PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA

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1 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE

2 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais. Fundamental para a eficácia de qualquer projecto, permite conhecer os recursos e problemas existentes, a interpretação das necessidades locais, bem como a definição de prioridades e estratégias a adoptar. Com o Plano de Desenvolvimento Social (PDS), pretende-se passar de um nível de informação e de conhecimento dos problemas e prioridades, para um nível de decisão e solução, que possibilite dar continuidade à transformação social do Concelho. Neste contexto, procurou-se promover a articulação não só com Projectos e ações de âmbito concelhio, mas também de âmbito nacional, nomeadamente as contempladas e preconizadas pela Estratégia 2020, lançada pela Comissão Europeia em 3/3/2010, nomeadamente em ( ) três áreas prioritárias independentes e que se reforçam mutuamente: Um crescimento inteligente, desenvolvendo uma economia baseada no conhecimento e na inovação; Um crescimento sustentável, promovendo uma economia hipocarbónica, eficiente em termos de recursos e competitiva; E um crescimento inclusivo, promovendo uma economia com altas taxas de emprego que assegure a coesão social e territorial. 1 O Plano de Desenvolvimento Social integra, assim, a um nível local, os problemas prioritários identificados na elaboração do Diagnóstico Social, enquadrados também numa estratégia global. Salienta-se ainda, que a identificação desses problemas é o resultado da reflexão efectuada pelos parceiros locais, distribuídos por grupos de trabalho, paralela a um primeiro levantamento das problemáticas (2011/2012). Por essa razão, às que constam como resultado direto dessa auscultação, acrescem outras ações que se incluem neste Plano, por questões de ajustamento à atualidade económica e social. 1 (Sítio da Comissão Europeia, página de Portugal) 2

3 Os problemas identificados são enquadrados em Eixos de Intervenção Prioritários, dando lugar, por sua vez à definição de objetivos e ações. É ainda de salientar que o PDS tem por objectivo a apresentação das orientações e estratégias a desenvolver no Município nos próximos 2 anos (2013/2015). SIGLAS ACISM - Associação do Comércio, Indústria e Serviços do Concelho de Mafra CHPL Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa CLAS Conselho Local de Acção Social CMM Câmara Municipal de Mafra ERPI Estrutura Residencial para Pessoas Idosas GAE Gabinete de Apoio ao Empreendedorismo IEFP, IP Instituto de Emprego e Formação Profissional Instituição Particular de Solidariedade Social - Instituto da Segurança Social, Instituto Público PDS Plano de Desenvolvimento Social SGQ Sistema Gestão da Qualidade USF Unidade Saúde Familiar 3

4 Indicadores de Caraterização Eixo Estratégico Domínios de Intervenção 1. Carência na cobertura da Resposta Social ERPI, Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, nomeadamente vagas protocoladas (Rede Solidária); Existência listas de espera; 2. Carência de cobertura de equipamentos para acolhimento de idosos portadores de doenças do foro mental; 3. Carência na cobertura de equipamentos/ Respostas, para Crianças até 3 anos; Existência de listas de espera (Rede Solidária). DEMOGRAFIA E EQUIPAMENTOS 1. Reforçar as estruturas de apoio ao idoso, nomeadamente na Resposta ERPI, Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (Rede Solidária); 2. Criar Resposta/s no âmbito da Saúde Mental do Idoso; 3. Reforçar a estrutura de apoio à Infância, na Resposta até aos 3 anos. 1. Diminuição de todos os tipos de crime; 2. Aumento do número de condutores fiscalizados; 3. Diminuição de acidentes rodoviários; 4. Diminuição da sinistralidade grave; 5. Diminuição do número de patrulhas às escolas, mas aumento no caso do Idoso e do Comércio; 6. Diminuição do número de ocorrências de violência doméstica. SEGURANÇA 1. Reforçar o Policiamento de Proximidade através dos Programas Especiais; 2. Reforçar iniciativas de promoção da formação cívica; 3. Dinamizar e implementar projetos de mediação/ intervenção local. 1. Inexistência de equipamentos e respostas sociais, à escala concelhia, no âmbito da Saúde mental; 2. Aumento significativo do número de atendimentos no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (de 2011 para 2012, +81,6%,); 3. Existência, em média, de utentes por cada médico (31) e de por cada enfermeiro (45); 4. Existência de utentes (38,4%) sem Médico de Família atribuído. SAÚDE 1. Criar respostas sociais específicas, no âmbito da Saúde mental; 2. Criar Rede de Apoio Domiciliário para doentes mentais com vista á sua autonomia; 3. Desenvolver ações de formação/ informação para familiares de doentes mentais; 4. Proporcionar condições que favoreçam a mobilidade de médicos/ enfermeiros/técnicos de saúde, para o concelho de Mafra. 5. Aumentar o número de utentes com médico de família atribuído, através da abertura de USF`S. 6. Uniformizar o hospital de referência no âmbito da Saúde 4

5 do Adulto e da Saúde Materno Infantil. Porque com o fecho de algumas valências no Centro Hospitalar de Torres Vedras, é necessário adaptar o hospital de referência de forma a aumentar a acessibilidade da população. (Hospital de Santa Maria) 1. Crescimento demográfico, nomeadamente da população jovem; 2. Procura Educativa crescente nos diversos níveis de escolaridade; 3. Resultados escolares do Concelho de Mafra superiores à média nacional; 4. Elevada taxa de desistência de alunos em idade de escolaridade obrigatória (> valores nacionais); 5. Elevada taxa de repetência de alunos na transição entre Ciclos e na conclusão do Ensino Secundário (> valores nacionais); 6. Predominância de trabalhadores com baixas qualificações; 7. Oferta de emprego no Concelho divergente das necessidades apresentadas 8. Oferta de cursos de educação e formação para jovens e adultos e cursos profissionais 9. Elevada taxa de desemprego - Média mensal no 1º trimestre 2013: desempregados; 10. Incidência significativa de Desemprego nos níveis de escolaridade, secundário e superior. EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO E EMPREGO 1. Identificar fatores que contribuem para o insucesso escolar e consequente implementação de medidas eficazes; 2. Disponibilizar recursos técnicos que viabilizem o acompanhamento regular dos alunos com percursos escolares problemáticos; 3. Promover o envolvimento dos pais e encarregados de educação na vida escolar dos seus educandos como forma de melhorar resultados e reduzir eventuais problemas de indisciplina. 4. Divulgar, aos jovens, informação sobre as ofertas formativas disponíveis, nomeadamente as saídas vocacionais/ profissionais, esclarecendo as vantagens e desvantagens relativamente à entrada no mercado de trabalho; 5. Reforçar a articulação entre os vários Agentes Locais (entidades ligadas à formação profissional e/ou emprego, empresas, instituições de ensino), contribuindo para a angariação/ estabelecimento de parcerias. 6. Desenvolver projetos de qualificação, reconversão profissional e certificação escolar e profissional. 7. Fomentar o empreendedorismo. 5

6 I. DEMOGRAFIA E EQUIPAMENTOS (INFRA-ESTRUTURAS DE APOIO) Objectivo geral Objectivos específicos Actividades/ Ações 1. Reforçar as estruturas de apoio ao idoso 2. Reforçar a estrutura de apoio à infância Aumentar a capacidade da Resposta Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) 1.2. Promover atividades que proporcionem o Envelhecimento Ativo 1.3. Criar respostas no âmbito da saúde mental do idoso 1.4. Promover a implementação e desenvolvimento da Gestão da Qualidade 2.1. Aumentar a capacidade da Resposta para crianças até 3 anos Promover o alargamento do n.º de vagas para idosos Consolidar estratégia/ procedimento de aferição das listas de espera na resposta ERPI, entre Entidades, com regularidade semestral Organizar um evento/ iniciativa que promova o convívio multigeracional (outdoor, por exemplo) Organizar um evento/ iniciativa que reúna temáticas de interesse sénior (num formato Expo, por exemplo) Promover atividades regulares com vista ao desenvolvimento pessoal, aquisição de conhecimentos e ocupação de tempos livres Promover iniciativas de Turismo Sénior, recorrendo ao intercâmbio entre Serviços de Ação Social dos Municípios em território nacional Reforçar a divulgação dos objetivos e atividades da Universidade Sénior Criar uma plataforma de comunicação entre interlocutores locais institucionais privilegiados, que permita o registo e identificação de situações de idosos em isolamento Planear a conceção de estrutura de alojamento sénior, especializada na prestação de cuidados de saúde mental Criar instrumento de informação de dados sobre estado de implementação dos SGQ nas instituições locais Organizar sessão coletiva de informação e partilha de experiências entre as instituições locais Promover o alargamento do n.º de vagas para crianças até 3 anos Indicadores de monitorização/avaliação N.º de que alargaram a Resposta N.º de vagas acrescidas N.º de reuniões entre Entidades com resposta ERPI (Rede Solidária) N.º de participantes (Entidades e Utentes) N.º de participantes (Entidades e utentes) Entidades Envolvidas IEFP NE Agrupamentos Escolas Saúde Prazo de Implementação N.º de Atividades e de participantes N.º de Atividades e de participantes N.º de ações de promoção/ divulgação Plataforma criada/ não criada Juntas de Freguesia Ficha de Planeamento CLAS Instrumento criado/ não criado N.º Participantes N.º de que alargaram a Resposta N.º de vagas acrescidas NE CLAS 6

7 2. SEGURANÇA Objectivo geral Objectivos específicos Actividades/ Ações 1.1. Reforçar ações da Escola Segura Organizar e desenvolver sessões de sensibilização/ informação junto da comunidade escolar (alunos, professores e pais) sobre diversas temáticas adequadas ao universo escolar ou familiar Reforçar / dinamizar o patrulhamento nas imediações das infra-estruturas escolares. Indicadores de monitorização/avaliação N.º de sessões efectuadas, destinatários e temáticas Efectivo reforçado / efectivo não reforçado Entidades Envolvidas, (MAI) Prazo de Implementação 1.2. Reforçar ações do Núcleo de Apoio ao Comércio Desenvolver ações de informação e sensibilização junto de comerciantes locais ou associações de comerciantes e industria. N.º de ações efectuadas, destinatários e temáticas, Associações de Comércio e Industria 1. Reforçar o Policiamento de Proximidade 1.3. Reforçar ações do Núcleo de Apoio ao Idoso Registar, sinalizar e participar formalmente às diversas entidades com responsabilidade social, médica ou legal, todas as situações de idosos que se encontrem em situação de risco, abandono, exclusão social, isolamento, ou debilidade higienosanitária, que tenham conhecimento no decurso da actividade operacional da, procurando criar as sinergias necessárias junto dos diversos parceiros e entidades locais para a sua identificação, sinalização, auxilio, mediação, acompanhamento e resposta adequada às situações verificadas. N.º de situações registadas, sinalizadas ou participadas / registo interno ou externo da resposta dada pelas diversas entidades à situação identificada. Delegado de Saúde CLAS Bombeiros Tribunais Outras Promover ações de sensibilização e informação, em diversas temáticas, no domínio da segurança, violência doméstica e segurança rodoviária, finalidade o reduzir os números de incidência. N.º de ações e participantes (Entidades e Utentes) Diversas 2. Promoção da formação cívica; 2.1. Reforçar iniciativas de promoção da formação cívica, favorecendo a comunicação, o convívio intergeracional e a cidadania Organizar um evento / iniciativa no âmbito dos diversos Programas Especiais, ou problemáticas específicas, em parceria com as diversas entidades locais, que promova um convívio multigeracional e melhor integração social, criando externalidades positivas ao nível da inclusão, cooperação e comunicação entre os diversos intervenientes, interlocutores e destinatários. N.º de participantes (Entidades e Utentes) Agrupamentos Escolas Diversas 3. Dinamizar, implementar projetos de mediação/ intervenção local Implementar projetos de mediação/ intervenção local No âmbito das suas competências e atribuições, dinamizar, formular, mediar ou dirigir projectos de intervenção local, mesmo que em parceria com outras entidades ou parceiros locais, tendo por finalidade incrementar a qualidade, eficiência ou eficácia da resposta desta Força de Segurança, ou N.º de intervenções, projectos, reuniões ou ações asseguradas / Garantia da segurança enquanto bem público e prossecução da missão da Guarda Nacional Republicana Diversas 7

8 dos diversos parceiros, entidades e destinatários, favorecendo a prossecução da missão geral e específica da Guarda Nacional Republicana no Concelho. 3. SAÚDE Objectivo geral Objectivos específicos Actividades/ Ações Indicadores de monitorização/avaliação 1. Melhorar a prestação de cuidados de saúde ao nível local 1.1. Criar Respostas Especificas no âmbito da Saúde Mental 1.2. Aumentar número de utentes com Médico de Família 1.3. Melhorar acessibilidade às especialidades/ Hospital de referência. 4. EDUCAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E EMPREGO Formalizar a articulação multidisciplinar entre Parceiros Locais, na intervenção de situações de pessoas portadoras de doença mental, através da criação de grupo de trabalho/ núcleo de intervenção Criar/ adaptar rede de apoio domiciliário para apoio no acompanhamento a pessoas com doença mental (na toma da medicação, por exemplo) Desenvolver ações de formação/ informação para familiares de pessoas com doença mental Concretizar aumento de número de utentes com médico de família, através da abertura de USF Proporcionar condições que favoreçam a mobilidade de médicos/ enfermeiros/técnicos de saúde, para o concelho de Mafra Uniformizar o hospital de referência no âmbito da Saúde do Adulto e da Saúde Materno Infantil 2. Objectivo geral Objectivos específicos Actividades/ Ações 1. Combater o absentismo e insucesso escolar Contribuir para a redução da Taxa de desistência dos alunos de 16 anos Identificar e sistematizar as principais causas da taxa de desistência dos alunos em idade da escolaridade obrigatória, para implementação de medidas eficazes ajustadas Criar grupo de trabalho para analisar e discutir resultados, e propor medidas a implementar. Grupo criado/ não criado Resposta criada ou adaptada/ não criada ou não adaptada N.º Ações/ N.º participantes Entidades Envolvidas Prazo de Implementação USF criadas/ Não criadas N.º de Recursos Humanos acrescidos por via da mobilidade Uniformização concretizada/ não concretizada Indicadores de monitorização/avaliação Dados recolhidos e sistematizados Entidades Envolvidas Prazo de Implementação Grupo criado/ não criado 2 Quando concretizado o encerramento previsto de algumas respostas no Centro Hospitalar de Torres Vedras, é necessário adaptar o hospital de referência de forma a aumentar a acessibilidade da população. (Hospital de Santa Maria) 8

9 2. Promover e valorização da qualificação e do emprego 1.2. Contribuir para a redução da taxa de repetência nos alunos na transição entre ciclos e na conclusão do Ensino Secundário 1.3. Promover o acompanhamento regular dos alunos com percursos escolares problemáticos 1.4. Promover o envolvimento dos pais e encarregados de educação na vida escolar dos seus educandos 2.1. Divulgar aos jovens a oferta formativa e respetivas saídas profissionais 2.2. Divulgar à população adulta, oferta formativa e de emprego para Ativos Identificar e sistematizar as principais causas da taxa de repetência nos alunos na transição entre ciclos e na conclusão do Ensino Secundário, para implementação de medidas eficazes ajustadas Criar grupo de trabalho para analisar e discutir resultados, e propor medidas a implementar Reforçar respostas de orientação vocacional, escolar e profissional Organizar e desenvolver sessões de formação parental Disponibilizar no sistema de informação local a oferta de Cursos e Ações de Formação do Concelho Disponibilizar no sistema de informação local a oferta de Cursos e Ações de Formação do Concelho. Dados recolhidos e sistematizados Grupo criado/ não criado N.º de respostas criadas/ alargadas N.º de alunos abrangidos N.º de Sessões/ N.º Participantes Disponibilização/ não disponibilização IEFP, IP Agrupamentos Escolares Disponibilização/ não disponibilização Dinamizar Bolsa Local de Emprego. N.º Ofertas recebidas/ colocações IEFP/ GIP 3. Fomentar o empreendedorismo 3.1. Promover o acesso ao emprego por via do empreendorismo Divulgar, periodicamente, medidas e apoios no âmbito da temática do emprego, junto das entidades empregadoras (Entidades Públicas e Privadas) Divulgar o Gabinete de Apoio ao Empreendedorismo (CMM). Divulgação efectuada / não efectuada. Divulgação efectuada / não efectuada. NE IEFP GAE/ CMM IEFP, IP APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS DE MAFRA 21 DE MAIO

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