INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA"

Transcrição

1 TÍTULO: ANÁLISE DE RASPADOS CUTÂNEOS PARA DIAGNÓSTICO DE DERMATOFITOSES EM ANIMAIS ATENDIDOS PELO HOSPITAL VETERINÁRIO (UFRPE) AUTORES: R. F. C. VIEIRA; L. B. G. SILVA; M. L. FIGUEIREDO; R. A. MOTA; A. P. CUNHA. INSTITUIÇÃO: UFRPE ÁREA TEMÁTICA - Saúde Os fungos são onipresentes em nosso ambiente. Das milhares de espécies de fungo, apenas alguns tem a capacidade de provocar doença nos animais. Os fungos em sua grande maioria são microrganismos do solo ou patógenos vegetais, entretanto, mais de 300 espécies foram relatadas como patógenos para animais (MULLER et al., 1996). As micoses são doenças causadas pelo desenvolvimento de diversas espécies de fungo na pele e no organismo. As micoses superficiais compreendem grupos de afecções causadas por fungos, limitados às camadas queratinizadas ou semiqueratinizadas da pele (SAMPAIO et al., 1985). O primeiro grupo constitui as dermatofitoses, afecções produzidas por vários gêneros de fungos, denominados dermatófitos, que utilizam a queratina como fonte de subsistência. No segundo grupo incluem-se moléstias causadas por fungos que não possuem ação queratolítica, vivem sobre a pele penetrando nos interstícios da camada córnea ou ao redor dos pêlos. Utilizam como fonte de manutenção restos epiteliais ou produtos de excreção, e assim não são considerados parasitos, mas saprófitos ou comensais. Não determinam nenhuma reação por parte do organismo e assim não há manifestações subjetivas ou reações de hipersensibilidade (SAMPAIO et al., 1985). Uma dermatomicose é uma infecção fúngica do pêlo, unha ou pele causada por um não-dermatófito (Aspergillus sp, Penicillium sp, Curvularia sp, Candida sp, Rhyzopus sp), ou seja, fungos não classificados nos gêneros Microsporum, Trichophyton ou Epidermophyton (MULLER et al., 1996). Os dermatófitos que mais freqüentemente infectam os animais são o Microsporum sp e o Trichophyton sp. Esses gêneros podem ser divididos em três grupos com base no habitat natural: geofílico, zoofílico e antropofílico. Os dermatófitos geofílicos, normalmente habitam o solo. Os dermatófitos zoofílicos, tornaram-se adaptados aos animais e apenas raramente são

2 encontrados no solo. Os dermatófitos antropofílicos, tornaram-se adaptados aos humanos e não sobrevivem no solo (MULLER et al., 1996). Em cães e gatos, dermatófitos zoofílicos como Microsporum canis e Trichophyton mentagrophytes e dermatófitos geofílicos como Microsporum gypseum são os mais comuns (WILLEMSE, 1998). A dermatofitose é uma doença extremamente contagiosa, não apenas entre os animais, mas também dos animais para o homem. O contato direto com os artrosporos e hifas é o modo de transmissão (WILLEMSE, 1998). Os dermatófitos são transmitidos por contato com pêlo e caspa infectados ou com elementos fúngicos nos animais no ambiente ou fômites (MULLER et al.,1996). Afora o contato direto, fontes importantes de infecção são os denominados portadores, que são animais sem lesões visíveis mas que, ainda assim conduzem o material infeccioso (WILLEMSE, 1998). As dermatofitoses dos cães e gatos constituem zoonoses de importância, uma vez que estes são, dentre os animais domésticos, os que mantêm mais estreito contato com as crianças, altamente susceptíveis a esses processos (COSTA et al., 1994). Mesmo com a escassez de estudos epidemiológicos sobre a prevalência de doenças nos outros sistemas orgânicos é geralmente aceito que as dermatopatias encabeçam a lista dos problemas, respondendo por 20% a 75% dos casos atendidos na prática clínica de pequenos animais (IHRKE, 1996). Devido ao grande número de animais com dermatopatias atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE, e a importância de chegar ao diagnóstico laboratorial dos possíveis agentes causadores das mesmas, este estudo tem como objetivo diagnosticar a ocorrência de infecções cutâneas fúngicas em animais atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE através da análise de raspados cutâneos. METODOLOGIA: As análises dos materiais coletados no Hospital Veterinário estão sendo executadas no Laboratório de Doenças Infecto-Contagiosas, Departamento de Medicina Veterinária da UFRPE. Os procedimentos laboratoriais estão sendo realizados de acordo com as técnicas descritas por Cruz (1985), que caracterizam-se por dois métodos:

3 Exame microscópico direto, onde uma amostra pequena de pêlos e escamas recebe, sobre uma lâmina de vidro, uma a duas gotas de solução de hidróxido de potássio a 20%, coberta por uma lamínula e é levada ao microscópio para a verificação da presença ou não de esporos e hifas; Cultura em ágar Sabouraud, onde amostras de pêlos e escamas são colocados sobre a placa contendo o meio de cultura. Após sete dias de incubação em temperatura ambiente, faz-se a coleta de amostras da colônia que se desenvolveu na placa e a colocamos em uma lâmina de vidro contendo 1-2 gotas de azul de metileno, levando-a ao microscópio. Através deste método será possível identificar o tipo de dermatófito responsável pela infecção. Os diagnósticos das dermatofitoses encontradas estão sendo registrados em fichas de exames e em livro de casuística, para posteriores avaliações. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Até o momento, foram analisados 102 raspados, 50 (49.02%) deles foram positivos no exame direto, observando-se a presença de artrosporos, e 52 (50,98%) foram negativos. Na cultura em ágar Sabouraud, foram isolados, em 36 amostras, sete gêneros de fungos (Tabela 1). Os mesmos encontravam-se isolados ou associados com bactérias que também cresceram no ágar, estando as bactérias relacionadas na Tabela 2. Tabela 1 Freqüência dos fungos isolados de dermatites de cães atendidos no HV da UFRPE FUNGOS ABSOLUTA RELATIVA (%) Microsporum canis 5 13,89 Aspergilllus sp 10 27,78 Penicillium sp 8 22,22 Cladosporium sp 6 16,67 Curvularia sp 3 8,34 Candida sp 2 5,55 Malassezia canis 2 5,55 TOTAL

4 Tabela 2 - Freqüência dos bactérias isoladas de dermatites de cães atendidos no HV da UFRPE BACTÉRIAS ABSOLUTA RELATIVA (%) Bacillus sp 35 44,88 Staphylococcus sp 33 42,30 Micrococcus sp 5 6,41 Corynebacterium sp 3 3,85 Enterobacter sp 2 2,56 TOTAL Considera-se baixo o número de isolamento de dermatófitos, quando comparado com Campos et al.(2001), que isolou de 865 amostras de raspado de pele, 299 (22,73%) fungos dermatófitos. O baixo índice de isolamento de dermatófitos é provavelmente devido ao fato de se utilizar o ágar Sabouraud sem cloranfenicol e ciclohexamida, que impediriam o isolamento de bactérias e fungos saprófitos, já que estes microrganismos crescem mais cedo, impedindo o isolamento dos dermatófitos. Fato comprovado pelo número de animais positivos ao exame direto. Este trabalho teve início em julho de 2002 e se concluirá em dezembro deste mesmo ano, determinando a freqüência de dermatófitos e fungos oportunistas na referida população de animais. - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COSTA, E. O.; DINIZ, L. S. M.; COUTINHO, S.D. et al. Surtos interespecíficos de dermatomicoses por Microsporum canis e Microsporum gypseum. Rev. Saúde Pública, v. 28, n. 5, p , CRUZ, L. C. H Micologia Veterinária. Imprensa Universitária, Itaguaí, p. IHRKE, P.J. Bacterial skin disease in the dog: A guide to canine pyoderma. Leverkusen: Bayer AG, p.

5 MULLER G. H.; KIRK R. W.; SCOTT D. W. et al. Dermatologia de pequenos animais. 5ª edição. Rio de janeiro: Interlivros, cap.5, p SAMPAIO, S. A. P.; CASTRO, R. M.; RIVITTI, E. A. 3ª edição. Dermatologia básica. Rio de Janeiro: Artes Medicas, p WILLEMSE, T. Dermatologia clínica de cães e gatos. 2ª edição. São Paulo: ed. Manole Ltda, cap. 3, p

DIAGNÓSTICO DE MICOSES EM PEQUENOS ANIMAIS DA CIDADE DE PELOTAS-RS E REGIÃO

DIAGNÓSTICO DE MICOSES EM PEQUENOS ANIMAIS DA CIDADE DE PELOTAS-RS E REGIÃO Autor(es): DIAGNÓSTICO DE MICOSES EM PEQUENOS ANIMAIS DA CIDADE DE PELOTAS-RS E REGIÃO Apresentador: Orientador: Revisor 1: Revisor : Instituição: SANTIN, Rosema; MEINERZ, Ana Raquel Mano; XAVIER, Melissa

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA. Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos. Importador:

BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA. Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos. Importador: BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos Importador: 1 As Dermatofitoses são micoses superficiais nas quais a infecção fungica afeta as camadas

Leia mais

DERMATOFITOSE POR MICROSPORUM GYPSEUM EM FELINO: RELATO DE CASO FELINE DERMATOPHYTOSIS BY MICROSPORUM GYPSEUM: CASE REPORT

DERMATOFITOSE POR MICROSPORUM GYPSEUM EM FELINO: RELATO DE CASO FELINE DERMATOPHYTOSIS BY MICROSPORUM GYPSEUM: CASE REPORT DERMATOFITOSE POR MICROSPORUM GYPSEUM EM FELINO: RELATO DE CASO FELINE DERMATOPHYTOSIS BY MICROSPORUM GYPSEUM: CASE REPORT BALDINI, M.C. 1 ; MOREIRA, K.C. 2 ; FERRARIAS, T.M. 3 ; ROSSI, F.Z. 4 ; BENTUBO,

Leia mais

TRATAMENTO CONVENCIONAL ASSOCIADO À SUPLEMENTAÇÃO FITOTERÁPICA NA DERMATOFITOSE CANINA RELATO DE CASO CONRADO, N.S. 1

TRATAMENTO CONVENCIONAL ASSOCIADO À SUPLEMENTAÇÃO FITOTERÁPICA NA DERMATOFITOSE CANINA RELATO DE CASO CONRADO, N.S. 1 TRATAMENTO CONVENCIONAL ASSOCIADO À SUPLEMENTAÇÃO FITOTERÁPICA NA DERMATOFITOSE CANINA RELATO DE CASO CONRADO, N.S. 1 1 - Graduanda em Medicina Veterinária pelo Centro Universitário de Rio Preto UNIRP

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [DERMATOFITOSE]

www.drapriscilaalves.com.br [DERMATOFITOSE] D [DERMATOFITOSE] 2 A Dermatofitose é uma micose que acomete as camadas superficiais da pele e é causada pelos fungos dermatófitos: Microsporum canis, Microsporum gypseum e Trichophyton mentagrophytes.

Leia mais

Instituto de Biociências IBB. Departamento de Microbiologia e Imunologia. Curso de Biomedicina. Disciplina de Microbiologia Médica.

Instituto de Biociências IBB. Departamento de Microbiologia e Imunologia. Curso de Biomedicina. Disciplina de Microbiologia Médica. 1 Instituto de Biociências IBB Departamento de Microbiologia e Imunologia Curso de Biomedicina Disciplina de Microbiologia Médica Aluno (a): Botucatu 2012 2 ASPECTOS GERAIS DA CARACTERIZAÇÃO MACROSCÓPICA

Leia mais

FREQUÊNCIA DE FUNGOS DERMATÓFITOS EM ONICOMICOSES

FREQUÊNCIA DE FUNGOS DERMATÓFITOS EM ONICOMICOSES Anais da Academia de Ciências e Tecnologia de São José do Rio Preto. 2008: 1(1): FREQUÊNCIA DE FUNGOS DERMATÓFITOS EM ONICOMICOSES FERNANDA CRISTOVÂO CATTÂNEO Resumo. As micoses superficiais de pele são

Leia mais

INCIDÊNCIA DE FUNGOS EM UNHAS DE IDOSOS DE UM ASILO NA CIDADE DE FRANCA-SP

INCIDÊNCIA DE FUNGOS EM UNHAS DE IDOSOS DE UM ASILO NA CIDADE DE FRANCA-SP ORIGINAL INCIDÊNCIA DE FUNGOS EM UNHAS DE IDOSOS DE UM ASILO NA CIDADE DE FRANCA-SP INCIDENCE OF FUNGI ON THE NAILS OF ELDERLY RESIDENTS IN A NURSING HOME IN THE CITY OF FRANCA- SP Karine Cardoso dos Santos

Leia mais

Como fazer um pôster. Adriane Pimenta da Costa Val Adaptado de Amanda Soriano Araújo

Como fazer um pôster. Adriane Pimenta da Costa Val Adaptado de Amanda Soriano Araújo Como fazer um pôster Adriane Pimenta da Costa Val Adaptado de Amanda Soriano Araújo Função Introdução Sintetizar as informações e dados relevantes da pesquisa. Elementos Textos Dados Tabelas, gráficos,

Leia mais

Raniê Ralph Microbiologia Quarta-feira, 13 de dezembro de 2006. Profa Mariceli. Introdução à Micologia. Características gerais dos fungos

Raniê Ralph Microbiologia Quarta-feira, 13 de dezembro de 2006. Profa Mariceli. Introdução à Micologia. Características gerais dos fungos Quarta-feira, 13 de dezembro de 2006. Profa Mariceli. Introdução à Micologia. Características gerais dos fungos Seres heterotróficos, constituídos por células eucarióticas, não fotossintetizantes e que

Leia mais

MICROBIOLOGIA. Profa. Dra. Paula A. S. Bastos

MICROBIOLOGIA. Profa. Dra. Paula A. S. Bastos MICROBIOLOGIA Profa. Dra. Paula A. S. Bastos MICROBIOLOGIA Ementa O curso de Microbiologia destina-se ao auxílio do conhecimento básico e aplicado, colaborando na formação acadêmica e profissional do futuro

Leia mais

DERMATOSES FÚNGICAS EM INDIVÍDUOS PORTADORES DO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA DO MUNICÍPIO DE ERECHIM/RS

DERMATOSES FÚNGICAS EM INDIVÍDUOS PORTADORES DO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA DO MUNICÍPIO DE ERECHIM/RS DERMATOSES FÚNGICAS EM INDIVÍDUOS PORTADORES DO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA DO MUNICÍPIO DE ERECHIM/RS DERMATOSES FÚNGICAS EM INDIVÍDUOS PORTADORES DO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA DO MUNICÍPIO

Leia mais

Cada ml de Nalbix Solução contém 10 mg de clotrimazol. Solução cutânea A solução é límpida, incolor e homogénea, sem contaminação aparente.

Cada ml de Nalbix Solução contém 10 mg de clotrimazol. Solução cutânea A solução é límpida, incolor e homogénea, sem contaminação aparente. RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. NOME DO MEDICAMENTO Nalbix 10 mg/ml Solução cutânea 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada ml de Nalbix Solução contém 10 mg de clotrimazol. Lista completa

Leia mais

Cetoconazol. Prati-Donaduzzi Creme dermatológico 20 mg/g. Cetoconazol_bula_profissional

Cetoconazol. Prati-Donaduzzi Creme dermatológico 20 mg/g. Cetoconazol_bula_profissional Cetoconazol Prati-Donaduzzi Creme dermatológico 20 mg/g Cetoconazol_bula_profissional INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE cetoconazol Medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES

Leia mais

HANSENÍASE EM IDOSOS NO BRASIL NO ANO DE 2012

HANSENÍASE EM IDOSOS NO BRASIL NO ANO DE 2012 HANSENÍASE EM IDOSOS NO BRASIL NO ANO DE 2012 Ana Elisa P. Chaves (1), Kleane Maria F. Araújo (2) Maria Luísa A. Nunes (3),Thainá Vieira Chaves (4), Lucas Chaves Araújo (5) 1 Docente Saúde Coletiva-UFCG

Leia mais

COORDENAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DE GESTÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Projeto de Pesquisa Registrado Informações Gerais

COORDENAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DE GESTÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Projeto de Pesquisa Registrado Informações Gerais COORDENAÇÃO ACADÊMICA Projeto de Pesquisa Registrado Informações Gerais 1. Coordenador (a): ANA KARINA DA SILVA CAVALCANTE (KARINA@UFRB.EDU.BR) Vice- Coordenador (a): 2. Título do projeto: Ocorrência de

Leia mais

Verdades e mentiras sobre a Toxoplasmose

Verdades e mentiras sobre a Toxoplasmose Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Verdades e mentiras sobre a Toxoplasmose Muito se tem falado sobre a Toxoplasmose e seus perigos,

Leia mais

LAUDO 015/2013 - SMS LAUDO FISIOTERAPEUTA EM UNIDADES DE SAÚDE LAUDO PERICIAL DE INSALUBRIDADE E/OU PERICULOSIDADE N.º 015/2013 1

LAUDO 015/2013 - SMS LAUDO FISIOTERAPEUTA EM UNIDADES DE SAÚDE LAUDO PERICIAL DE INSALUBRIDADE E/OU PERICULOSIDADE N.º 015/2013 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE - SMS GERÊNCIA DE SAÚDE DO SERVIDOR MUNICIPAL - GSSM EQUIPE DE PERÍCIA TÉCNICA - EPT LAUDO 015/2013 - SMS LAUDO FISIOTERAPEUTA EM UNIDADES

Leia mais

XIV CURSO DE CAPACITAÇÃO E PREVENÇÃO EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DA AECIHERJ CONCEITOS BÁSICOS E INTRODUÇÃO A INFECÇÃO HOSPITALAR

XIV CURSO DE CAPACITAÇÃO E PREVENÇÃO EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DA AECIHERJ CONCEITOS BÁSICOS E INTRODUÇÃO A INFECÇÃO HOSPITALAR XIV CURSO DE CAPACITAÇÃO E PREVENÇÃO EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DA AECIHERJ CONCEITOS BÁSICOS E INTRODUÇÃO A INFECÇÃO HOSPITALAR Vítor Martins Médico Infectologista ASSUNTOS QUE ABORDAREMOS - Colonização

Leia mais

Oxipelle nitrato de oxiconazol

Oxipelle nitrato de oxiconazol Oxipelle nitrato de oxiconazol FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES Oxipelle solução tópica: Cartucho contendo 1 frasco plástico com 20 ml. USO TÓPICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada ml de Oxipelle

Leia mais

Estudo macro e microscópico de fungos filamentosos e leveduriformes

Estudo macro e microscópico de fungos filamentosos e leveduriformes Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic Estudo macro e microscópico de fungos filamentosos e leveduriformes Objetivos

Leia mais

Editoria: Cidades Manaus Hoje

Editoria: Cidades Manaus Hoje Editoria: Cidades Manaus Hoje Adolescentes são internados vítimas de tiros no rosto ( ) Press-release da assessoria de imprensa (X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação C5 www.portalamazonia.com.br

Leia mais

DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA E ALIMENTAR RESPONSÁVEIS: Jaqueline Ourique L. A. Picoli Simone Dias Rodrigues Solange Aparecida C.

DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA E ALIMENTAR RESPONSÁVEIS: Jaqueline Ourique L. A. Picoli Simone Dias Rodrigues Solange Aparecida C. ESQUISTOSSOMOSE CID 10: B 65 a B 65.9 DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA E ALIMENTAR RESPONSÁVEIS: Jaqueline Ourique L. A. Picoli Simone Dias Rodrigues Solange Aparecida C. Marcon CARACTERÍSTICAS GERAIS DESCRIÇÃO

Leia mais

1: Graduando do curso de medicina da FMU São Paulo, SP. Autor do trabalho.

1: Graduando do curso de medicina da FMU São Paulo, SP. Autor do trabalho. Autores: Thiago de Moraes Cavalcante 1, Carlos Augusto Donini 2 1: Graduando do curso de medicina da FMU São Paulo, SP. Autor do trabalho. 2: Mestre em saúde pública pela FSP/USP e Doutor em saúde pública

Leia mais

PRECAUÇÕES E ISOLAMENTOS. (Falhas na adesão ás práticas de prevenção)

PRECAUÇÕES E ISOLAMENTOS. (Falhas na adesão ás práticas de prevenção) PRECAUÇÕES E ISOLAMENTOS (Falhas na adesão ás práticas de prevenção) Transmissão de agentes infecciosos Podem ser encontrados: -Meio ambiente,ar, água e solo; -Utensílios; -Equipamentos; -Seres vivos -

Leia mais

Nível Técnico Especialização Patologia Clínica em Oncologia

Nível Técnico Especialização Patologia Clínica em Oncologia Concurso INCA 2010 Nível Técnico Especialização Patologia Clínica em Oncologia Este Caderno contém vinte questões discursivas de Conhecimentos Específicos correspondente ao curso descrito acima. Confira

Leia mais

Como preparar. Meios comerciais devem ser hidratados. Primeiramente devem ser pesados. Tansferir para um frasco

Como preparar. Meios comerciais devem ser hidratados. Primeiramente devem ser pesados. Tansferir para um frasco MEIOS DE CULTURA Como preparar Meios comerciais devem ser hidratados Primeiramente devem ser pesados Tansferir para um frasco Hidratar em pequena quantidade e misturar Depois deve-se acrescentar o restante

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: EVOLUÇÃO CLÍNICA E PARASITOLÓGICA DE ANCILOSTOMOSE CANINA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO ADMINISTRAÇÀO DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO PROF: NAZARÉ FERRÀO TURMA: 7-ADN-1

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO ADMINISTRAÇÀO DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO PROF: NAZARÉ FERRÀO TURMA: 7-ADN-1 1 CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO ADMINISTRAÇÀO DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO PROF: NAZARÉ FERRÀO TURMA: 7-ADN-1 I. MEIO AMBIENTE CONCEITOS MEIO AMBIENTE Tudo o que cerca o ser vivo,

Leia mais

Introdução à Micologia e Características Gerais dos Fungos. Prof. Francis Moreira Borges Dep. De Microbiologia

Introdução à Micologia e Características Gerais dos Fungos. Prof. Francis Moreira Borges Dep. De Microbiologia Introdução à Micologia e Características Gerais dos Fungos Prof. Francis Moreira Borges Dep. De Microbiologia Introdução a Micologia Conceito Características Gerais dos Fungos A partir de 1969 Reino Fungi

Leia mais

PNEUMONIA ATÍPICA? O QUE É A

PNEUMONIA ATÍPICA? O QUE É A O QUE É A PNEUMONIA ATÍPICA? A pneumonia atípica, essa doença que tanto ouves falar na televisão, é causada por um vírus. Um vírus é um microrganismo que, para sobreviver, ataca e mata algumas células

Leia mais

www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro

www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Artrite de lyme Versão de 2016 1. O QUE É ARTRITE DE LYME 1.1 O que é? A artrite de Lyme é uma das doenças causadas pela bactéria Borrelia burgdorferi (borreliose

Leia mais

FLUCONAZOL. - 1 - IT_fluconazol_14/04/09

FLUCONAZOL. - 1 - IT_fluconazol_14/04/09 FLUCONAZOL Peso molecular: 306,30 Fórmula molecular: C 13 H 12 F 2 N 6 O CAS: 86386-73-4 DCB: 04109 Ação Terapêutica: antimicótico e antifúngico. Nome químico: 2-(2,4-difluorophenyl)-1,3-bis(1h-1,2,4-traizol-1-yl)propan-

Leia mais

MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE CALOR PPRA

MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE CALOR PPRA MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE CALOR PPRA 1ª edição 2000 2ª edição 2004 3ª edição 2010 4ª edição 2012 5ª edição 2013 6ª edição 2014 TUFFI MESSIAS SALIBA Engenheiro Mecânico, pós-graduado em

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA NA ANÁLISE DE SISTEMAS DE CRIAÇÃO DE FRANGO DE CORTE RESUMO

MODELAGEM MATEMÁTICA NA ANÁLISE DE SISTEMAS DE CRIAÇÃO DE FRANGO DE CORTE RESUMO Mostra Nacional de Iniciação Científica e Tecnológica Interdisciplinar III MICTI Fórum Nacional de Iniciação Científica no Ensino Médio e Técnico - I FONAIC-EMT Camboriú, SC, 22, 23 e 24 de abril de 2009

Leia mais

Fungirox Esmalte Ciclopirox

Fungirox Esmalte Ciclopirox Fungirox Esmalte Ciclopirox Apresentação Frasco com 6 g de esmalte, 2 frascos com removedor de esmalte e 24 lixas para unha. Esmalte Uso tópico USO ADULTO COMPOSIÇÃO Ciclopirox... 80 mg Veículo q.s.p....1

Leia mais

CONHEÇA OS FUNGOS E BACTÉRIAS

CONHEÇA OS FUNGOS E BACTÉRIAS Fungo ou Cogumelo CONHEÇA OS FUNGOS E BACTÉRIAS O termo fungo, em sentido lato, designa os talófitos aclorofilados, isto é, as bactérias ou esquizimicófitas, os fungos mucosos, mixomicetes ou mixomicófitas

Leia mais

REINOS REINO FUNGI CÉLULA FÚNGICA FUNGOS MORFOLOGIA REPRODUÇÃO TAXONOMIA MORFOLOGIA - IMPORTÂNCIA

REINOS REINO FUNGI CÉLULA FÚNGICA FUNGOS MORFOLOGIA REPRODUÇÃO TAXONOMIA MORFOLOGIA - IMPORTÂNCIA REINO FUNGI =S R.PLANTAE =S R.ANIMALIA REINOS VEGETALIA FUNGI ANIMALIA NÃO CLOROFILA NÃO CELULOSE NÃO AMIDO QUITINA GLICOGÊNIO FOTOS- SÍNTESE ABSORÇÃO INGESTÃO MULTI- CELULARES PROTISTA ALGAS PROTO- ZOÁRIOS

Leia mais

INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA

INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA HISTÓRICO DA MICROBIOLOGIA Prof. Givanildo Benicio - Definição: mikros + bios + logos - Primeiros microrganismos 3,5-3,8 bilhões de anos O QUE SÃO MICRORGANISMOS? Organismos

Leia mais

CÓLERA CID 10: A 00.9

CÓLERA CID 10: A 00.9 SUPERINTENDENCIA DE VIGILANCIA PROMOÇÃO E PREVENÇÃO À SAÚDE DIRETORIA DE VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA DAS DOENÇAS TRANSMISSIVEIS E NÃO TRANSMISSIVEIS GERÊNCIA DE DOENÇAS TRANSMISSIVEIS ÁREA DE ASSESSORAMENTO

Leia mais

CONHECIMENTO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR

CONHECIMENTO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR CONHECIMENTO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR CONHECIMENTO, TECNOLOGIA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO E INOVAÇÃO PARA O PARA FORTALECIMENTO O DA AGRICULTURA DA AGRICULTURA FAMILIAR

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Autorizado pela Portaria no 135, de 29/01/09, publicada no DOU no 21, de 30/01/09, seção 1, pág.

CURSO DE ENFERMAGEM Autorizado pela Portaria no 135, de 29/01/09, publicada no DOU no 21, de 30/01/09, seção 1, pág. CURSO DE ENFERMAGEM Autorizado pela Portaria no 135, de 29/01/09, publicada no DOU no 21, de 30/01/09, seção 1, pág. Componente Curricular: MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Código: ENF - 104 Pré-requisito: ENF

Leia mais

ANEXO I DEMOSTRATIVO DE VAGAS POR CARGO, ÁREA DE ATUAÇÃO, PERFIL, ESCOLARIDADE EXIGIDA E LOCALIZAÇÃO.

ANEXO I DEMOSTRATIVO DE VAGAS POR CARGO, ÁREA DE ATUAÇÃO, PERFIL, ESCOLARIDADE EXIGIDA E LOCALIZAÇÃO. ANEXO I DEMOSTRATIVO DE VAGAS POR CARGO, ÁREA DE ATUAÇÃO, PERFIL, ESCOLARIDADE EXIGIDA E LOCALIZAÇÃO. CARGO: ASSISTENTE DE PESQUISA Cód. ÁREA DE ATUAÇÃO N O DE VAGAS POR ÁREA PERFIL 212 Antropologia 2

Leia mais

Microbiologia ambiental relaciona-se principalmente com os processos microbianos que ocorrem no solo, na água, no ar ou nos alimentos;

Microbiologia ambiental relaciona-se principalmente com os processos microbianos que ocorrem no solo, na água, no ar ou nos alimentos; MICRORGANISMOS E MEIO AMBIENTE Microbiologia ambiental relaciona-se principalmente com os processos microbianos que ocorrem no solo, na água, no ar ou nos alimentos; 1 Os microrganismos vivem em comunidades,

Leia mais

14 DE JUNHO DE 2009 ESPIRITUALIDADE, FÉ E PRECE COMO RECURSOS TERAPÊUTICOS DOS HOSPITAIS MODERNOS

14 DE JUNHO DE 2009 ESPIRITUALIDADE, FÉ E PRECE COMO RECURSOS TERAPÊUTICOS DOS HOSPITAIS MODERNOS 14 DE JUNHO DE 2009 ESPIRITUALIDADE, FÉ E PRECE COMO RECURSOS TERAPÊUTICOS DOS HOSPITAIS MODERNOS As implicações da espiritualidade na saúde vêm sendo, cientificamente, avaliadas e documentadas em centenas

Leia mais

Doenças Associadas aos Morcegos e ao Meio Ambiente. cbgitti@ufrrj.br cbgitti@yahoo.com.br

Doenças Associadas aos Morcegos e ao Meio Ambiente. cbgitti@ufrrj.br cbgitti@yahoo.com.br Doenças Associadas aos Morcegos e ao Meio Ambiente cbgitti@ufrrj.br cbgitti@yahoo.com.br Número de mordeduras por animal Ambiente Insalubre DOENÇAS VIRAIS 28 TIPOS DE VÍRUS V JÁJ REGISTRADOS EM MORCEGOS.

Leia mais

Resistência de Bactérias a Antibióticos Catarina Pimenta, Patrícia Rosendo Departamento de Biologia, Colégio Valsassina

Resistência de Bactérias a Antibióticos Catarina Pimenta, Patrícia Rosendo Departamento de Biologia, Colégio Valsassina Resistência de Bactérias a Antibióticos Catarina Pimenta, Patrícia Rosendo Departamento de Biologia, Colégio Valsassina Resumo O propósito deste trabalho é testar a resistência de bactérias (Escherichia

Leia mais

segundo período da Era Paleozóica teve uma duração de 65 milhões de anos, iniciando-se

segundo período da Era Paleozóica teve uma duração de 65 milhões de anos, iniciando-se 1. Ordoviciano segundo período da Era Paleozóica teve uma duração de 65 milhões de anos, iniciando-se há 500 milhões de anos e terminando há cerca de 435 milhões de anos. 1.1. Origem do nome Designado

Leia mais

ESPOROTRICOSE REVISÃO DE LITERATURA Stella Fontes 1, Alessandra Sayegh Arreguy Silva 2, Clarisse Alvim Portilho 3. Introdução

ESPOROTRICOSE REVISÃO DE LITERATURA Stella Fontes 1, Alessandra Sayegh Arreguy Silva 2, Clarisse Alvim Portilho 3. Introdução ESPOROTRICOSE REVISÃO DE LITERATURA Stella Fontes 1, Alessandra Sayegh Arreguy Silva 2, Clarisse Alvim Portilho 3 Resumo: A esporotricose trata-se de uma zoonose causada pelo fungo saprófita dimórfico

Leia mais

Os Invertebrados. Prof. Luis Bruno

Os Invertebrados. Prof. Luis Bruno Os Invertebrados Prof. Luis Bruno Os Poríferos Animais simples que habitam o planeta; Não apresentam órgãos; Sésseis; Maioria de ambiente marinho, mas existem poucas espécies de água doce; São animais

Leia mais

Data: /08/14 Bimestr e:

Data: /08/14 Bimestr e: Data: /08/14 Bimestr e: 2 Nome : Disciplina Ciências : Valor da Prova / Atividade: Professo r: 7 ANO N º Ângela Nota: Objetivo / Instruções: Lista de Recuperação 1.Como é a reprodução dos fungos? Assinale

Leia mais

PLANO DE CURSO 1ª SÉRIE ANO: 2008

PLANO DE CURSO 1ª SÉRIE ANO: 2008 PLANO DE CURSO 1ª SÉRIE ANO: 2008 CURSO: MEDICINA DEPARTAMENTO: SAÚDE COLETIVA DISCIPLINA: IMUNOLOGIA BÁSICA CARGA HORÁRIA: 72h/a PROFESSORES: Prof. Dr. Valmir Laurentino Silva Prof a. Dr a. Maria das

Leia mais

Hepatites virais e profissionais de saúde

Hepatites virais e profissionais de saúde Hepatites virais e profissionais de saúde Prof. Antonio Carlos de Castro Toledo Jr. Faculdade de Medicina da Unifenas-BH Pós-graduação em Medicina Tropical e Infectologia da Universidade Federal do Triângulo

Leia mais

7º ANO Ensino Fundamental

7º ANO Ensino Fundamental E n s in o F o r t e e d e R e s u l t a do s Estudante: Centro Educacio nal Juscelino K ub itschek G u a r á Exercícios Rec. Semestral 2º Bimestre C I Ê N C I A S 7º ANO Ensino Fundamental Data: / / Turno:

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS...150

RESUMOS DE PROJETOS...150 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 149 RESUMOS DE PROJETOS...150 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010

Leia mais

Biossegurança em Biotérios

Biossegurança em Biotérios Biossegurança em Biotérios Prof. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária UFGS Biossegurança é... o conjunto de ações a voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às

Leia mais

HIPERPLASIA DA GLÂNDULA DA CAUDA FELINA Relato de Caso

HIPERPLASIA DA GLÂNDULA DA CAUDA FELINA Relato de Caso ANAIS DA III SEPAVET SEMANA DE PATOLOGIA VETERINÁRIA E DO II SIMPÓSIO DE PATOLOGIA VETERINÁRIA DO CENTRO OESTE PAULISTA FAMED FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DA FAEF ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JOINVILLE PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE BIOMEDICINA. Matriz Curricular vigente a partir de 2012/1

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JOINVILLE PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE BIOMEDICINA. Matriz Curricular vigente a partir de 2012/1 CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JOINVILLE PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE BIOMEDICINA Matriz Curricular vigente a partir de 2012/1 Fase Cod. Disciplina P.R Carga Horária Teórica Prática

Leia mais

LOCERYL cloridrato de amorolfina 5%

LOCERYL cloridrato de amorolfina 5% Esmalte Terapêutico para Unhas LOCERYL cloridrato de amorolfina 5% FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: esmalte terapêutico em frascos com 2,5 ml. A embalagem do produto contém: 1 frasco de vidro âmbar contendo

Leia mais

Parede celular. Membrana celular

Parede celular. Membrana celular 1. A célula como Unidade Básica de Vida A célula é a unidade básica da vida, uma vez que todos os seres vivos são formados por células. De acordo com o número de células, os seres vivos podem classificar-se

Leia mais

Cólera e Escarlatina

Cólera e Escarlatina Cólera e Escarlatina Nome do Aluno Daiane, Lisandra e Sandra Número da Turma 316 Disciplina Higiene e Profilaxia Data 30 de Maio de 2005 Nome da Professora Simone Introdução O presente trabalho irá apresentar

Leia mais

Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Estudo Dirigido P2 / Parte II 2012/1

Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Estudo Dirigido P2 / Parte II 2012/1 Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Estudo Dirigido P2 / Parte II 2012/1 1. Um homem de 42 anos sabe que está com HIV/AIDS. Qual

Leia mais

CLOTRIGEL. Glenmark Farmacêutica Ltda. Creme vaginal 100 mg/5g. Clotrigel_VP01

CLOTRIGEL. Glenmark Farmacêutica Ltda. Creme vaginal 100 mg/5g. Clotrigel_VP01 CLOTRIGEL Glenmark Farmacêutica Ltda. Creme vaginal 100 mg/5g CLOTRIGEL clotrimazol I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome genérico: clotrimazol APRESENTAÇÕES Cada bisnaga de Clotrigel contém 20g de creme

Leia mais

Diagnóstico Microbiológico

Diagnóstico Microbiológico Diagnóstico Microbiológico Identificação e Tipagem Bacteriana Prof. Vânia Lúcia Diagnóstico clínico Sinais (mensuráveis) e sintomas (subjetivos) Origem Etiologia Natureza Diagnóstico laboratorial Identificação

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA CAMPINA

CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA CAMPINA A Câmara Municipal de Nova Campina, Estado de São Paulo, APROVA a seguinte Lei: PROJETO DE LEI Nº 067/14 Dispõe sobre o controle das populações animais, bem como a prevenção e o controle das zoonoses no

Leia mais

-FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES

-FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES CETONEO cetoconazol -FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES Comprimido 200mg: Embalagens com 10 e 500* comprimidos. Creme Dermatológico 20mg/g: Embalagens contendo 1 e 50* bisnagas com 30g. *Embalagem Hospitalar.

Leia mais

São causadas por fungos filamentosos, queratinofílicos e queratinolíticos pertencentes aos gêneros Microsporum, Trichophyton e Epidermophyton.

São causadas por fungos filamentosos, queratinofílicos e queratinolíticos pertencentes aos gêneros Microsporum, Trichophyton e Epidermophyton. Dermatofitose DERMATOFITOSE Nomes populares Dermatomicose, Tinea, Tinha, Ringworm. Agente causador São causadas por fungos filamentosos, queratinofílicos e queratinolíticos pertencentes aos gêneros Microsporum,

Leia mais

Portaria Conjunta INDEA/SEDRAF nº 9 DE 13/11/2014

Portaria Conjunta INDEA/SEDRAF nº 9 DE 13/11/2014 Portaria Conjunta INDEA/SEDRAF nº 9 DE 13/11/2014 Norma Estadual - Mato Grosso Publicado no DOE em 14 nov 2014 Institui o regulamento técnico do plano de vigilância para a Erradicação da Tuberculose bovina

Leia mais

Atlas de Micologia Médica

Atlas de Micologia Médica Atlas de Micologia Médica Lâminas Jeferson Carvalhaes de Oliveira MICOLOGIA MÉDICA 1 Atlas 2013 Bem-vindo Reunimos neste Atlas imagens importantes relacionadas à Micologia Médica, apresentando o estudo

Leia mais

ESTADO DO AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS GABINETE VEREADOR REIZO CASTELO BRANCO A CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DECRETA:

ESTADO DO AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS GABINETE VEREADOR REIZO CASTELO BRANCO A CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DECRETA: Projeto de Lei nº 060/2013 Autor: VEREADOR REIZO CASTELO BRANCO DISPÕE sobre a criação do Centro Municipal de Bem-Estar Animal - CEBEA, e dá outras providências. A DECRETA: Art. 1º. Fica criado o Centro

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 93-CEPE/UNICENTRO, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009. Aprova o Curso de Especialização em Saúde Pública com Ênfase em Doenças Infecciosas e Parasitárias, modalidade regular, a ser ministrado no Campus

Leia mais

DERMATITE ALÉRGICA A PICADA DE INSETOS EM EQUINO RELATO DE CASO

DERMATITE ALÉRGICA A PICADA DE INSETOS EM EQUINO RELATO DE CASO DERMATITE ALÉRGICA A PICADA DE INSETOS EM EQUINO RELATO DE CASO LUCCHIARI, Gustavo Vendrame MARQUES, Débora Juliana Discente do Curso de Medicina Veterinária FAEF Garça. Rodovia Comandante João Ribeiro

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 031/2012 CT PRCI n 99.330/2012

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 031/2012 CT PRCI n 99.330/2012 PARECER COREN-SP 031/2012 CT PRCI n 99.330/2012 Ementa: Aplicação da crioterapia (neve carbônica) no tratamento de Alopecia Areata (AA). 1. Do fato Profissional Enfermeira Fiscal deste Conselho encontrou

Leia mais

Importância da Higiene

Importância da Higiene Importância da Higiene Anexo 1 1 Semana Pedagógica 1º semestre - 2016 Anexo I Importância da Higiene Você sabe o que é higiene? Higiene é o conjunto de medidas que tomamos para eliminar a sujeira, que

Leia mais

Relatório das Atividades da APA durante o ano de 2011

Relatório das Atividades da APA durante o ano de 2011 Relatório das Atividades da APA durante o ano de 2011 Visando o controle populacional de caninos e felinos no Município de Jaboticabal, durante o ano de 2011, a APA, entre muitas atividades, realizou a

Leia mais

Modelos de Probabilidade e Inferência Estatística

Modelos de Probabilidade e Inferência Estatística Modelos de Probabilidade e Inferência Estatística Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba Prof. Tarciana Liberal (UFPB) Aula Avaliações de Testes Diagnósticos 03/14 1 / 17 Uma aplicação

Leia mais

Dispensação de Medicamentos Utilizados no Tratamento da Micose Superficial

Dispensação de Medicamentos Utilizados no Tratamento da Micose Superficial Dispensação de Medicamentos Utilizados no Tratamento da Micose Superficial José Vanilton de Almeida. Farmacêutico da Orgânica Farmácia (Sorocaba-SP). Coordenador Depto Farmácia da SBD. Ministrante de cursos

Leia mais

Prováveis causas para agressividade canina e os ataques de cães nas Cidades Brasileiras

Prováveis causas para agressividade canina e os ataques de cães nas Cidades Brasileiras Prováveis causas para agressividade canina e os ataques de cães nas Cidades Brasileiras Stefany Pinho Palma e Milton Passipiéri Palma, S. P. 1,* ; Passipiéri, M. 1 stefanypp@gmail.com; milton@bio.feis.unesp.br

Leia mais

BAYCUTEN N I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. clotrimazol acetato de dexametasona

BAYCUTEN N I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. clotrimazol acetato de dexametasona I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO BAYCUTEN N clotrimazol acetato de dexametasona FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO USO ADULTO E PEDIÁTRICO USO TÓPICO Baycuten N é apresentado em bisnagas contendo 20, 30

Leia mais

Comparação das metodologias de Dot-blot e Imunodifusão dupla no diagnóstico da paracoccidioidomicose

Comparação das metodologias de Dot-blot e Imunodifusão dupla no diagnóstico da paracoccidioidomicose Comparação das metodologias de Dot-blot e Imunodifusão dupla no diagnóstico da paracoccidioidomicose KAMIKAWA CM 1,2 ; KOHARA VS 1 e VICENTINI AP 1,2 1 Laboratório de Imunodiagnóstico das Micoses, Centro

Leia mais

SANITIZAÇÃO DE AMBIENTES. Guilherme Francisco Botana

SANITIZAÇÃO DE AMBIENTES. Guilherme Francisco Botana Curso - Higienização em sistemas de ar condicionado e ambientes SANITIZAÇÃO DE AMBIENTES Guilherme Francisco Botana Fontes de Contaminação Ambientes Climatizados Fonte Primária Fonte Secundaria Fonte Terciária

Leia mais

Clipping Eletrônico Domingo dia 09/11/2014

Clipping Eletrônico Domingo dia 09/11/2014 Clipping Eletrônico Domingo dia 09/11/2014 Jornal Acrítica Vida & Estilo Pág. V&E6-09 de novembro de 2014 Jornal Diário do Amazonas Cidades Pág. 21-09 de novembro de 14 Jornal Em Tempo - Última Hora

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DERMATOLOGIA Ato de Oficialização: RESOLUÇÃO nº 52/2004-Conselho Departamental

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DERMATOLOGIA Ato de Oficialização: RESOLUÇÃO nº 52/2004-Conselho Departamental PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DERMATOLOGIA Ato de Oficialização: RESOLUÇÃO nº 52/2004-Conselho Departamental 1. Nome do Curso e Área de Conhecimento: Curso de Especialização

Leia mais

BD BBL Dermatoslide. INSTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO MEIOS EM DIPSLIDE PRONTOS A USAR DA-273191.00 Rev.: Julho 2003

BD BBL Dermatoslide. INSTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO MEIOS EM DIPSLIDE PRONTOS A USAR DA-273191.00 Rev.: Julho 2003 INSTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO MEIOS EM DIPSLIDE PRONTOS A USAR DA-273191.00 Rev.: Julho 2003 BD BBL Dermatoslide UTILIZAÇÃO PRETENDIDA O BBL Dermatoslide é um sistema de lâminas com dois lados para a detecção

Leia mais

EDUARDO ALCÂNTARA RIBEIRO. FREQUÊNCIA DE FUNGOS DERMATÓFITOS EM GATOS (Felis catus) INFECTADOS E NÃO INFECTADOS PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA FELINA

EDUARDO ALCÂNTARA RIBEIRO. FREQUÊNCIA DE FUNGOS DERMATÓFITOS EM GATOS (Felis catus) INFECTADOS E NÃO INFECTADOS PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA FELINA EDUARDO ALCÂNTARA RIBEIRO FREQUÊNCIA DE FUNGOS DERMATÓFITOS EM GATOS (Felis catus) INFECTADOS E NÃO INFECTADOS PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA FELINA EDUARDO ALCÂNTARA RIBEIRO FREQUÊNCIA DE FUNGOS DERMATÓFITOS

Leia mais

Questionário Proficiência Veterinária

Questionário Proficiência Veterinária Tema Elaborador Caso Clínico PARASITOSE EM AVES Daniel de Almeida Balthazar, Zootecnista e Médico Veterinário, Clínica e Cirurgia de animais selvagens e domésticos. Em uma criação de perus com aproximadamente

Leia mais

Gripe A. Dr. Basil Ribeiro. Prof. Doutor Manuel Teixeira Veríssimo. Faculdade de Medicina de Coimbra Medicina Interna e Medicina Desportiva

Gripe A. Dr. Basil Ribeiro. Prof. Doutor Manuel Teixeira Veríssimo. Faculdade de Medicina de Coimbra Medicina Interna e Medicina Desportiva Gripe A Dr. Basil Ribeiro Medicina Desportiva Prof. Doutor Manuel Teixeira Veríssimo Faculdade de Medicina de Coimbra Medicina Interna e Medicina Desportiva Vírus H1N1 - Introdução Gripe dos porcos altamente

Leia mais

Ex.: A B C D E 2 Boa Sorte! TESTE -1ªEliminatória

Ex.: A B C D E 2 Boa Sorte! TESTE -1ªEliminatória Este teste é constituído por 20 questões que abordam diversas temáticas da Biologia. Lê-as atentamente e seleciona a opção correta unicamente na Folha de Respostas, marcando-a com um X no quadrado respetivo.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2015 Descarte de resíduos infectantes e perfurocortantes. 1. Objetivo e aplicação Conforme as resoluções vigentes, os estabelecimentos de serviços de saúde são responsáveis pelo

Leia mais

HIPERADRENOCORTICISMO EM CÃES

HIPERADRENOCORTICISMO EM CÃES 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 HIPERADRENOCORTICISMO EM CÃES Veruska Martins da Rosa 1, Caio Henrique de Oliveira Carniato 2, Geovana Campanerutti Cavalaro 3 RESUMO: O hiperadrenocorticismo

Leia mais

BIOLOGIA -PROVA PRÁTICA 2015

BIOLOGIA -PROVA PRÁTICA 2015 Direção de Serviços da Região Norte INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA BIOLOGIA -PROVA PRÁTICA 2015 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO SELEÇÃO PARA ESTÁGIO EM DERMATOLOGIA 2011

COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO SELEÇÃO PARA ESTÁGIO EM DERMATOLOGIA 2011 COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO SELEÇÃO PARA ESTÁGIO EM DERMATOLOGIA 2011 Coordenação: Prof. Enio Ribeiro Maynard Barreto Equipe: Profs. Ariene Pedreira Paixão, Carla Rangel Leite Freitas, Jussamara

Leia mais

PRINCIPAIS AGENTES ETIOLÓGICOS CAUSADORES DE MICOSES CUTÂNEAS EM EQUINOS

PRINCIPAIS AGENTES ETIOLÓGICOS CAUSADORES DE MICOSES CUTÂNEAS EM EQUINOS PRINCIPAIS AGENTES ETIOLÓGICOS CAUSADORES DE MICOSES CUTÂNEAS EM EQUINOS MACHADO, Juliane de Abreu Campos ROCHA, Jessé Ribeiro SANTOS, Luana Maria OLIVEIRA, Amanda Claudia de ANTÔNIO, Nayara Silva CANESIN,

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 7CTDTQAMT03.P QUALIDADE HIGIÊNICO SANITÁRIO DO AR DE AMBIENTES DE ALGUMAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTOS DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA PB Inessa Adolfo de Jesus (2), Ana Maria Vieira de Castro (1), Angela Lima

Leia mais

Projeto de Lei N.º 041/2.014

Projeto de Lei N.º 041/2.014 Projeto de Lei N.º 041/2.014 Dispõe sobre a proibição de criação, manutenção e alimentação de pombos domésticos em vias, praças, prédios e locais de acesso público na zona urbana do Município de Jacutinga

Leia mais

Universidade Estadual do Ceará Carolina Sidrim de Paula Cavalcante

Universidade Estadual do Ceará Carolina Sidrim de Paula Cavalcante Universidade Estadual do Ceará Carolina Sidrim de Paula Cavalcante CARACTERIZAÇÃO DAS DERMATOFITOSES CANINA E FELINA E MANUTENÇÃO DE CEPAS DERMATOFÍTICAS IN VITRO Fortaleza-Ceará 2006 Universidade Estadual

Leia mais

Malária. esporozoita

Malária. esporozoita Malária esporozoita Francisco Bergson Pinheiro Moura Médico Veterinário e-mails: bergson.moura@saude.ce.gov.br bergson.moura.live.com Definição Doença infecciosa febril aguda, cujos agentes etiológicos

Leia mais

CHEGAM A 21 CASOS CONFIRMADOS DE GRIPE NO BRASIL; CRECHE É INTERDITADA EM CAMPINAS (SP)

CHEGAM A 21 CASOS CONFIRMADOS DE GRIPE NO BRASIL; CRECHE É INTERDITADA EM CAMPINAS (SP) Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 6 Ọ ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM 2015 Disciplina: PoRTUGUÊs Prova: desafio nota: Leia a tirinha abaixo e responda às questões 1 e

Leia mais