ESTÁGIO CURRICULAR I e II ESTUDAR SOA E CONSTRUIR INTEGRAÇÕES UTILIZANDO FERRAMENTAS DA ORACLE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTÁGIO CURRICULAR I e II ESTUDAR SOA E CONSTRUIR INTEGRAÇÕES UTILIZANDO FERRAMENTAS DA ORACLE"

Transcrição

1 JEAN RODRIGO EVANGELISTA SILVA ESTÁGIO CURRICULAR I e II ESTUDAR SOA E CONSTRUIR INTEGRAÇÕES UTILIZANDO FERRAMENTAS DA ORACLE EMPRESA: APORTE GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA. SETOR: FÁBRICA DE SOFTWARE SUPERVISOR: ANDRÉ LUIS GEISLER ORIENTADOR: DENIO DUARTE CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGIAS - CCT UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC JOINVILLE SANTA CATARINA - BRASIL OUTUBRO/2009

2 APROVADO EM.../.../... Professor Denio Duarte Doutor em Ciência da Computação Professor Orientador André Luis Geisler Supervisor da CONCEDENTE Professora Cinara Terezinha Menegazzo Mestre em Ciências da Computação Professor Jackson Mallmann Graduado em Ciências da Computação 2

3 Carimbo da Empresa UNIDADE CONCEDENTE Razão Social: Aporte Gestão Empresarial e Tecnologia da Informação LTDA CGC/MF: / Endereço: Rua Ministro Calógeras, º andar Bairro: Centro CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Supervisor: André Luis Geisler Cargo: Gerente Executivo ESTAGIÁRIO Nome : Jean Rodrigo Evangelista Silva Matrícula: Endereço: Rua: Uruguai, 208 Bairro: Itaum CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Curso de : Tecnologia em Sistemas de Informação Título do Estágio: Estágio curricular I e II Período: 14/09/2009 à 13/11/2009 Carga horária: 240 horas AVALIAÇÃO FINAL DO ESTÁGIO I E II PELO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS Representada pelo Professor Orientador: CONCEITO FINAL DO ESTÁGIO I E II Excelente (9,1 a 10) Muito Bom (8,1 a 9,0) Bom (7,1 a 8,0) Regular (5,0 a 7,0) Reprovado (0,0 a 4,9) NOTA ETG I (Média do Processo) NOTA ETG II (Média do Processo) Rubrica do Professor da Disciplina Joinville / / 3

4 Nome do Estagiário: Jean Rodrigo Evangelista Silva QUADRO I AVALIAÇÃO NOS ASPECTOS PROFISSIONAIS QUALIDADE DO TRABALHO: Considerando o possível. ENGENHOSIDADE: Capacidade de sugerir, projetar, executar modificações ou inovações. CONHECIMENTO: Demonstrado no desenvolvimento das atividades programadas. CUMPRIMENTO DAS TAREFAS: Considerar o volume de atividades dentro do padrão razoável. ESPÍRITO INQUISITIVO: Disposição demonstrada para aprender. INICIATIVA: No desenvolvimento das atividades. SOMA Pontos QUADRO II AVALIAÇÃO DOS ASPECTOS HUMANOS ASSIDUIDADE: Cumprimento do horário e ausência de faltas. DISCIPLINA: Observância das normas internas da Empresa. SOCIABILIDADE: Facilidade de se integrar com os outros no ambiente de trabalho. COOPERAÇÃO: Disposição para cooperar com os demais para atender as atividades. SENSO DE RESPONSABILIDADE: Zelo pelo material, equipamentos e bens da empresa. SOMA Pontos PONTUAÇÃO PARA O QUADRO I E II Sofrível - 1 ponto, Regular - 2 pontos, Bom - 3 pontos, Muito Bom - 4 pontos, Excelente - 5 pontos LIMITES PARA CONCEITUAÇÃO AVALIAÇÃO FINAL Pontos De 57 a SOFRÍVEL SOMA do Quadro I multiplicada por 7 De 102 a REGULAR SOMA do Quadro II multiplicada por 3 De 148 a BOM SOMA TOTAL De 195 a MUITO BOM De 241 a EXCELENTE Nome da Empresa: Aporte Gestão Empresarial e Tecnologia da Informação LTDA. Representada pelo Supervisor: André Luis Geisler CONCEITO CONFORME SOMA TOTAL Rubrica do Supervisor da Empresa Local: Data : Carimbo da Empresa 4

5 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS - CCT PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO ESTAGIÁRIO Nome: Jean Rodrigo Evangelista Silva Matrícula: Endereço (Em Jlle): Rua: Uruguai, 208 Bairro: Itaum CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Endereço (Local estágio): Rua Ministro Calógeras, º andar Bairro: Centro CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Regularmente matriculado no semestre: 5º Curso: Tecnologia em Sistemas de Informação Formatura (prevista) Semestre/Ano: 2/2009 UNIDADE CONCEDENTE Razão Social: Aporte Gestão Empresarial e Tecnologia da Informação LTDA. CGC/MF: / Endereço: Rua Ministro Calógeras, º andar Bairro: Centro CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Atividade Principal : Analise e Desenvolvimento de Sistemas Supervisor: André Luis Geisler Cargo: Gerente Executivo DADOS DO ESTÁGIO Área de atuação: Analise e Desenvolvimento de Sistemas Departamento de atuação: Fábrica de Software Fone: (47) Ramal: Horário do estágio: 08:00 às 14:00 Total de horas do Estágio: 240 horas Período: 14/09/2009 à 13/11/2009 Total de horas semanais: 30 horas Nome do Professor Orientador: Denio Duarte Departamento: Departamento de Ciência da Computação Disciplina(s) simultânea(s) com o estágio Quantas: 3 Quais: TES-11 Empreendimentos em Informática TES-25 Gerência de Redes de Computadores TES-19 Informática na Educação. OBJETIVO GERAL Estudar os conceitos de SOA e colocar na pratica para construção de integrações entre sistemas legados e o EBS (e-bussines Suite) que é o principal ERP da Oracle. 5

6 ATIVIDADES OBJETIVO ESPECÍFICO HORAS Estudar SOA Estudar os conceitos e padrões do SOA 18 (Service Oriented Architecture). Estudar Web Service e configurar ambiente de desenvolvimento. Estudar os conceitos e padrões de Web Service. 18 Instalar e configurar o JDeveloper para Web Services. 03 Estudar ESB e configurar ambiente de servidor OSB. Estudar BPEL e configurar o JDeveloper para desenvolvimento do BPEL. Estudar as tecnologias de interface do EBS. Construir Web Services e Fluxos BPEL. Caso de uso Criar Web Services utilizando os conceitos estudados. Estudar os conceitos de ESB (Enterprise Service Bus) Instalar e configurar o OSB (Oracle Service Bus), ferramenta da Oracle para ESB. Estudar os conceitos e padronizações do BPEL (Business Process Execution Language). Instalar e configurar o Oracle BPEL Process Manager Criar Fluxos BPEL utilizando os Web Services. Estudar as tecnologias de interface disponíveis do EBS Construir e disponibilizar Web Services utilizando algumas das tecnologias de interface do EBS. Construir Fluxos BPEL utilizando os Web Services disponíveis no EBS. A partir de um caso de uso retirado de uma necessidade real de integração do EBS com um sistema legado, construir Web Services e um fluxo BPEL para atender a essa necessidade da integração Rubrica do Professor Orientador Aprovação do Membro do Comitê de Estágio Rubrica do Coordenador de Estágio Rubrica do Supervisor da Empresa Data: Data: Data: Prof César Malutta Data: Carimbo da Empresa 6

7 CRONOGRAMA FÍSICO REAL PERÍODO (6 HORAS) P ATIVIDADES R Estudar os conceitos e P padrões SOA R Estudar os conceitos e P padrões de Web Service R Instalar e configurar o P JDeveloper para SOA R Criar Web Service P R Estudar os conceitos de ESB P R Estudar os conceitos e P padronizações do BPEL R Instalar e configurar Oracle P BPEL Process Manager R Criar Fluxos BPEL P utilizando os Web Services R Estudar as tecnologias de interface P disponíveis do EBS R Construir Web Services utilizando P interfaces do EBS R Construir Fluxos BPEL utilizando P os Web Services disponíveis no EBS. R A partir de um caso de uso construir P uma integração SOA no EBS R

8 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS - CCT COORDENADORIA DE ESTÁGIOS TERMO DE COMPROMISSO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS (1) EMPRESA Aporte Gestão Empresarial e Tecnologia da Informação LTDA Representada por Beatriz de C. F. Draczynski Cargo Vice Presidente (2) ESTAGIÁRIO Jean Rodrigo Evangelista Silva Matrícula Curso Tecnologia em sistemas de informação (3) Da Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina, representada pelo Professor César Malutta. Acertam o seguinte, na forma da Lei nº , de 07/12/77, regulamentada pelo Decreto nº , de 18/08/82, tendo em vista Convênio nº. /, publicado em Diário Oficial nº. de / /. Art. 1º - O ALUNO desenvolverá Estágio: Obrigatório (X) Não obrigatório ( ) Art. 2º - O ESTAGIÁRIO desenvolverá atividades dentro de sua linha de formação. Art. 3º - A EMPRESA elaborará Programa de Atividades a ser cumprido pelo ESTAGIÁRIO, em conformidade com as disciplinas cursadas pelo mesmo, respeitados os horários de obrigações do ESTAGIÁRIO com a UDESC/CCT. Art. 4º - O Estágio será desenvolvido na Área Tecnologia no período de 14/09/2009 a 13/11/2009 durante o horário das 08 as 14:00 totalizando 240 horas. 1º - Este período poderá ser prorrogado mediante prévio entendimento entre as partes. 2º - Tanto a EMPRESA como o ESTAGIÁRIO poderão a qualquer momento dar por terminado o Estágio, mediante comunicação escrita. Art. 5º - Pelas reais e recíprocas vantagens técnicas e administrativas, a EMPRESA designará como Supervisor Interno de Estágios e avaliador o Senhor André Luis Geisler Art. 6º - O ESTAGIÁRIO declara concordar com as normas internas da EMPRESA, conduzir-se dentro da ética profissional e submeter-se a acompanhamento e avaliação de seu desempenho e aproveitamento. Art. 7º - O ESTAGIÁRIO se obriga a cumprir fielmente a programação de estágio.

9 Art. 8º - O ESTAGIÁRIO responderá pelas perdas e danos conseqüentes da inobservância das normas internas da EMPRESA. Art. 9º - O ESTAGIÁRIO se compromete a elaborar Relatório sobre o Estágio realizado apresentando-o à EMPRESA através de seu Supervisor, e à Universidade através do Coordenador de Estágios respectivo. Art. 10º - A EMPRESA se responsabilizará por despesas relativas a atividades extras impostas ao ESTAGIÁRIO. Art. 11º - O ESTAGIÁRIO não terá para quaisquer efeitos, vínculo empregatício com a EMPRESA, ficando aquele segurado contra acidentes pessoais durante o estágio pela apólice nº. _ _ da Companhia Art. 12º - O ESTAGIÁRIO receberá uma bolsa no valor de ( ). Art. 13º - Fica firmado o presente em 3 (três) vias de igual teor. Joinville, de de (1) EMPRESA:... (2) ESTAGIÁRIO:... (3) INSTITUIÇÃO DE ENSINO:... Centro de Ciências Tecnológicas CCT/UDESC 9

10 SUMÁRIO LISTA DE IMAGENS RESUMO INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAL ESPECÍFICO JUSTIFICATIVA ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO A EMPRESA HISTÓRICO PRINCIPAIS PRODUTOS Oracle E-bussines suíte (EBS) APORTE PLM APORTE ICS APROTE Lab APROTE egov PRINCIPAIS CLIENTES ORGANOGRAMA DESENVOLVIMENTO ESTUDAR OS CONCEITOS E PADRÕES DO SOA Definição de SOA Drivers SOA Conceitos de SOA Ingredientes de SOA ESTUDAR WEB SERVICE E CONFIGURAR AMBIENTE Conceitos e padrões de Web Service Instalar e configurar o JDeveloper para Web Services Criar Web Services utilizando os conceitos estudados ESTUDAR OS CONCEITOS ESB ESTUDAR BPEL E CONFIGURAR O JDEVELOPER PARA DESENVOLVIMENTO DO BPEL Estudar o conceitos de BPEL Instalar e configurar o Oracle BPEL Process Manager Criar fluxos BPEL utilizando os Web Services ESTUDAR AS TECNOLOGIAS DE INTRAÇÃO DISPONÍVEIS DO EBS CONSTRUIR WEB SERVICES E FLUXOS BPEL Construir e disponibilizar Web Services utilizando interfaces do EBS Construir fluxos BPEL utilizando os Web Services disponíveis no EBS CONSTRUÇÃO DE INTEGRAÇÕES SOA PARA TROMBINI Integração do EBS com o FTM Integração do EBS com o Kiwiplan CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

11 LISTA DE IMAGENS Figura 1 Organograma da Aporte Figura 2 Criar domínio WebLogic Figura 3 Criar projeto Web Services Figura 4 Classe que valida cliente Figura 5 Web Service disponibilizado no WebLogic Figura 6 Operações do Web Service Figura 7 Resultado do teste do Web Serive Figura 8 - Consulta que mostra a verão do banco de dados Figura 9 - Consulta que mostra o CHARACTERSET do banco de dados Figura 10 - Opção para criar ou eliminar esquemas Figura 11 Seleciona componentes para criar no banco de dados Figura 12 Escolhe o diretório da Middleware Home Figura 13 Instalação do Oracle SOA Suite 11g Figura 14 Instalação da extensão SOA Suite no JDeveloper Figura 15 Criar um projeto SOA Figura 16 Criar um processo BPEL Figura 17 WSDL do Web Service Figura 18 Processo BPEL para validar documento Figura 19 Processo BPEL com Web Services de terceiros Figura 20 Tabela de cidade Figura 21 Operação sobre a tabela de cidades Figura 22 Arquivo de Saída Figura 23 Delimitador de Texto Figura 24 Relacionamento dos campos da tabela com os do arquivo Figura 25 Fluxo para ler uma tabela e gravar num arquivo Figura 26 Diagrama da interface OIT do EBS Figura 27 Diagrama da interface API do EBS Figura 28 Métodos do Web Serives para cadastro de clientes Figura 29 Informar a URL do WSDL do Web Services Figura 30 Operações disponíveis para cadastro de clientes Figura 31 Fluxo do cadastro de clientes Figura 32 BPEL da Integração Modulo de Compras do EBS para FTM

12 Figura 33 Integrações do Modulo de Compras Figura 34 Fluxo da integração da Ordem de Compra do EBS para Kiwiplan Figura 35 Fluxo da integração da Ordem de Transferência Interna do EBS para Kiwiplan

13 RESUMO Esse relatório apresenta a descrição do estágio curricular I e II realizado na empresa Aporte com duração de duzentas e quarenta horas na área de desenvolvimento de softwares. A Aporte comercializa, implanta e customiza produtos da Oracle, entre os produtos estão o Oracle EBS que é o principal ERP da Oracle. Como ocorre em muitas empresas existem outros sistemas além do ERP, com isso necessita-se de integrações rápidas e confiáveis. Por isso o estágio consiste em aprender e desenvolver integrações com a tecnologia SOA (Service-Oriented Àrchitecture) usando ferramentas da Oracle. As atividades começam com o estudo dos conceitos SOA, estudo dos conceitos e construção de Web Service, estudo e configuração do OSB (Oracle Service Bus), estudo do BPEL (Business Process Execution Language) e construção de fluxos, estudo de APIs (Application Programming Interface) do Oracle EBS para integração SOA, construção de Web Services e fluxo BPEL utilizando as APIs do Oracle EBS, construir fluxos BPEL a partir de um caso de uso. 13

14 INTRODUÇÃO O relatório tem como finalidade descrever as atividades executadas durante o estágio curricular realizado na fábrica de software da Aporte OBJETIVOS O estágio tem como objetivo aplicar os conceitos de SOA para desenvolver integrações num cliente da Aporte entre o Oracle EBS e outros sistemas, utilizando as ferramentas BPEL process, JDevelepor e WebLogic GERAL Aplicar os conceitos de SOA para construção de integrações entre sistemas legados e o EBS (e-bussines Suite) que é o principal ERP da Oracle ESPECÍFICO Obter conhecimento dos padrões do SOA podem ser aplicados neste projeto; Obter conhecimento dos padrões Web Services serão utilizados; Instalar e configurar o JDeveloper para Web Services; Criar Web Services utilizando os conceitos estudados; Obter conhecimento sobre o ESB; Obter conhecimento sobre o BPEL; Instalar e configurar o Oracle BPEL Process Manager; Criar Fluxos BPEL utilizando os Web Services; Obter conhecimento sobre as tecnologias de interface disponíveis do EBS; Construir e disponibilizar Web Services utilizando algumas das tecnologias de interface do EBS; Construir Fluxos BPEL utilizando os Web Services disponíveis no EBS; A partir de um caso de uso construir uma integração SOA no EBS; 14

15 1.2. JUSTIFICATIVA A Aporte é uma empresa de consultoria situada em Joinville que atende todo o Brasil, desenvolve e comercializa seus próprios produtos e também é parceira Oracle, onde comercializa, implanta e customiza seus produtos. A Oracle é uma das empresas que está investindo na tecnologia SOA, pois acredita que essa tecnologia vai resolver muitos problemas que ocorrem pela falta de integração dos sistemas. Hoje, a Oracle possui um conjunto de ferramentas de desenvolvimento e servidores de aplicação SOA. Os clientes da Aporte estão investindo nessa tecnologia para fazer as integrações entre o EBS e seus outros sistemas. Por isso, é muito importante para a Aporte qualificar profissionais para desenvolver Web Services e fluxos BPEL. Dessa forma, o estágio foi conduzido a estudar essa tecnologia afim de qualificar o profissional para o desenvolvimento de integrações para um cliente que utiliza a Oracle EBS que é um sistema comercializado pela Aporte ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO O estudo está organizado em quatro partes. Na primeira parte são apresentados os elementos pré-textuais, contendo resumo e uma introdução com os objetivos gerais e específicos deste relatório. Na segunda parte, é apresentada a empresa onde foi realizado o estágio, dando um breve histórico da mesma, a parceria com a Oracle, seus principais produtos e seus clientes. Na terceira parte, são apresentadas as atividades desenvolvidas durante o estágio. Na última parte, são apresentadas as considerações finais onde se mostra, dentre outros, um resumo do trabalho, as tarefas executadas, as principais dificuldades encontradas, disciplinas que mais contribuíram para o sucesso do estágio, e o atendimento aos objetivos estabelecidos no plano de estágio. 15

16 2. A EMPRESA 2.1. HISTÓRICO Fundada em 1991, já nasceu como empresa de consultoria, especializada no estudo, definição, desenvolvimento, implantação e treinamento em gestão empresarial e tecnologia da informação. Atendendo empresas de qualquer segmento e tamanho em todo o país, a Aporte tem atuação regionalizada, estando presente, com escritórios e consultores, em Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, conseguindo assim grande agilidade no atendimento. Além do Brasil, atua também nos EUA, México, Itália, Eslovákia e China. Sua equipe é composta por 250 consultores, com experiência e grande conhecimento de todos os setores do mercado PRINCIPAIS PRODUTOS Oracle E-bussines suíte (EBS) O EBS é o principal ERP da Oracle, ele contém um conjunto completo e integrado de aplicativos que garantem o atendimento a todas as necessidades dos processos executados em uma empresa. Aporte comercializa, implanta e customiza o Oracle EBS que é a sua principal fonte de receita. A Aporte é parceira da Oracle desde 1992, credenciada com Certified Advantage Partner o nível mais elevado de parceria Oracle. Com mais de 70 projetos implementados em diversos segmentos de mercado, tornou-se a parceira mais experiente e com maior número de casos de sucesso na implementação do Oracle EBS. Premiada pela Oracle com Destaque Nacional nos últimos 9 anos e na América Latina em 2005 e A Aporte comercializa, treina, desenvolve e promove suporte técnico a todas as ferramentas ORACLE Aporte PLM Este produto tem a Gestão do Ciclo de Vida do Produto (PLM - Product Life Cycle Management) como principal benefício. Com este sistema o cliente tem uma visão detalhada da concepção à liberação da produção, além do controle de versões e manutenções. Algumas 16

17 características: Controle total sobre o Ciclo de Vida do Produto; Integração com softwares ERPs padrão de mercado; Integração com software de desenho técnico; Cadastro eletrônico da documentação do produto; Controle de execução e aprovação de testes nos órgãos internacionais. O público-alvo são segmentos que atuam no desenvolvimento de produtos como: empresas com laboratórios de pesquisa; corporações de inovação ou com volume de investimento elevado em pesquisa e desenvolvimento Aporte ICS O Aporte ICS comporta o gerenciamento de oportunidades e iniciativas na redução de custos para toda a organização. Alguns atributos: Análise de viabilidade econômica e retorno sobre ações de melhoria contínua com base em redução de custo sobre volume de produção; Planejamento, controle e acompanhamento da implantação de melhorias; Acompanhamento da performance das melhorias implantadas; Análise de resultados; Eficácia na aplicação de recursos financeiros por meio de retornos viáveis e mensuráveis; Acompanhamento da efetividade das ações para obtenção destes ganhos. O público-alvo são organizações do segmento industrial com política de melhoria contínua ou indústrias com forte atuação na área de engenharia de produção Aporte Lab Este sistema é destinado ao gerenciamento de todos os processos e projetos executados em Laboratórios de Desenvolvimento e Acompanhamento. Funcionalidades do produto: Planejamento, controle e acompanhamento das atividades executadas em laboratório; Planejamento e controle de atividades de teste, análises de resultados estatísticos, comparação histórica, elaboração de gráficos conforme solicitação de clientes; 17

18 Acompanhamento e planejamento do nível de atendimento das solicitações; Exemplos: quando vai receber, feedback, qual é o resultado do próprio teste; Geração de base estatística para comparação histórica de resultados de testes; Acompanhamento da fidelidade do cliente; Coleta de dados automática a partir da integração com equipamentos de laboratório; Acompanhamento do andamento de solicitações; Controle sobre atividades do laboratório Aporte e Gov Para a gestão de um Estado mais moderno, eficiente e capaz de responder aos anseios da sociedade de forma mais eficaz e adequada, a APORTE criou o Sistema de Gestão Governamental e Municipal. As características do produto: Atendimento aos processos administrativos como controladoria, financeiro, arrecadação, cadastro, suprimentos, orçamento e protocolo; Foco nos serviços de atendimento ao cidadão bem como na gestão de receitas; Orientação do processo de modernização da administração pública; Total integração entre os diversos processos municipais; Abordagem com as melhores práticas da gestão pública; Atendimento às leis de responsabilidade fiscal; Abordagem gerencial para tomada de decisões nos processos públicos. O público-alvo são os órgãos públicos, como governos estaduais, municipais, secretarias, autarquias entre outras entidades públicas PRINCIPAIS CLIENTES Constituída na maior parte em clientes que utilizam o produto Oracle EBS, a Aporte também tem seus clientes decorrentes de seus próprios produtos desenvolvidos, onde os principais são: Aloés, Avipal, Bematech, Boticário, Brasil Telecom, Bunge, CELESC, Compagas, Cooxupé, Day Brasil, Dorival Ribeiro, Duas Rodas, Embraco, FG, Google, Grupo Silvio Santos, Herbalife, Jequiti, Mundial, Pernambucanas, Prefeitura municipal de Juiz de Fora, Prefeitura municipal de Joinville, Portobello, Positivo, Praxair, Procergs, Ráscal, Renner, Santa Lúcia, SCGás, Trombini, Yamaha, Zaeli. 18

19 2.4. ORGANOGRAMA A Figura 1 mostra o organograma da empresa, o presente estagiário pertence ao grupo dos analistas de sistemas que está destacado em vermelho. Figura 1 Organograma da Aporte 19

20 3. DESENVOLVIMENTO Neste capítulo são apresentadas as principais atividades desenvolvidas durante o período de estágio, primeiramente será apresentado o estudo que foi feito sobre a tecnologia, depois a instalação e configuração dos ambientes para o desenvolvimento das atividades e por fim a construção de integrações para um cliente ESTUDAR OS CONCEITOS E PADRÕES DO SOA Definição de SOA O termo SOA Arquitetura Orientada a Serviço é usado para definir uma estrutura de serviços que suportam os requisitos dos usuários de software. Num ambiente SOA os serviços de vários clientes são disponibilizados para que outros clientes possam utilizá-los e fornecer seus serviços, dessa forma há vários serviços em uma rede que podem ser utilizados pelos usuários de maneira padronizada e de forma independente. A definição SOA não está amarrada ao uso de Web Service, pode ser utilizada qualquer tecnologia baseada em serviços. O conceito SOA vai muito além das arquiteturas tradicionais ponto-a-ponto, em SOA há serviços de aplicação independentes e com alta interoperabilidade. Os serviços não dependem de linguagem de programação e plataforma, eles são liberados e os acessos são feitos de forma padrão. O código fonte é encapsulado o usuário só tem acesso as chamadas dos métodos. Como esses componentes têm a interface padronizada, eles podem ser utilizados por vários clientes que necessitam desse serviço. SOA não é uma ferramenta ou um framework, não é um produto que simplesmente se pode comprar. SOA é um paradigma, é uma maneira de pensar, é um conjunto de idéias que levam a decisões concretas quando se projeta uma arquitetura de software. A flexibilidade de SOA proporciona agilidade para entregar uma solução de qualidade no tempo certo, mas a flexibilidade depende da organização, papéis e processos bem definidos Drivers SOA SOA atende muito bem as difíceis e conhecidas características dos grandes sistemas, mas é uma questão muito importante saber qual tipo de sistema SOA é apropriado. 20

21 Em grandes organizações a complexidade dos negócios faz com que tenham vários sistemas e várias empresas envolvidas. As integrações e mudanças desses sistemas são constantes, as empresas têm que se adequar conforme as necessidades do mercado. SOA é altamente recomenda para trabalhar com sistemas distribuídos, ela possibilita a localização e uso desses serviços, afim de facilitar as mudanças das regras de negócio da empresa. Os processos definidos em SOA são baseados em sistemas distribuídos que nem sempre são controlados por um único proprietário, pode haver diferentes equipes, departamentos ou até empresas que gerenciam os sistemas de formas diferentes. Uma das razões para a existência do SOA é pela vantagem em relação a abordagem aceita a heterogeneidade que é um grande problema pra as empresas de maior porte, onde existem vários sistemas com ampla diversidade de linguagem de programação em diversas plataformas Conceitos de SOA Serviço é um termo fundamental em SOA, ele representa alguma funcionalidade de negócio que não depende de uma determinada tecnologia. Os serviços devem ser projetados, de tal forma, que os usuários possam usar sem precisar entender a tecnologia que é utilizada no seu desenvolvimento. A alta interoperabilidade é a capacidade de conectar os sistemas heterogêneos. SOA permite a conexão de vários sistemas heterogêneos, isso é base para começar a implantar as funcionalidades de negócio que estão espelhadas pelos sistemas distribuídos. O conceito de acoplamento fraco é minimizar as dependências assim, as modificações nos serviços têm os efeitos reduzidos e os sistemas ainda executam quando parte deles não estão funcionando ou estão indisponíveis. Diminuir as dependências contribui para tolerância às falhas e flexibilidade Ingredientes de SOA A infra-estrutura em SOA é chamada de barramento corporativo de seviços (ESB) que possibilita a alta interoperabilidade. A finalidade do ESB é disponibilizar as chamadas dos 21

22 serviços entre os sistemas heterogêneos. O ESB tem que prover a transformação de dados, roteamento inteligente, segurança, confiabilidade, gerenciamento de serviços e monitoramento. O objetivo da arquitetura SOA é assegurar que o sistema sempre esteja disponível e que tenha fácil manutenção. Aqui são classificados os diferentes tipos de serviços, decidido a quantidade de acoplamento fraco, definido o modelo de dados das interfaces dos serviços, decidido a respeito da tecnologia da infra-estrutura, decidir que padrões usar, entre outras opções. Em uma grande organização existem muitos processos de negocio que onde há várias pessoas que tomam conta, para que isso não se torne bagunça e que esses processos funcionem da melhor maneira possível, existe em SOA o BPM (Business process modeling) que é a atividade de modelar os processos afim de criar serviços. Governança é o gerenciamento de todas as atividades do SOA e o metaprocesso de todos os processos ESTUDAR WEB SERVICE E CONFIGURAR AMBIENTE O que são Web Service? Web Services são funcionalidades disponíveis em sistemas distribuídos que tem por finalidade prover algum tipo de serviço que recebe, processa e retorna informações utilizando padrões XML. O Web Service pode ser desenvolvido em qualquer linguagem desde que ele respeite o padrão WSDL Padrões Fundamentais de Web Services Atualmente existem cinco padrões fundamentais de Web Services, sendo que três (WSDL, SOAP e UDDI) foram criados exclusivamente para o uso de Web Services e outros dois (XML e HTTP) são antigos conhecidos da maioria dos desenvolvedores. XML é um padrão utilizado para descrever modelos, formatos e tipos de dados. Muitos outros padrões são baseados nesse padrão. Em Web Services todos os padrões são baseados em XML 1.0 que consistem XSD (XML Schema Definition) e namespaces XML 22

23 HTTP ou HTTPS são protocolos de rede utilizados por Web Services para transferir informações. WSDL é um padrão utilizado para definir as interfaces dos serviços, ele descreve o nome e parâmetros do serviço e seus detalhes de ligação, protocolo e localização. SOAP é um padrão para trocar dados de Web Services, ele define o protocolo de Web Services. Esse é um protocolo de um nível mais alto e trabalha sobre o protocolo HTTP. UDDI é um padrão que registra e localiza Web Services. O padrão fundamental é o WSDL para a utilização de Web Services, o restante é opcional. Não é necessário o uso do SOAP e HTTP para trocar informações com os serviços, poderão ser utilizados outros protocolos. O UDDI é um padrão que tem apenas um papel auxiliar, o Web Service não necessita desse padrão para funcionar, na prática ele não é muito utilizado Instalar e configurar o JDeveloper para Web Services Nesse trabalho a ferramenta que será utilizada para desenvolver os Web Services é o Oracle JDeveloper 11g e o servidor de aplicação WebLogic onde vai rodar os Web Services. Na instalação do JDeveloper é possível instalar o WebLogic que exige a criação de um domínio como mostra a Figura 2. Figura 2 Criar domínio WebLogic 23

24 Criar Web Services utilizando os conceitos estudados No JDeveloper é necessário criar uma aplicação e um projeto para depois criar os Web Services. Nesse caso é criada uma aplicação genérica Generic Application e no projeto serão escolhidas as tecnologias Java e Web Services como mostra a Figura 3. Figura 3 Criar projeto Web Services Nesse estudo foi construída uma classe para validar o cadastro de clientes, existem dois métodos na classe, um para validar o CPF e outro para validar o CNPJ, ambos recebem uma cadeia de caracter que representa o CPF ou o CNPJ e retornam um valor lógico (boolean), indicando se o CPF ou CNPJ é válido(verdadeiro) ou não (falso), conforme é apresentado na Figura 4. Para criar o Web Service foi necessário apenas clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo.java e escolher a opção Web Services que abre uma janela onde é só seguir as instruções. Figura 4 Classe que valida cliente 24

25 Para testar o Web Service é necessário iniciar o servidor de aplicação WebLogic, para que se possa acessar a página de administração do WebLogic, que neste estudo está no endereço Nessa página é possível visualizar os serviços que estão rodando, os Web Services publicados e as ferramentas disponíveis para desenvolvimento de Web Services. Depois é necessário criar uma conexão com o WebLogic dentro do JDeveloper e somente após executar esses passos é possível disponibilizar o Web Service. A disponibilidade é feita através de um Deploy contra a conexão que foi criada. A Figura 5 mostra o Web Service disponibilizado dentro do WebLogic. Figura 5 Web Service disponibilizado no WebLogic O último passo a ser feito é testar o Web Service, para isso é necessário clicar sobre o serviço criado, abrir a guia Testing e em clicar no Test_client na coluna Test Point. Na página de teste aparece os dois métodos do serviço que foi criado como mostra a Figura 6, para esse teste foi escolhida a operação validar o CNPJ, o processo ocorre da seguinte forma: inicialmente é informado o valor do campo, neste caso o CNPJ, em seguida clica-se no botão ValidaCnpj, o resultado é exibido em outra página conforme é exibida na Figura 7. Figura 6 Operações do Web Service 25

26 Figura 7 Resultado do teste do Web Serive 3.3. ESTUDAR OS CONCETOS ESB Para utilizar SOA é necessário ter o ESB (Enterprise Service Bus ou Barramento de Serviço Corporativo) que é uma infra-estrutura que permite a disponibilização de serviços em um ambiente on-line, que possa ser acessado por diversos clientes. Nesse barramento são disponibilizados os Web Services e os fluxos BPEL, onde o cliente pode acessar e utilizar esses serviços. O ESB tem como responsabilidade, disponibilizar aos clientes, a utilização dos serviços publicados. Para atender essa necessidade o EBS tem que suportar as seguintes tarefas: Prover conectividade; Transformação de dados; Roteamento (inteligente); Lidar com segurança; Lidar com confiabilidade; Gerenciamento de serviços; Monitoramento e autenticação. A principal função do ESB é prover interoperabilidade, pois tem que integrar diferentes linguagens de programação e plataformas. A transformação de dados é fundamental para o funcionamento do ESB, que conta com serviços de transformação que podem ser localizados e acessados de qualquer lugar do barramento. 26

27 É necessário que exista roteamento para enviar a chamada de um serviço do cliente ao barramento e depois retorna a informação ao cliente. O ESB tem que possuir mecanismos para garantir a confiabilidade do serviço independente do protocolo utilizado ESTUDAR BPEL E CONFIGURAR O JDEVELOPER PARA DESENVOLVIMENTO DO BPEL Estudar o conceito do BPEL BPEL é uma linguagem baseada em XML para definição de fluxo de trabalho que permite às empresas descrever processos de negócio que estão conectadas através de Web Services. BPEL torna-se uma opção para vincular os Web Services em uma solução de negócios coesa, facilitando a interação dos serviços dentro das empresas. O fluxo BPEL pode utilizar vários Web Services, criando uma aplicação de negócio totalmente nova com a sua própria interface pública para os usuários finais. BPEL abre um caminho completamente novo ou pelo menos de forma reforçada, para desenvolvimento de aplicações comerciais que permite que um programador descreva um processo de negócio disponibilizado na Internet. A linguagem BPEL fornece uma lógica para controlar e coordenar os Web Services que fazem parte do fluxo de processo. Essa linguagem é interpretada e executada por um mecanismo de orquestração (gerenciador de processos BPEL) BPEL que coordena todas as atividades do processo e controla as ações de correção do sistema quando ocorrem exceções Instalar e configurar o Oracle BPEL Process Manager Nesta seção é apresentada como instalar e configurar o ambiente SOA no Windows Vista Bussines utilizando Oracle SOA Suite 11g que trabalho sobre o servidor WebLogic 10g e o banco de dados Oracle 10g versão Requisitos do banco de dados A instalação do Oracle SOA Suite requer a disponibilidade de um banco de dados Oracle. Este não deve estar no mesmo sistema onde será instalando o produto. O banco de dados também deve ser compatível com o RCU, que é necessário para criar os esquemas do Oracle SOA Suite. 27

28 Para instalar o Oracle SOA Suite no servidor de aplicação WebLogic é necessário que o banco de dados seja o Oracle 10g com a versão ou superior e o CHARACTERSET tem que ser AL16UTF16 ou AL32UTF8 conforme é exibido nas Figuras 8 e 9, ou o banco de dados seja o Oracle 11g com a versão ou superior. Figura 8 - Consulta que mostra a verão do banco de dados. Figura 9 - Consulta que mostra o CHARACTERSET do banco de dados Criar esquemas de repositório O Oracle SOA Suite exige que certos esquemas existam na base de dados antes da instalação. Deve ser executado o utilitário de criação do repositório (RCU) para criar os esquemas no banco de dados. Depois da tela de Bem-vindo é exibida uma tela com a opção de criar ou eliminar esquemas de componentes no banco de dados conforme é exibida na Figura 10, nesse caso será criado um esquema. 28

29 Figura 10 - Opção para criar ou eliminar esquemas. Na tela seguinte devem ser informados detalhes da conexão com o banco de dados, em seguida é realizada uma verificação para ver se o banco de dados atende a todos os pré-requisitos do RCU. Na seleção dos componentes, serão escolhidos os componentes a serem criados no banco de dados, e também onde é informado um prefixo para os nomes dos componentes. Para Oracle SOA Suite são necessários apenas os componentes selecionados conforme Figura 11. Figura 11 Seleciona componentes para criar no banco de dados. 29

30 Em seguida é necessário informar a senha para esses esquemas, nesse estudo será utilizada a mesma senha para todos os esquemas. Há a opção de escolher a tablespace para criar os esquemas do RCU. Antes de criar os esquemas é exibido um resumo do que vai ser feito e por fim é exiba a tela com o resultado final Instalar o WebLogic O Oracle SOA Suite requer o WebLogic Server instalado. Para instalar basta seguir as etapas até o fim da instalação. Na primeira tela será criado um diretório para ser a Middleware Home, conforme é exibido na Figura 12. Figura 12 Escolhe o diretório da Middleware Home Instalar o Oracle SOA Suite 11g Para instalar o Oracle SOA Suite temos que executar o arquivo wls1031_win32.exe que foi baixado do site da Oracle. Agora é só seguir os passos até o fim da instalação do WebLogic. Na primeira tela será utilizado o Middleware Home que foi criado na instalação do WebLogic, conforme é exibido na Figura

31 Figura 13 Instalação do Oracle SOA Suite 11g Instalar extensão no JDeveloper 11g O JDeveloper necessita da instalação de uma extensão para que possamos criar os fluxos BPEL. Para isso é necessário baixar o arquivo soa-jdev-extension.zip do site da Oracle e instalar no JDeveloper, conforme mostra a Figura 14. Figura 14 Instalação da extensão SOA Suite no JDeveloper 31

32 Criar fluxos BPEL utilizando os Web Services Fluxo BPEL para validar CPF/CNPJ Na primeira atividade foi criado um fluxo BPEL baseado no Web Service criado anteriormente para validar CPF ou CNPJ, esse fluxo será colocado uma condição para identificar o tipo de documento passado e escolher o método correto para validação. Para criar um fluxo BPEL é necessário criar um projeto SOA e selecionar a tecnologia SOA, depois escolher o modelo composto Composite With BPEL, conforme Figura 15. Figura 15 Criar um projeto SOA A tela apresentada na Figura 15 é utilizada para criar o processo BPEL. Nela pode-se escolher se o processo é assíncrono ou síncrono, o nome do espaço de trabalho, e o nome das variáveis de entrada e saída, conforme a Figura 16. Nesse estudo, o processo será sincrono porque precisamo da resposta em tempo real. 32

33 Figura 16 Criar um processo BPEL Para utilizar o Web Service que valida o cliente é necessario o seu WSDL. Ele está disponível no Web Logic, como mostra a Figura 17. Figura 17 WSDL do Web Service. O processo BPEL síncrono, por padrão tem um componte de entrada receiveinput e um componente de saída replayoutput. Nesse mesmo processo, foi adicionado um componente que identifica o tipo de documento. Se for CNPJ vai chamar o método para validar o CNPJ, senão, o método para validar o CPF. Mas para isso é necessário criar um Partner Link (Link para um serviço externo) para o utilizar o Web Service através da URL do WSDL. O resultado da validação do documento é retornada no componente replayoutput, conforme é exibido na Figura

34 Figura 18 Processo BPEL para validar documento Fluxo BPEL utilizando Web Services de terceiro. Esse fluxo consiste em utilizar um Web Services que recebe um endereço IP e retornar o nome do país onde esse IP está localizado. Para utilizar um Web Services dentro do BPEL é necessário o WSDL que foi retirado de um site que possue vários Web Services públicos. No BPEL foi utilizado o objeto Partner Link onde é informado a URL do WSDL. Na Figura 19 é exibido o fluxo BPEL com a utilização do Web Services. 34

35 Figura 19 Processo BPEL com Web Services de terceiros Fluxo BPEL que lê informações de uma tabela e escreve num arquivo. Nesse fluxo BPEL foi criado uma integração entre uma tabela do bando de dados Oracle e um arquivo num layout delimitado por ;. A idéia é ler as informações da tabela e gravar no arquivo. Aqui foi criada uma tabela de exemplo com as informações de um cadastro de cidade, nessa tabela há três campos, um campo do tipo numérico e dois campos do tipo literal. Logo em seguida foi preenchida a tabela com algumas informações, conforme é exibido na Figura

36 Figura 20 Tabela de cidade Agora vamos criar o adaptador de banco de dados, mas primeiramente é necessário criar uma conexão com banco de dados. Na configuração do adaptador é informado o nome, a conexão que foi criada, aqui será selecionado um objeto de banco de dados, nesse caso será a tabela TB_CIDADE, logo após são apresentadas as operações que serão realizadas sobre a tabela, aqui foi escolhida apenas a operação SELECT, conforme é exibida na Figura 21. Figura 21 Operação sobre a tabela de cidades Foi criado um adaptador do tipo File Adapter para escrever num arquivo as informações selecionadas na tabela. Conforme a Figura 22, para criar o adaptador é necessário informar o diretório de saída e o nome do arquivo. 36

37 Figura 22 Arquivo de Saída É necessário informar o formato do arquivo de saída, há várias opções, mas nesse caso foi escolhida a opção delimitada por um caracter especial o ponto e vírgula (;), como é exibido na Figura 23. Figura 23 Delimitador de Texto Foi necessário utilizar o objeto Transformation para transferir as informações da tabela para o arquivo. Nesse objeto são relacionados os campos da tabela com os campos do arquivo, 37

38 conforme é exibido na Figura 24. Nele também é criado um cursor para varrer todos os registros da tabela e inserir no arquivo. Se for necessário, também é possível converter o tipo de dado de um campo em específico. Figura 24 Relacionamento dos campos da tabela com os do arquivo A Figura 25 mostra o fluxo BPEL que foi criado para ler as informações de uma tabela no banco de dados e gravar num arquivo. O fluxo recebe um parâmetro que é utlizado para filtrar a seleção dos registros da tabela, as informações são transferidas para o arquivo. Figura 25 Fluxo para ler uma tabela e gravar num arquivo 38

39 3.5. ESTUDAR AS TECNOLOGIAS DE INTEGRAÇÃO DISPONÍVEIS DO EBS Para importar informações para dentro do Oracle EBS é necessário utilizar uma das tecnologias apresentadas abaixo. Nessas integrações serão lidos dados dos outros sistemas e disponibilizados no Oracle EBS. Open Interface Table (OIT): Essa integração consiste em povoar uma tabela de interface e chamar um programa concorrente que valida às informações e transfere para a tabela definitiva, esse programa entra numa fila para ser executado e roda em outra seção. Figura 26 Diagrama da interface OIT do EBS Application Programming Interface (API's): API é um programa em PL/SQL ou Java, que recebe informações e valida antes de inserir na tabela definitiva. Esse processo é considerado on-line porque está na mesma sessão. Figura 27 Diagrama da interface API do EBS 39

40 3.6. CONSTRUIR WEB SERVICES E FLUXOS BPEL Construir e disponibilizar Web Services utilizando interfaces do EBS Uma interface muito utilizada do EBS é o cadastro de clientes. Por esse motivo foi construído Web Services utilizando as APIs para importar clientes. Com esse Web Service é possível cadastrar clientes a partir de vários outros sistemas independente de linguagem de programação e banco de dados. Na Figura 28 é possível ver os métodos disponíveis de Web Service o qual foi disponibilizado no servidor de aplicação WebLogic. Figura 28 Métodos do Web Services para cadastro de clientes 40

41 Construir um fluxo BPEL utilizando o Web Services disponível no EBS O fluxo BPEL foi construído para cadastrar clientes no EBS utilizando o Web Service construído anteriormente. Para isso foi criado um Partner Link que o acessa através da URL do WSDL, conforme a Figura 29. Figura 29 Informar a URL do WSDL do Web Service. Para acessar os métodos do Web Service não é necessário criar vários Partner Link, como nesse caso, onde existe apenas um, com vários objetos que os invocam, utilizando diferentes métodos, conforme é exibido na Figura 30. Figura 30 Operações disponíveis para cadastro de clientes 41

42 O fluxo BPEL foi desenvolvido e disponibilizado para testes no servidor WebLogic. A Figura 31 mostra a os serviços utilizados e o fluxo BPEL dessa integração, onde pode ser visto, da esquerda para direita, o serviço disponível para acesso de um programa externo, o fluxo BPEL contraído em apenas um ícone, e o Partner Link com os métodos disponíveis no Web Services. Figura 31 Fluxo do cadastro de clientes 42

43 3.7. CONSTRUÇÃO DE INTEGRAÇÕES SOA PARA TROMBINI. Durante o desenvolvimento desse relatório a Aporte estava implantando e customizando o Oracle EBS na Trombini que é a maior produtora de caixas de papelão ondulado do sul do Brasil, ela também fabrica sacos de papel multifolhados para embalar cimento, rações e grãos, entre outros produtos, são comercializados em todo o Brasil e no exterior Integração do EBS com o FTM O FTM é um sistema de gestão informatizada de comércio exterior produzido pela Softleasing para exportação e importação de produtos. A integração do EBS com o FTM nasceu da necessidade da Trombini ter um sistema de comércio exterior. A Trombini é uma empresa que importa matéria-prima e exporta produtos acabados Pedido de Importação do EBS para FTM Uma das integrações feitas na Trombini entre o do EBS com o FTM é a pedido de importação, esse pedido é criado no EBS e enviado ao FTM. Mas para enviar o pedido é necessário enviar antes as informações do fornecedor, termo de pagamento e dos itens de inventário. A Figura 33 mostra os serviços utilizados no fluxo BPEL. 43

44 Figura 32 BPEL da Integração Modulo de Compras do EBS para FTM 44

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I e II SISTEMA DE MONITORAMENTO DE TI EM SOFTWARE LIVRE

ESTÁGIO CURRICULAR I e II SISTEMA DE MONITORAMENTO DE TI EM SOFTWARE LIVRE FERNANDO RODRIGO NASCIMENTO GUSE i ESTÁGIO CURRICULAR I e II SISTEMA DE MONITORAMENTO DE TI EM SOFTWARE LIVRE EMPRESA: Globalmind Serviços em Tecnologia da Informação LTDA. SETOR: Infra Estrutura SUPERVISOR:

Leia mais

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Tópicos Motivação e Objetivos LP e SOA Processo ADESE

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Goiânia 12/2011 Versionamento 12/12/2011 Hugo Marciano... 1.0

Leia mais

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR I SUPORTE TI HOSPITALAR

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR I SUPORTE TI HOSPITALAR GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR I SUPORTE TI HOSPITALAR EMPRESA: TRÍPLICE CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. SETOR: INFORMÁTICA SUPERVISOR: RONALDO GUIZARDI ORIENTADOR: VILSON VIEIRA CURSO DE BACHARELADO EM

Leia mais

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento.

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento. SOA Arquitetura Orientada a Serviços Conceitos e Aplicações Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com/ http://edilms.eti.br Gestão de TI Conceitode SOA SOA - Service OrientedArchitecture (Arquitetura

Leia mais

SOA: Service-oriented architecture

SOA: Service-oriented architecture SOA: Service-oriented architecture Roteiro Breve História O que é Arquitetura de Software? O que é SOA? Serviços Infraestrutura Composição Sua empresa está preparada para SOA? Breve História Uma empresa

Leia mais

Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada

Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada Insight completo sobre IDG/Oracle Relatório de pesquisa de SOA Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada Alinhamento

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 02 IMPLANTAÇÃO DE 1 (UM)

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR II DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO BANCO DE DADOS

ESTÁGIO CURRICULAR II DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO BANCO DE DADOS Bruno Luiz Corbani Garcia ESTÁGIO CURRICULAR II DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO BANCO DE DADOS EMPRESA: Conceito W SETOR: Banco de Dados SUPERVISOR: Ademir da Cunha Junior ORIENTADOR: Edino Mariano

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação 1 Ruironaldi dos Santos Cruz ARTIGO ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇO SOA SERVICE

Leia mais

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES w w w. i d e a l o g i c. c o m. b r INDICE 1.APRESENTAÇÃO 2.ESPECIFICAÇÃO DOS RECURSOS DO SOFTWARE SAXES 2.1. Funcionalidades comuns a outras ferramentas similares 2.2. Funcionalidades próprias do software

Leia mais

Introdução ao BPEL utilizando o Oracle SOA Suíte 10g

Introdução ao BPEL utilizando o Oracle SOA Suíte 10g Introdução ao BPEL utilizando o Oracle SOA Suíte 10g 1. Introdução Neste artigo serão apresentados alguns conceitos inerentes a SOA Service Oriented Architecture e um exemplo prático de construção de processo

Leia mais

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR II ANÁLISE E SUPORTE EM TI HOSPITALAR

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR II ANÁLISE E SUPORTE EM TI HOSPITALAR GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR II ANÁLISE E SUPORTE EM TI HOSPITALAR EMPRESA: TRÍPLICE CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. SETOR: INFORMÁTICA SUPERVISOR: RONALDO GUIZARDI ORIENTADOR: VILSON VIEIRA CURSO DE

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR DESENVOLVIMENTO DE CONTROLE DE ESTOQUE

ESTÁGIO CURRICULAR DESENVOLVIMENTO DE CONTROLE DE ESTOQUE VALTER JOSÉ ZIMMERMANN JÚNIOR ESTÁGIO CURRICULAR DESENVOLVIMENTO DE CONTROLE DE ESTOQUE EMPRESA: MALVA CONFECÇÕES IND. E COM. LTDA. SETOR: INFORMÁTICA SUPERVISOR: MARLUCE ZIMMERMANN ORIENTADOR: JORGE FERNANDES

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I e II CUSTOMIZAÇÃO MNT FROTA

ESTÁGIO CURRICULAR I e II CUSTOMIZAÇÃO MNT FROTA RAFAEL REINERT ESTÁGIO CURRICULAR I e II CUSTOMIZAÇÃO DO MNT FROTA EMPRESA: NG Informática SETOR: Desenvolvimento SUPERVISOR: Rafael Diogo Richter ORIENTADOR: Carlos Norberto Vetorazzi Júnior CURSO DE

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE E MONITORAMENTO

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE E MONITORAMENTO THALLES GRESCHECHEN ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE E MONITORAMENTO EMPRESA: NEOGRID INFORMÁTICA S/A SETOR: SUPORTE E MONITORAMENTO SUPERVISOR: FÁBIO ROBERTO MENDES ORIENTADOR: PROF. GERSON VOLNEY LAGEMANN

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I e II PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA QUE PERMITE VERIFICAR A RELAÇÃO ENTRE PERFIL DE EMPRESA E

ESTÁGIO CURRICULAR I e II PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA QUE PERMITE VERIFICAR A RELAÇÃO ENTRE PERFIL DE EMPRESA E Guilherme Alexandre Sant'Ana ESTÁGIO CURRICULAR I e II PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA QUE PERMITE VERIFICAR A RELAÇÃO ENTRE PERFIL DE EMPRESA E MODELO DE PROCESSO DE SOFTWARE EMPRESA: UNIVERSIDADE

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

NFS-e AGL Versão X.X.0.26

NFS-e AGL Versão X.X.0.26 NFS-e AGL Versão X.X.0.26 Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos Add-on responsável pela integração do SAP Business One e diversas prefeituras para emissão de notas fiscais de serviços

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais

MBA EM ARQUITETURA DE SOLUÇÕES

MBA EM ARQUITETURA DE SOLUÇÕES MBA EM ARQUITETURA DE SOLUÇÕES Você está trabalhando ou quer trabalhar em um mercado que precisa de soluções cada vez mais complexas, alinhadas ao negócio e, principalmente, soluções com características

Leia mais

MBA EM ENGENHARIA DE SOFTWARE ORIENTADA A SERVIÇOS (SOA)

MBA EM ENGENHARIA DE SOFTWARE ORIENTADA A SERVIÇOS (SOA) MBA EM ENGENHARIA DE SOFTWARE ORIENTADA A SERVIÇOS (SOA) Você trabalha ou quer trabalhar em um mercado altamente competitivo que demanda inovação, flexibilidade e alta velocidade de resposta para novas

Leia mais

Aranda INVENTORY. Benefícios Estratégicos para sua Organização. (Standard & Plus Edition) Beneficios. Características V.2.0907

Aranda INVENTORY. Benefícios Estratégicos para sua Organização. (Standard & Plus Edition) Beneficios. Características V.2.0907 Uma ferramenta de inventario que automatiza o cadastro de ativos informáticos em detalhe e reporta qualquer troca de hardware ou software mediante a geração de alarmes. Beneficios Informação atualizada

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE TÉCNICO AOS CLIENTES DO SISTEMA DATASUL BUSINESS INTELLIGENCE

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE TÉCNICO AOS CLIENTES DO SISTEMA DATASUL BUSINESS INTELLIGENCE KÁTIA CRISTINA CARDOSO ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE TÉCNICO AOS CLIENTES DO SISTEMA DATASUL BUSINESS INTELLIGENCE EMPRESA: Futura Soluções em Finanças Ltda. SETOR: Assistência Técnica - Suporte SUPERVISOR:

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos Web Services Integração de aplicações na Web Integração de Aplicações na Web Interoperação entre ambientes heterogêneos desafios diversidade de componentes: EJB, CORBA, DCOM... diversidade de linguagens:

Leia mais

Web Service - NFS-e. Definição das especificações e critérios técnicos necessários para utilização do WebService. FREIRE INFORMÁTICA Versão 2.

Web Service - NFS-e. Definição das especificações e critérios técnicos necessários para utilização do WebService. FREIRE INFORMÁTICA Versão 2. 2014 Web Service - NFS-e Definição das especificações e critérios técnicos necessários para utilização do WebService Este manual tem como objetivo orientar os usuários, sobre os procedimentos relativos

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

MBA EM ARQUITETURAS DE REDES E CLOUD COMPUTING

MBA EM ARQUITETURAS DE REDES E CLOUD COMPUTING MBA EM ARQUITETURAS DE REDES E CLOUD COMPUTING Você é um profissional de infraestrutura capaz de integrar Redes, Sistemas/Software e Banco de Dados em datacenters e utilizar técnicas de virtualização em

Leia mais

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA 2015 SUMÁRIO 1 - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 2 - OBJETIVO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 3 3 - ACOMPANHAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO... 4 4 - EXEMPLO DE ÁREAS PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO...

Leia mais

Arquitetura Orientada a Serviço

Arquitetura Orientada a Serviço Arquitetura Orientada a Fabio Perez Marzullo IEEE Body of Knowledge on Services Computing Sponsored by Technical Committee on Services Computing, IEEE Computer Society 1 SOA e Web Services SOA é um modelo

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I E II INTEGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMA ERP INFOSALFER E SAGA WMS

ESTÁGIO CURRICULAR I E II INTEGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMA ERP INFOSALFER E SAGA WMS MURILO CARLOS CARDOSO ESTÁGIO CURRICULAR I E II INTEGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMA ERP INFOSALFER E SAGA WMS EMPRESA: LOJAS SALFER S.A SETOR: TI SUPERVISOR: FABIO ADRIANO DACORREGIO MEIER. ORIENTADOR: VALMOR

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO SInAE Sistema Integrado de Administração Escolar Fevereiro - 2006 Sumário INTRODUÇÃO... 2 APRESENTAÇÃO DOS MÓDULOS... 3 Módulo Acadêmico... 3 Módulo de Cofigurações da Escola...

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA GUIA DE APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA GUIA DE APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA GUIA DE APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Serra 2013 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO.... 4 ACOMPANHAMENTO

Leia mais

PSQT Prêmio SESI Qualidade no Trabalho

PSQT Prêmio SESI Qualidade no Trabalho ANEXO II PSQT Prêmio SESI Qualidade no Trabalho Manutenção Evolutiva Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 1 de 18 Histórico da Revisão Data Descrição Autor 06/12/2007 Necessidades para atualização

Leia mais

MBA EM BUSINESS INTELLIGENCE

MBA EM BUSINESS INTELLIGENCE MBA EM BUSINESS INTELLIGENCE Como a sua empresa estrutura informações estratégicas? Como as decisões são tomadas? São considerados, dados, informações e tendências, de macroambientes? O quanto você conhece

Leia mais

DOCUMENTO DE REQUISITOS

DOCUMENTO DE REQUISITOS DOCUMENTO DE REQUISITOS ID documento: Data: / / Versão : Responsável pelo documento: ID Projeto: HISTÓRICO DE REVISÕES Data de criação/ atualização Descrição da(s) Mudança(s) Ocorrida(s) Autor Versão do

Leia mais

Sistema Registro Integrado REGIN

Sistema Registro Integrado REGIN Sistema Registro Integrado REGIN ÍNDICE 1. Apresentação... 2 2. O que é o projeto REGIN?... 2 3. Objetivo do REGIN... 3 4. Funcionamento do REGIN... 3 5. Módulos do REGIN... 4 6. Pedido de Viabilidade

Leia mais

Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN. Contadores

Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN. Contadores Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN Contadores Maio / 2008 Índice Introdução... 3 Pedido de Consulta da Viabilidade... 4 Acompanhamento do Pedido de Viabilidade... 11 Registro

Leia mais

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede GESTÃO Educacional A P R E S E N T A Ç Ã O www.semeareducacional.com.br Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede A EXPANSÃO TECNOLOGIA Nossa MISSÃO: Transformação de Dados em Informação Transformação

Leia mais

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning www.pwi.com.br 1 Volpe Enterprise Resource Planning Este manual não pode, em parte ou no seu todo, ser copiado, fotocopiado,

Leia mais

Semântica para Sharepoint. Busca semântica utilizando ontologias

Semântica para Sharepoint. Busca semântica utilizando ontologias Semântica para Sharepoint Busca semântica utilizando ontologias Índice 1 Introdução... 2 2 Arquitetura... 3 3 Componentes do Produto... 4 3.1 OntoBroker... 4 3.2 OntoStudio... 4 3.3 SemanticCore para SharePoint...

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

Arquiteturas Orientadas a Serviços ESB. Enterprise Service Bus. Prof. Ricardo J. Rabelo DAS5316 Integração de Sistemas Corporativos

Arquiteturas Orientadas a Serviços ESB. Enterprise Service Bus. Prof. Ricardo J. Rabelo DAS5316 Integração de Sistemas Corporativos ESB Enterprise Service Bus Prof. Ricardo J. Rabelo DAS5316 Integração de Sistemas Corporativos Resumo Introdução Definição Problemas atuais e Vantagens Evolução do ESB ESB versus EAI, MOM, Workfow, SOA

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 14 SOA e ESB Service-Oriented

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

MANUAL DO ADMINISTRADOR LOCAL. Entidade Municipal

MANUAL DO ADMINISTRADOR LOCAL. Entidade Municipal MANUAL DO ADMINISTRADOR LOCAL Entidade Municipal Abril / 2011 ÍNDICE Objetivos do Sistema de Registro de Integrado - REGIN... 3 Principais Módulos do Sistema... 4 Módulo Controle de Acesso... 5 Módulo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS Leandro Guilherme Gouvea 1, João Paulo Rodrigues 1, Wyllian Fressatti 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil leandrog.gouvea@gmail.com,

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Manual do Sistema. SMARSA WEB Atendimento de Processos

Manual do Sistema. SMARSA WEB Atendimento de Processos Manual do Sistema SMARSA WEB Atendimento de Processos Módulo Atendimento ÍNDICE INTRODUÇÃO...1 OBJETIVOS...1 BEM VINDO AO SISTEMA SMARSA WEB MÓDULO ATENDIMENTO...2 TELA DE LOGIN...2 COMO UTILIZAR?... 2

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I e II APRIMORAMENTO E MANUTENÇÃO DO SOFTWARE DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇO

ESTÁGIO CURRICULAR I e II APRIMORAMENTO E MANUTENÇÃO DO SOFTWARE DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇO EDUARDO KONESKI WESTPHAL ESTÁGIO CURRICULAR I e II APRIMORAMENTO E MANUTENÇÃO DO SOFTWARE DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇO EMPRESA: Conceito W SETOR: Desenvolvimento SUPERVISOR: José Alberto Nishi

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Trabalho elaborado pelo

Leia mais

Integrated User Verification Guia de Implementação do Cliente 2015-05-04 Confidencial Versão 2.9

Integrated User Verification Guia de Implementação do Cliente 2015-05-04 Confidencial Versão 2.9 Integrated User Verification Guia de Implementação do Cliente 2015-05-04 Confidencial Versão 2.9 SUMÁRIO Introdução... 2 Finalidade e público-alvo... 2 Sobre este documento... 2 Termos mais utilizados...

Leia mais

Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) Copyright e-core LTDA, 2010. Todos os direitos reservados.

Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) Copyright e-core LTDA, 2010. Todos os direitos reservados. Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) Visão Geral e-coree Estabelecida em 1999 Escritórios rios no Brasil e EUA Aproximadamente 100 profissionais Atua em prestação de serviços offshore desde 2004 Roteiro

Leia mais

Manual do Usuário Cidadão SIC Serviço de informação ao cidadão

Manual do Usuário Cidadão SIC Serviço de informação ao cidadão Manual do Usuário Cidadão SIC Serviço de informação ao cidadão NOVOSIS 3ª Versão Conteúdo Introdução... 3 Principais recursos:... 4 Para o cidadão:... 4 Para os órgãos públicos:... 4 Como Utilizar o SIC...

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

AVISO. O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio.

AVISO. O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio. AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida nem transmitida

Leia mais

COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO KIT ALUNO ESTÁGIO PASSO A PASSO

COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO KIT ALUNO ESTÁGIO PASSO A PASSO COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO KIT ALUNO ESTÁGIO PASSO A PASSO Maceió/2014 1º PASSO: PREENCHIMENTO DO CADASTRO DO ALUNO COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS CADASTRO DO ALUNO Curso: Período que Cursa: Matrícula: Nome Completo:

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

Partner Network. www.scriptcase.com.br

Partner Network. www.scriptcase.com.br www.scriptcase.com.br A Rede de Parceiros ScriptCase é uma comunidade que fortalece os nossos representantes em âmbito nacional, possibilitando o acesso a recursos e competências necessários à efetivação

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Se ainda tiver dúvidas entre em contato com a equipe de atendimento: Por telefone: 0800 642 3090 Por e-mail atendimento@oisolucoespraempresas.com.br Introdução... 3 1. O que é o programa Oi Backup Empresarial?...

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Engenharia de Software Orientada a Serviços

Leia mais

MBA EM ARQUITETURA E GESTÃO DE INFRAESTRUTURA DE TI

MBA EM ARQUITETURA E GESTÃO DE INFRAESTRUTURA DE TI MBA EM ARQUITETURA E GESTÃO DE INFRAESTRUTURA DE TI Novas tecnologias e tendências surgem a cada dia, como Big Data, Cloud Computing, Internet of Things, entre outras. A curva de adoção dessas tecnologias

Leia mais

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS WORKFLOW Mapeamento de Processos de Negócio Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS É proibido a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio sem a expressa autorização

Leia mais

PROJETO: PRODUTO 3 RELATÓRIO PARCIAL DO DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES

PROJETO: PRODUTO 3 RELATÓRIO PARCIAL DO DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES Nome da Empresa: DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS (DIEESE) PROJETO: PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BRA/IICA/03/005 PARTICIPAÇÃO SOCIAL NÚMERO DO CONTRATO: 205037 TEMA:

Leia mais

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09 ÍNDICE Sobre o SabeTelemarketing 03 Ícones comuns à várias telas de gerenciamento Contato Verificar registros 09 Telas de cadastro e consultas 03 Menu Atalho Nova pessoa Incluir um novo cliente 06 Novo

Leia mais

LASAP. Visão Geral. LASAP Institucional

LASAP. Visão Geral. LASAP Institucional LASAP Visão Geral A LASAP A LASAP é formada por profissionais com ampla experiência no mercado SAP. Sua essência está baseada nos princípios da: Qualidade e Pontualidade na entrega dos projetos Inovação

Leia mais

Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços

Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços Relato de Experiência da ATI-PE WCGE 2010 20/07/2010 1 Introdução 2 Sobre a ATI Agência Estadual de Tecnologia

Leia mais

Introdução a Arquiteturas ESB I N S T I T U T O D E G E S TÃ O E M T E C N OLOGIA D A I N F OR M A Ç Ã O

Introdução a Arquiteturas ESB I N S T I T U T O D E G E S TÃ O E M T E C N OLOGIA D A I N F OR M A Ç Ã O Introdução a Arquiteturas ESB Uma típica sala de TV Uma TV e um DVD. Uma típica sala de TV em operação Conexão ponto a ponto entre a sala de TV e o DVD. A sala de TV dos seus sonhos Uma TV Digital, sistemas

Leia mais

Shavlik Protect. Guia de Atualização

Shavlik Protect. Guia de Atualização Shavlik Protect Guia de Atualização Copyright e Marcas comerciais Copyright Copyright 2009 2014 LANDESK Software, Inc. Todos os direitos reservados. Este produto está protegido por copyright e leis de

Leia mais

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual Aplicativo da Manifestação do Destinatário Manual Novembro de 2012 1 Sumário 1 Aplicativo de Manifestação do Destinatário...4 2 Iniciando o aplicativo...4 3 Menus...5 3.1 Manifestação Destinatário...5

Leia mais

MANUAL DO SERVICE DESK SYSTEM

MANUAL DO SERVICE DESK SYSTEM Manual do Sumário Conhecendo o SERVICE DESK SYSTEM... 3 - A tela de Acesso ao sistema:... 3 - A tela do sistema após o acesso(exemplo):... 3 OCORRÊNCIAS... 4 - Abertura de chamados:... 4 - Atendendo um

Leia mais

Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce

Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Facilitando Negócios Conectando softwares com Magento Plataforma de E-Commerce Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Este documento

Leia mais

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6 Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos Add-on responsável pela integração do SAP Business One com o setor comercial através da internet.

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Apresentação Institucional

Apresentação Institucional Apresentação Institucional Visão Geral A Logica Adviser SAP A Logica Adviser SAP é formada por profissionais com ampla experiência no mercado SAP. Sua essência está baseada nos princípios da: Qualidade

Leia mais

MANUAL ESCOLA FLEX. Revisado em 09/07/2008. Sistema Flex www.sistemaflex.com

MANUAL ESCOLA FLEX. Revisado em 09/07/2008. Sistema Flex www.sistemaflex.com MANUAL ESCOLA FLEX Revisado em 09/07/2008 Sistema Flex www.sistemaflex.com Índice Manual Escola Flex Índice... 2 Tela de Abertura (Splash Screen)... 3 Login... 4 Seleção de Empresas... 5 Tela Principal...

Leia mais

Obtendo Qualidade com SOA

Obtendo Qualidade com SOA Obtendo Qualidade com SOA Daniel Garcia Gerente de Prática BPM/SOA daniel.garcia@kaizen.com.br 11 de Novembro de 2009 Copyright 2009 Kaizen Consultoria e Serviços. All rights reserved Agenda Sobre a Kaizen

Leia mais

Portal dos Convênios - SICONV. Inclusão e Envio de Proposta. Manual do Usuário

Portal dos Convênios - SICONV. Inclusão e Envio de Proposta. Manual do Usuário MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA E SERVIÇOS GERAIS Portal dos Convênios - SICONV Inclusão e Envio de Proposta Manual

Leia mais

Manual de Operação do Mercanet HelpDesk

Manual de Operação do Mercanet HelpDesk Manual de Operação do Mercanet HelpDesk Preparada por: Jaime Fenner Revisada por: Kelen Turmina Versão Documento: 02 Data: 12 de Maio de 2009 Sumário Executivo Este documento visa divulgar todas as funcionalidades

Leia mais

Integração Orientada a Serviços

Integração Orientada a Serviços Integração Orientada a Serviços Porto Alegre, Agosto de 2006 Agenda Sobre a e-core SOA O que é? Web Services x SOA Principal Motivação - Integração SOI ESB BPEL JBI ServiceMix Solução Proposta A Empresa

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Alinhando a infra-estrutura de aplicações com os negócios através de Application Delivery orientado a serviços

Alinhando a infra-estrutura de aplicações com os negócios através de Application Delivery orientado a serviços Alinhando a infra-estrutura de aplicações com os negócios através de Application Delivery orientado a serviços Visão Geral Desafio Solução Uma implementação SOA (Service Oriented Architecture) bem-sucedida

Leia mais

Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN. Contadores

Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN. Contadores Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN Contadores Janeiro / 2010 1 Índice ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 PEDIDO DE VIABILIDADE MATRIZ... 4 PEDIDO DE VIABILIDADE FILIAL... 10

Leia mais

Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN. Contadores

Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN. Contadores Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN Contadores Abril / 2011 ÍNDICE Introdução...3 Pedido de Consulta da Viabilidade...4 Acompanhamento do Pedido de Viabilidade...13 Esqueceu

Leia mais

ALEXANDRE SCHEMES ESTÁGIO CURRICULAR II RELATÓRIO DE ATIVIDADES REALIZADAS PROJETO LAYOUTS FLEXÍVEIS

ALEXANDRE SCHEMES ESTÁGIO CURRICULAR II RELATÓRIO DE ATIVIDADES REALIZADAS PROJETO LAYOUTS FLEXÍVEIS ALEXANDRE SCHEMES ESTÁGIO CURRICULAR II RELATÓRIO DE ATIVIDADES REALIZADAS PROJETO LAYOUTS FLEXÍVEIS EMPRESA: Gesplan S.A. SETOR: Desenvolvimento SUPERVISOR: Jane Frankowiak ORIENTADOR: Marco Antonio Torrez

Leia mais

Passo a Passo para preenchimento do Pedido de Viabilidade no Sistema de Registro Integrado REGIN. Empresários Requerentes Contadores

Passo a Passo para preenchimento do Pedido de Viabilidade no Sistema de Registro Integrado REGIN. Empresários Requerentes Contadores Passo a Passo para preenchimento do Pedido de Viabilidade no Sistema de Registro Integrado REGIN Empresários Requerentes Contadores Maio / 2011 ÍNDICE Introdução... 3 Pedido de Consulta da Viabilidade...

Leia mais

Portal dos Convênios - Siconv. Disponibilização de Programas. Manual do Usuário Versão 2

Portal dos Convênios - Siconv. Disponibilização de Programas. Manual do Usuário Versão 2 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA E SERVIÇOS GERAIS Portal dos Convênios - Siconv Disponibilização de Programas

Leia mais

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br COBIT Governança de TI Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br Sobre mim Juvenal Santana Gerente de Projetos PMP; Cobit Certified; ITIL Certified; OOAD Certified; 9+ anos de experiência em TI; Especialista

Leia mais

Índice. Brasil Profissionalizado SIMEC/DTI/MEC 2

Índice. Brasil Profissionalizado SIMEC/DTI/MEC 2 Índice 1. Prefácio... 2 2. Requisitos Mínimos... 3 3. Como acessar o SIMEC... 4 4. Solicitando cadastro... 5 5. A Estrutura do Módulo... 7 6. Instruções Gerais... 8 6.1. Diagnóstico/BRASIL PROFISSIONALIZADO...9

Leia mais

Portal dos Convênios - SICONV. Inclusão e Envio de Proposta. Manual do Usuário

Portal dos Convênios - SICONV. Inclusão e Envio de Proposta. Manual do Usuário MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA E SERVIÇOS GERAIS Portal dos Convênios - SICONV Inclusão e Envio de Proposta Manual

Leia mais