OCEANOGRAFIA INTEMPERISMO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OCEANOGRAFIA INTEMPERISMO"

Transcrição

1 OCEANOGRAFIA INTEMPERISMO ANDRÉ LUIZ CARVALHO DA SILVA I

2 INTEMPERISMO Segundo BIGARELLA et al. (1994), trata-se de um conjunto de processos no qual as rochas expostas na superfície da Terra são submetidas às alterações físicas e químicas. O termo intemperismo é aplicado indistintamente às alterações físicas e químicas a que estão sujeitas as rochas expostas na superfície da Terra. Segundo Ollier (1975) Intemperismo é a quebra e alteração de materiais nas proximidades da superfície da Terra para produtos que estão mais em equilíbrio com as novas condições físicas e químicas impostas.

3 INTEMPERISMO Segundo BIGARELLA et al. (1994), trata-se de um conjunto de processos no qual as rochas expostas na superfície da Terra são submetidas às alterações físicas e químicas. Antártida

4 INTEMPERISMO Segundo BIGARELLA et al. (1994), trata-se de um conjunto de processos no qual as rochas expostas na superfície da Terra são submetidas às alterações físicas e químicas. Vale do Ribeira, SP.

5 INTEMPERISMO Segundo BIGARELLA et al. (1994), trata-se de um conjunto de processos no qual as rochas expostas na superfície da Terra são submetidas às alterações físicas e químicas. INTEMPERISMO FÍSICO QUÍMICO

6 INTEMPERISMO Segundo BIGARELLA et al. (1994), trata-se de um conjunto de processos no qual as rochas expostas na superfície da Terra são submetidas às alterações físicas e químicas. INTEMPERISMO FÍSICO QUÍMICO BIOLÓGICO?

7 INTEMPERISMO

8 INTEMPERISMO

9 Atividade Biológica INTEMPERISMO

10 INTEMPERISMO O intemperismo é o produto da interação de quatro variáveis: ambiente forma material processos SMITH, 1996.

11 INTEMPERISMO O intemperismo é o produto da interação de quatro variáveis: ambiente forma material processos Material: Propriedades químicas (solubilidade e susceptibilidade). Propriedades físicas (resistência, porosidade e permeabilidade). Propriedades térmicas térmica e albedo). (capacidade de calor, condutividade SMITH, 1996.

12 Ardósia Mármore Material: Propriedades químicas (solubilidade e susceptibilidade). Propriedades físicas (resistência, porosidade e permeabilidade). Propriedades térmicas térmica e albedo). (capacidade de calor, condutividade SMITH, 1996.

13 GRAU DE DECOMPOSIÇÃO Estabilidade dos Minerais Olivine, Anorthite Pouco estáveis Pyroxenes, Ca-Na Plagioclase Amphiboles, Na-Ca Plagioclase Biotite, Albite K-Feldespars Muscovite Quartz Muito estáveis Goldich, 1938

14

15

16

17 INTEMPERISMO O intemperismo é o produto da interação de quatro variáveis: ambiente forma material processos Forma: Está relacionada à morfologia da superfície da rocha. Mudanças na forma da superfície da rocha podem resultar da ação ou pelo controle do tipo de intemperismo. A forma da rocha pode representar proteção ou exposição aos processos intempéricos. SMITH, 1996.

18 Forma: Praia da Luz, São Gonçalo-RJ. Está relacionada à morfologia da superfície da rocha. Mudanças na forma da superfície da rocha podem resultar da ação ou pelo controle do tipo de intemperismo. A forma da rocha pode representar proteção ou exposição aos processos intempéricos. SMITH, 1996.

19 INTEMPERISMO Carbonato - Turquia

20 INTEMPERISMO O intemperismo é o produto da interação de quatro variáveis: ambiente forma material processos Processos: Os vários processos são controlados pelos fatores ambientais e pelas propriedades do material. Dissolução, hidratação, hidrólise, carbonatação, oxidação e redução SMITH, 1996.

21 INTEMPERISMO O intemperismo é o produto da interação de quatro variáveis: ambiente forma material processos Ambiente: Combinação de variáveis meteorológicas (temperatura e umidade), constituintes atmosféricos naturais (sais marinhos) e poluentes atmosféricos (contribuições antropogênicas). Ambiente natural e urbano. SMITH, 1996.

22 Ambiente: Combinação de variáveis meteorológicas (temperatura e umidade), constituintes atmosféricos naturais (sais marinhos) e poluentes atmosféricos (contribuições antropogênicas). Ambiente natural e urbano. SMITH, 1996.

23 Ambiente: Ambiente natural e urbano.

24 Ambiente: Ambiente natural e urbano.

25 Ambiente: Ambiente natural e urbano.

26 INTEMPERISMO FÍSICO Intemperismo do sal: Expansão térmica Pressão por hidratação Pressão por cristalização Intemperismo por umidificação e dissecação alternada. Intemperismo por insolação: Albedo Condutividade térmica Coeficiente de expansão térmica INTEMPERISMO QUÍMICO Agentes: Água, Dióxido de Carbono, Oxigênio, Efeito da temperatura. Processos: Dissolução, Hidratação, Hidrólise, Carbonatação, Oxidação e redução.

27 Processos de intemperismo químico: Dissolução: A água é o elemento ativo e as rochas são os elementos passivos no processo de dissolução química. A água dissolve os minerais e a rocha de maneira diferenciada. A solubilidade dos minerais é favorecida pelo aumento da temperatura. Foz do Iguaçu

28 Processos de intemperismo químico: Dissolução:

29 Processos de intemperismo químico: Dissolução:

30 Processos de intemperismo químico: Hidratação: É o processo resultante da adição de água em um mineral e a sua adsorção dentro do retículo cristalino (alterando o volume do mineral). Hidrólise: Consiste na reação química entre os elementos que formam o mineral e os íons H + ou OH - da água. É através desse processo que ocorre a decomposição dos silicatos (feldspatos, micas, anfibólios, piroxênios, etc.).

31 Feldespato parcialmente dissolvido pelo intemperismo químico Berner & Holden, 1977

32 Processos de intemperismo químico: Carbonatação: Uma solução ácida se forma a partir da dissolução de gás carbônico em água. Normalmente denominada ácido carbônico (H 2 CO 3 ), esta solução reage com os minerais resultando no processo denominado carbonatação. Vale do Ribeira, SP.

33

34 Processos de intemperismo químico: Oxidação e Redução: Trata-de de um processo através do qual o oxigênio reage com os minerais, sobretudo com os que contém ferro, manganês e enxofre. Este processo ocorre com maior intensidade na presença de umidade. Por ocasião da oxidação ocorre a transformação do ferro ferroso (Fe ++ ) em compostos férricos (Fe +++ ). No processo de redução ocorre uma transformação inversa, ou seja, os compostos férricos são transformados em ferrosos.

35 Processos de intemperismo químico: Oxidação e Redução:

36 INTEMPERISMO Fragmentação por ação do gelo

37 O intemperismo físico aumenta a relação Superfície/Volume

38 INTEMPERISMO A alteração esferoidal resulta na produção de formas arredondadas a partir de formas angulosas de blocos de rocha.

39 Alteração esferoidal Michael Follo

40 Tony Waltham Esfoliação em domo plutônico. Yosemite,, USA

41 Descontinuidades como juntas e diáclases, facilitam a ação do intemperismo

42 Intemperismo do sal As soluções salinas que penetram nas fissuras das rochas exercem um efeito mecânico no processo de cristalização dos sais dissolvidos.

43 Intemperismo do sal MEV- Microscopia Eletrônica de Varredura.

44 Intemperismo do sal MEV- Microscopia Eletrônica de Varredura.

45 INTEMPERISMO: clima A relação entre o CO 2, o intemperismo e o clima. O intemperismo reduz o CO 2 na atmosfera Menos CO 2 leva a um resfriamento do clima Menores temperaturas levam a um decréscimo na atmosfera de CO 2 reduzindo as taxas de intemperismo O aumento de CO 2 leva a um aquecimento do Clima que aumenta o intemperismo Menores taxas de Intemperismo levam a um aumento de CO 2 Redução nas taxas de intemperismo

46 INTEMPERISMO: clima

47 INTEMPERISMO: clima

48 INTEMPERISMO: clima A agulha de Cleópatra, um obelisco egípcio de granito, sofreu alteração mais intensa em 75 anos em Nova Iorque do que em 35 séculos no Egito, sob clima muito mais seco.

49

50 INTEMPERISMO DE ROCHAS ORNAMENTAIS EM AMBIENTE URBANO André Luiz Carvalho da Silva

51 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO Ambiente de intemperismo urbano condições mais severas, capacidade de alterar o ritmo do intemperismo, acelerando o. As principais formas de poluentes envolvidas são: SO 2, CO 2, NaSO 4, NaNO 3 e flyash. Diversas feições de intemperismo surgem em meio ao ambiente urbano: crosta negra, crosta orgânica, crosta de sal, estalactite e estalagmite.

52 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO Poluição do ar representa uma ameaça ao patrimônio histórico mundial.

53 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO Poluição do ar representa uma ameaça ao patrimônio histórico mundial. ANTES DEPOIS

54 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO Poluição do ar representa uma ameaça ao patrimônio histórico mundial. Crosta negra é originada pelas cinzas de combustíveis fósseis, e se constitui como a principal fonte para a formação de gispsita. Sua ocorrência é mais intensa nas áreas abrigadas da chuva.

55 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO Poluição do ar representa uma ameaça ao patrimônio histórico mundial.

56 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO Poluição do ar representa uma ameaça ao patrimônio histórico mundial. O uso de argamassa de cimento: apesar de comumente empregado na maquiagem de áreas intemperizadas, é na realidade um fator que provoca a intensificação dos processos de intemperismo, pois constitui-se na principal fonte de cálcio para a formação da gipsita.

57 20 cm

58 METODOLOGIAS UTILIZADAS EM ESTUDOS DE INTEMPERISMO EM ROCHAS ORNAMENTAIS Mapeamento de formas de intemperismo. Coleta de material para análises químicas em laboratório. MEV- Microscopia de Varredura Eletrônica.

59 Mapeamento de formas de intemperismo. Fitzner et al. (1995)

60 Mapeamento de formas de intemperismo. Fitzner et al. (1995)

61 METODOLOGIAS UTILIZADAS PARA ESTUDOS DE INTEMPERISMO EM ROCHAS ORNAMENTAIS Coleta de material para análises químicas em laboratório.

62 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO As múltiplas causas da deterioração das rochas ornamentais Chuva ácida e a poluição local do ar. Sal nas ruas ou proximidade com o mar. Práticas de manejo inadequadas. Práticas de arquitetura. Características naturais da rocha. Biodeterioração. Intemperismo natural.

63 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO Poluição do ar e o patrimônio histórico nas cidades do Rio de Janeiro e de Niterói- RJ Igreja Nossa Senhora do Monte do Carmo Igreja de São Francisco de Paula Fortaleza de Santa Cruz Fortes do Pico e São Luiz

64 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO Poluição do ar e o patrimônio histórico nas cidades do Rio de Janeiro e de Niterói- RJ

65 INTEMPERISMO EM AMBIENTE COSTEIRO URBANO Coleta de material para análise. Itacoatiara, Niterói-RJ. Setembro de 2001.

66 FORTALEZA DE SANTA CRUZ

67 Sua construção foi iniciada em 1555 e durou até Tombada pelo IPHAN e sedia o 8ºGACosM, unidade do Exército. Foi construída sobre rocha do tipo gnaisse facoidal e erguida com blocos de rocha de mesma composição e natureza.

68 Apresenta uma estrutura principal subdividida em três pavimentos: superior, intermediário e inferior. Níveis diferenciados de exposição nos pavimentos: à radiação solar, de circulação de ar e de umidade, de sujeição à lavagem pela água da chuva, do alcance das ondas de ressaca, e do spray contendo sal marinho.

69 PAVIMENTO SUPERIOR flowstone liquens Exemplo de cristais de calcita nas áreas de flowstone. Escala: linha reta = 10 µm. calcita É o que se encontra em melhores condições, devido: a lavagem pela água da chuva e maior circulação de ar.

70

71 flowstone PAVIMENTO INTERMEDIÁRIO estalactite Pavimento intermediário e inferior não estão em bom estado, devido: a menor circulação de ar, maior teor de umidade e maior exposição ao sal proveniente do spray marinho.

72 flowstone PAVIMENTO INFERIOR crosta negra flyash Cinza de combustível fóssil (flyash) encontrada em bloco de rocha na área de estudo. Escala: linha reta = 10 µm. gipsita Cristais de gipsita nas áreas de crosta negra em bloco de rocha de uma das paredes da Fortaleza de Santa Cruz. Escala: linha reta = 100 µm.

73 PAVIMENTO INFERIOR flowstone A interação do cimento com poluentes atmosféricos pode resultar na dissolução do carbonato de cálcio, prejudicando a estética da Fortaleza.

74 Ambiente costeiro urbano impõe condições mais severas ao intemperismo devido a exposição da rocha a diversos poluentes e ao sal marinho. Ritmo de degradação é mais intenso, sobretudo no inferior, onde buracos e feições de intemperismo mais expressivas refletem a atuação mais intensa de sais marinhos e poluentes atmosféricos. No pavimento inferior ocorre ainda queda de blocos e fragmentos. Eflorescência de Sal

75 PAVIMENTO INFERIOR

76 1,95 pavimento superior pavimento intermediário pavimento inferior 2, centímetros Valores (em centímetros) relativos as medições efetuadas nos blocos de rocha de cada um dos três pavimentos da Fortaleza de Santa Cruz.

77 FORTES DO PICO E SÃO LUIZ Forte do Pico Forte São Luiz

78 FORTE SÃO LUIZ Construção iniciada em 1567 e concluída em Inicialmente, era apenas um posto de observação e vigilância da Bateria Nossa Senhora da Guia (Fortaleza de Santa Cruz). Situa-se em Jurujuba, no alto do Morro do Macaco a cerca de 220 metros de altitude.

79 crosta negra

80 FORTE DO PICO Construído entre 1913 e Construído parcialmente com blocos de gnaisse facoidal. O forte do Pico era capaz de responder efetivamente às ameaças, graças aos seus modernos e imponentes canhões.

81 flowstones

82 O emprego de argamassa tem contribuído para o desenvolvimento de flowstones e estalactites, o que faz dessa uma medida de conservação inadequada. Fortes do Pico e São Luiz crostas negras e flowstones atestam a amplitude do alcance dos efeitos da poluição atmosférica em altitudes superiores a 200 m. Crostas de sal não foram encontradas nos Fortes do Pico e São Luiz o que limita a formação destas feições em altitudes junto ao nível do mar.

83 IGREJA DE SÃO FRANCISCO DE PAULA FAÉ

84

85 Legenda de Formas de Intemperismo Crosta Negra Desintegração Granular Desintegração Esferoidal Desintegração Granular / Esferoidal Argamassa e / ou tijolo Fendas nos blocos de rocha

86 halita halita

87 IGREJA DE SÃO FRANCISCO DE PAULA

88 IGREJA NOSSA SENHORA DO MONTE DO CARMO buraco esfoliação

89 gipsita halita flyash

90 O que fazer? O que não deve ser feito? 1. A utilização de cimento para preencher buracos pode ser considerada uma medida inadequada. 2. Remoção de crostas não é recomendável pois pode acarretar um aumento local na taxa do intemperismo. 3. Medidas que venham a melhorar a circulação de ar e diminuir a concentração de umidade no interior das construções devem ser adotadas. Exemplo: os faróis no litoral da Irlanda do Norte.

91 Obrigado!

Palavras-chave: Intemperismo, geomorfologia urbana, prédios e monumentos históricos, poluição.

Palavras-chave: Intemperismo, geomorfologia urbana, prédios e monumentos históricos, poluição. PRODUTOS DO INTEMPERISMO E AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE DETERIORAÇÃO EM ROCHAS ORNAMENTAIS DE CONSTRUÇÕES E MONUMENTOS HISTÓRICOS NA CIDADE DE NITERÓI (BRASIL) André Luiz Carvalho da Silva 1 & Maria Augusta Martins

Leia mais

Rochas e minerais. Professora Aline Dias

Rochas e minerais. Professora Aline Dias Rochas e minerais Professora Aline Dias Os minerais São substâncias químicas, geralmente sólida, encontradas naturalmente na Terra. São compostos pela união de vários tipos de elementos químicos (silício,

Leia mais

Tipos de intemperismo

Tipos de intemperismo INTEMPERISMO Conjunto de processos que transformam rochas maciças e tenazes em materiais friáveis solos DESEQUILÍBRIO Tipos de intemperismo Intemperismo físico (desintegração) Processos físicos fragmentação

Leia mais

A ALTERAÇÃO DAS ROCHAS QUE COMPÕEM OS MORROS E SERRAS DA REGIÃO OCEÂNICA ARTIGO 5. Pelo Geólogo Josué Barroso

A ALTERAÇÃO DAS ROCHAS QUE COMPÕEM OS MORROS E SERRAS DA REGIÃO OCEÂNICA ARTIGO 5. Pelo Geólogo Josué Barroso A ALTERAÇÃO DAS ROCHAS QUE COMPÕEM OS MORROS E SERRAS DA REGIÃO OCEÂNICA ARTIGO 5 Pelo Geólogo Josué Barroso No Artigo 3 e no Artigo 4, fez-se breves descrições sobre a formação das rochas que estruturam

Leia mais

CIÊNCIAS - 6ª série / 7º ano U.E - 02

CIÊNCIAS - 6ª série / 7º ano U.E - 02 CIÊNCIAS - 6ª série / 7º ano U.E - 02 A crosta, o manto e o núcleo da Terra A estrutura do planeta A Terra é esférica e ligeiramente achatada nos polos, compacta e com um raio aproximado de 6.370 km. Os

Leia mais

Colégio Salesiano Dom Bosco GEOGRAFIA Prof. Daniel Fonseca 6 ANO. Capítulo 7 Formas, Relevos e solos da Terra

Colégio Salesiano Dom Bosco GEOGRAFIA Prof. Daniel Fonseca 6 ANO. Capítulo 7 Formas, Relevos e solos da Terra Colégio Salesiano Dom Bosco GEOGRAFIA Prof. Daniel Fonseca 6 ANO Capítulo 7 Formas, Relevos e solos da Terra O que é relevo? O relevo terrestre pode ser definido como as formas da superfície do planeta,

Leia mais

OBJETIVOS Substituir por métodos científicos os métodos empíricos aplicados no passado.

OBJETIVOS Substituir por métodos científicos os métodos empíricos aplicados no passado. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS I PROFESSORA : AGDA C.T.GUIMARÃES AULA 1 1. INTRODUÇÃO AO CURSO 1.1 DEFINIÇÃO

Leia mais

Aula 5: Minerais e Rochas Prof. Daniel Caetano

Aula 5: Minerais e Rochas Prof. Daniel Caetano Geologia para Engenharia 1 Aula 5: Minerais e Rochas Prof. Daniel Caetano Objetivo: Compreender o que são minerais, suas propriedades e sua identificação e classificação. INTRODUÇÃO - "Pedras Preciosas"

Leia mais

Reações químicas- 8ºano. Reações de precipitação

Reações químicas- 8ºano. Reações de precipitação Reações químicas- 8ºano Reações de precipitação Reações de precipitação Os sais e a sua solubilidade em água Sais Copiar para o caderno Muito solúveis Pouco solúveis e mesmo insolúveis São sais que se

Leia mais

BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL AULA 2 PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DO SOLO

BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL AULA 2 PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DO SOLO BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL AULA 2 PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DO SOLO IGOR PINHEIRO DA ROCHA ENGENHEIRO FLORESTAL, M.Sc. AS FASES DO SOLO Fase sólida (Matriz do solo) Material mineral

Leia mais

Quanto à sua origem, podemos considerar três tipos básicos de rochas:

Quanto à sua origem, podemos considerar três tipos básicos de rochas: O que são rochas? Usamos rochas para tantos fins em nosso dia-a-dia sem nos preocupar com sua origem que esses materiais parecem ter sempre existido na natureza para atender as necessidades da humanidade.

Leia mais

SAIS. I) Ocorrência de sais na natureza : Os sais são encontrados na natureza constituindo jazidas minerais.dentre eles, destacam-se:

SAIS. I) Ocorrência de sais na natureza : Os sais são encontrados na natureza constituindo jazidas minerais.dentre eles, destacam-se: SAIS 1 I) Ocorrência de sais na natureza : Os sais são encontrados na natureza constituindo jazidas minerais.dentre eles, destacam-se: a) Carbonato de cálcio (CaCO 3 ) É um dos sais mais espalhados na

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS E O CICLO DAS ROCHAS

CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS E O CICLO DAS ROCHAS CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS E O CICLO DAS ROCHAS O que são rochas? São produtos consolidados, resultantes da união natural de minerais. Diferente dos sedimentos, como por exemplo a areia da praia (um conjunto

Leia mais

Capítulo 3 - MINERAIS

Capítulo 3 - MINERAIS Capítulo 3 - MINERAIS CONCEITOS MINERAL é toda substância homogênea, sólida ou líquida, de origem inorgânica que surge naturalmente na crosta terrestre. Normalmente com composição química definida e, se

Leia mais

Reconhecer as diferenças

Reconhecer as diferenças A U A UL LA Reconhecer as diferenças Nesta aula, vamos aprender que os solos são o resultado mais imediato da integração dos processos físicos e biológicos na superfície da Terra. A formação e o desenvolvimento

Leia mais

Química - Profa. GRAÇA PORTO

Química - Profa. GRAÇA PORTO Disciplina: Química Química - Profa. GRAÇA PORTO ESTUDO DAS SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Você sabe caracterizar a quanto ao sabor, a cor e ao cheiro? E o sal? Quais são as características do açúcar? Agora, tente

Leia mais

Os fenômenos climáticos e a interferência humana

Os fenômenos climáticos e a interferência humana Os fenômenos climáticos e a interferência humana Desde sua origem a Terra sempre sofreu mudanças climáticas. Basta lembrar que o planeta era uma esfera incandescente que foi se resfriando lentamente, e

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO E PETRÓLEO E GÁS «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO E PETRÓLEO E GÁS « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO E PETRÓLEO E GÁS «21. As rochas selantes devem mostrar propriedades como impermeabilidade e plasticidade para manter sua condição de selante mesmo após ser submetida

Leia mais

GEOLOGIA PARA ENGENHARIA CIVIL INTEMPERISMO: PROCESSOS QUE MOLDAM A SUPERFÍCIE

GEOLOGIA PARA ENGENHARIA CIVIL INTEMPERISMO: PROCESSOS QUE MOLDAM A SUPERFÍCIE GEOLOGIA PARA ENGENHARIA CIVIL INTEMPERISMO: PROCESSOS QUE MOLDAM A SUPERFÍCIE Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Compreender a superfície da crosta como um componente dinâmico Conhecer os tipos

Leia mais

Diagnóstico do Chafariz dos Contos. Régis Eduardo Martins

Diagnóstico do Chafariz dos Contos. Régis Eduardo Martins 2 Diagnóstico do Chafariz dos Contos Régis Eduardo Martins Diagnóstico do Chafariz dos Contos Caderno 2 Sumário: Pag. Introdução 2 de estado de conservação do Chafariz 3 Fichas de diagnóstico: Perdas 6

Leia mais

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br Pedologia Professor: Cláudio Custódio Conceitos: Mineração: solo é um detrito que deve ser separado dos minerais explorados. Ecologia: é um sistema vivo composto por partículas minerais e orgânicas que

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA TÓPICOS ESPECIAIS EM TECNOLOGIA INORGÂNICA I CARVÃO MINERAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA TÓPICOS ESPECIAIS EM TECNOLOGIA INORGÂNICA I CARVÃO MINERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA TÓPICOS ESPECIAIS EM TECNOLOGIA INORGÂNICA I CARVÃO MINERAL Porto Alegre, 21 de março de 2003. 1 - INTRODUÇÃO O carvão

Leia mais

AULA 4 AGLOMERANTES continuação

AULA 4 AGLOMERANTES continuação AULA 4 AGLOMERANTES continuação Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dra. Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil O que tem em comum

Leia mais

Homogêneo: algo que não pode ser fisicamente dividido em componentes químicos mais simples.

Homogêneo: algo que não pode ser fisicamente dividido em componentes químicos mais simples. MINERAIS HALITA Um mineral é um sólido, homogêneo, natural, com uma composição química definida e um arranjo atômico altamente ordenado. É geralmente formado por processos inorgânicos. Sólido: as substâncias

Leia mais

PROPRIEDADES DA MATÉRIA

PROPRIEDADES DA MATÉRIA PROPRIEDADES DA MATÉRIA Profª Marcelly da Silva Sampaio RELEMBRANDO Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Não existe vida nem manutenção da vida sem matéria. Corpo- Trata-se de uma porção

Leia mais

Ciclos Biogeoquímicos

Ciclos Biogeoquímicos Os organismos retiram constantemente da natureza os elementos químicos de que necessitam, mas esses elementos sempre retornam ao ambiente. O processo contínuo de retirada e de devolução de elementos químicos

Leia mais

Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental. 5 - Poluição e Degradação do Solo. Professor: Sandro Donnini Mancini.

Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental. 5 - Poluição e Degradação do Solo. Professor: Sandro Donnini Mancini. Campus Experimental de Sorocaba Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental Graduação em Engenharia Ambiental 5 - Poluição e Degradação do Solo Professor: Sandro Donnini Mancini Setembro, 2015 Solo camada

Leia mais

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ 8-6-2012 TEMA III A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ Ano Lectivo 2011/2012 Geologia Joana Pires nº15 12ºB Glaciares Os glaciares são massas de gelo que se originam á superfície terrestre devido à acumulação,

Leia mais

Os tratamentos termoquímicos. micos

Os tratamentos termoquímicos. micos Os tratamentos termoquímicos micos Os tratamentos termoquímicos micos Turma 6821 Arthur Galvão, Fábio F Borges, Israel Lima e Vitor Alex Tratamentos Termoquímicos? micos? são os tratamentos que visam o

Leia mais

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 08. Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) Tratamentos Termo-Físicos e Termo-Químicos

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 08. Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) Tratamentos Termo-Físicos e Termo-Químicos Aula 08 Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) e Termo-Químicos Prof. Me. Dario de Almeida Jané Tratamentos Térmicos Parte 2 - Introdução - - Recozimento - Normalização - Têmpera - Revenido

Leia mais

Elementos essenciais a vida: Zn, Mo e o Co. - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe;

Elementos essenciais a vida: Zn, Mo e o Co. - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe; Elementos essenciais a vida: - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe; - Micronutrientes principais: Al, Bo, Cr, Zn, Mo e o Co. Bio organismos

Leia mais

Conservação da Pedra

Conservação da Pedra Conservação da Pedra Ana Paula Ferreira Pinto anapinto@civil.ist.utl.pt Caracterização das rochas A degradação da pedra As acções de conservação no património arquitectónico Tratamento da pedra Caracterização

Leia mais

Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre

Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre Atmosfera Atmosfera é a camada gasosa ao redor da Terra. Hidrosfera é a parte líquida da Terra que corresponde a cerca de 80% da superfície. A água dos

Leia mais

Materiais de Construção. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010

Materiais de Construção. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 Materiais de Construção de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 AGREGADOS AGREGADOS DEFINIÇÃO É o material particulado, incoesivo, de atividade química praticamente nula, constituído de misturas de partículas

Leia mais

Os constituintes do solo

Os constituintes do solo Os constituintes do solo Os componentes do solo Constituintes minerais Materiais orgânicos Água Ar Fase sólida partículas minerais e materiais orgânicos Vazios ocupados por água e/ou ar Os componentes

Leia mais

Fluxo de energia. e Ciclos biogeoquímicos. Profª Reisila Mendes. BIOLOGIA 1ª série

Fluxo de energia. e Ciclos biogeoquímicos. Profª Reisila Mendes. BIOLOGIA 1ª série Fluxo de energia e Ciclos biogeoquímicos BIOLOGIA 1ª série Profª Reisila Mendes Fluxo de energia na cadeia alimentar Fluxo da matéria nos ecossistemas Ciclo da água 1 precipitação 2 infiltração 3 - evapotranspiração

Leia mais

CAPÍTULO 2 MINERAIS 1) CONCEITO

CAPÍTULO 2 MINERAIS 1) CONCEITO CAPÍTULO 2 MINERAIS 1) CONCEITO Os minerais são os elementos constituintes das rochas, logo o conhecimento dos minerais implica no conhecimento das rochas. Mineral é toda substância formada por processos

Leia mais

Educação Química CINÉTICA QUÍMICA

Educação Química CINÉTICA QUÍMICA CINÉTICA QUÍMICA É a parte da química que estuda a rapidez ou taxa de variação das reações e os fatores que nela influem. - Antigamente denominada de velocidade 1, é uma medida da rapidez com que são consumidos

Leia mais

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ INTEMPERISMO

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ INTEMPERISMO UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ INTEMPERISMO Prof. Carolina R. Duarte Maluche Baretta Chapecó (SC), Abril de 2013. Intemperismo? Definição: Intemperismo: alterações físicas e

Leia mais

ACOMPANHAMENTO DO ESTUDO DA CLORAÇÃO DE UM CONCENTRADO DE ILMENITA

ACOMPANHAMENTO DO ESTUDO DA CLORAÇÃO DE UM CONCENTRADO DE ILMENITA ACOMPANHAMENTO DO ESTUDO DA CLORAÇÃO DE UM CONCENTRADO DE ILMENITA Aluna: Marcella Golini Pires Orientadores: Eduardo Brocchi e Ludy Margarita Cáceres Montero Introdução A metalurgia é a ciência que estuda

Leia mais

Professor: Márcio Luiz

Professor: Márcio Luiz Capítulo 14 Meio Ambiente Global Geografia 1ª Série Conteúdo complementar O Tratado de Kyoto Acordo na Cidade de Kyoto Japão (Dezembro 1997): Redução global de emissões de seis gases do efeito estufa em

Leia mais

GEOLOGIA APLICADA A OBRAS CIVIS. Material G1

GEOLOGIA APLICADA A OBRAS CIVIS. Material G1 Centro Universitário Luterano de Palmas CEULP / ULBRA Departamento de Engenharia Civil - DEC Engenharia Civil GEOLOGIA APLICADA A OBRAS CIVIS Material G1 Prof. Msc. Roberta Mara Capitulo 1 Noções de Geologia

Leia mais

Alternativas para Eliminar (ou Reduzir) os Furos no Esmalte Causados por Partículas de Calcário em Revestimentos Fabricados por Via Seca

Alternativas para Eliminar (ou Reduzir) os Furos no Esmalte Causados por Partículas de Calcário em Revestimentos Fabricados por Via Seca Alternativas para Eliminar (ou Reduzir) os Furos no Esmalte Causados por Partículas de Calcário em Revestimentos Fabricados por Via Seca Fábio G. Melchiades 1, Luciano L. da Silva 1, Eduardo Quinteiro

Leia mais

Alternativas de Aplicações para Resíduos de Rochas Ornamentais

Alternativas de Aplicações para Resíduos de Rochas Ornamentais Alternativas de Aplicações para Resíduos de Rochas Ornamentais Autores: ROBERTO CARLOS DA CONCEIÇÃO RIBEIRO D.Sc Prof Engenheiro Químico CAMILA MARIA ROSA ARRUDA Estudante de Engenharia de Materiais -

Leia mais

Intemperismo tópicos gerais

Intemperismo tópicos gerais Universidade Federal de São Paulo Departamento de Ciências do Mar Curso de Bacharel em C&T Ciências do Mar Módulo: Geologia Geral Prof. Dr. Gilberto Pessanha Ribeiro gilberto.unifesp@gmail.com Intemperismo

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO ENXOFRE É uma das matérias-primas básicas mais importantes da indústria química. Existe na natureza em forma livre e combinado em minérios, como a pirita

Leia mais

CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO. Prof. Ruy Alexandre Generoso

CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO. Prof. Ruy Alexandre Generoso CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO Prof. Ruy Alexandre Generoso É um dos materiais mais importantes de engenharia usado em construções. É usado nos mais variados tipos de construções tais como: barragens,

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum GEOGRAFIA QUESTÃO 11. TAXAS DE URBANIZAÇÃO EM PAÍSES SELECIONADOS, 2003 (em %)

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum GEOGRAFIA QUESTÃO 11. TAXAS DE URBANIZAÇÃO EM PAÍSES SELECIONADOS, 2003 (em %) GEOGRAFIA QUESTÃO 11 Observe a tabela. TAXAS DE URBANIZAÇÃO EM PAÍSES SELECIONADOS, 2003 (em %) * Estimativa. Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD, 2003. Com relação ao processo

Leia mais

Ciclos Biogeoquímicos. Prof. Maximiliano Segala Prof. Antônio Ruas Saneamento Básico e Saúde Pública

Ciclos Biogeoquímicos. Prof. Maximiliano Segala Prof. Antônio Ruas Saneamento Básico e Saúde Pública Ciclos Biogeoquímicos Prof. Maximiliano Segala Prof. Antônio Ruas Saneamento Básico e Saúde Pública Introdução Energia solar proporciona condições para síntese de matéria orgânica pelos seres autótrofos

Leia mais

Sabendo-se que a substancia em questão é composta de apenas Carbono, Hidrogênio e Oxigênio, podemos esquematizar a seguinte equação:

Sabendo-se que a substancia em questão é composta de apenas Carbono, Hidrogênio e Oxigênio, podemos esquematizar a seguinte equação: QUíMICA Alan, Kaires e Neuzimar Dados que poderão ser utilizados nas questões da prova de Química: Número atômico: H = 1; C = 6; N = 7; 0= 8; F = 9; Na :: 11; Si = 14; S = 16 e Ca :: 20. Massa atômica:

Leia mais

6 Constituição dos compósitos em estágio avançado da hidratação

6 Constituição dos compósitos em estágio avançado da hidratação 6 Constituição dos compósitos em estágio avançado da hidratação Este capítulo analisa a constituição dos compósitos com CCA com base nos resultados de análise termogravimétrica e microscopia. As amostras

Leia mais

FATEC FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Departamento de Transportes e Obras de Terra

FATEC FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Departamento de Transportes e Obras de Terra I - OS SOLOS SOB O PONTO DE VISTA DA ENGENHARIA CIVIL 1) Definição de solo, sob o ponto de vista da Engenharia A palavra solo, na expressão Mecânica dos Solos, não tem um significado intuitivo imediato.

Leia mais

Caracterização do Fino do Rejeito de Lastro Ferroviário para Emprego em Pavimentação

Caracterização do Fino do Rejeito de Lastro Ferroviário para Emprego em Pavimentação Caracterização do Fino do Rejeito de Lastro Ferroviário para Emprego em Pavimentação Bárbara Elis P. Silva Instituto Militar de Engenharia, Rio de Janeiro, Brasil, babi.elis@gmail.com Antônio Carlos R.

Leia mais

TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS

TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS 1) Numa célula eletroquímica a solução tem que ser um eletrólito, mas os eletrodos

Leia mais

Elementos e fatores climáticos

Elementos e fatores climáticos Elementos e fatores climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade,

Leia mais

Patologia. Ciência que estuda a origem, os sintomas e o mecanismo de ação das doenças MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO

Patologia. Ciência que estuda a origem, os sintomas e o mecanismo de ação das doenças MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO Profa. Eliana Barreto Monteiro 1 IMPORTÂNCIA DO ESTUDO Conhecer da evolução dos problemas Estudar as suas causas Fornecer informações para os trabalhos

Leia mais

Ciências do Ambiente

Ciências do Ambiente Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 18 O Meio Atmosférico III: Controle da Poluição Atmosférica Profª Heloise G. Knapik 2º Semestre/ 2015 1 Controle da Poluição Atmosférica

Leia mais

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS FISIOLOGIA VEGETAL

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS FISIOLOGIA VEGETAL UFRGS FISIOLOGIA VEGETAL 1. (Ufrgs 2015) A coluna à esquerda, abaixo, lista dois hormônios vegetais; a coluna à direita, funções que desempenham. Associe adequadamente a coluna direita com a esquerda.

Leia mais

PUC CAMPINAS Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Disciplina Materiais de Construção Civil A

PUC CAMPINAS Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Disciplina Materiais de Construção Civil A PUC CAMPINAS Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Disciplina Materiais de Construção Civil A Agregados para concreto Profa. Lia Lorena Pimentel 1 1. AGREGADOS PARA ARGAMASSAS E CONCRETOS Uma vez que cerca

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO PROVENIENTE DO DESDOBRAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS NA CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLOGICOS DE SOLO-CIMENTO

UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO PROVENIENTE DO DESDOBRAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS NA CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLOGICOS DE SOLO-CIMENTO UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO PROVENIENTE DO DESDOBRAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS NA CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLOGICOS DE SOLO-CIMENTO Joseane Damasceno Mota (1) Graduanda em Química Industrial na UEPB Djane de Fátima

Leia mais

EFEITO DE SISTEMAS DE CULTIVO E MANEJO NA CONSERVAÇÃO DO SOLO E PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS PARA AGRICULTURA DE SEQUEIRO

EFEITO DE SISTEMAS DE CULTIVO E MANEJO NA CONSERVAÇÃO DO SOLO E PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS PARA AGRICULTURA DE SEQUEIRO EFEITO DE SISTEMAS DE CULTIVO E MANEJO NA CONSERVAÇÃO DO SOLO E PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS PARA AGRICULTURA DE SEQUEIRO Nielson Gonçalves Chagas, João Tavares Nascimento, Ivandro de França da Silva & Napoleão

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 1º Ano Fatores climáticos. Prof. Claudimar Fontinele

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 1º Ano Fatores climáticos. Prof. Claudimar Fontinele Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 1º Ano Fatores climáticos Prof. Claudimar Fontinele Latitude É a medida em graus de localização em relação à linha do Equador de um ponto dado

Leia mais

REDUÇÃO E OXIDAÇÃO EM SISTEMAS INORGÂNICOS

REDUÇÃO E OXIDAÇÃO EM SISTEMAS INORGÂNICOS REDUÇÃO E OXIDAÇÃO EM SISTEMAS INORGÂNICOS EXTRAÇÃO DE ELEMENTOS A definição original de oxidação foi a da reação que um elemento reage com oxigênio e é convertido em seu óxido. Comparativamente, redução

Leia mais

http://www.if.ufrj.br/teaching/geo/sbgfque.html

http://www.if.ufrj.br/teaching/geo/sbgfque.html 1 de 5 12/8/2009 11:34 O Que é Geofísica? (* Adaptado por C.A. Bertulani para o projeto de Ensino de Física a Distância) Geofísica é o estudo da Terra usando medidas físicas tomadas na sua superfície.

Leia mais

Caracterização tecnológica das rochas que recobrem o monumento do Cristo Redentor como ferramenta de auxílio ao restauro

Caracterização tecnológica das rochas que recobrem o monumento do Cristo Redentor como ferramenta de auxílio ao restauro Caracterização tecnológica das rochas que recobrem o monumento do Cristo Redentor como ferramenta de auxílio ao restauro Amanda Menezes Ricardo Bolsista de Iniciação Científica, Geologia, UFRJ Joedy Patricia

Leia mais

A Terra um Planeta muito Especial: Formação do Sistema Solar

A Terra um Planeta muito Especial: Formação do Sistema Solar A Lua (do latim Luna) é o único satélite natural da Terra, situando-se a uma distância de cerca de 384.405 km do nosso planeta. O feixe de luz, representado pela linha amarela, mostra o período que a luz

Leia mais

Ciclo do Carbono. Lediane Chagas Marques

Ciclo do Carbono. Lediane Chagas Marques Ciclo do Carbono Lediane Chagas Marques Carbono É o quarto elemento mais abundante do universo, depois do Hidrogênio, Hélio e Oxigênio; Fundamental para a Vida; No planeta o carbono circula através dos

Leia mais

3. Elemento Químico Elemento Químico é um conjunto de átomos iguais (do mesmo tipo). E na linguagem dos químicos eles são representados por Símbolos.

3. Elemento Químico Elemento Químico é um conjunto de átomos iguais (do mesmo tipo). E na linguagem dos químicos eles são representados por Símbolos. Química Profª SIMONE MORGADO Aula 1 Elemento, substância e mistura 1. Conceito de Química A Química é uma ciência que busca compreender os mistérios da matéria, sua organização e transformações, bem como

Leia mais

PEDRAS DE REVESTIMENTOS

PEDRAS DE REVESTIMENTOS PEDRAS DE REVESTIMENTOS Sem dúvida alguma, as pedras ornamentais constituem uma ótima opção para o revestimento de pisos e paredes, graças à reconhecida durabilidade e aos efeitos estéticos que proporcionam.

Leia mais

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Unidade 8 Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Ciclos Biogeoquímicos Os elementos químicos constituem todas as substâncias encontradas em nosso planeta. Existem mais de 100 elementos químicos,

Leia mais

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o BIMESTRE DE 2012

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o BIMESTRE DE 2012 PROVA DE GEOGRAFIA 3 o BIMESTRE DE 2012 PROF. FERNANDO NOME N o 1 a SÉRIE A compreensão do enunciado faz parte da questão. Não faça perguntas ao examinador. A prova deve ser feita com caneta azul ou preta.

Leia mais

Prof. Carlos Guedes Prof. Gilberto Pessanha Ribeiro

Prof. Carlos Guedes Prof. Gilberto Pessanha Ribeiro Minerais, rochas e ciclo das rochas Prof. Carlos Guedes Prof. Gilberto Pessanha Ribeiro Minerais, rochas e ciclo das rochas Minerais, Rochas e Ciclo das Rochas Minerais, Rochas e Ciclo das Rochas Minerais,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DISCIPLINA DE SOLOS I/PEDOLOGIA. Dr. José Ribamar Silva

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DISCIPLINA DE SOLOS I/PEDOLOGIA. Dr. José Ribamar Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DISCIPLINA DE SOLOS I/PEDOLOGIA UNIDADE IV - PROCESSOS PEDOGENÉTICOS Dr. José Ribamar Silva 1. Conceito - Reações e/ou mecanismos (químico, físico e biológico) que produzem

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana. Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil.

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana. Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Agregados Referência desta aula Mehta & Monteiro (1994), Capítulo 7

Leia mais

RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL: CLASSIFICAÇÃO, NORMAS E RECICLAGEM

RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL: CLASSIFICAÇÃO, NORMAS E RECICLAGEM RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL: CLASSIFICAÇÃO, NORMAS E RECICLAGEM 1 Régis Budke, 1 Jackson Rainério Cardoso & 2 Silvio Bispo do Vale 1 Graduandos em Engenharia de Minas e Meio Ambiente - UFPA. 2 Prof. da

Leia mais

Método de cálculo normativo

Método de cálculo normativo - 1 - Método de cálculo normativo 1. Generalidade Existe uma íntima relação entre a composição mineralógica e química de uma rocha ígnea. O conhecimento desta relação facilita a interpretação genética

Leia mais

Sugestões de avaliação. Geografia 6 o ano Unidade 4

Sugestões de avaliação. Geografia 6 o ano Unidade 4 Sugestões de avaliação Geografia 6 o ano Unidade 4 5 Nome: Data: Unidade 4 1. Associe as formas de relevo às suas características. (A) Montanhas (B) Planaltos (C) Planícies (D) Depressões ( ) Superfícies

Leia mais

CARGO: ENGENHARIA CIVIL II

CARGO: ENGENHARIA CIVIL II MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CONCURSO PÚBLICO DE DOCENTES DO QUADRO EFETIVO EDITAL

Leia mais

UFU 2014 VESTIBULAR DE MAIO 1ª FASE

UFU 2014 VESTIBULAR DE MAIO 1ª FASE UFU 2014 VESTIBULAR DE MAIO 1ª FASE 1-O iodo-132, devido à sua emissão de partículas beta e radiação gama, tem sido muito empregado no tratamento de problemas na tireoide. A curva abaixo ilustra o decaimento

Leia mais

PARTE SUPERFICIAL DO MANTO DE INTEMPERISMO, INCONSOLIDADA, CONTENDO MATERIAL ROCHOSO

PARTE SUPERFICIAL DO MANTO DE INTEMPERISMO, INCONSOLIDADA, CONTENDO MATERIAL ROCHOSO MINERAIS E AGRICULTURA RAYMUNDO JOSÉ DE SÁ FILHO GEÓLOGO CONSULTOR TÉCNICO ROCHAGEM UTILIZAÇÃO DE ROCHAS NA AGRICULTURA FARINHA DE ROCHA: UMA NOVA OPÇÃO PARA OS MINERAIS ROCHA AGREGADO NATURAL DE UM OU

Leia mais

Caracterização da Deterioração do Mármore Componente das Banheiras Históricas Situadas no Parque Nacional da Tijuca.

Caracterização da Deterioração do Mármore Componente das Banheiras Históricas Situadas no Parque Nacional da Tijuca. Caracterização da Deterioração do Mármore Componente das Banheiras Históricas Situadas no Parque Nacional da Tijuca. Beatriz M. Morani Bolsista de Iniciação Científica, Geologia, UFRJ Adriano Caranassios

Leia mais

Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1

Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1 Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1 CORROSÃO METÁLICA: É a deterioração e a perda de material devido a ação química ou eletroquímica do meio ambiente,

Leia mais

LAUDO GEOLÓGICO GEOTÉCNICO GUARITUBA

LAUDO GEOLÓGICO GEOTÉCNICO GUARITUBA LAUDO GEOLÓGICO GEOTÉCNICO GUARITUBA LOCALIZAÇÃO E ACESSO A região de Guarituba esta localizada no Município de Piraquara entre o rio Iguaçu e o rio Itaqui. Os principais acessos à área são a PR 415 e

Leia mais

Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas

Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas MUDANÇAS CLIMÁTICAS & RECURSOS HÍDRICOS 6 ENCONTRO DE SUINOCULTORES - ACRISMAT SORRISO (MT), 22 DE MAIO DE 2010 Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas

Leia mais

ESTUDO DAS PROPRIEDADES HIDRÁULICAS DE SOLOS DE ENCOSTA DO RIO DE JANEIRO

ESTUDO DAS PROPRIEDADES HIDRÁULICAS DE SOLOS DE ENCOSTA DO RIO DE JANEIRO ESTUDO DAS PROPRIEDADES HIDRÁULICAS DE SOLOS DE ENCOSTA DO RIO DE JANEIRO Alunos: Breno Verly Rosa e Alexandre da Rocha Rodrigues Orientador: Eurípides Vargas do Amaral Junior João Luis Teixeira de Mello

Leia mais

Actividade de Química 12º ano

Actividade de Química 12º ano Actividade de Química 12º ano AL 1.3- Corrosão e Protecção dos metais O laboratório é um local de trabalho onde a segurança é fundamental na manipulação de materiais e equipamentos, devendo por isso adoptar-se

Leia mais

OS CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: ÁGUA, CARBONO E NITROGÊNIO. Profº Júlio César Arrué dos Santos

OS CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: ÁGUA, CARBONO E NITROGÊNIO. Profº Júlio César Arrué dos Santos OS CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: ÁGUA, CARBONO E NITROGÊNIO Profº Júlio César Arrué dos Santos Ciclo da Água Fonte: http://www.aguasdevalongo.net/veolia/infantil/default.asp O ciclo da água que está apresentado

Leia mais

Caracterização dos Solos

Caracterização dos Solos Mecânica dos Solos Caracterização dos Solos Prof. Fernando A. M. Marinho Exemplos de obras de Engenharia Geotécnica Talude Natural Talude de corte Barragem de terra Aterro de estradas Construções em solos

Leia mais

PRIMEIROS ANOS. GEOGRAFIA CONTEÚDO P2 2º TRI Água: superficiais, oceânicas e usos. Profº André Tomasini

PRIMEIROS ANOS. GEOGRAFIA CONTEÚDO P2 2º TRI Água: superficiais, oceânicas e usos. Profº André Tomasini PRIMEIROS ANOS GEOGRAFIA CONTEÚDO P2 2º TRI Água: superficiais, oceânicas e usos. Profº André Tomasini ÁGUAS CONTINENTAIS Os oceanos e mares cobrem 2/3 da superfície do planeta. Águas Oceânicas : Abrange

Leia mais

IX Olimpíada Catarinense de Química 2013. Etapa I - Colégios

IX Olimpíada Catarinense de Química 2013. Etapa I - Colégios I Olimpíada Catarinense de Química - 2013 I Olimpíada Catarinense de Química 2013 Etapa I - Colégios Imagem: Oxidação Fonte:Gilson Rocha Reynaldo, 2013 Primeiro Ano Conselho Regional de Química CRQ III

Leia mais

Jonathan Kreutzfeld RELEVO BRASILEIRO E FORMAS

Jonathan Kreutzfeld RELEVO BRASILEIRO E FORMAS Jonathan Kreutzfeld RELEVO BRASILEIRO E FORMAS RELEVO BRASILEIRO FORMAS DO RELEVO BRASILEIRO Escudos cristalinos: 36% Bacias sedimentares: 64% Escudos Cristalinos - Armazenamento de jazidas minerais -

Leia mais

Química Geral Materiais Homogêneos e Heterogêneos

Química Geral Materiais Homogêneos e Heterogêneos Química Geral Materiais Homogêneos e Heterogêneos 1. (Uepg 2013) Quanto às características das substâncias puras e das misturas, assinale o que for correto. 01) Misturas sólidas homogêneas não podem ser

Leia mais

Como as rochas se transformam em solos?

Como as rochas se transformam em solos? Como as rochas se transformam em solos? Na natureza existe uma tendência ao equilíbrio físico-químico entre as substâncias sólidas, líquidas e gasosas. A maior parte das rochas origina-se em grandes profundidades

Leia mais

Materiais constituintes do Concreto. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira

Materiais constituintes do Concreto. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Materiais constituintes do Concreto Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Adições Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Fonte: Egydio Herve Neto Dario Dafico Silvia Selmo Rubens Curti, 3/42 Adições Adições minerais são

Leia mais

Tratamento Térmico. Profa. Dra. Daniela Becker

Tratamento Térmico. Profa. Dra. Daniela Becker Tratamento Térmico Profa. Dra. Daniela Becker Diagrama de equilíbrio Fe-C Fe 3 C, Fe e grafita (carbono na forma lamelar) Ligas de aços 0 a 2,11 % de C Ligas de Ferros Fundidos acima de 2,11% a 6,7% de

Leia mais

Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo

Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo Modernidade trouxe vantagens e prejuízos Poluição causada pelas organizações afeta diretamente a natureza Criação de Leis para minimizar

Leia mais

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Estrutura geológica é a base do território. Corresponde à sua composição rochosa. Já o relevo é a forma apresentada pelo território ao nossos olhos: montanhas

Leia mais

Conteúdo: Aula: 12 assíncrona. Ciclo da água e dos nutrientes. Ciclo do nitrogênio, carbono e oxigênio. CONTEÚDO E HABILIDADES

Conteúdo: Aula: 12 assíncrona. Ciclo da água e dos nutrientes. Ciclo do nitrogênio, carbono e oxigênio. CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Aula: 12 assíncrona Conteúdo: Ciclo da água e dos nutrientes. Ciclo do nitrogênio, carbono e oxigênio. 2 CONTEÚDO E

Leia mais

Projeto Lagoas Costeiras

Projeto Lagoas Costeiras Projeto Lagoas Costeiras Curso de formação para multiplicadores Módulos 1 e 2: Ecologia da Restinga Águas Subterrâneas Formação da Água Subterrânea: Ciclo de água Ciclo de água e volumes distribuídos nas

Leia mais

PROBLEMAS EM INTERVENÇÕES NO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL SEM CARACTERIZAÇÃO TECNOLÓGICA

PROBLEMAS EM INTERVENÇÕES NO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL SEM CARACTERIZAÇÃO TECNOLÓGICA PROBLEMAS EM INTERVENÇÕES NO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL SEM CARACTERIZAÇÃO TECNOLÓGICA 1 R.E.C. da Silva, 1 R. C. C. Ribeiro RESUMO - Temos assistido um grande interesse na investigação de materiais

Leia mais