Matriz de Competências e Habilidades Geografia. - Apresentação -

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1 Matriz de Competências e Habilidades Geografia - Apresentação - Introdução A Geografia estuda e interpreta o mundo e as sociedades por meio do espaço. Ela trata do estudo das relações entre a sociedade e a natureza no processo de produção e organização do espaço. Envolve assim saberes sobre as dinâmicas naturais e sociais e suas interrelações. Utiliza-se da espacialidade dos fenômenos para explicar a sociedade e ocupase das diversas relações estabelecidas entre os seres humanos, entre si e com o meio geográfico, tanto no plano material como imaterial, que constituem um conjunto formado por objetos e ações. Ao longo do tempo, os elementos naturais foram sendo substituídos ou incorporados pelas sociedades humanas, com a criação de objetos fabricados ou técnicos, marcados por uma complexa gama de relações (SANTOS, 1997, p.51). Tais objetos geográficos são incorporados gradativamente aos sistemas técnicos humanos etc. Ou seja, todas as coisas que apresentam materialidade física e estão no espaço são os fixos. Estes possibilitam a existência de ações que geram fluxos, tanto materiais como imateriais, aquilo que também está e circula pelo espaço e preenche os fixos de significado, tais como os fluxos de energia ou informação. Como as ações são sempre perpetradas pela sociedade, podemos afirmar, assim, que o espaço é um conjunto de fixos e fluxos. Nas palavras de Milton Santos,...o espaço é, também e sempre, formado de fixos e fluxos. Nós temos coisas fixas, fluxos que se originam dessas coisas fixas, fluxos que chegam a essas coisas fixas. Tudo isso, junto, é o espaço. (SANTOS, 1988, p ) A Geografia tem como objeto o estudo da sociedade por meio do espaço, que resulta das relações que as distintas sociedades estabelecem com a natureza ao longo da história, considerando as dimensões política, econômica, social e cultural. Pode-se dizer, dessa forma, que o espaço geográfico é um produto social e histórico, contemporâneo das sociedades humanas. Para empreender esses estudos, utiliza-se um conjunto de conceitos e categorias internas à disciplina, como território, paisagem, região, lugar, redes geográficas, natureza, sociedade, dentre outros. A geografia escolar A Geografia, antes mesmo de se constituir como um campo de pesquisa e tornarse uma dentre as diversas ciências sociais, tem sua origem na escola. Os estudos de caráter geográfico são bastante antigos, porém, eles somente se sistematizaram em uma única disciplina, com status acadêmico e científico, após sua institucionalização na escola. Desde então, a geografia escolar esteve associada ao desenvolvimento de noções sobre a pátria, atendeu a projetos nacionalistas e ocupou-se da caracterização de paisagens e descrição de lugares que a marcaram como disciplina enciclopédica e mnemônica. A partir da segunda metade do século XX, a disciplina avança na discussão do seu objeto, atrelando-o a métodos de pesquisa e elaborando modelos de interpretação da realidade. Porém, tais avanços não se deram de forma linear, sem enfrentamentos ou resistências e a consequente criação de distintas concepções de geografia. Simultaneamente, a geografia escolar também foi se adaptando aos diversos contextos históricos e se desenvolveu de modo particular, incorporando algumas demandas da sociedade e do Estado, e assim, se distanciando daquela geografia realizada na universidade. Essa renovação dos temas e objetivos dos quais a geografia escolar deveria se ocupar, como não poderia deixar de ser, não é efetivada prontamente. Há uma concorrência com "outras geografias", como, por exemplo, aquela veiculada pelos livros didáticos, a que é concebida pela sociedade e ainda aquela praticada pelos professores-pesquisadores no universo acadêmico.

2 Não obstante, esse processo não é um impedimento para as transformações pelas quais a geografia escolar deve passar. Ao contrário, serve de subsídio para uma avaliação daquilo que realmente acontece com essa disciplina na escola e demonstra a importância de se ter bem claro as suas finalidades. A geografia escolar não é, assim, uma mera simplificação ou transposição da geografia acadêmica para os bancos escolares, pois as finalidades da escola são diferentes da universidade e não apenas porque os alunos estão em estágios cognitivos distintos. Os conteúdos mínimos de Geografia que todo cidadão deveria saber para compor, com os demais campos disciplinares (Matemática, História, Biologia etc.), um referencial teórico de interpretação e compreensão do mundo não são uma reprodução do discurso e dos temas complexos tratados pela disciplina nas universidades. No entanto, considerando todo professor como um sujeito produtor de conhecimento, é importante que este acompanhe, por meio de publicações e fóruns de discussão (congressos, seminários, palestras etc.), a produção acadêmica e avalie sua pertinência para o universo escolar. Essa abordagem visa a dar relevância à distinção entre os objetivos da Geografia que se faz nas universidades e faculdades geografia acadêmica e a Geografia ensinada na escola geografia escolar. A diferença entre essas duas geografias não se dá apenas, como muitos podem imaginar, no grau de complexidade dos conteúdos abordados em sala de aula. Na escola, a Geografia é um componente curricular que, além de dar conta da especificidade dos conceitos e temas do seu campo disciplinar, também deve, juntamente com as demais disciplinas da grade curricular, promover variadas aprendizagens que não se localizam necessária ou exclusivamente em seu campo teórico. Por exemplo, na escola os alunos devem, nas distintas séries: desenvolver um conjunto de habilidades como generalizar, sintetizar, memorizar, discriminar, observar, comparar, interpretar, problematizar etc; conhecer diferentes linguagens, como a textual, corporal, cênica, iconográfica, oral etc; saber ler e elaborar diferentes gêneros textuais que circulam em variadas esferas, como artigos de opinião, reportagem, poema, crônica, carta, resenhas, biografia, gráficos, mapas, tabelas, relatório etc; devem ainda ter uma formação moral e ética pautada em valores democráticos e coerentes com a construção de sua cidadania. Além disso, os temas e conteúdos devem ser desenvolvidos a partir de uma metodologia de ensino que: proporcione aprendizagens significativas; considere os saberes prévios dos alunos; proponha situaçõesproblema, em que haja contextualização do que é ensinado; estabeleça o diálogo com as demais disciplinas da grade curricular na forma da interdisciplinaridade e na maior frequência possível. O ensino de Geografia Um ponto bastante importante a se considerar no ensino de Geografia atualmente é a dimensão que o lugar e o espaço vivido cotidianamente pelo aluno ganharam com o advento da globalização. Os avanços técnicos acompanhados de ações políticas tornaram mais complexa a separação entre próximo e distante. As ações que se desenvolvem em determinado espaço não mais encontram justificativa apenas onde se manifestam, pois muitas vezes são provenientes de lugares situados a milhares de quilômetros de distância. Entretanto, não se explica o lugar apenas por essas ações de origem externa, pois elas nem sempre são efetivadas ou se efetivam de outra forma, com configuração resultante de resistências locais. Portanto, propor atividades de ensino que considerem o contexto do estudante bem como suas experiências prévias não significa dizer que se deve sempre iniciar um tema a partir da rua, do bairro ou do município onde o estudante vive. A questão colocada aqui é a necessidade de se trabalhar a manifestação dos fenômenos ou sua explicação a partir de uma abordagem multiescalar. Vale notar que a noção de escala geográfica não se confunde com a de escala cartográfica. Nas palavras do geógrafo francês Jacques Lévy, uma grande escala geográfica implica um vasto espaço. Uma grande escala cartográfica, utilizada em plantas ou cartas, corresponde, por sua vez, a um fator de redução frágil e à representação de espaços de pequena dimensão (LÉVY, 2003). Nessa mesma perspectiva, além do lugar, a paisagem também deve ser entendida apenas como uma dimensão do estudo do espaço geográfico, sua dimensão visível. E, portanto, o estudo da paisagem não pode ser entendido como sinônimo do estudo do espaço

3 geográfico. Essas duas categorias geográficas, a paisagem e o lugar, ganharam bastante destaque no ensino de Geografia, sobretudo a partir da década de 1990 por, dentre outras razões, favorecerem a valorização das experiências dos alunos e a contextualização dos conteúdos, princípios basilares das concepções de aprendizagem pautadas na epistemologia genética do conhecimento, responsável por veicular a importância da construção do conhecimento. A apreensão do real feita exclusivamente por meio dos aspectos visíveis do espaço geográfico, de suas formas, pode incorrer numa abordagem limitada denominada de formismo por Milton Santos (1988b) que, em suas palavras, utiliza-se como método o olhômetro, ou seja, a capacidade de tudo explicar diante da paisagem: A escola paisagística teve, desse modo, um impacto enorme dentro da geografia e a paisagem, que é o momento congelado da sociedade, um corte em uma evolução que se está processando, aparece como o próprio objeto de estudo, reduzindo o trabalho do geógrafo ao estudo das formas que, na explicação do que quer que seja, não têm autonomia. (SANTOS, 1988b, p.9) Ainda neste mesmo artigo, o autor mostra-se preocupado com as saídas a campo quando propostas a partir da concepção formista de Geografia: A excursão pode tornar-se um dos instrumentos mais perigosos do método geográfico porque pode cingir-se à explicação do que temos diante dos olhos, ou do que vemos durante um percurso. Aí aparece a necessidade de antepor a noção do fenômeno e sua escala e a noção do fenômeno e a escala da sua explicação. Raramente a escala de explicação é a escala do fenômeno e a excursão muitas vezes tende a simplificar o problema igualando ambas as escalas, o que proíbe reconhecer um pedaço do espaço como a localização de uma atividade social, cujos determinantes ou causas devem ser buscadas em diversos níveis, em uma multiplicidade de lugares, e raramente no próprio lugar. (idem) E considerando as saídas a campo e estudos do meio como procedimentos e metodologias fundamentais para a aprendizagem dos conteúdos da Geografia em todos os anos da educação básica, é importante ter-se em conta a necessidade de entendê-los como recurso pedagógico que exige encaminhamentos feitos antes e depois de sua execução e envolve, sobretudo, a pesquisa bibliográfica. A Geografia e suas linguagens: a cartografia A Geografia sempre esteve associada aos mapas e, ainda hoje, em diversas situações, o campo do conhecimento da disciplina é reduzido à elaboração de mapas e descrição de paisagens. Visões mais restritas como essas permanecem na concepção de grande parte da sociedade, incluindo professores de outras áreas do conhecimento na educação básica. Não raro, na elaboração e execução de projetos interdisciplinares na escola, o professor de Geografia é convocado a participar mapeando os fenômenos ou descrevendo sua localização geográfica, reduzindo o potencial explicativo oferecido pela Geografia. Vale notar, por outro lado, que tal prática não é unanimidade na escola, graças a avanços na discussão sobre os objetos de pesquisa e os conteúdos de ensino da disciplina realizados no Brasil em especial a partir da década de 1980, tanto na universidade como na educação básica. A leitura e interpretação de mapas é um recurso fundamental no processo de ensino e aprendizagem de Geografia. Os mapas apresentam-se como ferramentas de grande utilidade em sala de aula por representarem recortes do espaço geográfico em diferentes escalas e com diferentes enfoques temáticos. As características dessa linguagem singular e muito presente no ensino de Geografia proporciona inúmeras possibilidades para o estudo de lugares, regiões, países e do mundo e são fundamentais para o desenvolvimento do raciocínio espacial do aluno. Além dos fenômenos do presente, os mapas também podem representar tempos pretéritos e projeções de cenários futuros, proporcionando fontes importantes para a compreensão da dinâmica dos processos de constituição do espaço ao longo do tempo. Na escola, uma prática ainda bastante presente no ensino de Geografia é ensinar cartografia desvinculada dos eixos e conteúdos temáticos da disciplina. Trabalha-se os diversos conceitos, técnicas e elementos estruturais como um fim em si mesmo. Essa tradicional concepção de que primeiro se ensina o mapa e depois os conteúdos temáticos de Geografia deve ser modificada, pois se aprende Geografia também pelos mapas. A cartografia é, assim, uma opção metodológica na qual o aluno aprende ao mesmo tempo as especificidades e possibilidades interpretativas dessa linguagem e a compreensão dos variados fenômenos que são objeto de estudo da Geografia. Nesse sentido, torna-se tarefa do professor fazer com que o aluno aprofunde suas habilidades de leitura e interpretação cartográfica

4 simultaneamente ao desenvolvimento dos conteúdos da Geografia escolar (população, clima, indústria etc.). A Geografia na escola: objetivos e conteúdos de ensino - eixos e conteúdos temáticos, competências e habilidades No ensino fundamental do 1 o ao 5 o ano, os estudos da Geografia devem enfocar a existência dos elementos da natureza e suas transformações advindas das ações dos indivíduos e dos grupos sociais considerando, sobretudo, a paisagem local, o lugar e o espaço vivido pelos alunos, bem como a identificação e diferenciação de espaços, no campo e na cidade, de noções de distância e localização e o estabelecimento de semelhanças e diferenças. É neste ciclo que ocorre o processo de alfabetização geográfica e cartográfica nos alunos. A alfabetização cartográfica é entendida como um conjunto de aprendizagens necessárias para os alunos realizarem leituras e interpretação de mapas simples e desenvolverem novas habilidades para, posteriormente, trabalhar com representações cartográficas mais complexas. Ou seja, para efetivamente ler e interpretar um mapa é preciso aprender os elementos básicos da representação gráfica e cartográfica. Ao longo desse processo, supõe-se que os alunos adquiram noções de desenvolvimento de: relações topológicas, lateralidade/referências e sistemas de orientação, visão frontal e visão aérea oblíqua e vertical; imagem tridimensional e imagem bidimensional; modos de implantação da informação em ponto, linha e área; construção da noção de legenda, proporção e escala. No ensino fundamental do 6 o ao 9 o ano, consolida-se o processo de alfabetização geográfica e cartográfica iniciado no ciclo anterior por meio das relações sociedadeespaço. Privilegia-se abordagem mais complexa dos conceitos geográficos e dos fenômenos em suas manifestações e relações em diferentes escalas. Diferenciam-se os ritmos e tempos naturais dos sociais, desenvolvem-se os conceitos de região e território, comparam-se a organização e produção do espaço do Brasil e do mundo. O espaço é considerado enquanto totalidade, no qual se desenvolvem as relações cotidianas e as redes sociais em diferentes escalas. Os conceitos e categorias de lugar, paisagem, região, escala geográfica, território e territorialidade, globalização, redes e técnicas, sociedade, natureza, dentre outros, são utilizados como referenciais teóricos para interpretação do espaço geográfico, por meio da leitura e análise de diversas fontes documentais de natureza diversa: mapas, tabela, gráficos e distintos gêneros textuais (artigos de jornal, literários, científicos etc.). Nesta faixa de escolaridade, a expectativa quanto ao ensino da linguagem cartográfica é: continuidade no processo de alfabetização cartográfica iniciado no EF I; desenvolvimento de habilidades de localização/análise de informações representadas em produtos cartográficos simples e, eventualmente, a correlação das informações. A partir do 8º ou 9º ano, espera-se que os alunos aperfeiçoem as habilidades de localização/análise e também passem a desenvolver a correlação de fenômenos em sua espacialidade a partir de dois ou mais mapas ou cartas. Habilidades de localização/análise Permitem ao aluno identificar a distribuição de um determinado fenômeno no mapa e analisar sua ocorrência. Exemplo - diante de um mapa de densidade demográfica do Brasil e das orientações do professor o aluno deve mobilizar seus conhecimentos para interpretar a legenda e identificar onde se concentra a maior parte da população brasileira (localização). Em seguida, deve analisar essa informação para verificar se há regularidade no fenômeno, quais são as particularidades de cada estado brasileiro, onde estão os vazios populacionais etc. E, em um nível mais avançado de análise, levantar hipóteses para explicar a localização e distribuição do fenômeno (sempre a partir das orientações do professor) e, ainda neste exemplo, refletir sobre quais fatores históricos, climáticos, topográficos e outros - justificam trechos mais povoados do que outros no território brasileiro. Habilidades de correlação São desenvolvidas à medida que o aluno combina dois ou mais mapas de análise e formula uma hipótese explicativa para tal interrelação. Exemplo - ao correlacionar mapas de rede de transportes, áreas de produção mineral e distribuição de estabelecimentos industriais, o aluno consegue deduzir quais (e por que) estão relacionados ao fenômeno da industrialização. O sucesso no desenvolvimento dessas habilidades depende em grande medida da mediação do conhecimento realizada pelo professor.

5 Essas habilidades localização/análise e correlação, além de estarem imbricadas, não se desenvolvem de forma natural e automática como simples etapa de desenvolvimento, cabendo ao professor o diagnóstico adequado dos conhecimentos prévios dos alunos para orientar o início (ou continuação) do processo de aprendizagem cartográfica. É possível, por exemplo, que alguns alunos no início do 6º ano tenham condições de desenvolver as habilidades de localização e, eventualmente, as correlações mais simples; enquanto outros alunos, no 8º ou 9º ano, ainda necessitem de elementos da alfabetização cartográfica, pois ainda não são capazes de realizar a leitura e interpretação de mapas de forma autônoma. O ensino e a aprendizagem da disciplina envolvem também um conjunto de procedimentos, tais como: leitura da paisagem; análise e interpretação de representações cartográficas em distintas escalas, bem como a elaboração de mapas de correlação; práticas de estudo do meio ou trabalhos de campo; registro dos fenômenos observados em campo; análise e interpretação de gráficos e tabelas e informações diversas graficamente representadas; leitura de textos geográficos simples de divulgação científica; elaboração de textos com conteúdo geográfico (fichamento, resenha, artigo de opinião etc.); técnicas de laboratório (classificação de solos, aferimento de temperatura e pressão etc.); realização de pesquisa; elaboração, aplicação e interpretação de questionários de entrevista; localização, seleção e tratamento de dados estatísticos; localização, reconhecimento e avaliação de fontes de informação etc. Nessa perspectiva, a valorização dos conceitos estruturantes da disciplina contribui para afastar-se de um ensino e aprendizagem fragmentados, descritivos e mnemônicos. Os conceitos, fatos, fenômenos e processos devem estar a serviço da construção de um sistema interpretativo do real e não serem finalidades em si mesmas. De posse desses conceitos estruturantes, os alunos estarão habilitados a construir novos conhecimentos de modo constante e consistente, a partir daquilo que se desvela diante deles. Assim, eles deixam de simplesmente repetir aquilo que lhes é tentado transmitir e passam a participar do processo de produção do próprio conhecimento, tornando-se protagonistas de suas aprendizagens. Entretanto, nessa concepção não é descartada a importância de eles memorizarem informações e procedimentos fundamentais para a compreensão dos conteúdos da disciplina. O desenvolvimento dessas proposições permitirá aos estudantes construírem, ao longo do seu processo de escolarização, um conjunto de competências gerais da área, fundamentais para a compreensão da produção e organização do espaço geográfico em diferentes escalas e do papel das dinâmicas naturais e ações das diferentes sociedades e culturas nesse processo. Competências ao final do 5º ano Compreender e utilizar noções associadas às relações espaciais topológicas para situar a posição de pessoas e objetos no espaço segundo diferentes referenciais. Compreender o papel e a importância dos sistemas de orientação e localização e utilizá-los para situar pessoas e objetos no espaço segundo diferentes referenciais. Identificar e observar elementos e aspectos da natureza local, considerando o clima, relevo, vegetação, hidrografia e fauna. Identificar, observar e registrar no espaço local a presença, distribuição e organização de elementos criados pelas sociedades. Reconhecer em diferentes paisagens elementos e dinâmicas da natureza e da sociedade e suas interações, por meio de fotografias, ilustrações, obras de arte, esquemas e mapas simples. Reconhecer os diferentes ritmos da sociedade e da natureza na formação e transformação da paisagem. Identificar na paisagem os elementos visíveis que apresentam a dimensão histórica de sua constituição. Reconhecer e estabelecer diferenças e semelhanças entre paisagens do campo e da cidade em diferentes períodos, sociedades e culturas, por meio de iconografias diversas.

6 Ler e produzir textos orais e escritos a respeito da constituição das paisagens e os elementos naturais e sociais que as constituem. Conhecer e utilizar em caráter introdutório recursos, técnicas e elementos fundamentais da linguagem cartográfica (título, legenda, escala, projeções cartográficas, coordenadas geográficas etc.) para compreender aspectos da organização do espaço. Conhecer e utilizar diferentes representações cartográficas para identificar distâncias e posições de objetos, pessoas e lugares. Elaborar representações cartográficas simples, como maquetes, plantas e croquis. Comparar, classificar e ordenar os diferentes meios de transportes e comunicações presentes nos lugares. Reconhecer os diferentes usos e normas dos espaços público e privado. Conhecer a contribuição dos diferentes povos, sociedades e culturas na formação do espaço brasileiro. Reconhecer, agrupar e caracterizar aspectos dos modos de vida urbano e rural, bem como as atividades econômicas em diferentes regiões brasileiras, por meio de fotografias e ilustrações diversas. Classificar e ordenar problemas ambientais em diferentes lugares e identificar possíveis ações para a preservação dos recursos naturais. Competências do 6º ao 9º ano Compreender acontecimentos, fenômenos e processos relativos à produção do espaço em diferentes escalas. Identificar e analisar o papel dos diferentes atores sociais na produção do espaço, lugar, território e paisagem em diferentes escalas. Estabelecer relações espaçotemporais para compreender a construção histórica do espaço geográfico. Reconhecer os elementos das dinâmicas da natureza e seu papel na constituição do espaço geográfico, considerando o clima, relevo, estrutura geológica, vegetação, fauna e hidrografia. Reconhecer os elementos das dinâmicas da sociedade e seu papel na constituição do espaço geográfico, considerando as dimensões econômica, política, social e cultural. Compreender a cartografia como linguagem, reconhecendo seus elementos fundamentais e utilizando diferentes recursos e formas de representação para a compreensão da espacialidade dos fenômenos. Ler e produzir textos orais e escritos de diferentes gêneros para compreender e analisar os fatos, fenômenos e processos geográficos. Reconhecer e utilizar iconografias diversas (fotografias, obras de arte, ilustrações, esquemas gráficos etc.) para compreender e analisar a produção e organização do espaço geográfico. Compreender e analisar as diferentes formas de regionalização do espaço geográfico em diferentes escalas. Compreender e analisar a constituição da organização políticoadministrativa, dos processos de regionalização e da divisão regional do Brasil. Compreender os processos de urbanização e de constituição de cidades como elemento fundamental na produção do espaço em diferentes escalas. Compreender, analisar e avaliar as diferentes formas de uso e apropriação da natureza, tendo em vista sua preservação e princípios e práticas de desenvolvimento sustentável. Reconhecer e analisar formas de produção econômica e organização dos espaços no Brasil e no mundo, envolvendo unidades e setores produtivos, agentes e fluxos econômicos entre diferentes regiões e países. Identificar e analisar por meio de diferentes representações cartográficas os fluxos materiais e imateriais e a constituição de redes geográficas. Reconhecer a composição, crescimento e distribuição dos grupos populacionais no Brasil e no mundo e as diferentes dinâmicas demográficas a eles associadas, por meio de tabelas, gráficos e iconografias diversas. Compreender o papel dos diferentes sistemas técnicos e inovações tecnológicas na constituição de redes geográficas e de uma escala global de relações humanas. Reconhecer impactos ambientais e sociais e suas relações com a desigual apropriação e usos dos recursos e tecnologias (água, energia, transportes, poluição, consumismo etc.). Compreender a organização do espaço geográfico em suas dimensões sóciopolíticas, materiais e culturais, envolvendo diferentes povos, etnias e culturas, conflitos e movimentos sociais e manifestações culturais. Reconhecer e avaliar a organização geopolítica e econômica que permeia as relações de poder entre Estados nacionais na ordem mundial contemporânea, considerando processos históricos de unificação e fragmentação territorial e a atuação de organismos regionais e/ou multilaterais.

7 Avaliação As proposições contidas nessa matriz de referências valorizam o foco na aprendizagem dos estudantes e sua ativa participação na construção de saberes, competências e habilidades, como exposto acima. Do mesmo modo, as referências para avaliação devem estar relacionadas ao desenvolvimento desses conhecimentos, considerando os graus de complexidade crescente ao longo do ensino fundamental. Isso implica em criar instrumentos e mecanismos de verificação e registro das aprendizagens ao longo do desenvolvimento dos eixos temáticos, competências e habilidades propostas. Supõe também instituir práticas avaliativas que sejam mais formativas, bem como preparar tempos e espaços didáticos e modalidades de organização dos conteúdos que mobilizem e desafiem os estudantes e criem um jogo entre o que já sabem e o que vão aprender. A avaliação na disciplina deve, assim como em outras áreas do conhecimento, ser constituída preferencialmente por instrumentos variados e valorizar o uso de distintas linguagens. Instrumentos de avaliação Provas (avaliação diagnóstica e de verificação). Elaboração de textos diversos (fichamentos, resenhas, resumos etc.). Apresentação e participação em seminários e debates. Produção de mapas, tabelas e gráficos. Produtos que resultam de diversos procedimentos específicos ou gerais. É desejável também que o professor reserve tempos e espaços adequados para que os alunos se pronunciem sobre as diferentes atividades, instituindo assim mecanismos de auto-avaliação para os estudantes e permitindo que eles se aproximem do próprio processo de aprendizagem e reflitam sobre ele. Referências bibliográficas ALMEIDA, R. D. e PASSINI, E. Y. Espaço geográfico: ensino e representação. São Paulo: Contexto, BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: 1ª a 4ª séries: Geografia. Brasília : MEC/SEF, BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: geografia: ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, CAVALCANTI, L. de S. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 7.ed. Campinas: Papirus, FONSECA, F.; OLIVA, J. T. A geografia e suas linguagens: o caso da cartografia. In: CARLOS, A. F. A. (Org.). A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999, p. 78, pp LÉVY, J. C. In: LÉVY, J.; LUSSAULT, M. Dictionnaire de la Géographie et de L espace des sociétés. Paris: Belin, 2003 (tradução de Jaime Tadeu Oliva). PERRENOUD, P. A avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed, SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no ensino fundamental e médio. In: CARLOS, A. F.A. (org.). A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, SANTOS, M. A natureza do espaço. Técnica e tempo. Razão e emoção. 2.ed. São Paulo: Hucitec, Metamorfoses do espaço habitado. São Paulo: Hucitec, A responsabilidade social dos geógrafos. In: São Paulo (Estado) Secretaria de Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Fundamentos para o ensino de geografia; seleção de textos. São Paulo, SE/CENP, 1988 b. SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Referencial de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora no Ciclo II do Ensino Fundamental: caderno de orientação didática de Geografia. São Paulo: SME/DOT, SIADE. Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal. Matrizes de referência para avaliação. Brasília, DF, 20

8 Matriz de Competências e Habilidades Geografia 1º ano do Ensino Fundamental de 9 anos

9 Matriz de Competências e Habilidades Geografia 1º ano do Ensino Fundamental de 9º anos Eixo Competências gerais Habilidades Gerais A percepção do lugar - Utilizar noções simples de posicionamento para situar a posição de pessoas e objetos no espaço. - Identificar e observar os principais elementos e aspectos da natureza e da sociedade na paisagem local. - Por meio de fotografias, ilustrações, obras de arte, esquemas e mapas simples, reconhecer em diferentes paisagens elementos e dinâmicas da natureza e da sociedade. - Reconhecer os principais ritmos da sociedade e da natureza na formação e transformação da paisagem local. - Identificar na paisagem elementos visíveis que apresentam a dimensão histórica de sua constituição. - Ler e produzir textos orais e escritos a respeito da constituição das paisagens e os elementos naturais e sociais que as constituem. - Elaborar representações cartográficas simples, como maquetes e croquis para representar o lugar onde vive. - Conhecer a contribuição dos diferentes povos, sociedades e culturas na formação do espaço geográfico brasileiro. - Desenvolver noção espacial. - Apropriar-se da linguagem geográfica básica. - Discriminar as marcas inscritas no espaço de determinada realidade social. - Identificar os principais elementos que constituem o espaço geográfico local, classificandoos em objetos naturais e sociais. - Reconhecer a existência dos lugares e das paisagens. - Perceber que os lugares e as paisagens apresentam diferenças e semelhanças. - Reconhecer seu papel social (identidade e pertencimento) na família e na escola. - Estabelecer relação entre diferentes temas. - Desenvolver senso de orientação, lateralidade, sentido de referência em relação a si próprio e em relação aos outros. - Desenvolver as noções iniciais de conservação de quantidade, volume e peso. - Desenvolver as relações topológicas elementares como separação, ordem, sucessão, proximidade e continuidade das linhas e superfícies. - Descentralizar-se espacialmente. - Reconhecer a equivalência entre as figuras. - Reconhecer fatos e fenômenos geográficos simples na paisagem local.

10 1º bimestre 2º bimestre Habilidades específicas Conteúdos Sugeridos - Reconhecer a organização e função dos - Relacionar informações que permitam diferentes espaços da escola. identificar os diferentes elementos - Discriminar os elementos simples que formam constitutivos da paisagem local. a paisagem local. - Identificar diferenças e semelhanças nas paisagens. - Discriminar os elementos sociais e naturais da paisagem. - Reconhecer e diferenciar as dinâmicas da natureza e as dinâmicas sociais cotidianas. 3º bimestre 4º bimestre - Localizar no espaço a posição do corpo e de - Observar e desenhar os caminhos outros objetos. cotidianos na escola e entre casa e - Reconhecer noções de posicionamento. escola. - Localizar pontos de referência. - Observar, identificar e classificar objetos presentes no cotidiano em relação a tamanho, forma, cor e posicionamento. 1º bimestre 2º bimestre - A organização do espaço escolar. - A paisagem do entorno da escola. - Princípios de análise da paisagem: distinção e - Os elementos naturais do entorno da classificação dos seus elementos. escola. - Os elementos sociais do entorno da escola. - Noção de ritmo natural e social. 3º bimestre 4º bimestre - Noções topológicas (perto, longe, ao lado, - Espaço vivido. frente, atrás). - O espaço escolar e o trajeto casa - - Noções de lateralidade (esquerda e direita). escola. - Os pontos de referência.

11 Matriz de Competências e Habilidades Geografia 2º ano do Ensino Fundamental de 9 anos

12 Matriz de Competências e Habilidades Geografia 2º ano do Ensino Fundamental de 9º anos Eixo Competências gerais Lugar e paisagem no cotidiano - Compreender e utilizar noções associadas às relações espaciais topológicas para situar a posição de pessoas e objetos no espaço segundo diferentes referenciais. - Identificar e observar elementos e aspectos da natureza local, considerando o clima, relevo, vegetação, hidrografia e fauna. - Identificar, observar e registrar no espaço local a presença, distribuição e organização de elementos da paisagem. - Por meio de fotografias, ilustrações, obras de arte, esquemas e mapas simples, reconhecer em diferentes paisagens elementos e dinâmicas da natureza e da sociedade e suas interações. - Reconhecer os diferentes ritmos da sociedade e da natureza na formação e transformação da paisagem. - Identificar na paisagem os elementos visíveis que apresentam a dimensão histórica de sua constituição. - Por meio de iconografias diversas, reconhecer e estabelecer diferenças e semelhanças entre paisagens do campo e da cidade em diferentes períodos, sociedades e culturas. - Ler e produzir textos orais e escritos a respeito da constituição das paisagens e os elementos naturais e sociais que as constituem. - Conhecer e utilizar em caráter introdutório recursos, técnicas e elementos fundamentais da linguagem cartográfica (título, legenda, escala etc.) para compreender aspectos da organização do espaço. - Conhecer e utilizar diferentes representações cartográficas para identificar distâncias e posições de objetos, pessoas e lugares. - Elaborar representações cartográficas simples, como maquetes, plantas e croquis. - Comparar, classificar e ordenar os diferentes meios de transportes e comunicações presentes nos lugares. - Reconhecer os diferentes usos e normas dos espaços público e privado. - Conhecer a contribuição dos diferentes povos, sociedades e culturas na formação sociocultural do espaço brasileiro. - Por meio de fotografias e ilustrações diversas, reconhecer, agrupar e caracterizar aspectos dos modos de vida urbano e rural, bem como as atividades econômicas em diferentes regiões brasileiras. - Classificar e ordenar problemas ambientais em diferentes lugares e identificar possíveis ações para a preservação dos recursos naturais.

13 - Ler e produzir textos orais e escritos de diferentes gêneros para compreender e analisar fatos, fenômenos e processos geográficos. - Reconhecer os elementos das dinâmicas da natureza e da sociedade e seu papel na constituição do espaço geográfico. - Identificar e analisar o papel dos diferentes atores sociais na produção do espaço geográfico, privilegiando a escala local. - Estabelecer relações espaço-temporais para compreender a construção histórica do espaço geográfico. - Compreender fatos, fenômenos e processos relativos à produção do espaço em diferentes escalas. - Reconhecer o papel das cidades como elemento fundamental na produção do espaço na atualidade. - Reconhecer nos mapas a representação dos elementos do espaço como uma visão. - Utilizar mapas simples para compreender noções de distância, direção, proporção, localização e orientação geográfica. Habilidades Gerais - Avaliar hábitos e comportamentos veiculados em diferentes meios de comunicação considerando a propagação de hábitos de consumo que induzam a sistemas produtivos predatórios do ambiente e da sociedade. - Identificar as principais influências socioculturais resultantes das etnias que compõem a matriz étnica brasileira para compreender o processo de formação da sociedade brasileira e as diferentes formas de ocupação do território. - Obter informações por meio da leitura de tabelas e gráficos simples. - Reconhecer formas e possibilidades de transformação da natureza avaliando seu uso predatório. - Identificar a distribuição das distintas redes de transportes e comunicação e reconhecer sua importância na dinâmica do território. - Reconhecer na paisagem local problemas socioambientais e identificar os principais fatores causadores. - Identificar ações locais de proteção e preservação do ambiente. - Identificar as principais formas de trabalho e sua relação com a produção do espaço. - Diferenciar as formas de organização do espaço rural e urbano e perceber sua interrelação.

14 1º bimestre 2º bimestre - Identificar as diferenças e semelhanças entre as pessoas. - Reconhecer os principais grupos sociais aos quais pertence. - Por meio de ilustrações, estabelecer relações projetivas indicando a posição de um objeto ou pessoa tendo por referência outra pessoa ou objeto. - Desenvolver noções de localização espacial, orientação e legenda. - Perceber e registrar os percursos diários. - Identificar na paisagem elementos de referência para a localização, orientação e distância. - Identificar os principais recursos naturais empregados nas construções do cotidiano (casa, escola etc.). - Elaborar e organizar símbolos. - Identificar os principais meios de transporte no bairro ou cidade onde vive. - Reconhecer os principais símbolos do código de trânsito na rua e no bairro. 3º bimestre 4º bimestre Habilidades específicas - Observar e desenhar objetos nas visões frontal, oblíqua e vertical. - Elaborar maquete dos lugares do cotidiano (sala de aula, casa, escola, bairro etc.). - Indicar a posição de um objeto por meio de noções topológicas de continuidade, considerando direita, esquerda, frente e atrás. - Relacionar os pontos de referência na paisagem local de modo a deslocar-se com autonomia. - Desenvolver noções básicas de proporção e de legenda. - Descrever a paisagem do lugar de onde vive. - Identificar na paisagem elementos da natureza local considerando clima, relevo, hidrografia, vegetação e fauna. - Identificar as mudanças na paisagem local ao longo do ano. - Reconhecer formas simples de se relacionar e transformar a natureza. - Descrever as condições ambientais por meio da observação da paisagem local. - Relacionar as mudanças na paisagem ao longo do ano segundo os diferentes ritmos naturais e sociais. - Reconhecer os fenômenos meteorológicos na paisagem local. - Ordenar as observações apresentadas em uma dada paisagem sobre modos de vida e hábitos culturais.

15 1º bimestre 2º bimestre - Indivíduo e grupos sociais. - Organizações familiares. - Os lugares de convivência: casa e escola. - Representação do corpo do aluno: lateralidade. - A localização dos alunos e objetos na sala de aula - direita/esquerda, perto/longe. - Tipos de moradia. - Classificação dos principais usos e funções das edificações e espaços percebidos no cotidiano (comércio, serviços, fábricas, espaços públicos, espaços privados etc.) - Os materiais utilizados na construção das moradias. - Representação do trajeto casa-escola. - Meios de transporte local. Conteúdos Sugeridos - Códigos de trânsito. 3º bimestre 4º bimestre - Desenho de objetos em visão frontal, oblíqua e vertical. - Desenho da sala de aula. - A maquete da sala de aula. - Construção da planta da sala de aula. - Noções de legenda. - Planta de um cômodo ou de toda a casa do aluno. - Instruções para se orientar na planta e identificar lugares. - Estudo da paisagem do entorno da escola ou do bairro. - Os elementos sociais e naturais que compõem a paisagem do entorno da escola ou do bairro. - Formas dos elementos da paisagem local. - Os principais elementos do clima. - A ação do clima na dinâmica da paisagem local. - As permanências e mudanças nas paisagens ao longo do tempo.

16 Matriz de Competências e Habilidades Geografia 3º ano do Ensino Fundamental de 9 anos

17 Matriz de Competências e Habilidades Geografia 3º ano do Ensino Fundamental de 9º anos Eixo Competências gerais As diferentes paisagens: a cidade e o campo - Compreender e utilizar noções associadas às relações espaciais topológicas para situar a posição de pessoas e objetos no espaço segundo diferentes referenciais. - Identificar e observar elementos e aspectos da natureza local, considerando o clima, relevo, vegetação, hidrografia e fauna. - Identificar, observar e registrar no espaço local a presença, distribuição e organização de elementos da paisagem. - Por meio de fotografias, ilustrações, obras de arte, esquemas e mapas simples, reconhecer em diferentes paisagens elementos e dinâmicas da natureza e da sociedade e suas interações. - Reconhecer os diferentes ritmos da sociedade e da natureza na formação e transformação da paisagem. - Identificar na paisagem os elementos visíveis que apresentam a dimensão histórica de sua constituição. - Por meio de iconografias diversas, reconhecer e estabelecer diferenças e semelhanças entre paisagens do campo e da cidade em diferentes períodos, sociedades e culturas. - Ler e produzir textos orais e escritos a respeito da constituição das paisagens e os elementos naturais e sociais que as constituem. - Conhecer e utilizar em caráter introdutório recursos, técnicas e elementos fundamentais da linguagem cartográfica (título, legenda, escala etc.) para compreender aspectos da organização do espaço. - Conhecer e utilizar diferentes representações cartográficas para identificar distâncias e posições de objetos, pessoas e lugares. - Elaborar representações cartográficas simples, como maquetes, plantas e croquis. - Comparar, classificar e ordenar os diferentes meios de transportes e comunicações presentes nos lugares. - Reconhecer os diferentes usos e normas dos espaços público e privado. - Conhecer a contribuição dos diferentes povos, sociedades e culturas na formação sociocultural do espaço brasileiro. - Por meio de fotografias e ilustrações diversas, reconhecer, agrupar e caracterizar aspectos dos modos de vida urbano e rural, bem como as atividades econômicas em diferentes regiões brasileiras. - Classificar e ordenar problemas ambientais em diferentes lugares e identificar possíveis ações para a preservação dos recursos naturais.

18 Habilidades Gerais - Ler e produzir textos orais e escritos de diferentes gêneros para compreender e analisar fatos, fenômenos e processos geográficos. - Reconhecer os elementos das dinâmicas da natureza e da sociedade e seu papel na constituição do espaço geográfico. - Identificar e analisar o papel dos diferentes atores sociais na produção do espaço geográfico, privilegiando a escala local. - Estabelecer relações espaço-temporais para compreender a construção histórica do espaço geográfico. - Compreender fatos, fenômenos e processos relativos à produção do espaço em diferentes escalas. - Reconhecer o papel das cidades como elemento fundamental na produção do espaço na atualidade. - Reconhecer nos mapas a representação dos elementos do espaço como uma visão. - Utilizar mapas simples para compreender noções de distância, direção, proporção, localização e orientação geográfica. - Avaliar hábitos e comportamentos veiculados em diferentes meios de comunicação considerando a propagação de hábitos de consumo que induzam a sistemas produtivos predatórios do ambiente e da sociedade. - Identificar as principais influências socioculturais resultantes das etnias que compõem a matriz étnica brasileira para compreender o processo de formação da sociedade brasileira e as diferentes formas de ocupação do território. - Obter informações por meio da leitura de tabelas e gráficos simples. - Reconhecer formas e possibilidades de transformação da natureza avaliando seu uso predatório. - Identificar a distribuição das distintas redes de transportes e comunicação e reconhecer sua importância na dinâmica do território. - Reconhecer na paisagem local problemas socioambientais e identificar os principais fatores causadores. - Identificar ações locais de proteção e preservação do ambiente. - Identificar as principais formas de trabalho e sua relação com a produção do espaço. - Diferenciar as formas de organização do espaço rural e urbano e perceber sua interrelação. 1º bimestre 2º bimestre - Identificar na paisagem, lugares com os quais se constroem identidade a partir de relações afetivas. - Identificar as transformações da paisagem local em diferentes períodos de tempo. - Reconhecer os lugares por meio da leitura de diferentes representações cartográficas. - Localizar nomes de ruas, endereços e pontos de referência. - Identificar diferentes formas de desigualdade social impressas na paisagem. - Diferenciar as ações humanas nos espaços e serviços públicos. 3º bimestre 4º bimestre Habilidades específicas - Reconhecer o papel da sociedade e o da natureza na construção de diferentes paisagens urbanas e rurais brasileiras. - Identificar semelhanças e diferenças entre a cidade e o campo, considerando a economia, formas de ocupação do espaço, modos de vida e condições do meio geográfico. - Identificar e descrever os diferentes usos dos recursos naturais pela sociedade brasileira. - Reconhecer a importância dos meios de comunicação para as relações entre diferentes lugares. - Identificar os pontos cardeais e colaterais e utilizá-los como referenciais de orientação. - Identificar a localização de um objeto ou lugar por meio da rosa dos ventos. - Ler plantas e mapas e localizar principais pontos de referência. - Conhecer diferentes formas de representação cartográfica do lugar onde vive (bairro, município e estado). - Reconhecer o significado da legenda para a representação de fenômenos geográficos simples.

19 1º bimestre 2º bimestre Conteúdos Sugeridos - As diferentes funções dos lugares do cotidiano: - A paisagem dos diferentes bairros. a rua e o bairro. - Localização dos principais - Os elementos naturais e sociais da paisagem. equipamentos e serviços públicos no - As marcas do tempo histórico e natural na bairro e/ou município. paisagem. - Os pontos de referência. - A localização dos lugares: os endereços. 3º bimestre 4º bimestre - Paisagens urbanas e paisagens rurais. - Movimento aparente do Sol. - As transformações no campo e na cidade. - Os pontos cardeais e colaterais. - Os principais problemas socioambientais no - Rosa dos ventos. campo e na cidade. - Noções de orientação por meio de - Os principais meios de comunicação. mapas. - A indústria e a urbanização.

20 Matriz de Competências e Habilidades Geografia 4º ano do Ensino Fundamental de 9 anos

21 Matriz de Competências e Habilidades Geografia 4º ano do Ensino Fundamental de 9º anos Eixo Competências gerais A produção do espaço rural e urbano Compreender e utilizar noções associadas às relações espaciais topológicas para situar a posição de pessoas e objetos no espaço segundo diferentes referenciais; Identificar e observar elementos e aspectos da natureza local, considerando o clima, relevo, vegetação, hidrografia e fauna; Identificar, observar e registrar no espaço local a presença, distribuição e organização de elementos da paisagem; Por meio de fotografias, ilustrações, obras de arte, esquemas e mapas simples, reconhecer em diferentes paisagens elementos e dinâmicas da natureza e da sociedade e suas interações; Reconhecer os diferentes ritmos da sociedade e da natureza na formação e transformação da paisagem; Identificar na paisagem os elementos visíveis que apresentam a dimensão histórica de sua constituição; Por meio de iconografias diversas, reconhecer e estabelecer diferenças e semelhanças entre paisagens do campo e da cidade em diferentes períodos, sociedades e culturas. Ler e produzir textos orais e escritos a respeito da constituição das paisagens e os elementos naturais e sociais que as constituem; Conhecer e utilizar em caráter introdutório recursos, técnicas e elementos fundamentais da linguagem cartográfica (título, legenda, escala etc.) para compreender aspectos da organização do espaço; Conhecer e utilizar diferentes representações cartográficas para identificar distâncias e posições de objetos, pessoas e lugares; Elaborar representações cartográficas simples, como maquetes, plantas e croquis; Comparar, classificar e ordenar os diferentes meios de transportes e comunicações presentes nos lugares; Reconhecer os diferentes usos e normas dos espaços público e privado; Conhecer a contribuição dos diferentes povos, sociedades e culturas na formação sociocultural do espaço brasileiro; Por meio de fotografias e ilustrações diversas, reconhecer, agrupar e caracterizar aspectos dos modos de vida urbano e rural, bem como as atividades econômicas em diferentes regiões brasileiras; Classificar e ordenar problemas ambientais em diferentes lugares e identificar possíveis ações para a preservação dos recursos naturais.

22 Ler e produzir textos orais e escritos de diferentes gêneros para compreender e analisar fatos, fenômenos e processos geográficos; Reconhecer os elementos das dinâmicas da natureza e da sociedade e seu papel na constituição do espaço geográfico; Identificar e analisar o papel dos diferentes atores sociais na produção do espaço geográfico, privilegiando a escala local; Estabelecer relações espaço-temporais para compreender a construção histórica do espaço geográfico; Compreender fatos, fenômenos e processos relativos à produção do espaço em diferentes escalas; Reconhecer o papel das cidades como elemento fundamental na produção do espaço na atualidade; Reconhecer nos mapas a representação dos elementos do espaço como uma visão. Utilizar mapas simples para compreender noções de distância, direção, proporção, localização e orientação geográfica; Habilidades Gerais Avaliar hábitos e comportamentos veiculados em diferentes meios de comunicação considerando a propagação de hábitos de consumo que induzam a sistemas produtivos predatórios do ambiente e da sociedade; Identificar as principais influências socioculturais resultantes das etnias que compõem a matriz étnica brasileira para compreender o processo de formação da sociedade brasileira e as diferentes formas de ocupação do território; Obter informações por meio da leitura de tabelas e gráficos simples; Reconhecer formas e possibilidades de transformação da natureza avaliando seu uso predatório; Identificar a distribuição das distintas redes de transportes e comunicação e reconhecer sua importância na dinâmica do território; Reconhecer na paisagem local problemas socioambientais e identificar os principais fatores causadores; Identificar ações locais de proteção e preservação do ambiente; Identificar as principais formas de trabalho e sua relação com a produção do espaço; Diferenciar as formas de organização do espaço rural e urbano e perceber sua interrelação.

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