Método de cálculo normativo

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1 - 1 - Método de cálculo normativo 1. Generalidade Existe uma íntima relação entre a composição mineralógica e química de uma rocha ígnea. O conhecimento desta relação facilita a interpretação genética com base na composição química de rochas ígneas. O cálculo normativo é um método mais conhecido e divulgado para caracterização química de rochas ígneas com base nos teores de elementos principais. Inicialmente, o cálculo normativo foi lançado por Cross, Iddengs, Pirsson e Washington (1902,), como um método de classificação geoquímica de rochas ígneas, sendo chamado atualmente como a Norma CIPW. Hoje em dia, este método não está sendo aplicado à classificação geoquímica, mas, para análises petrogenéticas com base na geoquímica de elementos principais. A partir da composição química em rocha total, este método calcula 34 minerais normativos, fazendo a simulação matemática de cristalização. Os minerais normativos são aqueles escolhidos entre os minerais mais freqüentes em rochas ígneas naturais. Os parâmetros e critérios para a escolha dos minerais normativos podem ser conhecidos através de leitura suplementar. A composição química e ordem de cristalização destes minerais foram simplificadas e idealizadas. Portanto, os minerais normativos calculados não são exatamente iguais aos minerais constituintes reais da rocha, denominados minerais modais. Geralmente, rochas plutônicas básicas, como por exemplo piroxênio gabro, possuem minerais normativos relativamente próximos aos reais. Entretanto, a composição mineralógica modal de rochas vulcânicas félsicas é pouco afastada da composição normativa. O método de cálculo normativo sofreu algumas alterações e atualmente as versões propostas por Whashington e Johannsen são as mais utilizadas. O método aqui apresentado baseia-se em Johannsen (1931), com a ressalva de que a seqüência dos cálculos usados não é idêntica à da bibliografia original visando com isto facilitar o aprendizado. Entretanto, o resultado final é praticamente igual ao proposto de Johanssen. 2. Esquema geral dos cálculos A seqüência de cálculo da norma CIPW é composta de quatro processos: 1) conversão de composição química analisada em proporção molecular de óxidos; 2) formação provisória dos minerais normativos; 3) compensação da deficiência de sílica resultante do processo anterior por meio da decomposição dos certos minerais provisórios já calculados; 4) reconversão dos minerais normativos calculados em proporção molecular para porcentagem de peso Conversão da porcentagem de peso em proporção molecular Os cálculos de formação e decomposição dos minerais normativos são executados baseando-se na proporção molecular dos óxidos e não em porcentagem de peso. Portanto, dados de análises químicas em porcentagem de peso devem ser convertidos em proporção molecular para cada óxido. O cálculo é executado conforme a seguinte divisão:

2 - 2 - Proporção molecular = porcentagem de peso / peso molecular As Tabelas A1 e A2 apresentam respectivamente pesos moleculares dos óxidos e dos minerais normativo. Dentro dos minerais normativos, existem alguns que raramente são observados nas rochas ígneas reais. Coríndon, carbonato de sódio, metassilicato de sódio, metassilicato de potássio e ortossilicato de cálcio. Estes se correlacionam respectivamente a micas brancas, cancrinita e zeólitas, piroxênios e anfibólios alcalinos, componentes potássicos de anfibólio, wollastonita, sílica, etc. As fórmulas químicas apresentadas na Tabela A2 não estão de maneira convencional, mas sim transformados para facilitar os cálculos Formação provisória dos minerais normativos O processo de formação provisória dos minerais normativos inicia-se com a formação dos minerais subordinados, não silicáticos. Após esses, são calculados os minerais silicatos principais. Durante o processo de formação provisória, os cálculos devem ser executados ignorando-se o teor de sílica disponível, mesmo que este teor atinja valor negativo. Após o término do processo de formação provisória, observa-se o teor de sílica. Caso o valor de sílica seja negativo, inicia-se o processo de compensação de deficiência de sílica, ou seja o capítulo 2.3 do presente apêndice. Caso contrário, ou seja, com o valor de sílica seja positivo, calcula-se o quartzo de acordo com o teor de sílica disponível e passa-se o processo de reconversão de proporção molecular de minerais normativos calculados em porcentagem de peso, ou seja o capítulo 2.4 do presente apêndice Compensação de deficiência de sílica Neste processo, certos minerais silicatos provisoriamente calculados são decompostos para formar outros minerais silicatos com menor teor de sílica. Os minerais principais a serem decompostos são feldspatos alcalinos e os formados são feldspatóides. A sílica liberada através deste processo é utilizada para compensação da deficiência de sílica. O processo continua até que a deficiência de sílica for completamente compensada Reconversão da proporção molecular em porcentagem de peso O último processo é a reconversão de teor dos minerais normativos calculados apresentados em proporção molecular para a expressão de porcentagem em peso. Caso esteja presente, os grupos de olivina, ortopiroxênio e clinopiroxênio, estes serão recalculados em componentes finais conforme a proporção de MgO, FeO e CaO de cada mineral normativo. A reconversão é feita através da multiplicação do teor de cada mineral normativo calculado em proporção molecular por seu peso molecular: Porcentagem de peso = proporção molecular x peso molecular 3. Cálculos em cada estágio No presente capítulo, a seqüência dos cálculos é apresentada junto à seis exemplos, para melhor entendimento dos leitores: A) granito; B) basalto toleítico; C) basalto Ca-alcalino; D) álcali olivina basalto; E) nefelina sienito; F) olivina nefelinito (Tabela A3).

3 Conversão em proporção molecular Conforme a descrição presente no capítulo 2.1, a composição química da rocha expressa em porcentagem de peso é convertida em proporção molecular, com seguintes observações: 1) os teores de MnO, NiO e FeO são somados e tratados como FeO; 2) os teores de BaO, SrO e CaO são somados e tratados como CaO; 3) os componentes com teor em proporção molecular muito baixo, sendo inferior a 0.002, são considerados como nulo; 4) os cálculos são executados na unidade de proporção molecular multiplicada por Formação dos minerais de teor secundário Inicialmente, são formados 10 minerais subordinados em 9 estágios: ilmenita, apatita, halita, tenardita, pirita, crimita, fluorita, zircão, calcita e carbonato de cálcio. 1) Ilmenita (il), TiO 2 FeO Este mineral é constituído por dois componentes, TiO 2 e FeO. Na maioria dos casos, o teor de FeO é superior ao de TiO 2, desta forma, a ilmenita, TiO 2 FeO, terá o mesmo valor TiO 2 disponível. TiO 2 FeO ilmenita antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Apatita (ap), 3(3CaO P 2 O 5 ) CaF 2 A apatita é calculada somente de acordo com os teores de CaO e P 2 O 5. Durante o cálculo, os teores de Ca e F são desconsiderados. CaO P 2 O 5 apatita antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Halita (hl), Na 2 Cl 2 Este mineral é constituído por Na 2 O e Cl e calculado somente quando houver dados analíticos de Cl. Durante o cálculo, o teor de oxigênio do Na 2 O é desconsiderado. Muitas análises químicas de rocha total não possuem dados de Cl, SO 3, Cr 2 O 3, F, ZrO 2 e CO 2. Nesses casos, halita, tenardita, pirita, cromita, fluorita, zircão, calcita e carbonato de sódio são calculados como zero. e passa-se para o estágio de cálculo dos minerais principais, capítulo 3.3.

4 - 4 - Na 2 O Cl Halita antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Tenardita (th), Na 2 O SO 3 Este mineral é constituído por dois componentes, Na 2 O e SO 3 e, calculado somente quando houver dados analíticos de SO 3. Não se aplica neste cálculo às seis rochas exemplares devido à ausência de dados de SO 3. 5) Pirita (pr), FeS 2 Este mineral é constituído por dois componentes, FeO e S e, calculado somente quando houver dados analíticos de S (não SO 3 ). Durante o cálculo, o teor de oxigênio do FeO é desconsiderado. Não se aplica neste cálculo às seis rochas exemplares devido à ausência de dados de S. 6) Cromita (cm), Cr 2 O 3 FeO Este mineral é constituído por dois componentes, Cr 2 O 3 e FeO e, calculado somente quando houver dados analíticos de Cr 2 O 3. Não se aplica neste cálculo às seis rochas exemplares devido à ausência de dados de Cr 2 O 3. 7) Fluorita (fr), CaF 2 Este mineral é constituído por dois componentes, CaO e F e, calculado somente quando houver dados analíticos de F. Durante o cálculo, o teor de oxigênio do CaO é desconsiderado. Não se aplica neste cálculo às seis rochas exemplares devido à ausência de dados de F. 8) Zircão (Z), ZrO 2 SiO 2 Este mineral é constituído por dois componentes, ZrO 2 e SiO 2 e, calculado somente quando houver dados analíticos de ZrO 2. Não se aplica neste cálculo às seis rochas exemplares devido à ausência de dados de ZrO 2. 9) Calcita (cc), CaO CO 2 e carbonato de sódio (nc), Na 2 O CO 3 Estes minerais são calculados somente quando houver dados analíticos de CO 2. Não se aplica neste cálculo às seis rochas exemplares devido à ausência de dados de CO Formação provisória dos minerais principais Após a formação dos minerais de teor secundário, são formados minerais silicatos principais a partir de feldspato. Os cálculos deste estágio são executados em 15 estágios, mesmo que o teor de SiO 2 disponível seja de valor negativo. Entretanto, outros componentes devem ser de valor positivo. Portanto, a formação dos minerais normativos é provisória. 1) Ortoclásio (or), K 2 O Al 2 O 3 6SiO 2

5 - 5 - Este mineral é constituído por três componentes, K 2 O, Al 2 O 3 e SiO 2. Na maioria dos casos, após o cálculo sobra Al 2 O 3. Neste caso, passa-se para o cálculo de albita, estágio 3, pulando o cálculo de metassilicato de potássio. K 2 O Al 2 O 3 SiO 2 anortita antes depois antes depois antes Depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Metassilicato de potássio (ks), K 2 O SiO 2 Em poucos casos, sobra K 2 O após o cálculo de ortoclásio. Estas rochas são altamente alcalinas e possuem leucita e nefelina, que se encontram na Itália. Após o cálculo de metassilicato de potássio, passa-se para o cálculo de titanita, estágio 6. Não se aplica neste cálculo às seis rochas exemplares. 3) Albita (ab), Na 2 O Al 2 O 3 6SiO 2 Este mineral é constituído por três componentes, Na 2 O, Al 2 O 3 e SiO 2. Em poucos casos, sobra Na 2 O após o cálculo. Neste caso, passa-se para o cálculo titanita, estágio 6. Nota-se o valor negativo de SiO 2 do nefelina sienito do olivina nefelinito, obtido após o cálculo de albita. Tais rochas geralmente possuem nefelina. Na 2 O Al 2 O 3 SiO 2 Anortita antes depois antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Anortita (an), CaO Al 2 O 3 2SiO 2 Este mineral é constituído por três componentes, CaO, Al 2 O 3 e SiO 2. Na maioria dos casos, sobra CaO após o cálculo. Neste caso, passa-se para o cálculo titanita, estágio 6.

6 - 6 - CaO Al 2 O 3 SiO 2 Anortita antes depois antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Coríndon (C), Al 2 O 3 Existem algumas rochas ígneas, como o granito do exemplo, em que o teor de Al 2 O 3 é muito alto para se alcançar esta estágio. Tais rochas são chamadas geoquimicamente de rochas peraluminosas. A peraluminosidade geoquímica é fenômeno característica de argilominerais. As rochas ígneas peraluminosas são raras e encontrados em certo tipo de granito. A origem do magma deste granito, denominado tipo S, é interpretada como a refusão da crosta continental sedimentar. Al 2 O 3 coríndon antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Titanita (tn), CaO TiO 2 SiO 2 Este mineral é constituído por três componentes, CaO, TiO 2 e SiO 2. O cálculo é efetuado somente com presença de TiO 2 e CaO disponíveis neste estágio. Dentro dos seis exemplos, não há rocha desta condição. 7) Rutilo (ru), TiO 2 Quando sobra TiO 2 após o cálculo de titanita, forma-se rutilo. A rocha ígnea com teor de TiO 2 tão alta é extremamente rara. 8) Acmita (ac), Na 2 O Fe 2 O 3 4SiO 2 Encontram-se certas rochas alcalinas félsicas, como o nefelina sienito do exemplo, em que se esgota o Al 2 O 3 e sobra Na 2 O após o cálculo de albita. Neste caso, calcula-se acmita. Acmita é componente final de piroxênio sódico, chamado popularmente de egirina. As rochas com acmita normativa, denominadas geoquimicamente peralcalinas, não possuem anortita e coríndon normativos.

7 - 7 - Na 2 O Fe 2 O 3 SiO 2 Acmita antes depois antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Metassilicato de sódio (ns), Na 2 O SiO 2 Em raríssimos casos, sobra Na 2 O após o cálculo de acmita. Não se aplica neste cálculo às seis rochas exemplares. 10) Magnetita (mt), Fe 2 O 3 FeO A maioria das rochas ígneas tem Fe 2 O 3 disponível após o cálculo de acmita. Este Fe 2 O 3 é juntado com FeO para formar magnetita. Fe 2 O 3 FeO magnetita antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Hematita (ht), Fe 2 O 3 Caso esteja ainda Fe 2 O 3 após o cálculo de magnetita, o Fe 2 O 3 é atribuído para formar hematita. Não há tal rocha dentro dos seis exemplos. Certas rochas basálticas apresentam alto teor de hematita normativa devido ao intemperismo. 12) Clinopiroxênio (cpx), CaO(MgO, FeO) 2SiO 2 As quantidades disponíveis de MgO e FeO são somadas e consideradas como um tipo de óxido destinado a formar silicatos máficos. O primeiro mineral máfico calculado é clinopiroxênio. Na bibliografia original de Johannsen, este componente é expresso como diopsídio (di). Entrentanto, o mesmo termo é utilizado para expressar o componente final de clinopiroxênio magnesiano, CaO MgO 2SiO 2. Para evitar confusão, recomenda-se o termo clinopiroxênio. s com coríndon normativo não possuem CaO disponível para formação do clinopiroxênio. Geralmente, o Cao disponível é consumido inteiramente neste estágio. CaO FeO+MgO SiO 2 clinopiroxênio antes depois antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito

8 - 8-13) Wollastonita (wo), CaO 2SiO 2 Em raros casos, existem rochas altamente cálcicas que ainda possuem CaO disponível após o cálculo de clinopiroxênio. O Cao disponível é utilizado para formar wollastonita. CaO SiO 2 wollastonita antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Ortopiroxênio (opx), (MgO, FeO) SiO 2 Neste estágio, não há mais CaO disponível, havendo somente MgO e FeO. Estes são utilizados para formar ortopiroxênio. Na bibliografia original de Johannsen, este componente é expresso como hiperstênio (hy). Porém, para evitar confusão, recomenda-se o termo ortopiroxênio. Obviamente, as rochas com wollastonita normativa não possuem ortopiroxênio normativo. FeO+MgO SiO 2 ortopiroxênio antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Quartzo - SiO 2 Após os estágios acima citados, as rochas se dividem em duas categorias: 1) com SiO 2 disponível positivo; 2) com SiO 2 disponível negativo. Dentro dos seis rochas exemplares, o granito e o basalto toleítico têm SiO 2 disponível positivo e o restante, negativo. Caso com SiO 2 disponível positivo, calcula-se quartzo e passa-se à reconversão da proporção molecular em porcentagem de peso, capítulo 4. Caso com SiO 2 disponível negativo, passa-se para compensação de deficiência de sílica, capítulo 3.4. SiO 2 quartzo antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito Compensação de deficiência de sílica

9 - 9 - A compensação do teor negativo de sílica é realizada através da decomposição dos minerais já calculados em 7 estágios. Quando a deficiência de sílica é compensada, o processo é interrompido, passando-se para a reconversão da proporção molecular em porcentagem de peso, capítulo 4. 1) Decomposição de ortopiroxênio em olivina (ol), (MgO, FeO) 2 SiO 2 O primeiro mineral a ser decomposto é ortopiroxênio em olivina e sílica, conforme a reação abaixo: 2 ortopiroxênio olivina sílica 2 x (MgO, FeO) SiO 2 (MgO, FeO) 2 SiO 2 + SiO 2 ortopiroxênio SiO 2 disponível olivina antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Decomposição de titanita em perovskita (pf), CaO TiO 2 Havendo ainda a deficiência de sílica, a titanita é decomposta em perovskita e sílica. Entretanto, este processo libera apenas pequena quantidade de sílica. titanita perovskita sílica CaO TiO 2 SiO 2 CaO TiO 2 + SiO 2 3) Decomposição de albita em nefelina (ne), Na 2 O Al 2 O 3 2SiO 2 Quando existe ainda a deficiência de sílica, a albita é decomposta em nefelina e sílica. Para a maioria das rochas, a compensação de deficiência da sílica termina neste estágio ou anterior. O cálculo deste estágio é necessário para rochas alcalinas típicas. albita nefelina 4 sílica Na 2 O Al 2 O 3 6SiO 2 Na 2 O Al 2 O 3 2SiO x SiO 2 albita SiO 2 disponível nefelina antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Decomposição de ortoclásio em leucita (lc), K 2 O Al 2 O 3 4SiO 2 Mesmo assim, existindo a deficiência de sílica, o ortoclásio é decomposto em leucita e sílica. O cálculo deste estágio é necessário para rochas fortemente alcalinas, que são raras.

10 ortoclásio leucita 2 sílica K 2 O Al 2 O 3 6SiO 2 K 2 O Al 2 O 3 4SiO x SiO 2 ortoclásio SiO 2 disponível leucita antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Decomposição de clinopiroxênio em olivina e ortossilicato de cálcio (cs), 2CaO SiO 2 Nas rochas muito subsaturadas em sílica, o clinopiroxênio é decomposto em olivina, ortossilicato de cálcio e sílica. O cálculo deste estágio é necessário para rochas muito fortemente alcalinas, que são muito raras. 2 clinopiroxênio olivina ortossilicato de cálcio 2 sílica 2 x CaO (MgO, FeO) 2SiO 2 (MgO, FeO) 2 SiO 2 + 2CaO SiO x SiO 2 clinopiroxênio SiO 2 disponível olivina ortossilicato de Ca antes depois antes depois antes depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito ) Decomposição de wollastonita em ortossilicato de cálcio (cs), 2CaO SiO 2 Nas rochas extremamente subsaturadas em sílica, a wollastonita é decomposta em ortossilicato de cálcio e sílica. O cálculo deste estágio é necessário para rochas extremamente alcalinas, que são extremamente raras. Entretanto, as rochas ígneas com wollastonita normativa são muito raras. 2 x wollastonita ortossilicato de cálcio sílica 2 x CaO SiO 2 2(CaO) SiO 2 + SiO 2 7) Decomposição de leucita em kaliofilita (kp), K 2 O Al 2 O 3 2SiO 2 Nas rochas muito extremamente subsaturadas em sílica, a leucita é decomposta em kaliofilita e sílica. O cálculo deste estágio é necessário para rochas muito extremamente alcalinas, que são muito extremamente raras. Na prática, não há rochas ígneas que tem deficiência de sílica mesmo executando processo de decomposição para liberação de sílica até este estágio. leucita ortossilicato de cálcio 2 sílica K 2 O Al 2 O 3 4SiO 2 K 2 O Al 2 O 3 2SiO x SiO 2

11 leucita SiO 2 disponível Kaliofilita antes depois antes Depois Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito Reconversão da proporção molecular em porcentagem de peso Os teores dos componentes magnesianos e ferrosos de olivina, ortopiroxênio e clinopiroxênio devem ser definidos. Este cálculo baseia-se na proporção entre MgO e FeO de cada mineral. O resultado dos cálculos normativos é apresentado convencionalmente não com nome desses minerais, mas, com seus componentes. A proporção de MgO e FeO a ser utilizada não é a do estágio inicial, mas do estágio de formação do clinopiroxênio, capítulo 3.3, estágio 12. forsterita (fo) = olivina x MgO / (MgO+FeO) fayalita (fa) = olivina x FeO / (MgO+FeO) s olivina MgO FeO forsterit fayalite a Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito enstatita (en) = ortopiroxênio x MgO / (MgO+FeO) ferrossilita (fs) = ortopiroxênio x FeO / (MgO+FeO) s Cpx MgO FeO enstatita ferrossilita Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito diopsírido (di) = clinopiroxênio x MgO / (MgO+FeO) hedenbergita (hd) = clinopiroxênio x FeO / (MgO+FeO)

12 s Opx MgO FeO diopsídi hedenbergita o Granito Basalto toleítico Basalto Ca-alcalino álcali olivina basalto nefelina sienito olivina nefelinito A conversão em porcentagem de peso de cada mineral normativo é executada por meio da multiplicação da proporção molecular por peso molecular. As seis rochas exemplares apresentam as somas dos minerais normativos em porcentagem de peso tornam-se aproximadamente 100.

13 Tabela A1. Peso molecular dos óxidos SiO Na 2 O F TiO K 2 O ZrO Al 2 O H 2 O CO Fe 2 O P 2 O NiO FeO Cl BaO MnO SO SrO MgO S CaO Cr 2 O Tabela A2. Peso molecular e fórmula química de minerais normativos Mineral normativo grupo fórmula química peso molecular Quartzo (Q) SiO Coríndon (C) Al 2 O Zircão (Z) ZrO 2 SiO Ortoclásio (or) F K 2 O Al 2 O 3 6SiO Albita (ab) F Na 2 O Al 2 O 3 6SiO Anortita (an) F CaO Al 2 O 3 2SiO Leucita (lc) L K 2 O Al 2 O 3 4SiO Nefelina (ne) L Na 2 O Al 2 O 3 2SiO Kaliofilita (kp) L K 2 O Al 2 O 3 2SiO Halita (hl) Na 2 Cl Tenardita (th) Na 2 O SO Carbonato de sódio (nc) P Na 2 O CO Acmita (ac) P Na 2 O Fe 2 O 3 4SiO Metassilicato de sódio (ns) P Na 2 O SiO Metassilicato de potássio (ks) P K 2 O SiO Diopsídio (di) P CaO MgO 2SiO Hedenbergita (he) P CaO FeO 2SiO Wollastonita (wo) P CaO SiO Enstatita (en) P MgO SiO Ferrossilita (fs) P FeO SiO Forsterita (fo) O 2MgO SiO Fayalita (fa) O 2FeO SiO Ortossilicato de cálcio (cs) 2CaO SiO Magnetita (mt) H Fe 2 O 3 FeO Cromita (cm) H Cr 2 O 3 FeO Hematita (ht) H Fe 2 O Ilmenita (il) T TiO 2 Cr 2 O Titanita (tn) T CaO TiO 2 SiO Perovskita (pf) T CaO TiO Rutilo (ru) T TiO Apatita (ap) A 3(3CaO P 2 O 5 )CaF Fluorita (fr) A CaF Calcita (cc) A CaCO Pirita (pr) A FeS

14 Tabela A3. Exemplos de cáluclo normativo 1. Granito Elemento w% mol il ap hl or ab an C ac mt cpx opx Q SiO TiO Al 2 O Fe 2 O FeO MnO 0 0 MgO CaO Na 2 O K 2 O H 2 O P 2 O Cl Total Opx: en=6, fs=15 Mineral normativo mol. w% Quartzo (Q) Coríndon (C) Ortoclásio (or) Albita (ab) Anortita (an) Halita (hl) Enstatita (en) Ferrossilita (fs) Magnetita (mt) Total 99.12

15 Basato toleítico Elemento w% mol il ap hl or ab an C ac mt cpx opx Q SiO TiO Al 2 O Fe 2 O FeO MnO MgO CaO Na 2 O K 2 O H 2 O P 2 O Cl - - Total Cpx: di=57, he =30 Opx: en=103, fs=53 Mineral noramtivo mol. w% Quartzo (Q) Ortoclásio (or) Albita (ab) Anortita (an) Diopsídio (di) Hedenbergita (he) Enstatita (en) Ferrossilita (fs) Magnetita (mt) Ilmenita (il) Apatita (ap) Total 99.46

16 Basalto Ca-alcalino Elemento w% mol il ap hl or ab an C ac mt cpx opx Q SiO TiO Al 2 O Fe 2 O FeO MnO MgO CaO Na 2 O K 2 O H 2 O P 2 O Cl - Total Elemento opx ol SiO 2 0 Cpx: di=48, he =13 Opx: en=84, fs=23 Ol: fo=11, fa=3 Mineral noramtivo mol. w% Ortoclásio (or) Albita (ab) Anortita (an) Diopsídio (di) Hedenbergita (he) Enstatita (en) Ferrossilita (fs) Forsterita (fo) Fayalita (fa) Magnetita (mt) Ilmenita (il) Apatita (ap)

17 Álcali olivina basalto Elemento w% mol il ap hl or ab an C ac mt cpx opx Q SiO TiO Al 2 O Fe 2 O FeO MnO MgO CaO Na 2 O K 2 O H 2 O - P 2 O Cl - Total 99.3 Elemento opx ol ab ne SiO Cpx: di=69, he =24 Ol: fo=63 fa=23 Mineral noramtivo mol. w% Ortoclásio (or) Albita (ab) Anortita (an) Nefelina (ne) Diopsídio (di) Hedenbergita (he) Enstatita (en) Ferrossilita (fs) Forsterita (fo) Fayalita (fa) Magnetita (mt) Ilmenita (il) Apatita (ap)

18 Exemplo 5 - nefelina sienito Elemento w% mol il ap hl or ab an C ac mt cpx opx Q SiO TiO Al 2 O Fe 2 O FeO MnO MgO CaO Na 2 O K 2 O H 2 O P 2 O Cl Total Elemento opx ol ab ne SiO Cpx: di=13, he =7 Mineral noramtivo mol. w% Ortoclásio (or) Albita (ab) Anortita (an) Nefelina (ne) Diopsídio (di) Hedenbergita (he) Magnetita (mt) Ilmenita (il)

19 Olivina nefelinito Elemento w% mol il ap hl or ab an C ac mt cpx opx Q SiO TiO Al 2 O Fe 2 O FeO MnO MgO CaO Na 2 O K 2 O H 2 O P 2 O Cl - Total Elemento opx ol ab ne or lc cpx ol cs lc kp SiO Ol: fo=66, fa =22 Mineral noramtivo mol. w% Leucita (lc) Nefelina (ne) Kaliofilita (Kp) Acmita (ac) Forsterita (fo) Fayalita (fa) Ortossilicato de cálcio (cs) Magnetita (mt) Ilmenita (il) Apatita (ap)

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