SANTO Unidade Descentralizada de Serra Unidade Descentralizada de Colatina CNPJ: / Data: 30/05/2002. Plano de Curso para: Estágio:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SANTO Unidade Descentralizada de Serra Unidade Descentralizada de Colatina CNPJ: 36.048.874/0001-66. Data: 30/05/2002. Plano de Curso para: Estágio:"

Transcrição

1 Nome da Unidade: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Unidade Descentralizada de Serra Unidade Descentralizada de Colatina CNPJ: / Data: 30/05/2002 Área do Plano: Informática Plano de Curso para: Habilitação: Carga Horária: Estágio: Técnico em Informática horas 300 horas (opcional) Qualificação: Carga Horária: Desenvolvimento de Sistemas 300 horas Estágio: - Qualificação: Carga Horária: Administração de Rede 300 horas Estágio: - Qualificação: Carga Horária: Desenvolvimento para Internet 300 horas Estágio: - Qualificação: Carga Horária: Suporte a Hardware 300 horas Estágio: - PC_ _Informática[2] página - 1 -

2 DIRETOR GERAL Jadir José Pela DIRETOR DA SEDE Lodovico Ortlieb DIRETOR DA DIRETORIA DE ENSINO Denio Rabello Arantes DIRETOR DA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO Lezi José Ferreira DIRETOR DA DIRETORIA DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS Aloísio Carnielli DIRETOR DA UNIDADE DESCENTRALIZADA DE COLATINA Ailton Souza Duarte DIRETOR DA UNIDADE DESCENTRALIZADA DA SERRA Ademar Manoel Stange GERENTE DE CURSOS TÉCNICOS E TECNOLÓGICOS Fabio de Almeida Có GERENTE DE ENSINO Uned Serra Sebastião Alves Carneiro GERENTE DE ENSINO Uned Colatina Maria Luiza Fontana Linhalis PC_ _Informática[2] página - 2 -

3 APRESENTAÇÃO O CEFETES ofertou até o ano de 1966 cursos técnicos de acordo com a legislação vigente na época, a Lei no. 5692/71, com a publicação da lei no /96, o Decreto no /97 e a Portaria Ministerial no. 646/97, a educação toma novos rumos, conseqüentemente modificando de forma significativa o trabalho educacional desta instituição. Nesse contexto, podemos concluir que, o novo modelo, implica em nova formulação dos Cursos Técnicos. As discussões ocorridas para compreender os novos conceitos que envolvem a Filosofia da Reforma da Educação Profissional e a necessária ruptura com os tradicionais paradigmas consistiram no desafio inicial, porém de fundamental importância para definirmos os rumos do Projeto. Diante do exposto, partimos para a reformulação de cada curso ofertado nesta instituição com embasamento da resolução do CNE/CEB n o. 04/99, como também na pesquisa de demanda para fundamentar a necessidade de continuidade do curso O projeto além da nova organização e estruturação visa atender as demandas requeridas pela sociedade e setor produtivo, visando a qualificação de cidadãos e profissionais da área de informática. DISPOSIÇÕES LEGAIS CONSIDERADAS: Lei n o 9.394/96 (LDB) Decreto n o 2.208/97 Portaria Ministerial n o 646/97 Parecer CNE/CEB n o 16/99 Resolução CNE/CEB n o 04/99 Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico aprovado em 15/10/99, Portaria Institucional compondo a equipe PC_ _Informática[2] página - 3 -

4 CARACTERIZAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Unidade de Ensino Descentralizada da Serra Unidade de Ensino Descentralizada de Colatina ENDEREÇO Uned - Serra Rodovia ES 010 S/N Km 6.5, Manguinhos, Serra ES CEP.: Telefone : (27) Fax : (27) Uned - Colatina Avenida Arino Gomes Leal n o 1700 km 50 BR 256 Santa Margarida Colatina ES CEP.: Telefone : (27) Fax : (27) CURSO PROPOSTO Curso Técnico de Informática DIMENSIONAMENTO DO CURSO Modalidade: Técnico Duração: Dois anos, distribuídos em 4 (quatro) módulos Número de Turmas: em cada semestre estão sendo ofertadas 3 turmas, uma em cada turno, com 32 vagas cada. Caracterização: (vide matriz curricular) Matriz Curricular: (vide matriz curricular) Carga Horária: horas PC_ _Informática[2] página - 4 -

5 EQUIPE RESPONSÁVEL José Inácio Serafini Professor de Sistemas operacionais do Curso Técnico de Informática do CEFETES Graduação: Engenharia Civil pala UFES Pós-graduação: Análise de Sistemas pela UFES Mestrado (Em conclusão): Engenharia Elétrica (Automação Industrial Robótica) - UFES Marize L. Silva Passos Profª. de Técnicas de Programação e Aplicativos Computacionais do Curso Técnico de Informática do CEFETES Graduação: Administração de Empresas pela UVV Pós-graduação: Análise de Sistemas pela UFES Mestrado: Informática - UFES Professor Mário Mestria Professor de Sistemas Operacionais e Redes do Curso Técnico de Informática do CEFETES (Uned Colatina) Graduação: Engenharia Elétrica pela UFES com ênfase em Eletrônica e Telecomunicação e Eletrotécnica. Mestrado: Engenharia Elétrica pala UFES na área de automação / otimização. Profª. Guilherme Augusto de Moraes Coelho Pinto Professor de Banco de Dados do Curso Técnico de Informática do CEFETES (Uned Colatina) Graduação: Engenharia Mecânica pal UFES com ênfase em manutenção Pós-graduação: Educação Tecnológica UFES Regina Célia Vieira Ragassi Profª. de Desenho do CEFETES Licenciatura Plena em Desenho e Artes Plásticas Pós-graduada em O Processo Ensino-aprendizagem do Planejamento à Avaliação pela UFES Pós-graduada em Administração e Supervisão Escolar pela FFRJ PC_ _Informática[2] página - 5 -

6 1 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS E DO CURSO 1.1 JUSTIFICATIVA MERCADO DE TRABALHO No cenário atual, a informática faz parte de todos os setores da sociedade. Ela está presente no comércio, na indústria, na área financeira, na saúde, no ensino e até na vida privada das pessoas. Ela se impõe de tal maneira que, uma vez que a informática se estabeleça, difícil fica ver-se privado dela. Paradoxalmente, aliado a esta situação, verificamos a extrema carência de profissionais adequadamente qualificados para permitir que a informática se instale de maneira simples e fácil. Além de atender ao mercado, o Curso Técnico de Informática vem beneficiar uma quantidade significativa de alunos trabalhadores que necessitam de formação, qualificação e requalificação profissional como única oportunidade de empregabilidade, bem como contemplar as necessidades dos jovens oriundos, inclusive, de camadas populares, que têm no curso técnico a única oportunidade de qualificação profissional e conseqüentemente de promoção social, minimizando os índices estatísticos de mão-de-obra desqualificada, no contexto socioeconômico atual. Por esses motivos, é de fundamental importância o papel da escola, colaborando com a sociedade no sentido de formar pessoal qualificado de forma a suprir essa carência CENÁRIO NACIONAL / SETORES / INVESTIMENTOS Localizado na região Sudeste do Brasil, o Estado do Espírito Santo apresenta uma economia das mais dinâmicas e uma alta possibilidade de conexão com o mundo. Vitória, assim como as Grades Cidades, tem deslocado seu eixo das atividades de produção industrial para a ampliação e diversificação de serviços incluindo os que agregam conchecimentos, característica do novo paradigma da era da informação. O mundo da informática muda drasticamente, a cada dia, em função de novos desafios, mudanças nas preferências dos consumidores e, sobretudo, inovações constantes na área tecnológica. Pesquisas divulgadas recentemente em revistas especializadas mostram que o mercado atual de informática, no Brasil e no mundo, necessita de equipes de técnicos que: Possuam noções sobre o segmento financeiro, o comércio eletrônico, a manufatura e as telecomunicações; Apresentem visão empresarial e noções básicas sobre gestão de negócios; Mantenham-se atualizados e compartilhem conhecimentos em tecnologia; Saibam integrar seus conhecimentos individuais para atingir as metas estabelecidas para a equipe; Possuam capacitação de base em lógica de programação, estruturas de dados, orientação a objetos, bancos de dados e gestão empresarial; Saibam interpretar específicações de sistemas; Possuam conhecimentos de bancos de dados cliente / servidor e linguagens de consulta; PC_ _Informática[2] página - 6 -

7 Sejam capazes de desenvolver aplicações nas mais diversas plataformas e linguagens; Apresentem conhecimentos de estruturação, instalação, configuração, monitoração e manutenção de computadores e redes. Tecnologias e linguagens voltadas para a Internet estão se tornando uma vertente que modifica os paradigmas de desenvolvimento de aplicações que permitem às empresas dinamizar os seus negócios, ampliando sua área de abrangência e atingindo, de modo eficaz, mais clientes. Outra área de atuação crescente para técnicos em informática é a de instalação, configuração e manutenção de equipamentos. Tendo em vista o panorama aqui delineado, bem como as tendências que se verificam na área, as escolas devem oferecer, em seus cursos técnicos, a capacitação de base, uma vez que esta apresenta uma maior estabilidade e serve de alicerce sólido para o ensino de tecnologias emergentes e, muitas vezes, mutável. É aconselhável também o investimento balanceado entre o teórico e o prático. Levando-se em conta o fato de que novos conhecimentos surgem aceleradamente, e que, muitas vezes, cursos específicos agregam um grande valor ao profissional, as escolas devem oferecer cursos que permitam ao profissional manter-se atualizado na sua área de atuação, com modalidades como cursos à distância, cursos de especialização e cursos de extensão. A demanda por profissionais altamente especializados aumentará, cada vez mais, devido à tendência de industrialização da produção de software, principalmente naquelas tecnologias voltadas para a modalidade de desenvolvimento através da linha de montagem. PC_ _Informática[2] página - 7 -

8 1.1.3 CENÁRIO ESTADUAL / PERSPECTIVA FUTURA A partir de uma economia predominantemente agrícola e especializada na cafeicultura, os setores secundário e terciário tornaram-se os mais destacados do Estado do Espírito Santo, o que se evidencia pelo valor dos principais impostos arrecadados. Essa modificação veio a incrementar a procura por técnicos de informática, pois este setor serve de base de sustentação para os setores secundário e terciário. A maioria das empresas mantém sistema de reciclagem de antigos empregados e de adequação de recém-admitidos para postos de trabalho. Isso decorre da constante necessidade de atualização da mão-de-obra no que concerne a novos processos, bem como ao planejamento e controle da produção combinados com o uso crescente de máquinas e equipamentos que utilizam tecnologia eletrônica associada a projetos auxiliados por computador - CAD/CAM/CAE Computer Aided Design/ Manufacturing / Engineering sistemas automatizados de produção - CIM (Computer Integrated Manufacturing) e controle distribuído. A intensificação desse processo se tornou mais clara a partir da abertura comercial a que o país se submeteu e da necessidade de maior inserção de nossos produtos nos mercados mundiais, impondo à indústria nacional o fornecimento de bens e serviços mais competitivos. A propósito, verifica-se nesse ambiente um movimento de transição. Enquanto muitas empresas mantêm-se fiéis a máquinas, equipamentos e processos tradicionais de produção, outras estão se reformulando e partindo para a utilização de maquinaria de última geração, onde a ênfase é a Automação Industrial, o que impõe uma ampliação do perfil das ocupações catalogadas oficialmente. Reduz-se o campo de atuação do profissional especialista e amplia-se o do técnico polivalente, familiarizado com a informática, com visão sistêmica e capacidade para decidir, administrar e solucionar problemas, liderar e trabalhar em equipes multidisciplinares e células de produção, segundo o novo conceito de fábrica. O setor secundário, bastante diversificado, é influenciado pela atuação das grandes indústrias extrativas minerais e metalúrgicas, seguidas pelas de papel e papelão, têxtil, de produtos alimentares e de construção civil, algumas das quais com mais de mil empregados. Ao lado desses grandes empreendimentos, prosperam micro e pequenas empresas com até 50 empregados. Não menos importantes, no entanto, são as atividades de empresas ligadas aos setores de tecnologia de ponta, notadamente de indústrias eletrônicas, de que é exemplo a instalação de uma planta industrial do XEROX na região da Grande Vitória, a que se seguiu a implantação de outras empresas do ramo. Não se descarta a possibilidade de instalação de outras empresas de capital estrangeiro, o que vem sendo trabalhado com assiduidade pelas autoridades governamentais junto a empresários asiáticos. O setor terciário concentra o maior contingente da força de trabalho, distribuindo-se esta entre os subsetores de comércio e de serviços, com ênfase para o comércio varejista e os serviços comerciais e de transporte. Nos anos mais recentes, as atividades ligadas aos serviços de comércio exterior vêm apresentando crescente importância para a economia local, dinamizado pela atuação do Consórcio Operacional do Corredor Centro-Leste. No comércio, existem cerca de nove mil e quinhentos estabelecimentos, que geram quase cinqüenta mil empregos diretos. Os seiscentos estabelecimentos na área de serviços geram em torno de setenta e seis mil empregos diretos, com destaque para doze empresas, que possuem mais de mil empregados cada. Também podemos contar com o Sistema Estadual de Fomento, que vem apoiando a área de informática através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento e à Comercialização de Software. PC_ _Informática[2] página - 8 -

9 O Estado do Espírito Santo, em especial a cidade de Vitória, prepara-se para ser o mais novo centro de "Excelência em Software" do país, segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Vitória, William Galvão. No início do ano de 2000, um grande impulso foi dado às empresas com a criação da lei de incentivo fiscal, que diminui de 5% para 2,5% o Imposto sobre Serviços (ISS) pago por empresários do setor. As empresas de software e outros serviços de informática reúnem grandes vantagens para o local que as abriga. Não poluem, ocupam pouco espaço e absorvem talentos que nascem nas universidades locais. É por isso que, para Vitória, investir nisso e estimular o crescimento dessas empresas pode ser um negócio melhor do que se pode imaginar. Hoje já são quase 500 empresas de software, sendo que o número aumenta para 850, quando também se incluem hardware e outros serviços. Com uma estrutura industrial bastante diversificada, o Estado conta com empresas de expressiva participação na indústria nacional, como: Companhia Vale do Rio Doce S.A - CVRD Companhia Siderúrgica de Tubarão - CST Aracruz Celulose Xerox do Brasil Chocolates Garoto Braspérola Samarco Mineração Os segmentos industriais de maior destaque na economia estadual, sejam pelo porte das indústrias, seja pelo número de empresas ou pela absorção de mão-de-obra, são: Minerais Não Metálicos (pellet's de ferro, mármore, granito e cimento) Siderurgia e Metalurgia (produção de aço) Material Elétrico e de Comunicação (equipamentos de Informática) Química (celulose e álcool) Têxtil (linho) e Confecções Produtos Alimentares (frigoríficos, laticínios, chocolates, sorvetes, massas) No Setor Terciário cabe destacar as seguintes empresas de dimensão nacional que atuam no Espírito Santo: Grupo Itapemirim Grupo Águia Branca Transportadora Colatinense Comércio Exterior Coimex Exportação Unicafé Comércio Exterior Rio Doce Café Em face do modelo concentrador de atividades na região da Grande Vitória, as maiores oportunidades de emprego, tanto no setor secundário, como no terciário, ali se encontram. PC_ _Informática[2] página - 9 -

10 A partir de consultas realizadas junto a entidades como a SUCESU (Sociedade dos Usuários de Informática e Telecomunicações do Espírito Santo) e seus associados, a TECVITÓRIA (Incubadora de Expressas Núcleo SOFTEX Vitória), bem como entrevistas de demanda e perfil profissional (vide questionário no Anexo A), realizada com empresários, dirigentes de empresas e órgãos públicos, foram reveladas demandas crescentes por profissionais de nível médio e detectadas carências de formação técnica nas especialidades de: técnicos de informática para atuarem estabelecimentos financeiros, comerciais, indústrias e órgãos públicos; técnicos de informática industrial, por força da crescente automatização dos processos de produção e seus controles; A análise do estudo de demanda revelou que a região absorverá esses profissionais, havendo necessidade de formar 500 (quinhentos) deles ao longo de pelo menos 5 (cinco) anos. Foi constatado nesse estudo que além da demanda por contratação de mão-de-obra direta existe uma grande demanda por contratação de serviços terceirizados e por prestação de serviços na área de informática. PC_ _Informática[2] página

11 1.2 OBJETIVOS DO CURSO O Curso Técnico de Informática tem como objetivo formar profissionais com competência para compreender atividades de concepção, específicação, implementação, avaliação, suporte e manutenção de sistemas e de tecnologias de processamento e transmissão de dados e informações, compreender os aspectos organizacionais e humanos, visando à aplicação das competências e habilidades adquiridas no curso na produção de bens, serviços e conhecimentos. Propiciar, além da formação técnica em informática, desenvolvimento de habilidades como a busca por oportunidades, a iniciativa, a persistência, o compromisso, a exigência quanto à qualidade e à eficiência, o estabelecimento de metas, a busca de informações, o planejamento e monitoramento sistemático de projetos na área de informática, a persuação, a munutenção de redes de contatos, a independência, a autoconfiança, além da promoção do relacionamento interpessoal através do trabalho em equipe. Formar profissionais que possuam uma visão crítica que lhes permita participar ativamente das mudanças da realidade nacional vigente, desenvolvendo uma boa visão crítica, não só da empresa, mas também do contexto social, político e econômico em que ela se insere. 2 REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO Os alunos poderão ser admitidos nos cursos técnicos do CEFETES, através de Concurso Público ou Convênios, apresentando como requisitos: Ter concluído o Ensino Médio, com as respectivas competências e habilidades; Estar cursando o Ensino Médio, já tendo concluído a segunda série. Os alunos concursados ou conveniados descritos acima, após o término de pelo menos um módulo, poderão dar seqüência aos seus estudos em qualquer outro módulo, respeitando a existência de vagas e as observações estabelecidas pelos critérios de seleção. No caso de concomitância interna, o REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA (Anexo D) indicará os critérios de acesso. PC_ _Informática[2] página

12 3 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO O Técnico em Informática incluirá na sua formação as competências gerais da área, divulgadas nacionalmente, as competências específicas listadas na Matriz Curricular, bem como as bases tecnológicas citadas no presente projeto, conferindo ao técnico de Informática o seguinte perfil profissional, baseado nos estudos realizados do mercado de trabalho, Cenário Nacional, Estadual e Perspectivas Futuras descritas anteriormente. PERFIL DO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Instalar e dar suporte a instalação de sistemas operacionais e softwares. Viabilizar soluções de informatização e de negócios. Analisar, projetar, implementar e desenvolver sistemas de informações. Administrar e implementar sistemas gerenciadores de banco de dados. Desenvolver e dar manutenção a softwares, com qualidade, para as mais diversas plataformas operacionais. Projetar, instalar e administrar redes Lan e Wan. Instalar e administrar redes, sistemas operacionais para redes Lan e Wan. Implementar e administrar servidores para Intranet e Internet. Executar projetos WEB, utilizando softwares de computação gráfica e multimídia Analisar necessidades de interconectividade entre redes e sub Identificar arquitetura de redes e tipos, serviços e funções de servidores. Identificar meios físicos, dispositivos e padrões de comunicação, reconhecendo as implicações de sua aplicação no ambiente de rede. Identificar o funcionamento e relacionamento entre os componentes de computadores e seus periféricos. Instalar e configurar computadores e periféricos Desenvolver aplicações multimídia. Gerenciar aplicativos Web, sites, portais e etc. Gerenciar projetos de informática. Desenvolver planos específicos para a tomada de decisão e resolução problemas ligados à área de informática Ao final do curso o técnico de informática será capaz, de acordo com os módulos que cursou, de: gerenciar, organizar e dar suporte ao setor de informática de empresas; gerenciar, desenvolver, programar e dar manutenção a sistemas informatizados; gerenciar, projetar e dar manutenção a redes Lan e Wan; gerenciar, desenvolver, programar e dar manutenção a sites e portais para a Web. PC_ _Informática[2] página

13 Todos os módulos do Curso Técnico de Informática possuem o caráter de terminalidade e conferem Certificados de Qualificação profissional, como descritos a seguir: 1º MÓDULO FUNDAMENTOS DE INFORMÁTICA PERFIL DO MÓDULO Instalar e dar suporte a instalação de sistemas operacionais e softwares. Viabilizar soluções de informatização e de negócios para empresas. Gerenciar projetos na área de micro-informática. Desenvolver planos específicos para a tomada de decisão e resolução problemas ligados à área de informática Ao final do 1º módulo, sem terminalidade, o aluno terá direito a prosseguimento de estudos. 2º MÓDULO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO QUALIFICAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PERFIL DA QUALIFICAÇÃO Viabilizar soluções de informatização e de negócios para empresas. Analisar, projetar, implementar e desenvolver sistemas de informações. Administrar e implementar sistemas gerenciadores de banco de dados. Desenvolver softwares e lhes dar manutenção com qualidade, para as mais diversas plataformas operacionais. Gerenciar projetos de informática na área de desenvolvimento de sistemas. Desenvolver planos específicos para a tomada de decisão e resolução problemas ligados à área de informática. Ao final do 2º módulo o aluno será capaz de gerenciar, desenvolver, programar e dar manutenção a sistemas informatizados. PC_ _Informática[2] página

14 3º MÓDULO: REDES E INTERCONECTIVIDADE QUALIFICAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE REDES PERFIL DA QUALIFICAÇÃO Instalar e dar suporte a instalação de sistemas operacionais e softwares aplicativos para micro-computadores. Viabilizar soluções de informatização para empresas. Projetar, instalar e administrar redes Lan e Wan. Instalar e administrar redes sistemas operacionais para redes Lan e Wan. Analisar necessidades de interconectividade entre redes e sub-redes. Gerenciar projetos de informática na área de redes. Desenvolver planos específicos para a tomada de decisão e resolução problemas ligados à área de informática. Ao final do 3º módulo o aluno será capaz de gerenciar, projetar e dar manutenção a redes Lan e Wan. 4º MÓDULO: INTERNET E MULTIMÍDIA QUALIFICAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO PARA INTERNET PERFIL DA QUALIFICAÇÃO Implementar e administrar servidores para Intranet e Internet. Executar projetos WEB, utilizando softwares de computação gráfica e multimídia Desenvolver aplicações multimídia. Gerenciar aplicativos Web, sites, portais e etc. Gerenciar projetos de informática para Internet. Desenvolver planos específicos para a tomada de decisão e resolução problemas ligados à área de informática. Ao final do 4º módulo o aluno será capaz de gerenciar, desenvolver, programar e dar manutenção a sites e portais para a Web. PC_ _Informática[2] página

15 5º MÓDULO: SUPORTE A HARDWARE QUALIFICAÇÃO EM SUPORTE A HARDWARE PERFIL DA QUALIFICAÇÃO Identificar arquitetura de redes e tipos, serviços e funções de servidores. Analisar as necessidades de interconectividade entre redes e sub-redes. Identificar meios físicos, dispositivos e padrões de comunicação, reconhecendo as implicações de sua aplicação no ambiente de rede. Identificar o funcionamento e o relacionamento entre os componentes de computadores e seus periféricos. Instalar e configurar computadores e periféricos Gerenciar projetos de informática de suporte a hardware. Desenvolver planos específicos para a tomada de decisão e resolução problemas ligados à área de informática. Ao final do 5º módulo o aluno será capaz de definir e configurar equipamentos de acordo com as necessidades dos usuários, justificando e fazendo cotação de preços. PC_ _Informática[2] página

16 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO No Projeto de Educação da Escola vislumbra-se uma educação voltada para o desenvolvimento de competências e habilidades capazes de formar o cidadão integral, crítico e agente de mudança social, afinado com o paradigma da sociedade contemporânea, dentro de uma perspectiva holística e construtora da própria história. Nesse contexto, o técnico que pretendemos formar não se constitui apenas de um trabalhador capaz de executar com eficiência e eficácia os componentes técnicos de sua formação, mas que seja capaz de propor alternativas criativas, com iniciativa e criticidade, compreendendo o seu papel de cidadão, com direitos e deveres, numa sociedade e em constante transformação que carece de valores como justiça e solidariedade. Buscando contemplar os Princípios Norteadores da Reforma e imbuídos do espírito humano e profissional de construir uma educação de qualidade que contribua para a formação de cidadãos agentes de mudança social, trabalhadores e construtores de uma sociedade mais justa e humana, arregimentamos esforços e agregamos valores de algumas Correntes Pedagógicas, representadas por educadores brasileiros como: Paulo Freire, José Carlos Libâneo, Moacir Gadotti e Cipryano Luckesi, dentre outros, bem como alguns pesquisadores que marcaram o cenário mundial com as suas contribuições como: Jean Piaget, Wigotsky, Wallon e Alain Tourraine dentre outros, para compilar algumas conclusões que nos permitissem direcionar o nosso trabalho. Considerando os aspectos citados, o curso se constitui de cinco módulos onde foram incluídas as funções e subfunções identificadas no processo produtivo, contempladas as competências gerais divulgadas nacionalmente, as competências específicas que identificam o perfil do técnico para atender as demandas regionais e o conjunto das respectivas habilidades e bases tecnológicas necessárias à formação do técnico da área de Informática. Na Organização Curricular, buscamos favorecer a aprendizagem considerando o aluno como construtor do próprio conhecimento, criando situações simuladoras do mundo do trabalho, através de práticas pedagógicas integradoras e permitindo ao aluno optar pelo itinerário que melhor atenda às suas necessidades, escolhendo cursar o itinerário que lhe convier, recebendo o certificado de qualificação correspondente, ajustando-se, assim, aos ritmos diferenciados de aprendizagem e às condições sócio-econômicas e culturais. Em cada módulo, um professor coordenará os projetos integradores, orientando os alunos e buscando integração e interdisciplinaridade com os demais professores, dentro da perspectiva da Pedagogia de Projetos. Cada componente curricular terá registrado itens pertinentes ao Planejamento Pedagógico: competências e habilidades, conteúdos programáticos, estratégias de aprendizagem, recursos e avaliação (critérios e instrumentos), em formulário próprio. Os módulos foram concebidos objetivando atender os princípios norteadores da Reforma da Educação Profissional: Flexibilidade A introdução de novos conteúdos das tecnologias, visando ao enriquecimento e à garantia da qualidade do currículo, faz-se necessária de forma sistemática. Essa flexibilidade estará retratada na elaboração e na reelaboração constante do currículo, atendendo às demandas específicas das mudanças e das inovações tecnológicas traduzidas em competências e habilidades que atendam ao perfil solicitado pelo mercado de trabalho. PC_ _Informática[2] página

17 Empregabilidade / Laboralidade Trabalhar a questão da empregabilidade com afinamento na formação do técnico de informática de acordo com as demandas do setor produtivo requer organizações curriculares que permitam competências gerais e específicas bem como aprimoramentos contínuos, facultando a inserção e a reinserção do profissional no mercado de trabalho em constante mutação. Empreendedorismo O empreendedorismo como filosofia que permeia o currículo em atendimento a uma nova direção que o mercado de trabalho apresenta deve impulsionar o desenvolvimento de competências empreendedoras, principalmente considerando a tendência crescente da terceirização. Dados estatísticos atualizados indicam que a prestação de serviços amplia seu escopo cada dia mais rapidamente para determinadas áreas, abrindo espaço para inovações; esta é uma forte tendência no campo da informática. Estaremos oferecendo aos alunos noções de empreendedorismo como tema transversal nas disciplinas, visando a facilitar a sua inserção no mercado de trabalho autônomo. Modularização e Independência Na elaboração da matriz curricular, conceituamos módulos como unidades didáticas compostas por competências e habilidades distribuídas em disciplinas que definem uma formação profissional. Para o Curso Técnico de Informática, teremos 5 (cinco) módulos completamente independentes, portanto, não seqüenciais. Na apresentação desta matriz curricular, mantém-se a existência do certificado ao final de cada módulo, quando o aluno escolherá seu próprio itinerário. Currículo por Competência Os módulos foram organizados considerando as competências afins capazes de formar o técnico em uma área circunscrita da Informática. Os Componentes Curriculares de cada módulo obedecem a esse critério. O Currículo, segundo o enfoque da Pedagogia Tradicional, era organizado de forma fragmentada, através de um conjunto de disciplinas que muitas vezes não apresentavam nem mesmo conexão umas com as outras. O Currículo organizado por competência procura traduzir a transversalidade que permeia o conhecimento, com enfoques interdisciplinares e multidisciplinares presentes no saber, saber fazer e saber ser concreto das atividades profissionais. Trabalhar o processo ensino-aprendizagem por competência é buscar essa compreensão do mundo concreto que se quer apreender, diminuindo as distâncias entre o que se aprende na Escola e o que se aprende no Mundo Profissional. É preciso que, na aprendizagem por competência, o educando nesse mundo profissional seja visto como um ser humano integral com valores, atitudes, sentimentos, conhecimentos, etc., a serviço de uma atividade profissional, que deverá favorecer a sua realização bio-psico-social. O educador também deverá adquirir as competências necessárias para ser um facilitador nesse processo de aquisição de competências, primando por aprender a aprender, sempre. O Planejamento Pedagógico deverá ser flexível e criativo para atender os aspectos acima citados e será registrado em formulário próprio. (Anexo C) PC_ _Informática[2] página

18 Competências e habilidades As competências e habilidades metodológicas e técnicas, na organização do currículo do Curso Técnico de Informática, foram trabalhadas dentro da nova legislação do ensino profissionalizante. Traduzem um conjunto de conhecimentos cognitivos demonstrados por um conjunto de habilidades que compõe o módulo. Os conteúdos programáticos dos módulos enfatizam conhecimentos, informações, hábitos, compreensão, capacidade de análise, síntese e avaliação em situações reais, individualmente ou de forma coletiva. Essas competências e habilidades listadas representam também um saber cognitivo, que retrata a capacidade de otimizar, julgar, considerar, discernir, prever e avaliar resultados necessários à tomada de decisões. Projeto Integrador Como todos os módulos possuem o caráter de terminalidade, estaremos implementando em todos os módulos a disciplina Projeto Integrador, que servirá de elo entre todas as disciplinas do módulo e facilitará a avaliação integrada das competências e habilidades associadas a ele. Nessa disciplina os alunos irão desenvolver projetos orientados a resultados e aplicados à vida produtiva, utilizando pressupostos básicos do empreendedorismo. As práticas presentes nas atribuições profissionais são direcionadas para a habilitação que o módulo confere, a saber: 1º Módulo- Projeto Avaliação de Hardware e Software 2º Módulo- Projeto Desenvolvimento de Sistemas 3º Módulo- Projeto de Redes 4º Módulo- Projeto Desenvolvimento de Sites 5º Módulo- Projeto Configuração de Hardware 4.1 MATRIZ CURRICULAR A Matriz curricular é flexível e montada a partir de conjuntos de competências afins, formando 05 (cinco) módulos independentes, com exceção do modulo I, com terminalidade correspondente às qualificações profissionais de nível técnico identificadas no mercado de trabalho. Competências - O curso é formado por um total de 24 (vinte e quatro) competências, sendo as 15 (quinze) competências profissionais gerais propostas e atualizadas pelo MEC, complementadas por mais 6 (seis) competências definidas pela Escola, para atender às necessidades do processo de produção regional. Carga Horária h. 4.2 PROGRESSÃO PARCIAL A progressão parcial seguirá os critérios de avaliação do CEFETES e as definições do Regulamento da Organização Didática. PC_ _Informática[2] página

19 4.3 PROCESSO DE PRODUÇÃO NA ÁREA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO A área profissional de informática, foco do nosso curso, apresenta um processo de produção composto de funções e subfunções com competências e habilidades identificadas nas atividades do mundo do trabalho e classificadas segundo as peculiaridades comuns. Essas funções e subfunções identificadas no âmbito regional também encontram equivalência no cenário nacional e internacional, contemplando as etapas já conhecidas do PDCA (Planejamento-Execução-Controle-Ação). As competências gerais, funções e subfunções com suas respectivas competências gerais e específicas, habilidades e bases tecnológicas, são: As COMPETÊNCIAS GERAIS DO CURSO DE INFORMÁTICA são: 1. Identificar o funcionamento e relacionamento entre os componentes de computadores e seus periféricos. 2. Instalar e configurar computadores, isolados ou em redes, periféricos e software. 3. Identificar a origem de falhas no funcionamento de computadores, periféricos e softwares avaliando seus defeitos. 4. Analisar e operar os serviços e funções de sistemas operacionais. 5. Selecionar programas de aplicação a partir da avaliação das necessidades do usuário. 6. Desenvolver algoritmos através de divisão modular e refinamento sucessivos. 7. Selecionar e utilizar estruturas de dados na resolução de problemas computacionais. 8. Aplicar linguagens e ambientes de programação no desenvolvimento de software 9. Identificar arquiteturas de redes. 10. Identificar meios físicos, dispositivos e padrões de comunicação, reconhecendo as implicações de sua aplicação no ambiente de rede. 11. Identificar os serviços de administração de sistemas operacionais de rede. 12. Identificar arquitetura de redes e tipos, serviços e funções de servidores. 13. Organizar a coleta e documentação de informações sobre o desenvolvimento de projetos. 14. Avaliar e específicar necessidades de treinamento e de suporte técnico aos usuários. 15. Executar ações de treinamento e de suporte técnico. As COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO CURSO DE INFORMÁTICA estão listadas em cada Módulo. PC_ _Informática[2] página

20 4.3.1 PROCESSO DO SETOR PRODUTIVO Para cada módulo, existe um conjunto de conteúdos, competências e habilidades que traduzem uma função produtiva e suas subfunções, resultando em uma formação focada nas atividades que atendem a demanda do setor produtivo. FUNÇÕES SUBFUNÇÕES 1. Planejamento 1.1. Estudo de Viabilidade 1.2. Específicação e Designer 1.3. Plano de Ação 2. Execução 2.1.Produção 2.2. Coordenação de Equipe 3. Controle 3.1. Ações Corretivas e Preventivas 3.2. Avaliação de Desempenho PC_ _Informática[2] página

SANTO Unidade Descentralizada de Serra Unidade Descentralizada de Colatina CNPJ: 36.048.874/0001-66. Data: 30/05/2002. Plano de Curso para: Estágio:

SANTO Unidade Descentralizada de Serra Unidade Descentralizada de Colatina CNPJ: 36.048.874/0001-66. Data: 30/05/2002. Plano de Curso para: Estágio: Nome da Unidade: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Unidade Descentralizada de Serra Unidade Descentralizada de Colatina CNPJ:

Leia mais

SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ CURSO PROFISSIONALIZANTE INFORMÁTICA

SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ CURSO PROFISSIONALIZANTE INFORMÁTICA SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ CURSO PROFISSIONALIZANTE INFORMÁTICA Documento elaborado no encontro realizado de 10 a 12 de agosto de 2004. Curitiba, PR Perfil do Profissional Ao final de cada

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008.

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. Título: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Turno: Noturno

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Dados de Identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 72/2009 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação, modalidade

Leia mais

Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Subseqüente ao Ensino Médio, na modalidade a distância, para:

Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Subseqüente ao Ensino Médio, na modalidade a distância, para: INSTITUIÇÃO: IFRS CAMPUS BENTO GONÇALVES CNPJ: 94728821000192 ENDEREÇO: Avenida Osvaldo Aranha, 540. Bairro Juventude. CEP: 95700-000 TELEFONE: (0xx54) 34553200 FAX: (0xx54) 34553246 Curso de Educação

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado

Leia mais

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área;

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n. 66/ 2012 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Computação, Licenciatura

Leia mais

GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS

GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS Apresentação: Prepara os estudantes para o empreendedorismo e para a gestão empresarial. Com foco nas tendências de

Leia mais

NOVA PROPOSTA DE MATRIZ CURRICULAR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS - 2016

NOVA PROPOSTA DE MATRIZ CURRICULAR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS - 2016 NOVA PROPOSTA DE MATRIZ CURRICULAR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS - 2016 Diante da evolução de técnicas e ferramentas tecnológicas, aliado a novas necessidades curriculares,

Leia mais

Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação - 2013 -

Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação - 2013 - Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação - 2013 - O Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação é um curso da área de informática e tem seu desenho curricular estruturado por competências

Leia mais

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa.

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa. : Técnico em Informática Descrição do Perfil Profissional: O profissional com habilitação Técnica em Microinformática, certificado pelo SENAI-MG, deverá ser capaz de: preparar ambientes para a instalação

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 Curso Superior em Tecnologia em Design de Moda Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO REVOGADA PELA RESOLUÇÃO Nº 128/2014- COU/UNICENTRO. DISPOSITIVOS DO PROJETO PEDAGÓGICO APROVADO POR ESTA RESOLUÇÃO, ESTÃO ALTERADOS PELA RESOLUÇÃO Nº 26/2009-COU/UNICENTRO.

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET MATRIZ CURRICULAR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET MATRIZ CURRICULAR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET MATRIZ CURRICULAR 1º SEMESTRE P101 Desenvolvimento Web 80 CE05 CE06 P102 Língua Portuguesa 40 CG08 CG13 P103 Algoritmos e Lógica de Programação 80

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O curso Técnico em Informática, em Nível Médio Subseqüente, será organizado de forma semestral, com aulas presenciais, compostos por disciplinas, com conteúdos estabelecidos, tendo

Leia mais

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015 SELEÇÃO PARA ENSINO PROFISSIONAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO, EM REGIME INTEGRAL COM DURAÇÃO DE 3 ANOS, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015 INFORMAÇÕES

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

CURSO: REDES DE COMPUTADORES

CURSO: REDES DE COMPUTADORES CURSO: REDES DE COMPUTADORES Dados de Identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base Legal da Mantenedora A Ata de Assembléia Geral para

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE 30/2005

RESOLUÇÃO CONSEPE 30/2005 RESOLUÇÃO CONSEPE 30/2005 APROVA O CURRÍCULO E O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA, DO CÂMPUS DE ITATIBA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino,

Leia mais

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015/1 SELEÇÃO PARA CURSOS TECNICOS SUBSEQUENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM AGRIMENSURA Aprovado

Leia mais

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS O documento que serviu de base para a análise a seguir é o denominado "Diretrizes Curriculares

Leia mais

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS Graduação PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS Prepara os estudantes para o empreendedorismo e para a gestão empresarial. Com foco nas tendências

Leia mais

LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO

LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Coordenador: Duração: Carga Horária: LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Victor Emanuel Corrêa Lima 6 semestres 2800 horas Situação Legal: Reconhecido pela Portaria MEC nº 503 de 15/02/2006 MATRIZ CURRICULAR Primeiro

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia RELATOR(A):

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO SUBSEQUENTE NA MODALIDADE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CÂMPUS CAMPO GRANDE, CORUMBÁ E TRÊS LAGOAS Reitor do Instituto Federal

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL

Leia mais

linguagem técnica de informática; Perceber os sinais de pontuação e identificar sua função no texto; Ler siglas e identificar seus significados;

linguagem técnica de informática; Perceber os sinais de pontuação e identificar sua função no texto; Ler siglas e identificar seus significados; PLANO DE CURSO Disciplina Competências Habilidades Bases Tecnológicas INGLÊS TÉCNICO Aumentar e consolidar o seu vocabulário ativo e passivo, através da fixação de novas palavras e expressões contidas

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 75/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de do Centro

Leia mais

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agrícola e dá outras providências.

Leia mais

Quadro Resumo de Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em GESTÃO COMERCIAL

Quadro Resumo de Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em GESTÃO COMERCIAL Quadro Resumo de Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em GESTÃO COMERCIAL Dados de Identificação: -Modalidade: Graduação Tecnológica -Ato Legal de Autorização: Resolução CONSUNI nº -Turnos

Leia mais

Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares

Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares ABEPRO Associação Brasileira de Engenharia de Produção DOCUMENTO NÃO CONCLUÍDO Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares Documento elaborado nas reuniões do grupo de trabalho de graduação

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS COM ANDROID. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS COM ANDROID. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 60 h 1º Evolução histórica dos computadores. Aspectos de hardware: conceitos básicos de CPU, memórias,

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: Redes de Computadores MISSÃO DO CURSO Com a modernização tecnológica e com o surgimento destes novos serviços e produtos, fica clara a necessidade de profissionais

Leia mais

PARECER AINDA NÃO HOMOLOGADO

PARECER AINDA NÃO HOMOLOGADO PARECER AINDA NÃO HOMOLOGADO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADOS: Ministério da Saúde e Ministério da Educação UF: DF ASSUNTO: Proposta de habilitação técnica para a profissão

Leia mais

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA 2015 SUMÁRIO 1 - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 2 - OBJETIVO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 3 3 - ACOMPANHAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO... 4 4 - EXEMPLO DE ÁREAS PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO...

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 50/2014-CONSUNIV Aprova ad referendum a reformulação do Projeto Pedagógico do

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 50/2014-CONSUNIV Aprova ad referendum a reformulação do Projeto Pedagógico do UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 50/2014-CONSUNIV Aprova ad referendum a reformulação do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de, Bacharelado, de oferta regular

Leia mais

PROCESSO N.º 1771/2007 PROTOCOLO N.º 9.442.771-1 PARECER N.º 762/07 APROVADO EM 05/12/07

PROCESSO N.º 1771/2007 PROTOCOLO N.º 9.442.771-1 PARECER N.º 762/07 APROVADO EM 05/12/07 PROTOCOLO N.º 9.442.771-1 PARECER N.º 762/07 APROVADO EM 05/12/07 CÂMARA DE PLANEJAMENTO INTERESSADO: COLÉGIO SÃO JOSÉ EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL MUNICÍPIO: CURITIBA ASSUNTO:

Leia mais

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES Bacharelados Interdisciplinares (BIs) e similares são programas de formação em nível de graduação de natureza geral, que conduzem a diploma, organizados por grandes áreas

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM REDES DE COMPUTADORES. RECONHECIDO conforme PORTARIA n 64, de 04 de Fevereiro de 2011.

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM REDES DE COMPUTADORES. RECONHECIDO conforme PORTARIA n 64, de 04 de Fevereiro de 2011. CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM REDES DE COMPUTADORES RECONHECIDO conforme PORTARIA n 64, de 04 de Fevereiro de 2011. Título: Tecnólogo em Redes de Computadores Turno: Noturno Carga horária total: 2.000

Leia mais

Plano Plurianual de Gestão 2013-2017. Etec Rubens de Faria e Souza. Município: Sorocaba Plano Político Pedagógico

Plano Plurianual de Gestão 2013-2017. Etec Rubens de Faria e Souza. Município: Sorocaba Plano Político Pedagógico Plano Plurianual de Gestão 2013-2017 Etec Rubens de Faria e Souza Município: Sorocaba Plano Político Pedagógico ORIENTAÇÕES: O Projeto Político Pedagógico é a identidade da escola. Nesta tela, apresente

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS PROJETO PEDAGÓGICO CURSO FIC PRONATEC Canoas

Leia mais

Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso

Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso FRANKENBERG, C. L. C. a*, CANTELLI, M. a, DE OLIVEIRA, P. G. b a. Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática Serviço Público Manutenção e Suporte em Informática Wilson Pedro Coordenador do Curso de Serviço Público etec_sp@ifma.edu.br Carla Gomes de Faria Coordenadora do Curso de Manutenção e Suporte em Informática

Leia mais

CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS

CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS Alan do Nascimento RIBEIRO, Faculdade de Políticas Públicas Tancredo Neves Universidade do Estado de Minas Gerais Maria Amarante Pastor BARACHO,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS MISSÃO DO CURSO A concepção do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas está alinhada a essas novas demandas

Leia mais

MODA. HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

MODA. HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos MODA 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto GRAU ACADÊMICO: Bacharel em Moda PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 7 anos 2.

Leia mais

REGULAMENTO MES MECANISMOS DE ESTUDOS SISTÊMICOS Universidade Ibirapuera Aprovado pela Res. CONSUN nº 10/07, de 19.09.07 REGULAMENTO MES - MECANISMOS DE ESTUDOS SISTÊMICOS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

Plano de Curso de Montador e Reparador Computadores

Plano de Curso de Montador e Reparador Computadores Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia Fundação de Apoio a Escola Técnica Plano de Curso de Montador e Reparador Computadores Título do Curso Montador e Reparador

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior - DAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

SENAI - Educação profissional

SENAI - Educação profissional www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/unindustria/2013/11/1,29083/senai-educacao-profissional.html 21 de Novembro de 2013 SENAI - Educação profissional As possibilidades

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO. Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010

EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO. Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010 1 EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010 Parecer Técnico 2 O parecer técnico, elaborado por especialista vinculado à instituição de ensino credenciada pelo CEE, deve

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS DIPLOMA CONFERIDO:

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE 2.ª SÉRIE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE (ÁREA: INFORMÁTICA)

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE 2.ª SÉRIE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE (ÁREA: INFORMÁTICA) MATRIZ CURRICULAR CURSO: GRADUAÇÃO: REGIME: DURAÇÃO: INTEGRALIZAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE (ÁREA: ) TECNÓLOGO SERIADO ANUAL - NOTURNO 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS MÍNIMO:

Leia mais

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Parte 1 (solicitante)

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO

Leia mais

ESCRITÓRIO MODELO DA FACULDADE DO GUARUJÁ.

ESCRITÓRIO MODELO DA FACULDADE DO GUARUJÁ. ESCRITÓRIO MODELO DA FACULDADE DO GUARUJÁ. Prof. Marat Guedes Barreiros Agosto/2013 Introdução É notória nos dias de hoje a dificuldade dos alunos egressos das Faculdades em obter emprego nas empresas

Leia mais

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pablo Sandin Amaral Renato Machado Albert

Leia mais

FACULDADE PASCHOAL DANTAS

FACULDADE PASCHOAL DANTAS FACULDADE PASCHOAL DANTAS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO ÊNFASE GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SÃO PAULO - SP NOVEMBRO DE 2008 ÍNDICE 1. Visão e Missão da FPD...3 2. ORGANIZAÇÃO

Leia mais

Plano de Trabalho 2013/2015

Plano de Trabalho 2013/2015 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM ANEXO I Plano de Trabalho 2013/2015 OUTUBRO DE 2013 I. JUSTIFICATIVAS

Leia mais

Entre os elementos desejados no perfil dos egressos podem ser citados:

Entre os elementos desejados no perfil dos egressos podem ser citados: COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Apesar do foco do curso de Engenharia de Computação da UCDB está na área de software, o profissional formado pelo curso de Engenharia da Computação deve adquirir as seguintes

Leia mais

NORMAS PARA CRIAÇÃO DE CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E DE GRADUAÇÃO NO ÂMBITO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO

NORMAS PARA CRIAÇÃO DE CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E DE GRADUAÇÃO NO ÂMBITO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO NORMAS PARA CRIAÇÃO DE CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E DE GRADUAÇÃO NO ÂMBITO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Dispõe sobre Normas para criação de cursos Técnicos de Nível

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Curso de Atualização Pedagógica Julho de 2010 Mediador: Adelardo Adelino Dantas de Medeiros (DCA/UFRN) Diretrizes Curriculares

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

PARECER CEE/PE Nº 35/2008-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM 08/04/2008 I RELATÓRIO:

PARECER CEE/PE Nº 35/2008-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM 08/04/2008 I RELATÓRIO: INTERESSADO: SENAC CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO RECIFE JOÃO RODRIGUES MAIA ASSUNTO: AUTORIZAÇÃO DO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM ADMINISTRAÇÃO E SUPORTE DE REDES E DE SISTEMAS

Leia mais

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 NOVEMBRO/2012 1) CURSOS OFERTADOS: Automação Industrial Eletrônica Eletrotécnica* Informática Informática para Internet* Mecânica* Química* Segurança do Trabalho* * Cursos

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de Planejamento e Controle de Estoque. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de Planejamento e Controle de Estoque. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERTÃO PERNAMBUCANO DIREÇÃO DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR 1. Perfil do Curso CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec: Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CIÊNCIAS CONTÁBEIS PUC MINAS VIRTUAL

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CIÊNCIAS CONTÁBEIS PUC MINAS VIRTUAL SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CIÊNCIAS CONTÁBEIS PUC MINAS VIRTUAL 1. PERFIL DO CURSO Tratase de um Curso desenvolvido na modalidade à distância, condição que possibilita ao aluno realizar os estudos em local

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Introdução à Computação A disciplina apresenta a área da Computação como um todo, desde a história e a evolução dos computadores

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UBERABA MG INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR

Leia mais

SENAI - Educação profissional

SENAI - Educação profissional MAPA DO PORTAL (HT T P: //WWW. PORT AL DAINDUST RIA. COM. B R/CNI/MAPADOSIT E /) SITES DO SISTEMA INDÚSTRIA (HT T P: //WWW. PORT AL DAINDUST RIA. COM. B R/CANAIS/) CONT AT O (HT T P: //WWW. PORT AL DAINDUST

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES Das

Leia mais

CRIAÇÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO

CRIAÇÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D A B A H I A P r ó - R e i t o r i a d e E n s i n o d e G r a d u a ç ã o Palácio da Reitoria - Rua Augusto Viana s/n - Canela - 40.110-060 - Salvador Bahia E-mails:

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de RESOLUÇÃO Nº 014/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Informática, da Escola Superior de Tecnologia, da Universidade do Estado do Amazonas. O REITOR, EM EXERCÍCIO, DA UNIVERSIDADE

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA. Contrato por Produto - Nacional

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA. Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA Contrato por Produto - Nacional BRA/09/004 Fortalecimento das Capacidades da CAIXA para seu processo de

Leia mais

Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 24 de 31/01/2004.

Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 24 de 31/01/2004. Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 24 de 31/01/2004. 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS JUSTIFICATIVA Bases Legais A habilitação profissional

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Tecnologia da Informação tem por fornecer conhecimento

Leia mais

Introdução A Engenharia Da Computação

Introdução A Engenharia Da Computação Introdução A Engenharia Da Computação AULA I Slide 1 O Que é Engenharia? [De engenho + -aria.] Substantivo feminino 1.Arte de aplicar conhecimentos científicos e empíricos e certas habilitações específicas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

Plano Anual de Educação Institucional 2013

Plano Anual de Educação Institucional 2013 Plano Anual de Educação Institucional 2013 Sumário Apresentação Metodologia de Construção do Plano Anual de Educação Ações do CEAF Planejadas para 2013 Programa Direito Programa Atuação Ministerial Programa

Leia mais

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação Comissão de Curso e NDE do BCC Fevereiro de 2015 Situação Legal do Curso Criação: Resolução CONSU no. 43, de 04/07/2007. Autorização: Portaria

Leia mais