Projeto Cooperação em Segurança Regional Grupo de Reflexão Brasil. Paraguai: Perspectivas sobre Segurança Regional e Cooperação com o Brasil

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1 Projeto Cooperação em Segurança Regional Grupo de Reflexão Brasil Paraguai: Perspectivas sobre Segurança Regional e Cooperação com o Brasil CEBRI Rio de Janeiro, 26 de maio de Relato do Evento Por Igor N. Calvet O Encontro teve início às 09:40 horas, nas dependências do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (doravante CEBRI). Dando início às atividades, o Prof. Dr. Alcides Vaz discorreu brevemente sobre o projeto Cooperação em Segurança Regional, relatando notícias de interesse para o Grupo de Reflexão Brasil (GRB). Informou, dentre outros assuntos, que a página web do projeto já está disponível para consultas online. Ademais, expôs o cronograma do GRB para o ano 2006, enfatizando a necessidade de que temas como Venezuela, Mercosul, acesso a recursos naturais e energéticos, além das ameaças transnacionais sejam discutidos no âmbito do projeto. Compunham a mesa o Prof. Dr. Alcides Vaz (UnB/FES), o Dr. Diego Abentes (CADEP/Assunção), os professores Héctor Saint-Pierre (UNESP), Maria Celina (CPDOC/FGV) e Alfredo Valladão (Science Po), além dos generais Adalberto Bueno e Leslie Alcoforado (MD/IBEP). Participaram da mesa, ainda, Denise Gregory (Diretora Executiva/ CEBRI), Mariana Luz (Coordenadora Acadêmica/CEBRI) e o Sr. Amaury de Souza, bem como o Sr. Pablo Dreyfus (Viva Rio). O objetivo do encontro, conforme explicitado no Termo de Referência, seria o de analisar os condicionamentos e prioridades da atuação do Paraguai no campo da segurança, bem como os reflexos de suas injunções domésticas para o panorama da segurança regional e para o relacionamento com os países vizinhos - em particular com o Brasil. Pretendia-se considerar as políticas em curso e as propostas oriundas do Governo, da classe política e da sociedade civil para o fortalecimento das instituições voltadas para a segurança e para a cooperação regional. 1

2 No que tange aos aspectos organizacionais, o encontro transcorreu na forma de mesa, com blocos temáticos, cuja introdução estaria a cargo de um expositor, seguindo-se uma discussão aberta a todos os presentes. O Encontro estava estruturado em dois blocos temáticos. O primeiro versaria sobre as perspectivas paraguaias sobre a segurança regional e o relacionamento vicinal. O segundo bloco, por seu turno, exporia a agenda de cooperação Brasil-Paraguai no campo da Segurança. O Prof. Dr. Alcides Vaz, coordenador do GRB, passou a apresentação do expositor e, tão logo o fez, passou-lhe a palavra. O Dr. Diego Abentes, atualmente membro do CADEP, é politólogo e já foi representante paraguaio na Organização dos Estados Americanos (OEA) e Ministro da Justiça de seu país. Ao tomar a palavra, o Dr. Diego Abentes indicou que sua exposição trataria de: (i) analisar a situação de segurança no Paraguai, apontando os condicionamentos e prioridades do país neste campo, além de (ii) apontar em que medida as inflexões domésticas se refletem no panorama de segurança regional. O seguinte relato representa não só as explanações do expositor, como também a diluição dos questionamentos e respostas decorrentes das explicações ocorridas durante todo o encontro. Cada sistematização auferida representa, assim, as explanações e as respostas às dúvidas. Para o Paraguai, o conceito tradicional de segurança apresenta-se claramente limitado e resulta infrutífero, uma vez que restringe a segurança à proteção das fronteiras contra ameaças externas. Nesse sentido, o conceito é restritivo e não se relaciona com a nova realidade regional. O conceito de segurança para o Paraguai está vinculado, assim, com o conceito de estatalidade, com a representação da presença e centralidade de Estado. As novas ameaças transnacionais - tais como tráfico de armas e drogas, contrabando e lavagem de dinheiro, etc limitam a capacidade do Estado de ser o órgão que regula a vida pública no país, por exemplo. O expositor passou a identificar algumas dimensões nas quais a primazia e centralidade do Estado são ameaçadas. A primeira destas dimensões relaciona-se às questões de fronteiras. No tocante a este tema, percebe-se que o Estado paraguaio 2

3 não possui controle efetivo sobre suas fronteiras, o que ocasiona e estimula graves problemas para os países vizinhos e para a própria população do país. O país possui km de fronteira fluvial e km de fronteira seca que se apresentam como espaços propícios para movimentos ilegais (contrabando e tráfico de drogas e armas), uma vez que o Estado Paraguaio não exerce efetivamente o controle destas áreas. O avanço do contrabando, como fruto deste ineficiente controle fronteiriço, ocasiona problemas graves para a indústria e produção paraguaias. As áreas de fronteira com o Brasil são, neste aspecto, as que mais causam tais problemas. Ainda em relação às fronteiras, o expositor salientou que duas áreas são de especial sensibilidade. A primeira relaciona-se a Tríplice Fronteira (Foz do Iguaçu, Ciudad Del Este e Puerto Iguazu). A segunda fronteira sensível, por sua vez, é a de Pedro Juan Caballero e Ponta Porã, situada ao norte do Paraguai. Nessas regiões, o controle de fronteira é feito fundamentalmente pela polícia alfandegária e, em alguma medida, por forças militares. Neste ponto, o expositor deteve-se sobre o papel e as recentes mudanças nas Forças Armadas paraguaias. Constitucionalmente, as forças armadas teriam por função a segurança externa e, portanto, de defesa das fronteiras. Entretanto, têm sido, na prática, utilizadas como forças policiais, sendo até mesmo incumbidas da resolução de problemas de ordem pública (desalojamento de sem-tetos, por exemplo). Não obstante este fato, alguns analistas percebem as forças armadas desempenhando um papel de cunho político, voltado para fortalecimento eleitoral do atual presidente. As Forças Armadas paraguaias sofreram mudanças, algumas positivas outras negativas, desde o fim da era Stroessner (1989). Dentre as mudanças positivas, o expositor ressaltou a profissionalização e a despartidarização de seus membros. Além disso, consolidou-se o controle civil sobre as mesmas. Desde a constituição de 1992, o Comandante-Chefe das forças armadas é o presidente da República, sendo impossível a este delegar o cargo a outrem. Dentre os retrocessos, ou mudanças negativas, o expositor apontou a diminuição do gasto militar per capita. Na década de 1990, por exemplo, o gasto militar per capita no Paraguai era US$25, enquanto a média para os 3

4 países latino-americanos permeava US$ 63. Não obstante, percebe-se que na década de 1980 (era Stroessner) e nos primeiros anos da década de 1990, o orçamento do Ministério da Defesa representava entre 13% e 15% do orçamento global. Tal porcentagem vem decrescendo sistematicamente, representando entre 6% e 7% na década de 1990, e entre 3,5% e 4% a partir do ano Em complementação, o movimento de decréscimo da porcentagem no orçamento global é acompanhado pela escassez de investimentos em equipamentos. A temática das fronteiras se insere neste quadro de poucos recursos para a defesa e forças armadas, uma vez que a falta de equipamentos, por exemplo, impede que ocorra um controle minimamente efetivo das fronteiras. Muito embora haja consideráveis unidades militares no Paraguai, a disposição das mesmas nada tem a ver com áreas de fronteira. Todas as unidades estão concentradas nas áreas próximas a Assunção e em outras áreas politicamente importantes, o que tende a ser visto como um exército voltado mais para a proteção da ordem pública que para proteção de fronteiras. A dimensão das fronteiras é, portanto, grave e preocupante, além de ser um dos principais desafios em termos de segurança, pois resulta em diversos problemas inclusive de cooperação com países vizinhos. O Dr. Diego Abentes construiu a idéia de enclaves de inseguridad para designar as outras dimensões e áreas nas quais o Estado tem perdido centralidade. Enclaves de insegurança significam áreas onde se desenvolvem atividades ilegais que acabam por desafiar a centralidade do Estado. O primeiro enclave ressaltado relaciona-se a região de Ciudad Del Este. Segundo o expositor, esta região possui altos índices de lavagem de dinheiro e pirataria, sendo uma região na qual o nível de ilicitude em geral ultrapassa todas as regiões do Paraguai. Nesta região, o Estado paraguaio parece estar seqüestrado, capturado por tais interesses, uma vez que não combate a ilicitude e muito menos controla a área. Outro enclave preocupante é o de San Pedro, região onde há extensas plantações utilizadas para a manufatura de drogas - especialmente maconha - e onde o Estado não pode entrar. Ao norte do país, na região de Concepcíon, há uma incipiente 4

5 guerrilha, chamada Pátria Livre, que tem cometido uma série de delitos isolados - inclusive seqüestros e, recentemente, a invasão de uma delegacia. O movimento Pátria Livre é bastante politizado, possui claras orientações marxista-leninistas, e se caracteriza por ser uma guerrilha política. Há evidências, inclusive, de que haja instrutores das FARC na região. Em geral, o movimento é formado por LUMPEN (desplazados, os socialmente marginalizados). Segundo Dr. Diego Abentes, o Pátria Livre não é um movimento tão preocupante, porém é sintomático, já que demonstra a incapacidade do Estado de impor sua centralidade. Há ainda outros enclaves menos tradicionais, porém igualmente sérios, que desafiam a primazia do Estado, especialmente aqueles relacionados com a proteção do meio-ambiente. É perceptível o alto nível de depredação do meio-ambiente, especialmente de contaminação dos solos devido ao uso indiscriminado de agrotóxicos. Também neste caso, o Estado é omisso e ausente, permitindo que o Paraguai enfrente problemas com países. Um dos enclaves mais importantes analisados diz respeito a um aspecto societal, mais precisamente da problemática envolvendo o processo migratório rural na região leste do país, especificamente a área reconhecida como dos Brasiguaios. Os brasiguaios são os brasileiros que se estabeleceram em terras paraguaias, em busca de trabalhos no cultivo do algodão e especialmente no da soja. Representam uma cifra de (algo em torno) brasileiros, o que significa 10% da população paraguaia. Os brasiguaios possuem atualmente 1,2 milhões de hectares, onde se produz mais de 80% da soja no país. Há, com isso, sérios problemas sociais surgindo dentro do país, uma vez que os brasileiros se tornaram grandes fazendeiros (detentores da terra e da produção), enquanto os campesinos paraguaios são seus empregados. Para se ter uma idéia do impacto dos brasileiros na região, cabe apenas citar que a TV na região é brasileira e o idioma falado, por vezes, é o português. Os campesinos consideram a presença brasileira como a causa da expulsão do campesinato tradicional da região. Há, portanto, um crescente processo de braziguadizacíon na fronteira leste do país. Neste enclave, o Estado também não possui qualquer controle e nem sequer uma política específica. 5

6 Os trabalhos da manhã encerraram-se às 12:40 horas, quando houve pausa para o almoço. O segundo bloco iniciou-se às 14 horas, quando todos já haviam retornado do almoço. O expositor voltou a falar dos enclaves de insegurança, destacando um enclave relacionado a água e outro relacionado a energia. Quanto ao enclave relacionado a água, relembrou que o Aqüífero Guarani (compartilhado entre Brasil, Paraguai e Argentina) está, segundo os ambientalistas, bastante contaminado por agrotóxicos provenientes, em grande medida, do Paraguai e Brasil. Segundo o expositor, não há política de estado para a questão e as questões relacionadas a água são submetidas a uma espécie de política da selva. Grande parte dos agrotóxicos provém das plantações de arroz no Paraguai e, inclusive, existem rios que, além de receberem agrotóxicos das plantações, ainda estão quase exauridos de sua capacidade de fornecimento de água em virtude do mau uso para irrigação. Outro enclave citado refere-se à questão energética. Neste tema, houve bastante participação da mesa, através de perguntas e de um debate bastante fluido. O expositor expôs que não há no Paraguai nenhum tipo de energia lucrativa, como gás ou petróleo, mas tão somente água. O expositor enfatizou o tema energia em virtude de: (i) ser um problema da região (segurança energética) e (ii) de representar um problema que não necessariamente é de segurança, mas que afeta a mesma. Nesse sentido, destacou-se que existe uma convicção no Paraguai de que os termos do Tratado de Itaipu são adversos aos interesses do Paraguai, uma vez que a venda de energia ao Brasil pauta-se por preços abaixo do mercado internacional. Há constantes pressões de alguns setores empresariais e políticos para que se renegocie o Tratado de Itaipu sob uma base mais eqüitativa. Em 2005, houve uma negociação com o governo Lula, na qual foi concedida uma compensação adicional de 25 a 30 milhões de dólares anuais referentes ao pagamento de royalties. Não houve, contudo, qualquer controle sobre a utilização deste dinheiro, estipulando-se inclusive de que parte deste montante houvera financiado campanhas eleitorais. Se analisado da 6

7 perspectiva brasileira, este fato significa um desestímulo, na medida em que é percebido como recursos que se perdem ou que se revertem em condições desfavoráveis em termos de estabilidade, manejo político e segurança. Levantou-se ainda a questão da influência das decisões intempestivas do presidente boliviano Evo Morales, em relação à venda de gás boliviano, e seus possíveis impactos para a questão de Itaipu. Segundo o expositor, é possível que a mídia e alguns setores políticos influenciem-se pelas medidas bolivianas e decidam pressionar o governo a que renegocie o tratado sob pena de anulação de venda dos recursos energéticos. Ponderou-se o argumento de que se o Paraguai não vender energia para o Brasil não haveria para quem o fizesse. Combatendo tal argumentação, o expositor ressaltou ser falacioso tal argumento, já que da mesma maneira que o Paraguai necessita vender energia, o Brasil necessita comprá-la. Nesse sentido, levantou-se a questão de que para os Paraguaios a questão de Itaipu refere-se mais a soberania (pagamento de royalties) que a segurança. Segundo alguns participantes, haveria a opção de que o Paraguai, através de investimentos, desenvolvesse setores nos quais tivesse vantagem comparativa e competitiva. Tais setores seriam o de têxteis e de montadoras. A questão levantada pelo Dr. Diego Abentes para responder a esta indagação leva em conta a complexidade do tema investimentos, uma vez que para que isto ocorra necessita-se de (i) segurança jurídica e (ii) tamanho do mercado. Sob o primeiro aspecto, nota-se que o Paraguai não possui qualquer segurança jurídica; há, ao contrário, muita volatilidade. Quanto a extensão do seu mercado, o Paraguai possui um mercado muito pequeno, o que dificulta a disposição dos investidores em arriscar. A presença militar norte-americana no Paraguai foi outro tema desenvolvido no segundo bloco. A percepção comum no Brasil, e em parte da Argentina, era de que a aceitação da cooperação militar com os Estados Unidos, por parte do Paraguai, dizia respeito à denúncia paraguaia a alguns instrumentos jurídicos do Tribunal Penal Internacional (TPI) especificamente ao fato de que os soldados americanos não estariam submetidos ao arcabouço normativo do TPI, caso algo ocorresse. O Dr. Diego 7

8 Abentes disse desconhecer tal assertiva, adicionando que o Paraguai não exime os soldados americanos de responsabilidade frente ao TPI. Reconheceu, porém, que há interesses norte-americanos em virtude da proximidade com a Tríplice Fronteira, região na qual crêem haver lavagem de dinheiro que beneficia o terrorismo internacional. Por coadunar as atividades de um grande número de máfias (chinesa, brasileira, árabe e paraguaia), a região tornou-se sensível e a presença norte-americana é de fundamental importância estratégica. Por outro lado, observou-se que se analisado o Quadriannual Defense Review (QDR) norte-americano, perceber-se-á que existe uma reformulação da estratégia das forças americanas por todo o mundo. A percepção agora se relaciona a desnecessária implantação de bases militares (nem mesmo prepositioning). Há, assim, a percepção de que a construção de boas relações com as forças militares locais, a cooperação em inteligência e a capacidade de resposta rápida são as bases do novo paradigma estratégico. A cooperação do Paraguai com os Estados Unidos, portanto, estaria emoldurada dentro deste novo paradigma, evidenciando-se a cooperação em inteligência. A presença de pequenos efetivos militares norte-americanos na região pode, em certa medida, atestar tal fato. O Dr. Diego Abentes ressaltou que há exercícios militares conjuntos, porém, até onde sabe, são apenas warming-up, destinados à busca de interoperabilidade e conhecimento de pessoal. Ao continuar com a apresentação das dimensões, o expositor ressaltou a dimensão da segurança interna, cuja degradação impede a centralidade estatal. O papel da polícia, nesse aspecto, tem importância ímpar. Muito embora tenha se alcançado alguns progressos - como a desmilitarização (na era Stroessner foi comandado por um general) e a profissionalização (há uma polícia nacional agora) -, percebe-se que a corrupção (crimes, seqüestros, extorsões) ainda impede a primazia do Estado nesta área. A segurança interna é afetada sobremaneira, ao ponto de se popularizar a expressão polibandi (uma mescla de policial com bandido, ou vive-versa). O Paraguai possui, hoje, aproximadamente efetivos policiais e guardas privados, atestando o desmantelamento do Estado frente aos temas de segurança interna. O Estado, em suma, não possui qualquer controle sobre a criminalidade. 8

9 Outra dimensão analisada foi a da estabilidade e segurança institucional. Em 15 anos de transição democrática, ocorreram 2 ou 3 tentativas de golpe de Estado, assassinato de um vice-presidente, além das mudanças habituais dos membros dos tribunais nacionais. Este período tem sido, portanto, de grande instabilidade, o que dificulta a reconstrução democrática no país. Há ainda uma dimensão societal da segurança no país. Menos de 20% da população, por exemplo, possui seguro médico. Assim, pelo menos 80% da população depende da presença ativa do Estado em saúde, o que obviamente não ocorre. Tal situação gera instabilidade social e permite, até mesmo, que os marginalizados encontrem amparo em organizações criminosas. O nível de desamparados pelo Estado, aliado ao alto índice de pobreza, contribui com a falta de estabilidade e mesmo de estatalidade. O expositor ressaltou que todo este conjunto de dimensões ameaçadoras ocorre em virtude do processo de desestatização do Estado. Desde o término do período militar, o Estado cresceu, porém tal movimento foi acompanhado por uma privatização do mesmo. No final da década de 1980, a pressão tributária sobre a população era de 7,7%, hoje é de 10,8%. Se na literatura reconhece-se a existência de Predator States (Estado Predador), pode-se auferir por analogia que o Paraguai, ao invés de predador, é um Estado depredado. Em qualquer dimensão que se analise, haverá a percepção de que o Estado está débil, com uma democracia de baixa qualidade. Há, portanto, um desafio: estatalizar o Estado. Se não há Estado, não haverá segurança a nenhuma classe. Para tanto, será necessário (i) melhorar a qualidade das instituições e (ii) reconstruir o princípio da autoridade legítima. O evento encerrou-se às 17:40 horas. 9

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