PPGE/UNES. Eixo 5 Pesquisa em Pós-Graduação em Educação, Linguagem e Mídias. Categoria - Comunicação. Introdução

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1 TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC, DO PROINFO INTEGRADO/SEED/MEC: ANÁLISE DO MATERIAL DIDÁTICO DESENVOLVIDO PARA O CURSO E ALGUMAS REPERCUSSÕES EM ESCOLAS Maria Aparecida Coelho Naves Mestranda Vicente Willians do Nascimento Nunes - Mestrando Alberto José da Costa Tornaghi - Orientador PPGE/UNES Eixo 5 Pesquisa em Pós-Graduação em Educação, Linguagem e Mídias Categoria - Comunicação Introdução O curso em questão faz parte do Programa Nacional de Tecnologia Educacional PROINFO, desenvolvido pela Secretaria de Educação à Distância (SEED), por meio do Departamento de Informática na Educação à Distância (DEIED), em parceria com as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação. É um programa de formação voltado para o uso didáticopedagógico das TIC no cotidiano escolar, articulado à distribuição dos equipamentos tecnológicos nas escolas e à disponibilidade de conteúdos e recursos multimídia e digitais oferecidos pelo Portal do Professor, pela TV Escola e DVD Escola, pelo Domínio Público e pelo Banco Internacional de Objetos Educacionais. Os cursos oferecidos no programa são: Introdução à Educação Digital (40h), Elaboração de Projetos (40h) e Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC (100h), foco do estudo. A duração do curso Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC, é de aproximadamente quatro meses, com carga horária total de 100h. São desenvolvidas quatro unidades de estudo e prática. Em cada uma, intercalam-se dois encontros presenciais e 16 horas de trabalho dos professores a serem realizadas em situações mistas: algumas de estudo individuais e outras a serem realizadas em pareceria com alguns colegas, preferencialmente, nas escolas em que atuam. Os encontros presenciais que ocorrem entre a conclusão de uma unidade e o início de outra envolvem dois momentos: a conclusão da unidade anterior com apresentação dos trabalhos realizados e sistematização do que foi estudado (cerca de três horas) e a apresentação da seguinte (cerca de uma hora). O curso, disponibilizado no ambiente colaborativo de aprendizagem e- proinfo, utiliza-se de um guia do formador e um guia do cursista, nesse momento, principal foco deste artigo.

2 O estudo teve como base de análise a organização didático-pedagógica relacionada à: - coerência entre os objetivos e os conteúdos de cada unidade, - a relação entre a metodologia proposta nas bases e pressupostos colocados no Projeto Político Pedagógico e a empregada no desenvolvimento de cada unidade e - a proposta do desenvolvimento do processo de autoria com o uso das Novas Tecnologias na escola. A proposta curricular do curso também foi analisada a fim de verificar as correlações com as teorias educacionais que fundamentaram o curso. Objetivos O objetivo geral é investigar como as práticas de autoria propostas no material didático do curso Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC, implicam em produção e publicação de propostas de ação pedagógica por parte dos professores cursistas, além dos objetivos específicos: - Analisar os materiais didáticos desenvolvidos para o curso com vistas a verificar como sua organização e as atividades propostas fomentam práticas de autoria por parte dos professores cursistas. - Determinar os fundamentos pedagógicos que orientam a elaboração dos materiais didáticos do curso: guia do formador, guia do cursista e material em meio digital, relacionando-os a prática de autoria. - Verificar como esses fundamentos se expressam nas atividades propostas no material didático do curso. Metodologia A pesquisa é de natureza qualitativa, semi-estruturada e paticipativa, realizada através de análise documental. A coleta de dados é realizada através dos materiais didáticos utilizados nos encontros presenciais, bem como os oferecidos em meio digital durante o curso. Entre os objetos analisados neste estudo estão: - Os documentos em meios impresso e digital. - A metodologia proposta para o curso. - As atividades propostas. - Os materiais de leitura e afins (vídeos, etc) e de pesquisa disponíveis para os cursistas. Além da análise documental é utilizado o método de observação participante, já que esse pesquisador é inscrito no referido curso como tutora, a fim de participar da dinâmica de aplicação

3 dos materiais no Ambiente Virtual e-proinfo. Desenvolvimento O guia do Formador 1 apresenta, inicialmente, a forma de organização do documento que está dividido em três partes: - O Projeto Político Pedagógico, - Comentários aos textos sugeridos para leitura e das atividades propostas nas unidades e as Estratégias dinamizadoras para os encontros presenciais. Na introdução, os organizadores fazem um breve histórico do Proinfo e apresentam o contexto do surgimento do Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional ProInfo Integrado, que congrega um conjunto de processos formativos, dentre eles o curso Introdução à Educação Digital (40h) 2, o curso Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC (100h) e a complementação local: projetos educacionais (40h) 3. São apresentados os principais atores envolvidos no processo de capacitação, as formas de implantação do Projeto e os objetivos do curso Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC que são oferecer subsídios teórico-metodológicos e práticos para que os professores e gestores escolares possam: - compreender o potencial pedagógico de recursos das TIC no ensino e na aprendizagem em suas escolas; - planejar estratégias de ensino e de aprendizagem integrando recursos tecnológicos disponíveis, criando situações de aprendizagem que levem os alunos à construção de conhecimento, à criatividade, ao trabalho colaborativo e resultem efetivamente na construção dos conhecimentos e habilidades esperados em cada série; - utilizar as TIC na prática pedagógica promovendo situações de ensino que aprimorem a aprendizagem dos alunos. 1 portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/ pdf 2 O objetivo deste curso é possibilitar aos professores e gestores escolares a utilização de recursos tecnológicos, tais como: processadores de texto, apresentações multimídia, recursos da Web para produções de trabalhos escritos/multimídia, pesquisa e análise de informações na Web, comunicação e interação ( , lista de discussão, bate-papo, blogs). 3 visa capacitar os professores e gestores escolares para que eles possam desenvolver projetos a serem utilizados na sala de aula junto aos alunos, integrando as tecnologias de educação existentes na escola. Material Didático disponíveis no endereço:

4 Do Projeto Político Pedagógico do Curso Ao apresentar as bases e pressupostos do Projeto Político Pedagógico (PPP) é inicialmente exposta a organização didática do curso que se divide em níveis organizacional e operativo. São descritas as formas de organização das turmas e o nível pedagógico/formativo, onde são apresentados os princípios pedagógicos e teóricos que embasam a proposta do curso. Ele é descrito no documento como uma organização curricular que estimula o pensamento, a reflexão e a produção coletivos, em rede, em espaços de colaboração e de participação presenciais e virtuais planejados especialmente para esse fim. O referencial teórico do Projeto aponta para uma visão contemporânea de Educação, fazendo referências ao relatório Delors 4 e às mudanças necessárias para a aprendizagem em rede que envolvem: acesso a diferentes meios de informação e comunicação; atividade do aluno na produção do conhecimento; interatividade; cooperação; autoconhecimento. O texto ressalta também diferentes tipos de integração que se impõem estabelecendo relações entre: teoria e prática; conhecimento prévio e novo conhecimento; pessoal e profissional e indivíduo e grupo social. As discussões apontam sempre para um necessário repensar na e da ação docente. Também são esboçados breves conceitos sobre educação à distância (EAD), familiarizando o formador com as propostas tanto de atividades dos encontros presenciais como nas atividades a serem realizadas fora dos encontros presenciais e a importância de cada uma delas, evidenciando a importância de se orientar o cursista quanto a forma de estudo e acompanhamento do curso, apresentando, ao formador, a necessidade de se inteirar das contribuições recentes do campo da Psicologia da Aprendizagem. A proposta curricular do curso apresenta, como base, as noções de subjetividade, isto é, o protagonismo do aluno e do professor na ação pedagógica, e de epistemologia da prática. É claramente colocada uma perspectiva construtivista de Educação, considerando as vivências e os conhecimentos prévios de quem aprende, num processo de simetria invertida que marca a proposta da formação de professores, para que esses sejam capazes de aplicar em sua prática pedagógica o que foi aprendido. Isto é, entende-se que aprendizagem consistente decorre de vivência concreta em processos similiares ao que é proposto. A matriz curricular do curso é organizada em quatro unidades com os seguintes temas: 4 Foi autor e organizador do relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI, intitulado: Educação, um Tesouro a descobrir (1996), em que se exploram os Quatro Pilares da Educação.

5 Unidade 1 Tecnologia na sociedade, na vida e na escola A primeira unidade tem como objetivo inicial, apresentar e discutir a proposta do curso, contextualizar a temática Tecnologia na sociedade, na vida e na escola, buscando propiciar reflexões sobre a identidade do professor, sua prática, a escola e o uso das tecnologias disponíveis e possibilidades de uso no trabalho por projetos. Unidade 2: Internet, hipertexto e hipermídia. Esta unidade tem como objetivos apresentar a Internet como espaço de colaboração e de publicação (passível de ser espaço tanto para pesquisa como para publicação do que se faz na escola). Também, os espaços de pesquisa e de colaboração na Internet, os hipertextos como modalidade típica de registro além de convidar os cursistas a navegar por alguns. Como objetivo final, pretende provocar o exercício de criação de alguns hipertextos simples, utilizando o editor de textos do BrOffice, o BrOffice Writer, distribuído junto com o Linux Educacional. Unidade 3 - Prática pedagógica e mídias digitais Os objetivos da terceira unidade são os de apresentar algumas possibilidades de exploração de mídias digitais, e as novas possibilidades pedagógicas que trazem estas mídias, além dos repositórios de mídia da Internet, em particular, os do MEC. Também, apresentar o Portal do Professor 5 como ambiente em que se podem encontrar sugestões de uso de mídias, debater formas de uso, bem como colocar disponíveis para terceiros as experiências que os cursistas vierem a desenvolver, buscando estimular o uso de recursos de autoria em mídias digitais (programas, equipamentos e linguagens). Unidade 4 - Currículo, projetos e tecnologia A última unidade do curso pretende inicialmente, contextualizar o tema de que trata a Unidade: Currículo, projetos e tecnologias, a partir das contribuições das tecnologias em especial das tecnologias digitais, no desenvolvimento de projetos em educação. Buscando refletir sobre as concepções de currículo e sua ressignificação diante das possibilidades de integração da escola com diferentes espaços de produção de conhecimento, além de levar o cursista a identificar as características do currículo construído por meio do desenvolvimento de projetos de trabalho, com o uso de tecnologias. 5 O Portal do Professor, lançado em 2008 em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, tem como bjetivo apoiar os processos de formação dos professores brasileiros e enriquecer a sua prática pedagógica. Este é um espaço público e pode ser acessado por todos os interessados:

6 Sistema de Acompanhamento O registro, acompanhamento e monitoramento do curso são realizados pelo formador através do SIPI - Sistema de Informações do Proinfo Integrado, um sistema de gerenciamento que permite acompanhar, monitorar e avaliar o desempenho de cursistas, formadores, técnicos e entidades vinculadas ao Programa. Dos Comentários dos textos e das atividades propostas nas unidades Unidade 1 As atividades propostas na primeira Unidade são voltadas para uma espécie de Memorial do cursista. As propostas iniciais são um relato sobre Quem sou como professor e aprendiz, usando o editor de textos, uma reflexão sobre a identidade do professor e sua própria identidade. Esta atividade deve resultar em um texto construído em dupla com seu colega de computador, sendo também proposta a postagem na biblioteca do eproinfo, uma oportunidade de compartilhamento dos diversos relatos, sendo utilizado com referencial teórico texto do professor Antônio Nóvoa 6 para provocar e contextualizar o tema. Na terceira atividade da unidade, os cursistas são desafiados a refletir sobre o papel da escola e da educação diante do panorama desenhado pelas novas tecnologias, buscando subsídios para isso na entrevista de DOWBOR, L. Educação e Tecnologia 7 em vídeo. Para dar um fecho às reflexões e, ao mesmo tempo, orientar os cursistas para a prática em suas escolas, a quarta atividade propõe que eles relacionem as tecnologias nelas existentes e os modos como são utilizadas, registrando as informações e salvando o documento na Biblioteca do e-proinfo. Na quinta atividade, pede-se que o cursista analise uma experiência didática na qual o uso de recursos tecnológicos envolva conteúdos curriculares. Com base nessa análise, deverá produzir um fichamento a ser salvo na Biblioteca do e-proinfo, em Material do Aluno. A sexta atividade propõe um registro crítico no Diário de Bordo sobre o uso das TIC na prática pedagógica. Na sétima atividade propõe-se uma pesquisa sobre experiências desenvolvidas por meio do trabalho por projetos, realizada no contexto da escola. Na última proposta de atividade da unidade, convida-se o cursista a organizar a divulgação do resultado e a análise dessa pesquisa a ser apresentada no terceiro encontro presencial. É possível perceber a coerência entre os objetivos dessa unidade, os conteúdos de ensino

7 e as atividades propostas, os cursistas são levados a refletirem sobre sua prática, através de registros, reavaliar e elaborar propostas de ensino por projetos, socializando e trocando experiências com seus pares. Unidade 2 A proposta de atividade inicial dessa unidade é a navegação em hipertexto e discussão sobre a experiência de navegar livremente. Os cursistas são convidados a construir e publicar um texto, em duplas, sobre a experiência de navegação com hipertextos. A atividade proposta é uma navegação pela página da Wikipédia que trata de hipertexto provocando os cursistas a aprender sobre hipertexto por meio de um hipertexto. Ao terminar, devem escrever e publicar um pequeno texto relatando suas impressões. Como proposta seguinte, o cursista é levado a construir um hipertexto, também publicando e compartilhando com comentários de seus colegas. Na quinta atividade, o cursista é orientado a construir seu próprio portfólio, no qual poderá registrar toda a sua produção ao longo do curso e assim, propõe-se que, organizados em grupos de trabalho formados por colegas da mesma escola, planejem uma atividade para ser desenvolvida com os respectivos alunos. A terceira semana de unidade focaliza Internet como espaço de autoria, partindo da divulgação da experiência de execução e publicação da atividade planejada para explorar os blogs e fotoblogs. Na quarta semana, o cursista continua a estudar a Internet como espaço de autoria e de vida em comunidade virtual, ampliando seu conhecimento sobre formas possíveis de registro de atividades um documento digital e um pôster, focalizando especificamente a atividade desenvolvida com os alunos. O enunciado da próxima atividade orienta os cursistas a conectarem (criar links nos hipertextos que criaram) o relato da atividade planejada com as produções de seus respectivos alunos, para mostrar os resultados do trabalho. As atividades seguintes são voltadas para a construção e apresentação de um poster sobre o trabalho realizado. Pode-se perceber que os objetivos e conteúdos dessa unidade também estão relacionados, principalmente no que se refere à Internet como espaço de colaboração e de publicação.

8 Unidade 3 As atividades propostas nessa unidade estão voltadas para a utilização da Internet na prática pedagógica, para ampliarem seu conhecimento de repositórios de material digital, especialmente o Portal do Professor. Uma das atividades iniciais é o compartilhamento das descobertas, propondo que alguns colegas se reúnam para apresentarem uns aos outros os objetos que descobriram, classificando-os segundo os critérios do Portal do Professor. Sugere que façam um documento único, reunindo as observações de todos. Em seguida, desafia os cursistas a criarem o esboço inicial de uma atividade com seus próprios alunos, envolvendo uso de objetos em mídias digitais. É proposta as criação de produtos utilizando o editor de apresentações BrOffice Impress e explorar uma apresentação animada, assim como a criação de hipermídias utilizando este utilitário. A atividade seguinte consiste na criação de um documento descrevendo a atividade que foi planejada para execução com os alunos. Todos esses trabalhos deverão ser apresentados e postados no ambiente de compartilhamento para serem analisados e criticados por todos. Nessa unidade, é possível perceber de forma clara que a proposta de ação coletiva está presente o tempo todo, valorizando as construções dos cursistas e socializando-as buscando gerar espaços de colaboração entre os professores, contemplando os objetivos colocados para a unidade. Unidade 4 A última unidade do curso provoca os cursistas a pensarem sobre as possíveis mudanças em seu trabalho pedagógico, propondo o registro de alguma característica das TIC que, no seu entender, pode trazer significativas contribuições ao integrá-las à sua prática pedagógica. A atividade seguinte se inicia com uma reflexão sobre uma vivência ou experiência de trabalho com projetos em sala de aula envolvendo o uso de tecnologias. Em seguida, solicita-se ao cursista que elabore um texto descritivo, destacando aspectos relacionados aos conteúdos curriculares e aos recursos tecnológicos trabalhados, de acordo com roteiro apresentando no próprio material. Nessa atividade serão construídos relatos para socialização de experiências de uso de tecnologias no currículo. As atividades supõem debates sobre as experiências de seus membros relacionadas ao uso de tecnologias no currículo. A atividade seguinte trata de projetos de trabalho em sala de aula com a integração de tecnologias ao currículo. Nessa atividade está prevista a elaboração de plano de aula para que os

9 cursistas possam desenvolver projetos de trabalho com o uso de tecnologias. Na atividade, sugere-se o registro, no Fórum, tema: Relato de projetos de trabalho, das atividades desenvolvidas pelos alunos relacionando as estratégias desenvolvidas, os conhecimentos tratados, atitudes e habilidades mobilizados ou aprendidos e tecnologias e mídias empregadas. Isto possibilitará a análise e a postagem de comentários sobre os relatos pelos colegas. A última atividade sugerida pretende promover o compartilhamento das experiências adquiridas com colegas de outras turmas e com outros profissionais que utilizam diferentes estratégias para incorporar tecnologias ao currículo. Os cursistas são estimulados a criar comunidades de aprendizagem e de prática por meio do Portal do Professor. Os objetivos da unidade 4 são contemplados no estudo sobre currículo e nas propostas das atividades apresentadas aqui. Percebe-se, também, a ocorrência de simetria invertida: os cursistas vivenciam, na elaboração e aplicação dos projetos de trabalho com o uso das TIC, situações e vivências similares às que se espera que venham a propor a seus alunos se e quando vierem a lançar mão das TIC em sua prática profissional. Das estratégias dinamizadoras Nessa parte final do documento, são enfocadas algumas técnicas didáticas que visam auxiliar o formador na condução do curso destinado a cursistas que são gestores e professores e irão atuar em suas escolas de origem com o objetivo de trabalhar a incorporação das TIC ao currículo escolar. Também nessa parte do documento é possível perceber que as propostas de construção coletiva se fazem presentes, através das atividades de Trabalho em Grupos (TG), ressaltando as Pedagogias Ativas de cunho contrutivista. Toda produção dos cursistas é socializado com seus pares fazendo com que a construção de conhecimento se dê, também, através da interação e da participação coletiva. São apresentadas várias formas de trabalhos em grupos, com diferentes estratégias atendendo a objetivos distintos como: a produção de sínteses, a construção de propostas e planos, a mobilização dos conhecimentos prévios, como no caso do Brainstorming, as que favorecem o conhecimento mútuo dos membros dos grupos, e o trabalho e a criação coletivas. As propostas de atividades sinalizam para a construção da autonomia intelectual e oportunizam ao cursista um espaço de autoria, já que promove a troca de ideias e informações

10 através dos textos coletivos, mantendo coerência com a proposta pedagógica do curso. Alguns reflexos em escolas Através de uma etnografia digital 8 analisamos atividades de cursistas do Mato Grosso. A quantidade de profissionais matriculados no curso TIC 100 horas apresentou-se como um diferencial do estado em relação aos demais: de acordo com os dados obtidos no site do Proinfo 9, do total de profissionais matriculados no curso, são do estado de Mato Grosso, aproximadamente 18% de todos os profissionais matriculados no país. Uma das fontes dessa pesquisa foi a análise de blogs de escolas e professores. Entendemos que os blogs são interfaces úteis à proposta de educação voltada para a autoria, tanto coletiva como individual, já que tem como características: etc.); - Facilidade para a postagem de material em diversos formatos (texto, imagens, vídeos - Possibilidade de compartilhamento, debate e troca de informações; - Acessibilidade ampla. O curso fomenta a discussão sobre o uso do blog na educação. É proposto aos participantes a criação de blogs para que mantenham contato com seus alunos além do horário e do espaço físico da sala de aula. Sugere-se que esses profissionais incentivem seus alunos a criarem blogs. A intenção é que tanto professores quanto alunos possam exercitar a autoria coletiva. No Mato Grosso, a dinamização do curso levou a que a maioria dos profissionais criassem blogs para a divulgação dos seus projetos. Embora esses fossem muito bem desenvolvidos, com recursos diversos e com um bom lay-out, não encontramos comentários de terceiros entre as postagens. Esses blogs, ainda que revelem atividades incipientes de autoria individual, não revelavam construção coletiva do conhecimento através da colaboração e troca de informações. Analisamos a produção, via Internet, de 108 escolas de um total de 713. Dessas, 61 têm blog, no entanto, verificou-se que, na maioria das vezes, esse recurso é utilizado apenas como meio de emissão e não de troca, não encontramos comentários relativos às postagens. Possivelmente isso revela um aspecto cultural: professores são formados para apresentar 8 Metodologia de pesquisa que usa conceitos da etnografia tradicional no ambiente virtual. É utilizada para a observação dos espaços digitais 9 Informação disponível no site acessado em 10 de março de 2011.

11 informações e o conhecimento historicamente produzido, não para discuti-los e debatê-los. A título de exemplo, podemos citar o blog publicado em onde se apresenta uma visão lúdica sobre o ensino da matemática. O blog traz diversos recursos digitais, como o slideshare. Ao conversar com um dos formadores sobre isso, ele relatou que professores ao lerem as postagens no blog, quando tinham alguma dúvida sobre o assunto faziam contato por telefone em lugar de fazer um comentário no próprio blog. Conclusões No que se refere à proposta pedagógica do curso, ficam claros, nos materiais didáticos, os pressupostos que a embasam, sendo coerentes com as atividades propostas nas várias unidades e com os textos de apoio, com autores contemporâneos, fundamentados pela teoria da construção do conhecimento e da aprendizagem colaborativa. Em todas as unidades do curso, especialmente na unidade 2, é possível se perceber as propostas de produção e de autoria: nelas os cursistas são convidados a produzir textos e a socializar suas produções, através dos textos coletivos, da troca de ideias e do compartilhamento de resultados. Ficou claro que a participação no curso, nas escolas pesquisadas, resultou em mais do que uma formação meramente técnica, pois os cursistas desenvolveram visão crítica sobre o uso das TIC e, hoje, apresentam projetos que envolvem alunos no exercício de práticas de autoria em seu processo de aprendizagem. Verificou-se que alunos de professores que participaram do curso revelam envolvimento e entusiasmo com os trabalhos escolares quando esses são realizados pela rede. Um exemplo ocorreu com uma professora do Estado do Rio de Janeiro: ela relatou que quando solicita aos alunos que façam os exercícios usando o Google docs, todos respondem algo que não acontece quando são requisitados no caderno ou em meio impresso. Fica claro que, ao contrário do que verificamos com grande número de professores, os alunos se sentem mais estimulados a trabalhar em um ambiente digital e em rede. O curso TIC 100 horas é um curso denso e requer o comprometimento dos participantes. Chegamos à conclusão que o material disponibilizado e as atividades propostas no curso possibilitam formação técnica e teórica que capacitam aos profissionais a utilizar as TIC de forma diferenciada no ambiente escolar. Entendemos também que existe a necessidade de uma mudança cultural que faça com que professores e alunos deixem de ser apenas reprodutores e possam

12 exercitar a autoria nos processos de ensino e de aprendizagem. Referências ALMEIDA, M. E. B.; PRADO, M. E. B. B. Design da formação do professor em Cursos a Distância: o currículo em ação. IV Colóquio Luso-Brasileiro sobre Questões Curriculares. Florianópolis, SC, BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação a Distância. Programa Nacional de Informática na Educação. Brasília, Disponível em BRASIL, MEC/CNE. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP 1/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002b. Seção 1, p. 31. Disponível em: CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. In: MORAES, Denis. Por uma Outra Comunicação. Mídia, mundialização cultural e poder. Rio de Janeiro: Record, FREINET, Célestin, Pedagogia do Bom Senso. São Paulo: Martins Fontes,1996. LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos. Rio de Janeiro, Ed. 34, PAPERT, S. Logo: computadores e educação. Brasília: Brasiliense, PIAGET, J. A epistemologia genética. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, Fazer e Compreender. São Paulo: Melhoramentos: Ed. da Universidade de São Paulo, SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. Rio de Janeiro: QUARTET, 2006, 4ªed. SILVA, Marco (Org.). Educação on-line: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, TARDIF. M. Saberes docentes e formação profissional, Petrópolis, RJ: Vozes, TORNAGHI, A. J. da C. Escola Faz Tecnologia, Tecnologia Faz Escola f. Tese (Doutorado em Ciências em Engenharia de Sistemas e Computação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora, Pensamento e Linguagem. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora, 1987.

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