O MATERIAL DIDÁTICO NA AULA DE LÍNGUA INGLESA: análise, produção e utilização.

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1 O MATERIAL DIDÁTICO NA AULA DE LÍNGUA INGLESA: análise, produção e utilização. Keila Mendes dos Santos Universidade do Estado da Bahia Reinaldo Ferreira da Silva Universidade do Estado da Bahia No contexto de ensino de língua inglesa, sabe-se que uma das grandes problemáticas frequentemente pontuadas pelos docentes está associada à carência de materiais didáticos apropriados ao ensino do referido idioma. Devido a este fato, muitos professores acabam se limitando à utilização do livro didático, impossibilitando, assim, um processo dinâmico e inovador, em que os estudantes ajam de maneira colaborativa na construção do seu conhecimento. Considerando a situação em questão, em parceira com o subprojeto PIBID de língua inglesa da Universidade do Estado da Bahia Campus VI, neste estudo, pretende-se investigar e analisar tais problemas, observando os distintos recursos utilizados pelos docentes e os demais suportes didático-pedagógicos disponíveis nas escolas parceiras, bem como o posicionamento dos alunos frente à utilização dos referidos recursos. Além disso, propõe-se neste momento, o mapeamento das crenças dos docentes e discentes sobre o ensino de LI, visto que se considera conveniente saber como pensam e o que esperam os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem da língua inglesa, antes de implementar novos recursos e adotar práticas inovadoras. Palavras-chave: Língua inglesa; Material didático; PIBID. Introdução No contexto atual, temos percebido um aumento significativo nos estudos que tratam da importância de se aprender uma língua estrangeira, principalmente a língua inglesa (LI) devido ao seu potencial enquanto língua franca/global. Embora muitos desses estudos salientem as problemáticas que permeiam os estudos de LI, pontuando algumas mudanças necessárias, muitas outras ainda precisam ser implementadas para que este ensino, principalmente em instituições regulares, alcance os seus objetivos. Partindo deste contexto, o presente estudo visa investigar a problemática que envolve a utilização de materiais didáticos na aula de língua inglesa, observando os distintos recursos utilizados pelos docentes e os demais suportes didático-pedagógicos disponíveis nas escolas parceiras. A proposta de estudo faz-se pertinente ao perceber que, embora

2 muitas pesquisas tenham sido feitas sobre o livro didático, poucos são os estudos realizados considerando a relevância do material didático, de maneira mais ampla, na atividade docente. O material didático que, segundo Tomlinson (2012), é todo e qualquer material utilizado para facilitar o processo ensino/aprendizagem pode ser percebido como uma forma de estabelecer diálogos entre o que se trabalha na disciplina em sala de aula e no mundo que cerca os estudantes, proporcionando interações e contatos com contextos diversificados. O estudo foi realizado em pareceria com o subprojeto PIBID de língua Inglesa da UNEB Campus VI que objetiva analisar e auxiliar a prática docente, observando os distintos materiais didáticos adotados, bem como sugerir e elaborar novos recursos com base no contexto local e a partir deste instigar diálogos com aspectos globais. Considerando a necessidade de medidas que promovam transformações no ensino de LI, desde a formação inicial do docente à inserção de recursos apropriados para serem utilizados em sala de aula e com base nas experiências relatadas por estudantes de licenciatura e docentes em atividade, salienta-se a relevância de projetos que valorizem a atividade docente a exemplo do PIBID, estimulando a inserção prévia do docente em formação na escola e o seu convívio com o dia-a-dia da sala de aula. A parceria entre universidade e escola básica, que deve ocorrer sempre, constitui-se umas das formas de oportunizar interlocuções entre teorias e práticas e, por sua vez, minimizar os entraves que perpassam o ensino de Língua inglesa, partindo de transformações na formação, sem, no entanto, se distanciar da prática. Neste estudo, antes de analisarmos os dados coletados com base em um questionário aplicado aos docentes, bolsistas de supervisão, trataremos brevemente sobre o ensino de LI e materiais didáticos. Algumas considerações sobre o ensino de língua inglesa As discussões sobre políticas linguísticas e geopolítica fizeram com que questões relativas ao ensino de línguas estrangeiras (LE) passassem a ser vistas não somente sob a ótica da linguagem, mas também se considerando fatores políticos e ideológicos capazes de estender as influências e a necessidade de conhecimento de uma nova língua, como é o

3 caso do inglês, para lugares além de suas fronteiras geográficas (LACOSTE, 2005). As questões geopolíticas transformaram a LI em instrumento necessário nessa nova visão de mundo, na qual a tecnologia ocupa o lugar central e o conhecimento age como mediador na comunicação entre as nações, sendo fundamental um ensino que abarque os múltiplos aspectos da linguagem e que favoreça a comunicação efetiva na LI. Partindo dessas considerações, faz-se necessário pontuar que o conhecimento da língua inglesa na contemporaneidade globalizada requer bem mais que habilidades de leitura e/ou domínio de aspectos gramaticais apreendidos para serem utilizados em exames vestibulares ou outros tipos de seleção que visem anseios pessoais imediatos. Entretanto, o ensino de língua inglesa atualmente, não se distancia muito dos problemas apresentados em décadas anteriores, principalmente em aspectos relacionados à carga horária, material didático-pedagógico e formação do profissional de língua estrangeira, o que dificulta a promoção de melhorias nas condições de ensino/ aprendizagem. Segundo Siqueira (2009), Apesar de os excelentes documentos oficiais brasileiros como os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998) e Orientações Curriculares para o Ensino Médio (2006) darem a importância devida à aprendizagem de LE defendendo a formação de um cidadão autônomo e participativo (...) a realidade, infelizmente, demonstra que a disciplina continua cercada de grande desprestígio. Além disso, deixou de ser novidade a grande desvalorização das línguas estrangeiras no currículo de ensino fundamental e médio, fluindo da não obrigatoriedade do passado para a carga horária esquálida do presente (SIQUEIRA, 2009, p.231). A formação desse cidadão autônomo e participativo, prevista pelos documentos legais, vê-se comprometida pela carga horária reduzida (90 minutos semanais) e ausência de material e suporte didático adequado que impedem o professor de realizar um trabalho que aborde as quatro habilidades: ler, escrever, ouvir e falar a LE. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), embora trabalhem com uma visão sociointeracional do ensino de línguas estrangeiras que favoreça ao aluno um engajamento discursivo seja ele oral ou escrito, defendem também uma visão de ensino de LE com ênfase na habilidade de leitura, entendendo que, no cenário brasileiro, o domínio dessa habilidade tem caráter mais relevante devido ao fato de a língua inglesa não ser falada oficialmente no país, fazendo-se perceptível a dualidade presente no próprio documento.

4 Frente a essa dualidade e à carência de diretrizes condizentes com a realidade do contexto da rede pública de ensino, é comum depararmos com docentes que não se consideram preparados adequadamente para trabalhar com a função comunicativa em LE e estudantes que não apresentam conteúdo linguístico significativo para realização de leituras e entendimento de textos na LI, mesmo em séries mais avançadas, ficando o ensino, em grande parte dos casos, centrado em estrutura gramatical e vocabular descontextualizada que não motivam nem apresentam relevância para os alunos (ALMEIDA FILHO, 2002). Segundo Almeida Filho (2002), essa situação de precariedade deve-se à ausência de formação profissional adequada e diretrizes estáveis e seguras que facilitem o trabalho dos professores dessa disciplina e os auxiliem na forma de condução do ensino. Diante da necessidade de transformações na formação docente, percebe-se o PIBID como uma das formas de repensar as licenciaturas e estimular o diálogo necessário entre teorias e práticas, havendo uma colaboração mútua entre futuros docentes e os professores em atividade. Materiais didáticos na aula de língua inglesa: crenças, contribuições e desafios Embora muitas pesquisas sobre ensino de línguas tratem do livro didático, pouco se discute sobre os inúmeros outros recursos que os docentes utilizam como suporte em sua prática para auxiliar no processo de aprendizagem do discente, ou mesmo como forma de suprir as lacunas deixadas pelo livro didático adotado. Com relação ao conceito de materiais didáticos, Vilaça ( 2009, p. 4) salienta que há carência ou pouca visibilidade de definições para materiais didáticos nos trabalhos que os discutem. A experiência indica que alguns professores apresentam dificuldades na compreensão do que seja um material didático e quais os parâmetros que possibilitam a categorização de uma atividade, um material ou livro como material didático. Diante destes dilemas conceituais, como material didático considera-se aqui todo e qualquer recurso utilizado para facilitar o processo ensino/aprendizagem conforme destaca Tomlinson (2012), estando a seleção e adoção destes, muitas vezes, associados às

5 crenças dos docentes sobre ensino/aprendizagem de línguas, bem como suas abordagens de ensino comumente adotadas. As crenças que, segundo Barcelos (2007), estão associadas à interação e a troca de experiências, possuindo características sociais e também individuais, são uma forma de pensamento, construções da realidade, maneiras de ver e perceber o mundo e seus fenômenos, co-construídos em nossas experiências resultantes de um processo interativo de interpretação e re-significação (sic) (BARCELOS, 2007, p.113), podendo assim influenciar significativamente na prática docente e na seleção de recursos a serem utilizados em sala. A adoção de materiais distintos como jogos, músicas, vídeos, flashcards, textos autênticos entre outros, além de influenciar na motivação do estudante, é uma forma de dinamizar e diversificar a prática pedagógica, instigando a autonomia, daí a relevância de estudos que investiguem quais são os materiais que o professor utiliza, bem como aqueles que são disponibilizados pelas instituições e que, por sua vez, poderiam, mas não são utilizados. Ao tratar da relevância em se adotar o material apropriado Baptista (2010, p. 1) o percebe como um ponto de referência para o trabalho docente, um recurso a mais para a aprendizagem, fazendo-se convenientes discussões que tratem das possíveis implicações do material didático pedagógico adotado para a aprendizagem dos estudantes. Rojo (2005) enfatiza que, diante dos avanços tecnológicos e do crescente número de artefatos que surgem diariamente, cabe ao docente uma visão crítica do que utilizar em sala de aula, visando alcançar objetivos previamente estabelecidos, considerando a necessidade do público com o qual se trabalha. Sobre este aspecto, Lima (2012) complementa reforçando a necessidade de se contextualizar materiais e conteúdos adotados, levando-se sempre em consideração o entorno do discente. Diante do prestígio do papel exercido pelo material didático, Siqueira (2012) destaca a importância de se adotar uma postura crítica ao selecionar o material utilizado, observando aspectos culturais e questões ideológicas que nem sempre são percebidos e/ou discutidos. Devido a essa relevância do uso apropriado e da minuciosa atenção que deve ser reservada ao se selecionar os recursos didáticos pedagógicos, em seus estudos, Vilaça (2011) pontua algumas etapas distintas que contemplam desde a análise prévia do contexto

6 no qual o mesmo será utilizado, até sua aplicação e posterior avaliação de resultados obtidos. Podemos observar o esquema montado por Vilaça (2011) na figura abaixo. Figura 1 Passos básicos na elaboração de materiais didáticos (VILAÇA, 2011,p.58) Neste esquema, o autor evidencia que os recursos utilizados como suporte pedagógico devem está inseridos em um contexto amplo que abarque o antes, o durante e uma avaliação de resultados posterior ao uso. Cabe ressaltar também que é necessário observar em qual método ou abordagem irá se fundamentar para utilizar o referido material, visto que há uma intrínseca relação entre materiais didáticos e métodos de ensino. Esta relação pode ser observada nos estudos de Lima (2012), nos quais o autor associa, por exemplo, o ensino centrado na gramática às influências dos métodos estruturalistas e a adoção dos recursos audiovisuais ao surgimento da abordagem comunicativa. Para finalizar essa breve abordagem sobre materiais didáticos, faz-se conveniente ressaltar que não há material que seja completo ou perfeito (VILAÇA, 2009), cabendo às partes envolvidas no processo de ensino/aprendizagem, os professores e estudantes, uma análise constante dos recursos que estão sendo utilizados e dos resultados obtidos para se observar a precisão de possíveis mudanças, adaptações ou adoção de material completar, levando sempre em consideração o contexto no qual os estudantes se inserem e as suas necessidades de aprendizagem. Metodologia

7 O estudo em questão se trata de uma pesquisa qualitativa, configurada como estudo de caso, sendo este uma delimitação de um projeto etnográfico mais amplo. Para coleta e análise dos dados, foram aplicados questionários com os docentes, bolsistas de supervisão do subprojeto de língua inglesa, tencionando, conforme pontuado anteriormente, saber quais os principais materiais didáticos utilizados pelos docentes, bem como a receptividade dos discentes frente a esses recursos e suas crenças a respeito do processo ensino/ aprendizagem de LI. Os sujeitos colaboradores deste estudo serão identificados como P1, P2 e P3. P1 e P2 trabalham em uma escola pública estadual, com carga horária de 40 horas, ministrando aulas para turmas do 6º ano ao primeiro ano de ensino médio e P3 apresenta uma carga horária de 60 horas, 20 na rede municipal e 40 na rede estadual, trabalhando somente com turmas do ensino médio. Análise e discussão dos dados Considerando que, neste trabalho, pretende-se analisar as crenças de docentes e discentes sobre o ensino de línguas, com destaque mais amplo para a utilização e recepção dos materiais didáticos, primeiramente, analisaremos as crenças e, posteriormente, levantaremos as reflexões sobre os distintos materiais didáticos adotados pelos mesmos. O questionário aplicado objetivou obter informações distintas por parte dos docentes a respeito das suas aulas e turmas de LI. Assim, ao questionarmos sobre os comentários mais frequentes feitos pelos alunos com relação ao ensino de línguas, percebemos que há crenças positivas e também posicionamentos negativos. P1 destaca que os principais comentários dos seus alunos são: O inglês é uma língua difícil de se aprender...; Não sei o português direito,quanto mais o inglês. A docente pontua ainda que os alunos das séries finais do fundamental ( 8º e 9º ano) são os que mais se interessam pela aprendizagem da LI, estando este interesse associado à afinidade e curiosidade por parte dos mesmos. As opiniões dos alunos de P2 também são semelhantes aos de P1, entretanto, eles destacam a necessidade de aprendermos espanhol ao invés do inglês como língua estrangeira, fazendo indagações do tipo: Não sei porque preciso aprender inglês! Moro no Brasil, precisava aprender espanhol, não inglês, porque é mais fácil. Percebe-se aqui que,

8 embora os estudantes destaquem a necessidade de se aprender espanhol ao invés de inglês, este interesse não está associado a questões políticas ou uma perspectiva crítica e sim pela crença da suposta facilidade em se aprender um idioma que seria menos difícil por se aproximar da sua língua materna. Para P2, os alunos que mais se interessam pela aprendizagem de uma nova língua são alunos de 6º e 7º ano, devido à curiosidade, por ser uma disciplina que não tiveram nas séries anteriores e também os estudantes do ensino médio por estarem preocupados com o vestibular. Já os alunos de P3 acreditam que o inglês seja relevante pra o sucesso profissional. Cabe salientar que grande parte das turmas de P3 são alunos de cursos técnicos profissionalizantes; para este docente, os alunos que mais se interessam pela aprendizagem da LI são os das séries iniciais, pois, em sua opinião, o novo sempre tem um brilho maior. Ao analisarmos os posicionamentos dos docentes e as falas recorrentes dos seus alunos, notamos que as crenças apresentadas sobre a necessidade ou não em se estudar uma nova língua precisam ser discutidas e analisadas, uma vez que, por perceberem como algo desnecessário, os alunos tenderão a se interessar cada vez menos pelos seus estudos, levando a resultados negativos e desestimuladores para ambas as partes. Os estudantes precisam perceber que, além de uma obrigação curricular, a aprendizagem de uma nova língua é um direito deles, uma possibilidade de conhecer e interagir com novos povos e culturas. O que se percebe nas falas dos estudantes é que, por não reconhecer a presença da língua em sua rotina diária, estes passam a considerá-la como algo distante e desnecessário, cabendo a nós docentes o papel de orientá-los sobre a presença da mesma em suas atividades distintas. Os estudantes dos cursos profissionalizantes já apresentam outra postura por considerarem a LI como algo significativo para o seu futuro profissional. Com relação às principais dificuldades encontradas em seu dia-a-dia de sala de aula, P1 destaca que a falta de material didático complica no ensino aprendizagem. P2 afirma que, para ele, uma das maiores dificuldades é fazer com que um maior número de alunos interessem mais em aprender o inglês e ter mais recursos para facilitar a prática pedagógica. Já para P3, seus maiores problemas estão relacionados à carga horária diminuta. Faz-se perceptível, assim, que a carga horária reduzida e a ausência que recursos apropriados que auxiliem na condução da sua prática são os aspectos recorrentes ao tratar das dificuldades na prática do docente de LI. A inserção de novas tecnologias e recursos de

9 suporte didáticos pedagógicos são de suma importância para um aprendizado significativo; daí a preocupação dos docentes em se ter uma gama variada de materiais didáticos à sua disposição, além da orientação apropriada para seu uso. Baptista (2010, p. 7) salienta ainda que os materiais didáticos representam possibilidades para uma aprendizagem significativa, que pressupõe, por sua vez, mudanças nos sujeitos; mudanças em suas condutas e práticas sociais e culturais. Entretanto, mesmo com essas dificuldades, os docentes buscam meios de suprir essas necessidades, fazendo uso de recursos distintos em suas aulas, objetivando contemplar alunos com estilos de aprendizagem distintos em suas múltiplas habilidades. Sobre este aspecto, P1 pontua que, frequentemente, utiliza as novas tecnologias, como data show e DVD, por exemplo. A docente afirma ainda que a instituição disponibiliza lousa digital, mas nunca utilizou devido à ausência de orientações específicas quanto à utilização da mesma. Segundo P1, os alunos se interessam mais por atividades em grupo, pesquisa, apresentações em inglês e não se envolvem muito em atividades de conversação,porque eles temem em errar e os alunos criticarem. P2, como complementação das atividades proposta pelo livro didático, normalmente utiliza aparelho de cd/dvd e celular. Salienta ainda que não utiliza o data show, pois nem sempre está disponível para o uso. Para esta docente, os estudantes mostram-se mais interessados em produção de textos, diálogos e apresentações orais de todas as atividades feitas por eles uma vez que tais produções estão mais próximas da realidade deles, não se interessando dos exercícios gramaticais propostos do livro didático por não despertar a criatividades. Podemos notar aqui que, ao contrário dos alunos de P1, os estudantes mostram-se interessados na apresentação de textos orais, principalmente aqueles de sua autoria, não se sentindo inibidos diante dessas práticas.tais aspectos são extremamente significativos no desenvolvimento da habilidade oral, pois os alunos envergonhados dificilmente se sentirão a vontade para realização de atividades nas quais se sintam exposto, o que implica no resultado do trabalho docente, pois, mesmo que este faça uso de uma gama variada de recursos a motivação intrínseco, o desejo do estudantes em romper suas limitações são de suma importância.

10 O docente P3 normalmente utiliza vídeo aulas, material xerocopiados (letras, exercícios e filmes, não fazendo uso do laboratório de informática por conta da incompatibilidade de horários. Com base em suas experiências e atividades aplicadas, os alunos gostam de vídeos, músicas e atividades envolvendo compreensão de textos. Quanto aos que não gostam, um percentual significativo não se interessa por gramática, por exigir maior atenção e aprendizado de regras, o que para eles é entediante. Com base no relato dos docentes percebe-se que, por possuírem discentes com perfis distintos, os mesmos fazem uso de materiais didáticos diversificados mesmo salientando a necessidade de uma gama maior de recursos, sendo perceptível também, a necessidade de formação continuada e capacitação por meio dos órgãos competentes, não sendo suficiente a mera inserção do recurso tecnológico, ou mesmo a troca periódica do livro didático sem a necessária orientação para o seu uso apropriado. Não podemos nos esquecer, conforme afirma Baptista (2010, p. 7), que não existe um material ideal, perfeito para todo e qualquer sistema de ensino e aprendizagem, pois seria problemático e/ou ingênuo supor ou acreditar que o processo de aprendizagem se dá de modo idêntico. Além deste aspecto, apesar de muitos dos estudantes não se identificarem com atividades que enfatizem as estruturas gramaticais, sabemos que estas são relevantes, uma vez que há um programa a se seguir e resultados a serem alcançados, considerando a abordagem linguística estrutural, sendo inviável a exclusão de tais atividades. Uma solução viável nessas situações seria a contextualização dinâmica do conteúdo, o que, em muitos casos, requer um tempo maior de aulas e orientação da qual o docente nem sempre disponibiliza Considerações finais Neste trabalho procuramos analisar e incitar discussões a respeito dos materiais didáticos utilizados em sala pelos docentes bem como as opiniões dos discentes a respeito das atividades e recursos utilizados. Conforme mencionando inicialmente, a proposta faz parte de um projeto mais amplo que prevê a análise, construção e utilização de materiais didáticos de língua inglesa.

11 Tomando como fundamento o esquema de Vilaça (2011) sobre os passos para elaboração de material didático, podemos situar este estudo na primeira etapa do esquema, onde se prevê a análise do contexto no qual os futuros materiais serão propostos e utilizados. Para tanto, partiremos das opiniões e crenças destacadas aqui por parte dos docentes e discentes, como eixos norteadores para elaborações de materiais e realização de oficinas que possam vir a auxiliar os docentes em sua prática diária. Partindo de reflexões dessa natureza, espera-se instigar no docente em formação e no profissional em atividade uma postura reflexiva no momento da adoção dos recursos a serem utilizados em sala de aula, bem como possibilitar a elaboração de materiais didáticos apropriados ao ensino de língua inglesa sob uma abordagem intercultural que una local e global, suprindo a necessidade de recursos que tratem o ensino de línguas sob uma perspectiva crítica. Referências: ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas: Pontes, BARCELOS, Ana Maria Ferreira. Reflexões acerca da mudança de crenças sobre o ensino e aprendizagem de línguas. Revista Brasileira de Línguística Aplicada, v.7, n.2, BAPTISTA, Lívia Márcia Tiba. Materiais didáticos e formação de professores. ICIPLOM: Foz do Iguaçu- Brasil, 19 a 22 de outubro de ISSN p. 1-8 BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiros e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira. Brasília: MEC/SEF LACOSTE, Yves; RAJAGOPALAN, Kanavillil (orgs.). A geopolítica do Inglês. São Paulo: Parábola Editorial, LIMA, Diógenes Cândido. A construção de crenças sobre materiais didáticos em narrativas de aprendizagem e a formação do professor de LE. In SCHEYERL, Denise (Orgs.).Materiais didáticos para o ensino de línguas na contemporaneidade: contestações e proposições. EDUFBA, ROJO, R. Proposta pedagógica : Materiais didáticos: escolha e uso. Ministério da Educação. Materiais didáticos: Escolha e uso. Série Salto para o futuro/ TV Escola Brasília, Disponível em:

12 SIQUEIRA, D. S. P. O papel do professor na desconstrução do mundo plástico do livro didático de língua estrangeira. In: ASSIS-PETERSON, A. A.; BARROS, S. M. (Org.). Formação crítica de professores de línguas: desejos e possibilidades. São Carlos (SP): Pedro & João Editores, 2010, p ; SCHEYERL, Denise (Orgs.).Materiais didáticos para o ensino de línguas na contemporaneidade: contestações e proposições. EDUFBA, A dor e a delícia de se aprender Língua estrangeira. In: LIMA, Diógenes Cândido de (org.) Aprendizagem de língua inglesa: histórias refletidas. Vitória da Conquista: Edições UESB, TOMLINSOM, Brian. Materials development for language learning and teaching. Cambridge University Press,/ Cambridge journals, Disponível em : VILAÇA, Márcio Luiz Corrêa. O material didático no ensino de língua estrangeira: definições, modalidades e papéis. Revista eletrônica do Instituto de Humanidades. Volume III. Número XXX. jul-set, p A elaboração de materiais didáticos de Línguas Estrangeiras: Autoria, princípios e abordagens. Cadernos do CNFL, vol. XVI, nº 04, t.1. Anais do Cadernos do CNFL, 2011, pag

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