PROPOSTA PEDAGÓGICA 2009

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1 PROPOSTA PEDAGÓGICA 2009 CFP 1.26

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3 SUMÁRIO Apresentação 05 Contexto histórico e a evolução da Escola na 07 Indústria e na Comunidade Identificação dos problemas e necessidades locais relacionados à educação profissional 10 Recursos institucionais, humanos, tecnológicos e físicos 13 Conciliação da necessidade de Educação Profissional à vocação e à capacidade instalada da Escola 16 Aprimoramento do processo pedagógico 22 Legislação, Normas, Políticas e Diretrizes Públicas e Institucionais 32 Planejamento Estratégico Institucional 39 Regimento Comum das Unidades Escolares do SENAI-SP 44 Conclusão 55 Referências 57. 3

4 . 4

5 APRESENTAÇÃO A Proposta Pedagógica da constitui o seu compromisso educacional em relação aos alunos, à indústria, às famílias e à comunidade, bem como reflete o modelo de ensino adotado e a qualidade de formação almejada. Tem caráter estratégico e é parâmetro essencial para planos, projetos e atividades de educação e de tecnologia da Unidade. A Proposta Pedagógica foi elaborada de acordo com a Resolução 40/00 de 22 de dezembro de 2000, Departamento Regional de São Paulo e da Proposta Educacional do SENAI / SP. Quando olhamos por alto as pessoas, ressaltam suas diferenças: negros e brancos, homens e mulheres, seres agressivos e passivos, intelectuais e emocionais, alegres e tristes, radicais e reacionários. Mas, à medida que compreendemos os demais, as diferenças desaparecem e em seu lugar surge a unicidade humana: as mesmas necessidades, os mesmos temores, as mesmas lutas e desejos. Todos somos um. James Joyce Finnegan s Wake. 5

6 . 6

7 CONTEXTO HISTÓRICO E A EVOLUÇÃO DA ESCOLA NA INDÚSTRIA E NA COMUNIDADE Em 1952, ano da construção desta Escola SENAI Frederico Jacob, surgia uma nova Unidade do SENAI/SP desenvolvendo cursos na área da Construção Civil, formando mão-de-obra no Curso de Aprendizagem Industrial Pedreiro, Eletricista Instalador, Instalador de Água, Gás e Esgoto e qualificando também no curso de especialização Mestre de Obras. Esta Escola, denominada até então de Escola SENAI da Construção Civil, atuou da forma descrita acima até o final de 1971, quando os referidos cursos foram transferidos para outro local. No primeiro semestre de 1972, a Escola foi adaptada para receber a área de Plástico. As atividades tiveram início em julho de 1972 com o curso de Ferramentaria de Moldes para Plásticos e o Curso Técnico de Plástico. Em abril de 1975, a Escola recebeu o nome de. A escolha desse nome é uma homenagem a Frederico Jacob, um grande incentivador da implantação do Curso Técnico na área de Plástico, que ganhou destaque na indústria do plástico, na presidência do Sindicato da Indústria de Materiais Plásticos do Estado de São Paulo e como membro da FIESP. Os cursos da área de Plástico foram transferidos em 1987 para outra Unidade do SENAI/SP. De 1987 à 1989, a Escola passou por outra adequação, desta vez para ministrar cursos voltados à área de Manutenção Industrial. A necessidade de mão-de-obra qualificada / especializada para o segmento da Manutenção Industrial, levou empresários a buscarem no SENAI solução para esse problema que resultou na criação em fevereiro de 1990, dos Treinamentos Ocupacionais de Especialização (TOE) nas áreas de Manutenção Mecânica e Eletrônica.. 7

8 Em seguida, passaram a ser desenvolvidos os cursos de especialização Mecânico de Manutenção Eletroeletrônica e Mecânico de Manutenção de Máquinas Industriais, de 800 horas, para alunos oriundos do Curso de Aprendizagem Industrial, os quais foram substituídos, a partir de 2008, pelos Cursos de Aprendizagem Industrial Mecânico de Manutenção e Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica, com 1600 horas. Em 2006 a unidade passou a desenvolver também o Curso de Aprendizagem Industrial Agente Administrativo, em sistema dual SENAI/SABESP, e os Cursos Técnicos de Manutenção Mecânica e Manutenção Eletroeletrônica. Além desses cursos, a Escola oferece Cursos de Formação Continuada Escola e Formação Continuada Empresa, Serviços de Assessoria, Assistência Técnica e Tecnológica e disseminação de informação técnica e tecnológica, atendendo às indústrias, à comunidade e à própria instituição. Desde 1999, a Escola desenvolve anualmente a Semana da Tecnologia da Manutenção oferecendo palestras, demonstrações, workshops sobre o tema, como forma de atualização e conhecimento para docentes, alunos, empresários e comunidade em geral. No ano de 2002, em sintonia com o Departamento Regional e em conjunto com outras Unidades, a iniciou o processo de implantação do Sistema de Gestão da Qualidade baseado na Norma ISO 9000 obtendo a Certificação ISO 9001: 2000 em dezembro de No ano de 2002, a Escola participou pela primeira vez do PROVEI Sistema de Avaliação dos Cursos Regulares por instituição externa. Em 2007, foi implantado o Projeto Especial do Curso Técnico de Manutenção Mecânica para a empresa UNILEVER, em Indaiatuba, em parceria com o Centro. 8

9 de Treinamento SENAI Comendador Santoro Mirone - CT 5.63 ( Indaiatuba) e com a Escola SENAI Roberto Mange CFP 5.01 (Campinas). Em 2008, a Unidade implantou outro Projeto Especial, desta vez em conjunto com o CFP 1.15, para atender à empresa Avon, visando a formação de 02 turmas de Técnico em Manutenção Mecânica. Ainda em 2008, alinhada às orientações do Departamento Regional, a Escola passou a desenvolver seus trabalhos em articulação com o SESI, ofertando cursos técnicos aos alunos matriculados no ensino médio do SESI. Completando a reflexão sobre o histórico da Escola, vale ressaltar sua gestão, sem dúvida, um fator crítico de sucesso para obtenção dos resultados esperados. Ao longo de sua trajetória, a contou com a gestão dos seguintes diretores na fase de Manutenção Industrial. Prof. Aleardo Baraldi Filho De 01/03/1987 a 01/07/1988 Prof. Ivo Bocatto De 01/07/1988 a 12/10/1991 Prof. Jorge Pereira da Silva De 12/10/1991 a 01/02/1992 (interino) Prof. Bernardo Martin De 01/02/1992 a 31/05/1999 Prof. Norton Pereira De 01/06/1999 a 31/07/2007 A partir de 01/08/2007, o gestor é o Prof. José Heroino de Sousa.. 9

10 IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS E NECESSIDADES LOCAIS RELACIONADOS À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL A situa-se na Zona Leste em uma região industrial, comercial e residencial, onde se desenvolvem atividades econômicas diversificadas como: comércio varejista e atacadista, indústria de transformação e de manufatura, além de serviços. O bairro em que se situa conta com boa infra-estrutura viária e fácil acesso às principais rodovias como: Dutra, Fernão Dias e Ayrton Senna. Os moradores do bairro contam, também, com uma boa infra-estrutura, tais como: asfalto, iluminação, transporte (ônibus, trem e metrô), posto de saúde, hospitais especializados, prontos-socorros municipais e particulares, biblioteca pública, parques, shoppings centers, hipermercados, bancos e outros serviços. Na área de lazer encontramos clubes sócio recreativos particulares e públicos, SESI e SESC. A comunidade está provida de boa estrutura de ensino fundamental e médio (escolas públicas e particulares) e superior ( FATEC/LESTE, USP/LESTE, UNICID E UNIP). Os alunos dos Cursos de Formação Continuada Escola e Formação Continuada Empresa, são provenientes principalmente da região Leste. Estes procuram a escola para melhorar seu desempenho no mercado de trabalho, escolhendo o treinamento de acordo com o seu interesse e necessidade. Os alunos do Curso de Aprendizagem e dos Cursos Técnicos são provenientes, predominantemente, da regiões Leste, Oeste e de municípios vizinhos, como Guarulhos, Suzano e outros. 10.

11 Os alunos do Curso de Aprendizagem Agente Administrativo sistema dual SENAI/SABESP são, em sua maioria, da Região Leste. Muitos pertencem a uma classe social baixa, com pais empregados ou em subempregos, o que torna difícil a algumas famílias, assegurar aos seus filhos a assistência básica necessária. É baseada nesse contexto que a Escola desenvolve suas ações. O desemprego, a pouca perspectiva de um futuro mais promissor e os desajustes familiares interferem diretamente no rendimento escolar do aluno, assim como no próprio relacionamento com seus pais e com a escola, o que exige uma atuação mais intensa do Serviço Social da Unidade, visando minimizar os obstáculos enfrentados. Na montagem e reformulação de Cursos Regulares, após ser detectada a necessidade de um novo perfil profissional para o mercado é realizado estudo e levantamento de dados por um Comitê Técnico Setorial com a participação de empresas, técnicos do SENAI Gerência de Educação, técnicos da Escola, representantes de Sindicatos, etc. que desenvolvem o perfil profissional de conclusão, com as competências exigidas atualmente pelo mercado de trabalho. Findada a fase de estudo, inicia-se a operacionalização da montagem do novo curso. Para os Cursos de Formação Continuada Escola e Formação Continuada Empresa, os novos programas partem das necessidades da indústria. A Escola desenvolve ações de promoção, de ética e cidadania, domínio e disseminação de novas tecnologias e responsabilidade social. Para atender à realidade analisada neste texto, a Unidade Escolar oferece às empresas e à comunidade, diversas opções de formação profissional, conforme 11.

12 relação de cursos /treinamentos oferecidos pela Escola, relacionados no item Conciliação das Necessidades de Educação Profissional. 12.

13 RECURSOS INSTITUCIONAIS: HUMANOS, TECNOLÓGICOS E FÍSICOS Recursos Humanos Conforme apresentado no Regimento Comum das Unidades escolares SENAI (Título V, cap. I), são considerados agentes do processo educativo, todos os profissionais que exercem atividades de docência e oferecem suporte pedagógico direto, incluídas as atividades de direção ou de administração escolar, apoio técnico ou de orientação, além daqueles já descritos nesta Proposta Pedagógica que incluem os educandos, família e representantes da comunidade. A direção da unidade é o núcleo gerencial responsável pela definição, decisão, implementação e avaliação do desenvolvimento das ações administrativas e pedagógicas. A força de trabalho é composta de colaboradores efetivos, estagiários, temporários e terceirizados (Docência;Administrativo;Zeladoria;Vigilância; Empresa Limpadora; Cantina e Atendimento ao Cliente), conforme organograma definido e divulgado pela unidade. O contrato de trabalho dos colaboradores efetivos é regido pelo regime jurídico da CLT - Consolidação das Leis do Trabalho. Em relação aos terceirizados, é cumprida a legislação específica para a sua contratação. O quadro efetivo está vinculado ao SENALBA e ao SINPRO. As relações entre o Departamento Regional de São Paulo - DR - SP e essas Associações são regidas por Acordo Coletivo de Trabalho. A Escola atende aos requisitos especiais de segurança no trabalho das pessoas por meio de um representante da CIPA corporativa, para os colaboradores e do NPA/QA para os alunos; orientando o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), tais como: luvas, protetores: visual e auricular; máscara; etc. e, ainda, do uso dos Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) como: extintores, hidrantes, adesivos antiderrapantes, sistema de captação de gases nas oficinas, sistema de pára-raios, etc. 13.

14 Para fins de aprimoramento do processo educacional, de assistência ao aluno e integração Escola Família Empresa Comunidade a escola conta com as seguintes funções auxiliares: 1. Equipe Escolar formada por representantes das áreas pedagógica, técnica, administrativa, da qualidade, do corpo docente e pelo coordenador de estágio; Objetivo: Discutir os processos desenvolvidos na Escola, encaminhando alternativas de solução. 2. AAPM - Associação de Alunos, Ex-alunos, Pais e Mestres. Objetivo: Apoiar a gestão da Escola no alcance de suas metas e promover a integração Escola - Comunidade. 3. NPA / QA - Núcleo de Prevenção de Acidentes e Qualidade Ambiental Objetivo: Conscientizar alunos e funcionários quanto a importância da prevenção da saúde e segurança no trabalho, bem como desenvolver atitudes para preservação do meio ambiente e local de trabalho; 4. ATT - Assessoria Técnica e Tecnológica. Objetivo: Efetuar o desenvolvimento tecnológico (automação de máquinas e equipamentos, desenvolvimento de produtos e serviços e adaptação de ferramentas e dispositivos de segurança), serviços técnicos especializados (reforma de máquinas industriais, instalação e montagem de máquinas e equipamentos, reconversão de equipamentos, melhoramento de produtos, manutenção de máquinas e equipamentos, correção de fator de potência e levantamento de características de máquinas elétricas rotativas) e assessoria técnica e tecnológica propriamente dita (implantação e melhoria de sistemas de gestão da qualidade, implantação de sistema de administração da manutenção, diagnóstico e solução de problemas em produtos, desenvolvimento de lay-out, elaboração de projetos industriais e gestão da manutenção). Plano de Desenvolvimento de Pessoal A Escola elabora e define seu Plano de Desenvolvimento de Pessoal (PDP) conforme preconiza o documento do Sistema de Gestão da Qualidade DRH 004 e 14.

15 incentiva o autodesenvolvimento dos seus colaboradores com vistas à pósgraduação, mestrado e doutorado. No PDP anual, a Escola analisa, em conjunto com os seus colaboradores,a possibilidade de treinamento de cada um, priorizando as áreas nas quais o CFP verifica necessidade de melhoria. A Escola tem utilizado as Reuniões Pedagógicas para desenvolver temas relacionados à realidade encontrada pelo docente em sala de aula, visando melhorar o serviço educacional prestado. Recursos Físicos e Tecnológicos A Escola está localizada em uma área de 7.824,00 m², que dispõe de 3.608,00 m² de área construída. Esse espaço inclui: administração, treinamento, coordenação, ATT, salas de aula, biblioteca, quadra poliesportiva, cantina / refeitório, auditório, estacionamento, pátio, oficinas e laboratórios. Os laboratórios e oficinas estão estruturados para capacitar alunos na prática de tecnologias relacionadas aos diferentes elos da Manutenção Industrial. 15.

16 CONCILIAÇÃO DAS NECESSIDADES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL À VOCAÇÃO E À CAPACIDADE INSTALADA DA ESCOLA Tendo em vista a análise realizada anteriormente quanto às características regionais e às necessidades do setor da Manutenção Industrial no que tange a formação de mão-de-obra especializada, a Escola conciliou sua vocação de habilitação / qualificação profissional, com sua capacidade instalada, procurando oferecer ao setor e à comunidade respostas educacionais que contribuam para a preparação de profissionais qualificados, por meio dos seus cursos regulares, formação continuada, atendimento técnico e tecnológico e atendimento especial à comunidade. Ofertas educacionais e serviços oferecidos: Cursos Regulares 1. Curso de Aprendizagem Industrial - Mecânico de Manutenção - Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica Curso de Aprendizagem Industrial dual SENAI/SABESP - Agente Administrativo 2. Curso Técnico - Manutenção Mecânica - Manutenção Eletroeletrônica Cursos de Formação Continuada - Escola / Empresa Àreas: Mecânica Eletroeletrônica Informática Qualidade / gerenciamento 16.

17 Segurança / transporte Assessoria Tecnológica - Eletroeletrônica - Informática - Mecânica - Qualidade - Telemarketing Assistência Técnica - Eletroeletrônica - Mecânica - Reforma de Máquinas Testes Laboratoriais - Eletroeletrônica - Mecânica Para desenvolver sua oferta educacional e os serviços oferecidos, a Unidade conta com diversos setores. Coordenação Pedagógica Funções: - orientar o corpo docente na realização dos Planos de Ensino e relacionamento com os alunos; - coordenar a elaboração/revisão da Proposta Pedagógica; Coordenar a elaboração do Plano Escolar; - realizar o Acompanhamento da ação docente - no CAI e Formação Continuada - Escola, em seu horário de atuação; - acompanhar, juntamente com o Serviço Social a freqüência e aproveitamento escolar dos alunos; 17.

18 - coordenar os Conselhos de Classe : Intermediário e Final - CAI e CT; - participar do processo de Acolhimento dos alunos novos - CAI e CT; - coordenar as Reuniões Pedagógicas e encontros com docentes; - participar da Equipe Escolar e do Comitê da Qualidade Escolar; - atender aos alunos e docentes Coordenação Técnica Funções: - acompanhar ações desenvolvidas nas oficinas, propondo melhorias; - levantar as necessidades dos laboratórios e oficinas; - acompanhar a ação docente, nos aspectos técnicos; - coordenar as solicitações de manutenção de máquinas, equipamentos e ferramentas; - participar dos Conselhos de Classe: Intermediário e Final; - participar da Equipe Escolar e do Comitê da Qualidade Escolar; - atender aos alunos e docentes Secretaria É responsável pelo acompanhamento da documentação dos alunos - CAI, CT e FC - Escola e Empresa; pela emissão de certificados; pelo controle dos Diários de Classe; pela emissão dos boletins escolares, atestados e de outros documentos requisitados pelos alunos ou funcionários da Unidade. Biblioteca A Escola possui Biblioteca, que atua como apoio a comunidade escolar através da disseminação de informações tecnológicas da área da Manutenção Mecânica e Eletroeletrônica e afins. A Biblioteca atende ao corpo docente, discente e técnico da escola, e também a funcionários da rede SENAI. Atende também usuários externos provenientes de empresas relacionadas à área de atuação da Escola ou de outras instituições de 18.

19 ensino por meio de fone, fax, ou pessoalmente através de um acervo especializado constituído de literatura técnica e geral tais como: livros técnicos, didáticos, manuais, catálogos, jornais, revistas, Normas Técnicas, fitas de vídeo e CD-Rom. Além de disponibilizar acesso à Internet. Para consultas externas os alunos dispõem de microcomputadores conectados à Internet. Entre os serviços oferecidos pela Biblioteca estão: Empréstimo do acervo bibliográfico Auxílio e acompanhamento à pesquisa Acesso à Internet Levantamentos bibliográficos Normalização de material didático Empréstimo entre bibliotecas Atualização do acervo Serviço Social Atividades: desenvolve intervenções sócio-educativas que estimulam a participação ativa do aluno e sua família em seu processo de formação: realiza informação profissional para alunos matriculados nos Cursos de Aprendizagem Industrial e Técnico. auxilia na coordenação do processo de seleção e matrícula de alunos novos; participa do Planejamento integrado das atividades da Unidade como: Proposta Pedagógica, Plano Escolar, projetos de melhoria da qualidade e Plano Escolar; atua no acompanhamento dos alunos nos aspectos : freqüência, Aproveitamento e Atitudes visando a integração escolar, envolvendo a família, a empresa e a comunidade, através de ações planejadas; participa do processo de acompanhamento da ação discente em conjunto com a Coordenação Pedagógica; 19.

20 participa das Reuniões Pedagógicas, Conselho de classe e Reuniões da Comissão encarregada de supervisionar o funcionamento da Cantina Escolar; estabelece com a Coordenação e Agente de Apoio ao Ensino, critérios comuns para orientação e encaminhamento de alunos aos serviços da comunidade; gerencia juntamente com a Coordenação Pedagógica o processo de acolhimento que possui enfoque no aluno e na família, visando a integração do mesmo na Escola; orienta por meio da realização de programas específicos, o desenvolvimento de competências pessoais que auxiliarão os alunos na inserção do mercado de trabalho; colabora na promoção de programas preventivos com objetivo de conscientizar alunos, familiares e funcionários quanto à necessidade de desenvolvimento de atitudes que visem a segurança no trabalho, qualidade de vida e preservação do meio ambiente; coordena o processo de concessão de auxílios diversos a alunos com carência de recursos financeiros. Serviço de Apoio ao Ensino Atividades: desenvolve ações que estimulam a participação ativa do aluno em seu processo de formação: realiza acompanhamento do Núcleo de Prevenção de Acidentes ( NPA/QA) e do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA); acompanha o Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) para funcionários; auxilia a coordenação Pedagógica nos demais acompanhamentos ligados ao ensino; trabalha temas transversais com os alunos. 20.

21 Coordenação de Estágio Voltada ao acompanhamento dos alunos dos cursos técnicos no período de estágio supervisionado, suas principais funções são: - planejar todas as atividades de orientação, encaminhamento, supervisão e avaliação de estágios; - coordenar a equipe de supervisão de estágio, integrada pelos docentes dos componentes curriculares específicos; - manter atualizados os cadastros de estagiários e empresas; - assegurar a qualidade da supervisão de estágios e zelar pelo alcance dos objetivos - elaborar a regulamentação de estágio supervisionado, considerando as orientações do Departamento Regional. 21.

22 APRIMORAMENTO DO PROCESSO PEDAGÓGICO Com vistas a aprimorar constantemente o seu processo de ensino-aprendizagem, a Unidade desenvolve projetos educacionais que contemplam o potencial dos seus recursos humanos, a atualização dos equipamentos, melhoria dos seus recursos didáticos, reestruturação de "layout" em alguns setores e atualização dos seus laboratórios. O perfil curricular estabelecido como decorrência da avaliação das necessidades do mercado de trabalho, busca a formação de um profissional capaz de executar manutenção corretiva, preventiva e preditiva em sistemas mecânicos, hidráulicos, pneumáticos, elétricos e eletrônicos em máquinas e equipamentos em geral. As estratégias de ensino são repensadas de modo a permitir ao aluno envolvimento nos processos de ensino e de aprendizagem. Como exemplo, destaca-se a integração dos alunos dos cursos de Aprendizagem Industrial nas áreas de Mecânica e Eletroeletrônica, por meio da participação de todos, nos projetos de melhoria tecnológica de equipamentos, na aquisição de habilidades, na prática de oficina, e no desenvolvimento de hábitos, atitudes e valores, não somente nas atividades inerentes ao trabalho (estudo e pesquisa em grupo, uso adequado de equipamentos de proteção, obediência às regras de segurança,etc), mas também, e principalmente, nas atitudes sociais como desenvolvimento de liderança, de trabalho em equipe e de relacionamento interpessoal. O acompanhamento da ação docente, a pesquisa de satisfação, as sugestões para a melhoria, as reuniões da equipe escolar, as reuniões periódicas com o corpo docente, as reuniões com os pais, empresas e instituições, fornecem os elementos para as ações de aprimoramento do processo pedagógico. Essas ações visam organizar, coordenar e incentivar trabalhos em equipe, orientar alunos e familiares na promoção de atitudes, coordenar o planejamento de ensino 22.

23 e avaliação do rendimento escolar e monitorar o seu desenvolvimento, resolver problemas do cotidiano da prática educativa, identificar discrepância de desempenho e propor soluções para superá-las (acompanhamento da ação docente), além de coletar, analisar e interpretar informações quantitativas e qualitativas sobre o ensino. Com o objetivo de integrar os pais dos alunos na dinâmica escolar, a Coordenação Pedagógica, o Serviço Social e a Serviço de Apoio ao Ensino realizam reuniões com familiares e/ou responsáveis pelos alunos, prestando-lhes informações sobre os direitos e deveres dos alunos, Proposta Educacional do SENAI/SP, Proposta Pedagógica da Unidade, o trabalho de orientação e prevenção desenvolvido na área da saúde e segurança no trabalho, regulamento interno, as normas disciplinares, e outros esclarecimentos mais gerais sobre o CFP. Os pais também recebem informações sobre o perfil profissional exigido no mercado de trabalho e a grade curricular do curso. Nesta ocasião a Escola reforça, por meio de palestras, a importância da participação dos pais na vida escolar do aluno e na superação de possíveis dificuldades, visando fortalecer os laços familiares. Encaminhamentos de aprendizes para a empresa A aprendizagem industrial é o processo de formação profissional que visa proporcionar ao jovem as competências fundamentais para sua inserção no mercado de trabalho. É destinada a qualificação inicial de jovens, orientando-se pela lei de diretrizes e bases do ensino e da legislação do trabalho. Para orientar as empresas contribuintes e subsidiar seus recursos humanos, quando da contratação de aprendizes, a Escola utiliza o documento "Aprendizagem Industrial: orientações para as empresas". 23.

24 O setor de Treinamento e o Serviço Social Escolar divulgam junto às empresas a disponibilidade de alunos e ex-alunos para contratação como aprendiz ou como funcionário. Para realizar esses encaminhamentos, o Serviço Social Escolar mantém cadastro atualizado dos alunos e ex-alunos, os encaminhamentos acontecem com base na solicitação da Empresa, descrevendo o perfil funcional desejado para a vaga. O Serviço Social, em conjunto com o corpo docente, desenvolve serviço de orientação aos alunos preparando-os para inserção no mercado de trabalho. Além do atendimento a alunos e ex-alunos dos Cursos Regulares, a Escola encaminha também egressos dos cursos de Formação Continuada. Nos Cursos Técnicos, os alunos são encaminhados para as empresas, por meio do Coordenador de Estágio, para que desenvolvam o Estágio Supervisionado. Formas de integração com a comunidade, empresas, famílias e alunos Visando formar, qualificar e requalificar os cidadãos no sentido amplo, favorecendo o desenvolvimento contínuo das aptidões para a vida produtiva a Unidade participa de reuniões com empresas, associações da área da manutenção, do "fórum para desenvolvimento da região", de incubadoras de bases tecnológicas, procurando integrar a educação profissional a outras formas de educação, ao trabalho, à ciência e tecnologia, visando formar, qualificar e requalificar os cidadãos no sentido amplo, favorecendo o desenvolvimento contínuo das aptidões para a vida produtiva. Além dessa interação, a Unidade relaciona-se com o mercado de diferentes formas : Semana da Tecnologia da Manutenção; Contato com empresas para encaminhamento de alunos; 24.

25 Visitas técnicas a empresas; Visitas de acompanhamento de estágio (CT); Visitas de acompanhamento sistema dual; Reunião de Pais Atividades Complementares A Escola promove, anualmente, a Semana da Tecnologia da Manutenção. O evento, dirigido à comunidade, a técnicos, empresários, estudantes, empresas e entidades de ensino, tem como objetivo divulgar informações sobre a tecnologia da manutenção, por intermédio de palestras, mini-cursos, exposição de produtos, demonstrações de técnicas de manutenção. São também atividades complementares ao ensino todas as comemorações de datas cívicas como: 1º de maio, 21 de abril, 7 de setembro, 15 de novembro, etc; datas especiais como: Dia do Professor, Dia Mundial de Luta contra a AIDS, etc. Temas transversais tais como saúde e segurança no trabalho, higiene, educação ambiental, cidadania, respeito aos idosos, qualidade de vida e outros, são desenvolvidos regularmente durante os períodos letivos, por meio de atividades diversificadas, promovidas pela Coordenação Pedagógica e pelos Serviços Social e de Apoio ao Ensino. Nesta linha de ação são realizados os seguintes eventos anualmente: 1. SIPAT - (Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho) onde são abordados temas relacionados a conscientização da importância da prevenção de Acidentes. 2. SIMAM - (Semana Interna Meio - Ambiente) que visa conscientizar, desenvolver e manter atividades relacionadas com a conservação do meio - ambiente e utilização dos recursos naturais e seu reaproveitamento. 25.

26 Palestras de orientação profissional são também ministradas a todos os alunos formandos, com o objetivo de: despertar a consciência da necessidade do desenvolvimento de um projeto profissional. orientar quanto à maneira adequada para elaborar, enviar e manter atualizado o currículo profissional. orientar quanto à postura adequada no processo de entrevista para emprego. Como atividades complementares aos cursos regulares (Curso Técnico e Curso de Aprendizagem Industrial ), são promovidas visitas técnicas e visitas a feiras industriais, voltadas ao setor da manutenção. Avaliação interna e externa A avaliação dos serviços educacionais oferecidos pela Unidade é realizada de diversas formas, incluindo pesquisa de satisfação dos clientes, avaliação dos resultados, acompanhamento da ação docente e sistema permanente de avaliação educacional, realizada pela Auditoria Educacional, órgão do Departamento Regional, de acordo com os artigos 35 e 36 do Regimento Comum das Unidades Escolares. Destacam-se, além da Auditoria Educacional, a Escola as auditorias nas áreas administrativa e financeira pela Assessoria de Auditoria (ASA) e na área da qualidade pelo Núcleo da Qualidade do SENAI-SP. Externamente a Unidade participa do Programa de Avaliação da Educação Profissional (PROVEI) promovido pelo Departamento Regional, cujo objetivo é avaliar a qualidade do ensino oferecido. 26.

27 A Unidade é auditada também, nos processos do Sistema de Gestão da Qualidade por empresa contratada pelo Departamento Regional, que certifica os serviços de Educação Profissional baseado na norma ISO 9001:2000. O desempenho global da Escola é analisado criticamente pela equipe escolar, conforme diretrizes do Sistema de Gestão da Qualidade. Após análise, os resultados são amplamente divulgados e as ações de melhoria são implantadas, quando necessário. Acolhimento Cursos Técnicos Inicia-se com a divulgação do Curso na comunidade e empresas, processo que é realizado de forma corporativa. A Escola faz contato com Escolas Públicas da região, distribuindo cartazes e folhetos como forma de divulgação do período de inscrição para os Cursos Técnicos. Envolve os alunos na divulgação, solicitando que levem cartazes e folhetos (quando for o caso) às Escolas Públicas onde cursam o Ensino Médio, possibilitando aos alunos formandos opção de conhecer o Ensino Técnico. Após o processo de seleção, os alunos aprovados e matriculados recebem orientação sobre o curso, Proposta Pedagógica, Manual do Aluno onde são abordados seus direitos e deveres. Este trabalho é desenvolvido pela Assistente Social e pela Coordenadora Pedagógica. Durante todo o curso os alunos são acompanhados recebendo informação e orientações importantes para seu desempenho escolar. Cursos de Aprendizagem Industrial Inicia-se com a divulgação do Curso na comunidade e empresas, processo que é realizado de forma corporativa. A Escola faz contato com Escolas Públicas da região, distribuindo cartazes e folhetos como forma de divulgação do período de 27.

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