BENEFÍCIOS DOS INSUMOS NA QUALIDADE DAS MUDAS

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1 BENEFÍCIOS DOS INSUMOS NA QUALIDADE DAS MUDAS KEIGO MINAMI DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PIRACICABA

2 INTERAÇÃO DE FATORES DE PRODUÇÃO A PRODUÇÃO DE UM PRODUTO AGRÍCOLA É O RESULTADO DA INTERAÇÃO DE DIVERSOS FATORES: A) QUE DETERMINAM O CRESCIMENTO: EM QUANTIDADE, INTENSIDADE OU NÍVEL ÓTIMOS, PROVOCAM O DESEMPENHO POTENCIAL MÁXIMO DA CULTURA, NAS CONDIÇÕES PREVISTAS (solo, água, luz, nutrientes e características da cultura) B) QUE LIMITAM O CRESCIMENTO: COMPREENDEM OS RECURSOS ABIÓTICOS QUE, EM SUPRIMENTO SUB-ÓTIMO, DETERMINAM O CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DA CULTURA(água, nutrientes, luz) C) QUE REDUZEM O CRESCIMENTO: SÃO AQUELES QUE IMPEDEM QUE A CULTURA ATINJA O CRESCIMENTO ATINGÍVEL (praga, doenças, plantas daninhas) PRIMEIRAMENTE DEVEM SER RESOLVIDOS OS PROBLEMAS COM OS FATORES DE (C), DEPOIS OS DE (B) DESDE QUE OS DE (A) ESTEJAM EM CONDIÇÕES ÓTIMAS

3 INTERAÇÃO DE FATORES DE PRODUÇÃO PRODUÇÃO = f(a,b,c,..., n fatores), OU SEJA, PRODUÇÃO É FUNÇÃO DE VÁRIOS FATORES SE, PRODUÇÃO = f (a.b.c...n) E SE OS FATORES ESTIVEREM EM ÓTIMAS CONDIÇÕES, A EQUAÇÃO FICA: PRODUÇÃO = f ( ) = f (1), OU SEJA, POTENCIAL MÁXIMO DE PRODUÇÃO ESTANDO TODOS OS FATORES COM 100% DE EFICIÊNCIA (NO CASO, MUDAS DE ALTA QUALIDADE) SE UM DOS FATORES NÃO FUNCIONA OU NÃO ESTÁ PRESENTE, OU SEJA, É IGUAL A ZERO, ENTÃO TER-SE-Á PRODUÇÃO = f( ) = f (0) MAS, GERALMENTE OS FATORES ESTÃO EM CONDIÇÕES SUB-ÓTIMAS, OU SEJA, MENOS DE 100% DE CONDIÇÕES PRODUÇÃO = f(0, ) = f(0,6) (LEI DO MÍNIMO), OU PRODUÇÃO = f (0,8.0,5.1, ) = f(0,4)

4 PRODUÇÃO DE MUDAS EM COPINHOS DE JORNAL E EM CANTEIRO

5 EXEMPLO DE AUSÊNCIA DE FATORES (IGUAL A ZERO)

6 EXEMPLO DE FATORES SUB-ÓTIMOS (MENOR QUE UM)

7 FATORES QUE LIMITAM A PRODUÇÃO PARA RESOLVER O PROBLEMA, É NECESSÁRIO FAZER UM DIAGNÓSTICO TOTAL DO SISTEMA DE PRODUÇÃO EM FUNCIONAMENTO E DESCOBRIR QUAIS FATORES ESTÃO EM 100% DE EFICIÊNCIA E QUAIS ESTÃO LIMITANDO EM SEGUIDA, FAZER O PLANEJAMENTO DE COMO RESOLVER OS PROBLEMAS REVER OS CONCEITOS DE PRODUÇÃO DE MUDAS DETERMINAR O FOCO OU A META DE PRODUÇÃO DETERMINAR O PRAZO PARA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DETERMINAR AS ETAPAS PRIMÁRIAS, SECUNDÁRIAS E TERCIÁRIAS DETERMINAR O CUSTO DA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DETERMINAR A ORIGEM DOS RECURSOS

8 AUMENTAR A EFICIÊNCIA DO SISTEMA PARA AUMENTAR A EFICIÊNCIA DO SISTEMA É NECESSÁRIO : 1. AUMENTAR A EFICIÊNCIA ADMINISTRATIVA E SOCIAL 2. AUMENTAR A EFICIÊNCIA ESTRUTURAL 3. AUMENTAR A EFICIÊNCIA FUNCIONAL

9 EFICIÊNCIA ADMINISTRATIVA E SOCIAL

10 EFICIENCIA ESTRUTURA L

11 O QUE O PRODUTOR DESEJA

12 EFICIÊNCIA ESTRUTURAL

13 AUMENTO DA EFICIÊNCIA FUNCIONAL O SISTEMA FUNCIONA ATRAVÉS DO MANEJO DE DIVERSOS MATERIAIS A. SUBSTRATO B. RECIPIENTES C. FERTILIZANTES D. EQUIPAMENTOS DE IRRIGAÇÃO E. PRODUTOS DE PROTEÇÃO F. SEMENTES

14 SEMENTES

15 SUBSTRATO PARA ENTENDER O PAPEL DO SUBSTRATO NO SISTEMA É IMPORTANTE SALIENTAR QUE O SEU USO É EM CULTIVO RECIPIENTIZADO (ENVASADO, ENVELOPADO), OU SEJA, PARA CULTIVO DE PLANTAS RECIPIENTIZADAS, COMO É O CASO DA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ALTA QUALIDADE. PORTANTO, O VOLUME DISPONÍVEL É PEQUENO. EM CIMA DESTA CONDIÇÃO QUE SÃO FEITAS AS DEDUÇÕES, OBSERVAÇÕES E MANUSEIO DO SUBSTRATO. NO SUBSTRATO É IMPORTANTE SABER AS PROPRIEDADES FÍSICAS: A. PROPORÇÃO DOS ESPAÇOS DE ÁGUA:AR: SÓLIDOS B. CAPACIDADE DE REUMIDECIMENTO OU MOLHAMENTO C. CARACTERÍSTICAS DE LIBERAÇÃO DA UMIDADE D. PERDA DE ÁGUA DEVIDO À EVAPORAÇÃO PELA SUPERFÍCIE DO SUBSTRATO

16 PROPORÇÃO AR:ÁGUA:SÓLIDOS A DISTRIBUIÇÃO DO AR, ÁGUA E SÓLIDOS NO RECIPIENTE DEPENDE: A. ESPAÇO POROSO TOTAL B. ALTURA DO RECIPIENTE C. TAMANHO DAS PARTÍCULAS D. DISTRIBUIÇÃO DOS POROS (MACROPOROS E MICROPOROS) E. TAXA DE ENCOLHIMENTO F. PREPARAÇÃO E MANEJO

17 R E C I P I E N T E S O RECIPIENTE PARA MUDAS DEPENDE A. TIPO A.1. INDIVIDUAL (TUBETES, VASOS, COPINHOS DE PAPEL, TORRÃO PAULISTA, SACOS PLÁSTICOS) A.2. COLETIVO OU MÚLTIPLO (BANDEJAS, BLOCOS) B. DO MATERIAL QUE É FEITO (POLISTIRENO EXPANDIDO, POLIETILENO, PAPEL) C. LIMPEZA E CONTAMINAÇÃO (QUÍMICA OU BIOLÓGICA) APÓS USO D. INTEGRIDADE E. TAMANHO

18 TORRÃO PAULISTA

19 RECIPIENTES MODERNOS

20 TAMANHO DO RECIPIENTE O VOLUME DO RECIPIENTE PARA MUDAS VARIA DE 2 CM 3 (800 CÉLULAS POR BANDEJA) A 25 CM 3 (125 CÉLULAS POR BANDEJA) OU EQUIVALENTE EM OUTROS RECIPIENTES É IMPORTANTE PARA O VIVEIRISTA E PARA O PRODUTOR: O VIVEIRISTA - MAIOR NÚMERO DE CÉLULAS OU UNIDADES POR ÁREA, PORTANTO, MAIOR NÚMERO DE MUDAS COM MENOS INSUMOS POR ÁREA, COM MENOR CUSTO O PRODUTOR MUDAS COM MENOR VOLUME DE RAÍZES TEM O COMPORTAMENTO REDUZIDO APÓS O TRANSPLANTE. À MEDIDA QUE O TAMANHO DO RECIPIENTE AUMENTA HÁ AUMENTO DA ÁREA FOLIAR, DA BIOMASSA DA PARTE AÉREA E DA BIOMASSA DAS RAÍZES. A ALTURA DO RECIPIENTE: QUANTO MAIS ALTA MAIOR A PORCENTAGEM DE AERAÇÃO

21 EFEITO DA ALTURA DO RECIPIENTE

22 EQUIPAMENTO DE IRRIGAÇÃO PORQUE IRRIGAR: A. DEVIDO À PERDA DE ÁGUA POR TRANSPIRAÇÃO E IMPEDIR QUE A RESERVA INTERNA DE ÁGUA CAIA B. AS PLANTAS ABSORVEM MAIS ÁGUA DO QUE NUTRIENTES C. A AGUA LAVA OS SAIS DA ZONA RADICULAR POR LIXIVIAÇÃO, DIMINUINDO O EFEITO DA SALINIZAÇÃO D. DILUI OS FERTILIZANTES PARA NUTRIR A PLANTA E. PERDA DE ÁGUA PELO ORÍFICIO DO FUNDO DO RECIPIENTE F. À MEDIDA QUE A PLANTA CRESCE VAI EXIGINDO MAIS ÁGUA G. SOB CONDIÇÃO DE BAIXA UMIDADE RELATIVA A PLANTA PERDE MAIS ÁGUA POR TRANSPIRAÇÃO H. A PLANTA PRECISA DE ÁGUA PARA O FUNCIONAMENTO DA FISIOLOGIA E METABOLISMO

23 SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO O SISTEMA DE IRRIGAÇÃO DEPENDE: 1. TAMANHO DAS GOTAS (OU PARTÍCULAS DE ÁGUA) 2. UNIFORMIDADE DE DISTRIBUIÇÃO 3. PORCENTAGEM DE RECOBRIMENTO DA ÁREA ÚTIL 4. TIPO 4.1. MANUAL (MANGUEIRA, REGADORES) 4.2. SUB-IRRIGAÇÃO OU PISCINA 4.3. EM LEQUE 4.4. ASPERSÃO OU MINIASPERSÃO (ASPERSÃO ESTACIONÁRIA) 4.5. GOTEJADORES 4.6. NEBULIZADORES 5. FONTE ENERGIA (ELÉTRICA, COMBUSTÍVEL) 6. QUALIDADE DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO

24 BARRA DE IRRIGAÇÃO COM BICO EM LEQUE

25 QUALIDADE DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO ALCALINIDADE (NÃO ph) CAUSADA POR CARBONATO E BICARBONATO. PROVOCA MUDANÇAS NO ph DO SUBSTRATO SAIS SOLÚVEIS OU CONDUTIVIDADE ELÉTRICA CAUSADA POR SAIS SOLÚVEIS (NaCl) OU APLICAÇÃO EXCESSIVA DE FERTILIZANTES TEORES ALTOS DE BORO E FLUOR CAUSAM FITOTOXICIDADE BICARBONATOS DE CÁLCIO OU MAGNÉSIO CAUSAM PROBLEMAS COM OS BICOS DE IRRIGAÇÃO E RESÍDUOS NAS FOLHAS A CONCENTRAÇÃO DE ENXOFRE GERALMENTE ESTÁ ABAIXO DO QUE É RECOMENDADO PARA A PLANTA PRESENÇA DE MICROORGANISMOS E RESÍDUOS TÓXICOS

26 O QUE AFETA A DISPONIBILIDADE DE ÁGUA TAMANHO E GEOMETRIA DO RECIPIENTE - CÉLULAS QUADRADAS TEM MAIOR VOLUME DO QUE AS REDONDAS E QUANTO MAIS FUNDO (ALTURA) É O RECIPIENTE MAIS ESPAÇO COM AR VAI TER, APÓS A DRENAGEM NA CAPACIDADE DE RECIPIENTE, OU SEJA, MENOS ÁGUA VAI RETER TAMANHO DA PARTÍCULA DO SUBSTRATO QUANTO MAIOR A PARTÍCULA MAIS ESPAÇO POROSO TEOR DE UMIDADE DO SUBSTRATO ANTES DO ENCHIMENTO DA BANDEJA O ESPAÇO DE AR PODE AUMENTAR DE 2% PARA 7% SE O TEOR DE UMIDADE DO SUBSTRATO SUBIR DE 60 PARA 70% ANTES DO ENCHIMENTO DA BANDEJA CARACTERÍSTICAS DE LIBERAÇÃO DE UMIDADE DO SUBSTRATO MUITAS VEZES O SUBSTRATO TEM ÁGUA, MAS NÃO ESTÁ DISPONÍVEL À PLANTA AGENTE MOLHANTE OU SURFACTANTE O PRIMEIRO EFEITO É A ABSORÇÃO DE ÁGUA PELA FIBRA E É MAIS IMPORTANTE PARA SUBSTRATO SECO DO QUE AQUELE QUE JÁ ESTÁ PRÉ- UMEDECIDO

27 FERTILIZANTES ANTIGAMENTE, O SOLO PARA SUBSTRATO ERA TRATADO COM MATERIAIS ORGÂNICOS E DEIXADO PARA COMPOSTAGEM POR ANOS, PARA OBTER UM MATERIAL MAIS FÉRTIL PARA A PRODUÇÃO DE MUDAS E ESTAS ERAM GRANDES HOJE, HÁ NECESSIDADE DE AUMENTAR A EFICIÊNCIA DA ESTUFA E TER MUDAS BEM MENORES E POSSAM DIMINUIR AO MÁXIMO O EFEITO DO CHOQUE DE TRANSPLANTE ATUALMENTE, AS MUDAS SÃO PRODUZIDAS EM BANDEJAS PADRONIZADAS, EM SUBSTRATO SEM SOLO E METODOLOGIA DE NUTRIÇÃO COMPLETAMENTE DIFERENTE DAQUILO QUE FOI HÁ ALGUNS ANOS ATRÁS A NECESSIDADE DE PROGRAMAR AS ENTREGAS DAS MUDAS PELOS VIVEIRISTAS FAZ COM QUE TODAS AS FASES DE PRODUÇÃO DE TRANSPLANTAS SEJAM CONTROLADAS, PRINCIPALMENTE A TAXA DE CRESCIMENTO A MAIS EFICIENTE FORMA DE CONTROLAR O CRESCIMENTO DAS MUDAS É MODERAR OS REGIMES NUTRICIONAIS USADOS PARA CRESCÊ-LAS

28 FERTILIZANTES APLICAÇÃO MODERADA OU ALTA APLICAÇÃO DE FERTILIZANTE NA PRODUÇÃO DE MUDAS? NA LITERATURA, COM RELAÇÃO AO NITROGÊNIO, AS RECOMENDAÇÕES SÃO: 40% 300 A 400 PPM 23% A 300 PPM 17% A 200 PPm 10% - 50 A 100 PPM 10% - 0 A 50 PPM 2:1:2 DE N-NITRATO:N-AMONIA-URÉIA 2:1 DE N-NITRATO:N-AMÔNIA SÓ URÉIA (NÃO É RECOMENDÁVEL) NITRATO DE POTÁSSIO NITRATO DE SÓDIO FOSFATO DE AMÔNIA SÓ N-NITRATO OSMOCOTE

29 FERTILIZANTES PORQUE É MUITO DIFÍCIL SEGUIR AS RECOMENDAÇÕES BASEADAS EM PESQUISAS: CULTURA CULTIVAR MICROCLIMA DO AMBIENTE DE ESTUFA USADO PARA CADA EXPERIMENTO FONTE DE NUTRIENTE INTERPRETAÇÃO DE OUTROS PESQUISADORES INTERAÇÃO ENTRE NUTRIENTES GEOGRAFIA DO LOCAL DO EXPERIMENTO FREQUENCIA DE APLICAÇÃO QUE NA SOMA TOTAL DA QUANTIDADE PODE SER DIFERENTE FASE DE APLICAÇÃO

30 FERTILIZANTES TENDÊNCIA 1. REDUZIR O EXCESSO, PARA NÃO POLUIR O AMBIENTE 2. MAIOR ÊNFASE NA NUTRIÇÃO DAS MUDAS COMO FERRAMENTA PARA CONTROLAR O CRESCIMENTO 3. COMO BAIXA APLICAÇÃO DE N-P-K AFETA A PRECOCIDADE, PRODUÇÃO TOTAL E QUALIDADE 4. AS PESQUISAS COM MUDAS PRECISAM SER FEITAS DE ACORDO COM O QUE É PRATICADO EM CADA REGIÃO DE PRODUÇÃO 5. AS PESQUISAS COM NUTRIÇÃO DE MUDAS PRECISAM INCLUIR ANÁLISES FOLIAR E RADICULAR, MEDIÇÃO QUANTITATIVA DE TEOR CLOROFILA AO INVÉS DE AVALIAÇÃO QUALITATIVA 6. ANÁLISE DO SUBSTRATO ANTES E NO FINAL DO EXPERIMENTO 7. TODAS AS PESQUISAS COM PRODUÇÃO DE MUDAS PRECISAM PASSAR PELO TESTE DE CAMPO 8. REGIME NUTRICIONAL FLUTUANTE INÍCIALMENTE COM BAIXO N-P PARA CONTROLAR O CRESCIMENTO E TERMINANDO COM ALTO N-P SEM AFETAR O TAMANHO DAS MUDAS

31 FERTILIZANTES 9. MAIOR EFICIENCIA DE USO DOS NUTRIENTES PELAS MUDAS É USAR O STRESS HÍDRICO PARA REGULAR (MUITAS VEZES IMPEDIR) A EXTENSÃO DO CRESCIMENTO EM ALTURA. ESTA PRÁTICA REDUZ A LIXIVIAÇÃO DOS NUTRIENTES PARA FORA DA BANDEJA OU PARA O CHÃO DA ESTUFA E OS NUTRIENTES NA MUDA SÃO USADOS PARA O SEU ESTABELECIMENTO NO CAMPO, HAVENDO MAIOR EFICIENCIA DE USO APÓS O TRANSPLANTE, AS MUDAS JÁ DEVE POSSUIR NÍVEIS DE NUTRIENTES SUFICIENTE PARA ABASTECER A PARTE AÉREA, AO INVÉS DE INICIAR A ABSORÇÃO DOS NUTRIENTES COLOCADOS FORA DA PLANTA BRASHER, EM 1941, JÁ AFIRMAVA QUE QUALQUER MÉTODO USADO QUE RESULTE EM IMPEDIMENTO OU ENDURECIMENTO DAS MUDAS OU DAS PLÂNTULAS PERMANENTEMENTE REDUZIRÁ O SEU COMPORTAMENTO NO CAMPO, PROVAVELMENTE DIMINUINDO A PRODUÇÃO, GROSSEIRAMENTE NA PROPORÇÃO DA SEVERIDADE DO MÉTODO

32 PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS PRIMEIRO USAR O PRINCÍPIO DA EXCLUSÃO, ISTO É, IMPEDIR QUE O MAL ENTRE NO AMBIENTE DE PRODUÇÃO. OS PRINCÍPIOS DE CULTIVO PROTEGIDO DEVEM SER SEGUIDOS À RISCA SEGUNDO CONTROLE PREVENTIVO É O MELHOR MÉTODO. A HIGIENE DO LOCAL DE PRODUÇÃO DEVE SER O MÁXIMO POSSÍVEL. EVITAR QUE CHEGUE AO EFEITO DE CONTAMINAÇÃO HOSPITALAR TERCEIRO MONITORAMENTO CONSTANTE. ISSO DEVE SER FEITO POR PESSOAS TREINADAS E NUNCA POR QUEM NÃO ENTENDE OU POR PRINCIPIANTE QUARTO O USO DE PRODUTOS QUÍMICOS, SE NECESSÁRIO, DEVE SER FEITO NO INÍCIO, ANTES QUE O DANO ECONÔMICO SEJA ATINGIDO QUINTO USE PRODUTOS QUE NÃO SEJAM NOCIVOS AO AMBIENTE E POUCO TÓXICO AO OPERADOR SEXTO USAR ADEQUADAMENTE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO, INCLUSIVE PROCURANDO QUE O PRODUTO NÃO ATINJA OUTRAS DEPENCENCIAS OU LOCAIS PRÓXIMOS

33 ISSO É CULTIVO PROTEGIDO?

34 EVITAR 1. ACHAR QUE O SEU NEGÓCIO É O MELHOR E ESTÁ BEM PROTEGIDO 2. NÃO FAZER A AUTO-MEDICAÇÃO OU USAR REMÉDIOS CASEIROS 3. ACHAR QUE A LIMPEZA É COISA DE MULHER 4. TER COMO CONSELHEIRO UM EX-PRODUTOR (SE ELE NÃO DEU CERTO É PORQUE...) 5. DEIXAR DE CONSULTAR UM TÉCNICO ABALIZADO 6. COMPRAR PRODUTOS DE VENDEDORES DESCONHECIDOS 7. COMPRAR PORQUE É MAIS BARATO 8. COMPRAR EQUIPAMENTOS DE USO CONSTANTE USADOS OU DE PROCEDENCIA DESCONHECIDA 9. CONSULTAR SOMENTE UM FORNECEDOR 10. DEIXAR DE ESTUDAR, DEIXAR DE REVER NOVOS CONCEITOS E NOVAS TENDENCIAS 11. DEIXAR DE VER OS OUTROS PRODUTORES COMO CONCORRENTES (ELES PODEM SER SEUS PARCEIROS, DEPENDE DE COMO VOCE VÊ A VIDA)

35 MUITO OBRIGADO!

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