustentável 15. Todos os objectivos identificados relativos ao turismo sustentável devem aplicar-se ao desenvolvimento e aos planos de acção de turismo, a nível internacional. Em 2005, as viagens realizadas pelos europeus para fora da Europa foram responsáveis por 66 milhões de chegadas a outros continentes, gerando níveis elevados receitas nos destinos receptores. A Europa é a fonte principal de investimento no desenvolvimento do turismo no estrangeiro e de apoio a projectos de infra-estruturas e ao desenvolvimento. Em muitos países em vias de desenvolvimento, o turismo pode proporcionar uma das poucas fontes de receita e de subsistência, em especial em áreas rurais, mas neste caso as questões de impacto sobre o ambiente e a comunidade são de enorme importância. Como desafios chave, é de salientar: 15 COM(2003) 716 Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 17

20 A abordagem do impacto global das viagens intercontinentais e dos transportes nas emissões de gases de estufa e nas alterações climáticas, em linha com o Desafio 2 acima. A utilização do turismo como ferramenta de abordagem dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, em especial a meta de reduzir para metade os níveis de pobreza e fome extrema até A eliminação de todas e quaisquer formas de exploração e de concorrência desleal, incluindo o cumprimento das normas laborais essenciais, tais como as convenções da Organização Internacional do Trabalho e a adesão estrita ao código de conduta internacional contra a exploração sexual de menores. O apoio a políticas e metas internacionais relacionadas com o ambiente, tais como as estabelecidas pela Convenção sobre Diversidade Biológica. O cumprimento do Código de Ética Mundial para o Turismo por parte dos países europeus e a promoção dos seus princípios a nível internacional. Como plano de acção, propõe-se: Promover a equidade no desenvolvimento do turismo e das viagens, para que todos os países tenham o mesmo direito a desenvolver o turismo e os cidadãos de todos os países tenham o mesmo direito a viajar. Encorajar a celebração de programas de apoio bilaterais e a nível da UE de forma a reconhecer e apoiar medidas adequadas de desenvolvimento turístico enquanto ferramenta de desenvolvimento sustentável e de combate à pobreza, e a trabalhar em parceira com organismos internacionais neste domínio. Incentivar operadores turísticos europeus e investidores em serviços turísticos no estrangeiro a cumprir os princípios de sustentabilidade a e procurar beneficiar o ambiente e as comunidades locais onde operam. Fomentar a consciencialização por parte dos cidadãos europeus de opções e comportamentos de viagem responsáveis. Partilhar conhecimentos e boas práticas de turismo sustentável com outros países e regiões do mundo. Plano de Acção para um Turismo Europeu Mais Sustentável 18

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1 PRINCÍPIOS DO RIO António Gonçalves Henriques Princípio 1 Os seres humanos são o centro das preocupações para o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HANÔVER

DECLARAÇÃO DE HANÔVER DECLARAÇÃO DE HANÔVER de Presidentes de Câmara de Municípios Europeus na Viragem do Século XXI (versão traduzida do texto original em Inglês, de 11 de Fevereiro de 2000, pelo Centro de Estudos sobre Cidades

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa em 21 de Novembro de 1986, aprovou a presente Carta, que contém as orientações para

Leia mais

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS (Aberto a todos os Cidadãos) 1. O QUE É: O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 25.6.2009 SEC(2009) 815 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO que acompanha a COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Demonstração

Leia mais

A Nossa Perspectiva Comum. Os Nossos Desafios. As Nossas Responsabilidades. A Nossa Resposta: Os Compromissos de Aalborg

A Nossa Perspectiva Comum. Os Nossos Desafios. As Nossas Responsabilidades. A Nossa Resposta: Os Compromissos de Aalborg AALBORG+10 Inspirando o Futuro Versão Portuguesa: Prof. Doutor João Farinha e Dr.ª Lurdes Poeira, participantes na Conferência, com colaboração da Eng.ª Graciete Silva. A Nossa Perspectiva Comum Nós, Autoridades

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental A Nestlé, na qualidade de Companhia líder em Nutrição, Saúde e Bem-Estar, assume o seu objectivo

Leia mais

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE CLUSTER ENERGÉTICO DE BEJA OPORTUNIDADES SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E CRESCIMENTO ECONÓMICO A sustentabilidade energética e climática é um desígnio estratégico duplo significado. Por um lado, desenvolvimento

Leia mais

Turismo de Portugal é pioneiro na sustentabilidade

Turismo de Portugal é pioneiro na sustentabilidade Divulgação do primeiro relatório Turismo de Portugal é pioneiro na sustentabilidade O Turismo de Portugal apresentou ontem o seu Relatório de Sustentabilidade, tornando-se no primeiro Instituto Público

Leia mais

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes Conclusões «Inovação e sustentabilidade ambiental. A inovação e a tecnologia como motor do desenvolvimento sustentável e da coesão social. Uma perspectiva dos governos locais». 1. O Fórum irá estudar,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR SODEXO APRIL 2014

CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR SODEXO APRIL 2014 CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR SODEXO APRIL 2014 Índice INTRODUÇÃO INTEGRIDADE NOS NEGÓCIOS DIREITOS HUMANOS E DIREITOS FUNDAMENTAIS NO TRABALHO Eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou compulsório

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as

Leia mais

Política de Responsabilidade Social

Política de Responsabilidade Social Política de Responsabilidade Social e Programa 2015 I. ENQUADRAMENTO A criação da Fábrica do Chocolate materializa por si só o sentido de responsabilidade social da empresa e das pessoas envolvidas na

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS PRINCIPIOS GERAIS I. OS FUNDAMENTOS DO ENOTOURISMO 1. Por enotourismo queremos dizer que são todas as actividades e recursos turísticos, de lazer e de tempos livres, relacionados com as culturas, materiais

Leia mais

Política de Responsabilidade Corporativa. Março 2013

Política de Responsabilidade Corporativa. Março 2013 Política de Responsabilidade Corporativa Março 2013 Ao serviço do cliente Dedicamos os nossos esforços a conhecer e satisfazer as necessidades dos nossos clientes. Queremos ter a capacidade de dar uma

Leia mais

Orientações para as políticas de emprego

Orientações para as políticas de emprego C 87 E/94 Jornal Oficial da União Europeia 1.4.2010 23. Considera que, com a liderança da UE no provimento de apoio financeiro e técnico aos países em desenvolvimento, as probabilidades de sucesso nas

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO Objectivo da Carta... 3 Definição e âmbito de aplicação da Carta... 3 O movimento desportivo... 4 Instalações e actividades... 4 Lançar as bases... 4 Desenvolver a participação...

Leia mais

7ª Edição da Semana da Responsabilidade Social

7ª Edição da Semana da Responsabilidade Social 7ª Edição da Semana da Responsabilidade Social Mudança e inovação para novos estilos de vida Exemplos da aplicação dos 10 princípios pelos membros do GCNP - O caso do Ritz Four Seasons Hotel Lisboa - Menú

Leia mais

Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas Painel: Desafio Demográfico na Europa (11h45-13h00) Auditório da Assembleia da República, Lisboa,

Leia mais

CARTA DAS CIDADES EUROPEIAS PARA A SUSTENTABILIDADE

CARTA DAS CIDADES EUROPEIAS PARA A SUSTENTABILIDADE CARTA DAS CIDADES EUROPEIAS PARA A SUSTENTABILIDADE (aprovada pelos participantes na Conferência Europeia sobre Cidades Sustentáveis, realizada em Aalborg, Dinamarca, a 27 de Maio de 1994) PARTE I: Declaração

Leia mais

públicos) e colocaremos no centro dos nossos esforços de planificação a associação dos diferentes meios de transporte. Os veículos privados

públicos) e colocaremos no centro dos nossos esforços de planificação a associação dos diferentes meios de transporte. Os veículos privados CARTA DAS CIDADES EUROPEIAS PARA A SUSTENTABILIDADE (aprovada pelos participantes na Conferência Europeia sobre Cidades Sustentáveis, realizada em Aalborg, Dinamarca, a 27 de Maio de 1994) PARTE I: Declaração

Leia mais

CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL

CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL Pág. 1 de9 CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL Gestão do Turismo nos Sítios com Significado Patrimonial 1999 Adoptada pelo ICOMOS na 12.ª Assembleia Geral no México, em Outubro de 1999 Tradução por

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 Iniciativa JESSICA Financiamento de Projectos Sustentáveis de Reabilitação Urbana Perspectivas para o Período 2014-2020 de Programação dos Fundos Comunitários Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 JESSICA (Joint

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE O Ministério do Ambiente tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário sobre Novos Hábitos Sustentáveis, inserido na Semana Nacional do Ambiente que terá

Leia mais

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Num contexto de modernização e inovação constante, torna-se imperioso e urgente criar uma legislação turística em São Tomé e Príncipe, sendo este um instrumento

Leia mais

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades.

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades. A Protteja Seguros surge da vontade de contribuir para o crescimento do mercado segurador nacional, através da inovação, da melhoria da qualidade de serviço e de uma política de crescimento sustentável.

Leia mais

Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência

Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência Sofia Lourenço Unidade "Direitos das pessoas com deficiência" Comissão Europeia 2 Dezembro 2014 Palácio da Cidadela de Cascais Políticas Europeias

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B6-0000/2007 nos termos do nº 5 do artigo

Leia mais

Luis Natal Marques, Gebalis EEM

Luis Natal Marques, Gebalis EEM Luis Natal Marques, Gebalis EEM TÓPICOS I. Porquê Responsabilidade Social (RS)? II. As Empresas de Serviços de Interesse Geral (SIGs) III. Mais valias da Responsabilidade Social nas Empresas de Serviço

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 17.3.2006 COM(2006) 134 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO Uma política de turismo europeia renovada: Rumo a uma parceria reforçada para o turismo na Europa PT PT

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

PO AÇORES 2020 FEDER FSE

PO AÇORES 2020 FEDER FSE Apresentação pública PO AÇORES 2020 FEDER FSE Anfiteatro C -Universidade dos Açores -Ponta Delgada 04 de marçode 2015 PO AÇORES 2020 UM CAMINHO LONGO, DIVERSAS ETAPAS A definição das grandes linhas de

Leia mais

Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020

Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020 Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020 Seminário Turismo Sustentável no Espaço Rural: Experiências de Sucesso em Portugal e na Europa Castro Verde - 06 de Março 2013 Joaquim

Leia mais

2. Enquadramento metodológico

2. Enquadramento metodológico 1. A Agenda 21 LOCAL 1. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD) aprovou um Plano de Acção para o Século 21, intitulado Agenda 21. Realizada

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões:

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 7.1 Conclusões De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 1 - Descrever os instrumentos/modelos de gestão e marketing estratégicos

Leia mais

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude Organização das Nações Unidas A/RES/66/121 Assembleia Geral Distribuição: geral 2 de fevereiro de 2012 65 a sessão Item 27 (b) da pauta Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Comissão Europeia O que é a Estratégia Europeia para o Emprego? Toda a gente precisa de um emprego. Todos temos necessidade de

Leia mais

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL A última reforma da política agrícola comum (PAC) manteve a estrutura em dois pilares desta política, continuando o desenvolvimento rural a representar

Leia mais

Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio:

Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio: Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio: Mudança de paradigma energético em Portugal, com um implícito Desenvolvimento Sustentável suportado no seu crescimento económico, justiça

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Programa de da ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (ELD) 1 / 16 Programa de da 1. Caracterização Socioeconómica do Território A caracterização do território deve centrar-se em dois aspectos

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

PEJ AÇORES. Associação Regional Parlamento Europeu dos Jovens Núcleo Açores

PEJ AÇORES. Associação Regional Parlamento Europeu dos Jovens Núcleo Açores CONTRIBUTO DA ASSOCIAÇÃO REGIONAL PARLAMENTO EUROPEU DOS JOVENS NÚCLEO AÇORES PARA O LIVRO BRANCO DO COMITÉ DAS REGIÕES SOBRE GOVERNAÇÃO A VÁRIOS NÍVEIS A (PEJ-A) responde ao desafio do Comité das Regiões

Leia mais

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE CRIAÇÃO DE EMPREGO NUM NOVO CONTEXTO ECONÓMICO 27-28 demarço de 2014, Maputo, Moçambique A conferência de dois dias dedicada ao tema Diálogo Nacional Sobre

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Introdução aos três subtemas da Trienal

Introdução aos três subtemas da Trienal Introdução aos três subtemas da Trienal 2/9 Introdução aos três subtemas da Trienal A Trienal 2012 : rumo a sistemas de ensino e de formação em prol do desenvolvimento sustentável em África A Trienal de

Leia mais

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações O Futuro é hoje: visões e atitudes para um Portugal sustentável Introdução 1.Sustentabilidade e Responsabilidade Social; 2. O Desenvolvimento Sustentável;

Leia mais

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO,

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO, C 172/8 PT Jornal Oficial da União Europeia 27.5.2015 Conclusões do Conselho sobre a maximização do papel do desporto de base no desenvolvimento de competências transversais, especialmente entre os jovens

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PI.001.00000000 A - 04 de Junho de 2014

CÓDIGO DE ÉTICA PI.001.00000000 A - 04 de Junho de 2014 CÓDIGO DE ÉTICA PI.001.00000000 A - 04 de Junho de 2014 PALAVRA DA DIRETORIA Apresentamos, com muito prazer, o do Grupo Galvão, que foi elaborado de maneira participativa com representantes dos colaboradores

Leia mais

AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS

AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS Acção 1 1 AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS A B Parcerias Estratégicas na área da Educação, Formação

Leia mais

1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural

1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural MEDIDA 3.1 Diversificação da Economia e Criação de Emprego 1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural 2. Enquadramento Regulamentar Artigo

Leia mais

Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens. http://ec.europa.eu/equalpay

Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens. http://ec.europa.eu/equalpay Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens Resumo O que se entende por disparidades salariais entre mulheres e homens Por que razão continuam a existir disparidades salariais entre mulheres

Leia mais

Comissão Europeia Livro Branco dos Transportes. Transportes 2050: Principais desafios e medidas-chave

Comissão Europeia Livro Branco dos Transportes. Transportes 2050: Principais desafios e medidas-chave Razões da importância deste sector Os transportes são fundamentais para a economia e a sociedade. A mobilidade é crucial em termos de crescimento e criação de emprego. O sector dos transportes representa

Leia mais

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt 30 27 Evolução do Preço CO2 Jan 06 - Fev 07 Spot Price Powernext Carbon Jan de 2006 a Fev 2007 Spot CO2 (30/01/07) Preço Δ Mensal 2,30-64.50% 2007 2,35-64,4% 2008 15.30-16,16% Futuro Dez 2009 2010 15.85

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO A Carta Europeia do Desporto do Conselho da Europa é uma declaração de intenção aceite pelos Ministros europeus responsáveis pelo Desporto. A Carta Europeia do Desporto

Leia mais

O que é a Responsabilidade Social Empresarial?

O que é a Responsabilidade Social Empresarial? O que é a Responsabilidade Social Empresarial? 1.5. Campos de acção da RSE Resumo O mundo dos negócios é extremamente heterogéneo. Assim as diferentes abordagens e estratégias sobre responsabilidade compromisso

Leia mais

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros Todas as actividades empresariais na Bristol-Myers Squibb (BMS) apoiam-se no alicerce do nosso compromisso com a integridade e a conformidade com todas as leis, regulamentos, directivas e códigos industriais

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 757/X ESTABELECE MEDIDAS DE INCENTIVO À PARTILHA DE VIATURAS

PROJECTO DE LEI N.º 757/X ESTABELECE MEDIDAS DE INCENTIVO À PARTILHA DE VIATURAS Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 757/X ESTABELECE MEDIDAS DE INCENTIVO À PARTILHA DE VIATURAS Exposição de motivos Existiam 216 milhões de passageiros de carros na UE a 25 em 2004, tendo o número

Leia mais

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis CNCCD -PROPOSTA DE PROGRAMA DE ACÇÃO NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO 2011 / 2020 1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis 1- Promover a melhoria das condições

Leia mais

Iniciativas Futuro Verde" do Japão

Iniciativas Futuro Verde do Japão 1. Compreensão Básica Iniciativas Futuro Verde" do Japão 1. Nas condições atuais, em que o mundo está enfrentando diversos problemas, como o crescimento populacional, a urbanização desordenadas, a perda

Leia mais

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de O do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidos alguns Projectos (com o desejo de uma projecção num futuro próximo), a serem desenvolvidos para se concretizarem

Leia mais

A DIMENSÃO CULTURAL DA UNIÃO EUROPEIA NO MUNDO FUNDOS E PROGRAMAS. Lisboa, 16 de Maio de 2006

A DIMENSÃO CULTURAL DA UNIÃO EUROPEIA NO MUNDO FUNDOS E PROGRAMAS. Lisboa, 16 de Maio de 2006 APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural CIEJD - Centro de Informação Europeia Jacques Delors CNC - Centro Nacional de Cultura CultDigest - Gestão Cultural A Política Cultural da União Europeia, a

Leia mais

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou

Leia mais

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 1 2 O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 3 A origem do Fundo Social Europeu O Fundo Social Europeu foi criado em 1957 pelo Tratado de Roma,

Leia mais

Capítulo 15. Impactos Cumulativos

Capítulo 15. Impactos Cumulativos Capítulo 15 Impactos Cumulativos ÍNDICE 15 IMPACTOS CUMULATIVOS 15-1 15.1 INTRODUÇÃO 15-1 15.1.1 Limitações e Mitigação 15-1 15.1.2 Recursos e Receptores Potenciais 15-3 15.2 IMPACTO CUMULATIVO DA ZONA

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Cultura e da Educação 2007/2253(INI) 7.3.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a concentração e o pluralismo dos meios de comunicação social na União Europeia (2007/2253(INI))

Leia mais

Conciliação entre vida profissional, familiar e privada

Conciliação entre vida profissional, familiar e privada C 102 E/492 Jornal Oficial da União Europeia PT 28.4.2004 P5_TA(2004)0152 Conciliação entre vida profissional, familiar e privada Resolução do Parlamento Europeu sobre a conciliação entre vida profissional,

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva PROCESSO DE AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS INCLUSIVOS PT Preâmbulo Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão dos Transportes e do Turismo 2008/2136(INI) 1.12.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o desenvolvimento de um Espaço de Aviação Comum com Israel (2008/2136(INI)) Comissão

Leia mais

Código de conduta e de ética para o sector da segurança privada

Código de conduta e de ética para o sector da segurança privada Código de conduta e de ética para o sector da segurança privada I. Porquê um código de conduta e de ética no sector? O sector da segurança privada representa na União Europeia quase 10.000 empresas que

Leia mais

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves. Fundos Comunitários geridos pela Comissão Europeia M. Patrão Neves Fundos comunitários: no passado Dependemos, de forma vital, dos fundos comunitários, sobretudo porque somos um dos países da coesão (e

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Sras. e Srs. Deputados Sra. e Srs. membros do Governo

Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Sras. e Srs. Deputados Sra. e Srs. membros do Governo A mulher e o trabalho nos Piedade Lalanda Grupo Parlamentar do Partido Socialista A data de 8 de Março é sempre uma oportunidade para reflectir a realidade da mulher na sociedade, apesar de estes dias

Leia mais