LAUDO DE AVALIAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA DA TECVAL S.A. VÁLVULAS INDUSTRIAIS

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1 LAUDO DE AVALIAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA DA TECVAL S.A. VÁLVULAS INDUSTRIAIS PREPARADO PARA LUPATECH S.A. Emitido em 30 de setembro de 2008 Data-Base para projeção de resultados 30 de junho de 2008

2 Página 2 ÍNDICE CONTEXTO DA AVALIAÇÃO... 3 Sobre a TECVAL... 4 Condições Gerais e Limitações... 5 SUMÁRIO EXECUTIVO... 9 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO Fluxo de Caixa Descontado...10 Fluxo de Caixa...11 Taxa de Desconto...11 Custo de Financiamento de Capital Próprio...12 Risco País...12 Custo do Financiamento do Capital de Terceiros...13 Valor Residual (Perpetuidade)...14 TECVAL Receitas Líquidas...15 Custo dos Produtos Vendidos...16 Despesas Gerais e Administrativas...17 Resultado Financeiro...17 Tributos sobre o Lucro...17 Necessidade de Capital de Giro...18 Necessidade de Investimentos Futuros...18 Taxa de Crescimento na Perpetuidade...18 Custo Médio Ponderado de Capital (WACC)...19 Resultado da Avaliação Econômico-Financeira...20 Demonstração dos Resultados Projetados...20 Fluxo de Caixa Livre da Empresa...21 Avaliação do Valor Econômico-Financeiro...22

3 Página 3 CONTEXTO DA AVALIAÇÃO A Lupatech S.A. (LUPATECH), é uma companhia brasileira, que atua em três segmentos de negócios: Oil & Gas, Flow e Metal. No Segmento Óleo & Gás oferece produtos de alto valor agregado e serviços para a indústria de petróleo e gás, como cabos para ancoragem de plataformas em águas profundas, válvulas, equipamentos para exploração de poços, revestimentos de tubos, compressores para GNV e sensores, através das marcas MNA, CSL Offshore, Petroima, Esferomatic, Gasoil, K&S, Aspro e Gavea Sensors. No Segmento Flow tem posição de liderança no Mercosul na produção e comercialização de válvulas industriais, principalmente para as indústrias química, farmacêutica, papel e celulose e construção civil, através das marcas Valmicro, Mipel, ValBol e Jefferson. No Segmento Metal ocupa posição de destaque no mercado internacional e especializa-se no desenvolvimento e na produção de peças, partes complexas e subconjuntos direcionados principalmente para a indústria automotiva mundial através dos processos de fundição de precisão e de injeção de aço, onde é a pioneira na América Latina. Opera, ainda, na fundição de peças em ligas metálicas com alta resistência a corrosão, voltadas para os setores de válvulas industriais e bombas, principalmente para aplicações nos processos para a indústria de petróleo e gás. O presente documento refere-se, conforme solicitação da LUPATECH, à determinação do valor econômico-financeiro da empresa TECVAL S.A. VÁLVULAS INDUSTRIAIS. O objetivo do presente laudo é a avaliação do valor econômico-financeiro das operações da TECVAL, mediante a utilização do método do fluxo de caixa descontado. O horizonte de projeção utilizado nos cálculos foi o período de julho de 2008 a junho de Este laudo de avaliação não contempla quaisquer efeitos decorrentes de participações societárias pertencentes à empresa avaliada, restringido-se, portanto, à avaliação das operações da empresa individualmente considerada.

4 Página 4 CONTEXTO DA AVALIAÇÃO SOBRE A TECVAL A TECVAL foi fundada em 1974, e é especializada na fabricação de válvulas industriais tipo gaveta, globo e retenção (GGR) e esfera forjada para os segmentos de óleo e gás, petroquímico, químico, papel e celulose, mineração, nuclear, entre outros. Seus produtos e processos são certificados (ISO desde 1996 e qualificação na Petrobras desde 1974). Com um terreno de m², sendo m² de área construída, a TECVAL possui um parque industrial situado em Iperó SP, habilitado a atender com eficiência e eficácia as necessidades do mercado nacional e internacional. Com relação a seus recursos humanos, a TECVAL mantém quase 300 funcionários criteriosamente selecionados e treinados, plenamente capacitados a cumprir os planos e prazos da empresa, além de atender com prontidão e exatidão às necessidades de seus clientes.

5 Página 5 CONTEXTO DA AVALIAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS E LIMITAÇÕES Para atingirmos o objetivo do nosso trabalho de avaliação econômicofinanceira da TECVAL na data base de 30 de junho de 2008, tendo em vista o conjunto de informações de que dispomos em 30 de setembro de 2008, a partir de suas atividades operacionais, aplicamos procedimentos apoiados em fatos e registros históricos, econômicos e de mercado. Os valores projetados e contidos neste laudo basearam-se na metodologia do fluxo de caixa descontado e são resultantes da análise de dados gerenciais e financeiros históricos, além de projeções de eventos futuros, merecendo os seguintes destaques: Todas as considerações apresentadas foram agrupadas pela Pagini & Associados Auditores e Consultores Ltda. (Pagini & Associados), na qualidade de avaliador independente, baseados em dados e fatos contidos neste laudo. Para chegar às conclusões apresentadas neste Laudo de Avaliação, entre outras coisas: (i) analisamos as demonstrações financeiras da TECVAL, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2007 e para o período até 30 de junho de 2008; (ii) avaliamos as projeções financeiras e operacionais para os próximos 12 anos fornecidas pela LUPATECH; (iii) conduzimos discussões com membros integrantes da administração da LUPATECH sobre os negócios e perspectivas da TECVAL; e (iv) levamos em consideração outras informações, estudos financeiros, análises, pesquisas, critérios financeiros, econômicos e de mercado que consideramos relevantes. No âmbito da nossa análise, não assumimos qualquer responsabilidade por investigações independentes de quaisquer das informações acima indicadas e confiamos que tais informações estavam completas e precisas em todos os seus aspectos relevantes. Além disso, não fomos solicitados a realizar, e não realizamos, uma verificação independente de tais informações, ou uma verificação independente ou avaliação de quaisquer ativos ou passivos (contingentes ou não) da TECVAL. Nenhuma declaração ou garantia, expressa ou tácita, é feita pela Pagini & Associados no tocante à veracidade ou integralidade das informações aqui contidas e nas quais foi baseado este Laudo de Avaliação. Não fizemos, nem faremos, expressa ou implicitamente, qualquer representação ou declaração em relação a qualquer informação (incluindo projeções financeiras e operacionais da TECVAL ou presunções e estimativas nas quais tais projeções se basearam) utilizada para a elaboração do Laudo de Avaliação. Além disto, não assumimos nenhuma obrigação de conduzir, e não conduzimos, nenhuma inspeção física de bens, propriedades ou instalações da TECVAL na data-base do presente laudo.

6 Página 6 CONTEXTO DA AVALIAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS E LIMITAÇÕES Projeções relacionadas à demanda e ao crescimento do mercado foram fornecidas pela LUPATECH. Assumimos em melhor juízo que tais projeções foram preparadas de modo razoável em bases que refletem as melhores estimativas atualmente disponíveis Em relação às projeções operacionais e financeiras da TECVAL que nos foram disponibilizadas, as quais foram avaliadas individualmente, sem a ponderação de futuras sinergias ou de eventuais resultados decorrentes de participações societárias, a administração da LUPATECH declarou que tais projeções foram preparadas tomando como base fatores que refletem as melhores estimativas atualmente disponíveis e o melhor julgamento da administração com relação à futura performance financeira da TECVAL. Muito embora esta premissa seja considerada como válida neste momento, os resultados aqui apresentados poderão se alterar substancialmente em função de fatores futuros. Nos casos em que nossa análise é elaborada com base na metodologia de fluxo de caixa descontado, utilizamos como premissa um cenário macroeconômico projetado por instituições financeiras e órgãos federais, o qual pode apresentar-se substancialmente diferente dos resultados futuros. Tal cenário, contudo, representa, em nossa opinião, a melhor expectativa de resultados futuros disponível na emissão do presente laudo. Dado que a análise e os valores dela resultantes são baseados em previsões de resultados futuros, eles não necessariamente indicam a realização futura destes resultados financeiros para a TECVAL, os quais poderão ser significativamente mais ou menos favoráveis do que os verificados em nossa análise. Além disso, tendo em vista que estas análises são intrinsecamente sujeitas a incertezas, sendo baseadas em diversos eventos e fatores que estão fora do nosso controle e do controle da TECVAL e da LUPATECH, não nos responsabilizamos, de qualquer forma, caso os resultados futuros da TECVAL difiram substancialmente dos resultados apresentados neste Laudo de Avaliação.

7 Página 7 CONTEXTO DA AVALIAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS E LIMITAÇÕES Não há nenhuma garantia de que os resultados futuros da TECVAL corresponderão às projeções financeiras utilizadas como base para nossa análise, e que as diferenças entre as nossas projeções e os resultados financeiros futuros da TECVAL não poderão ser relevantes. Ressalta-se que os resultados futuros da TECVAL podem ser afetados pelas condições econômicas e de mercado, favoráveis ou não. Este Laudo de Avaliação é baseado em informações que nos foram disponibilizadas até a presente data, considerando condições de mercado, econômicas e outras condições, na situação em que essas se apresentam e como podem ser avaliadas e estimadas nesta data. Muito embora eventos futuros e outros desdobramentos possam afetar as conclusões apresentadas neste Laudo de Avaliação, não temos qualquer obrigação de atualizar, revisar, retificar ou revogar este Laudo de Avaliação, no todo ou em parte, em decorrência de qualquer desdobramento posterior ou por qualquer outra razão. A preparação de uma análise financeira é um processo complexo que envolve várias definições a respeito dos métodos de análise financeira mais apropriados e relevantes, bem como a aplicação de tais métodos. Para chegar às conclusões apresentadas neste Laudo de Avaliação, realizamos um raciocínio qualitativo a respeito das análises e fatores considerados. Chegamos a uma conclusão final com base nos resultados desta análise como um todo, e não chegamos a conclusões baseadas em, ou relacionadas a qualquer dos fatores ou métodos de nossa análise isoladamente. Desse modo, a análise que efetuamos deve ser considerada como um todo, sendo que a seleção apenas de partes da nossa análise e de fatores específicos pode resultar em um entendimento incompleto e incorreto dos processos por nós utilizados. Este Laudo de Avaliação é de propriedade intelectual da Pagini & Associados. Os cálculos financeiros contidos nesse Laudo de Avaliação podem, em certos casos, não resultar em soma precisa em razão de arredondamento. A TECVAL e seus administradores ou sócios, bem como a LUPATECH, não impuseram qualquer restrição à nossa habilidade de: (i) obter todas as informações solicitadas para produzir esta avaliação econômico-financeira e chegar às conclusões aqui contidas; (ii) chegar independentemente às conclusões contidas nesta avaliação econômico-financeira; e, (iii) realizar ajustes, quando necessário.

8 Página 8 CONTEXTO DA AVALIAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS E LIMITAÇÕES Este Laudo de Avaliação e as opiniões e conclusões nele contidas são de uso da LUPATECH, de seus acionistas e de seus administradores. A LUPATECH, entretanto, poderá distribuir esta avaliação a outras partes, observando o seguinte: 1. A Pagini & Associados deverá ser notificada a respeito de qualquer distribuição desta avaliação, para sua prévia aprovação. A Pagini & Associados autoriza previamente a divulgação desta avaliação aos administradores e acionistas da LUPATECH, à Comissão de Valores Mobiliários - CVM e à Bolsa de Valores de São Paulo BOVESPA. Esta avaliação não deverá ser distribuída em partes. 2. Qualquer usuário desta avaliação deve estar ciente das condições que nortearam este trabalho. 3. A Pagini & Associados responderá às perguntas dos receptores relativas a esta avaliação, às custas da LUPATECH, somente se for acordado anteriormente, entre a LUPATECH e os receptores, o escopo de tais perguntas e respostas.

9 Página 9 SUMÁRIO EXECUTIVO Este Laudo de Avaliação apresenta a avaliação do valor econômico-financeiro da TECVAL na data-base de 30 de junho de 2008, considerando as variáveis macro-econômicas conhecidas na data de sua emissão (30 de setembro de 2008). Entre outros aspectos, o escopo do nosso trabalho incluiu: 1. Reuniões e discussões com administradores e colaboradores da LUPATECH para obtenção de dados históricos contábeis, operacionais e gerenciais da TECVAL. 2. Análise e discussão do mercado de atuação da TECVAL, em conjunto com a administração da LUPATECH, buscando identificar as perspectivas futuras de crescimento e rentabilidade. 3. Projeção, com base nas premissas obtidas conforme os passos 1 e 2 acima, apurando-se as expectativas futuras de geração operacional de caixa da empresa avaliada, dentro das expectativas de comportamento das receitas, custos e despesas operacionais projetados. 4. Análise crítica das projeções econômico-financeiras fornecidas. 5. Ajustes das projeções econômico-financeiras da TECVAL (Demonstrativo de Resultado e Fluxo de Caixa) com base em projeções de negócios e expectativas futuras, conforme revisão de premissas estabelecidas pela LUPATECH. 6. Cálculo das taxas de desconto que reflitam adequadamente os riscos inerentes ao setor e à TECVAL, sendo essas taxas utilizadas para converter os Fluxos de Caixa da TECVAL a Valor Presente Líquido. 7. Elaboração de cenário-base de avaliação a valor econômicofinanceiro, o qual levou em consideração a sensibilidade ao risco país na composição da taxa de desconto. 8. Avaliação dos valores econômico-financeiros da TECVAL, conforme definidos anteriormente, mediante a utilização do método do Fluxo de Caixa Descontado com base no fluxo de caixa livre da empresa.

10 Página 10 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO Este método é reconhecido por representar uma tradução do valor de mercado de um empreendimento, seja este empreendimento uma empresa ou um negócio integrante de uma estrutura maior, esteja ele em fase operacional ou de projeto, com base no valor que tal empreendimento gerará em determinado horizonte de projeção. Neste método o desempenho da empresa é analisado sob o enfoque operacional, sendo que o resultado nãooperacional é avaliado à parte. O trabalho de avaliação mediante o método dos fluxos de caixa descontados consiste na projeção do comportamento futuro dos parâmetros financeiros básicos da empresa. O trabalho é desenvolvido em duas etapas consecutivas: Identificação de parâmetros financeiros que influenciam na operação da empresa; e, Projeção dos resultados operacionais esperados. A etapa de identificação de parâmetros econômicos da TECVAL baseou-se na confrontação das expectativas financeiras desta com as variáveis macroeconômicas que consideram o ambiente econômico, social e político no qual ela está inserida. Na etapa seguinte, que representa a avaliação do valor econômico-financeiro propriamente dita, projetaram-se os cenários que buscam retratar as expectativas da administração da TECVAL. Os resultados projetados foram ajustados a valor presente pelas taxas de desconto determinadas individualmente para a TECVAL, obtendo-se o valor econômico-financeiro operacional da empresa. Nesse sentido, o valor individual da TECVAL foi determinado pela seguinte fórmula: Vn = VP FOP + VP P Onde: V n : Valor da Empresa ou Valor do Negócio; VP FOP : Valor Presente dos Fluxos de Caixa operacionais no horizonte de projeção; e VP P : Valor Presente do Valor Residual, calculado pelo método da perpetuidade.

11 Página 11 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO FLUXO DE CAIXA Ao efetuar-se a projeção do fluxo de caixa operacional da TECVAL, foram adotadas determinadas diretrizes básicas, quais sejam: Horizonte de Projeção: o período projetivo utilizado reflete o ciclo natural dos negócios, podendo variar em função da indústria ou setor analisado, ou até em função do ciclo de planejamento estratégico estimado da TECVAL. Para fins da presente avaliação do valor econômico-financeiro, o horizonte de projeção considera o período de julho de 2008 a junho de 2018, sendo o período de julho de 2018 a junho de 2019 utilizado para o cálculo do valor da empresa na perpetuidade. Impostos sobre o Lucro: foram aplicadas ao lucro operacional as alíquotas nominais previstas na legislação vigente. Necessidade de Capital de Giro Operacional: a necessidade de Capital de Giro foi apurada pela projeção de fontes e usos operacionais. Fluxo de Caixa Operacional: para obtermos o Fluxo de Caixa Operacional estimado, o qual determinou o valor dos negócios, partimos da projeção do EBIT (Lucro antes dos Impostos e Juros), deduzimos os impostos da empresa sobre o EBIT, adicionamos a depreciação contábil do período e consideramos as eventuais necessidades de capital de giro e investimentos e eventuais ajustes quando verificadas receitas/custos/despesas não caixa. TAXA DE DESCONTO A taxa de desconto utilizada para ajustar a valor presente o fluxo de caixa operacional da TECVAL corresponde ao Custo Médio Ponderado do Capital (WACC Weighted Average Cost of Capital). O Custo Médio Ponderado do Capital é uma taxa adequada para descontar o fluxo de caixa operacional porque reflete o custo de oportunidade dos provedores de capital, ponderado pela estrutura de capital da empresa. O Custo Médio Ponderado de Capital é calculado por meio da aplicação da seguinte fórmula: D E WACC * RD + * R D + E D + E = E Onde: WACC: Custo Médio Ponderado do Capital; D: Capital Próprio; E: Capital de Terceiros; RD: Custo de Financiamento do Capital Próprio; e RE: Custo de Financiamento da Capital de Terceiros

12 Página 12 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO CUSTO DE FINANCIAMENTO DE CAPITAL PRÓPRIO O custo do financiamento através de capitais próprios é estimado pelo modelo CAPM (Capital Asset Pricing Model), o qual relaciona o retorno esperado pelo investidor ao nível de risco por este incorrido. O cálculo deste risco considera dois fatores de risco principais, a saber: risco país e risco setorial. Para se estimar o custo de financiamento de capitais próprios utilizaram-se dados do mercado norte-americano, uma vez que as práticas de mercado quanto à avaliação do valor econômico-financeiro consideram que os dados do mercado acionário local podem provocar distorções no modelo. Assim sendo, deve-se acrescentar ao modelo o efeito do risco país. A equação característica do modelo CAPM é: ( R R ) a RD = Rf + β * m f + Onde: RD: Custo de Financiamento do Capital Próprio; Rf: Retorno do ativo livre de risco; Rm: Retorno esperado pela carteira de mercado; β: Beta (risco sistemático das ações de empresas comparáveis); e a: Risco País. RISCO PAÍS O "risco país" é um indicador que visa a determinar o grau de instabilidade econômica de cada país. Desta forma, ele é amplamente utilizado para avaliar o futuro imediato dos países emergentes. O índice de risco do país, denominado Emerging Markets Bond Index Plus (EMBI+), mede o grau de "perigo" que um país representa para o investidor estrangeiro. Este indicador se concentra nos países emergentes. Na América Latina, os índices mais significativos são aqueles relativos às três maiores economias da região: Brasil, México e Argentina. Dados comparativos de outros países como Rússia, Bulgária, Marrocos, Nigéria, Filipinas, Polônia, África do Sul, Malásia e outros também são considerados no cálculo dos índices. O banco de investimentos americano JP Morgan analisa o rendimento dos instrumentos da dívida de um determinado país, principalmente o valor (taxa de juros) com o qual o país pretende remunerar os aplicadores em bônus, representativos da dívida pública. Em suma, o risco país é a sobretaxa que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do Tesouro dos Estados Unidos, país considerado o mais solvente do mundo, ou seja, o de menor risco para um aplicador não receber o dinheiro investido acrescido dos juros prometidos.

13 Página 13 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO CUSTO DO FINANCIAMENTO DO CAPITAL DE TERCEIROS O custo do capital de terceiros mede o custo, se existente para a TECVAL, dos empréstimos eventualmente assumidos para o financiamento de projetos. Em termos gerais, é determinado através das seguintes variáveis: Nível corrente das taxas de juros; risco de inadimplência das empresas. Benefícios fiscais associados aos empréstimos (dívida). As alíquotas dos impostos incidentes sobre o lucro têm influência direta sobre o custo de financiamento de capital de terceiros, uma vez que, via de regra, a despesa com a remuneração desses empréstimos é dedutível para fins fiscais. Desta forma, o custo de remuneração de capital de terceiros é dado pela fórmula a seguir: ( 1 IR) RE = R j * % Onde: RE: Custo de Financiamento do Capital de Terceiros; Rj: Taxa de Juros da Dívida; e %IR: Alíquota dos impostos incidentes sobre o lucro É importante ressaltar que a taxa da dívida não tem como base os financiamentos contraídos pela TECVAL no passado, pois este seria o custo do dinheiro pretérito. Embora tais financiamentos possam determinar o custo dos juros que a TECVAL terá de pagar, não determinam o custo da dívida após o pagamento de impostos. Basicamente, então, a taxa a ser considerada é aquela que a TECVAL incorreria ao tomar dinheiro emprestado em um futuro próximo.

14 Página 14 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO VALOR RESIDUAL (PERPETUIDADE) O método mais usual para o cálculo do valor residual de determinada empresa é o método do valor na perpetuidade, o qual calcula o valor residual presente como sendo o valor presente de um fluxo de caixa considerado padrão, perpetuado após o último ano de projeção. Este método baseia-se em algumas premissas para o período posterior ao horizonte projetado, quais sejam: A empresa obterá margens constantes, giros constantes e retornos constantes sobre o capital investido. A empresa investirá uma proporção constante do fluxo de caixa operacional bruto, suficiente para repor a sua depreciação anual e manter a empresa operando em perfeitas condições. A empresa obterá um retorno igual ao Custo Médio Ponderado do Capital - WACC sobre qualquer novo investimento no período posterior ao projetado. O valor residual, na data do último fluxo projetado, é dado pela fórmula baseada no modelo de Gordon, abaixo demonstrada: VlrRsd = t FCL + 1 * ( 1+ g) WACC g Onde: VlrRsd: Valor Residual (Perpetuidade); FCLt+1: Fluxo de Caixa Livre do período de 12 meses posterior ao horizonte projetado; WACC: Custo Médio Ponderado do Capital (taxa de desconto); e g: taxa de crescimento do fluxo de caixa.

15 Página 15 TECVAL RECEITAS LÍQUIDAS As projeções de resultados da TECVAL foram elaboradas considerando o orçamento preparado pelos administradores da empresa para o ano de Para os anos seguintes, a administração da LUPATECH, tendo como base projeções elaboradas pela administração da TECVAL, estima o incremento das receitas brutas nos seguintes percentuais: 15% para o ano de 2009; 14% para o ano de 2010; 12% para o ano de 2011; 10% para o ano de 2012; 8% para o ano de 2013; 8% para o ano de %, para o ano de 2015; 5% para o ano de 2016; e 4% para os demais anos do horizonte de projeção. No que se refere às deduções de vendas, em função dos dados históricos, e da previsão de alteração da sistemática de tributação de PIS e COFINS da empresa, que se enquadrará na apuração não cumulativa a partir de 2009, tais deduções sobre vendas foram estimadas ao percentual de 17,30% para 2008 e 22,90% para os demais anos. Considerando que o horizonte de projeção deste Laudo de Avaliação compreende os resultados projetados para o período de julho de 2008 a junho de 2018 e o período de julho de 2018 a junho de 2019 é utilizado para fins de cálculo da perpetuidade, temos que as projeções de receitas líquidas podem ser demonstradas conforme segue (em R$ mil): 07/2008 a /2008 Receita Bruta (-) Ded. Venda (5.486) (16.702) (19.040) (21.325) (23.458) (25.334) Rec. Líquida / /2018 a 06/2019 Receita Bruta (-) Ded. Venda (27.361) (29.003) (30.453) (31.671) (16.469) (33.597) Rec. Líquida

16 Página 16 TECVAL CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS As informações históricas da empresa permitem estimar que os custos dos produtos vendidos representem, no horizonte de projeção, os seguintes percentuais da receita bruta: 07/2008 a /2008 MP 33,00% 33,00% 33,00% 33,00% 33,00% 33,00% MOD 13,00% 12,00% 11,00% 10,00% 10,00% 10,00% GGF 8,00% 7,00% 6,00% 5,00% 5,00% 5,00% / /2018 a 06/2019 MP 33,00% 33,00% 33,00% 33,00% 33,00% 33,00% MOD 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% GGF 5,00% 5,00% 5,00% 5,00% 5,00% 5,00% Tendo em vista os percentuais acima, e o fato de que, pelas projeções de sua administração, a TECVAL estará inserida na sistemática de apuração nãocumulativa do PIS e da Cofins a partir de 2009, o comportamento projetado dos custos de produtos vendidos no horizonte de projeção pode ser assim demonstrado: 07/2008 a /2008 Rec. Líquida (-) CPV (17.124) (36.145) (39.543) (42.425) (46.669) (50.401) (-) MP (10.465) (24.069) (27.438) (30.731) (33.804) (36.508) (-) MOD (4.122) (8.752) (9.146) (9.312) (10.244) (11.063) (-) GGF (2.537) (5.105) (4.989) (4.656) (5.122) (5.532) PIS e Cofins / /2018 a 06/2019 Rec. Líquida (-) CPV (54.433) (57.700) (60.584) (63.008) (32.765) (66.840) (-) MP (39.429) (41.795) (43.884) (45.640) (23.733) (48.415) (-) MOD (11.948) (12.665) (13.298) (13.830) (7.192) (14.672) (-) GGF (5.974) (6.333) (6.649) (6.915) (3.596) (7.336) PIS e Cofins Os créditos de PIS e Cofins foram apurados considerando que 80% da matériaprima adquirida é base para apuração de tais créditos.

17 Página 17 TECVAL DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS Tendo em vista o crescimento orgânico acelerado, a administração da TECVAL estima que o crescimento das despesas gerais e administrativas supere a expectativa de reposição da inflação para o horizonte de projeção. Considerando que despesas com vendas integram esse grupo nas projeções preparadas pela Administração da TECVAL, a empresa estima que as Despesas Gerais e Administrativas cresçam na mesma proporção do crescimento da receita da empresa, representando 11% da receita líquida de cada período. Assim, tais despesas podem ser demonstradas conforme segue (em R$ mil): Período Despesas Gerais e Administrativas 07/2008 a 12/ / /2018 a 06/ RESULTADO FINANCEIRO Para o período do horizonte de projeção, a empresa estima despesas financeiras equivalentes a 8,5% da receita líquida para o ano de 2008, e 6,5% para os anos de 2009 a TRIBUTOS SOBRE O LUCRO Consideramos, na presente avaliação, que a TECVAL é optante pela tributação com base no lucro presumido até o ano de 2008 e pela tributação com base no lucro real para o restante do horizonte de projeção.

18 Página 18 TECVAL NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO Com base em dados históricos e gerenciais, as administrações da LUPATECH e da TECVAL estimam a necessidade de capital de giro operacional da empresa conforme segue (em R$ mil): 07/2008 a /2008 Var. Cap. Giro / /2018 a 06/2019 Var. Cap. Giro NECESSIDADE DE INVESTIMENTOS FUTUROS A política de investimentos da empresa prevê que a necessidade de investimentos de capital (Capital Expenditures CAPEX) deve ocorrer conforme segue: 07/2008 a /2008 CAPEX / /2018 a 06/2019 CAPEX TAXA DE CRESCIMENTO NA PERPETUIDADE A LUPATECH prevê crescimento dos fluxos de caixa da TECVAL, para fins do cálculo do fluxo de caixa livre contínuo na perpetuidade, no percentual de 4% a.a.

19 Página 19 TECVAL CUSTO MÉDIO PONDERADO DE CAPITAL (WACC) A estrutura de capital ideal da TECVAL é formada por 100% de capital próprio. Tal estrutura será implementada a partir do exercício de 2009, sendo que no exercício de 2008, a empresa apresentará 60,34% de capital de terceiros. Desta forma, a formação do Custo Médio Ponderado do Capital de 2009 em diante constitui-se especificamente no custo do capital próprio da empresa (CAPM), em relação ao qual foram adotadas as seguintes considerações: a) A taxa de retorno do ativo livre de risco considerada é a média geométrica dos retornos do T-Bond (10 anos) para o período de Fonte: b) O prêmio pelo risco de mercado (Rm Rf) foi considerado com base na média geométrica do prêmio dos retornos de mercado americano em relação à média geométrica dos retornos de T- Bond (10 anos) para o período de Fonte: c) O Risco País considerado foi a média dos últimos 365 dias do índice denominado Emerging Markets Bond Index Plus Brasil (EMBI+) apurado pelo Banco JP Morgan e divulgado em sítio eletrônico. Fonte: d) Tendo em vista o mercado de atuação da TECVAL, o coeficiente β (beta) utilizado em nossas projeções foi realavancado com base no beta desalavancado de empresas comparáveis do setor de Oil Field Mach&Equip em países de mercados emergentes. Fonte: Entendemos que empresas comparáveis devem ser compreendidas como todas as empresas afetadas por condições de negócios semelhantes àquelas às quais a TECVAL é exposta. Tendo em vista a estrutura de capital diferente nos anos de 2008 e 2009 (ano a partir do qual a empresa apresenta 100% de capital próprio como estrutura ideal de financiamento) apresentamos abaixo os cálculos relativos ao CAPM e ao WACC da empresa nos ditos períodos: Custo de Financiamento de Capital Próprio (CAPM) Taxa Livre de Risco (R f ) 5,01% 5,01% Prêmio de Mercado (R m -R f ) 4,79% 4,79% Risco País (α) 3,31 3,31 Beta Realavancado Setor (β) 3,8402 2,395 Custo do Capital Próprio (R D ) 26,71% 19,79% Custo Médio Ponderado de Capital (WACC) CAPM - Custo do Capital Próprio 26,71% 19,79% Capital Próprio (D) / Capital Total (D + E) 39,66% 100,00% Custo do Capital de Terceiros 12,00% Capital de Terceiros (E)/ Capital Total (D + E) 60,34% WACC 17,83% 19,79%

20 TECVAL RESULTADO DA AVALIAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS PROJETADOS Resultado Projetado (em R$ mil) 07/2008 a 12/ /2018 Receita Líquida , ( - ) Custos da Vendas (17.124) (36.145,00) (39.543) (42.425) (46.669) (50.401) (54.433) (57.700) (60.584) (63.008) (32.765) (66.840) 07/2018 a 06/2019 ( * ) ( - ) Matéria-Prima (10.465) (24.069,00) (27.438) (30.731) (33.804) (36.508) (39.429) (41.795) (43.884) (45.640) (23.733) (48.415) ( - ) Custo de MOD (4.122) (8.752,00) (9.146) (9.312) (10.244) (11.063) (11.948) (12.665) (13.298) (13.830) (7.192) (14.672) ( - ) GGF (2.537) (5.105,00) (4.989) (4.656) (5.122) (5.532) (5.974) (6.333) (6.649) (6.915) (3.596) (7.336) Créditos de PIS e Cofins , Lucro Bruto , ( - ) Desp. Gerais e Admin. (2.885) (6.186,00) (7.052) (7.898) (8.688) (9.383) (10.133) (10.741) (11.278) (11.729) (6.100) (12.444) EBIT ( - ) Despesas Financeiras (2.229) (3.655,00) (4.167) (4.667) (5.134) (5.544) (5.988) (6.347) (6.664) (6.931) (3.604) (7.353) Lucro antes IRPJ e CSLL ( - ) IRPJ e CSLL (965) (3.484) (4.537) (5.715) (6.286) (6.789) (7.332) (7.772) (8.161) (8.487) (4.414) (9.004) Lucro Líquido ( * ) O período de 07/2018 a 06/2019 serve de base para o cálculo do valor da empresa na perpetuidade.

21 TECVAL RESULTADO DA AVALIAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA FLUXO DE CAIXA LIVRE DA EMPRESA Fluxo de Caixa Projetado (em R$ mil) 07/2008 a 12/ /2018 EBIT (-) IR sobre EBIT (965) (4.727) (5.954) (7.302) (8.031) (8.674) (9.368) (9.930) (10.427) (10.844) (5.638) (11.502) (+) Depreciação (+/-) Δ Capital Giro Oper. (2.713) (757) (1.575) (1.539) (1.436) (1.264) (1.365) (1.105) (977) (820) (427) (871) (-) Investimentos (CAPEX) (618) (780) (1.040) (360) (1.131) (1.244) (1.368) (1.505) (1.393) (944) (519) (1.154) Fluxo de Caixa Livre ( * ) O período de 07/2018 a 06/2019 serve de base para o cálculo do valor da empresa na perpetuidade. 07/2018 a 06/2019 ( * )

22 TECVAL RESULTADO DA AVALIAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA AVALIAÇÃO DO VALOR ECONÔMICO-FINANCEIRO O ajuste a valor presente dos fluxos de caixa livres projetados da TECVAL, para determinação do valor de seu fluxo de caixa descontado dentro do horizonte de projeção e de seu valor na perpetuidade, foi realizado em função do custo médio ponderado de capital da empresa, apresentando os seguintes resultados (em R$ mil): Fluxos de Caixa Livres da Empresa a Valor Presente de 07/2008 a 06/2018 (horizonte de projeção) Valor Presente do Valor na Perpetuidade (base: 07/2018 a 06/2019) Valor Econômico-Financeiro da TECVAL

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