RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE PARA O CTP.5 Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005 COMITÊ TEMÁTICO PERMANENTE Nº 5 POLÍTICA DE CRÉDITO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE PARA O CTP.5 Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005 COMITÊ TEMÁTICO PERMANENTE Nº 5 POLÍTICA DE CRÉDITO"

Transcrição

1 RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE PARA O CTP.5 Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005 COMITÊ TEMÁTICO PERMANENTE Nº 5 POLÍTICA DE CRÉDITO 1. CONSELHEIROS PRESENTES: Coordenador: José Maria Pugas CNPA Relator: Marcelo Pires SEAP/PR Secretário Adhoc: Ricardo Oliveira do Carmo SEAP/PR Conselheiros da sociedade civil: Ivo da Silva (CNPA); Divino Tomás da Silva (CPP); José Carlos Diniz (MONAPE); Aladim de Alfaia Gomes (MONAPE) e Paulo Studart (CONEPE). Conselheiros de órgãos governamentais: Adnil Barros Cavalcante (BASA); Sonja Maria Costa Barros (BB); Reinaldo Yokoyama (BB); Bruno Maria Gomes (BNB); Francisco Cruz Sobrinho (CEF); David Lourenço (SEAP/PR) Equipe da SEAP/PR: Ilton dos Santos Luiz; Ricardo do Carmo; Antônio Elias Silva. 2. PAUTA APROVADA PARA DISCUSÃO E RESOLUÇÕES: PAUTA RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE 2.1. Elaboração de calendário diferenciado para a pesca e aqüicultura nos financiamentos respeitando ciclos produtivos e defeso onde cessam a fonte de renda. O CONAPE aprova a proposta de elaboração de calendário para orientação quanto à tomada de crédito, levando em consideração a relação entre os períodos de defeso e a época oportuna para obtenção de linha para custeio. A meta estabelecida tem por objetivo possibilitar o acesso ao crédito de forma que o requerente receba a dotação antes do início dos trabalhos no final do defeso estará pronto a começar a atividade de pesca - e compatibilizar o período de entrada de renda com o de execução dos pagamentos, incentivando o planejamento dos produtores para os períodos da captura. Responsáveis: SEAP/PR, BB, BASA e BNB Criação de campanha de conscientização para o bom uso do financiamento e divulgação das linhas de crédito existentes. O CONAPE aprova a elaboração de uma cartilha de educação financeira e inclusiva, com o objetivo de orientar o uso responsável do crédito utilizando linguagens próprias das comunidades a serem beneficiadas. A campanha visa à conscientização do setor com o fim de sistematizar a concessão de crédito constituindo dotação reversível para o setor. 1

2 Indicativo para a possível transversalidade com o Programa Pescando Letras, a fim de introduzir a temática em sua estrutura pedagógica. Responsáveis: SEAP/PR, BB, BASA, BNB, MONAPE e CPP Criação de campanha interna nos bancos sobre as linhas de crédito ao setor e o atendimento correto aos pescadores (as) e aqüicultores. O CONAPE aprova a iniciativa bem como a existência de campanha de sensibilização dos agentes financeiros no sentido de viabilizar internamente as medidas necessárias ao encaminhamento do pleito. Ainda, se persistirem as dificuldades, devem ser acionadas as Superintendências regionais para solução das demandas. Responsáveis: BB, BNB, BASA Adaptação das linhas de crédito existentes ao setor e se preciso criar novas linhas. O CONAPE aprova as ações da SEAP/PR e de organizações da sociedade de realizar um levantamento de maiores subsídios para embasar possíveis adaptações (dilação do prazo para amortização e aumento da dotação), bem como a criação de linhas alternativas para a aqüicultura, para os armadores de pesca e outros. Objetivo: adaptar as linhas existentes ao perfil e características peculiares do tomador. Responsáveis: SEAP/PR e entidades da sociedade civil NORMAN 01 Item 0213 propor ao tribunal marítimo que autorize as capitanias a alienarem embarcações para fins de financiamento. O CONAPE aprova a ação da SEAP/PR de solicitar ao DPC que o NORMAN 1 Item 0213 seja analisado no sentido de que os direitos reais e os outros ônus que agravem as embarcações possam ser realizadas nas capitanias onde estão inscritas desde que as mesmas estejam desobrigadas ao seu registro inicial no Tribunal Marítimo. Objetivo: facilitar o procedimento financiamento. de alienação para fins de 2.6. Assistência Técnica e Extensão que dê suporte para a pesca e aqüicultura para melhor aplicação das linhas de crédito e seus resultados. O CONAPE aprova as ações da SEAP/PR e de organizações da sociedade civil de monitorar a implementação da assistência técnica e extensão, em face do projeto que se encontra em andamento na SEAP/PR, para que possa sobrepor sua matriz em relação à distribuição de crédito mapeada pela SEAP/PR. Objetivo: Possibilitar a distribuição de experiência extencionista nas diversas regiões em que se concentram demandantes do crédito. Responsáveis: SEAP/PR, CNPA, MONAPE e CPP Cobrar agilidade nos licenciamentos ambientais, junto aos órgãos competentes, que travam a concessão dos créditos. O CONAPE aprova as ações que a SEAP/PR vem desenvolvendo, ao longo de 2004 e 2005, na temática do licenciamento com o IBAMA, destacando a questão do licenciamento ambiental dos empreendimentos de aqüicultura em águas da União. Desta discussão chegou-se ao consenso que o IBAMA, através da Diretoria de Fauna e Recursos Pesqueiros deverá fazer uma análise previa do projeto e encaminhar para a SEAP/PR que procederá ao envio do mesmo para o Órgão Ambiental Estadual com o intuito de consultar a possibilidade de este Órgão receber, analisar e emitir as licenças ambientais para as áreas aqüícolas, 2

3 a fim de dar prosseguimento aos tramites processuais de autorização de uso de espaços físicos de corpos d água de domínio da União para as áreas aqüícolas. O CONAPE sugere que seja enviado aos conselheiros e conselheiras um relatório das atividades em curso para embasar os debates e ações vindouras Ampliar a representatividade no setor com centralização nas entidades nacionais. O CONAPE aprova a ampliação de ações que visem fortalecer as entidades nacionais a fim de aumentar a capacidade de gestão do setor junto a instituições financeiras e outras entidades, criando as condições de capacitação para atuar diretamente nas ações que visem à estruturação do setor pesqueiro quanto à criação, dimensionamento e consolidação de programas de crédito. Responsáveis: CNPA, MONAPE, CPP e demais entidades Buscar o enquadramento dos pequenos e médios armadores nas linhas de crédito. O CONAPE aprova as ações da SEAP/PR no sentido de esclarecer sobre a existência das diversas linhas do Pronaf e dos Fundos Constitucionais (FNE, FNO e FCO) que podem contemplar os pequenos e médios armadores de pesca no que concerne a custeio e investimento. Não obstante, ainda existe a possibilidade de acesso via Programa Profrota Pesqueira para construção, equipagem, conversão e adaptação de embarcações Apontar a importância da pesquisa como ferramenta para uma melhor aplicação da política de crédito. O CONAPE aprova que a SEAP/PR estimule o relacionamento entre as entidades de pesquisa, agentes financeiros, e entidades da sociedade civil, como forma de elevar a qualificação da demanda, com conseqüente melhoria da política de crédito destinada à pesca e aqüicultura. Responsáveis: SEAP/PR, instituições financeiras e entidades da sociedade civil Discutir a criação de outros instrumentos além do crédito, como bolsa de mercados e suporte ao setor produtivo. O CONAPE aprova que a SEAP/PR realize pesquisas sobre a legislação pertinente a fim de verificar a possibilidade de não ocorrer a incidência de juros sobre os encargos trabalhistas, previdenciários e tributários, nos períodos de defeso, de modo a garantir a manutenção das relações de emprego que muitas vezes cessam com a chegada do defeso. Incorporar o conceito de desenvolvimento sustentável, onde é observada toda a cadeia produtiva, de forma a agregar valor ao produto com respeito ao meio ambiente. Responsáveis: SEAP/PR, instituições financeiras e entidades da sociedade civil Reavaliação dos prazos de carência e amortização das linhas de financiamento de forma a compatibilizar com o tempo de retorno do investimento. O CONAPE sugere que se aprofunde o debate com os técnicos que cuidam da análise dos projetos para buscar a viabilidade da dilação dos prazos de carência e liquidação do crédito. Responsáveis: SEAP/PR, BB, BNB e BASA. 3

4 2.13. Utilizar mix de financiamento: parte do FNE, FNO, FCO e parte do BNDES para financiar um percentual maior de investimento. O limite de financiamento do FNE restringe o investimento, pois exige contrapartida alta do investidor. O CONAPE aprova que a SEAP/PR articule junto ao BNDES a criação de uma linha de crédito com recursos eqüalizados para melhorar os juros ora disponíveis, e, não obstante, tentar reduzir a contrapartida exigida Buscar alternativas para as garantias dos financiamentos como fundo de aval, ampliação do aval cruzado, contratos de garantia de compra e meios para que essas alternativas se traduzam na melhoria da classificação de riscos dos produtos. O CONAPE aprova a elaboração de proposta para que as condições e critérios observados para concessão de crédito no âmbito do Pronaf B, sejam estendidos e adotados para o Pronaf C - Investimento. Responsáveis: SEAP/PR, instituições financeiras Ampliar o aval cruzado para os médios e grandes, pois só atendem aos pequenos. O CONAPE aprova a retirada deste ponto de pauta por entender que os médios e grandes não necessitam de aval cruzado por possuírem condições de apresentar garantias reais Revisão da Portaria da Camex de modo a permitir a nacionalização de embarcações de pesca com idade superior a cinco anos. O CONAPE apóia a proposta de aprofundamento dos debates, levando em consideração o esclarecimento dos motivos que determinaram a idade máxima da embarcação a ser importada Programa Profrota Pesqueira. O CONAPE aprova as ações que a SEAP/PR vem desenvolvendo no sentido da implementação do programa Profrota Pesqueira que já se encontra em operação tendo sido publicado seu 1º edital sendo que as primeiras propostas apresentadas encontram-se em tramitação para a apreciação preliminar na SEAP/PR. Estima-se a publicação de outro edital ainda neste ano Aprofundar discussão dos entraves do acesso ao crédito. O CONAPE aprova a proposta de aprofundamento do debate no Grupo Temático do CTP 5, com data de reunião a ser definida, sobre os dados enviadas pelas instituições financeiras para a SEAP/PR para a composição de informações e elaboração de material para aferição das ações necessárias para superação dos entraves do acesso ao crédito. Responsáveis: SEAP/PR, BB, BASA, BNB, CNPA, CPP, MONAPE Crédito para pescadoras e aqüicultoras. O CONAPE aprova o encaminhamento de disponibilização para as pescadoras e aqüicultoras de informações sobre a linha do Pronaf Mulher, que inclusive foi recentemente ampliado de modo a comportar os Pronaf s A, A/C e B. 4

5 2.20. Programa de moradia de pescadores (a) e aqüicultores familiares. O CONAPE aprova a proposta da SEAP/PR de dar continuidade ao levantamento de informações com o fim de dimensionar a demanda e as características do programa e aprofundar o debate na busca da viabilidade com os órgãos competentes. Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005 Esplanada dos Ministérios, Bloco D, auditório maior Relatório final das discussões travadas no âmbito do CTP nº 5 e ratificado no pleno do Conselho Nacional de Aqüicultura e Pesca conforme lavrado em ata elaborada pela Secretaria Executiva do CONAPE. 5

RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005. CTP 2: LEGISLAÇÃO, ORDENAMENTO E GESTÃO PESQUEIRA

RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005. CTP 2: LEGISLAÇÃO, ORDENAMENTO E GESTÃO PESQUEIRA RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005. CTP 2: LEGISLAÇÃO, ORDENAMENTO E GESTÃO PESQUEIRA 1. CONSELHEIROS PRESENTES: Coordenador: Wagner Camis - ABRACOA Relator: Raimundo

Leia mais

Coordenação Geral de Crédito

Coordenação Geral de Crédito Presidência da República Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca Subsecretaria de Planejamento de Aqüicultura e Pesca Coordenação Geral de Crédito Panorâmica de Crédito em CRÉDITO 05/05/08 - Linhas

Leia mais

PLANO SAFRA DAS ÁGUAS 2010-2011

PLANO SAFRA DAS ÁGUAS 2010-2011 PLANO SAFRA DAS ÁGUAS 2010-2011 1 PLANO SAFRA DAS ÁGUAS - PESCA E AQUICULTURA BRASÍLIA-DF 2010 SUMÁRIO Pag. Apresentação...4 Novidades...5 Linhas de Crédito - Pronaf Pesca e Aquicultura...6 Linhas de Crédito

Leia mais

Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2012/2013/2014. Você investe no pescado. O Brasil investe em você.

Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2012/2013/2014. Você investe no pescado. O Brasil investe em você. Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2012/2013/2014 Você investe no pescado. O Brasil investe em você. Plano Safra da Pesca e Aquicultura. 4,1 bilhões em crédito e investimentos. Mais crédito e investimentos.

Leia mais

Políticas do MPA para o Desenvolvimento da Aquicultura, com Ênfase na Carcinicultura Brasileira. Ministro Marcelo Crivella

Políticas do MPA para o Desenvolvimento da Aquicultura, com Ênfase na Carcinicultura Brasileira. Ministro Marcelo Crivella Ministério da Pesca e Aquicultura Políticas do MPA para o Desenvolvimento da Aquicultura, com Ênfase na Carcinicultura Brasileira Ministro Marcelo Crivella SEMINÁRIO PESCA, AQUICULTURA e CARCINICULTURA

Leia mais

Acesso ao Crédito para a Pesca e Aquicultura

Acesso ao Crédito para a Pesca e Aquicultura Ministério da Pesca e Aquicultura Esplanada dos Ministérios- Bloco D- Brasília DF Telefones: (61) 3218-3812 - FAX: (61) 3218-3816 comunicacao@mpa.gov.br www.mpa.gov.br Acesso ao Crédito para a Pesca e

Leia mais

Programa BB Aqüicultura e Pesca

Programa BB Aqüicultura e Pesca Programa BB Aqüicultura e Pesca O Banco do Brasil é o maior parceiro dos empreendedores brasileiros, sejam grandes ou pequenos produtores. Isso vale, também, para a aqüicultura e pesca. Assim, com o objetivo

Leia mais

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 Pilares do PSPA CRÉDITO PROMOÇÃO PROMOÇÃO DO DO CONSUMO PESQUEIRO PSPA INFRAESTRUTURA ASSISTÊNCIA TÉCNICA COMERCIALI

Leia mais

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 19 DE DEZEMBRO DE 2014)

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 19 DE DEZEMBRO DE 2014) NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 19 DE DEZEMBRO DE 2014) NORMATIVO PERMANENTE DISPOSTO NO MCR 2.6.9 e MCR 10.1.24 a 26 MCR 2.6.9 Permanente Parcelas a vencer/ operações

Leia mais

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 24 DE JANEIRO DE 2014)

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 24 DE JANEIRO DE 2014) NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 24 DE JANEIRO DE ) NORMATIVO PERMANENTE DISPOSTO NO MCR 2.6.9 e MCR 10.1.24 a 26 MCR 2.6.9 Permanente Parcelas a vencer/ operações com ou

Leia mais

PRODUTOS E SERVIÇOS PARA OS PEQUENOS E MINI PRODUTORES RURAIS

PRODUTOS E SERVIÇOS PARA OS PEQUENOS E MINI PRODUTORES RURAIS PRODUTOS E SERVIÇOS PARA OS PEQUENOS E MINI PRODUTORES RURAIS SETEMBRO - 2011 BANCO DO NORDESTE APOIO AO MINI E PEQUENO PRODUTOR RURAL PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO RURAL DO NORDESTE (RURAL) FONTE:

Leia mais

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 18 DE SETEMBRO DE 2014)

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 18 DE SETEMBRO DE 2014) NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 18 DE SETEMBRO DE 2014) NORMATIVO PERMANENTE DISPOSTO NO MCR 2.6.9 e MCR 10.1.24 a 26 MCR 2.6.9 Permanente Parcelas a vencer/ operações

Leia mais

FNO Amazônia Sustentável Rural

FNO Amazônia Sustentável Rural FNO Amazônia Sustentável Rural Conceito É um Programa de Financiamento que apóia os empreendimentos rurais. Finalidades do Crédito Investimento fixo, semifixo e misto (investimento + custeio); Custeio

Leia mais

Resolução nº 3.500 define novas condições para dívidas agrícolas

Resolução nº 3.500 define novas condições para dívidas agrícolas Resolução nº 3.500 define novas condições para dívidas agrícolas O Governo Federal, através do Banco Central, divulgou no dia 28 de setembro de 2007 a Resolução nº 3.500, que trata das condições para negociação

Leia mais

Assunto: Subvenção Econômica ao Preço do Óleo Diesel para Embarcações Pesqueiras

Assunto: Subvenção Econômica ao Preço do Óleo Diesel para Embarcações Pesqueiras Assunto: Subvenção Econômica ao Preço do Óleo Diesel para Embarcações Pesqueiras Subsídio elaborado pela Diretoria de Desenvolvimento da Pesca da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência

Leia mais

Comitê de Arranjos Produtivos, Inovação, Desenvolvimento Local, Regional e Socioambiental 6ª Reunião Extraordinária PERSPECTIVAS PARA O

Comitê de Arranjos Produtivos, Inovação, Desenvolvimento Local, Regional e Socioambiental 6ª Reunião Extraordinária PERSPECTIVAS PARA O Comitê de Arranjos Produtivos, Inovação, Desenvolvimento Local, Regional e Socioambiental 6ª Reunião Extraordinária PERSPECTIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO NORDESTE ORGANOGRAMA SFRI INSTRUMENTOS

Leia mais

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2012/2013/2014

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2012/2013/2014 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2012/2013/2014 PESCA E AQUICULTURA - Indicadores Mundiais - Movimenta US$ 600 bilhões/ano; Soma US$ 125 bilhões em exportações anuais; Sete vezes maior do que os negócios

Leia mais

REGISTRO DA AQUICULTURA NO

REGISTRO DA AQUICULTURA NO REGISTRO DA AQUICULTURA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Micheline Leite Marcon Ferreira Registro de Aquicultura e ECOAV Superintendência Federal do Rio de Janeiro Ministério da Pesca e Aquicultura REGISTRO

Leia mais

Crédito Agro Principais Linhas de Crédito. Fortaleza (CE), maio de 2014

Crédito Agro Principais Linhas de Crédito. Fortaleza (CE), maio de 2014 Crédito Agro Principais Linhas de Crédito Fortaleza (CE), maio de 2014 Agricultura Familiar Principais Linhas de Crédito Pronaf Custeio - Beneficiários: Agricultores familiares, exceto dos grupos A e B;

Leia mais

CONDIÇÕES BÁSICAS DE FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO

CONDIÇÕES BÁSICAS DE FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO CONDIÇÕES BÁSICAS DE FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO 1. ORIGEM DOS RECURSOS: BANCO FINANCIADOR: Banco do Nordeste do Brasil S/A LINHA DE CRÉDITO: Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste FNE PROGRAMA:

Leia mais

Performance institucional

Performance institucional Performance institucional 212 Pontos de Atendimentos 3.005 empregados Pontos de Vendas Pioneiros: 10 Participação na Rede de Agências na Região Norte: 14,23%. Municípios Atendidos na Região Norte: 95%

Leia mais

Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca

Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca Desenvolvimento Sustentável da Aqüicultura Desenvolvimento Sustentável da Pesca Gestão da Política Pesqueira Sumário Executivo Em 2005, do total previsto para

Leia mais

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer a agricultura familiar, mediante o financiamento da infra-estrutura de produção

Leia mais

FCO, FNE e FNO Fundos Constitucionais de Financiamento

FCO, FNE e FNO Fundos Constitucionais de Financiamento FCO, FNE e FNO Fundos Constitucionais de Financiamento Como as micro, pequenas e médias empresas podem se beneficiar Brasília 2011 2011. CNI Confederação Nacional da Indústria. Qualquer parte desta obra

Leia mais

ATA 1ª PLENÁRIA EXTRAORDINÁRIA

ATA 1ª PLENÁRIA EXTRAORDINÁRIA SECRETARIA ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA CONSELHO NACIONAL DE AQÜICULTURA E PESCA ATA 1ª PLENÁRIA EXTRAORDINÁRIA Realizada em 13 de março de 2006, no Auditório Térreo, Bloco A, Esplanada dos Ministérios,

Leia mais

Art. 1º - Criar o Estatuto dos Núcleos de Pesquisa Aplicada a Pesca e Aqüicultura.

Art. 1º - Criar o Estatuto dos Núcleos de Pesquisa Aplicada a Pesca e Aqüicultura. PORTARIA Nº DE DE NOVEMBRO DE 2010 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomeado pela Portaria nº 824, de 29 de agosto de 2005, publicada no Diário Oficial da União

Leia mais

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações.

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. PISCICULTURA CUSTEIO INVESTIMENTO Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. financiar as despesas normais de custeio da produção agrícola e pecuária. Linhas de Crédito

Leia mais

Indústria brasileira de bens de capital mecânicos. Janeiro/2011

Indústria brasileira de bens de capital mecânicos. Janeiro/2011 AGENDA DE TRABALHO PARA O CURTO PRAZO Indústria brasileira de bens de capital mecânicos Janeiro/2011 UMA AGENDA DE TRABALHO (para o curto prazo) A. Financiamento A1. Taxa de juros competitiva face a nossos

Leia mais

2. inadimplência na data de publicação desta Resolução, contratadas até 30 de junho de 2010;

2. inadimplência na data de publicação desta Resolução, contratadas até 30 de junho de 2010; RESOLUÇÃO Nº 4.028, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011 Autoriza a composição de dívidas e a renegociação de operações de crédito rural, no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL TEMAS VOLUME DE RECURSOS Do aporte nacional, garantir para o RS no mínimo 20% (vinte por cento) dos recursos para financiamento agropecuário de forma oportuna, tempestiva e suficiente. Aumentar os limites

Leia mais

Produtos do BNDES para o Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira

Produtos do BNDES para o Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira Produtos do BNDES para o Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira Luiza Sidonio Outubro/2013 Produtos do BNDES Apoio ao pequeno produtor: Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

COMISSÃO DA AMAZÔNIA, INTEGRAÇÃO NACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

COMISSÃO DA AMAZÔNIA, INTEGRAÇÃO NACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL COMISSÃO DA AMAZÔNIA, INTEGRAÇÃO NACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL PROJETO DE LEI No 2.405, DE 2007 Estabelece a obrigatoriedade de as agências financeiras oficiais de fomento aplicarem, no mínimo,

Leia mais

Diagnóstico da Cadeia Produtiva da Pesca nos Municípios do litoral centro-norte catarinense. - Resultados. Março 2010

Diagnóstico da Cadeia Produtiva da Pesca nos Municípios do litoral centro-norte catarinense. - Resultados. Março 2010 Diagnóstico da Cadeia Produtiva da Pesca nos Municípios do litoral centro-norte catarinense - Resultados Março 2010 1 Índice Objetivos Metodologia Resultados Cadeia Produtiva da pesca Armadores de pesca

Leia mais

PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL. novembro de 2013

PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL. novembro de 2013 PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL novembro de 2013 EVOLUÇÃO DO FINANCIAMENTO RURAL 160,0 1200% 140,0 1100% 1000% 120,0 900% BILHÕES 100,0 80,0 60,0 40,0 424% 349% 800% 700% 600%

Leia mais

PLANO SAFRA PESCA E AQUICULTURA 2014/2015 Cartilha de Crédito

PLANO SAFRA PESCA E AQUICULTURA 2014/2015 Cartilha de Crédito PLANO SAFRA PESCA E AQUICULTURA 2014/2015 Cartilha de Crédito BRASÍLIA-DF 2014 SUMÁRIO Pag. Apresentação...3 Novidades...4 Linhas de Crédito Pesca Artesanal e Aquicultura Familiar...5 Linhas de Crédito

Leia mais

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO Brasília, 11 de setembro de 2010 TEMA 1 DIRETRIZES E HORIZONTES DA RELAÇÃO POLÍTICA E INSTITUCIONAL DO SISTEMA COOPERATIVISTA 1.1 - FORTALECER A REPRESENTAÇÃO

Leia mais

Deputado Estadual Neodi Saretta Julho de 2015

Deputado Estadual Neodi Saretta Julho de 2015 Deputado Estadual Neodi Saretta Julho de 2015 O País é banhado por uma costa marítima de 8,5 mil quilômetros e possui 12% da água doce do planeta; O pescado é a proteína animal mais saudável e consumida

Leia mais

NOTA TÉCNICA 1 I INTRODUÇÃO:

NOTA TÉCNICA 1 I INTRODUÇÃO: SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE DIRETORIA DE GESTÃO DE FUNDOS E INCENTIVOS E DE ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS NOTA TÉCNICA 1 Ajuste

Leia mais

PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH

PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH Objetivo Geral PROPOR PROGRAMAS, AÇÕES E ESTRATÉGIAS, INTERSETORIAIS E INTERINSTITUCIONAIS, VISANDO ASSEGURAR O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E SUSTENTÁVEL DOS USOS

Leia mais

Financiamento e Garantia às Exportações Um guia rápido aos exportadores brasileiros

Financiamento e Garantia às Exportações Um guia rápido aos exportadores brasileiros 2015 Financiamento e Garantia às Exportações Um guia rápido aos exportadores brasileiros Sumário Introdução... 2 O Programa PROEX... 2 PROEX Financiamento... 3 Mais Alimentos Internacional... 4 PROEX Equalização...

Leia mais

Rede Brasileira de Sementes Florestais

Rede Brasileira de Sementes Florestais PLANO NACIONAL DE PRODUÇÃO DE SEMENTES E MUDAS FLORESTAIS NATIVAS Rede Brasileira de Sementes Florestais Adriana Dias Trevisan Dra. Gestão Ambiental Redes Regionais de Sementes Rede Semente Sul Rede de

Leia mais

Ação do BNB no Crédito para Energias Renováveis. Fortaleza(CE), 10 a 12/06/2015

Ação do BNB no Crédito para Energias Renováveis. Fortaleza(CE), 10 a 12/06/2015 Ação do BNB no Crédito para Energias Renováveis Fortaleza(CE), 10 a 12/06/2015 Tópicos 1. Sobre o Banco do Nordeste 2. Histórico do crédito para energias renováveis 3. Financiamento para a mini e microgeração

Leia mais

Financiamento no Âmbito do Programa de Incentivo à Implementação de Projetos de Interesse Social - PIPS (Lei nº 10.735, de 2003)

Financiamento no Âmbito do Programa de Incentivo à Implementação de Projetos de Interesse Social - PIPS (Lei nº 10.735, de 2003) Programa 0902 Operações Especiais: Financiamentos com Retorno Justificativa Operações Especiais: Financiamentos com Retorno Público Alvo Operações Especiais: Financiamentos com Retorno Ações Orçamentárias

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de Investimento e Financiamento

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de Investimento e Financiamento PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria da Micro e Pequena Empresa Fórum Permanente de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de

Leia mais

Princípios ref. texto nº de votos N

Princípios ref. texto nº de votos N Princípios N G A E Estimular os processos de articulação de políticas públicas nos territórios, garantindo canais de diálogo entre os entes federativos, suas instituições e a sociedade civil. Desenvolvimento

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com.

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Fabio Junior Penteado fabioturvo@gmail.com.

Leia mais

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Janeiro - 2011 Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer

Leia mais

DICRE DIRETORIA DE CRÉDITO GCREF - Gerência de Crédito de Fomento COPEN - Coordenadoria de Pequenos Negócios Rurais e Urbanos

DICRE DIRETORIA DE CRÉDITO GCREF - Gerência de Crédito de Fomento COPEN - Coordenadoria de Pequenos Negócios Rurais e Urbanos PRESIDENTE Mâncio Lima Cordeiro DIRETOR DE CRÉDITO Milton Barbosa Cordeiro GERENTE EXECUTIVO DE CRÉDITO DE FOMENTO Raimunda Carmem Pereira da Silva COORDENADOR DE PEQUENOS NEGÓCIOS RURAIS E URBANOS Affonso

Leia mais

Ministério do Trabalho e Emprego. Secretaria - Executiva

Ministério do Trabalho e Emprego. Secretaria - Executiva Ministério do Trabalho e Emprego Secretaria - Executiva Esta explanação tem por finalidade informar a situação atual acerca da proposta do desenvolvimento de ações de Qualificação Social e Profissional

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 31-CNA Brasília, 18 de setembro de 2006. Assunto: Redução das Taxas de Juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento.

NOTA TÉCNICA Nº 31-CNA Brasília, 18 de setembro de 2006. Assunto: Redução das Taxas de Juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento. NOTA TÉCNICA Nº 31-CNA Brasília, 18 de setembro de 2006. Técnicos: Luciano Marcos de Carvalho Rosemeire Cristina dos Santos Comissão: Crédito Rural Assunto: Redução das Taxas de Juros dos Fundos Constitucionais

Leia mais

EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS

EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS O Projeto BRA/06/032 comunica aos interessados que estará procedendo à contratação de consultoria individual, na modalidade produto, para prestar

Leia mais

CONSOLIDADOS DAS AGÊNCIAS EMPRÉSTIMOS/FINANCIAMENTOS EFETIVAMENTE CONCEDIDOS - 2009 POR REGIÃO E PORTE DO TOMADOR

CONSOLIDADOS DAS AGÊNCIAS EMPRÉSTIMOS/FINANCIAMENTOS EFETIVAMENTE CONCEDIDOS - 2009 POR REGIÃO E PORTE DO TOMADOR 4.6 POLÍTICA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS DAS AGÊNCIAS FINANCEIRAS OFICIAIS DE FOMENTO As aplicações previstas pelas agências financeiras oficiais de fomento foram definidas em consonância com as prioridades

Leia mais

É prato cheio de saúde

É prato cheio de saúde SECRETARIA ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA SEAP/PR Esplanada dos Ministérios Bloco D 4º andar CEP: 70.043-900 Brasília DF Telefones: (61) 3218-3714/3812 FAX:(61) 3218-3732 É prato cheio de saúde 1. Apresentação

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA DECRETO Nº 10.677, DE 13 DE OUTUBRO DE 2003. DOE Nº 5332, DE 13 DE OUTUBRO DE 2003. CONSOLIDADO, ALETERADO PELO DECRETO Nº: 14488, DE 18.08.09 DOE Nº 1310, DE 19.08.09 Aprova o Regulamento do Fundo de

Leia mais

RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005.

RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005. RESOLUÇÕES DA 3ª PLENÁRIA DO CONAPE Brasília, 28 e 29 de setembro de 2005. COMITÊ TEMÁTICO PERMANENTE Nº 3 - COMERCIALIZAÇÃO E INFRA-ESTRUTURA 1. CONSELHEIROS PRESENTES: Coordenador: - Relator: Odmir Andrade

Leia mais

RELATÓRIO DE RESULTADO DE ANÁLISE DE PROJETO

RELATÓRIO DE RESULTADO DE ANÁLISE DE PROJETO MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO CENTRO-OESTE DIRETORIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE PROGRAMAS E DE GESTÃO DE FUNDOS RELATÓRIO DE RESULTADO DE ANÁLISE DE PROJETO Aprovado

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 4.340, DE 22 DE AGOSTO DE 2002 Regulamenta artigos da Lei n o 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre o Sistema

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica O FÓRUM PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE E O RESULTADO DE SEUS TRABALHOS NO 1º SEMESTRE DE 2008 Dagmar Maria de Sant Anna Advogada O Encontro

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1 o O Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, constituído em 1994,

Leia mais

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012.

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. PROPOSTA Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. 1 Apresentação No campo da Política Nacional de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), o Grupo de Trabalho Permanente

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEAP/PR Nº 4, DE 8 DE OUTUBRO DE 2003

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEAP/PR Nº 4, DE 8 DE OUTUBRO DE 2003 INSTRUÇÃO NORMATIVA SEAP/PR Nº 4, DE 8 DE OUTUBRO DE 2003 O SECRETÁRIO ESPECIAL DA SECRETARIA ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art.

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO

Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO contato@agmcontadores.com.br 2015 out-2015 2 Objetivo O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer o tratamento

Leia mais

PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO

PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO Diretrizes para Contratação de Consultoria para elaboração do Resumo do Plano e Complementações. 1.INTRODUÇÃO O CEIVAP aprovou recursos

Leia mais

Centro de Formação de Pescadores

Centro de Formação de Pescadores Aquicultura Projeto Piloto: Centro de Formação de Pescadores Por: Eloy de Sousa Centro de Formação de Pescadores Objetivo do Projeto: Estruturar um CENTRO DE REFERÊNCIA na formação de recursos-humanos

Leia mais

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO PARA O TURISMO

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO PARA O TURISMO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO PARA O TURISMO LINHAS DE CRÉDITO PARA MICRO, PEQUENA E MÉDIA EMPRESAS Novembro 2008 FUNGETUR Fundo Geral de Turismo Fomentar e prover recursos para o financiamento de atividades

Leia mais

Plano Agrícola e Pecuário, safra 2015/16 Medidas anunciadas em 02 de junho de 2015

Plano Agrícola e Pecuário, safra 2015/16 Medidas anunciadas em 02 de junho de 2015 1. Introdução O Crédito Rural abrange recursos destinados a custeio, investimento ou comercialização. As suas regras, finalidades e condições estão estabelecidas no Manual de Crédito Rural (MCR), elaborado

Leia mais

Esta proposta altera parcialmente o Plano original de recuperação judicial, apresentado em março de 2015, após negociações com credores.

Esta proposta altera parcialmente o Plano original de recuperação judicial, apresentado em março de 2015, após negociações com credores. MODIFICAÇÕES AO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL PROPOSTAS PELOS CREDORES PARA SEREM APRESENTADAS NO PROSSEGUIMENTO DA ASSEMBLEIA GERAL DE CREDORES DESIGNADA PARA O DIA 19/11/2015 Esta proposta altera parcialmente

Leia mais

1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS PLÁSTICAS USADAS DE ÓLEOS LUBRIFICANTES EDITAL Nº01/2011 O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE,

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária Setembro de 2012 A política agrícola anunciada para a agricultura empresarial se caracterizou por assegurar o necessário apoio ao produtor rural.

Leia mais

Financiamentos à exportação de bens e serviços através de instituições financeiras credenciadas, nas modalidades:

Financiamentos à exportação de bens e serviços através de instituições financeiras credenciadas, nas modalidades: Linhas de Apoio à Exportação do BNDES Financiamentos à exportação de bens e serviços através de instituições financeiras credenciadas, nas modalidades: Pré-embarque: financia a produção de bens a serem

Leia mais

Programa Regionalização

Programa Regionalização Programa Regionalização Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Setembro/2010 Gestor: Henrique Villa da Costa Ferreira Secretário de Políticas de Desenvolvimento

Leia mais

Demonstrativo de Benefícios Financeiros e Creditícios. Ano 2014

Demonstrativo de Benefícios Financeiros e Creditícios. Ano 2014 Demonstrativo de Benefícios Financeiros e Creditícios Ano 2014 MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Política Econômica Demonstrativo de Benefícios Financeiros e Creditícios - 2014 Abril de 2015 MINISTRO

Leia mais

Licenciamento Ambiental na CETESB IV Aquishow

Licenciamento Ambiental na CETESB IV Aquishow SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO 120 anos Licenciamento Ambiental na CETESB IV Aquishow Pesquisadora Científica Dra. Daercy Mª M. de Rezende Ayroza Polo Regional Médio Paranapanema Regularização

Leia mais

Serviço Florestal Brasileiro. Guia de Financiamento Florestal. Guia de. Financiamento Florestal. Brasília, maio de 2013

Serviço Florestal Brasileiro. Guia de Financiamento Florestal. Guia de. Financiamento Florestal. Brasília, maio de 2013 Guia de Financiamento Florestal 2013 Brasília, maio de 2013 1 Realização Apoio Presidenta da República Dilma Rousseff Vice-Presidente da República Michel Temer Ministra do Meio Ambiente Izabella Mônica

Leia mais

MICROCREDITO. 1.2.1 Beneficiários:

MICROCREDITO. 1.2.1 Beneficiários: MICROCREDITO 1 OBJETIVO Conceder crédito ágil, desburocratizado, acessível e adequado aos empreendedores dos setores formal e informal, excluídos da política do sistema financeiro tradicional, auxiliando-os

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE FUNDOS REGIONAIS E INCENTIVOS FISCAIS

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE FUNDOS REGIONAIS E INCENTIVOS FISCAIS MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE FUNDOS REGIONAIS E INCENTIVOS FISCAIS SBN Q 02, Lote 11, Ed. Apex Brasil, Portaria B, Gabinete - CEP: 70.041-907 - Brasília- DF Telefone: (61) 3414-5867

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

PORTARIA Nº 75, DE 25 DE JULHO DE 2003

PORTARIA Nº 75, DE 25 DE JULHO DE 2003 Ministério do Desenvolvimento Agrário Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 75, DE 25 DE JULHO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, no uso da competência que lhe confere o art. 87, parágrafo

Leia mais

CONFERÊNCIA TEMÁTICA DE COOPERATIVISMO SOLIDÁRIO

CONFERÊNCIA TEMÁTICA DE COOPERATIVISMO SOLIDÁRIO CONFERÊNCIA TEMÁTICA DE COOPERATIVISMO SOLIDÁRIO DOCUMENTO PROPOSITIVO Página 1 1. IMPORTÂNCIA DO TEMA PARA A II CONFERÊNCIA NACIONAL 1.1. A construção de um novo Brasil pautado na justiça, equidade e

Leia mais

Recebíveis. Antecipação de Crédito Lojista ACL. BB Giro Cartões. BB Giro Recebíveis. Desconto de Cheques. Desconto de Títulos

Recebíveis. Antecipação de Crédito Lojista ACL. BB Giro Cartões. BB Giro Recebíveis. Desconto de Cheques. Desconto de Títulos Atualizada em 29/04/2015 Capital de Giro BB Capital de Giro Mix Pasep Recebíveis Antecipação de Crédito Lojista ACL Financiamento de Investimentos BB Crédito Empresa BB Giro Empresa Flex BB Giro Cartões

Leia mais

19ª. Plenária do Fórum Permanente. Comitê Comércio Exterior. 21 de julho de 2011

19ª. Plenária do Fórum Permanente. Comitê Comércio Exterior. 21 de julho de 2011 19ª. Plenária do Fórum Permanente Comitê Comércio Exterior 21 de julho de 2011 1. Atualização do Questionário de Gargalos à Exportação 2. Atualização das Estatísticas do Comércio Exterior de Bens e Serviços

Leia mais

COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ SANEPAR COMPANHIA ABERTA REGISTRO CVM 01862-7 CNPJ/MF 76.484

COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ SANEPAR COMPANHIA ABERTA REGISTRO CVM 01862-7 CNPJ/MF 76.484 SUMÁRIO COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ SANEPAR COMPANHIA ABERTA REGISTRO CVM 01862-7 CNPJ/MF 76.484.013/0001-45 ATA DA 5ª/2014 REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 1 - DATA, HORA E LOCAL

Leia mais

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Gilson Bittencourt gilson.bittencourt@fazenda.gov.br 1 Microfinanças: Objetivos do Governo Federal Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os empreendedores

Leia mais

PLANO SAFRA PESCA E AQUICULTURA 2013/2014

PLANO SAFRA PESCA E AQUICULTURA 2013/2014 PLANO SAFRA PESCA E AQUICULTURA 2013/2014 Cartilha de Crédito BRASÍLIA-DF 2013 SUMÁRIO Pag. Apresentação...3 Novidades...4 Linhas de Crédito Pesca Artesanal e Aquicultura Familiar...5 Linhas de Crédito

Leia mais

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste O que é FCO? O Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover

Leia mais

REQUERIMENTO N o, DE 2015

REQUERIMENTO N o, DE 2015 REQUERIMENTO N o, DE 2015 (Da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio) Requer a criação e constituição de Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei Complementar

Leia mais

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez

Leia mais

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA INCRA RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE

Leia mais

Concurso CEF/2012. Prof: Fernando Aprato

Concurso CEF/2012. Prof: Fernando Aprato Concurso CEF/2012 CETEC POA Prof: Fernando Aprato Programa Seguro- Desemprego Introdução O Seguro-Desemprego é um benefício integrante da seguridade social, garantido pelo art.7º dos Direitos Sociais da

Leia mais

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário Programa ABC

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário Programa ABC BANCO DA AMAZÔNIA Seminário Programa ABC O BANCO DA AMAZÔNIA Missão Criar soluções para que a Amazônia atinja patamares inéditos de desenvolvimento sustentável a partir do empreendedorismo consciente.

Leia mais

SEMINÁRIO SOBRE A HIDROVIA DO PARNAÍBA. PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA E A HIDROVIA DO PARNAÍBA Alternativas de Estruturação

SEMINÁRIO SOBRE A HIDROVIA DO PARNAÍBA. PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA E A HIDROVIA DO PARNAÍBA Alternativas de Estruturação SEMINÁRIO SOBRE A HIDROVIA DO PARNAÍBA PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA E A HIDROVIA DO PARNAÍBA Alternativas de Estruturação 06 de maio de 2009 PARCERIA PUBLICO-PRIVADA AGENDA 1. PROCESSO DE ESTRUTURAÇÃO DAS

Leia mais

PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS.

PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS. PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS. Facilitador: Wolney Luis do Nascimento Sousa. Responsável pelo Evento: 1 LINHAS DE CRÉDITO Motivos Vantagens Desvantagens Aplicação 2 LINHAS DE CRÉDITO Função dos Bancos Para

Leia mais

Fundo da Marinha Mercante (FMM) - Notas Técnicas

Fundo da Marinha Mercante (FMM) - Notas Técnicas Relatório, Março / 2010 Fundo da Marinha Mercante (FMM) - Notas Técnicas Sumário Apresentação... 1 1 - Breve Histórico... 1 2 - Operacionalização... 3 2.1 Condições das operações... 3 2.2 Fundo de Garantia

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA MINHA CASA MINHA VIDA SINDUSCON, 24/05/2009

PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA MINHA CASA MINHA VIDA SINDUSCON, 24/05/2009 PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA MINHA CASA MINHA VIDA SINDUSCON, 24/05/2009 OBJETIVO DO PROGRAMA Subsidiar a aquisição de IMÓVEL NOVO para os segmentos populacionais de menor renda Política Social

Leia mais

EM PAUTA O QUE É PRECISO FAZER PARA VIABILIZAR O ACESSO DE PEQUENAS & MÉDIAS EMPRESAS AO MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL?

EM PAUTA O QUE É PRECISO FAZER PARA VIABILIZAR O ACESSO DE PEQUENAS & MÉDIAS EMPRESAS AO MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL? O QUE É PRECISO FAZER PARA VIABILIZAR O ACESSO DE PEQUENAS & MÉDIAS EMPRESAS AO MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL? 8 REVISTA RI Setembro 2013 É o mercado de capitais brasileiro que precisa das pequenas e médias

Leia mais

9.9. Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP)... 1/9. 9.9.1. Sumário Executivo... 1/9. 9.9.2. Recorte Espacial... 2/9

9.9. Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP)... 1/9. 9.9.1. Sumário Executivo... 1/9. 9.9.2. Recorte Espacial... 2/9 SUMÁRIO 9.9. Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP)... 1/9 9.9.1. Sumário Executivo... 1/9 9.9.2. Recorte Espacial... 2/9 9.9.3. Público Previsto... 3/9 9.9.4. Objetivos... 4/9 9.9.5. Metodologia...

Leia mais

POLÍTICA DOS TERMINAIS PESQUEIROS PÚBLICOS TPP S

POLÍTICA DOS TERMINAIS PESQUEIROS PÚBLICOS TPP S POLÍTICA DOS TERMINAIS PESQUEIROS PÚBLICOS TPP S 1 TERMINAIS PESQUEIROS PÚBLICOS TPP S Conceito (Art. 4º do Decreto nº 5.231, de 2004) Terminal Pesqueiro Público é a estrutura física construída e aparelhada

Leia mais