Rede Social do Concelho de Pampilhosa da Serra

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1 Rede Social do Concelho de Pampilhosa da Serra

2 O Plano de para o ano de 2006 constitui-se enquanto instrumento de trabalho tendo sido construído com base no Plano Desenvolvimento Social. Apresenta um conjunto variado de acções que integram os objectivos específicos e as estratégias de acção definidos em PDS. Encontra-se, assim, estruturado da seguinte forma: Entidades Responsáveis Jan. Fev. Ma Abr Mai Jun Jul. Ago Set. Out Nov Dez. A partir da identificação do(s) objectivo(s) estratégico(s) definidos em PDS, são identificados a(s) acção (ões) que lhe(s) está(ão) associada(s)s bem como discriminadas as actividades a desenvolver o cronograma e as entidades responsáveis. 2

3 Tendo em conta a diversidade de acções planificadas no âmbito dos três eixos estratégicos para uma intervenção integrada considerados no Diagnóstico Social e operacionalizados em PDS, foi definido enquanto metodologia de acção o seguinte: Definição de um Plano Mensal - Pretende-se realizar um plano mensal de todas as actividades, agrupando-as por eixo de intervenção e identificando o tipo de acção; Realização de Reuniões com os Diferentes Parceiros Trata-se de reuniões descentralizadas a realizar com os diferentes parceiros, pretendendo-se: Apresentar o plano de acção nas suas especificidades focando as actividades especificas de cada sector, numa lógica de envolver todas as entidades parceiras do Conselho Local de Social na sua dinamização; Constituir grupos de trabalho atribuindo responsabilidades na dinamização e concretização do plano de acção. 3

4 A avaliação tem um carácter imprescindível num processo de intervenção comunitária. Trata-se de um instrumento de trabalho privilegiado no que diz respeito à gestão das acções permitindo identificar os erros e proceder às alterações necessárias. A avaliação do Plano de será realizada semestralmente com base na grelha de avaliação construída para o efeito (Anexo I), que prevê um conjunto de critérios pré-definidos enquanto elementos de verificação. São, assim, considerados os seguintes critérios: Pertinência: A avaliação da pertinência faz-se a dois níveis: por um lado, avaliando a forma como o plano intervém nos problemas/necessidades identificados no Diagnóstico Social e, por outro, de que forma os objectivos das acções são definidos com base nesses problemas. Eficácia: Pretende-se avaliar se as actividades previstas foram desenvolvidas e que forma os resultados estão em consonância com o que foi definido enquanto objectivo geral e objectivos específicos. Eficiência: Pretende avaliar de que forma os recursos (materiais, financeiros, humanos, etc.) estão a ser geridos para atingir os resultados previstos. Grau de Execução: Pretende avaliar a relação entre os resultados obtidos, os recursos e meios de divulgação utilizados na dinamização das actividades previstas, os indicadores de avaliação considerados, e os obstáculos identificados. Para além desta grelha, o acompanhamento das acções será monitorizado através da aplicação do gráfico Gantt (Anexo II), que funcionará enquanto instrumento de controlo ao nível da execução das acções. 4

5 Objectivo Estratégico: DESENVOLVER ACTIVIDADES QUE PROMOVAMO EMPREGO, APROVEITANDO O POTENCIAL ENDÓGENO Jan. Fev. Mar Abr Mai Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Reunião Núcleo 1. Dinamizar sessões de promoção do potencial endógeno, nomeadamente da Floresta (preservação, limpeza e reordenamento) de medidas de apoio. Executivo - Definir grupo de trabalho. Contactos com instituições da área ( Zona Agrária, IEFP, Associações, Gabinete Florestal da Câmara Municipal). Reuniões com as entidades para definição de Plano das Sessões e GRUPO DE TRABALHO NÚCEO EXECUTIVO das freguesias. Reuniões com Presidentes de Junta de Freguesia seleccionados. Elaboração de um panfleto e sua divulgação junto da população. GRUPO DE TRABALHO 5

6 APOSTAR O SECTOR DO TURISMO 2. Rentabilizar a cooperativa existente no sentido de vir a comercializar produtos de origem concelhia. Reuniões com equipa da Santa Casa da Misericórdia de Pampilhosa da Serra definição de estratégia a adoptar no processo de rentabilização da cooperativa. Definir o Projecto mais adequado à cooperativa existente elaborando um estudo económico financeiro. PARCERIA Elaboração de uma candidatura PARCERIA Estabelecimento de contactos com potenciais parceiros. PARCERIA 6

7 APOSTAR NO SECTOR DO TURISMO 3. Dinamizar cursos de formação na área da Restauração. Reunião para definição de estratégia de acção. Levantamento sobre as necessidades de formação junto dos proprietários de Restaurantes. GRUPO/ELEMENTO DE APOIO Definição de estratégias para financiamento das acções de formação. GRUPO/ELEMENTO DE APOIO Contactos com entidades formadoras na área. GRUPO/ELEMENTO DE APOIO Elaboração do plano das sessões de formação. Divulgação das sessões GRUPO/ELEMENTO DE APOIO 7

8 APOSTAR NO SECTOR DO TURSMO 4. Reestruturar e divulgar página oficial da Câmara Municipal da Internet. Reuniões para definição de um novo formato do site oficial do concelho. CLASPPS Definição de um responsável pela dinamização da página. CLASPPS Criação de um mecanismo de recolha de informação institucional de âmbito concelhio. Aplicar o método seleccionado a nível concelhio 8

9 DESENVOLVER FORMAÇÃO EM ÁREAS DIVERSIFICADAS 5. Realizar um levantamento da necessidade de educação/formaçã o do concelho. Reuniões com Juntas de Freguesia e Colectividades - definição da metodologia a utilizar.. Identificação de um TÉCNICOS NO TERRENO responsável pela gestão e animação dos grupos de trabalho. Constituição de grupos de trabalho com a população local e definição de plano de trabalho. JUNTAS DE FREGUESIA RESPONSÁVEL Construção de instrumentos de trabalho de recolha e avaliação de dados. RESPONSÁVEL 9

10 DESENVOLVER FORMAÇÃO EM ÁREAS DIVERSIFICADAS 5. Realizar um levantamento (cont.) Consulta junto das instituições locais e dos empresários locais levantamento das necessidades de formação. RESPONSÁVEL 6. Dinamizar cursos de formação em áreas relevantes para o concelho. Definir e seleccionar as áreas relevantes para o concelho. Preparar candidatura a programa nacional e/ou comunitário CLASPPS CLASPPS Apresentar candidatura. ENTIDADE PROMOTORA 10

11 DESENVOLVER FORMAÇÃO EM ÁREAS POTENCIAIS INCREMENTAR ACÇÕES AO NÍVEL DO ENSINO RECORRENTE DESENVOLVER ACÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EXTRA-ESCOLAR 7. Criar uma empresa de inserção no concelho ( inicia no ano 2007) 8. Criar no concelho uma entidade formadora. 9. Criar um guia concelhia sobre programas de apoio no âmbito do IV QCA( inicia no ano de 2007) Reunião de CLASPPS - definir a entidade disponível e com melhor condições para a certificação Elaborar dossier de candidatura. Entrega de dossier a entidade certificadora ENTIDADE PROMOTORA 11

12 INCREMENTAR ACÇÕES AO NÍVEL DO ENSINO RECORRENTE DESENVOLVER ACÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EXTRA-ESCOLAR 10. Dinamizar um curso de ensino recorrente. 11. Desenvolver acções de alfabetização/edu cação extra escolar em todas as freguesias do concelho (cursos para aquisição de competências pessoais e sociais, desenvolvimento da literacia, novas tecnologias, etc) A partir do levantamento educação/formação realizado, identificar os níveis de ensino a implementar. Reuniões para definir projecto Elaborar um projecto - proposta com vista a estabelecer parcerias estratégicas com vista à realização de cursos de alfabetização e educação extra escolar Definição de um responsável pela dinamização do processo Contactos com DREC negociação para destacamento de professores para dinamização do projecto. RESPONSÁVEL 12

13 DESENVOLVER ACÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EXTRA-ESCOLAR 11. Desenvolver acções de alfabetização/edu cação extra escolar em todas as freguesias do concelho. (cont.) Contactos com empresas para obtenção de patrocínios para possível financiamento do Projecto. Contactos/Articulação com Juntas de Freguesia. RESPONSÁVEL RESPONSÁVEL Entrega de projecto na DREC RESPONSÁVEL ELEMENTOS DA PARCERIA - CLASPPS Implementação do Projecto DREC PARCERIAS 13

14 PROMOVER ALTERNATIVAS DE FORMAÇÃO/ENSINO ADEQUADAS ÁS NECESSIDADES DOS ALUNOS 12. Elaborar um estudo transversal sobre competências e perspectivas da comunidade escolar Estabelecer contactos com parceiros na área da educação Estabelecer contactos com instituições do ensino superior para parceria. GABINETE DE EDUCAÇÃO E CULTURA DA AUTARQUIA GABINETE DE EDUCAÇÃO E CULTURA DA AUTARQUIA Definição de um responsável pela gestão/orientação do estudo. Implementação do estudo ENTIDADE EXECUTORA 14

15 PROMOVER ALTERNATIVAS DE FORMAÇÃO/ENSINO ADEQUADAS ÁS NECESSIDADES DOS ALUNOS 13. Elaborar um levantamento para aferir os interesses ao nível da educação no ensino secundário Reuniões com Conselho Executivo e Directores de Turma. Construção de inquéritos a aplicar: um dirigido aos alunos, outro dirigido PROJECTO TRILHOS PROJECTO TRILHOS aos pais e/ou encarregados de educação. Aplicar 1.ª fase de inquéritos aos alunos do 2.º, 3.ºciclos e secundário PROJECTO TRILHOS e pais, no final do 2.º e 3.º período de avaliação. Apresentação dos resultados da 1.ª fase ao Núcleo PROJECTO TRILHOS Executivo/CLASPPS. 15

16 PROMOVER ALTERNATIVAS DE FORMAÇÃO/ENSINO ADEQUADAS ÁS NECESSIDADES DOS ALUNOS Apresentação de 13. Elaborar um levantamento para aferir os resultados Conselho Executivo da escola e interesses ao Conselho Municipal de nível da educação Educação. no ensino secundário (cont.) Definir nova equipa para elaboração da 2.ª fase do estudo. PROJECTO TRILHOS 14. Dinamizar na escola, curso educação formação na área de Mesa e Bar. Acompanhamento do curso. PROJECTO TRILHOS AGRUPAMENTO VERTICAL ESCALADA DE PAMPILHOSA DA SERRA 16

17 PROMOVER ALTERNATIVAS DE FORMAÇÃO/ENSINO ADEQUADAS ÁS NECESSIDADES DOS ALUNOS 15. Promover a dinamização de um curso de currículos alternativos. Reuniões com Conselho Executivo da escola. Reuniões com Assembleia de Escola. PROJECTO TRILHOS PROJECTO TRILHOS Levantamento junto dos alunos do 2.º ciclo para aferir níveis de insucesso educativo PROJECTO TRILHOS AGRUPAMENTO VERTICAL ESCALADA DE PAMPILHOSA DA SERRA Apresentação de resultados ao Conselho Executivo e ao CLASPPS. PROJECTO TRILHOS 17

18 PROMOVER ALTERNATIVAS DE FORMAÇÃO/ENSINO ADEQUADAS ÁS NECESSIDADES DOS ALUNOS 16. Desenvolver parcerias para a dinamização de cursos de carácter profissional no concelho (com equivalência ao 12.º ano) Reunião com CLASPPS Reuniões com parceiros da educação definição de estratégias para implementação do ensino profissionalizante o concelho. CÂMARA MUNICIPAL Definição de projecto CÂMARA MUNICIPAL piloto. AGRUPAMENTO VERTICAL ESCALADA DE PAMPILHOSA DA SERRA Contactos com instituições no âmbito do CÂMARA MUNICIPAL AGRUPAMENTO VERTICAL ensino profissional ESCALADA DE PAMPILHOSA DA SERRA Implementação de projecto piloto AVEPS ESCOLA PROFISSIONAL 18

19 PROMOVER A EDUCAÇÃO PARENTAL 17. Dinamizar acções de formação/informa ção dirigidas a pais e/ou encarregados de educação. Reunião com projecto Trilhos para preparação das sessões e definição de temáticas Reuniões com Associação de Pais e/ou Encarregados de PROJECTO TRILHOS Educação. Dinamização das sessões. PROJECTO TRILHOS 19

20 PROMOVER A EDUCAÇÃO PARENTAL 18. Desenvolver uma actividade anual que envolva a comunidade escolar e educativa. Reuniões com Conselho Executivo da Escola. Reuniões/Articulação com Projecto Trilhos e Associação de Pais colaboração na MUNICÍPIO DE PAMPILHOSA DA SERRA DA REDE preparação. Preparação da Festa da AGRUPAMENTO VERTICAL família na Escola. ESCALADA DE PAMP. SERRA Convite a todos os pais e encarregados de educação e instituições públicas e privadas AGRUPAMENTO VERTICAL ESCALADA DE PAMP. SERRA locais. Dinamização da Festa da família na escola no AGRUPAMENTO VERTICAL âmbito do encerramento ESCALADA DE PAMP. SERRA do ano lectivo. 20

21 MOTIVAR O CORPO DOCENTE E A COMUNIDADE ESCOLAR Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. 19. Dinamizar uma actividade anual de recepção aos docentes Reuniões com Conselho Executivo da Escola Preparar questionário MUNICÍPIO DE PAMPILHOSA DA SERRA para aferir o grau de motivação e satisfação do corpo docente. CLASPPS MUNICÍPIO DE PAMPILHOSA DA SEERA Elaborar guiado docente no concelho de AGRUPAMENTO VERTICAL ESCALADA DE PAMP. SERRA Pampilhosa da Serra Preparação da actividade: Conhecer o concelho: instituições, projectos e recursos Dinamização da actividade Avaliação MUNICÍPIO DE PAMPILHOSA DA SERRA AGRUPAMENTO VERTICAL ESCALADA DE PAMP. SERRA MUNICÍPIO DE PAMPILHOSA DA SERRA AGRUPAMENTO VERTICAL ESCALADA DE PAMP. SERRA 21

22 MOTIVAR O CORPO DOCENTE E A COMUNIDADE ESCOLAR 20. Desenvolver acções de formação dirigidas a professores e comunidade escolar e educativa em geral. (continua no próximo ano) Reuniões com o Conselho Executivo da Escola averiguar quais as necessidades ao nível da formação. Elaboração do plano de formação para o ano lectivo 2006/2007 N.EXECUTIVO 21. (Inicia em 2007) 22

23 DAR CONTINUIDADE A RESPOSTAS DE APOIO EDUCATIVO, PSICOSSOCIAL E VOCACIONAL NA ESCOLA. 22. Desenvolver acções no sentido de dar continuidade a respostas de apoio educativo, psicossocial e vocacional na escola. Contactos com a DREC informação de como manter o gabinete biopsicossocial e a unidade de orientação pessoal e vocacional na Escola. CLASPPS Reuniões com Conselho Executivo da Escola. Elaborar candidatura ao programa Escolas 2.º Geração numa lógica de continuidade do projecto PROJECTO TRILHOS Trilhos, tendo em conta os serviços existentes surgiram desse projecto. 23

24 CRIAR SERVIÇOS MÉDICOS E DE ENFERMAGEM DE PROXIMIDADE 23. Articular com o Centro de Saúde no sentido de implementar um serviço ambulatório de enfermagem na freguesia de Fajão. 24. Promover condições para que o quadro de enfermagem e médico do Centro de Saúde de Pampilhosa da Serra seja preenchido. Reunião com o Centro de Saúde de Pampilhosa da Serra. Processo de implementação do serviço na freguesia. Reunião com Centro de Saúde. Definir estratégias de negociação com estruturas regionais. Diligências no sentido de colocar as estratégias em prática. N. EXECUTIVO DA REDE CENTRO DE SAÚDE CENTRO DE SAÚDE CLASPPS CENTRO DE SAÚDE CLASPPS 24

25 CRIAR SERVIÇOS MÉDICOS E DE ENFERMAGEM DE PROXIMIDADE 25. Desenvolver acções que visem melhorar o acesso da população aos serviços de saúde localizados fora do concelho. Reunião com os técnicos locais levantamento de dados para fundamentação. Contacto(s) com Centro N. EXECUTIVO de saúde listagem de pessoas encaminhadas para consultas de especialidade no ano de Reunião na ARS com CENTRO DE SAÚDE Centro de Saúde MUNICÍPIO DE negociação de estratégias PAMPILHOSA DA SERRA de apoio. PARCEIRO DO CLASPPS Implementação da estratégia adoptada. CENTRO DE SA 25

26 RENTABILIZAR OS RECURSOS INSTITUCIONAIS LOCAIS 26. Criar uma Unidade de Cuidados Continuados no concelho Acompanhar a candidatura realizada pela Santa Casa da Misericórdia CLASPPS 27. Desenvolver acções que visem a rentabilização da clínica de fisioterapia existente Reunião com representante da Santa Casa da Misericórdia ponto situação relativamente à Clínica de N. EXECUTIVO DA REDE SOCIAL Fisioterapia. Abertura de Clínica ao SANTA CASA DA público em geral. MISERICÓRDIA DE PAMP. DA SERRA Divulgação do serviço junto da população e instituições locais. SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE PAMP. DA SERRA 26

27 PROMOVER HÁBITOS/ESTILOS DE VIDA SAUDÁVEIS NA POPULAÇÃO 28. Desenvolver acções de informação/preve nção no âmbito da educação para a saúde. Constituição do grupo de trabalho definição da problemática a trabalhar durante cada ano (2006 a 2008) SANTA CASA DA MISERICÓRDIA NÚCLEO EXECUITVO CENTRO DE SAÚDE Definição do plano de acção (tipologia das GRUPO DE TRABALHO acções, datas e CENTRO DE SAÚDE localidades). Contactos com Presidentes de Junta de GRUPO DE TRABALHO freguesia. Realização das acções definidas em plano. GRUPO DE TRABALHO Contactos com serviços especializados para dinamização de acções SERVIÇOS ESPECIALIZADOS de rastreio. 27

28 PROMOVER A MELHORIA DA QUALIDADE DEVIDA DAS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA E DOENÇA MENTAL. 29. Realizar um estudo sobre as necessidades ao nível da população portadora de deficiência e doença mental no concelho. (continua em 2007) 30. Criar uma estrutura polivalente no concelho para acolhimento e acompanhamento da população portadora de deficiência (inicia em 2007) Constituir grupo de trabalho Definição e enquadramento da problemática. Levantamento e caracterização da população, junto dos serviços de segurança social. Contactos com Presidentes de Junta para confirmação de dados. Elaboração de inquérito GRUPO DE TRABALHO GRUPO DE TRABALHO GRUPO DE TRABALHO por questionário. 28

29 QUEBRAR O ISOLAMENTO MELHORAR AS CONDIÇÕES HABITACIONAIS DA POPULAÇÃO 31. Dinamizar uma actividade anual que envolva a população do concelho, em especial a população idosa. Reunião com técnicos das instituições locais. GRUPO TÉCNICO LOCAL Preparação da actividade : Olimpíadas do Idoso GRUPO TÉCNICO LOCAL Divulgar a actividade junto da comunidade. Dinamização da actividade. INSTITUIÇÕES LOCAIS DO CONCELHO 29

30 MELHORAR AS CONDIÇÕES HABITACIONAIS DA POPULAÇÃO 32. Realizar um estudo sobre as condições habitacionais da população do concelho. Reunião com os técnicos das instituições locais definição da metodologia de trabalho enquadramento da problemática. Contactos com 33. Intervir nas habitações sinalizadas. (inicia no ano 2007) Presidentes de Junta de Freguesia Levantamento e registo GRUPO DE TRABALHO das situações de carência GRUPO DE TRABALHO habitacional identificadas Análise da situações e definição de prioridades GRUPO DE TRABALHO Apresentação de resultados ao CLASPPS 30

31 ANEXO I Grelha de Avaliação 31

32 GRELHA DE AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO Pertinência Eficácia Eficiência Grau de Execução Problemas/ Necessidades Objectivo Geral Objectivo Específico s Previstas s Desenvolvidas Resultados Recursos/ Contributos Parcerias Indicadores de avaliação considerados Meios de Divulgação Utilizados Obstáculos 32

33 ANEXO II Gráfico de Gantt 33

34 Gráfico Gantt para Monitorização das s (adaptado) 1 s Previsto Calendário Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Recursos Custos Respons. Realizado 2 Previsto Realizado 3 Previsto Realizado 4 Previsto Realizado 34

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